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Transando com um desconhecido

16 dez

Fazia uma semana que eu ia dormir muito tarde, o que me fazia trabalhar como uma zumbi, além, é claro, das olheiras que já denunciavam que eu estava fazendo algo errado. Mas era mais forte que eu, e era tão gostoso! Vou explicar…

Conheci um carinha, numa sala de chat. Entrei com um nick do tipo “Messalina”, e lá encontrei muita gente com nicks como o meu. Tinha até “Como o Teu Cu Com Areia”! Quanta criatividade! Mas quem acabou chamando a minha atenção, em meio a tantas promessas de sacanagem, foi um que era apenas um nome: Maurício. No meio de toda aquela putaria, quem coloca um nome? Fui falar com ele.

Ele realmente era diferenciado. Claro que estava ali atrás de sacanagem, mas mais do que isso, tinha um ótimo papo e muita autenticidade. Não demorou muito e muitos interesses em comum surgiram: livros, filmes, e claro, sexo. E morávamos na mesma cidade! Logo passamos para o ICQ (sim, faz tempo… ninguém usava o MSN na época! rsrsrs). Meu Deus! Ele sabia o que falar para deixar uma mulher doida de tesão. Ficamos conversando até três da manhã, e fiz algo que achei que jamais conseguiria na época: gozei duas vezes em frente ao computador.

Marcamos de conversar novamente na noite seguinte. Na hora combinada lá estávamos nós. Horas e horas de papo e deleite em frente ao computador. Ele levava minha imaginação para lugares nunca visitados, templos de prazer e devassidão.

No terceiro dia eu já passava a tarde em polvorosa, imaginando a noite que se aproximava. Imaginava o que ele me diria, as sensações que me despertaria, qual a fantasia que viveríamos juntos naquela noite. Chegava em casa excitada, doida para acelerar o relógio.

E foi assim que passamos a semana: nos conhecendo, nos provocando, nos excitando e nos deliciando. No final de semana seguinte, a coisa estava insustentável. Não agüentávamos mais, era preciso marcar um encontro.

Era sábado de noite, mas no relógio já era domingo. Ele me desafiou: “Você não tem coragem de fazer isso tudo ao vivo”. Eu ri. Claro que eu não era tão moderninha e liberal como sou hoje, mas depois daquela semana, eu topava qualquer coisa! Respondi: “Tenho. Mas tem que ser agora”. E completei: “Eu escolho onde”.

Na noite anterior ele tinha me deixado maluca de tesão enquanto fantasiávamos uma foda dentro de um carro. Marquei em um edifício garagem no centro da cidade, que fica aberto 24hs. 9º andar, Gol preto, ia deixar minha calcinha pendurada no retrovisor. Dali a 40 minutos. Ele desligou o computador feito um louco, dizendo que iria “acabar” comigo.

Fui correndo tomar um banho, e tive que me segurar para não me tocar já embaixo do chuveiro, tamanho era o meu tesão. A água escorrendo pelo meu corpo, o sabonete deslizando… Melhor sair logo do banho, ou iria me atrasar. Coloquei um vestidinho leve, fácil de tirar, e uma calcinha vermelha. Fiz uma maquiagem leve, rápida, apenas para não ir de cara lavada.

Saí dirigindo igual uma doida pela cidade. Cruzei faróis vermelhos, nem sei como cheguei no estacionamento. Minha calcinha estava toda molhada. Estacionei no 9º andar, de ré, para observar o movimento de quem passasse por ali. Além do meu carro, apenas um Opala velho e empoeirado em todo o andar. De repente me deu medo. Onde eu estava com a cabeça? “Vou acabar contigo”, foi o que ele dissera. E se o acabar não fosse no sentido de me dar muito prazer? Se fosse literalmente acabar com a minha vida?

Só que pensar nisso, ao mesmo tempo em que me assustava, me dava mais tesão. Acho que era a coisa proibida, o perigo, sei lá. Quando me dei conta, me tocava com os dedos por dentro da calcinha. Lembrei que tinha combinado de deixá-la pendurada no espelho, e tirei-a, ensopada. Abri o vidro, coloquei-a no retrovisor, fechei o vidro e tranquei as portas. O silêncio dentro do estacionamento deixava o clima ainda mais tenso. Não olhei no relógio, mas sentia que logo ele chegaria. Liguei o rádio baixinho. E mais uma vez minha mão direita automaticamente deslizou para entre as minhas pernas.

