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Sexo na balada II – Parte Final

3 jun

Eu chupava com gosto o pau do rapaz, e de canto de olho cuidava a punheta do quarentão. Não tive dúvidas: estiquei a mão e passei eu a punhetá-lo. A sensação de um pau na boca e outro na mão é indescritível. O rapaz gemia, acho que nunca tinha feito nada parecido. E eu enfiava-o mais fundo na boca, chupando com força, olhando seus olhos se revirarem. Mesmo sendo eu que estava de joelhos, eram eles que estavam aos meus pés.

Troquei: tirei o pau do rapaz da boca, e sob seu olhar de desespero, virei levemente o corpo e lambi a cabeça do pau do quarentão. Olhando bem nos seus olhos, fui engolindo aos poucos. Era ligeiramente maior que o do outro, e com a cabeça bem grossa, do jeito que eu gosto. Sentia minha buceta cada vez mais melada, e a vontade de sentí-los dentro de mim só aumentava. Minha cabeça relutava diante desse pensamento, mas meu corpo pedia cada vez mais que isso acontecesse.

O quarentão estocava na minha boca, e minha saliva escorria pelo meu queixo, assim como minha excitação pelas pernas. Azar! Decidi me entregar (mais! rsrs). E agora, quem tinha camisinha?

Vi o rosto do rapaz murchar. Ele não tinha. Tadinho, provavelmente jamais tinha imaginado que aquilo fosse acontecer. O quarentão tinha, claro. Experiência é tudo na vida! rs

Fiquei em pé, e dei meus seios para o rapaz chupar. Não queria vê-lo tristinho. Ele chupou gostoso, me deixando ainda mais tesuda. Abri o botão e o zíper da minha calça, e pedi que ele tirasse para mim. Ele foi deslizando devagar, até ficar de joelhos na minha frente. Arqueei um pouco as pernas, e levei minha buceta de encontro à sua boca. Ele esticou a língua, e naquela estranha posição, me encaixei do jeito que pude. O quarentão se masturbava nos olhando, enquanto eu deslizava minha buceta pela língua, queixo, nariz, por todo o rosto do rapaz. Ele permanecia com a língua para fora, as duas mãos segurando minhas pernas na altura dos joelhos, o pau duro quase encostando no chão e o rosto totalmente melado do meu tesão. Eu segurava-o pelos cabelos, delirando de prazer.

Não tínhamos muito tempo, apesar daquele banheiro ser praticamente escondido. Saí de cima dele, e encontrei o quarentão já de camisinha. Mandei ele deitar no chão, o que ele fez sem pestanejar, e com o pau apontando para cima, me aproximei. Coloquei um pé de cada lado do seu corpo, e me abaixei. Segurei-o pela base, e coloquei-o na entradinha da minha buceta. Brinquei um pouco com ele ali, passando-o pelos lábios e pelo clitóris. Ele, com a cabeça curvada para a frente, olhava fixamente para o meio das nossas pernas. O rapaz, em pé e encostado na porta, se masturbava sem parar, mordendo os lábios. Então soltei o corpo, fazendo-o entrar todo e de uma só vez, arrancando dele um gemido de surpresa e prazer. Exibida que sou, mostrei do que era capaz. Rebolei, subi, desci, enfiei meus dedos na sua boca e ordenei o rapaz que não gozasse. Ele largou o pau, esperançoso.

Mas o quarentão também sabia o que fazer, e movimentando-se abaixo de mim, me estocava com vigor e determinação, agora olhando nos meus olhos, me mostrando que estava gostando. E tomada de um prazer louco, não me agüentei: anunciei que gozaria. Nossos movimentos se tornaram ainda mais fortes e profundos, e gozamos praticamente juntos. Ele, enchendo a camisinha dentro de mim, e eu escorrendo meu mel pelas suas bolas. Simplesmente delicioso!

Pouco tempo depois saí de cima dele, e fui de encontro ao rapaz, que, inacreditavelmente, conseguia segurar o gozo na sua longa punheta. Prensei-o contra a porta, e tomei seu pau em minhas mãos. E com a boca em seu ouvido e suas mãos tocando meu corpo, assumi a masturbação, disposta a fazê-lo gozar. Enquanto punhetava-o, falava em seu ouvido sobre o que teria feito com ele, se ele levasse uma camisinha na carteira. E assim ele gozou, fazendo a porra jorrar pelo chão do banheiro, se martirizando por não levar um preservativo consigo.

Eu me vesti e sugeri que saíssemos um de cada vez do banheiro, para não ficar tão claro o que tinha acontecido. E claro, disse que gostaria de ser a primeira. Saí de fininho, com as pernas bambas, o corpo relaxado e aquele inevitável complexo de culpa começando a bater. Nem olhei se as outras pessoas continuavam no camarote. Desci as escadas, me misturando na multidão.

