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No espelho

11 ago

Ele me puxou pelos tornozelos, fazendo meu corpo deslizar em direção à beirada da cama. De joelhos, no chão, empurrou meus pés para cima, dobrando minhas pernas e me deixando totalmente aberta. Enfiou a língua na minha bunda, fazendo um arrepio ir e voltar por todo o meu corpo, arrancando de mim um gemido sôfrego. Da minha vagina ainda escorria sua porra, meu mel e um turbilhão de sensações pós foda.

– Gostosa! – ele falou, meio abafado, com a língua esticada.

Eu não tinha forças para responder e nem falar nada. Sorri, desejando que ele não parasse de mexer a língua. Olhei para cima e, pelo teto espelhado do quarto do motel, nos vi. Deu mais tesão ainda! Abri mais as pernas e toquei meus seios, sem tirar os olhos do nosso excitante reflexo. Mesmo com os mamilos doloridos das mordidas e dos chupões do Ricardo, belisquei-os de leve. Pelo reflexo pude ver os pequenos roxos nos meus seios. “Marcas de um sexo selvagem”, pensei, já querendo mais roxos e todas aquelas sensações de novo.

– Vou comer teu cu, vadia! – ele falou, com a língua dentro da minha bunda. Afastou o rosto, abriu minhas nádegas com as mãos e cuspiu bem no meu cuzinho. Achei aquilo tão baixo, tão vulgar, que me deu mais tesão ainda. Ficou em pé, e aquele pau continuava duro. Resolvi seguir na mesma linha: estiquei a mão e puxei-o para mim, quase derrubando-o por cima de mim, até estar com aquele pau em frente ao meu rosto. Enchi a boca de saliva e cuspi na cabeça do seu pau.

– Vai, agora vai… Pra entrar melhor… Sou apertadinha! – falei, ronronando.

Ele saiu de cima de mim, me pegou de novo pelos calcanhares e me abriu toda novamente. Posicionou a cabeça do pau na entrada do meu cu e forçou. Foi entrando sem parar, doendo, me abrindo, mas me enchendo de prazer. Encostou as bolas na minha bunda e falou:

– Apertadinha o caralho… Tu é uma vadia arrombada!

Começou a mexer e eu, pelo espelho, nos via e me derretia de tesão, de prazer, querendo que aquilo não parasse nunca, que amanhã a gente pudesse fazer isso de novo, que a gente pudesse ficar depois abraçadinhos até de manhã, mas sabendo que nada disso de fato ia acontecer, pois eu mesma tinha pedido um tempo para ele. E com o pau dele entrando e saindo da minha bunda, com meus dedos beliscando meus seios e com a boca entreaberta de frente para mim no espelho do teto, eu já nem me lembrava mais as razões para esse tempo. E assim, perdida, querendo mais eu gozei pela terceira vez naquela noite, vendo-o estocar no meu cu aquele pau delicioso que eu não vivo sem. Namorando com ele ou não.

Conhecendo a Vanessa

6 jul

Eu estava voltando de Montevidéu, depois daquele empate ridículo do meu time lá (e mal sabia que o jogo de volta aqui seria muito pior), quando conheci a Vanessa. Não tinha dormido nada, e entrei no avião com um humor terrível. Com um boné enterrado na cabeça e óculos escuros, tudo que eu queria era pouco mais de uma hora de sono, o tempo do vôo.
Os caras que estavam comigo estavam cheios de disposição e querendo conversar, e eu, aproveitando que tudo indicava que o avião viria bem vazio, fui pra fileira de bancos de trás, que não tinha ninguém. Me ajeitei na janela, coloquei os fones de ouvido, apertei o cinto e fechei os olhos.

Não durou muito. Logo ouvi alguém falando que a poltrona em que eu estava tinha dono. Abri os olhos e era um cara, todo engomadinho, gel no cabelo, com o cartão de embarque na mão. Olhei em volta: mais da metade do avião estava vazio. “Baita bunda mole”, pensei, embora soubesse que ele tinha razão. Me desculpei e fui até a próxima fileira de assentos vazios. Tudo de novo. Sentei, apertei o cinto, ajeitei os fones e fechei os olhos.

– Não é na janela o teu lugar? – ouvi uma voz feminina perguntar. Merda! Lá ia eu de novo…

– É, mas não faz mal. Ele tá dormindo. – Opa! Outra voz feminina! Abri os olhos, escondidos sob os óculos escuros, e vi: que bunda maravilhosa vindo em minha direção! Fiquei quieto, enquanto ela sentava ao meu lado, e esperava a outra sentar. Instantaneamente meu humor melhorou.

A dona daquela bela bunda era uma morena bonita, cabelos lisos e compridos, vestida sobriamente, como quem viaja à trabalho. A outra não era tão bonita, mas não era de se jogar fora. Veio o aviso de fechar portas, e o avião se pôs em movimento na pista. Fingi que acordara com o movimento. Me mexi, tirei o óculos e olhei pra elas.

– Bom dia! – sorri, fazendo graça.

– Bom dia! – as duas responderam.

– Sabia que tu estás no meu lugar? – a morena perguntou, sorrindo.

– Não acredito! – me fiz de bobo – Eu jurei que estava vago. Quer trocar? – perguntei, levando a mão ao cinto de segurança.

Ela riu. Gostei do seu sorriso. Mostrava que ela estava aberta ao bate papo durante a viagem.

– Não, imagina! E nem pode tirar o cinto agora!

O avião decolou. Não gosto dessa parte. A decolagem e a aterrissagem sempre me deixam apreensivo. Todo aquele barulho de motor, aquela coisa gigante fazendo força pra voar, e eu ali olhando o Rio da Prata pela janela. Notei que ela estava inquieta. Ela falou pra amiga:

– Essa é a pior hora para mim.

Era a minha deixa. Virei pra elas e falei:

– Pra mim também. – as duas me olharam, meio que aliviadas.

– É, né? – a cantada no “né”, virando néam, entregou: ela era de Porto Alegre.

– É. Mas relaxa, vai dar tudo certo. – falei, tocando sua mão de leve e rapidamente.

