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Transando com um desconhecido

16 dez

Fazia uma semana que eu ia dormir muito tarde, o que me fazia trabalhar como uma zumbi, além, é claro, das olheiras que já denunciavam que eu estava fazendo algo errado. Mas era mais forte que eu, e era tão gostoso! Vou explicar…

Conheci um carinha, numa sala de chat. Entrei com um nick do tipo “Messalina”, e lá encontrei muita gente com nicks como o meu. Tinha até “Como o Teu Cu Com Areia”! Quanta criatividade! Mas quem acabou chamando a minha atenção, em meio a tantas promessas de sacanagem, foi um que era apenas um nome: Maurício. No meio de toda aquela putaria, quem coloca um nome? Fui falar com ele.

Ele realmente era diferenciado. Claro que estava ali atrás de sacanagem, mas mais do que isso, tinha um ótimo papo e muita autenticidade. Não demorou muito e muitos interesses em comum surgiram: livros, filmes, e claro, sexo. E morávamos na mesma cidade! Logo passamos para o ICQ (sim, faz tempo… ninguém usava o MSN na época! rsrsrs). Meu Deus! Ele sabia o que falar para deixar uma mulher doida de tesão. Ficamos conversando até três da manhã, e fiz algo que achei que jamais conseguiria na época: gozei duas vezes em frente ao computador.

Marcamos de conversar novamente na noite seguinte. Na hora combinada lá estávamos nós. Horas e horas de papo e deleite em frente ao computador. Ele levava minha imaginação para lugares nunca visitados, templos de prazer e devassidão.

No terceiro dia eu já passava a tarde em polvorosa, imaginando a noite que se aproximava. Imaginava o que ele me diria, as sensações que me despertaria, qual a fantasia que viveríamos juntos naquela noite. Chegava em casa excitada, doida para acelerar o relógio.

E foi assim que passamos a semana: nos conhecendo, nos provocando, nos excitando e nos deliciando. No final de semana seguinte, a coisa estava insustentável. Não agüentávamos mais, era preciso marcar um encontro.

Era sábado de noite, mas no relógio já era domingo. Ele me desafiou: “Você não tem coragem de fazer isso tudo ao vivo”. Eu ri. Claro que eu não era tão moderninha e liberal como sou hoje, mas depois daquela semana, eu topava qualquer coisa! Respondi: “Tenho. Mas tem que ser agora”. E completei: “Eu escolho onde”.

Na noite anterior ele tinha me deixado maluca de tesão enquanto fantasiávamos uma foda dentro de um carro. Marquei em um edifício garagem no centro da cidade, que fica aberto 24hs. 9º andar, Gol preto, ia deixar minha calcinha pendurada no retrovisor. Dali a 40 minutos. Ele desligou o computador feito um louco, dizendo que iria “acabar” comigo.

Fui correndo tomar um banho, e tive que me segurar para não me tocar já embaixo do chuveiro, tamanho era o meu tesão. A água escorrendo pelo meu corpo, o sabonete deslizando… Melhor sair logo do banho, ou iria me atrasar. Coloquei um vestidinho leve, fácil de tirar, e uma calcinha vermelha. Fiz uma maquiagem leve, rápida, apenas para não ir de cara lavada.

Saí dirigindo igual uma doida pela cidade. Cruzei faróis vermelhos, nem sei como cheguei no estacionamento. Minha calcinha estava toda molhada. Estacionei no 9º andar, de ré, para observar o movimento de quem passasse por ali. Além do meu carro, apenas um Opala velho e empoeirado em todo o andar. De repente me deu medo. Onde eu estava com a cabeça? “Vou acabar contigo”, foi o que ele dissera. E se o acabar não fosse no sentido de me dar muito prazer? Se fosse literalmente acabar com a minha vida?

Só que pensar nisso, ao mesmo tempo em que me assustava, me dava mais tesão. Acho que era a coisa proibida, o perigo, sei lá. Quando me dei conta, me tocava com os dedos por dentro da calcinha. Lembrei que tinha combinado de deixá-la pendurada no espelho, e tirei-a, ensopada. Abri o vidro, coloquei-a no retrovisor, fechei o vidro e tranquei as portas. O silêncio dentro do estacionamento deixava o clima ainda mais tenso. Não olhei no relógio, mas sentia que logo ele chegaria. Liguei o rádio baixinho. E mais uma vez minha mão direita automaticamente deslizou para entre as minhas pernas.

Fiquei ali, lembrando dos nossos papos e me deliciando. No rádio o reverendo Al Green começou a cantar “Let’s Stay Together”, e eu me tocava no ritmo da música, a maior parte do tempo de olhos fechados. Por isso não vi quando o carro dele subiu a rampa. Escutei apenas a batida da porta, quando ela foi fechada, e ouvi seus passos se aproximando. Me encolhi um pouco no banco, mas não consegui tirar a mão do meio das pernas.

Estava escuro, e eu via apenas a silhueta se aproximando. Não conseguia ver como ele era, o seu rosto, o seu olhar. Não que isso fizesse importância. Eu já estava pronta, entregue. Ele caminhou até o espelho retrovisor e pegou a minha calcinha. Tocou o tecido com os dedos, e sentindo-a ensopada, levou ao rosto. Cheirou, sentindo o cheiro do meu tesão, e depois lambeu, o que me matou de tesão. Então abriu o zíper e tirou o pau pra fora, já duro, cabeçudo, e começou a se masturbar ao lado da minha janela. Mais uma descarga de tesão percorreu o meu corpo, já contei pra vocês como adoro ver um homem batendo punheta. Enfiei meus dedos mais fundo dentro de mim, e comecei a mexer no mesmo ritmo que ele. Para me deixar ainda mais louca de desejo, ele por vezes levava a minha calcinha ao rosto, e nesse momento aumentava o ritmo da punheta. Que delícia de visão!

