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Masturbação

24 nov

– Te toca pra mim? – ele pediu, parando repentinamente de me beijar e tirando as mãos de dentro da minha blusa.

Olhei em volta. Parecia que não havia ninguém por perto. Lá longe eu ouvia as vozes vindas da churrasqueira. Pela quantidade de carne e de cerveja era pouco provável que alguém aparecesse.

– Aqui? Na sala? Tá doido? – Fiz charme, sentindo minha buceta ficar ainda mais melada com a sensação de perigo de ser pega em flagrante.

– Ninguém vai aparecer, fica fria.

Levantei um pouco a blusa, deixando minha barriga de fora.

– Fria? Tô pegando fogo! – falei, correndo a ponta dos dedos em direção aos meus seios.

Olhei para sua bermuda. O volume que seu pau duro fazia me deixou ainda com mais vontade. Levantei a blusa, mostrando para ele meus mamilos durinhos que há pouco estavam entre seus dedos.

– Gostosa! – ele falou, com a boca entreaberta de tesão.

Sorri. Levei os dedos da mão direita até minha boca, deixando-os bem molhados. Sem parar de olhar pra ele, brinquei com os dedos babados nos biquinhos dos meus seios. Ele quase pulou da cadeira em cima de mim. Depois peguei meus seios com as duas mãos, e apertei um contra o outro. Belisquei os mamilos e estiquei minha língua o máximo que pude, tocando com a ponta os biquinhos.

Ele não acreditava no que via. Embasbacado, corria os dedos por sobre o volume da bermuda, sem tirar os olhos de mim.

– Me deixa ver esse pau… – ronronei, fazendo a minha melhor cara de safada.

Ele olhou para os lados, instintivamente, para ter certeza que não tínhamos companhia. Abriu a bermuda e tirou o pau para fora. Ele saltou, duro e cabeçudo, e ele exibiu-o orgulhoso para mim. Passei a língua nos lábios, e com certeza ele imaginou a língua passando na sua glande.

– Te toca também… pedi, ainda mais dengosa, enquanto descia minhas mãos pelo meu corpo, entrando dentro do meu shorts e da calcinha. Ele começou a punhetar-se devagar, olhando minhas mãos e logo protestou:

– Eu quero ver também!

Desci o shorts até a altura dos joelhos e afastei a calcinha para o lado, assim se aparecesse alguém era mais fácil de me recompor. Com uma mão abri os lábios, e com a outra corri o dedo do meio em toda a extensão da minha buceta. Comecei a colocar de leve o dedo dentro de mim, sentindo minha excitação escorrendo até a minha bunda, enquanto olhava-o aumentar o ritmo da punheta. Já falei pra vocês que adoro ver um homem batendo punheta, né?

Enfiei todo o dedo, abrindo bem as pernas pra ele ver, e falei:

– Se você vai enfiar tudo isso aí dentro de mim, um dedo só é pouco para me preparar… – e, sem dar tempo dele sequer pensar em algo, enfiei mais dois dedos na minha buceta.

Não sei se foi o que eu falei, ou se foi porque eu já estava arretando ele desde cedo, mas ele gemeu alto e falou com os dentes cerrados:

– Ah, porra… Não vou aguentar!

E o mais rápido que pude me joguei entre seus joelhos e tirei a sua mão, enfiando o pau dele na boca, chupando com força, sorvendo toda aquela porra deliciosa, enquanto acariciava as suas bolas e ouvia seus gemidos de prazer.

Ficamos ali, eu brincando com seu pau até ele amolecer, e ele extasiado, praticamente desmaiado na cadeira. Até que ouvimos vozes se aproximando e ele me pegou pela mão e saímos cambaleando pela sala até acharmos um quarto.

– Já tem coração e salsichão! – alguém gritou.

Espremidos atrás de uma porta, sussurrei na orelha dele:

– Avisa que salsichão eu já comi.

FIM

Rapidinha

14 jul

Entramos no estacionamento e o clima quente não ficou para trás. Lá pelo meio do filme o Ricardo pareceu desinteressar-se por ele, e se mostrou totalmente interessado em me provocar. Claro que a sessão praticamente vazia ajudou, e ele me beijou, me bolinou, tentou de tudo. Mas eu estava gostando do filme! rs Tratei de acalmá-lo, tocando seu pau por cima das calças. Mas ele queria mais!

Nem esperou a porta do elevador se fechar para me pegar pela cintura. De costas para ele, sentindo seu pau encostar em minha bunda, andamos abraçados pelo estacionamento do shopping quase deserto. A vaga do lado direito estava preenchida por um carro grande, no lado esquerdo nenhum carro atrapalhando a abertura da porta. Andávamos lentamente, e eu ria a cada beijo que ele me dava no pescoço, a cada bobagem que ele falava no meu ouvido. Parecia um guri tarado!

Pelo controle remoto ele destravou as portas do carro, e quando deu a volta no veículo para chegar à porta do motorista, me viu parada:

– Não vai entrar?

– Não – respondi sorrindo com cara de safada,  e dando a volta no carro envolvi seu pescoço em meus braços, puxando-o para um beijo quente.

– Não, querido. Não quero entrar agora.

Senti suas mãos na minha cintura, virando meu corpo, me colocando de costas para ele novamente. Seus dedos tocaram meu corpo, me empurrando para mais perto da porta, até seu corpo pressionar o meu contra o carro. Esfregava seu pau descaradamente na minha bunda,  meus gemidos ecoavam pelo estacionamento e nossas vontades eram encobertas pelo carro da vaga da direita para quem saísse do elevador. Abri como pude a porta do carro, forçando a entrada dele, colocando-o sentado de lado no banco, deixando suas pernas do lado de fora.

Eu tinha pressa, tinha que ser assim, urgente. Tinha que ser rápido, usando o clima de perigo à favor. Me ajoelhei no chão do estacionamento abrindo sua calça, puxando-a com força, até a altura dos joelhos. Baixei meu decote, deixando meus seios à mostra e comecei a punhetá-lo. Tocava-o olhando nos seus olhos, e me encantava com a sua expressão de surpresa e tesão. Poderia ficar ali por horas, masturbando-o e olhando para ele, provocando-o.

Quando ele começou a gemer mais alto, eu tive certeza que chegara a hora. Coloquei seu pau na boca e comecei a chupar de forma bem intensa. No momento em que senti suas mãos nos meus cabelos, soube que ele gozaria. Voltei a toca-lo com as mãos, apenas lambendo a cabeça inchada do seu pau, para que gozasse no meu rosto. Eu queria assim, eu gosto assim. E assim eu fiz.

Enquanto o Ricardo gozava, eu sorria, sentindo seu líquido quente melando o meu rosto. Ele gemia e eu olhava para ele.

Ele gemia e eu limpava meu rosto com o dedo.

Ele gemia e eu levava o dedo à boca, lambendo seu gosto.

E ele ainda gemia quando dei a volta no carro e sentei no banco do passageiro.

– Pronto, amor. Já entrei. Podemos ir?

Conhecendo a Vanessa

6 jul

Eu estava voltando de Montevidéu, depois daquele empate ridículo do meu time lá (e mal sabia que o jogo de volta aqui seria muito pior), quando conheci a Vanessa. Não tinha dormido nada, e entrei no avião com um humor terrível. Com um boné enterrado na cabeça e óculos escuros, tudo que eu queria era pouco mais de uma hora de sono, o tempo do vôo.
Os caras que estavam comigo estavam cheios de disposição e querendo conversar, e eu, aproveitando que tudo indicava que o avião viria bem vazio, fui pra fileira de bancos de trás, que não tinha ninguém. Me ajeitei na janela, coloquei os fones de ouvido, apertei o cinto e fechei os olhos.