– Tu veio pro jogo? – ela perguntou, dando continuidade à nossa conversa.

– Sim. Ah, nem me fala em jogo. Perdemos a chance de ganhar fácil.

Ela sorriu.

Perdemos, não. Vocês perderam. Eu sou gremista!

– Ah, não! – fingi que ia abrir o cinto e me levantar – Dá licença, quero sair daqui! – falei brincando. Ela riu. A amiga apenas assistia a nossa conversa.

Conversamos durante o vôo todo, e na medida do possível eu incluía a amiga na conversa, não queria que ela, assim que ficassem a sós, falasse algo de negativo. Descobri que elas estavam voltando de um congresso, onde moravam, o que gostavam de fazer. Quando o comandante avisou que iríamos pousar, ela abriu a bolsa e tirou um cartão de visitas. Tateou a bolsa às cegas até encontrar uma caneta e anotou no verso o número do seu celular. Disse a ela que lamentava não ter um cartão ali comigo, mas rasguei em duas partes meu cartão de embarque, e anotei meu telefone,
entregando para as duas.

Nos despedimos na esteira de bagagens, e fiquei ali, debruçado no carrinho, vendo aquela bunda linda indo embora pelo saguão. Liguei meu celular, e ignorando os apitos e tremidas avisando sobre novas mensagens, ligações e e-mails, enviei um SMS pra ela: “Obrigado por tornar minha viagem mais agradável”. Já no táxi recebi sua resposta, e trocando mensagens e e-mails durante os dias seguintes combinamos de nos encontrar em um bar, no final de semana. Ela estaria lá com amigos, e me convidou para aparecer por lá.

Ela me apresentou pra todos, era um pessoal bacana e divertido, gente nova, bonita e de bem com a vida. Menos um abostado, que depois eu descobri o motivo da sua cara de bode: ele é a fim da Vanessa. Bebemos, rimos, e a cada vez que ela ia com duas ou três amigas no banheiro, eu ficava mais impressionado: que bunda perfeita! A noite ia se adiantando e parecia que com o passar das horas nossa afinidade só aumentava.
Lugares pra onde já fomos e gostaríamos de ir, músicas, comidas… E com o tempo o pessoal ia se despedindo e partindo, até que ficamos eu e ela e mais dois casais. Ela estava de carona com um deles e, como se já estivesse combinado, a amiga fez todo um teatro de que iriam embora, para que eu oferecesse carona a ela. Eu, é claro, ofereci. E ela aceitou. Todos se despediram e nós fomos até o meu carro. Entramos na garagem já de mãos dadas, e levando-a ao lado do passageiro, ao invés de abrir a porta, prensei-a contra a lataria e a beijei.

Foi um beijo que começou leve, carinhoso, até comportado, mas que foi esquentando até pegar fogo! Ela tinha uma língua deliciosa, e lábios carnudos que se moldavam aos meus. Foi delicioso. Entramos no carro e convidei-a para ir até a minha casa. Ela relutou um pouco, se fez de difícil, mas aceitou. Fui pegar uma bebida enquanto ela olhava os DVDs. Escolheu um Jack Johnson, que eu coloquei pra tocar enquanto ela ia ao banheiro. Ajoelhado no chão, abrindo a caixinha do DVD, fiquei embasbacado olhando-a percorrer a sala. Estava ficando obcecado por aquela bunda!

Nem assistimos o DVD. Entre um gole e outro de bebida nossos beijos e carícias iam ficando mais ousados. Com a boca no seu pescoço, sentindo sua pele se arrepiar, eu sentia suas mãos nas minhas costas, por dentro da camisa. Desci as minhas mãos pelo seu corpo, tentando me conter para não chegar logo na sua bunda. Ela me afastou, carinhosamente, e passou a abrir os botões da minha camisa, ao mesmo tempo em que ia beijando meu peito. Meu pau, duríssimo, pedia urgência em ser libertado das calças. Mas ela não chegou até lá. Depois de beijar meu peito e minha barriga, voltou para a minha boca.

– Tu é delicioso. – falou, de olhos fechados e fazendo biquinho.

– E tu é maravilhosa! – rebati, enfiando minhas mãos sob sua blusa.

Meus dedos percorreram sua pele quente, pelas costas, barriga, subindo. Ela pensou em relutar, mas eu já tinha seus seios em minhas mãos. Toquei-os ainda por cima do sutiã, e ela, determinada, tirou a blusa. Não tive dúvidas: fui por cima dela, deitando-a no sofá.

Meu pau pressionava suas coxas, e ela me segurava como podia para não escorregar meu corpo para baixo, e assim abocanhar seus seios. Mas com muitos beijos e carícias, consegui liberá-los do sutiã, e pude sentir seus mamilos enrijecidos de encontro ao meu peito. Enfim fui mais para baixo, sem desgrudar a boca da sua pele, pescoço, ombros, até ter seu seio esquerdo em frente ao meu  rosto. Lambi o biquinho, e senti ela se
contorcendo embaixo de mim. Chupei com carinho, com a mão em concha, por baixo, e ela me ofereceu o outro, gemendo e arranhando de leve as minhas costas. Eu aceitei, é claro. E aproveitei e desci a mão, em direção ao botão da sua calça. Ela me deteve, inclusive tirando os seios da minha boca.

– Não… – falou sussurrando, confusa e sem muita convicção.

– Sim… – falei sorrindo, no melhor misto de cara de sacana e de guri querido.

– Não é certo transar no primeiro encontro. – ela falou, cobrindo os seios com as mãos.

– Já nos encontramos antes, no avião, lembra? – falei, sorrindo e sem parar de acariciar as partes do corpo que ela permitia.

Ela sorriu. Ficou olhando nos meus olhos, pensativa.

– Espertinho. Aquela vez não conta! – falou, mas já sem a mesma ênfase.

Saí de cima dela e sentei no sofá, já puxando-a para o meu colo. Com uma perna de cada lado das minhas coxas, meu pau duro ficou no meio das suas pernas. Beijei novamente sua boca, enquanto ela desceu a mão e tocou-me sobre as calças.