Com a mão livre fui baixando lentamente o vidro, sem conseguir tirar os olhos do seu pau. Quando terminei, fiz sinal para que ele se aproximasse. Fiquei de joelhos do banco, e ele praticamente com as coxas encostadas na lataria. Toquei no seu pau. Nunca tinha visto um tão duro. Deslizei a mão pela cabeça, pelas bolas. Baixei o rosto e o envolvi com meus lábios. O rádio, ainda ligado, não foi capaz de abafar o seu gemido quando encontrou a minha boca quente. Lambi. Chupei. Suguei. E novamente levei uma mão à minha buceta. Que sensação deliciosa eu sentia.

Sem agüentar mais, ele se afastou e eu subi o pino da porta. Queria ele ali dentro comigo. Ele também queria. Abriu a porta e já veio me beijando, um beijo caloroso e cheio de tesão. Não sei bem como, mas rapidamente ele se livrou do meu vestido, abocanhando meus seios, chupando forte, até machucando um pouco, mas na hora eu só queria mais. Me sugava, me apertava, me levando ao céu. Até que escorregou o corpo, ficando acho que de joelhos no chão. Abriu as minhas pernas e afundou seu rosto entre elas. Ele chupou e mordeu a minha buceta como eu nunca tinha feito na vida. Ao mesmo tempo em que me arrancava dor, o prazer vinha mil vezes mais. Eu me agarrava na sua cabeça, nos seus cabelos e gemia ao mesmo tempo em que sentia meu tesão escorrer, melando todo o rosto dele.

Sem agüentar mais, eu pedi: “me come”. E ele atendeu ao meu pedido. Me virou com facilidade sobre o banco, me colocando de quatro, a bunda encostada na direção, e do lado de fora, depois de colocar uma camisinha, me penetrou. Entrou devagar, com cuidado, diferentemente do que havia feito quando me chupava. Mas eu tinha gostado daquele jeito. Então me joguei para trás, me abrindo, me rasgando, me entregando pra ele. Sem pestanejar, ele passou a me fuder forte, apertando a minha bunda, martelando o meu útero, me levando a loucura. Eu cravava as unhas no banco, agarrava o freio de mão, tentava de alguma maneira me segurar para não gozar, o que de fato consegui durante algum tempo. Mas logo tornou-se impossível.

E então eu gozei. Gozei aos berros, tremendo inteira, apertando o freio de mão com toda a força do mundo, nem sentindo quando ele me pegou pelos cabelos e deu estocadas fundas e demoradas, arfando atrás de mim.

Ficamos mais um tempo encaixados, ele um pouco por cima de mim, apesar de fora do carro, até que ele tirou o pau. Pude então cair sobre o banco, a tempo de vê-lo se livrando da camisinha, sem coragem de me olhar nos olhos. Acho que agora, com o fogo do tesão apagado, estávamos nos dando conta de que não nos conhecíamos de verdade. Tentei quebrar o gelo:

– Você tinha razão, acabou comigo…

Ele finalmente me olhou, e sorriu.

– E tu tem mesmo coragem.

Ficamos em silêncio de novo. Que situação! Mais uma vez, fui eu quem falou.

– Bom, acho melhor irmos embora… Já é tarde…

Não sei se ele gostou da idéia, ao vivo ele era muito tímido, se é que isso é possível depois de tudo aquilo. Mas acabou concordando com a cabeça, e meio sem jeito me mostrou a calcinha entre seus dedos.

– Posso ficar com isso?

Sorri.

– Pode, claro… Mas e eu, fico com qual recordação?

Ele riu, e esticou o dedo, apontando meus seios.

– Com essas…

Não entendi, e ele saiu caminhando em direção ao seu carro. Eu peguei meu vestido do chão, coloquei-o de qualquer jeito e fui embora, ainda antes que ele chegasse ao seu carro. Mais tarde, em casa, em frente ao espelho, tirei novamente o vestido. Meus seios estavam cheios de marcas roxas, de chupões e mordidas. Minha buceta, dolorida. E então entendi, e sorri. Acho que a minha recordação foi mais gostosa que a dele!

Fantasiando

9 mar

Ontem recebi uma pergunta no meu formspring, me pedindo detalhes da fantasia que falei aqui no blog que ainda não tinha realizado: transar com um negro. Respondi a verdade, que não existiam detalhes, apenas a vontade de um dia experimentar.

O dia passou, fiz mil coisas, fui pra casa, assisti ao BBB, e já na cama, sozinha, me peguei a pensar sobre o assunto. Fiquei pensando, imaginando…

Me vi em um metrô lotado (ainda que nunca ande de metrô), a caminho do trabalho. Um vestido soltinho, sandálias de salto alto e um decote discreto. Com uma das mãos segurando a bolsa e o note, a outra segurando uma das barras para não cair. O espaço, que já era apertado, desaparece na próxima estação. Há gente de todos os lados, praticamente espremidos dentro do vagão. O leve balanço de trem faz com que as pessoas se toquem, e logo sinto alguém encostado atrás de mim. Tento ir para frente, mas não há mais espaço. O pouco que consigo me mover, a pessoa atrás de mim se move junto, e agora não tenho mais como escapar. Espio de canto de olho, e vejo um negro alto, cabelos praticamente raspados, peito largo, bem vestido, olhando para o lado, sem me encarar. Começo a procurar um lugar para onde possa fugir daquele assédio.

Atrás de mim ele agora mexe o corpo, se encostando mais na minha bunda. Sinto aquele volume pressionando minhas nádegas, e escuto a sua respiração perto do meu ouvido. Mais uma vez tento me mexer, me curvando um pouco para frente, à procura de um lugar no vagão. Mas não há lugar, e o meu movimento praticamente o encaixou entre as minhas nádegas. Ele entendeu aquilo como um consentimento, e quando voltei o tronco para trás, ele sussurrou: “isso… agora vai começar a ficar bom!”. Que safado!