Fiquei ali, lembrando dos nossos papos e me deliciando. No rádio o reverendo Al Green começou a cantar “Let’s Stay Together”, e eu me tocava no ritmo da música, a maior parte do tempo de olhos fechados. Por isso não vi quando o carro dele subiu a rampa. Escutei apenas a batida da porta, quando ela foi fechada, e ouvi seus passos se aproximando. Me encolhi um pouco no banco, mas não consegui tirar a mão do meio das pernas.

Estava escuro, e eu via apenas a silhueta se aproximando. Não conseguia ver como ele era, o seu rosto, o seu olhar. Não que isso fizesse importância. Eu já estava pronta, entregue. Ele caminhou até o espelho retrovisor e pegou a minha calcinha. Tocou o tecido com os dedos, e sentindo-a ensopada, levou ao rosto. Cheirou, sentindo o cheiro do meu tesão, e depois lambeu, o que me matou de tesão. Então abriu o zíper e tirou o pau pra fora, já duro, cabeçudo, e começou a se masturbar ao lado da minha janela. Mais uma descarga de tesão percorreu o meu corpo, já contei pra vocês como adoro ver um homem batendo punheta. Enfiei meus dedos mais fundo dentro de mim, e comecei a mexer no mesmo ritmo que ele. Para me deixar ainda mais louca de desejo, ele por vezes levava a minha calcinha ao rosto, e nesse momento aumentava o ritmo da punheta. Que delícia de visão!

Com a mão livre fui baixando lentamente o vidro, sem conseguir tirar os olhos do seu pau. Quando terminei, fiz sinal para que ele se aproximasse. Fiquei de joelhos do banco, e ele praticamente com as coxas encostadas na lataria. Toquei no seu pau. Nunca tinha visto um tão duro. Deslizei a mão pela cabeça, pelas bolas. Baixei o rosto e o envolvi com meus lábios. O rádio, ainda ligado, não foi capaz de abafar o seu gemido quando encontrou a minha boca quente. Lambi. Chupei. Suguei. E novamente levei uma mão à minha buceta. Que sensação deliciosa eu sentia.

Sem agüentar mais, ele se afastou e eu subi o pino da porta. Queria ele ali dentro comigo. Ele também queria. Abriu a porta e já veio me beijando, um beijo caloroso e cheio de tesão. Não sei bem como, mas rapidamente ele se livrou do meu vestido, abocanhando meus seios, chupando forte, até machucando um pouco, mas na hora eu só queria mais. Me sugava, me apertava, me levando ao céu. Até que escorregou o corpo, ficando acho que de joelhos no chão. Abriu as minhas pernas e afundou seu rosto entre elas. Ele chupou e mordeu a minha buceta como eu nunca tinha feito na vida. Ao mesmo tempo em que me arrancava dor, o prazer vinha mil vezes mais. Eu me agarrava na sua cabeça, nos seus cabelos e gemia ao mesmo tempo em que sentia meu tesão escorrer, melando todo o rosto dele.

Sem agüentar mais, eu pedi: “me come”. E ele atendeu ao meu pedido. Me virou com facilidade sobre o banco, me colocando de quatro, a bunda encostada na direção, e do lado de fora, depois de colocar uma camisinha, me penetrou. Entrou devagar, com cuidado, diferentemente do que havia feito quando me chupava. Mas eu tinha gostado daquele jeito. Então me joguei para trás, me abrindo, me rasgando, me entregando pra ele. Sem pestanejar, ele passou a me fuder forte, apertando a minha bunda, martelando o meu útero, me levando a loucura. Eu cravava as unhas no banco, agarrava o freio de mão, tentava de alguma maneira me segurar para não gozar, o que de fato consegui durante algum tempo. Mas logo tornou-se impossível.

E então eu gozei. Gozei aos berros, tremendo inteira, apertando o freio de mão com toda a força do mundo, nem sentindo quando ele me pegou pelos cabelos e deu estocadas fundas e demoradas, arfando atrás de mim.

Ficamos mais um tempo encaixados, ele um pouco por cima de mim, apesar de fora do carro, até que ele tirou o pau. Pude então cair sobre o banco, a tempo de vê-lo se livrando da camisinha, sem coragem de me olhar nos olhos. Acho que agora, com o fogo do tesão apagado, estávamos nos dando conta de que não nos conhecíamos de verdade. Tentei quebrar o gelo:

– Você tinha razão, acabou comigo…

Ele finalmente me olhou, e sorriu.

– E tu tem mesmo coragem.

Ficamos em silêncio de novo. Que situação! Mais uma vez, fui eu quem falou.

– Bom, acho melhor irmos embora… Já é tarde…

Não sei se ele gostou da idéia, ao vivo ele era muito tímido, se é que isso é possível depois de tudo aquilo. Mas acabou concordando com a cabeça, e meio sem jeito me mostrou a calcinha entre seus dedos.