– Uau! – falou baixinho, com a boca pressionada pela minha. Ficou segurando meu pau, e trouxe novamente os seios para que eu chupasse. Depois começou a me punhetar por cima das calças, gemendo baixinho. Segurei-a pela nuca e puxei seu rosto de encontro ao meu. Falei:

– Vamos para o quarto?

Ela não respondeu nada, apenas levantou-se e esticou a mão para mim.

Guiei-a até o quarto, e praticamente nos jogamos na cama. Abri o botão da sua calça, o zíper, e então coloquei-a de bruços. Desci a calça jeans pelas suas coxas, vendo pela primeira vez sua bunda desnuda, apenas uma pequena calcinha que não atrapalhava a minha visão, pelo contrário, deixava-a ainda mais tesuda!

Beijei suas costas, sua bunda, suas coxas. Virei-a de frente para mim e tirei sua calcinha. Ela tentou se esconder, mas não dei chance. Puxei-a pelas pernas ao meu encontro e mergulhei meu rosto na sua buceta. Passei a lambê-la, penetrá-la com a minha língua, e ela rebolava sem parar, quase descontrolada. Quando concentrei minhas carícias no clitóris, ela ficou maluca. Colocou as mãos na minha cabeça e empurrou o corpo de encontro a mim, fazendo movimentos circulares. E assim gozou, melando meu rosto com seu mel.

Enquanto ela se recompunha, livrei-me das minhas calças. Só de cuecas, deitei ao seu lado.

– Eu nunca tinha gozado assim… – ela falou, me beijando.

Acariciei seu corpo nu, e apesar de não gostar dessa pergunta, era a única que me veio à mente.

– Foi bom?

– Ricardo, tu não tá entendendo. Eu nunca tinha gozado assim, desse jeito, com alguém fazendo sexo oral em mim!

Preferi que ela tivesse falado “me chupando”, mas tudo bem. O que falar agora? Será que ela tinha dificuldade em ter orgasmos? Não precisei falar nada. Ela agora parecia radiante.

– Na verdade nunca deixei ninguém fazer isso em mim direito.

Ah, pronto. Lá se ia por água abaixo todos os meus planos pecaminosos. Ela continuou:

– Só tive dois namorados, e sei lá… Não me sentia à vontade com eles. Não assim, como me senti contigo.

Fiquei um pouco assustado. Não por ela só ter tido dois namorados, e nem por não se sentir à vontade. Mas sim porque me dei conta de que não sabia a idade dela. Claro que se ela já fazia viagens, ia a congressos, ela era maior de idade. Mas não pensei nisso na hora. E de fato, ela parecia bem nova. Será que era a hora de colocar tudo a perder e perguntar: “quantos anos tu tem, meu anjo”? hehehe E enquanto isso meu pau já
não parecia tão duro dentro da cueca. Fiquei quieto, apenas acariciando seu corpo. Sua pele era lisa e cheirosa, e dependendo de onde eu tocava, ficava toda arrepiada.

Sem falar mais nada, ela veio por cima de mim. Beijou meus olhos, meu queixo, minha boca. Depois minhas orelhas, meu pescoço e meus ombros. Beijou meu peito, brincando com a língua nos meus mamilos. Se antes meu pau dava sinais de desistência, agora ele ressuscitara. Continuou
descendo e, ignorando o volume na minha cueca, beijou e mordiscou minhas coxas. Escorregou a mão por dentro da cueca, finalmente tocando meu pau.

– Que duro! – falou, segurando-o pela base.

Livrei-me da cueca, e ela começou a me masturbar de leve, com carinho, olhando para o meu pau. Foi baixando a cabeça devagar, e com a ponta da língua, lambeu a glande. Gemi, e isso encorajou-a a ir em frente. Colocou a cabeça na boca e começou a chupar. Estiquei a mão e puxei suas pernas para o meu lado, para que pudesse tocá-la. Deslizei minha mão entre suas pernas, e encontrei sua buceta melada. Enfiei um dedo, ao mesmo tempo em que ela abria levemente as pernas para facilitar meu acesso. Ora mexia meu dedo dentro dela, ora acariciava seu clitóris, e ela
agora já abria as pernas o máximo que podia, ao mesmo tempo em que chupava meu pau com gosto.

Sem aguentar mais, afastei-a e abri a gaveta em busca de uma camisinha. Coloquei-a e pedi que ela ficasse de quatro. Ela me olhou, sem jeito.

– Eu quero olhar a tua bunda.

Ela riu.

– Gosta dela? – me perguntou.

– É perfeita! – elogiei.

Ela ficou de quatro, e puxei-a pelas ancas até a beirada da cama. Subi a mão pelas suas coxas, pela bunda, tocando de leve seu cu. Ela virou o rosto para trás, rápida e assustadamente, e falou:

– Só olhar, hein?

Sorri. “Por enquanto, pode ser”, pensei. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta, deslizando entre os lábios, brincando no clitóris. Mesmo com a cabeça baixa e coberta pelos cabelos que se espalhavam no colchão, eu podia ouvir seus gemidos. Fiquei assim, provocando-a, até que ela pediu:

– Vai. Coloca logo…

Eu coloquei. Senti-a se alargando, envolvendo meu pau aos poucos, de leve, ao mesmo tempo em que minhas mãos nas suas ancas sentiam sua pele arrepiar. Ela levantou a cabeça, virou para trás e, com o rosto transfigurado de tesão, sussurrou:

– Delícia!

Comecei a mexer, ao mesmo tempo em que deslizava minha mão pelas suas costas até chegar em seus ombros. Segurando-a por ali, passei a puxá-la de encontro a mim, cravando meu pau fundo dentro dela, ouvindo-a praticamente gritar de tesão. Peguei-a pelos cabelos, e isso parece que tirou-a ainda mais do sério. Levei a outra mão à sua boca, mandando que ela chupasse meu dedo médio. Ela chupou com gosto, mal sabendo o
verdadeiro motivo de eu ter feito isso. Tirei a mão e acariciei a sua bunda, e com o dedo bem babado por ela mesma, toquei seu cu, sem parar de mexer meu pau dentro dela.

– Ai, aí não… – ela falou, me olhando por sobre os ombros, mas já sem muita convicção.