Atônita e sem saber o que fazer, sem ter como sair dali e não querendo fazer escândalo, comecei a sentir o seu pau endurecer atrás de mim, enquanto ele se movimentava lentamente e o roçava em mim. Sua respiração ficou mais ofegante em meu ouvido, e eu me perguntava se as pessoas em volta notavam a situação em que eu me encontrava. Olhei discretamente ao meu redor. Pareciam entretidos em suas próprias coisas, à exceção de um rapaz gordinho e cheio de espinhas, com fones de ouvido, que nos olhava sem disfarçar.

Como estava pressionada e não corria o risco de cair, e ainda indignada com a situação, baixei a mão que me segurava e na altura das minhas coxas, tentei empurrá-lo para trás. Quando ele sentiu a minha mão ali, não teve dúvidas: segurou meu pulso e perguntou no meu ouvido se eu queria “pegar nele um pouquinho”. Antes que eu pudesse dizer que não, colocou a minha mão entre os nossos corpos, entre o seu pau e a minha bunda. Meu Deus, era enorme!

Sabendo do dote que possuía e acostumado que devia estar de ostentá-lo, ele fez a minha mão correr por toda a extensão do seu pau, sobre a calça de tecido leve, e depois tirou-a dali. Me segurei novamente no trem, ainda impressionada com o tamanho, e ele, agora mais confiante, perguntou ao meu ouvido: “gostou?”. Não respondi.

Senti sua mão espalmando minhas coxas, e subindo áspera sob meu vestido. Virei bruscamente a cabeça para trás, e ele parou o movimento, mas não tirou a mão. “Para”, falei baixinho. “Não gosta?”, ele devolveu, os lábios quase roçando a minha orelha. “Não é isso…”, comecei a falar e parei. Onde estava com a cabeça? Me explicando para aquele homem que praticamente abusava de mim dentro do metrô? Virei o rosto para frente novamente, não sem antes ver um pequeno sorriso nos seus lábios.

Alguns segundos depois senti a sua mão escorregando até a minha bunda, entre nossos corpos. Novamente tentei me mexer, e mais uma vez acabei facilitando seu movimento. Os dedos tocaram minha calcinha pequena, e acompanharam ela até o meio das minhas pernas. Ele foi um pouco para o lado, agora roçando o pau na minha nádega direita. Com facilidade e uma habilidade provavelmente adquirida após muito fazer isso no metrô, ele afastou a minha calcinha e tocou meus grandes lábios. “Uhmm… Gosto de raspadinhas…”, ele sussurrou na minha orelha, e foi movimentando os dedos. Instintivamente abri um pouco as pernas, e senti a minha umidade. Ele também sentiu, e falou: “Raspadinha e meladinha… delícia!”. Eu não acreditava que estava me entregando daquela maneira a um desconhecido.

Ele forçou um dedo para dentro de mim, e senti meus mamilos enrijecendo, marcando o tecido do meu vestido. Olhei para eles e depois para o rapaz dos fones de ouvido que, com a boca aberta, não acreditava no que estava vendo. O dedo era grosso e áspero, e entrava mais fundo na minha buceta, e eu pensava que se o dedo dele era assim, imagina o pau!

Minha estação passou, e eu não quis descer. Meu mel escorria entre as pernas, e aquele pau enorme apertava a minha bunda. Mas o vagão começou a esvaziar, e não podíamos mais ficar colados daquele jeito. Foi quando liberaram dois lugares no banco duplo à nossa frente, e ele sentou-se na janela e eu no corredor. Nessa hora pude olhar melhor pra ele. Era um negro bonito, mas evitava olhar nos meus olhos. Trazia uma mochila que, ao sentar tirara das costas e agora levava no colo, provavelmente para disfarçar a ereção. Coloquei minhas coisas no colo também e, para surpresa dele, enfiei a minha mão sob a mochila, até pegar no seu pau. Mexi nele sobre as calças, sentindo o seu contorno, a sua extensão. A próxima estação era a do Centro, e meio sem jeito ele me perguntou: “desce comigo?”. Sem nem pensar, concordei.

Ainda com a mochila em frente ao corpo, ele levantou e nos encaminhamos à porta. Ao meu lado surgiu o rapaz dos fones de ouvido, que me perguntou meio sem jeito: “amanhã posso ir atrás de você?”. Sorri e balancei afirmativamente a cabeça.

O negro me pegou pela mão e saímos da estação. Ele guiava o caminho, e eu apenas o seguia. Duas quadras dali entramos em um hotelzinho fuleiro. Ele pediu um quarto ao atendente, e subimos um lance de escadas. Quando passamos pela porta, ele praticamente me jogou na parede. Arrancou meu vestido pelo pescoço, e passou a beijar o meu pescoço. Colou a sua boca na minha, e enfiou a língua, em busca da minha. Suas mãos grandes apertaram meus seios, beliscaram meus mamilos, que logo depois ele abocanhou. Eu segurava sua cabeça, doida pra que ele tirasse as calças e eu pudesse ver o seu pau. Ele foi beijando e mordiscando a minha barriga, e de repente me virou com o rosto contra a parede. Mordeu a minha bunda, arrancou a minha calcinha, e, abrindo as minhas nádegas com as mãos, enfiou a língua no meu cu. Eu me contorcia e arranhava a parede de tesão.

Me pegou no colo e me jogou na cama, e começou a tirar a sua roupa. Fiz menção de tirar as sandálias, mas ele não deixou. “Fica de salto alto, igual a filme de putaria. Tu tem cara de quem faz filme de putaria.”. Não sei se aquilo era um elogio, mas eu gostei. Ele tirou a camisa, exibindo um tórax perfeito, músculos definidos e sem pelos. Tirou os sapatos, as meias, e finalmente baixou as calças. Estava sem cuecas. Aquele pau preto, imenso, apontava para mim, como que me convidando ao prazer. Orgulhoso do que tinha, ele permaneceu parado à minha frente, desafiando-me a dar o próximo passo. Não tive dúvidas. Sentei-me à beira da cama, e tomei-lhe nas mãos. Minhas duas mãos juntas não o cobriam por inteiro. Coloquei a cabeça na boca e pus-me a chupar. Tinha dificuldade, devido ao tamanho e a grossura. Tentava enfiar o máximo que podia na boca, até quase engasgar. Depois brincava com a língua na cabeça, enquanto massageava seu saco depilado.