Finalmente achei o caixa, e estava vazio. A festa ainda ia muito longe! Paguei minha comanda e quando me virei para ir embora, dei de cara com o meu amigo. Ele me pegou pela mão e me puxou para um lugar um pouco mais afastado, e beijou a minha boca. Se sentiu o gosto e o cheiro de sexo, não me falou nada.

– Já vai embora?

– Sim, preciso ir… – respondi.

– É cedo ainda… – eu sabia que ele queria falar mais alguma coisa, então fiquei olhando para ele – e eu achei que a gente ia se encontrar no fim da festa, pra sei lá, conversar…

Aham, conversar, sei. A proposta era tentadora, e ele é muito gostoso, mas eu já tinha conversado naquela noite.

– Não dá mesmo… Mas faz assim: me liga, e então conversaremos bastante!

Enquanto falei “conversaremos”, apertei seu pau sobre a calça. Meu Deus do céu! Eu estava impossível!

Deixei ele ali e fui embora. Já no táxi, mandei mensagem pras meninas avisando que precisei ir embora.

Foi uma boa festa de “peoa”!

 

Presente de dia dos namorados – Parte II

22 jun



Leia a primeira parte clicando AQUI.

Ajeitei-me melhor na cama para assistir ao show erótico particular que eu mesma tinha bolado. Os dois nus, se beijando e começando a se acariciar, de cara fez meu tesão ir às alturas. As mãos do Ricardo desciam pelas costas dela, e eu podia senti-las no meu corpo. Ele acariciou a sua bunda, e ela arrebitou-a mais, se oferecendo à ele. E desceu uma mão pelo seu peito, até chegar no pau. Passou a acariciá-lo com maestria, e eu pude vê-lo crescendo entre seus dedos. O Ricardo afastou-se um pouco para trás, dando maior mobilidade ao movimento de mão dela, e então olhou os seios lindos que ela tinha. Levou as duas mãos à eles e passou a tocá-los de leve, com adoração. Espalmava-os com carinho, e deixava escorregar as mãos para ter os mamilos na ponta dos dedos, enquanto ela não para de acariciar o seu pau. Ele não se conteve e baixou um pouco os ombros, levando sua boca de encontro aos seios dela.

Ele lambia e chupava de olhos fechados, louco de tesão, enquanto ela se contorcia para continuar tocando em seu pau, que a essa altura, estava duríssimo. Eu via a língua dele duelando com os mamilos durinhos, para depois colocá-los entre os lábios e chupá-los, ora com carinho, ora com sofreguidão. Levei meus dedos até os meus mamilos, que se não estavam tão durinhos quanto os dela, estavam quase, e uma onda de tesão percorreu meu corpo quando apertei, primeiro o esquerdo, depois o direito.

Se eu já estava com tesão antes, imagina agora! Decidi parar de me tocar, queria prolongar meu prazer e excitação. Acendi um cigarro, enquanto o Ricardo colocava a menina no sofá, e no chão entre as suas pernas, com a boca subindo entre suas coxas, se preparava para lamber a sua buceta. Ela abriu bem as pernas, e com a cabeça jogada para trás, começou a receber o toque daquela língua deliciosa. Eu não enxergava, mas imaginava: a língua percorrendo os grandes lábios, abrindo-os, para achar o clitóris. Lambendo-o em movimentos circulares, até deixá-lo bem durinho, fugindo de vez em quando pra entrar o mais fundo que consegue dentro da buceta. Uma sessão de estocadas com a língua, para depois voltar ao clitóris. Chupando-o, tentando prendê-lo entre os lábios, para chupá-lo como o bico de um seio. Não agüentei e levei a mão para o meio das minhas pernas, enquanto o cigarro queimava praticamente sozinho na outra mão.

Com meu dedo médio eu tentava fazer o movimento que imaginava que ele estava fazendo nela. Meu grelo durinho pedia meu toque, o toque dele, e até o toque dela. Meu tesão chegava nas alturas, e quando ela começou a gemer no sofá, eu comecei a gemer na cama. Apertei uma coxa contra a outra, com a minha mão entre elas. E ali, bem pertinho de mim, ela abriu bem as pernas, segundo os pés, e pelo movimento da cabeça do Ricardo, tive certeza: ele estava fudendo a buceta dela com a língua. Tive que tirar a mão, fechar os olhos para não ver, e tentar pensar em outra coisa, ou então iria gozar naquele momento.

Dei as últimas tragadas no cigarro, e apaguei no cinzeiro ao lado da cama. Ela gemia mais alto, perguntando como ele tinha aprendido a fazer isso. Estava difícil me segurar, e ficou mais ainda quando ele saiu do meio das pernas dela, nu e com o pau duro, e veio até a cama. Ela baixou as pernas e ficou nos olhando. Ele catou uma camisinha nos pés da cama e jogou pra mim. Me olhou com olhos de lince, uma cara de safado, e disse: “coloca pra mim”. Entendi o recado.