– Relaxa… Só tô fazendo carinho… – respondi.

Ela ficou me olhando, acho que sem acreditar, mas talvez querendo que eu fosse adiante, com um olhar cheio de tesão.

Forcei um pouco o dedo, e ela arregalou os olhos. Mas não pediu que parasse. Enfiei mais um pouco, e ela reclamou que estava doendo. Deixei o dedo parado, mas encorajei-a a fazer o vai e vem no meu pau. Ela fez, e sem notar, meu dedo entrava cada vez mais na sua bunda. Quando viu, tinha entrado tudo.

Passei a estoca-la com força, ao mesmo tempo em que fazia meu dedo entrar e quase sair da sua bunda.

– Tá doendo? – perguntei.

Ela respondeu, confusa:

– Tá… Um pouco… Não sei… Tá gostoso!

E assim, confusa e soltando pequenos gritinhos, ela avisou que iria gozar novamente. Acelerei os movimentos
do meu pau e do meu dedo, e praticamente gozamos juntos.

Tirei o dedo de leve, ao mesmo tempo em que caía sobre ela na cama. Meu pau foi saindo de dentro dela, mas ainda podia ouvir sua respiração desacelerando embaixo de mim. Deitei ao seu lado, e ela virou-se me beijando, para logo em seguida completar:

– Eu nunca tinha gozado assim…

Antes que a minha nóia recomeçasse, pensei: “Tu ainda vai dizer isso com meu pau na tua bunda!”.

E ela disse. Mas isso é assunto para outro post.

O que te excita?

13 set

Essa semana, ao receber a Playboy da Larissa Riquelme, me peguei pensando em algo que me deixou encucado: não fico mais excitado vendo a Playboy. Lembro que nos tempos de guri, a simples menção à revista já começava a me deixar de pau duro. Hoje eu folheio, vejo as fotos, leio uma coisa aqui e outra ali, e nada. Eu simplesmente fiquei com tendinite na companhia da Luciana Vendramini, da Magda Cotrofe, da Cristiane Torloni. E agora, o que fazer?

Fiquei matutando isso. E me dei conta que já faz tempo que isso acontece. A Larissa tá absolvida. hehehehe Então passei a pensar nas coisas que antes me excitavam muito, nas fantasias que tinha, e resolvi dividir aqui com vocês.

Acho que de tanto ouvir meus amigos mentindo que tinham empregadas gostosas, e alguns deles dizendo que pelo menos passavam a mão, que rolava um arretinho, e tal, uma das minhas primeiras fantasias era ter uma empregadinha gostosa em casa, na época casa dos meus pais. Me imaginava chegando do colégio, e ela lá limpando o meu quarto, praticamente me esperando para passarmos a tarde juntos, enquanto todos trabalhavam, a gente transava, na minha cama de solteiro, de qualquer jeito. Bati muita punheta imaginando variações do mesmo tema, gozando cerrando os dentes, para abafar o prazer, ao mesmo tempo em que sentia raiva por aquilo não acontecer na minha casa.

Depois vinha a certeza de que, assim que tivesse idade para dirigir (e um carro para andar), gastaria o pau de tanto foder. Era como dois e dois são quatro. Tiro certeiro. Carro = comer mulher. Me imaginava nos carrões, e a mulherada pulando pra dentro, louca para satisfazer todos os desejos do cara que dirigia aquela máquina. Era uma volta pela cidade, uma trepada. E o sonho de trepar dentro do carro, então? Nada parecia apertado ou desconfortável. Era um motel ambulante!

E a gostosa pedindo carona, então? Ah, que maravilha! Uma loira fenomenal, em uma estrada ou rua deserta, com o dedo levantado, era tudo que eu queria. Óbvio que, tão logo ela entrasse no carro, já começaria a me seduzir. Daí pra um motel na beira da estrada ou no acostamento com o carro balançando, era uma questão de detalhes.

Camiseta molhada. Taí um troço que me tirava do sério. Praticamente nunca tinha visto um seio, e se uma blusa seca já me fazia sonhar alto, o que dizer de uma molhada, transparente, coladinha? Era como se não tivesse nada, e apenas bastasse que eu esticasse os braços para tê-los em minhas mãos.

Era impossível não fantasiar com uma gostosa desconhecida, invariavelmente loira e oferecida, em qualquer local público. Estava chegando no Brasil aquelas lavanderias self, acho que se chamavam Lav-Lev, e claro que justamente a menina mais gata, que morava sozinha, teria que levar suas roupas para lavar lá. E seria a ponte de ligação entre ela e o meu pau, e claro que, no maior clichezão de filme pornô, transaríamos ali mesmo, em cima das máquinas de lavar, durante a madrugada chuvosa em que nenhum carro passava pela rua, assim como nenhuma outra pessoa queria lavar roupas…

E gozar no rosto? E na boca? A menina engolir? Era o ápice. Com as poucas namoradinhas e ficadas, era sinônimo de N-O-J-E-N-T-O. É, eu estava ficando com as erradas, eu sei. Mas não rolava. Como que nos filmes rolava e comigo não? Quando finalmente consegui, algum tempo depois do gozar fui ao banheiro, e após fechar a porta, parei em frente ao espelho e disse para a minha imagem refletida: tu é FODA! hahaha

Sexo anal? Tinha gente na turma que era tratado como um semi Deus por já ter feito. Ficava imaginando como seria. Diziam que era mais apertado. Na hora da punheta, quando me imaginava comendo o cu de alguma menina, apertava o pau mais forte. Bem forte. E gozava imaginando ela de quatro, com meu pau atolado na bunda, gritando de dor e prazer.

Sempre fui muito visual, e as roupas de couro, látex e afins sempre chamaram a minha atenção. Era praticamente inexistente por aqui, e isso atiçava ainda mais a curiosidade e o tesão.

Com o tempo fui tendo novas fantasias, realizando algumas, praticamente esquecendo outras. Muita coisa me excita hoje, e tem coisas que basta que eu olhe ou pense para ficar de pau duro. Mas pô! Nem com o óculos 3D eu me animei na Riquelme.

E tu? O que te excita?

Sonho ou realidade?