Ele me chamava de puta, dizia que eu era só mais uma que ele pegava no metrô. E eu pensava que queria pegar mais daqueles. Imaginava aquele pau negro despejando porra branca em todo o meu corpo, um contraste delicioso. Ele batia o pau no meu rosto, e perguntava se eu agüentaria aquilo tudo no cu. Eu dizia que sim, que queria ele todo dentro de mim. Ele me mandava ficar parada, com a língua de fora, e fazia seu pau mexer sozinho, batendo a cabeça dele na minha boca. O pau pulsava como se tivesse vida própria.

Sem agüentarmos mais, ele veio sobre mim. Abriu bem as minhas pernas e posicionou o pau na entrada da minha buceta. Foi empurrando para dentro devagar, e a sensação que eu tinha era de perder o ar, de dor, de tesão. Entrou tudo, e ele começou a estocar. Enfiava e tirava com força, me rasgando, me fazendo delirar. Eu baixava os olhos para ver aquilo tudo sumindo dentro de mim, para ver o contraste daquele mastro negro com a minha pele branca, com a minha buceta rosada. Cravei minhas unhas nas suas costas e gozei, aos berros e sentindo meu corpo inteiro tremer.

Ele saiu de dentro de mim e ficou em pé sobre a cama, um pé de cada lado do meu corpo. Começou a masturbar seu pau imenso, me perguntando se eu queria leite. Eu gemia e dizia que sim, que queria tomar banho com a sua porra. E assim ele gozou, espirrando sua porra quente e grossa por todo o meu corpo, do jeito que eu havia imaginado.

E assim eu gozei sozinha, no meu quarto escuro, com meus dedos dentro de mim, fantasiando essa improvável situação. Ou não será tão improvável assim?

Troca de casais – Parte II

26 fev

Leia a primeira parte clicando aqui!

A língua do Marcelo brincava nos biquinhos durinhos dos seios da Patrícia, que com a cabeça jogada para trás, passara a gemer de tesão. Ele segurava os seios com as duas mãos, e deslizava a boca de um para o outro, enquanto eu e o Ricardo olhávamos a cena extasiados. Eu, totalmente nua e já excitada com tudo que estava acontecendo naquela noite, liberei o pau do Ricardo da cueca, e passei a masturbá-lo, sem tirar os olhos do que o outro casal fazia.

A Patrícia ficou em pé, e o Marcelo deslizou sua calcinha pelas coxas, devagar e olhando nos meus olhos, até deixá-la no chão. Virou-a de costas pra ele e de frente para nós, e correu a língua nas costas dela, até chegar na bunda, que ele mordiscou enquanto ela olhava para o pau do Ricardo sendo masturbado por mim. Depois ele fez com que ela sentasse no sofá, na beirada, com as pernas bem abertas, exibindo para nós sua vagina rosada e com os pelos bem aparados, antes de colocar-se entre as pernas dela e começar a lambê-la. Ela gemia alto, por vezes de olhos fechados e em outras olhando a nossa cena de masturbação. Sem agüentar mais, esticou a mão e fez um sinal, pedindo que nos aproximássemos.

Chegamos perto e, sem titubear, ela levou a mão até o pau do Ricardo. Mudou a posição do corpo, ficando mais de lado, e sem parar de ser chupada, colocou-o na boca. Beijei a boca do Ricardo, roçando meus mamilos intumescidos em seu braço, quando senti uma mão subindo pelas minhas pernas, procurando a parte interna das minhas coxas. Era o Marcelo, que sem parar de chupar a Patrícia, agora tocava com a ponta dos dedos a minha buceta melada. Abri um pouco as pernas, para facilitar o seu trabalho.

Ele deslizou os dedos pelos grandes lábios, e depois penetrou o dedo médio devagar. Mexeu-o um pouco dentro de mim, e depois o tirou, molhado pelo meu tesão, e ofereceu-o à Patrícia, que parando de chupar o Ricardo por alguns segundos, provou o gosto da minha buceta nos dedos do Marcelo. Ela sorriu para mim, disse algo como “que gostoso”, e voltou ao pau do Ricardo, que agora acariciava meus seios.

O Marcelo saiu do meio das pernas da Patrícia, e ficou em pé atrás de mim. Encostou o corpo ao meu, e senti seu pau duro ainda sob a cueca. Beijou e mordeu a minha nuca, meus ombros, e me levando um pouco mais para o lado, foi descendo a língua pelas minhas costas, me curvando para a frente. Levei as mãos ao encosto do sofá, e ele fez com que eu ficasse de joelhos sobre o assento. Com as pernas ligeiramente abertas, ele continuou descendo a língua, passando levemente pelo meu cu, até chegar na buceta. Eu, praticamente de quatro no sofá, tinha a língua dele entrando e saindo de dentro de mim, enquanto a poucos centímetros do meu rosto via a Patrícia lambendo com gosto a cabeça do pau do Ricardo.

O Marcelo agora lambia a minha bunda, enquanto me masturbava com os dedos. Ele sabia bem como fazê-lo, me fazendo delirar de tesão, e se eu não tomasse uma atitude o quanto antes, logo iria gozar. Com muito custo livrei-me dos seus dedos e da sua boca, e virando-me de frente para ele, baixei a sua cueca. Fiz com que ele sentasse no sofá, e de joelhos no chão, passei a chupá-lo e a massagear o seu saco.