Não durou muito. Logo ouvi alguém falando que a poltrona em que eu estava tinha dono. Abri os olhos e era um cara, todo engomadinho, gel no cabelo, com o cartão de embarque na mão. Olhei em volta: mais da metade do avião estava vazio. “Baita bunda mole”, pensei, embora soubesse que ele tinha razão. Me desculpei e fui até a próxima fileira de assentos vazios. Tudo de novo. Sentei, apertei o cinto, ajeitei os fones e fechei os olhos.

– Não é na janela o teu lugar? – ouvi uma voz feminina perguntar. Merda! Lá ia eu de novo…

– É, mas não faz mal. Ele tá dormindo. – Opa! Outra voz feminina! Abri os olhos, escondidos sob os óculos escuros, e vi: que bunda maravilhosa vindo em minha direção! Fiquei quieto, enquanto ela sentava ao meu lado, e esperava a outra sentar. Instantaneamente meu humor melhorou.

A dona daquela bela bunda era uma morena bonita, cabelos lisos e compridos, vestida sobriamente, como quem viaja à trabalho. A outra não era tão bonita, mas não era de se jogar fora. Veio o aviso de fechar portas, e o avião se pôs em movimento na pista. Fingi que acordara com o movimento. Me mexi, tirei o óculos e olhei pra elas.

– Bom dia! – sorri, fazendo graça.

– Bom dia! – as duas responderam.

– Sabia que tu estás no meu lugar? – a morena perguntou, sorrindo.

– Não acredito! – me fiz de bobo – Eu jurei que estava vago. Quer trocar? – perguntei, levando a mão ao cinto de segurança.

Ela riu. Gostei do seu sorriso. Mostrava que ela estava aberta ao bate papo durante a viagem.

– Não, imagina! E nem pode tirar o cinto agora!

O avião decolou. Não gosto dessa parte. A decolagem e a aterrissagem sempre me deixam apreensivo. Todo aquele barulho de motor, aquela coisa gigante fazendo força pra voar, e eu ali olhando o Rio da Prata pela janela. Notei que ela estava inquieta. Ela falou pra amiga:

– Essa é a pior hora para mim.

Era a minha deixa. Virei pra elas e falei:

– Pra mim também. – as duas me olharam, meio que aliviadas.

– É, né? – a cantada no “né”, virando néam, entregou: ela era de Porto Alegre.

– É. Mas relaxa, vai dar tudo certo. – falei, tocando sua mão de leve e rapidamente.

– Tu veio pro jogo? – ela perguntou, dando continuidade à nossa conversa.

– Sim. Ah, nem me fala em jogo. Perdemos a chance de ganhar fácil.

Ela sorriu.

Perdemos, não. Vocês perderam. Eu sou gremista!

– Ah, não! – fingi que ia abrir o cinto e me levantar – Dá licença, quero sair daqui! – falei brincando. Ela riu. A amiga apenas assistia a nossa conversa.

Conversamos durante o vôo todo, e na medida do possível eu incluía a amiga na conversa, não queria que ela, assim que ficassem a sós, falasse algo de negativo. Descobri que elas estavam voltando de um congresso, onde moravam, o que gostavam de fazer. Quando o comandante avisou que iríamos pousar, ela abriu a bolsa e tirou um cartão de visitas. Tateou a bolsa às cegas até encontrar uma caneta e anotou no verso o número do seu celular. Disse a ela que lamentava não ter um cartão ali comigo, mas rasguei em duas partes meu cartão de embarque, e anotei meu telefone,
entregando para as duas.

Nos despedimos na esteira de bagagens, e fiquei ali, debruçado no carrinho, vendo aquela bunda linda indo embora pelo saguão. Liguei meu celular, e ignorando os apitos e tremidas avisando sobre novas mensagens, ligações e e-mails, enviei um SMS pra ela: “Obrigado por tornar minha viagem mais agradável”. Já no táxi recebi sua resposta, e trocando mensagens e e-mails durante os dias seguintes combinamos de nos encontrar em um bar, no final de semana. Ela estaria lá com amigos, e me convidou para aparecer por lá.

Ela me apresentou pra todos, era um pessoal bacana e divertido, gente nova, bonita e de bem com a vida. Menos um abostado, que depois eu descobri o motivo da sua cara de bode: ele é a fim da Vanessa. Bebemos, rimos, e a cada vez que ela ia com duas ou três amigas no banheiro, eu ficava mais impressionado: que bunda perfeita! A noite ia se adiantando e parecia que com o passar das horas nossa afinidade só aumentava.
Lugares pra onde já fomos e gostaríamos de ir, músicas, comidas… E com o tempo o pessoal ia se despedindo e partindo, até que ficamos eu e ela e mais dois casais. Ela estava de carona com um deles e, como se já estivesse combinado, a amiga fez todo um teatro de que iriam embora, para que eu oferecesse carona a ela. Eu, é claro, ofereci. E ela aceitou. Todos se despediram e nós fomos até o meu carro. Entramos na garagem já de mãos dadas, e levando-a ao lado do passageiro, ao invés de abrir a porta, prensei-a contra a lataria e a beijei.

Foi um beijo que começou leve, carinhoso, até comportado, mas que foi esquentando até pegar fogo! Ela tinha uma língua deliciosa, e lábios carnudos que se moldavam aos meus. Foi delicioso. Entramos no carro e convidei-a para ir até a minha casa. Ela relutou um pouco, se fez de difícil, mas aceitou. Fui pegar uma bebida enquanto ela olhava os DVDs. Escolheu um Jack Johnson, que eu coloquei pra tocar enquanto ela ia ao banheiro. Ajoelhado no chão, abrindo a caixinha do DVD, fiquei embasbacado olhando-a percorrer a sala. Estava ficando obcecado por aquela bunda!

Nem assistimos o DVD. Entre um gole e outro de bebida nossos beijos e carícias iam ficando mais ousados. Com a boca no seu pescoço, sentindo sua pele se arrepiar, eu sentia suas mãos nas minhas costas, por dentro da camisa. Desci as minhas mãos pelo seu corpo, tentando me conter para não chegar logo na sua bunda. Ela me afastou, carinhosamente, e passou a abrir os botões da minha camisa, ao mesmo tempo em que ia beijando meu peito. Meu pau, duríssimo, pedia urgência em ser libertado das calças. Mas ela não chegou até lá. Depois de beijar meu peito e minha barriga, voltou para a minha boca.

– Tu é delicioso. – falou, de olhos fechados e fazendo biquinho.

– E tu é maravilhosa! – rebati, enfiando minhas mãos sob sua blusa.

Meus dedos percorreram sua pele quente, pelas costas, barriga, subindo. Ela pensou em relutar, mas eu já tinha seus seios em minhas mãos. Toquei-os ainda por cima do sutiã, e ela, determinada, tirou a blusa. Não tive dúvidas: fui por cima dela, deitando-a no sofá.

Meu pau pressionava suas coxas, e ela me segurava como podia para não escorregar meu corpo para baixo, e assim abocanhar seus seios. Mas com muitos beijos e carícias, consegui liberá-los do sutiã, e pude sentir seus mamilos enrijecidos de encontro ao meu peito. Enfim fui mais para baixo, sem desgrudar a boca da sua pele, pescoço, ombros, até ter seu seio esquerdo em frente ao meu  rosto. Lambi o biquinho, e senti ela se
contorcendo embaixo de mim. Chupei com carinho, com a mão em concha, por baixo, e ela me ofereceu o outro, gemendo e arranhando de leve as minhas costas. Eu aceitei, é claro. E aproveitei e desci a mão, em direção ao botão da sua calça. Ela me deteve, inclusive tirando os seios da minha boca.