18 ago

Foi uma semana puxada. Cliente novo, e com isso reuniões praticamente todos os dias. Saía do serviço tarde da noite, e para piorar, abaixo de chuva e muito frio. Acho que nunca senti tanto frio quanto nesse inverno. Difícil entender essa terra! No verão, inferno. No inverno, glacial.

O Ricardo eu nem via. Apenas trocávamos e-mails via smartphone. E, o pior: ele estava um tarado! Me mandava barbaridades. Dizia o que faria comigo quando enfim nos encontrássemos. Eu comecei animada também: dizia que faria tudo aquilo e muito mais. Prometia que passaria a noite em claro, tirando o atraso. Que chuparia seu pau até ele me dar toda a porra que tinha dentro dele. Que rebolaria sem parar, fazendo-o entrar e sair do jeito que sei que ele gosta.

E de fato passamos a noite em claro. Ele em algum lugar comemorando a vitória do Inter, e eu fazendo relatórios e mais relatórios. A semana foi passando, e ele ficando cada vez mais tarado, enquanto eu ficava cada vez mais cansada.

Na sexta, lá pelas 10 da noite, enfim terminou a última reunião. Cliente satisfeito, uma boa perspectiva de ganho, equipe cansada, mas feliz. Abrimos uma champanhe, brindamos com o alívio do dever cumprido e com a felicidade de um trabalho bem feito. E o povo tinha pique de ainda sair para jantar. Mas eu não conseguia. Liguei pro Ricardo, pedindo que fosse me buscar.

Ele me levou para a sua casa, e enquanto enchia a banheira para que eu relaxasse, pediu um temaki pela tele entrega. Que delícia de banho! Fiquei uns 45 minutos lá, jogada, apenas recebendo os jatos de água quente no meu corpo. Saí me sentindo ainda mais “molinha” do que entrei. O quarto já estava bem quente, com o ar condicionado funcionando a mil, e o temaki já me esperava com uma taça de vinho.

Comi, bebi, e deitei, nua mesmo, no colo do Ricardo. Ele ficou fazendo carinho nas minhas costas, e eu enfiei a mão dentro da cueca dele, pelo meio das pernas, e segurei o seu saco. E apaguei.

Senti minhas pernas serem forçadas, e de bruços, não tive forças para mantê-las fechadas. Mãos fortes espalmavam minhas coxas, enquanto uma língua áspera lambia a minha bunda. De tão cansada, não sabia onde estava, e assustada, na tentativa de fugir, acabei ficando mais arrebitada. Senti a língua descendo, abrindo meus lábios, procurando meu clitóris. Era assustador e delicioso. Agora ela me fodia, entrando e saindo, ora da buceta, ora do cu. Nem pensava mais em fugir, apenas em curtir.

Senti ao mesmo tempo os dedos entrando, um no cu outro na buceta, do jeito que eu gosto, que me dá prazer. Os dedos em V, o V de vitória, a vitória do meu prazer. Tentei rebolar, mas a outra mão me deteve. Eu não estava no comando, eu era comandada. Relaxei e aproveitei.

Notei o movimento na cama, e vi que ele mudava de posição, enquanto tirava os dedos de dentro de mim. Mas não fiquei “vazia” por muito tempo. A cabeça grossa e dura forçou a minha bunda, pedindo passagem. E foi entrando, me abrindo, me alargando, doendo, bom, bom demais!

Ele mexia devagar, curtindo, enfiando tudo, e depois tirando até quase sair. Eu sentia minha buceta escorrer, e sem poder me mexer, tentava em vão levar minha mão até ela. Eu me sentia invadida, dolorida e extasiada. Todas as sensações percorriam o meu corpo, e apesar de muito vivas, por vezes parecia que eu não estava ali.

Senti a mão dele se enfiando por baixo dos nossos corpos, em busca da minha buceta. Me abri como pude, com o corpo dele sobre o meu, e senti seus dedos ágeis e certeiros tocando meu clitóris. Sem alterar o ritmo, lento e cadenciado, do seu pau na minha bunda, e com os dedos me tocando da maneira certa, ele me fez gozar. Um gozo longo, leve, lento, diferente. E com meu gozo, apaguei de novo. Não vi mais nada, não senti mais nada.

Acordei no sábado, quase ao meio dia. Sozinha naquela cama enorme, demorei a me mexer. As lembranças vieram aos poucos à minha mente, e a julgar pelo estado  físico que me encontrava na noite anterior, só podia ter sido um sonho bom.

Mas então me virei de lado, e uma dorzinha gostosa na minha bunda me fez ter dúvidas se havia mesmo sonhado. Levei a mão até minha bunda, e senti. A porra escorria pela minha nádega. Não foi um sonho. Foi a mais doce realidade.

Reclamei com o Ricardo depois, em tom de brincadeira, que ele tinha abusado de mim durante a noite. Ele jura de pé junto que eu pedi. Que eu acordei beijando-o e pedindo que comesse a minha bunda. Será que fiz isso mesmo? rsrsrsrs

Susto pela manhã

28 abr

Uma noite dessas, reunido em um bar com vários amigos, escutei a seguinte história, contada por um beberrão nato:

“Baita festa, cara! Todo mundo bem doido, bebida liberada, som à milhão, mulherio dando banda na pista, no bar… E se tem bebida liberada tu sabe né véio? Eu tô lá! Passou uma loirinha que eu conhecia, e tal, dei uns beijinhos e partimos pra outra. Foi quando eu vi, cara, a mina dos meus sonhos. Uma morena alta, quase do meu tamanho, cabelão comprido, uma deusa! Calça jeans com cintura baixa, marquinha do biquíni aparecendo. Um topzinho que mal cobria uns peitões desse tamanho! E toda se lançando pra mim, se rindo toda. Pensei cá comigo: é gol do Brasil!

Ela dançava e mexia a bunda, olhando nos meus olhos. Peguei dois copos de ‘bira’ e fui chegando. Entreguei um copo pra ela, e ela virou de uma só vez. Bah, essa era das minhas! Já fui pegando na cinturinha, me encostando e tal, e ela aceitando, rindo, me provocando, a vadia! Tentei um beijo, e ela se fez. Devia estar precisando de mais bebida. Eu ia e voltava com os copos, e ela bebia parelho comigo, o que convenhamos, é beber pra caralho! Lembro que cheguei a pensar: essa mina bebe que nem homem!