A Patrícia levantou-se e subiu as escadas, e o Ricardo sentou ao lado do Marcelo no sofá. Estiquei o braço e passei a masturbá-lo, enquanto chupava o pau do dono da casa. Ela voltou e jogou sobre o sofá algumas camisinhas, e logo postou-se ao meu lado no chão, no meio das pernas do Ricardo, e voltou a chupá-lo. Perguntei a ela, com a maior cara de safada: “me ensina como ele gosta de ser chupado?”, e ela momentaneamente parando de tocar meu namorado, debruçou-se sobre as pernas dos dois e chupou o marido dela. Fiquei olhando, cheia de tesão, como ele fazia, e enquanto ela descia a língua pela base do pau, abocanhei a cabeça. Passamos a chupá-lo juntas, fazendo-o arfar de prazer. Nossas línguas se tocaram, e demos um beijo a três: eu, ela e o pau do Marcelo.

“Agora me diz como ele gosta…”, ela ronronou, virando-se para o Ricardo. E lá fomos nós duas para o pau dele. Enquanto eu chupava o saco, ela dava voltas com a língua na glande. Alternávamos as posições e nos beijávamos, deixando os dois homens loucos de tesão. Ela desceu a língua até meus seios, e lambeu-os com carinho, por vezes chupando com desejo, e eu não me controlava mais. Meu prazer escorria pelas minhas coxas, enquanto meus dedos tateavam entre as coxas dela. Toquei de leve seu clitóris, e ela gemeu baixinho. Escorreguei um dedo para dentro, sentindo-a quente e molhada. Os dois homens, extasiados, se masturbavam nos olhando.

Ela me deitou sobre o tapete, e sua língua tocou a minha buceta. Um toque totalmente diferente do que havia recebido do Marcelo, mais suave, mas igualmente delicioso. Ficou me lambendo em movimentos circulares, enquanto eu me contorcia do chão. Pedi que ela viesse sobre mim, e começamos um 69 delicioso. A sua vagina tinha um gosto bom, e assim como eu, escorria de tesão. Seu clitóris durinho recebia a minha língua para cima e para baixo, fazendo-a rebolar sobre meu rosto. Ou a gente parava com aquilo, ou mandávamos os dois rapazes para a piscina e nos divertíamos sozinhas. Era muito bom!

Com muito custo conseguimos nos separar, ainda que momentaneamente, e voltamos nossa atenção para os dois. A Patrícia pegou uma camisinha para cada uma de nós, e pude me exibir colocando-as nos dois, com a boca. O Marcelo não acreditava que aquilo estava acontecendo, e exigiu que eu ensinasse a sua esposa. rsrsrs Mas agora não iria ensinar nada, estava era louca de vontade de tê-lo dentro de mim. Subi no sofá, sobre ele, segurei o seu pau pela base e larguei meu corpo, entrando tudo de uma só vez, me abrindo, me alargando, dando aquela dorzinha gostosa que logo vira prazer. Ele gemeu, surpreso, e me puxando para si, beijou a minha boca e meus seios. Passei a subir, quase tirando todo o pau dele de dentro de mim, e a descer, sentindo seu saco batendo na minha bunda. Com os pés sobre o sofá, sem me segurar em nada, rebolava na cabeça do seu pau, e depois enfiava-o até o fundo. Ele apertava meus seios, me segurava pelos quadris, tentando ritmar meus movimentos, mas eu fazia o que queria. Sobre ele, tinha o controle da nossa trepada.

A poucos metros de nós, a Patrícia estava de quatro em um poltrona, enquanto o Ricardo estocava o pau na sua buceta. Ele metia forte, e ela pedia mais. O Marcelo olhava pra eles, olhava pra mim, e pedia que eu diminuísse o ritmo, pois não agüentaria de tanto tesão. O Ricardo agora puxava-a pelos cabelos, enquanto ela dizia coisas como: “me fode”, “mete tudo”, “me rasga”… Ela gostava do babado! rsrsrs

Eu diminuí o ritmo a pedidos do Marcelo, que desviava o olhar extasiado entre o pau dele entrando dentro de mim e a sua esposa tendo o pedido de levar tapas na bunda atendido pelo meu namorado. Ela rebolava a cada tapa, e pedia mais, dizia que era uma cadela que gostava de apanhar, que assim iria gozar, e então desmanchou-se em um gozo longo, tremendo sobre a poltrona, com a bunda arrebitada, até deixar o corpo cair. O Marcelo avisou que não estava agüentando mais, e rapidamente saí de cima dele. Pedi que ficasse de pé, e me ajoelhei no chão. Chamei o Ricardo, arranquei a camisinha dos dois, e passei a chupá-los alternadamente. Chupava um e punhetava o outro, e então pedi que os dois gozassem sem cima de mim.

O Marcelo gozou primeiro, despejando a sua porra quente e grossa sobre os meus seios, ombros, barriga… Depois foi a vez do Ricardo, que gozou no meu rosto, fazendo escorrer pelo meu queixo, indo misturar-se com a porra do outro. Olhando a cena, ainda amolecida pelo gozo, a Patrícia deslizou para o chão e veio engatinhando até onde eu estava. Lambeu meus seios, cheios de porra dos dois homens, subiu a língua pelo meus pescoço, lambeu meu rosto, me pegou pela mão e disse: “vem, vamos tomar um banho…”.

Depois do nosso delicioso banho juntas, nos despedimos. A noite havia sido ótima, mas já estava tarde. Entramos no carro, não sem antes combinarmos de nos vermos outras vezes, e fomos para casa. Era o fim das nossas férias, e acho que fechamos com chave de ouro, não?

Parte I – Transando com outro, na frente dele

18 jun

Eu tinha um namorado, acho até que já falei dele, que abriu a minha cabeça para o sexo. Me ensinou a falar o que me desse na telha, a fantasiar sem limites e sem pudores. E me deu coragem pra realizar algumas fantasias, minhas e dele.

