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Parte IV – Final – Na suíte envidraçada e o e-mail

29 nov

Eu já gemia descontroladamente e minhas pernas perdiam a força de tanto tesão quando meu outro seio foi abocanhado. No direito, lambidas e movimentos suaves, no esquerdo chupadas. O Ricardo me segurava pela cintura, pressionando meus quadris de encontro ao seu pau. Eu tentava espiar por baixo da venda, queria ver quem estava me tocando, mas não conseguia. Por alguns momentos os toques pararam, para em seguida serem substituídos. Desta vez era apenas uma pessoa, que com mãos grandes e ásperas segurou meus seios juntos e roçava o rosto com uma barba por fazer, lambendo um e outro, chupando, mordiscando. Achei que teria um orgasmo ali, mas acabei me contendo.

Senti uma mão subindo pelas minhas coxas, sob meu vestido, e uma voz feminina comentando sobre a minha umidade. Abri levemente as pernas, liberando o caminho, e logo senti os dedos finos tocando a minha buceta. O homem que tocava meus seios se afastou, e senti o corpo feminino encostando-se ao meu. Ela me masturbava com carinho e destreza, eu estava totalmente excitada, e quando ela colou seus lábios aos meus e nossas línguas se entrelaçaram, gozei. Gozei pressionando o Ricardo contra a parede, sem conter os gritos que antes eram gemidos de prazer.

Abrindo caminho entre as pessoas (é a impressão que tive, afinal estava vendada e recém gozada rssss), o Ricardo foi em direção a uma das últimas suítes que estavam desocupadas. Sem me deixar enxergar nada, ele tirou meu vestido, fez com que me ajoelhasse na sua frente e lhe chupasse. Sentia seu pau muito duro, com a cabeça inchada em minha boca, sabia que ele estava muito excitado com aquela situação também. Me preparei para fazer tudo do jeito que ele gosta, retribuir o prazer que ele me dera, mas mal comecei e ele já se afastou, dizendo:

– Eu já conheço o teu talento. Mostra pros outros que estão aí.

E um outro pau roçou meus lábios.

Senti uma pontada de vergonha, medo, mas continuava excitada. Comecei a chupá-lo, o gosto da camisinha na minha boca e a imaginação solta na minha mente. Como será que ele era? Enquanto eu começava a formar uma imagem na minha cabeça, senti algo na minha bochecha. Outro pau.

Segurei-o com a mão e passei a masturbá-lo. Depois coloquei-o na boca e fiquei masturbando o outro. Ouvia as vozes de mais pessoas na suíte, muitos homens, e um pouco assustada e muito excitada, fiquei pensando se teria que dar conta de todos. O primeiro afastou-se e deu lugar a outro. Se consegui contar certo, chupei cinco homens, contando o Ricardo.

O Ricardo mandou que eu fosse pra cama, e eu deitei de costas. Alguém disse que era pra abrir as pernas, e eu obedeci. Uma língua áspera passou a penetrar a minha buceta e lamber meu clitóris. Ajoelhados na altura do meu rosto, dois homens mantinham seus paus à minha frente, e eu chupava um e outro, enquanto eles beliscavam meus seios. Não tive tempo e nem cabeça pra pensar na hora, mas hoje escrevendo esse relato me sinto tão… puta! E tão excitada também.

 

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Fui fodida de quatro, papai e mamãe, de lado, enquanto chupava e era chupada. Gozei milhares de vezes e senti muitas gozadas também (sempre de camisinha). O mais incrível de tudo é que o tempo todo fiquei vendada, e não sei quem me comeu. Talvez tenha sido apenas dois, talvez cinco, seis, não fazia idéia.

A suíte foi esvaziando e ficando silenciosa, e eu depois de usada e abusada, me vi sozinha na cama, dolorida, anestesiada, saciada. Chamei pelo Ricardo, mas ele não atendeu. Chamei novamente, um pouco assustada, e não obtive resposta novamente. Ouvia gemidos baixinhos, mas não sabia de onde vinham, e gemidos não era novidade num local daqueles. Tirei lentamente a venda dos olhos, me acostumando com a claridade e reconhecendo o local, e vi que a parede envidraçada havia sido “coberta” com cortinas, e a porta da suíte estava fechada. E em seguida identifiquei os gemidos: sentado em uma poltrona, no canto da suíte, me olhando nos olhos, o Ricardo era chupado por uma mulher ajoelhada entre as suas pernas. Olhando mais detalhadamente, vi que era a Márcia, a “nossa” prestativa garçonete.