Já completamente bêbado, eu só tinha uma certeza: precisa comer aquela mina! Véio, eu nunca tinha visto uns peitos daqueles. Me imaginava metendo a cara no meio deles e já ficava de pau duro. Perdi o controle, véio. Te digo na boa, perdi o controle! Lá pelas tantas dei uma gravata nela e grudei a boca na dela. Tava se fazendo, a puta! Me beijou as ganha, enfiando a língua quase na minha goela. Senti os peitos espetando os meus peitos, e rocei meu pau duro nela. Ela desceu a mão e apertou ele por cima da calça. Quase gozei, véio! Chamei ela pra ir embora, queria levar pro motel, mas ela pediu pra esperar… E continuamos bebendo…

Já quase de manhã, e mal conseguindo caminhar, saímos em busca de um motel. Não sei como consegui dirigir, véio. Chegamos lá, nos jogamos na cama e eu fui logo chupando aqueles peitões! Que maravilha, cara! Silicone de primeira qualidade. Ela pegou meu pau e foi batendo uma bronha, depois desceu a cabeça e meu deu uma chupada profissional! Profissional, cara! A mina sabia muito! Tive que praticamente arrancar ela dali, senão ia gozar, e ela não queria parar. Ela pegou o telefone e pediu uma champanhe! Champanhe de motel, cara! É caro pra caralho! Mas eu olhei aquela cinturinha, aquela marquinha de biquíni, aqueles peitos apontando pra mim, e pensei: foda-se! Vale a pena!

Bebemos meia garrafa, e nós dois mal nos agüentando de bêbados, disse que queria foder ela. Era o que eu mais queria, cara! Fui por cima dela, querendo arrancar a calça jeans, e então ela me fala: ‘Sabe o que é… Eu tô menstruada… Mas tô com tanto tesão… Come a minha bundinha?’.

Tive vontade de me ajoelhar no chão, erguer as mãos pro céu e agradecer ao cara lá de cima, véio! Se tivesse rojões e fogos de artifício, eu largava! Uma gostosa daquelas me oferecendo a bunda! Ela tirou a calça, ficou de quatro na cama, afastou a calcinha, eu catei uma camisinha e fui com tudo, cara. Comi aquele rabo com gosto!

Depois caímos bêbados na cama e apagamos, véio. Não vi mais nada. Só quando acordei, e ela não tava do meu lado. Escutei um barulho de mijo, e olhei pro banheiro. A porta tava aberta, cara, e tu não tem noção do que vi! A minha tava mijando em pé! Em pé, porra! Fiquei petrificado, sem saber o que fazer. Caralho, eu tinha passado a noite com um barbado, com um traveco! Aí ela ligou o chuveiro, véio, e eu não tive dúvidas… Ela entrou no chuveiro, eu catei minhas roupas como pude, e me mandei, cara. Fui embora, e deixei o filho da puta do traveco lá! E com a conta do motel pra pagar!”

Então ele baixou os olhos, fez sinal pra que eu me aproximasse, e falou em tom mais baixo no meu ouvido:

“Mas que bunda, cara. Tu não acredita. Que baita gostosa!”.

Não consegui segurar a gargalhada. Ele também caiu na risada, era só o que restava pra ele fazer. Foi difícil achar a foto aí de baixo, mas acho que foi mais ou menos o que meu amigo viu:

Emendando a happy hour

2 fev

Fazia tempo que eu não encontrava com o meu amigo. Ele tinha começado a namorar, e nosso relacionamento dera uma esfriada.

Mas semana passada saí pra tomar um chopp com o pessoal do trabalho, numa vã tentativa de me livrar do calor absurdo que faz nessa cidade. Começava a escurecer, e o movimento crescia cada vez mais. Nas mesas em volta o clima já era de paquera total. Os rapazes já com os nós das gravatas afrouxados, as meninas já acesas e mexendo e remexendo nos cabelos. Sentados em uma mesa na calçada, tínhamos uma ampla visão do bar, e de quem chegava e saía.

Foi assim que o vi. Ele e mais um amigo pararam em frente ao bar, procurando uma mesa vaga. Fiquei petrificada. Bronzeado ele era ainda mais bonito. Os braços fortes pareciam querer fugir de dentro das mangas da camisa. E a doce lembrança das nossas transas fizeram percorrer uma descarga de prazer no meu corpo. Ele percorreu com os olhos as mesas, e seu olhar parou no meu. Abriu um sorriso lindo, demonstrando satisfação em me encontrar, e veio caminhando até onde eu estava. Me deu um abraço forte, um beijo em cada bochecha e me disse que estava muito feliz em me ver, que sentiu saudade. Eu respondi que também estava feliz em reencontrá-lo, e convidei-os a sentar à mesa conosco.

Logo os dois estavam enturmados, rindo e conversando sobre os mais diversos assuntos. O amigo dele mandou baixar duas garrafas de champanhe, que em poucos minutos foram esvaziadas. Uma colega me chamou pra ir ao banheiro, e logo quis saber com qual dos dois ela poderia ficar. Eu desconversei, dei risada, e disse que com qualquer um deles. Ela me olhou bem séria, os olhos já avermelhados pela bebida, e falou: “fico com o outro, pois o seu amigo está vidrado em ti”. Pensei, mas não falei: “ah, se você soubesse…”! rsrsrsrs

E, de fato, quando voltamos, ela passou a investir no amigo dele. O tempo passava, o resto do pessoal começou a ir embora, e mais duas garrafas de champanhe depois, sobramos apenas os quatro na mesa. Quando olhei no relógio, passava das onze. Disse que precisava ir embora, e meu amigo prontificou-se a me levar até meu carro. Deixamos minha colega e o amigo dele lá, e saímos caminhando sob as árvores, até o estacionamento. Caminhando lado a lado, nossas mãos se tocaram, e ao sentir sua pele junto à minha, fui atacada por outra daquelas descargas de prazer. Ele segurou a minha mão, me puxou para si e me beijou. Meu corpo de encontro ao dele, seus braços fortes me envolvendo e a sua língua macia e doce percorrendo meus lábios, meus dentes e depois se entrelaçando à minha foi demais pra mim. Novamente ele podia fazer de mim o que quisesse.