– Não… – falou sussurrando, confusa e sem muita convicção.

– Sim… – falei sorrindo, no melhor misto de cara de sacana e de guri querido.

– Não é certo transar no primeiro encontro. – ela falou, cobrindo os seios com as mãos.

– Já nos encontramos antes, no avião, lembra? – falei, sorrindo e sem parar de acariciar as partes do corpo que ela permitia.

Ela sorriu. Ficou olhando nos meus olhos, pensativa.

– Espertinho. Aquela vez não conta! – falou, mas já sem a mesma ênfase.

Saí de cima dela e sentei no sofá, já puxando-a para o meu colo. Com uma perna de cada lado das minhas coxas, meu pau duro ficou no meio das suas pernas. Beijei novamente sua boca, enquanto ela desceu a mão e tocou-me sobre as calças.

– Uau! – falou baixinho, com a boca pressionada pela minha. Ficou segurando meu pau, e trouxe novamente os seios para que eu chupasse. Depois começou a me punhetar por cima das calças, gemendo baixinho. Segurei-a pela nuca e puxei seu rosto de encontro ao meu. Falei:

– Vamos para o quarto?

Ela não respondeu nada, apenas levantou-se e esticou a mão para mim.

Guiei-a até o quarto, e praticamente nos jogamos na cama. Abri o botão da sua calça, o zíper, e então coloquei-a de bruços. Desci a calça jeans pelas suas coxas, vendo pela primeira vez sua bunda desnuda, apenas uma pequena calcinha que não atrapalhava a minha visão, pelo contrário, deixava-a ainda mais tesuda!

Beijei suas costas, sua bunda, suas coxas. Virei-a de frente para mim e tirei sua calcinha. Ela tentou se esconder, mas não dei chance. Puxei-a pelas pernas ao meu encontro e mergulhei meu rosto na sua buceta. Passei a lambê-la, penetrá-la com a minha língua, e ela rebolava sem parar, quase descontrolada. Quando concentrei minhas carícias no clitóris, ela ficou maluca. Colocou as mãos na minha cabeça e empurrou o corpo de encontro a mim, fazendo movimentos circulares. E assim gozou, melando meu rosto com seu mel.

Enquanto ela se recompunha, livrei-me das minhas calças. Só de cuecas, deitei ao seu lado.

– Eu nunca tinha gozado assim… – ela falou, me beijando.

Acariciei seu corpo nu, e apesar de não gostar dessa pergunta, era a única que me veio à mente.

– Foi bom?

– Ricardo, tu não tá entendendo. Eu nunca tinha gozado assim, desse jeito, com alguém fazendo sexo oral em mim!

Preferi que ela tivesse falado “me chupando”, mas tudo bem. O que falar agora? Será que ela tinha dificuldade em ter orgasmos? Não precisei falar nada. Ela agora parecia radiante.

– Na verdade nunca deixei ninguém fazer isso em mim direito.

Ah, pronto. Lá se ia por água abaixo todos os meus planos pecaminosos. Ela continuou:

– Só tive dois namorados, e sei lá… Não me sentia à vontade com eles. Não assim, como me senti contigo.

Fiquei um pouco assustado. Não por ela só ter tido dois namorados, e nem por não se sentir à vontade. Mas sim porque me dei conta de que não sabia a idade dela. Claro que se ela já fazia viagens, ia a congressos, ela era maior de idade. Mas não pensei nisso na hora. E de fato, ela parecia bem nova. Será que era a hora de colocar tudo a perder e perguntar: “quantos anos tu tem, meu anjo”? hehehe E enquanto isso meu pau já
não parecia tão duro dentro da cueca. Fiquei quieto, apenas acariciando seu corpo. Sua pele era lisa e cheirosa, e dependendo de onde eu tocava, ficava toda arrepiada.

Sem falar mais nada, ela veio por cima de mim. Beijou meus olhos, meu queixo, minha boca. Depois minhas orelhas, meu pescoço e meus ombros. Beijou meu peito, brincando com a língua nos meus mamilos. Se antes meu pau dava sinais de desistência, agora ele ressuscitara. Continuou
descendo e, ignorando o volume na minha cueca, beijou e mordiscou minhas coxas. Escorregou a mão por dentro da cueca, finalmente tocando meu pau.

– Que duro! – falou, segurando-o pela base.

Livrei-me da cueca, e ela começou a me masturbar de leve, com carinho, olhando para o meu pau. Foi baixando a cabeça devagar, e com a ponta da língua, lambeu a glande. Gemi, e isso encorajou-a a ir em frente. Colocou a cabeça na boca e começou a chupar. Estiquei a mão e puxei suas pernas para o meu lado, para que pudesse tocá-la. Deslizei minha mão entre suas pernas, e encontrei sua buceta melada. Enfiei um dedo, ao mesmo tempo em que ela abria levemente as pernas para facilitar meu acesso. Ora mexia meu dedo dentro dela, ora acariciava seu clitóris, e ela
agora já abria as pernas o máximo que podia, ao mesmo tempo em que chupava meu pau com gosto.

Sem aguentar mais, afastei-a e abri a gaveta em busca de uma camisinha. Coloquei-a e pedi que ela ficasse de quatro. Ela me olhou, sem jeito.

– Eu quero olhar a tua bunda.

Ela riu.

– Gosta dela? – me perguntou.

– É perfeita! – elogiei.

Ela ficou de quatro, e puxei-a pelas ancas até a beirada da cama. Subi a mão pelas suas coxas, pela bunda, tocando de leve seu cu. Ela virou o rosto para trás, rápida e assustadamente, e falou:

– Só olhar, hein?

Sorri. “Por enquanto, pode ser”, pensei. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta, deslizando entre os lábios, brincando no clitóris. Mesmo com a cabeça baixa e coberta pelos cabelos que se espalhavam no colchão, eu podia ouvir seus gemidos. Fiquei assim, provocando-a, até que ela pediu:

– Vai. Coloca logo…

Eu coloquei. Senti-a se alargando, envolvendo meu pau aos poucos, de leve, ao mesmo tempo em que minhas mãos nas suas ancas sentiam sua pele arrepiar. Ela levantou a cabeça, virou para trás e, com o rosto transfigurado de tesão, sussurrou:

– Delícia!

Comecei a mexer, ao mesmo tempo em que deslizava minha mão pelas suas costas até chegar em seus ombros. Segurando-a por ali, passei a puxá-la de encontro a mim, cravando meu pau fundo dentro dela, ouvindo-a praticamente gritar de tesão. Peguei-a pelos cabelos, e isso parece que tirou-a ainda mais do sério. Levei a outra mão à sua boca, mandando que ela chupasse meu dedo médio. Ela chupou com gosto, mal sabendo o
verdadeiro motivo de eu ter feito isso. Tirei a mão e acariciei a sua bunda, e com o dedo bem babado por ela mesma, toquei seu cu, sem parar de mexer meu pau dentro dela.

– Ai, aí não… – ela falou, me olhando por sobre os ombros, mas já sem muita convicção.

– Relaxa… Só tô fazendo carinho… – respondi.

Ela ficou me olhando, acho que sem acreditar, mas talvez querendo que eu fosse adiante, com um olhar cheio de tesão.

Forcei um pouco o dedo, e ela arregalou os olhos. Mas não pediu que parasse. Enfiei mais um pouco, e ela reclamou que estava doendo. Deixei o dedo parado, mas encorajei-a a fazer o vai e vem no meu pau. Ela fez, e sem notar, meu dedo entrava cada vez mais na sua bunda. Quando viu, tinha entrado tudo.

Passei a estoca-la com força, ao mesmo tempo em que fazia meu dedo entrar e quase sair da sua bunda.

– Tá doendo? – perguntei.