Ele tinha muita vontade de me ver com outro homem. Não era eu, ele e mais um. Era eu e mais um, e ele apenas olhando. Eu dizia que nunca conseguiria, ainda mais sem a participação dele. Que teria vergonha, que tinha medo de magoá-lo, e essas coisas… Mas ele não desistia! Ia me excitando, falando como seria, aproveitando os momentos que eu estava com mais tesão, e passei a considerar a idéia.

Mas e a terceira pessoa, quem seria? Essa passou a ser a parte mais difícil do plano. Um profissional? Seria artificial demais. Um amigo? Seria estranho. Uma casa de swing? Não era bem o que se tinha em mente. E assim seguíamos, sem nada acontecer, e eu de certa forma aliviada. rsrsrs

Certa noite teve o casamento de uma prima dele. Ela morava em uma cidade relativamente longe, e no mesmo hotel onde foi o casamento a maioria dos convidados de fora da cidade ficaram hospedados. Viajamos na sexta à noite, e no sábado antes do casamento mal nos vimos. Acordamos tarde, e o resto do dia passei praticamente no salão de cabeleireiro.

Depois da cerimônia religiosa, todos ao salão do hotel para a festa. Festa essa que estava divertidíssima. Boa música, muita champanhe, muita gente bonita. Os noivos estavam radiantes, e passavam toda essa felicidade aos seus convidados.

Como meu namorado havia confirmado a presença em cima da hora, acabamos ficando em uma mesa longe da família. Era um pessoal jovem, divertido e solteiro. Quando fomos dançar, já com o efeito da bebida na cabeça, um dos rapazes passou a se insinuar pra mim. Me puxava pra dançar com ele, fazendo o possível para nossos corpos se tocarem. Olhei para meu namorado, que piscou e sorriu pra mim. Tudo bem, pensei, estou liberada.

Dancei, instiguei, me insinuei, deixando o rapaz doido. Olhava pra mim e procurava meu namorado, que conversando com outras pessoas, se fazia de desentendido.

Ele tentou me beijar, mas não queria fazer isso na frente dos outros, principalmente da família do meu namorado. Veio uma música mais calma, e dançando abraçada no rapaz, escutei-o dizer que queria ficar a sós comigo. Ele era bonito, estávamos animados, mas confesso que em uma situação normal não teria levado adiante. Mas pensei na fantasia do meu namorado, e que poderia ser bem excitante… E então falei no ouvido dele: “sozinha com você, não fico. Mas se meu namorado for junto, eu topo agora”. Ele me olhou, desconfiado. Eu passei a língua nos lábios, mostrando que não estava de brincadeira. Disse a ele o número do quarto, e deixei-o sozinho no meio do salão.

Fui até a mesa, peguei meu namorado pela mão, e saímos. No elevador puxei-o para mim, e avisei: “vou transar com ele na sua frente”. Ele ficou maluco, beijou a minha boca, ficando excitado na hora.

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CONTINUA…

Chopp e sexo na sexta-feira

27 abr

Na sexta-feira passada saí com o pessoal do trabalho. Fomos na Calçada da Fama, a região de bares legais aqui da cidade. No início éramos em torno de dez ou doze pessoas, todos bebendo chopp e conversando animadamente. À medida que ia ficando tarde, o pessoal começou a dispersar. Alguns foram jantar com a família, outros tinham outros compromissos. Quando vi já era onze da noite, e sobrara eu, duas amigas e mais um colega de trabalho. Mais uma rodada de chopp, e a idéia que surgia na mesa era que deveríamos sair daquele bar e procurar um lugar pra dançar.

Já no banco de trás do carro do meu colega e um pouco alegrinha pelo chopp, resolvi ligar pro Ricardo, e ver se ele queria ir dançar conosco. Quando peguei o celular, tinha três chamadas não atendidas, todas dele. Devia estar brabo comigo (homem tem essa coisa, né? a gente não ouve o celular, e eles ficam putos. mas eles podem não atender quando estão vendo o jogo, quando estão com os amigos… tudo é motivo!). Liguei pra ele, que atendeu, mas meio seco disse que tinha tentado falar comigo, e como eu não atendera, agora estava “queimando uma carne” (às vezes ele pensa que tem 18 anos) com os amigos. Ok, pensei eu, fica aí comendo e eu fico aqui dançando. Agora quem estava braba era eu. rsrsrs

O lugar escolhido estava cheio e animado. A música era da melhor qualidade, e logo estávamos os quatro dançando alucinadamente. Na terceira ou quarta música uma das meninas já estava aos beijos com nosso colega. Nem sei bem como, mas sempre tínhamos uma garrafinha de cerveja na mão, e cada vez mais tontinha era difícil achar o caminho pro banheiro.

E foi em uma dessas idas ao banheiro, em uma das inúmeras abordagens, que conheci o rapaz. Era bem novinho, acho que do tipo que “queima a carne”. Eu disse que ia ao banheiro, e ele se ofereceu pra ficar na fila comigo. Falava muito pouco, mas me olhava com carinho e desejo. Quando entrei no banheiro, me prometeu que estaria esperando quando eu saísse. Dito e feito. Me pegou pela mão, perguntou se eu queria dançar ou beber alguma coisa. Pensei em beber, mas já tinha bebido demais, e resolvi dançar.

Fomos mais rápidos que meus colegas. Na primeira música já estávamos aos beijos, e eu desejando cada vez mais o contato do corpo dele com o meu. Suas mãos tocavam minhas costas, minha nuca, me puxavam contra ele, e eu me deixava levar. Em menos de quinze minutos me despedia do pessoal do trabalho e saía no carro dele.

Fomos para um motel, e quando entramos no quarto ele me empurrou contra a parede e me beijou com ardor e tesão. Suas mãos subiam pela minha barriga, de encontro aos meus seios, enquanto as minhas desciam seu peito, de encontro ao seu pau. Toquei-o, grande e duro, sobre as calças e não contive um gemido de desejo. Ele abocanhou meus seios, fazendo minhas pernas ficarem bambas de tanto tesão. Depois me pegou no colo e me levou pra cama.

