Tag Archives: sexo ao ar livre

Sábado radical: wakeboard e sexo!

9 dez

Sábado passado fizemos uma coisa que há tempos estávamos querendo fazer, mas sempre ou tínhamos algum compromisso, ou chovia, ou qualquer outra coisa nos impedia. As dez da manhã ele me pegou em casa, e por incrível que pareça, eu já estava pronta! rsrsrsrs

No caminho ele ligou pro marinheiro e pediu que a lancha fosse colocada na água. No banco de trás, o novo brinquedinho: a prancha nova de wakeboard, comprada há meses e ainda não usada. Já há alguns anos nós praticamos o wake, e modéstia à parte, me saio tão bem quanto ele sobre a prancha. rsrsrs Não faço grandes e nem tão radicais manobras, mas dou alguns saltos e me divirto muito!

 

Um dia chego lá!

Saímos do clube e, ao invés de irmos pros canais entre as ilhas, aonde a vai a maioria do pessoal, rumamos pro sul, para uma baía conhecida como “tranqüilo”, por causa das suas águas calmas, perfeitas para esquiar e praticar o wake.

O Ricardo timoneava a lancha, enquanto eu me trocava e ia arrumando as coisas. Biquíni e roupa de borracha, e depois amarrar a corda no lugar, ver se não está enrolada ou com algum nó… Quando ele me viu pronta e com tudo certo pra pular na água, deu risada. Comentou que eu não daria a chance de ele estrear a prancha nova. “Sem chance”, respondi.

Fui primeiro pra água, e não fiz feio. Consegui saltar na onda que a lancha fazia, uma só mão no manete e a outra segurando a prancha, e me manter em pé na volta! rsrsrs Claro que levei vários tombos, mas isso faz parte e acreditem: é divertido!

Depois de bastante tempo, me preparei pra subir à bordo. O Ricardo desligou o motor, pra evitar acidentes, e me puxou pra cima. Soltei os pés da prancha, e fiquei em pé, de frente pro Ricardo. Eu estava agitada, elétrica pelo que havia acabado de fazer, e toda molhada, dei um beijo na boca dele. Um beijo quente, apesar da água fria. Toquei seu rosto com meus dedos enrugados e murchos, e mal pude sentir a sua pele. Azar. Era bom igual. Olhei em volta. Nenhum outro barco nos fazia companhia. Abri minha roupa de borracha, e com todo o movimento que havia feito, meus seios já não estavam mais dentro do biquíni. Os mamilos duríssimos eram um misto de frio e excitação. As gotas d’água pingavam do meu cabelo e escorriam na minha pele.

O Ricardo deu um passo pra trás, me olhou e disse:

– Não te mexe, vou jogar a âncora.

Virou pra proa do barco, deu dois passos, e virou-se pra mim de novo.

– Sério. Se tu te mexer, te jogo na água e vou embora. – e sorrindo, completou – Tu tá linda assim.

Jogou a âncora e voltou. Parou na minha frente, um sorriso lindo nos lábios, e me puxou para si. Lambeu meus seios com carinho, como se fossem algo precioso. Roçou o rosto neles, me arrepiando com sua barba por fazer. Tateei seu corpo em busca do seu pau, que já encontrei duro. Masturbei-o sobre a bermuda, que pedi que ele tirasse.

Ele baixou a bermuda, enquanto eu tirava a roupa de borracha e a parte de cima do biquíni. Deitamos no convés da lancha e eu enfiei o seu pau na minha boca, ao mesmo tempo em que sentia seus dedos afastando meu biquíni e entrando dentro de mim. Me esfreguei toda nele, deslizando meu corpo e coloquei seu pau na entrada da minha buceta. Fiquei brincando, esfregando, sem deixá-lo penetrar.

– Dou ou desço? – perguntei, lembrando da nossa brincadeira na primeira vez que saímos de lancha (nesse dia ele me agarrou, me mostrou que só tinha água por todos os lados e disse: “dá ou desce?”).

Ele segurou meus quadris com força e me empurrou para baixo, enfiando tudo de uma vez só, e falou, trincando os dentes:

– Dá! Porque o próximo a descer sou eu pra andar na minha prancha nova!

Filho da puta! Eu ali sobre ele, e ele pensando no wake?

– Ah é? – respondi, fingindo brabeza – Tudo bem… Eu dou… – falava e rebolava – E depois você vai pra água… Mas vai demorar!