Entre beijos e amassos enfim chegamos ao estacionamento, mas meu carro ficou lá. Entramos no carro dele e saímos em direção à sua casa. Ele me falava que sentia muita falta de transar comigo, e de como pensara em mim durante o tempo em que paramos de nos ver. Disse que terminara o namoro, mas que não se sentiu à vontade de me ligar, afinal nosso afastamento havia se dado por causa dele. Eu subi a mão pela sua coxa direita, e mandei que ele calasse a boca e curtisse o momento. Abri o zíper da calça dele e livrei seu pau da cueca. Passei a masturbá-lo devagar, sentindo-o crescer e endurecer ao meu toque.

Disse pra ele dirigir devagar e aproveitar o momento. Enquanto a Amy Winehouse cantava Black to Black no som do carro, os vidros escuros não deixavam as pessoas dos outros carros verem o que acontecia ali dentro. Ele andava à vinte por hora, enquanto minha mão subia e descia no seu pau, às vezes apertando-o com mais força, de baixo pra cima, às vezes apenas deslizando suavemente.

Ele estacionou o carro e nos recompomos. Mas sou forçada a admitir que não queria largar do seu pau. Conseguimos nos comportar no elevador, mas ao entrarmos em seu apartamento já nos agarramos novamente. Suas mãos grandes e fortes deslizavam pelo meu corpo, tentando entrar sob o meu vestido. Encontrou minha calcinha, e rapidamente fez com que ela deslizasse pelas minhas pernas. Me jogou sobre o sofá, veio sobre mim, me beijando e bolinando, e foi escorregando o corpo até o chão. Abriu as minhas pernas e foi beijando as minhas coxas, subindo de encontro à minha virilha. Eu abri mais as pernas, sedenta por sentir seu hálito quente na minha vagina.

Ele correu os dedos pelo meu púbis, descendo, e abriu meus grandes lábios. Tocou com a ponta da língua, de baixo pra cima, da entrada da minha buceta até o meu clitóris. Envolve-o com os lábios enquanto mexia a ponta da língua, deixando-o ainda mais intumescido. Passei a gemer de prazer, me abrindo o máximo que podia, desejando-o dentro de mim. Sua língua não parava um minuto, ora no clitóris, ora entrando fundo dentro de mim, me deixando sem ar, suspensa no espaço. Com uma mão eu afagava seus cabelos, por vezes forçando-o de encontro a mim, e com a outra eu tocava meus seios. Senti que o gozo se aproximava, e não tive força para detê-lo. Beliscando e torcendo meu mamilo e com a sua língua diabólica a me dar prazer, gozei arreganhada e gritando de tesão.

Ele veio sobre mim, sorrindo satisfeito, e beijou a minha boca, dividindo comigo o meu gosto e o meu gozo. Depois me pegou no colo e me levou ao seu quarto. Tirou o meu vestido e livrou-se das suas roupas. Deitou-me com cuidado na cama e ficou me olhando. Eu, ainda entorpecida pelo orgasmo que acabara de ter, mal conseguia me mexer. Em pé, à minha frente, ele passou a se masturbar. Um showzinho particular pra mim. Mexia no pau, detia-se na glande, vermelha e cabeçuda, me dizendo que logo estaria dentro de mim. Colocou um pé sobre a cama, e com uma mão segurava o saco, enquanto a outra punhetava aquele pau enorme. Pedi que ele colocasse na minha boca, mas ele negou. Disse que talvez mais tarde. Que agora queria o que só podia fazer comigo. Passou a lamber os dedos e umedecer o pau, e eu entendi o que ele queria.

Ele abriu a gaveta do criado mudo e me entregou um tubo de lubrificante. Coloquei nos dedos e passei na minha bunda. Ele ali na frente, se masturbando e dizendo como queria foder minha bunda, e eu já enfiando um dedo lubrificado para recebê-lo. Ele dizendo que só podia fazer isso comigo, pois só eu sabia como dar o cu pra ele, e eu enfiando o segundo dedo e desejando aquele caralho todo dentro de mim.

Ele colocou uma camisinha, subiu na cama, posicionou-se atrás de mim e eu mesma fiz questão de guiá-lo. Abri bem as pernas, peguei seu pau duríssimo e coloquei na entrada da minha bunda. Puxei-o de encontro a mim, e abafei um grito de dor quando a cabeça entrou. Ele esperou pacenciosamente que eu me acostumasse, e eu me empurrei pra trás, fazendo com que ele entrasse todo, a dor se transformando em prazer.

Ele entrava e saía, eu gemia e pedia mais. Seu suor pingava nas minhas costas, e eu sentia meu prazer escorrendo da buceta pelas coxas. Desci a mão e passei a me tocar, enquanto ele avisava que não agüentaria por muito mais tempo. Gozamos juntos, ele com o pau cravado na minha bunda, e eu com três dedos dentro da vagina.

Ficamos deitados na cama, sem dizer muita coisa, ambos felizes com aquele reencontro. Mais tarde voltamos ao estacionamento para que eu buscasse meu carro e fosse pra casa. Ele, cavalheiro e cuidadoso, me acompanhou em seu carro até que eu entrasse em casa. Não marcamos um novo encontro, mas eu tenho certeza que acontecerá.

No dia seguinte, no trabalho, recebo pelo Messenger uma mensagem da minha colega:

“Que noite, hein?”

Respondi com um sorriso, e disse que havia ido pra casa.

Ela respondeu:

“A pé? Seu carro estava na garagem quando saí com aquele gato!”

Putz! Nem tinha pensado nisso!

Esperei um tempinho e de repente meu status no Messenger ficou: “Em reunião”.

rsrsrsrsrs

Dupla penetração

13 out

Voltamos da praia ontem logo após o meio dia. Estava uma delícia! Um friozinho gostoso, ótimo pra ficar dentro de casa descansando (o que eu precisava), namorando e dando pequenas caminhadas pelas ruas ainda vazias, o que no verão é impossível.