Ela respondeu, confusa:

– Tá… Um pouco… Não sei… Tá gostoso!

E assim, confusa e soltando pequenos gritinhos, ela avisou que iria gozar novamente. Acelerei os movimentos
do meu pau e do meu dedo, e praticamente gozamos juntos.

Tirei o dedo de leve, ao mesmo tempo em que caía sobre ela na cama. Meu pau foi saindo de dentro dela, mas ainda podia ouvir sua respiração desacelerando embaixo de mim. Deitei ao seu lado, e ela virou-se me beijando, para logo em seguida completar:

– Eu nunca tinha gozado assim…

Antes que a minha nóia recomeçasse, pensei: “Tu ainda vai dizer isso com meu pau na tua bunda!”.

E ela disse. Mas isso é assunto para outro post.

Sexo na balada

14 maio

Não sei onde eu estava com a cabeça quando concordei em ir naquele lugar. Mas sabe como é… Todo mundo iria, eu estava pra mudar de emprego, não queria perder o contato com o pessoal… Mentira! Tinha bebida liberada. Segundo as meninas, todos os lindos de POA estariam lá. E o pior: eu até me produzi de acordo com o evento! #vergonha

Bom, deixa eu explicar: era a reabertura de uma casa de balada sertaneja. E universitária! Quando esse povo se forma pra acabar logo com isso? rs Me desculpem os que gostam desse tipo de música, mas eu detesto! E não, não acho nem o Victor e nem o Léo bonito, e muito menos o vesgüila do Luan Santana, que, aliás, tem idade pra ser meu filho.

Mas na pilha das gurias e pensando na bebida liberada e em todos os lindos, uma combinação deveras atraente, coloquei umas botas, calças jeans bem justas, mas tão justas que tive que abdicar da calcinha, uma camisa xadrez e um chapéu de cowboy. Não me perguntem de onde eu tirei o chapéu de cowboy. Me nego a responder! rs

Éramos cinco mulheres, ávidas por bebida e diversão. Chegamos no local e, óbvio, tinha uma fila gigantesca. Gi-gan-tes-ca! A espera era de mais de uma hora e meia. Não deixei que o grupo se abatesse. Deixei as meninas na fila e fui até a entrada. Observando a fila, constatei: se todos os lindos estavam lá, a grande maioria das lindas também. A concorrência seria forte! rs E o pior, a minha abordagem ao porteiro, que era algo como “somos cinco mulheres lindas e produzidas” não deveria ser exclusividade. Mas aconteceu um golpe de sorte. Na hora em que cheguei na portaria, encontrei uma pessoa conhecida: aquele meu amigo que saí algumas vezes e já contei aqui no blog. Ele era um dos promoters da casa. E estava ainda mais lindo. E nem estava vestido de sertanejo! rs Após um abraço apertado de reencontro, fomos buscar as meninas. Enquanto íamos e voltávamos na fila ele me contou que a casa era um sucesso, que a fila era assim na maior parte da semana, que era um ritmo de trabalho forte, mas muito prazeroso. Falou isso sorrindo, e eu entrei na dele: “você de estar pegando mulher adoidado, né?”, perguntei, sabendo que era essa a pergunta que ele queria ouvir. “Imagina…”, ele se fez de salame, com aquela cara de safado, e emendou, achando que era o que eu queria ouvir: “Nenhuma delas é igual a ti”. Sorri. Eu gosto desse joguinho. E assim chegamos à portaria, e era como se eu pudesse ver as meninas atrás de mim se cutucando, enquanto escutava elas cochicharem coisas como: “que gato”, “essa Nathalia é foda”, “vaca”! rs

Lá dentro mal dava para se mexer. Realmente, a casa era um sucesso. Nem o mês de férias coletivas havia acabado com o seu prestígio. Fiquei positivamente surpresa ao ver que nem todo mundo se vestida de cowboy sertanejo! rs Fomos encaminhadas para um camarote no andar superior, que segundo o meu amigo, era o vip dos vips. Se na casa a cerveja era liberada, naquele camarote tudo era liberado. Garrafas e mais garrafas de whisky e champanhe eram despejadas, para nós e para o resto do pessoal que estava lá. E eu, infantilmente, achei que seria possível beber tudo que traziam. Logo todas fizemos amizades, se é que me entendem, e fomos nos dispersando. As meninas foram dançar, mas aquela música me dava nos nervos. Fiquei no camarote, e acabei conhecendo um pessoal bacana. Eram de uma empresa fornecedora da casa, e pareciam dispostos a beber tanto quanto eu. Entre eles havia um homem mais velho que ficava meio à distância, mas não tirava os olhos de mim. Já passado dos 40 anos, os cabelos começando a ficar grisalhos, bem vestido, corpo bonito e com aquele olhar seguro que só a experiência nos dá, ele parecia ser uma boa pedida. Não sei se podia enquadrá-lo entre “os mais lindos de POA”, afinal aquela gurizada que dançava e se divertia lá embaixo era realmente bonita, mas comecei a retribuir os seus olhares. E continuei bebendo.

Eu já tinha passado daquela placa escrita “Bagdá volte sempre!” e nada do meu quarentão se aproximar. Em compensação o rapaz ao meu lado sussurrava no meu ouvido, fazia o possível para nossos corpos se tocarem, e eu já começava a gostar. E lá pelas tantas tocou uma música conhecida (do povo todo que estava lá, eu nunca nem tinha escutado) e todo mundo se animou. Todos dançavam no camarote, e o rapaz esperto que antes estava ao meu lado agora já estava atrás de mim, se aproveitando da situação para me fazer sentir o seu volume de encontro à minha bunda. Resolvi brincar um pouco com ele. Ao som daquela música horrorosa eu mexia os quadris, sentindo suas mãos na minha cintura, mas meus olhos fitavam diretamente os do quarentão, que não se importava em tentar disfarçar que gostava daquele jogo.

O rapaz me conduzia pela cintura, no ritmo da música, para cada vez mais longe do pessoal, em direção ao fundo do camarote, longe dos jogos de luzes da pista de dança. Já um pouco afastados do resto do pessoal, senti sua boca roçando meu pescoço. Fiquei arrepiada. Arrepiada e bêbada, que combinação terrível. Nem tentei resistir. Seu pau cada vez mais duro pressionava a minha bunda e suas mãos agora tocavam meus seios sobre a blusa, enquanto ele mordia meu pescoço e a minha nuca. De olhos fechados eu curtia aquela sensação de tesão misturada com uma pequena tontura por causa da bebida. Quando abri os olhos, levei um susto! Parado à minha frente estava o quarentão. Não tive dúvidas. Empurrei o corpo para trás, praticamente encaixando o pau do rapaz entre minhas nádegas e levei meu rosto de encontro ao do quarentão.

Nos beijamos, e o rapaz abriu um botão da minha camisa. Senti seus dedos roçando minha pele, procurando meus mamilos, e puxei o quarentão ao meu encontro. Fiquei entre os dois, prensada, louca de tesão. Desci a mão pelo peito, barriga, até tocar o pau do quarentão, que começava a ficar duro. O rapaz praticamente tirou meus seios para fora da camisa, e eu mexia os quadris de encontro ao seu pau. Não tinha nem coragem de olhar em volta para ver se alguém mais assistia aquilo. Como se adivinhasse meus pensamentos, o quarentão, que pelo visto conhecia bem a casa, disse que aquele camarote tinha um banheiro próprio. Ele foi na frente, e eu e o rapaz fomos logo atrás.

Entramos, e o rapaz fechou a porta atrás de si e me puxou junto com ele contra a porta, como se quisesse impedir mais alguém de entrar. Beliscou meus mamilos, arrancando de mim um gemido de prazer, enquanto via o quarentão se aproximar.