– Posso ficar com isso?

Sorri.

– Pode, claro… Mas e eu, fico com qual recordação?

Ele riu, e esticou o dedo, apontando meus seios.

– Com essas…

Não entendi, e ele saiu caminhando em direção ao seu carro. Eu peguei meu vestido do chão, coloquei-o de qualquer jeito e fui embora, ainda antes que ele chegasse ao seu carro. Mais tarde, em casa, em frente ao espelho, tirei novamente o vestido. Meus seios estavam cheios de marcas roxas, de chupões e mordidas. Minha buceta, dolorida. E então entendi, e sorri. Acho que a minha recordação foi mais gostosa que a dele!

Reencontrando a Melissa

29 mar

Fazia um tempo que não encontrava a Melissa na academia. Nunca tenho horário certo para ir, e acho que desde janeiro não a via por lá. Na semana passada teve um dia que eu vinha chegando, e ela saindo. Me deu um abraço apertado, dizendo estar com saudades. Sentamos um pouco na lanchonete, e conversamos enquanto tomávamos um suco.

Me contou do verão, da temporada em Punta del Este, do carnaval… Falava com empolgação, com felicidade, e eu não conseguia para de lembrar daquele churrasco. Como se adivinhasse os meus pensamentos, o que não era difícil, lá pelas tantas ela fala: “tem que conversar com o pessoal pra marcarmos outro churrasco daqueles lá em casa, né?”. Decidi partir pro ataque: “claro, a carne estava ótima, a rapaziada animada… mas a gente não precisa de um churrasco pra repetir o que aconteceu, né?”. Na verdade já havíamos repetido, uma ou duas vezes antes do verão. “Não, mas já faz tanto tempo… Quem sabe um novo churrasco poderia facilitar as coisas!”, ela falou, rindo e olhando nos meus olhos.

Puxei ela pra mim, a mão na sua nuca, e a beijei. Gosto de mulheres assim, que, se querem, mostram. Melhor ainda se ela tivesse vindo me beijar. Como na primeira vez, como nas outras vezes, saltavam faíscas de nós. Logo estávamos nos beijando um pouco acima do recomendado para a lanchonete da academia. Lá fora a chuva caía forte, e estávamos encurralados. Precisávamos sair dali, mas não queríamos.

Lá pelas tantas ela me disse que iria embora, que tinha um compromisso, e me ofereci pra levá-la até o carro. O estacionamento fica ao lado da academia, e é bem grande. O guarda fica lá na calçada, e o carro dela estava bem longe. Corremos até lá, ficando completamente encharcados. Mal entramos e já estávamos nos agarrando novamente. Ela veio pro meu colo, uma perna de cada lado do meu corpo, os cabelos molhados pingando em cima de mim, e a boca já aberta, procurando a minha. A chuva batia no teto do carro, e as minhas mãos percorriam o seu corpo. Subiam pelas pernas, pela barriga, até chegar nos seios. Ela puxava meus cabelos, e enfiava mais fundo a língua na minha boca. Enfiei a mão por baixo do top, sentindo seus mamilos eriçados nos meus dedos. Subi o top, liberando-os para mim, bem na altura do meu rosto, e comecei a chupá-los. Ela jogou a cabeça para trás, de olhos fechados, segurando-se no meu pescoço e gemendo.

Com o espaço apertado, ficávamos ainda mais colados. Meu pau duro ainda dentro do calção forçava a sua buceta, ainda coberta pela calça de ginástica. Enquanto eu me deliciava nos seus seios, ela passou a mexer levemente os quadris, indo pra frente e pra trás sobre o meu pau.

“Me come”, ela pediu, sem rodeios. Foi então que me lembrei. Minha carteira tinha ficado em casa, já que moro perto e vou correndo pra academia. E só lá eu tinha camisinha. “Tô sem camisinha”, respondi. “Ah, não…”, ela protestou, desapontada. Tirei-a de cima de mim, colocando-a no banco ao lado. Continuei beijando seus seios e sua boca, e forcei-a a baixar um pouco as calças. Levei a mão à sua buceta, e senti seu tesão nos meus dedos. Bem lubrificada que estava, nem protestou quando enfiei direto o dedo dentro dela. Abriu mais as pernas, com as calças na altura dos joelhos limitando os seus movimentos, e ofereceu-se ainda mais pra mim.