Apesar de dolorida, esfolada e pra dizer bem a verdade, saciada, me arrastei até eles para acompanhá-los. Passamos as duas a dividir o pau do Ricardo. Nossas bocas deslizavam uma de cada lado do pau, das bolas, mordiscávamos as coxas dele, e em um determinado momento, na cabeça do pau, se encontraram. E virou um beijo. E eu reconheci aquele beijo gostoso. Só podia ter sido ela.

Me animei novamente, e a noite praticamente recomeçou. Mas desta vez só nós três.

Quando saímos de lá, já era manhã de sábado há algum tempo…

O e-mail

Ah, quase me esqueço! Reproduzo abaixo o e-mail que mandei pro Ricardo, e que originou tudo:

Ri, meu amor!

Hoje vou deixar de lado as meias palavras e as declarações de amor água com açúcar que eu tanto gosto e sei que você também…

O que acontece é que estou subindo pelas paredes, delirando de tesão. Nunca fui tão completa e realizada sexualmente como sou com você, e saber que podemos e vamos muito mais além só me deixa ainda mais apaixonada por você. E a nossa cumplicidade é tudo, não existe nada melhor do que saber que se pode falar, propor, e quem sabe até realizar as coisas que a gente deseja um pro outro, né?

Sabe o que eu queria hoje, amor?

Sabe, né?

Queria eu, você + 1.

Topas?

Te amo mais que tudo!

No dia seguinte

Quando o Ricardo chegou na casa dele, no domingo de noite, respondeu o meu e-mail. Leiam abaixo:

Nat,

Como foi eu, você + vários, tenho duas considerações a fazer.

Primeira – agora você pode ficar um bom tempo sem me pedir isso.

Segunda – to com um crédito bom nesse corpo, hein?

Hahahahahahahaha

Tu foi maravilhosa sexta!

Te amo

 


Parte III – Pegando fogo no andar de cima

27 nov

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O homem me pegava com firmeza, conduzindo nossa dança já um tanto frenética pela pista. Eu sentia meu corpo em chamas cada vez que minha pele encostava na dele. Meus mamilos doíam de tesão, pensando no Ricardo, no casal lá em cima, naquele homem na minha frente, que descaradamente já passava a mão na minha bunda. Tentou me beijar, e acabei me desvencilhando dele, e fui até onde estava o Ricardo.

– Vamos subir? – implorei.

Ele pegou a minha mão e me conduziu ao topo da escada.

Quando chegamos lá em cima, muita coisa já estava acontecendo. Nos sofás e nas poltronas do salão, o clima era de tesão total. À nossa direita uma garota cavalgava seu acompanhante, que sentado de frente pra ela, sugava seus seios. Em volta deles, três homens e uma mulher assistiam a tudo, dois deles já bolinando-a. Sobre uma mesa de centro, duas mulheres curtiam o melhor que o sexo oral pode oferecer: um delicioso 69.

Nas suítes a coisa também pegava fogo. Paramos em frente a uma das envidraçadas, e lá dentro uma garota era fodida de quatro, enquanto chupava o pau de um homem à sua frente. Fiquei muito excitada com a cena, e pedi ao Ricardo que ficássemos ali assistindo. Era um corredor, e ele encostou-se na parede oposta, e eu me encostei nele.

Com minha bunda junto ao seu pau, eu rebolava quase que imperceptivelmente, enquanto ele mordiscava meu pescoço. Tentei me virar de frente pra ele, mas ele me segurou naquela posição. “Fica olhando pra eles… Gosta?”, ele me perguntou. Fiz que sim com a cabeça, enquanto suas mãos subiam para os meus seios. Levei minhas mãos para trás, tocando a sua nuca, e já tentava encaixar seu pau duro na minha bunda, ele de calças e eu de vestido.

Ele colocou meus braços para baixo e baixou as alças do meu vestido, segurando-o ainda cobrindo meus seios. Mais uma vez tentei me virar, mas ele não deixou. Como vi que ele estava segurando o vestido, levei os braços para trás novamente.

As pessoas passavam por nós, estávamos em um corredor, e cada vez mais gente andava por ali, indo para as suítes ou para apenas assistir. A que estávamos assistindo antes, agora ganhara novos ingredientes. Uma outra garota estava também na cama, sentada, com dois homens em pé na sua frente. Chupava um e masturbava outro.

De repente o Ricardo fala ao meu ouvido:

– Agora chega de ficar olhando os outros.

Pensei que fossemos sair daquele lugar, mas ele me surpreendeu totalmente. Tirou do bolso da calça um lenço (que estava ali obviamente com segundas intenções) e vendou meus olhos.

