Tag Archives: sexo no trabalho

Ganhando o pão e comendo a carne

7 jun

Se o Ricardo acha que só ele se diverte no trabalho, está muito enganado…rsrsrs

 

 

Recentemente resolvemos implantar um sistema de qualidade na empresa.
Não é algo assim tão simples, seria necessária uma equipe para nos orientar e também para mudar algumas atitudes na companhia como um todo, para que os resultados fossem os esperados.

Longas horas de discussão, estudo para saber qual o melhor caminho a tomar, uma infinidade de mudanças em diversos setores e finalmente contratamos uma companhia especialista para fazer o treinamento.

Estive presente a todas as reuniões com a equipe de treinamento e um dos instrutores não tirava os olhos das minhas pernas, acreditei mesmo que ele nem me reconheceria se fosse de calça comprida, pois nem me olhava no rosto, apenas as minhas pernas eram objeto de observação daquele rapaz. Danadinha que eu sou, percebendo-lhe a admiração, a cada dia diminuía o tamanho da minha saia… rs… e nas reuniões fazia questão de cruzar e descruzar as pernas por diversas vezes.

O treinamento em si seria uma diversão à parte, pois temos um anfiteatro, onde o apresentador fica num plano mais baixo que os outros, e para que o mocinho pudesse ter uma visão ampla das minhas pernas, escolhi a terceira fileira, assim, poderia proporcionar um espetáculo para ele e claro, estudar suas reações e até onde ele suportaria minhas discretas investidas.

Aquilo mexia com a minha libido, com meu orgulho de fêmea, com a minha feminilidade.

O pobre chegava a suar quando eu cruzava as pernas para em seguida descruzá-las novamente e cruza-las outra vez do lado oposto.

Essa tarde seria minha última participação no treinamento e sabendo previamente disso, dediquei especial atenção ao que vestiria.

Passei a tarde toda muito concentrada na palestra, sentei na primeira fileira, e  me comportei como a executiva séria que sou (rsrsrsrs), vez por outra deslumbrava um olhar decepcionado do “meu mocinho” em direção às minhas pernas, mas continuava me comportando… rsrsrs

Ao final, levantei lentamente, fui até a porta, agradeci a presença de todos ali me despedindo pessoalmente de cada um.

Discretamente tranquei a porta por dentro, voltei para as poltronas, falando ainda muito seriamente sobre o sucesso do treinamento e de como o “nosso” pessoal poderia aproveitá-lo e colocá-lo em prática para a melhoria do desempenho da companhia.

“Meu mocinho” permanecia de costas pra mim, e eu aguardava pacientemente que terminasse de arrumar o material que usou para a palestra para ter-lhe toda a atenção, até que finalmente ele se virou em minha direção, lógico, já olhando para minhas pernas.

Era a minha “deixa”, e no melhor estilo “Sharon Stone” (rsrsrsrsrsrs) descruzei as pernas, deixando que vislumbrasse toda a extensão das minhas coxas e meu sexo desnudo.

Não foi necessário mais nada, o mocinho sabia o que fazer, veio em minha direção, ajoelhou no chão e caiu de boca nas minhas coxas, deslizou a língua por toda a extensão das minhas pernas, gemendo e apalpando-as, lambeu da coxa ao calcanhar e voltou lambendo, mordiscando, provando, saboreando, com um sedento num deserto diante de um oásis, brincou com as mãos e boca, deixando-me molhada e ansiosa por sentir sua língua no meu sexo.

Não sei se pelos meus gemidos baixos, ou por tê-lo puxado pelos cabelos, ele finalmente segurou firme meus quadris com as mãos, puxando-me de encontro a sua boca e me chupou de forma gulosa, me fazendo engolir um grito de êxtase.


Sexo no escritório

26 maio

Ela era a garota mais bonita da empresa, sem sombra de dúvidas. Do porteiro ao chefe, todos babavam por ela.

Ela, claro, sabia muito bem disso. E tirava proveito, não para se promover profissionalmente, não precisava disso, mas para seu ego. Afinal, quem não gostaria de entrar em um local e ver todo o tipo de gente desejando-a?

E com o tempo passou a massacrar ainda mais a sua legião de fãs. As saias encurtaram bastante, os decotes aumentaram. Sorria, sempre simpática com todos, às vezes deixando muitos de nós esperançosos, mas abertura mesmo ela não dava pra ninguém.

Diziam que um cara do financeiro tinha saído com ela uma vez, mas ninguém sabia se era verdade. Quando alguém perguntava alguma coisa, ele apenas sorria com ar de superioridade. Acho até que não era verdade, mas ele não desmentia e ficava com a fama, alimentando a inveja de todos.

Mas numa sexta-feira, final de expediente, se ouviram gritos na área de vendas. A meta tinha sido alcançada com mais de dez dias de antecedência. Chamaram todos, estouraram champanhes, uma festa. Todos os funcionários abraçando-se e cumprimentando-se, felicidade total no ar. E assim seguimos até o início da madrugada.

Lembro que quando fui buscar minhas coisas na minha sala olhei no relógio sobre a mesa: uma e dezoito. Pela parede de vidro eu via os últimos grupos indo embora. Virei-me para sair e, pra minha total surpresa lá estava ela parada na porta. Os sapatos em uma das mãos e uma garrafa de champanhe sob o braço. E sorrindo pra mim.

– Parabéns para nós! – ela disse com a língua um tanto enrolada, e levantando a garrafa de champanhe.

E veio em minha direção.

Quase não acreditei quando ela praticamente jogou-se sobre mim, me pressionando contra a minha mesa. Beijávamos enquanto eu levantava sua saia e ela abria as minhas calças.

Ela estava sem calcinha, e não tive nenhuma dificuldade em senti-la melada com meus dedos. E ela com maestria livrou meu pau das cuecas e começou a punhetá-lo. Ronronando no meu ouvido, pediu que a comesse. Abaixou-se rapidamente e com uma breve chupada deixou meu pau todo lubrificado. Depois afastou as coisas sobre a minha mesa e deitou-se de pernas abertas, exigindo: “vem”!

Eu entrava e saía forte de dentro dela, embalado pelos seus gemidos. Depois de algum tempo senti ela tremer sob meu corpo, as unhas arranhando meus braços, mordendo os lábios para não fazer barulho no escritório vazio.

E quase não acreditei quando, já recomposta, ela me pediu: “me dá a sua porra?”, e ajoelhou-se na minha frente abocanhando meu pau. Não demorou muito e eu gozei na sua boca, e ela engoliu tudo, sem deixar uma gota.

Fiquei ali maravilhado, com as calças nos calcanhares, enquanto ela abaixava a saia e pegava os sapatos e a garrafa de champanhe. Ela aproximou-se e me deu um beijo rápido na boca, uma piscada de olho e se foi.

 

Claro que, quando alguém me perguntava alguma coisa, eu apenas sorria e fazia um ar superior. Nunca confirmei e nem neguei. Mas também nunca esqueci o que aconteceu entre nós.

Mas o que mais me surpreende é que ela conseguia agir como se nada tivesse acontecido, como se eu fosse mais um daqueles que babam por ela. Talvez ela tenha razão e eu era mesmo.

Se os caras do departamento de vendas soubessem o que pode acontecer, iriam triplicar as metas toda semana…