O rapaz afastou as mãos, liberando meus seios para que o quarentão chupasse. Ele sugava forte, e eu sentia minhas pernas se enfraquecendo, ao contrário do pau do rapaz, que cada vez mais duro, ele não parava de roçar em mim. Levei as mãos para trás, afastando um pouco a minha bunda, e fiz algumas tentativas desajeitadas de abrir suas calças. Ele, notando meu estado e as minhas intenções, apressou-se para me ajudar. Abriu e baixou as calças, e eu peguei no seu pau duro e gostoso, passando a masturbá-lo.

A vontade senti-lo na minha boca fez com que me desvencilhasse do quarentão, e escorregando o corpo e me virando, fiquei de joelhos em frente ao rapaz. Lambi a cabeça do seu pau e deslizei-o o máximo que pude para dentro da minha boca. O quarentão apressou-se em abrir as calças e também tirar o pau para fora, e ficou ao meu lado, batendo punheta e esperando a sua vez.

Querem saber o resto?

Gozando colorido #fail

5 jan

Não, eu ainda não perdi os critérios e transei com alguém da #famíliaRestart! rsrsrs O que aconteceu foi o seguinte: um casal de amigos foi na Eros Fair, a tal feira erótica que teve em Gramado. Disseram que foi muito ruim, o que já era de se esperar. Quem diabos faz uma feira erótica em pleno Natal Luz de Gramado? Mas, enfim… Na entrada, ganharam de brinde um potinho, e segundo explicaram para eles, o conteúdo fazia o gozo masculino ficar colorido. “Como assim?”, eu perguntei, curiosíssima. Eles não sabiam, ainda não tinham usado. Mas como receberam dois potinhos, me ofereceram um. A esposa que ofereceu, na verdade. O marido disse que em troca queria ver meus seios! É bem abobado, mesmo! Ri da brincadeira, e coloquei o tal potinho na bolsa. E esqueci dele! Bolsa de mulher, sabe como é que é…

Antes de viajar nas férias, tava naquela função de separar as coisas pra levar. Tem coisa numa bolsa, coisa noutra, e lá pelas tantas, achei o tal potinho com o negócio que fazia a porra ficar colorida. Tô falando assim pois eu de fato nem sabia o que era e nem como funcionava. Abri para descobrir.

Dentro dele tinha unas três ou quatro cápsulas, tipo remédio mesmo, e um papelzinho com as instruções. Não vou lembrar de cabeça agora, mas era mais ou menos assim: quando o cara estiver quase gozando, começando a sair aquele líquido pré gozo, deve-se pegar a cápsula, rompê-la, e então passar o seu conteúdo na glande. E então a ejaculação virá colorida. E mais, dizia que tinha um sabor bom para o sexo oral. “Não vou mais perder esse pote de vista, até encontrar o Ricardo”, pensei, já imaginando ele jorrando sobre mim a sua porra em um arco íris! rsrsrsrs

Antes de dormir liguei pra ele, contando sobre o gozo colorido. Ele escutou quieto, pediu algumas explicações sobre o funcionamento, e eu ali deitada na cama já ficando excitada com o que estava imaginando, falando, até que ele me joga um balde de água fria: “nem fudendo que vou passar esse troço no meu pau”. Começamos a discutir, e estressada que eu estava por estar saindo de férias em alguns dias e ter milhões de coisas pra fazer, me puxei na grosseria: “você mete esse pau em cada coisa e agora tá se fazendo pra me agradar!”. E desliguei o telefone, antes que ele pudesse responder. Principalmente se a resposta fosse que a “cada coisa” sou eu! rsrsrsrs

No dia seguinte liguei pra ele, como se nada tivesse acontecido, o que sempre faço. Eu sou assim. Depois que eu falei, joguei tudo pra fora, passou. Ele não. É rancoroso. Se precisar, fica cinco anos sem falar comigo. Me tratou com indiferença. Fiz que não notei, e combinei de nos vermos mais tarde. Precisávamos ver os últimos detalhes pra viajar.

Fui pra casa dele no final da tarde, e o encontrei de calção velho e sem camisa, jogando videogame no sofá. Quando homem quer ser broxante, consegue, né? rs Mas eu tava decidida! Sentei ao lado dele, com a bolsa a tiracolo, e ele me deu um selinho. Fiquei vendo-o jogar. Se eu estava decidida a vê-lo gozar colorido, ele parecia decidido a me ignorar. Mas eu não desisto! Cheguei mais perto, e passei a mão nas suas pernas. Ele deu uma olhada de canto de olho, e continuou jogando. Enfiei uma mão por dentro do calção, enquanto me abaixava pra beijar o seu peito. Ele ficou todo faceiro, achando que eu estava arrependida do que tinha feito na noite anterior. Ah, mal sabia ele que eu estava era colocando meu plano em ação!

Fui beijando seu pescoço, descendo pelo peito, barriga, enquanto com a mão ia tocando no seu pau. Me contorcia toda pra tocá-lo, já que ele fingia me ignorar. Me ignorava, mas o pau ia crescendo! rsrsrs Quando me ajoelhei no sofá e tirei o pau pra fora do calção, logo colocando-o na boca, ele fez menção de pausar o jogo. Mandei que ele continuasse jogando. Ele tentou, mas aposto que não teve o mesmo sucesso de antes.

Escorreguei para o chão, entre as suas pernas, e sem ele notar, trouxe a minha bolsa junto. Chupei do jeito que ele gosta, ora lambendo apenas a cabeça, ora abocanhando-o todo. Fiquei assim por uns cinco minutos, quando percebi que ele estava quase gozando. Levantei um pouco o corpo e virei um pouco a cabeça, jogando meus cabelos na sua barriga, cobrindo-lhe a visão. Passei a punhetá-lo devagar, enquanto a outra mão tateava a minha bolsa, em busca do tal pote. Abri do jeito que deu, pegando uma das cápsulas. Quando saiu aquele primeiro líquido delicioso, de leve, na cabeça, expremi a cápsula com as unhas, e sem ele notar, despejei o pó que continha dentro na cabeça do pau. Esfreguei com os dedos, espalhando-o, ao mesmo tempo em que aumentei o ritmo da punheta.

Ele cerrou os punhos, forçou a musculatura das pernas, soltou um gemido e gozou. Joguei o corpo um pouco para trás, para poder assistir àquele espetáculo. Sonho meu. O que eu vi foi um pó amarelo ouro que, misturado com a porra do Ricardo, jorrou de uma cor quase marrom, na minha mão, na barriga dele, escorreu pelo saco. Na mesma hora tirei a mão, enojada, imaginem o que aquilo parecia, o que chamou a atenção dele.

Ele abriu os olhos, e quando viu aquela coisa, me olhou com um olhar de dar medo:

– O que tu fez no meu pau, caralho??

Eu nem consegui responder. Fiquei ali olhando em algum ponto na parede atrás dele. Nos olhos dele, não tinha coragem. E olhar para aquele líquido “amarronzado”, nem pensar!

– Agora tu vai limpar, porra!

Ele tava mesmo brabo! Levantei pra ir pegar um papel, uma toalha, sei lá!

Mas ele me segurou pelo pulso.

– Não. Tu vai limpar com a boca.

– Ah não, amor… Isso tá nojento.

– Eu disse que não queria essa merda no meu pau.

– Não, por favor… Eu faço qualquer outra coisa…

Ele pensou um pouco. E riu.

– Qualquer coisa?

– É… Praticamente.

Ele puxou meu pulso para baixo.

– Tá, tá! Qualquer coisa!

Ele soltou meu pulso.