Sentia minha excitação praticamente escorrer pelas minhas pernas, sem enxergar tudo fica diferente, mais aguçado, mais intenso. Parecia que à minha volta tinha cada vez mais gente, e gelei quando o Ricardo baixou meu vestido até a cintura, liberando meus seios. Suas mãos cobriram-os por algum tempo, enquanto ele os acariciava e beliscava meus mamilos. Eu gemia, a boca entreaberta, sem saber se alguém estava nos vendo, perdera totalmente a noção de espaço.

Senti um toque macio e molhado no meu seio direito, e logo uma língua brincava com meu biquinho durinho. A respiração pesada do Ricardo atrás de mim apenas confirmou o que minha mente transtornada de tesão já sabia: aquela boca não era dele.

Continua…

 


Parte II – Calor na pista de dança

26 nov

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Já dentro do casarão, pude ver do que se tratava: uma casa de swing. Mas diferente de todas as outras que eu já havia conhecido. A decoração lembrava as mansões que vemos em filmes, e o público parecia ser de ótimo nível social. A hostess veio nos receber, e descobri que nossa presença já era esperada ali. Ofereceu-se para mostrar-nos a casa, e a seguimos por um tour.

A parte de baixo tinha vários ambientes, um bar, um restaurante, imensas janelas que davam para um jardim belíssimo, todo iluminado, e uma piscina. Tinha também uma pista de dança, onde várias pessoas se divertiam ao som da Madonna.

No andar superior, mais um grande salão, com vários ambientes, poltronas confortáveis e sofás, e então vinham as suítes, algumas envidraçadas, algumas sem portas, e ainda outras privadas.

Fomos apresentados a uma moça baixinha, lindíssima e toda mignon, metida em um sexy uniforme de garçonete, todo colado ao corpo e com um imenso decote. Seu nome era Márcia, e ela que nos serviria durante a noite. Na primeira oportunidade eu brincaria com o Ricardo sobre a vontade dele de saber até onde ia a servidão da moça. rsss

A hostess se despediu, colocando-se à disposição para qualquer coisa que precisássemos, e com um leve roçar no meu braço sorriu, dando um ar safado àquele “qualquer coisa”. Pedimos um champanhe para a Márcia, enquanto tentávamos quebrar o gelo e nos acostumarmos com o local. Descemos para a pista de dança, e o Ricardo me encorajou: “vai dançar”. Pedi que ele viesse comigo, mas ele negou, dizendo: “dança pra mim”.

Não preciso de muito para entrar no clima, e logo estava dançando pra ele. Mexia e remexia ao som da música, olhando nos seus olhos carregados de desejo. A pista começou a encher, a música era ótima, e chegou um momento em que todo mundo dançava com todo mundo. Tinha um casal bonito perto de mim, e a menina veio chegando mais perto, e nossos corpos já praticamente se tocavam quando o rapaz também se aproximou. Olhei pro Ricardo, meio sem saber o que fazer, mas ele sorria divertido. O casal notou que eu estava acompanhada, e olharam pro Ricardo também, que levantou a taça de champanhe como quem diz “saúde”. Não sei se a temperatura que subia rapidamente, ou se era o calor da hora, mas eu suava no meio da pista de dança, ora com a menina na minha frente, nossas coxas se tocando, se cruzando, e o rapaz atrás de mim, roçando o corpo no meu, e ora o contrário.

Depois de algumas músicas, suada e excitada, pedi licença e fui até o Ricardo, que me recebeu com um beijo quente e uma taça de champanhe bem gelada, e sussurrou no meu ouvido: “fiquei de pau duro de te ver assim”. Levei minha mão até ele, sobre as calças, pude senti-lo pulsando de tesão. Não tive dúvidas, voltei pra pista de dança.

Fui recebida com felicidade pelo casal, e voltamos ao nosso delicioso sanduíche. Mas desta vez o recheio era trocado e mais ousado. Quando o rapaz estava atrás de mim, já encaixava sem pudor seu volume na minha bunda, e a menina já corria as mãos pelo meu corpo, tocando de leve nos meus seios. Eu também não era santa, e acariciava-os e me oferecia também. Olhei em volta, e não era muito diferente. O clima estava cada vez mais quente e ousado na pista. A garota veio ao meu ouvido e falou: “Nós vamos subir, quer vir com a gente?”. Disse pra ela que falaria com o Ricardo, que eles subissem, e que nos encontraríamos depois.

Os dois saíram, e antes que eu chegasse onde estava o Ricardo, um homem pegou na minha mão, me chamando pra dançar com ele. Pensei nos dois lá em cima, no Ricardo ali excitado, nas mil e uma possibilidades da noite naquela casa, e resolvi que a noite estava só começando: comecei a dançar com o homem.

