Tag Archives: transando com outro

Sexo não convencional

15 jul

Eu não gosto de sexo convencional. Não adianta. Essa coisa de ppmm com mãozinha no ombro, definitivamente, não é pra mim. Gosto de ousar, de falar, de instigar… Gosto do diferente, do proibido, do sem pudor.

E é assim que escolho as pessoas que me relaciono. Como o meu novo amigo. Na última vez que nos vimos, foi na casa dele. Cheguei lá e ele tinha preparado todo um clima excitante. Velas, aromas, vinho, música. Ficamos bebendo e conversando um pouco, mas não resistimos por muito tempo. Logo a temperatura subiu.

Ele tirou a minha roupa no sofá da sala, beijou meu corpo todo e, de joelhos no chão, me fez gozar com a língua enfiada dentro da minha buceta.

Mas ele nem me deixou descansar. Já veio por cima de mim, enfiando dois dedos e me apertando, dizendo que sentiu falta do meu corpo, falta de me comer. Começou a falar que comeu outra pensando em mim, e isso me deixou ainda mais excitada. Pedi que ele me contasse como foi, que me mostrasse. Ele então virou bruscamente meu corpo, afundando meu rosto no sofá, com meus cabelos entre os dedos, e meteu forte na minha buceta. Urrei de prazer, enquanto ele me comia e contava a sua transa. Dizia que metia forte, imaginando meu corpo, imaginando que era o meu sexo. Apertava a minha bunda, me mostrando como fazia com ela. Puxava meus cabelos, encostando a boca na minha orelha e sussurrando que a minha buceta era melhor que a dela. E assim gozei de novo.

Fiquei jogada no sofá, curtindo as ondas de prazer que ainda se espalhavam no meu corpo. Ele me deitou de bruços, e em pé na minha frente arrancou a camisinha e passou a se masturbar. Eu queria-o na minha boca, na minha mão, dentro de mim, mas ele não deixou. Disse que queria gozar assim, me homenageando. Queria gozar olhando meu corpo, objeto do seu desejo.

Eu decidi ajudá-lo. Comecei a acariciar meus seios, lambendo a ponta dos dedos e brincando nos biquinhos. Abria as pernas e deslizava as mãos até minha buceta, me masturbando junto com ele. Ele se segurava pra não gozar, e eu já queria gozar de novo. Ele gemia, me chamava de tesão, de gostosa, de vadia. E eu pedia seu gozo, sua porra na minha cara, nos meus seios, no meu corpo.

Estiquei a mão e peguei uma vela na mesa de centro. E decidida, derramei a cera sobre mim. Na barriga, nos seios. A sensação de ardor se misturou com o tesão. Gemi alto, sentindo meu sexo pulsar. E ele gemeu alto também, jogando todo o seu gozo sobre mim, misturando a porra e a cera na minha pele.

hotwax

Depois ele me beijou, me pegou no colo e me levou pro banho. E a noite continuou…

Parte II – Transando com outro, na frente dele

19 jun

Já dentro do quarto, tive que fazer o possível e o impossível para conter o meu namorado. Enquanto o rapaz não chegava, ele me beijava e já queria baixar o meu vestido. Quando ouvimos as batidas na porta, mandei que ele ficasse quieto, sentado na poltrona.

O rapaz entrou, desconfiado, mas tratei de logo quebrar o gelo. Puxei-o até a cama, e montei sobre ele. Nos beijamos e, de frente pra ele, fiz o tomara que caia cair. Ele abocanhou meus seios, enquanto me puxava para mais perto dele. Eu estava de lado para o meu namorado, mas fazia o possível para não olhar pra ele. Segurando o rapaz pelos cabelos, tentei tirar o vestido, mas não consegui. Levantei-me rapidamente, tirei do jeito que pude, e só de lingerie praticamente pulei sobre ele novamente. Agora já sentia seu pau duro sob as calças.

Ele segurava meus seios, chupando e mordendo, enquanto eu rebolava de leve sobre ele. Não havia nenhuma razão para isso, mas eu tinha pressa. Queria senti-lo logo dentro de mim, queria aquela fantasia realizada. Abri seu cinto, a calça, o zíper, e baixei-os até suas canelas. Masturbei-o um pouco, para logo em seguida colocar o seu pau todo dentro da minha boca. Suguei, mordisquei, brinquei na cabeça, e perguntei se ele tinha uma camisinha. Como ele não tinha, tive que pegar uma com meu namorado. Acho que naquele momento foi a primeira vez que nos olhamos. Seu tesão era visível, no rosto e nas calças.

Aquele olhar de desejo, de cumplicidade, de felicidade, me deixou ainda com mais vontade. Quando o rapaz terminou de colocar a camisinha, eu tirei as calcinhas e sentei com gosto nele. Entrou de uma só vez, me alargando, me preenchendo, me fazendo arrepiar. Então olhei pro meu namorado. Ele, com a boca entreaberta, se posicionava para melhor enxergar o pau do rapaz entrando e saindo de dentro de mim. Arrebitei a bunda pra ele ver melhor.