Quando voltei com um rolo de papel, ele segurou a minha mão, antes que eu começasse a limpar, e disse:

– Me dá o telefone daquela tua colega gostosa que fica me olhando.

Olhei com raiva pra ele, e depois praquele troço marrom. Sem chance.

– Pega ali o meu celular. Letra V.

– V? Mas o nome dela não é Fernanda?

– É. Mas eu gravei no V de VADIA.

Ele deu risada. E falou:

– Que bom! É bem dessas que eu gosto!

Maldito gozo colorido.

Transando com um desconhecido

16 dez

Fazia uma semana que eu ia dormir muito tarde, o que me fazia trabalhar como uma zumbi, além, é claro, das olheiras que já denunciavam que eu estava fazendo algo errado. Mas era mais forte que eu, e era tão gostoso! Vou explicar…

Conheci um carinha, numa sala de chat. Entrei com um nick do tipo “Messalina”, e lá encontrei muita gente com nicks como o meu. Tinha até “Como o Teu Cu Com Areia”! Quanta criatividade! Mas quem acabou chamando a minha atenção, em meio a tantas promessas de sacanagem, foi um que era apenas um nome: Maurício. No meio de toda aquela putaria, quem coloca um nome? Fui falar com ele.

Ele realmente era diferenciado. Claro que estava ali atrás de sacanagem, mas mais do que isso, tinha um ótimo papo e muita autenticidade. Não demorou muito e muitos interesses em comum surgiram: livros, filmes, e claro, sexo. E morávamos na mesma cidade! Logo passamos para o ICQ (sim, faz tempo… ninguém usava o MSN na época! rsrsrs). Meu Deus! Ele sabia o que falar para deixar uma mulher doida de tesão. Ficamos conversando até três da manhã, e fiz algo que achei que jamais conseguiria na época: gozei duas vezes em frente ao computador.

Marcamos de conversar novamente na noite seguinte. Na hora combinada lá estávamos nós. Horas e horas de papo e deleite em frente ao computador. Ele levava minha imaginação para lugares nunca visitados, templos de prazer e devassidão.

No terceiro dia eu já passava a tarde em polvorosa, imaginando a noite que se aproximava. Imaginava o que ele me diria, as sensações que me despertaria, qual a fantasia que viveríamos juntos naquela noite. Chegava em casa excitada, doida para acelerar o relógio.

E foi assim que passamos a semana: nos conhecendo, nos provocando, nos excitando e nos deliciando. No final de semana seguinte, a coisa estava insustentável. Não agüentávamos mais, era preciso marcar um encontro.

Era sábado de noite, mas no relógio já era domingo. Ele me desafiou: “Você não tem coragem de fazer isso tudo ao vivo”. Eu ri. Claro que eu não era tão moderninha e liberal como sou hoje, mas depois daquela semana, eu topava qualquer coisa! Respondi: “Tenho. Mas tem que ser agora”. E completei: “Eu escolho onde”.

Na noite anterior ele tinha me deixado maluca de tesão enquanto fantasiávamos uma foda dentro de um carro. Marquei em um edifício garagem no centro da cidade, que fica aberto 24hs. 9º andar, Gol preto, ia deixar minha calcinha pendurada no retrovisor. Dali a 40 minutos. Ele desligou o computador feito um louco, dizendo que iria “acabar” comigo.

Fui correndo tomar um banho, e tive que me segurar para não me tocar já embaixo do chuveiro, tamanho era o meu tesão. A água escorrendo pelo meu corpo, o sabonete deslizando… Melhor sair logo do banho, ou iria me atrasar. Coloquei um vestidinho leve, fácil de tirar, e uma calcinha vermelha. Fiz uma maquiagem leve, rápida, apenas para não ir de cara lavada.

Saí dirigindo igual uma doida pela cidade. Cruzei faróis vermelhos, nem sei como cheguei no estacionamento. Minha calcinha estava toda molhada. Estacionei no 9º andar, de ré, para observar o movimento de quem passasse por ali. Além do meu carro, apenas um Opala velho e empoeirado em todo o andar. De repente me deu medo. Onde eu estava com a cabeça? “Vou acabar contigo”, foi o que ele dissera. E se o acabar não fosse no sentido de me dar muito prazer? Se fosse literalmente acabar com a minha vida?

Só que pensar nisso, ao mesmo tempo em que me assustava, me dava mais tesão. Acho que era a coisa proibida, o perigo, sei lá. Quando me dei conta, me tocava com os dedos por dentro da calcinha. Lembrei que tinha combinado de deixá-la pendurada no espelho, e tirei-a, ensopada. Abri o vidro, coloquei-a no retrovisor, fechei o vidro e tranquei as portas. O silêncio dentro do estacionamento deixava o clima ainda mais tenso. Não olhei no relógio, mas sentia que logo ele chegaria. Liguei o rádio baixinho. E mais uma vez minha mão direita automaticamente deslizou para entre as minhas pernas.

Fiquei ali, lembrando dos nossos papos e me deliciando. No rádio o reverendo Al Green começou a cantar “Let’s Stay Together”, e eu me tocava no ritmo da música, a maior parte do tempo de olhos fechados. Por isso não vi quando o carro dele subiu a rampa. Escutei apenas a batida da porta, quando ela foi fechada, e ouvi seus passos se aproximando. Me encolhi um pouco no banco, mas não consegui tirar a mão do meio das pernas.

Estava escuro, e eu via apenas a silhueta se aproximando. Não conseguia ver como ele era, o seu rosto, o seu olhar. Não que isso fizesse importância. Eu já estava pronta, entregue. Ele caminhou até o espelho retrovisor e pegou a minha calcinha. Tocou o tecido com os dedos, e sentindo-a ensopada, levou ao rosto. Cheirou, sentindo o cheiro do meu tesão, e depois lambeu, o que me matou de tesão. Então abriu o zíper e tirou o pau pra fora, já duro, cabeçudo, e começou a se masturbar ao lado da minha janela. Mais uma descarga de tesão percorreu o meu corpo, já contei pra vocês como adoro ver um homem batendo punheta. Enfiei meus dedos mais fundo dentro de mim, e comecei a mexer no mesmo ritmo que ele. Para me deixar ainda mais louca de desejo, ele por vezes levava a minha calcinha ao rosto, e nesse momento aumentava o ritmo da punheta. Que delícia de visão!

Com a mão livre fui baixando lentamente o vidro, sem conseguir tirar os olhos do seu pau. Quando terminei, fiz sinal para que ele se aproximasse. Fiquei de joelhos do banco, e ele praticamente com as coxas encostadas na lataria. Toquei no seu pau. Nunca tinha visto um tão duro. Deslizei a mão pela cabeça, pelas bolas. Baixei o rosto e o envolvi com meus lábios. O rádio, ainda ligado, não foi capaz de abafar o seu gemido quando encontrou a minha boca quente. Lambi. Chupei. Suguei. E novamente levei uma mão à minha buceta. Que sensação deliciosa eu sentia.

Sem agüentar mais, ele se afastou e eu subi o pino da porta. Queria ele ali dentro comigo. Ele também queria. Abriu a porta e já veio me beijando, um beijo caloroso e cheio de tesão. Não sei bem como, mas rapidamente ele se livrou do meu vestido, abocanhando meus seios, chupando forte, até machucando um pouco, mas na hora eu só queria mais. Me sugava, me apertava, me levando ao céu. Até que escorregou o corpo, ficando acho que de joelhos no chão. Abriu as minhas pernas e afundou seu rosto entre elas. Ele chupou e mordeu a minha buceta como eu nunca tinha feito na vida. Ao mesmo tempo em que me arrancava dor, o prazer vinha mil vezes mais. Eu me agarrava na sua cabeça, nos seus cabelos e gemia ao mesmo tempo em que sentia meu tesão escorrer, melando todo o rosto dele.