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Ele tirou a minha roupa, peça por peça, beijando e sugando cada parte do meu corpo. Eu não me segurava mais, e quando a pontinha da sua língua tocou meu clitóris, tive o primeiro orgasmo da noite. Beijou meus pés, pernas, coxas, barriga, tudo… Quando tirou toda a sua roupa, não resisti. Fui pra cima dele. Mordisquei seu peito, sua barriga, e por fim caí de boca no seu pau. Fazia-o entrar e sair da minha boca, enquanto com os dedos tocava suas bolas.

Coloquei a camisinha com a boca, o que provocou ainda mais tesão nele, e simplesmente montei no seu pau. Subia, descia, dava aquela mexidinha que o Ricardo tanto gosta, e rebolava com prazer. Estávamos os dois com muito tesão, e logo gozamos juntos. Mas ele continuava pronto! Me colocou de quatro na beirada da cama, ficou em pé, trocou a camisinha e logo metia tão fundo que chegava a doer. Confesso que doía, mas eu estava gostando! rsrsrs Ele gozou assim, me levantando pelos quadris e gemendo de prazer.

Descansamos um pouco, conversando e trocando carinhos. Ele deitado de lado, eu de bruços na cama. Enquanto conversávamos, sua mão descia minhas costas e entrava pelo meio das minhas pernas. Deixei-as ligeiramente abertas, e agora sentia seus dedos entrando na minha buceta melada. Fechei os olhos e curti o toque. Já com o quadril arqueado, senti seu dedo tocando minha bunda. Ele forçou, e eu deixei. E assim gozei mais uma vez…

No sábado recebi uma mensagem dele, dizendo que tinha adorado a noite. E que, já que começamos da maneira inversa, na próxima vez ele quer me levar pra jantar. Bem criativo ele, adorei!

 


Eu vi o que você fez e sei quem você é!

17 jul

 

Bem, não foi a frase do título desse post que escutei quando atendi o telefone, mas poderia ter sido.

Foi um ou dois dias depois da minha transa na sacada. Fazia pouco tempo que tinha entrado em casa, e o telefone começou a tocar. Na primeira vez que atendi, desligaram. Isso me irrita profundamente. Na segunda, já atendi um pouco ríspida, e a pessoa se desculpou:

– Oi, me desculpe… Estou procurando uma pessoa, e desliguei na primeira vez…

Era um homem, e mesmo com sua voz bonita e seu pedido de desculpas, não quis dar muito papo.

– Ok. Mas não deve ser nesse número não.

Já ia desligando, quando ele falou:

– Eu acho que é, sim. Nos outros números só atenderam velhas ou crianças, e tenho certeza que nenhuma delas faz sexo na sacada.

Puta que pariu! Quase caí pra trás. Fiquei sem ação.

– Acho que acertei o número. – ele falou, agora cheio de confiança, mas ao mesmo tempo cuidadoso para não me assustar.

Ele continuou:

– Não quero chantagear você, nem fazer nada de mal… Na verdade eu queria era agradecer o espetáculo. – ele seguiu falando, tentando fazer com que eu não desligasse – Também não quero encontrar você, não vou seguí-la pelas ruas, nem nada disso. Apenas quis fazer um contato, porque… sei lá, eu precisava, sabe? Não vou comprar uma luneta, nem ficar cuidando você 24 horas.

Confesso que estava assustada. Era óbvio que alguém devia ter nos visto naquele dia. Na hora, pensar nisso me excitou ainda mais. Mas agora eu não sabia o que fazer. E se esse cara fosse um maníaco?

– Como é o seu nome? – perguntei, na esperança de descobrir alguma coisa.

– Não importa, não vamos nos conhecer, nem nos encontrar… Eu sei que você tem namorado, é que eu sem querer vi o que aconteceu naquele dia, e precisava falar com você.

– Namorado não, noivo. – menti, como se fizesse alguma diferença – Bom, agora já falou, né?

– Sim, mas eu queria que você soubesse que foi ótimo ver você, o jeito que você mexia, que rebolava, eu sentia que era eu que estava ali com você.

“Safado! Abusado! Tarado!”, tive vontade de gritar. Mas quem tinha ido trepar na sacada era eu, não era? Agora tinha que agüentar.

– Tá, mas olha só, meu noivo vai chegar e…

Ele me interrompeu:

– Eu sei que provavelmente você vai desligar, e que nunca mais iremos nos falar. Pelo menos deixe eu lhe dizer como me senti…

Fiquei sem ação. Ele deve ter entendido como um sim. Tá, confesso que eu fiquei curiosa, era mais ou menos um sim. Ele continuou:

– Eu vi na hora que você foi pra sacada. Com aquele casaco aberto por cima, mal cobria seus seios. Fiquei escondido atrás da cortina torcendo pra que você tirasse o casaco. Depois você virou meio de lado, que corpo lindo você tem!

– Obrigada. – me ouvi agradecendo, sem me dar conta que dava mais corda pra ele.

– De nada. Sabe, se eu fosse o seu noivo, teria feito a mesma coisa que ele. Teria chegado por trás, tocado em você. Mas teria tocado mais, teria passado minhas mãos por todo o seu corpo, sua nuca, seus seios. Eu adorei seus seios! Você gosta que toquem neles? Você gosta que apertem?

– Gosto. – Que burra, tinha acabado de entrar no jogo dele.

– Eu ia apertar os seus seios, enquanto mordiscava a sua nuca. Isso iria te deixar toda arrepiada, né? Eu aposto que você iria adorar. Logo estaria roçando a bundinha em mim.

O filho da puta sabia como fazer. Me peguei imaginando aquela cena.

– Mas sabe o que eu faria? – ele continuou – Eu me abaixaria, lambendo as suas costas, descendo… Abriria as suas pernas e lamberia você por trás. Imagina só, você ali, com a cabeça pra fora, olhando lá embaixo, e eu lambendo você.