Ele passou a masturbar-se com a mão dentro das calças, praticamente no mesmo ritmo em que eu me movimentava sobre o rapaz. O rapaz, embora fosse ele que me comesse, estava relegado ao segundo plano naquele momento. Minha atenção e tesão estavam voltados para meu namorado. Tanto que quase não reparei quando ele passou a gemer mais forte, a se contorcer, e gozou com o meu movimento.

Saí de cima dele, e sem maiores cerimônias, pedi que fosse embora. O que ele tinha que fazer, estava feito. Meio sem entender nada, mas acho que satisfeito, ele rapidamente se recompôs e foi embora. Foi a partir daí que a noite começou de verdade.

Meu namorado praticamente voou sobre mim, me pegando com força. Me colocou de quatro e me comeu por horas, literalmente.

COes4QRtylb7jl2bYgvgw8IJo1_500

Trepamos e gozamos de tudo que foi jeito, e quando resolvemos dormir, exaustos, o dia amanhecia lá fora. Meu namorado ainda brincou comigo, dizendo que eu não tinha pego o bouquet. Devolvi a brincadeira, dizendo que se ele quisesse, sairia pra buscar, não o bouquet, mas outro pra me comer. Ele sorriu, saciado e satisfeito, e me beijando falou: outro dia a gente faz de novo.

Eu gostei. 🙂

Parte I – Transando com outro, na frente dele

18 jun

Eu tinha um namorado, acho até que já falei dele, que abriu a minha cabeça para o sexo. Me ensinou a falar o que me desse na telha, a fantasiar sem limites e sem pudores. E me deu coragem pra realizar algumas fantasias, minhas e dele.

Ele tinha muita vontade de me ver com outro homem. Não era eu, ele e mais um. Era eu e mais um, e ele apenas olhando. Eu dizia que nunca conseguiria, ainda mais sem a participação dele. Que teria vergonha, que tinha medo de magoá-lo, e essas coisas… Mas ele não desistia! Ia me excitando, falando como seria, aproveitando os momentos que eu estava com mais tesão, e passei a considerar a idéia.

Mas e a terceira pessoa, quem seria? Essa passou a ser a parte mais difícil do plano. Um profissional? Seria artificial demais. Um amigo? Seria estranho. Uma casa de swing? Não era bem o que se tinha em mente. E assim seguíamos, sem nada acontecer, e eu de certa forma aliviada. rsrsrs

Certa noite teve o casamento de uma prima dele. Ela morava em uma cidade relativamente longe, e no mesmo hotel onde foi o casamento a maioria dos convidados de fora da cidade ficaram hospedados. Viajamos na sexta à noite, e no sábado antes do casamento mal nos vimos. Acordamos tarde, e o resto do dia passei praticamente no salão de cabeleireiro.

Depois da cerimônia religiosa, todos ao salão do hotel para a festa. Festa essa que estava divertidíssima. Boa música, muita champanhe, muita gente bonita. Os noivos estavam radiantes, e passavam toda essa felicidade aos seus convidados.

Como meu namorado havia confirmado a presença em cima da hora, acabamos ficando em uma mesa longe da família. Era um pessoal jovem, divertido e solteiro. Quando fomos dançar, já com o efeito da bebida na cabeça, um dos rapazes passou a se insinuar pra mim. Me puxava pra dançar com ele, fazendo o possível para nossos corpos se tocarem. Olhei para meu namorado, que piscou e sorriu pra mim. Tudo bem, pensei, estou liberada.

Dancei, instiguei, me insinuei, deixando o rapaz doido. Olhava pra mim e procurava meu namorado, que conversando com outras pessoas, se fazia de desentendido.

Ele tentou me beijar, mas não queria fazer isso na frente dos outros, principalmente da família do meu namorado. Veio uma música mais calma, e dançando abraçada no rapaz, escutei-o dizer que queria ficar a sós comigo. Ele era bonito, estávamos animados, mas confesso que em uma situação normal não teria levado adiante. Mas pensei na fantasia do meu namorado, e que poderia ser bem excitante… E então falei no ouvido dele: “sozinha com você, não fico. Mas se meu namorado for junto, eu topo agora”. Ele me olhou, desconfiado. Eu passei a língua nos lábios, mostrando que não estava de brincadeira. Disse a ele o número do quarto, e deixei-o sozinho no meio do salão.

Fui até a mesa, peguei meu namorado pela mão, e saímos. No elevador puxei-o para mim, e avisei: “vou transar com ele na sua frente”. Ele ficou maluco, beijou a minha boca, ficando excitado na hora.

39592122

CONTINUA…