Chupava seus seios e ora a fodia enfiando e tirando dois dedos, ora brincava com seu clitóris. Ela gemia e puxava minha boca de encontro à sua, e depois empurrava novamente em direção aos seios. Sem muita demora ela gozou, uma mão pressionando a minha cabeça de encontro ao seu corpo, a outra segurando o volante do carro.

Tirei minha mão devagar, e fiquei olhando pra ela. De olhos fechados, os seios de fora, a calça nos joelhos, jogada no banco do carro… Que linda visão! A respiração ia voltando ao normal, e ela abriu os olhos e sorriu pra mim. Veio ao meu encontro, e beijou a minha boca. Esticou a mão, procurando o meu pau. “Que pena… queria ele dentro de mim, hoje…”, falou, enquanto o punhetava por cima do calção. “Coloca pra fora”, falou, e não sei se foi um pedido ou uma ordem. Mas realizei ou obedeci. hehehehe

Sua boca envolveu o meu pau, enquanto seus dedos seguravam-no pela base. Lambeu a cabeça, escorregou os lábios em volta dele. Segurou o meu saco, e passou a chupar mais rápido, mais forte. Avisei que assim não agüentaria, ela me olhou sorrindo, e voltou a fazer do jeito que estava fazendo.

Gozei dentro da sua boca, e ela engoliu tudo, e continuou chupando e lambendo até que não tivesse mais uma gota de porra.

Nos recompomos, e ela realmente tinha um compromisso. Brincando, perguntei qual era, afinal ainda era cedo e poderíamos continuar nos divertindo. “Eu preciso encontrar um carinha aí, um possível namoradinho”. Devo ter feito uma cara de muita surpresa, pois ela deu uma gargalhada e falou: “estou aprendendo contigo!”.

Tá certo. Dei um beijo nela e saí do carro. Fui caminhando em direção à calçada, pensando se ainda iria malhar ou não. Foi quando ela parou o carro ao meu lado, baixou o vidro e falou: “é brincadeira, tá? tenho trabalho da faculdade pra fazer…”. Piscou o olho e saiu. Na verdade eu já nem pensava mais nisso, e sim em onde guardar uma camisinha quando saísse de casa sem carteira. hehehehe

Alguém tem alguma dica?

 

Sem calcinha e no banco de trás

23 set

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De vez em quando saio sem calcinha. Juro que não é pra provocar. É que me sinto bem assim. Mas que isso acaba provocando os homens, eu não tenho dúvidas. E quando uso com saia ou vestido então…

Era assim que eu estava segunda à noite. Um vestido soltinho e mais nada. Fomos em um jantar, e no carro, quando voltávamos pra casa, o Ricardo passou a mão nas minhas coxas, subiu e viu que eu estava sem nada. Nem me olhou, apenas sorriu satisfeito e exclamou algo como: “é bem vadia mesmo”. E começou a brincar com os dedos na minha buceta.

Passou a dirigir mais devagar, e eu me ajeitei no banco para abrir mais as pernas, facilitando o acesso dos seus dedos. Fechei os olhos e aproveitei o momento… O movimento do carro, sua mão me provocando, um pouco de vinho na cabeça… A noite que estava terminada fazia pouco, agora recomeçava! rsrsrsrs

Os seus dedos ora entravam e saíam de dentro de mim, ora brincavam com meu clitóris. Eu gemia baixinho, de olhos fechados, desejando que a distância aumentasse cada vez mais, enquanto meu tesão escorria pelos seus dedos. Bendito carro automático! A mão direita dele era só pra mim.

– Mudança de planos. Não vou mais te levar pra casa. – ele disse, e eu adorei a notícia. Rodamos por mais uns dez minutos, eu acho, e tive me primeiro orgasmo naquela noite. Ele enfiou os dedos bem fundo, e eu mexi e remexi no banco. Gozei mordendo os lábios, desejando-o todo dentro de mim.

Quando vi, estávamos entrando na garagem do prédio do Ricardo. Descemos a rampa, e lá no subsolo, antes mesmo dele estacionar o carro na vaga, eu já estava sobre ele. Meus seios na sua boca, minha mão tentando abrir a sua calça para liberar aquele pau duríssimo só pra mim. Não sei de que jeito, mas acabamos indo parar no banco de trás. Eu subia e descia no seu pau, pedindo à ele que me enchesse de porra. Ele me chamava de cadela, de vadia, e eu concordava, com prazer. E assim, enquanto ele atendia ao meu pedido e despejava toda a porra dentro da minha buceta, eu gozava pela segunda vez na noite.

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Eu precisava realmente ir pra casa, e foi lá o meu terceiro orgasmo da noite… Sozinha, embaixo do edredon, relembrando as delícias que eu e o Ricardo fazemos.