Sem agüentar mais, eu pedi: “me come”. E ele atendeu ao meu pedido. Me virou com facilidade sobre o banco, me colocando de quatro, a bunda encostada na direção, e do lado de fora, depois de colocar uma camisinha, me penetrou. Entrou devagar, com cuidado, diferentemente do que havia feito quando me chupava. Mas eu tinha gostado daquele jeito. Então me joguei para trás, me abrindo, me rasgando, me entregando pra ele. Sem pestanejar, ele passou a me fuder forte, apertando a minha bunda, martelando o meu útero, me levando a loucura. Eu cravava as unhas no banco, agarrava o freio de mão, tentava de alguma maneira me segurar para não gozar, o que de fato consegui durante algum tempo. Mas logo tornou-se impossível.

E então eu gozei. Gozei aos berros, tremendo inteira, apertando o freio de mão com toda a força do mundo, nem sentindo quando ele me pegou pelos cabelos e deu estocadas fundas e demoradas, arfando atrás de mim.

Ficamos mais um tempo encaixados, ele um pouco por cima de mim, apesar de fora do carro, até que ele tirou o pau. Pude então cair sobre o banco, a tempo de vê-lo se livrando da camisinha, sem coragem de me olhar nos olhos. Acho que agora, com o fogo do tesão apagado, estávamos nos dando conta de que não nos conhecíamos de verdade. Tentei quebrar o gelo:

– Você tinha razão, acabou comigo…

Ele finalmente me olhou, e sorriu.

– E tu tem mesmo coragem.

Ficamos em silêncio de novo. Que situação! Mais uma vez, fui eu quem falou.

– Bom, acho melhor irmos embora… Já é tarde…

Não sei se ele gostou da idéia, ao vivo ele era muito tímido, se é que isso é possível depois de tudo aquilo. Mas acabou concordando com a cabeça, e meio sem jeito me mostrou a calcinha entre seus dedos.

– Posso ficar com isso?

Sorri.

– Pode, claro… Mas e eu, fico com qual recordação?

Ele riu, e esticou o dedo, apontando meus seios.

– Com essas…

Não entendi, e ele saiu caminhando em direção ao seu carro. Eu peguei meu vestido do chão, coloquei-o de qualquer jeito e fui embora, ainda antes que ele chegasse ao seu carro. Mais tarde, em casa, em frente ao espelho, tirei novamente o vestido. Meus seios estavam cheios de marcas roxas, de chupões e mordidas. Minha buceta, dolorida. E então entendi, e sorri. Acho que a minha recordação foi mais gostosa que a dele!

Fazendo as pazes na cama

30 nov

Eu andava muito irritada com o Ricardo. Coisas de casal. Eu tenho minhas má fases, ele tem as dele, todo mundo tem as suas. O brabo é quando as fases ruins são juntas! rsrsrs

Fora que ele tem uma mania, independente da fase, de querer centralizar as decisões do que vamos fazer. Se eu quero comer sushi e ele quer churrasco, adivinha aonde vamos? E dirigindo, então? Ele chega ao ponto de perguntar: “vamos pela rua A ou pela rua B”? Se eu falo que pela B é melhor, não tem trânsito e é mais curta, adivinhem? Ele vai pela A! Que cara chato! rsrsrsrs

No último feriadão foi a gota d’água. Eu queria ir pra serra, ver o Natal Luz. Eu gosto, as crianças gostam, ia ser tudo de bom. Dias antes, começou o stress: “Gramado vai estar lotado”… “Serra no calor? Imagina! É época de ir pra praia!”… E assim por diante. Me encheu, encheu, encheu, até que, para variar, eu cedi.

Natal Luz em Gramado/RS

Fomos pra praia. Alguém aqui conhece, pelo amor de Deus, o litoral do Rio Grande do Sul? Vou explicar como é: ali na divisa com Santa Catarina, tem Torres. Uma praia bonita, com rochedos à beira mar. Um passo depois de Torres, sim, eu disse UM PASSO depois, começa uma faixa de areia que vai até o Uruguai. Simples assim. Não tem um morro, uma enseada, um visual pra curtir. É só areia e mar por, sei lá, quinhentos quilômetros. E que fique claro: eu gosto de lá. Vamos sempre que podemos, temos vários amigos, uma ótima casa e tudo mais. (Ok, agora relendo isso, vejo que o problema não é o areião até o UY, e sim porque eu queria ir pra serra! rsrsrsrs). Durante o verão, 60% do tempo não dá pra ir na beira do mar. Ou a água está da cor marrom chocolate, ou o vento arranca os guardas sol, bonés, vira as cadeiras, enfim… Eu queria ir pra serra! rsrsrsrs

Algum lugar do litoral gaúcho

Claro que a estrada estava cheia, e que nos arrastamos até o litoral. Ao menos ele me perguntou se eu queria ir no meu restaurante de frutos do mar preferido, e não mudou o rumo no meio do caminho. Jantamos, passeamos um pouco, e fomos dormir.

O dia seguinte amanheceu acinzentado, e quando abri a janela uma rajada de vento quase me jogou longe. Que maravilha! Sem praia naquele dia. Emburrei, e se ele notou não demonstrou. Acordou quase ao meio dia, querendo saber o que iríamos almoçar. Troglodita. Eu mal respondi, querendo demonstrar a minha insatisfação, mas ele parecia feliz com o silêncio. Ficou lá jogando Play 3 com as crianças, e de vez em quando dizia pra me perguntarem o que teria de almoço. Fiz um macarrão de qualquer jeito, e todo mundo comeu sem muita vontade. Já de tarde, as crianças saíram de bicicleta, e ficamos só os dois em casa. Deitei na rede com um livro na mão e mergulhei na história. Li umas dez ou quinze páginas, cada vez mais absorta, e quase morri de susto quando ele arrancou o livro da minha mão e jogou longe, para se jogar sobre mim, me beijando e me lambendo o rosto, o pescoço, as orelhas. Explodi. Gritei, xinguei, rodei a baiana. Ele ficou só me olhando, como sempre faz quando eu começo a briga, e como sempre isso me irritou ainda mais. Gritei mais, xinguei mais, me descontrolei. Ele se levantou, olhou bem nos meus olhos, balançou a cabeça e fez aquele gesto que eu mais odeio: jogou a mão pra frente, como quem diz “tu não sabe de nada”. Depois virou-se e saiu.

Passamos praticamente todo o feriado sem nos falar, e durante as noites dormíamos bunda com bunda na cama. No segundo dia eu já me arrependia de tudo que tinha dito e feito, mas não podia dar o braço a torcer. E se depender do Ricardo ele passa o resto da vida sem falar nada. Impressionante.

Na viagem de volta, com direito a três horas de engarrafamento, não trocamos uma palavra. E assim ele me deixou em casa e foi embora. Fiquei angustiada. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde faríamos as pazes, mas essa espera me matava. Pra mim já estava resolvido, já tinha vomitado todas as coisas que me incomodavam e mais outras que nem sei por que acabei falando, em cima dele. Mas ele não. Ficava lá, remoendo e me ignorando.

A semana foi passando, e nada mudava. Eu mandei algumas mensagens e ele respondeu sucintamente. Puxava papo no MSN, mas ele não desenvolvia a conversa. Comecei a ficar preocupada. Já era sexta feira e nada mudava. No sábado liguei pra ele e disse que precisávamos conversar. Ele concordou, mas disse que teria que ser à noite, já que tinha compromissos durante o dia. Curiosa e metida que sou, tive que me conter pra não perguntar o que era. Pelo andar da carruagem, nem sabia se éramos ainda namorados.