O Ricardo veio me deixar em casa, e acabou subindo. Deitou na cama para ver algum canal de esportes e eu liguei o computador para ver meus e-mails. Quando conectei o MSN, estava on-line meu amigo. Reclamou do meu sumiço, e após as explicações que vocês já conhecem (falta de tempo, blá, blá, blá) passou a me provocar. Falava que sentia falta do meu corpo, do meu toque, da minha boca. Que se masturbava lembrando das nossas transas, que não via a hora de estar dentro de mim novamente. Eu também queria estar com ele de novo, e comecei a gostar da conversa. Respondi que da próxima vez que nos encontrássemos seria ainda mais quente, que ia deixá-lo me virar do avesso e que o faria gozar uma infinidade de vezes.

O Ricardo quis saber que tanto eu teclava, e chamei-o pra ler nossa conversa. Ele parou atrás de mim, leu e apenas comentou: “diz pra ele que se quiser te comer agora, beleza. Mas tu vai ter que agüentar nós dois”. Falou assim, como quem diz “pede uma pizza maior porque também vou comer”. rsrsrsrsrs Achei que ele estava brincando, e continuei conversando. Uns cinco minutos depois o Ricardo pergunta: “E aí? Vai rolar?”. Disse pra ele que nem tinha falado nada, mas que se ele quisesse eu falaria. É claro que eu já tinha pensado nisso, outras vezes. Mas confesso que, no meio de uma tarde de feriado, no MSN, era uma situação meio estranha. Mas não deixava de ser interessante. E lá na tela do computador a coisa continuava quente, então resolvi ousar.

Mandei uma mensagem dizendo que adoraria transar com ele naquele momento. Mas que meu namorado estava comigo, e que não tinha certeza se agüentaria os dois de uma só vez. E não é que ele mordeu a isca? Disse que achava que eu agüentaria, e que tinha certeza que os dois tomariam cuidado. Fechei os olhos e imaginei a cena… Eu me deliciando ora com um, ora com outro, com os dois juntos… Que delícia! Chamei o Ricardo pra ler de novo, e marcamos de nos encontrarmos em uma hora, em um motel.

Já excitada com o que o resto da tarde prometia, fomos pro motel. Chegamos meia hora antes do combinado, e fomos tomar um banho. Ensaboei meu corpo lentamente, me exibindo pro Ricardo, e depois deslizei pelo corpo dele. O pau já duro espetava o meu corpo, e passei a massageá-lo. Logo o masturbava devagar, enquanto a água caía sobre nosso corpo. Deixamos avisado que esperávamos uma pessoa e que, quando chegasse, poderia entrar. E quando me ajoelhei para colocar o pau do Ricardo na boca, olho para a porta do banheiro e meu amigo está lá, assistindo nosso banho. Sem parar o que estava fazendo, aceno convidando-o a juntar-se a nós.

Ele tirou a roupa, e um pouco sem jeito entrou no box. Eu levantei, fiquei de frente pra ele e encaixei o pau do Ricardo entre minhas coxas, de costas pra ele. Peguei o sabonete e o chuveirinho e passei a ensaboar meu amigo, enquanto rebolava pro Ricardo. Ensaboei seu peito, seus ombros, barriga, até chegar no seu pau duro. Com bastante espuma nas mãos, massageei suas bolas e toda a extensão do caralho. Passei a masturbá-lo enquanto o Ricardo se preparava para me penetrar.

Em pé, embaixo do chuveiro, com o corpo jogado pra frente, eu era comida por trás, sentindo o Ricardo entrar e sair da minha buceta, enquanto eu chupava o meu amigo. Que belo final de feriadão. Rebolava do jeito que dava, e ao mesmo tempo jogava meu corpo para trás, querendo o pau ainda mais fundo dentro de mim. Não demorou muito e gozamos, eu e o Ricardo, enquanto meu amigo conseguiu se segurar. Deixei a água escorrer pelo meu corpo, e recomposta, peguei meu amigo pela mão e fui pro quarto.

Mesmo molhados, nos jogamos na cama, e tive meus seios lambidos e chupados por ele. Me confessou que não agüentava mais e queria me comer, e tateando a cama achamos uma camisinha. Coloquei com a boca, e logo estava sobre ele, fazendo seu pau deslizar pra dentro de mim. Subia e descia, rebolava e delirava de prazer. Sob meu corpo ele se contorcia e lutava para não gozar. Ao lado da cama, enrolado na toalha, o Ricardo assiste a tudo cheio de tesão. Peço pra ele se aproximar e passo a masturbá-lo enquanto sou fudida. Meu amigo aperta meus seios, e o Ricardo passa a mão na minha bunda. Começa a brincar no meu cu, com a ponta do dedo, e vai enfiando devagarzinho. Diminuo o ritmo para não gozar, querendo prolongar ao máximo o prazer que estou sentindo.

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O Ricardo leva o pau até a minha boca e manda que eu o deixe bem babado, “pra facilitar”. Lambo e babo ele bastante, já prevendo o que acontecerá. Ele se posiciona atrás de mim e pede que a gente pare um pouco o movimento. Meu amigo beija a minha boca, enquanto sinto o Ricardo forçando a minha bunda com seu pau duro. A cabeça entra, dói um pouco, está mais apertado pelo volume na minha buceta, mas é uma delícia. Ficamos todos parados um pouco, até eu acostumar, e assim que meu amigo começa a se mover devagar, o Ricardo vai entrando um pouco mais. Logo estou totalmente preenchida, e do jeito que dá, sinto os dois paus entrando e saindo de dentro de mim. Não sei quanto tempo durou, se foi rápido ou não, mas quando meu amigo avisou que ia gozar, eu explodi em um orgasmo duplo, na frente, atrás, não sei explicar. Um gozo forte, preenchido, atolada, totalmente fudida. Meu corpo desabou sobre o do meu amigo, e o Ricardo continuou metendo na minha bunda até gozar.

Ficamos os três jogados na cama, um pequeno descanso, para logo depois recomeçar…