E demorou mesmo. Depois de alguns minutos fiz menção de parar, pra ele “poder andar na prancha nova”, mas ele implorou que não parasse. E quando acabou, começamos de novo…

E passamos o sábado assim, transando e nos divertindo. Valeu a pena esperar tanto tempo pra estrear essa prancha!

Na sacada

25 jun

 

Eu prometi, então vou começar a contar. Aí vai a primeira:

Era um domingo, tão chato como só um domingo consegue ser. Acordei tarde e fiquei enrolando na cama, mudando de um canal pra outro na TV. E então o telefone tocou.

Marcos, meu quase-namorado na época, estava voltando de viagem. Me disse que chegaria na cidade por volta das seis da tarde e que viria direto pra minha casa. Já fazia duas semanas que não nos víamos, e quase derreti com o telefone na mão quando ele disse: “estou morrendo de saudade e louco pra ver a minha putinha”. Eu também estava.

Levantei da cama com ânimo renovado e fui tomar um demorado banho. A vontade de estar com ele novamente e a minha imaginação fizeram o banho demorar ainda mais.

Saí pra almoçar perto de casa, para poder voltar logo e colocar em prática o que tinha imaginado no banho.

Quando o porteiro avisou pelo interfone que o Marcos estava subindo, destranquei a porta e fechei as cortinas. Com algumas velas acesas pela sala, Tom Waits tocando no cd player, o ambiente estava montado. Mas acho que ele nem percebeu nada disso, pois quando abriu a porta, carregado de malas e pacotes de presente, deu de cara comigo em pé, encostada na bancada, de cinta-liga, meias 7/8, corpete e só.

– Não estava com saudade da sua putinha? Aqui está ela. – eu falei.

Nunca vi alguém fechar a porta/largar as malas/se livrar de pacotes/começar a tirar a roupa em tão pouco tempo. Em segundos estávamos nos beijando e eu sentindo novamente suas mãos fortes no meu corpo todo. Me arrepiava com o simples toque das suas mãos na minha pele, e sentia seu pau duríssimo encostando em mim. Consegui abrir seu cinto, o zíper e libertar o pau de dentro da cueca, para logo aprisioná-lo de novo, só que na minha boca.

Não fiquei muito tempo chupando, estávamos os dois sedentos de uma trepada, penetração e gozo, mesmo. As preliminares poderiam ficar pra depois. E ali mesmo, na sala, sobre o tapete, com ele ainda de camisa, calça arriada nos calcanhares, sapato, eu subia e descia fazendo-o entrar e sair dentro de mim. Gozamos praticamente juntos, ansiosos de prazer que estávamos.

Deixei meu corpo cair sobre o dele, e ali ficamos, conversando e nos beijando, por um tempo.

Enquanto o Marcos foi ao banheiro, eu abri as cortinas e o céu estava naquele tom alaranjado, com o sol quase desaparecendo no horizonte. Peguei o casaco do Daniel que estava sobre o sofá, coloquei-o por cima dos meus ombros pra esconder um pouco a minha nudez, e fui pra sacada ver o por do sol.

Escorada no parapeito, senti o Marcos chegando por trás de mim. Como o casaco apenas passava um pouco dos meus quadris, ele aproveitou e colocou a mão entre minhas pernas. Logo seus dedos brincavam dentro de mim, e no oitavo andar, com o sol se pondo na minha frente, os carros passando na avenida lá embaixo, eu rebolava devagar, sentindo um prazer maluco.

Ele me puxou pra uma cadeira e me fez sentar no seu colo. Com seu pau dentro de mim, meus seios na sua boca e o mundo na minha frente, gozei. Gozei ali, na sacada, com pelo menos o por do sol como testemunha.


Dogging

3 jun

 

Você sabe o que é “dogging”? Eu nunca tinha ouvido falar, portanto não fazia a mínima idéia. Até que uma amiga me contou: é o termo usado para práticas sexuais exibicionistas ao ar livre.

E me disse mais, a minha amiga: que ela e o namorado praticavam sempre. E ainda perguntou se eu não tinha interesse em ao menos ver como era.