 

Continua…

 


Dia dos namorados

16 jun

 

O Ricardo não é lá muito fã dessas datas comemorativas, ele prefere que façamos nós mesmos as nossas datas.

Mas eu, eu gosto!

Claro, gosto também de preparar tudo com antecipação, gosto de detalhes.

Pensando nisso, lembrei que o Ricardo já ha algum tempo me convidava para irmos a uma casa de swing, mas sempre resisti à idéia, eu já fui algumas vezes, ele já foi várias, mas juntos, nunca. Não por falso moralismo, nem sou disso, mas porque com o Ricardo é diferente, temos uma relação mais aberta? Claro que sim!  Mas isso não quer dizer que saber seja o mesmo que ver, e sempre me senti insegura.

Além do que, todas as nossas “artes” extras, são compartilhadas, traduzidas em sedução entre a gente, tudo acaba virando um estimulo pra nós dois, não sentimos que o outro se distancia, ao contrário, isso nos une.

Enfim, como já fiz todas as surpresas convencionais para o Ricardo (fiquem tranquilos, aos poucos vou contando uma a uma… rs), nesse ano resolvi que seria algo diferente, algo para impressioná-lo, para deixá-lo ainda mais apaixonado (claro, precisamos manter esse fogo entre nós, né?… rsrsrsrs), assim, comecei a pesquisar casas de swing, até encontrar uma que me agradasse, não apenas pelo visual, como também pelo astral.

Estava muito ansiosa, quando apronto essas coisas, quero logo ver o resultado, então, nem me continha, quase falei pra ele, e ele a cada dia ficava mais intrigado com meu comportamento, conhecendo-me como conhece, sabia que estava aprontando…rsrsrsrs… mas não tinha idéia do que era, e sempre que íamos pra cama, me torturava para descobrir, entre beijos, amassos, ele sussurrava aos meus ouvidos: “sei o que está fazendo, sei que está me escondendo algo, e quero saber o que é”.

Aquilo me deixava com mais tesão ainda, e eu quase revelava tudo para que pudéssemos, juntos, fazer planos. Mas consegui me conter.

Finalmente chegou o bendito dia dos namorados, daí coloquei meu plano em ação, logo pela manhã, o Ricardo achou dentro do sapato dele, um post-it, onde escrevi: “prepare-se, será essa noite!”.

Mais tarde, mandei um torpedinho pra ele dizendo: “estou na depilação”,  depois de algum tempo mandei outro: “acabei de entrar numa sex shop”, e assim, passei o dia todo, mandando recadinhos pra ele, deixando-o aceso!…rs

Pouco antes do horário do Ricardo sair do escritório, mandei uma mensagem dizendo que não estava em casa, para ele ir, tomar um banho que já havia preparado, vestir a roupa que estava sobre a cama e me esperar que o pegaria por volta das 22hs.

Ele nem mesmo respondia aos meus recados, mas nesse último recebi uma resposta: “OK”

No horário marcado, dei um toque no celular e ele saiu, já entrando no carro, sorriu pra mim e disse: “pra onde vamos?” respondi com um “Surpresinha”…rsrsrs

Pedi para que me deixasse vendá-lo, ele resistiu um pouco à idéia, mas o convenci de que não seria uma surpresa caso não me deixasse vendá-lo.

Dei algumas voltas com o carro, liguei a música bem alta no carro e segui com o coração palpitante de ansiedade, medo (medo de que eu não gostasse, o Ricardo… ah, o Ricardo eu tinha certeza de que adoraria… rs), mas fui em frente.

Chegamos ao local, e quando tirei a venda dos olhos do Ricardo, ele olhou em volta com olhos brilhantes e um sorriso de orelha a orelha, só aquele sorriso já tinha me valido tanto desespero…rsrsrsrs…

Entramos, fomos recepcionados por uma mulher linda, que nos chamou pelo nome, nos conduziu pela casa, mostrando o que havia em cada ambiente e nos explicando as normas do lugar.

O Ricardo não se continha, curtia tudo, enquanto eu tremia ao lado dele, em antecipação, um pouco excitada, um tanto receosa, muito curiosa, pouco à vontade. Mas fui relaxando e entrando no clima.

Àqueles que imaginam que é tudo uma bagunça, aviso: não é!

As casas têm uma série de regras, há alas onde se pode colocar a mão, há alas onde se pode apenas assistir, há locais em que se pode participar com outros casais, ou com os solitários, desde que autorizados pelos mesmos e por aí vai…

E exatamente por conta disso, fui relaxando e consegui curtir o meu presente de dia dos namorados pro Ricardo, tanto ou mais que ele… rs