Na hora marcada toquei a campainha. Nada. Estranhei, já que o carro dele estava na garagem. Depois de mais algumas tentativas, resolvi procurar a minha chave na bolsa. Ah, bolsa de mulher. Tive que tirar praticamente tudo para fora, no corredor, até achar a maldita chave. Guardei tudo de novo e fui abrir a porta.

Abri devagar e estava tudo escuro e silencioso. Já me irritei. Marca a hora e não está em casa! Fechei a porta atrás de mim e atravessei o hall, deixando para acender a luz da sala. Quando estiquei o braço em direção ao interruptor, alguém me pegou por trás, cobrindo a minha boca com uma mão, e com a outra prendendo meus braços. Levei um susto absurdo, mas antes que eu pudesse ter qualquer reação, fui empurrada em direção a parede.

– Cala a boca e não reclama. – a pessoa falou, e achei ter reconhecido a voz. Prensada contra a parede, tentei me virar, reagir, mas ele era muito mais forte que eu.

Senti a língua áspera roçando a minha orelha, e depois lambendo minha bochecha.

– Fica nervosinha quando te lambem o rosto, né? – Puta que pariu. Era o Ricardo! Qual era a dele? Queria me matar do coração?

Ele não deixava eu me mexer, e de assustada passei a ficar irritada. Com um lado do rosto todo babado, eu agora babava era de raiva. Ele parecia se divertir. Mas como sempre, sabia a coisa certa a ser falada:

– Relaxa… Relaxa e aproveita… Eu sei que tu gosta da minha língua… Sei que tu tava com saudade…

Comecei a baixar a guarda. Eu estava sim com saudade. Odeio ficar brigada com ele e sentia falta de conversar com ele, de ser tocada por ele.

– Não entendo a razão que tu só quer brigar… Tem tanta coisa melhor pra gente fazer…

Agora eu já não tentava reagir, e ao invés de me segurar, sua mão passou a percorrer meu corpo. Que delícia, que saudade. Levei uma mão à parede e arrebitei a minha bunda de encontro ao seu corpo. Enquanto uma mão ainda me cobria a boca (vai que eu resolvesse discutir a relação! rsrsrs), a outra entrava pelo meu decote. Tocou meus seios, me deixando toda arrepiada. Ele sorriu. Sabia que o jogo estava ganho.

Mordeu a minha nuca e, quando a pressão da mão na minha boca relaxou, mexi os lábios até colocar um dedo dentro da boca. Lambi e chupei como se fosse um pau, rebolando de leve a bunda de encontro ao pau de verdade, que duro parecia querer me penetrar mesmo por cima do vestido. Ele me virou de frente, de maneira brusca, me empurrando novamente de encontro à parede. Nossos lábios se tocaram em um beijo feroz, lambido, babado, mordido… Arrancou meus seios do decote, abocanhando-os com sofreguidão, arrancando de mim gemidos de prazer, enquanto enfiava uma das pernas pelo meio das minhas. Rocei minha buceta na sua coxa, enquanto ele mamava meus seios.

Ele tateou as minhas pernas, subindo pelas minhas coxas, até chegar ao meu sexo. Subiu meu vestido, tocou minha calcinha e falou:

– Como tu vem fazer as pazes comigo de calcinha? Quem faz as pazes de calcinha?

E, de surpresa, de supetão, de uma só vez, puxou a minha calcinha, rasgando-a, me assustando, me fazendo dar um grito e amolecer as pernas de prazer. Colocou dois dedos dentro de mim, de forma brusca e violenta, me dando ainda mais tesão. Eu gemia e delirava, encostada na parede com as pernas abertas. Com a outra mão ora enfiava os dedos na minha boca, para depois passar a minha saliva no meu rosto, ora apertava e beliscava meus seios com força. Tentei tocar nele, mas ele não deixou.

– Não tá brigada comigo, sua chata? Então nem vem fazer carinho…

Agora eu já mexia os quadris, enquanto ele enfiava os dedos com força. Me pegou pelos cabelos, puxando meu rosto para trás, enquanto me xingava e me dizia que no dia que não tivéssemos mais nada, ele iria ser apenas meu amante, iria apenas me fuder. E eu estava simplesmente adorando aquilo! Eu não conseguia falar nada, pois quando não estava com os dedos dele na minha boca, estava gemendo de tesão.

Ele abaixou as calças e me empurrou pro chão, me colocando de joelhos na sua frente. Com a mão atrás da minha cabeça empurrou a minha boca em direção ao seu pau, naquele gesto que as mulheres odeiam, mas que naquele momento eu adorei. Abri a boca e envolvi aquele pau gostoso e cabeçudo, lambendo, chupando, babando, sugando. Me segurando pelos cabelos, ele comandava o ritmo. Eu sabia que ele estava maluco de tesão, pela maneira que o seu pau pulsava na minha boca, e para não gozar, ele de vez em quando tirava e batia com ele no meu rosto. Eu, de olhos fechados e a boca aberta, me deliciava.

Quando eu menos esperava, ele me puxou pelos cabelos, me colocando em pé na sua frente. Beijou minha boca com ardor e violência, e foi me empurrando até o sofá. Parei em frente ao sofá e ele, transtornado, mandou:

– De quatro, sua puta.

Sustentei o olhar, só de birra (ou pra ele usar a força mesmo! rsrsrs). Ele me empurrou no sofá, e com as mãos fortes me fez ficar de quatro, com a bunda arrebitada em sua direção. Abriu as nádegas com a mão e fez algo que eu detesto, mas que mesmo assim me fez derreter de tesão: cuspiu na minha bunda. Ele viu que eu ia reclamar e empurrou meu rosto de encontro ao encosto do sofá, me silenciando, enquanto colocou a cabeça do pau na entrada da minha bunda. Foi enfiando sem dó, me abrindo, me rasgando, me alargando, e eu tomada de tesão que estava, gemia abafada de dor e prazer. Quando entrou tudo, começou a estocar, sem carinho, uma coisa tesuda e animal, sem pudor, sem piedade. Eu simplesmente não agüentei. Joguei a bunda para trás, de encontro ainda mais ao corpo dele, e gozei. Gozei com ele enterrado dentro de mim, me comendo com força, com tesão, com saudade…

Logo em seguida ele tirou o pau da minha bunda e esporrou em mim, nas minhas costas, nas minhas nádegas. Deixei meu corpo cair no sofá, dolorida e extasiada, enquanto ele sentava no chão ao meu lado.

Ficamos um pouco em silêncio, eu tentando voltar ao normal, e ele acariciando as minhas costas. Até que ele pegou o cigarro na mesa de centro, acendeu e lá pelas tantas falou:

– Senti a tua falta. Fala, pode falar. Vamos nos acertar…

Ele já dera o show dele, né? Agora eu daria o meu.

– E de onde você tirou que eu vim aqui pra fazer as pazes?

Ele me olhou, sem entender. Levantei com dificuldade, a bunda dolorida, e baixei o vestido, sujando-o todo de porra, azar.

– Eu vim aqui pra dizer que não quero mais nada com você.

Dei alguns passos com dificuldade, diante de um incrédulo Ricardo que, sem ação e com a boca aberta, não se movia.

– Ah, e tem mais uma coisa! – bradei, voltando-me na direção dele, caminhando ao seu encontro. Parei bem na sua frente, em posição de superioridade e ameaça, e falei:

– Isso aqui foi um estupro! – e antes que ele pudesse sequer pensar alguma coisa, empurrei-o para trás, de costas no chão, sentei no seu peito e concluí:

– E agora é a minha vez!

Escorreguei para a frente e sentei em seu rosto, colocando a minha buceta melada na sua boca deliciosa.

Existe maneira mais gostosa de fazer as pazes?