Entusiasmado que fiquei, logo fiz ela me explicar tudo direitinho. Funciona mais ou menos assim: existem locais pré-combinados entre as pessoas, como o estacionamento de uma praça, um drive-in, ou coisa do gênero. Os casais estacionam os carros ali e partem para a ação, vendo e sendo vistos uns aos outros. E, de certa maneira, por quem passar ou estiver por ali. Ela me contou que existem alguns códigos e regras, por exemplo: se as janelas do carro permanecem fechadas, apenas se pode olhar. Se as janelas estão abertas, pode interagir, desde que com a concordância do casal.

Por fim, me disse que na sexta-feira seguinte iria me ligar para me passar o local e o horário em que iriam “levar o cachorro para passear”*.

Claro que, quando contei pra Nathalia, ela ficou animadíssima com a idéia. Difícil foi esperar até a sexta-feira. Mil coisas passavam pela nossa cabeça, e estávamos cada vez mais excitados com a idéia.

Na sexta à noite, já com a informação do local no bolso, saímos para dar uma volta antes. A Nathalia não agüentava mais esperar! De saia curta, soltinha e sem calcinha, queria sair de casa. Eu dirigia pelas ruas da cidade, enquanto ela ao meu lado me instigava, dizendo o que faríamos dentro do carro, e o que ela queria ver os outros fazendo. Seus seios quase furavam a blusa, e só pelo seu olhar (que conheço bem) eu podia ver a excitação crescente.

Quando paramos no sinal vermelho e ao nosso lado, justamente no lado dela, parou um ônibus, ela olhou pela janela. Me disse que tinha três caras olhando pra ela da janela do ônibus. E disse que queria brincar com eles. Colocou o dedo médio na boca, olhando pra eles, e depois levou-o até o meio das pernas, já entreabertas e com a saia sendo levantada.

O sinal ficou verde e perdemos o ônibus de vista, mas ela continuava querendo aprontar. Não parou de se tocar e me excitar até chegarmos ao local combinado.

Pisquei os faróis duas vezes, como me fora orientado, e estacionei bem próximo de outros três carros que já estavam ali. No primeiro, a fraca luz que vinha dos postes da rua nos deixava ver um casal no banco de trás. A mulher com os seios de fora, e seu companheiro lambendo-os e deliciando-se. Ela olhou pra nós e sorriu.

No segundo carro os bancos estavam reclinados, e tivemos uma certa dificuldade em enxergar o que acontecia. O homem estava deitado no banco reclinado, enquanto a mulher, de joelhos no banco do passageiro, fazia-lhe sexo oral. Podíamos ver os quadris dela mexendo ritmados.

O terceiro carro era o da minha amiga e seu namorado. Acho que estavam esperando por nós, pois quando estacionamos ela desceu do carro e veio nos receber. Disse que estava feliz por termos aceitado o convite, e que esperava que ficássemos á vontade. Despediu-se dizendo que o namorado a esperava, mas que quem sabe não voltaria depois para juntar-se a nós.

Mas ela não entrou no carro. Abriu a porta do motorista, e seu namorado virou-se para fora. Ela desabotoou-lhe as calças, e agachada ali na rua colocou seu pau na boca. Olhei para o lado e vi a Nathalia boquiaberta com a cena.

Levei minha mão até o meio das suas pernas, que ela instintivamente abriu, e senti sua umidade. Fiquei acariciando-a, enquanto ela trocava de um carro para outro o seu olhar. Tateou meu colo até conseguir abrir minhas calças e liberar meu pau, que passou a masturbar, sem tirar os olhos do que acontecia em volta. Ela estava cada vez mais excitada, eu podia sentir nos meus dedos, mas parecia em transe.

Nos carros, o sexo já rolava solto. A mulher que antes tinha os seios chupados, agora cavalgava sobre o seu acompanhante. A minha amiga, ainda fora do carro, estava sentada no colo do namorado, mexendo sem parar. Senti a Nathalia estremecer, apertar minha mão entre as pernas, e jogando a cabeça pra trás e apertando meu pau com a mão esquerda, gozar.

Depois de alguns minutos recomeçou a me masturbar, e com a cara mais safada do mundo, e competitiva como toda mulher, me disse:

– Aquela sua amiga se acha, né? Fica ali fora do carro pra se exibir. Quer aparecer mais que os outros?

Eu apenas ri, e ela continuou:

– Quer mostrar como se faz, quer? Me fode em cima do capô?

Ah, essas mulheres…

* Aparentemente, o termo dogging veio de pessoas que saem de casa dizendo que vão levar o cachorro para passear, mas que na verdade buscam algo mais excitante, como ver casais transando.