Fechei os olhos. Estava começando a ficar excitada. Ele deve ter notado, pela minha respiração, ou por eu não ter desligado ainda, sei lá.

– Você gostaria assim, não gostaria?

– Sim, acho que sim. – respondi meio gaguejante.

A cena se formou na minha cabeça. Não imaginava nem o visual que tinha visto naquele dia, imaginava apenas uma sacada, eu com as pernas abertas olhando lá embaixo, e uma língua desconhecida lambendo tudo… minha buceta, meu cuzinho. Senti minha calcinha melada entre as pernas.

– Aposto que você ia rebolar na minha língua, enquanto beliscava seus próprios mamilos.

O desgraçado sabia o que falar. Desci minha mão entre minhas pernas, não querendo acreditar que estava tão melada.

– Eu vi naquele dia que você rebola gostoso.

– Viu, é? – respondi, sentido minha excitação nos meus dedos. Tirei a calcinha.

– Sim, adorei você rebolando… Eu nem teria comido você do jeito que ele comeu. Teria feito em pé mesmo, atrás de você. Só pra ver o jeito que você rebola. Eu ia mandar você rebolar, com a cabeça do meu pau dentro de você… Você gosta assim, né?

Eu já estava me masturbando, e tinha certeza que ele também. A voz dele era de excitação, a respiração pesada, e a minha não devia estar diferente.

– Gosto assim, gosto de tudo que é jeito.

– É mesmo? De tudo que é jeito? Sabe aquela mesa que tem na sua sacada? Eu comeria você ali em cima, também. De barriga pra cima, as pernas estendidas e abertas, os seios balançando cada vez que eu metia mais forte.

Ele ainda falou mais, falou de outras formas e posições que me comeria, e acabamos gozando juntos, ele gemendo de um lado da linha e eu de outro.

Marcamos de conversar de novo dali a dois dias, e mais uma vez tivemos prazer. Assim seguimos por bastante tempo. Não posso dizer que ficamos amigos, pois só falávamos sacanagem. Nunca soube nada da vida dele, e nem ele da minha.

Sempre quis encontrá-lo. Queria testar aquela química toda ao vivo. Tinha certeza que pegaríamos fogo. Mas ele nunca aceitou, não sei porque.

Um dia ele me ligou meio triste, dizendo que era a nossa “transa” de despedida. Não quis me explicar a razão, mas disse que um dia faria contato comigo de novo.

Me mudei, troquei de telefone, e acabamos nunca mais nos encontrando. Quem sabe ele não lê isso aqui, né?

 

No escuro do cinema

4 jul

 

Eu achei estranho que, com o cinema tão vazio, aquele casal tenha sentado bem ao meu lado. Eu já tinha reparado neles antes, quando compraram suas entradas. Ele era bem mais velho que ela, uns vinte anos com certeza. E ela não era feia, me pareceu apenas “sem sal”.

Eu tinha levado um bolo. Na última hora minha companhia não pôde ir, e fiquei sozinho, com duas entradas na mão em um cinema com menos da metade da lotação.

Sentei bem atrás, meio que querendo ir embora. E quando as luzes se apagaram, o tal casal sentou-se ao meu lado.

Logo que o filme começou, senti o braço dela tocando no meu. Cedi o braço da poltrona pra ela, com educação. Mas logo depois senti a perna deslizando pela minha. Não podia ser verdade!

Olhei surpreso pra ela, que me sorriu discretamente. E depois pra ele, que permanecia com os olhos na tela. Ela escorregou a mão do braço da cadeira e colocou-a na minha coxa. Tinha unhas compridas, pintadas de vermelho, e passava a ponta delas de leve em minha calça jeans.

Acho que de tanto eu olhar de um para o outro, pra ver se o homem concordava com o que estava acontecendo, ele levantou-se. Mas ela nem tomou conhecimento, continuou com a mão na minha coxa, agora já um pouco mais pra cima. Ele distanciou-se de nós umas três poltronas, como se me encorajasse a ir além.

Com a mão dela já no meu pau, mesmo que por sobre a calça, decidi agir também. Toquei nos seus seios, sentindo os biquinhos intumescidos nos meus dedos. “Abre a calça…”, ela me pediu baixinho. Abri, e ela com maestria, começou a me masturbar. Passei a mão nas suas pernas, nas coxas, e toquei a buceta sobre a calcinha molhada. Tentei colocar a mão por dentro, mas ela não deixou: “Agora não…”.

Escorregou para o chão, e entre minhas pernas, abocanhou meu pau. Chupava a cabeça por algum tempo, para logo em seguida engolir até quase a garganta. Depois tirava e passava a língua na ponta, me olhando, como se tivesse lido meu pensamento que ela era sem sal. Esticava a língua, deixando-a bem na ponta do meu pau, enquanto punhetava-o com vontade. Incrédulo, eu olhava pros lados, com a sensação de que todos estavam vendo. Mas só quem via e parecia aprovar era o homem que a acompanhava, que se tocava discretamente.

Ela era boa no que fazia, e eu tentei segurar o máximo que pude, mas depois de algum tempo não deu mais: gozei forte, tentando segurar meus grunhidos, e ela recebeu tudo na boca, com satisfação.

Levantou-se e foi até o homem, beijando-o na boca com o gosto da minha porra. Ele agarrou-a com força e puxou-a pro seu colo. Transaram sem fazer barulho, mas com ardor e paixão, sempre aos beijos e com ar apaixonado. Depois de recompostos, levantaram-se e saíram, sem nem me olhar.

Ainda fiquei até o final do filme, embora não o tenha visto, propriamente dito. Fiquei ali pensando naquela estranha situação que acontecera. E fiquei com uma sensação de ter sido usado para o prazer deles. Mas tudo bem. Se for pra ser usado assim, que seja mais vezes!