Abri a embalagem com os dentes, e fui pra beirada da cama. Lambi e babei bem seu pau duro, posicionei a camisinha na cabeça, e coloquei-a com a boca. A mulher fez um som de espanto, enquanto meus lábios deslizavam até a base, levando junto com meus dedos a camisinha. Ele abaixou-se e me beijou, deixando na minha boca o gosto da buceta dela. E com a mão fez um gesto para que ela se aproximasse.

Ela veio com um andar leve, praticamente flutuando pelo quarto. Sua beleza ainda me impressionava, e tenho certeza que ao Ricardo também. Juntou-se a nós na cama, e o Ricardo puxou-a para si, beijando-a bem ali na minha frente. Ela pegou no seu pau, e ele esticou a mão para mim, arrancando a minha calcinha, enfiando seus dedos na minha buceta melada. Eu fiquei ali deitada, e os dois praticamente sobre mim, trocando beijos cheios de tesão, enquanto o Ricardo enfiava e tirava os dedos de dentro de mim. Ela tocou meus seios, de leve, com carinho, me acariciando com ternura, e então eu não agüentei. Passei a gemer mais alto, e o Ricardo, sabendo que eu iria gozar, aumentou o vai e vem dos dedos, enfiando com força, me abrindo, me alargando. E assim eu gozei, tremendo meu corpo inteiro, arfando, me revirando na cama.

Sem dar um tempo para que eu me recuperasse, o Ricardo mandou que ela ficasse de quatro. Ela o fez, levantando bem a bunda, oferecendo-se toda para ele. Ele se posicionou atrás dela, olhou pra mim, sorriu, e mandou:

– Vem aqui. Enfia meu pau na buceta dela.

CONTINUA…

Presente de dia dos namorados – Parte I

16 jun

O dia dos namorados vinha se aproximando, e eu não sabia o que dar pro Ricardo. Ele tem tudo que quer! Pensei, fiz sondagens, joguei verde, e nada. Então comecei a pensar em uma coisa diferente: um presente sexual.

Fui em uma sex shop, e vi algumas roupas sensuais, jogos, cremes, brinquedos eróticos. Acabei comprando algumas coisas, mas na verdade foram todas pra mim! rsrsrs A semana caminhava a passos largos, e eu começava a entrar em desespero. Na véspera, me decidi. Só que tinha que ser naquele dia. No dia dos namorados seria impossível. Peguei o telefone e marquei. Tinha certeza que ele iria gostar.

Combinei com ele de sairmos pra jantar. Fomos comer sushi, e comecei a provocá-lo. Sussurrava no seu ouvido que estava com muito tesão, e dizia as coisas que queria fazer com ele naquela noite. Por baixo da mesa, acariciava seu pau, deixando-o duro entre meus dedos, sobre a calça. Ele, que também não é santo, entrou no clima. Me beijava e tentava colocar a mão sob minha blusa. Melhor sair do restaurante, né?

No carro, eu disse a ele qual o motel que queria ir. Ele estranhou, normalmente vamos pra casa dele, mas hoje não daria pra ser assim. “Eu quero ir nesse…”, ronronei no seu ouvido, enquanto descia o zíper da sua calça. Ele não protestou. Não sabia se dirigia devagar, para prolongar o arreto no carro, a punheta que recebia, ou se acelerava pra chegar logo e me comer. Mal sabia ele!

Da janelinha da portaria do motel, a atendente, que nos olhava de um nível mais elevado, arregalou os olhos quando me viu masturbando o Ricardo. Ele tinha pedido o quarto, e quando viu que ela notou meus movimentos, fez a sua melhor cara de canalha, e falou pra ela: “Tem que ser rápido, senão não adianta mais!”. Sempre metido a engraçadinho com as mulheres. Ela enrubesceu, sorriu, e passou a chave pra ele.

Entrei no quarto puxando-o pelo pau, e tão logo ele fechou a porta, pulou em cima de mim. Fiz o possível e consegui me desvencilhar, e pedi pra ele encher a banheira. Ele disse um “depois” entre os dentes, e veio de novo pra cima de mim. Saí correndo pelo quarto, e ele atrás. E agora? Eu precisava colocar meu plano em prática, e pra isso precisava mandar uma mensagem no celular. Ele me espremeu contra a parede, levantando a minha blusa, enfiando uma perna entre as minhas. Peguei seu pau e voltei a masturbá-lo, e eu fui escorregando pra baixo na parede, até ficar de joelhos no chão. Coloquei seu pau na boca, enquanto ajudava-o a se livrar das calças. Chupei com força, massageando as bolas, arranhando suas coxas, levando-o à loucura. Agora foi a vez dele tentar se desvencilhar, mas não deixei. Aumentei o ritmo e fiz ele gozar na minha boca. Ele me puxou pra cima e me beijou, falando: “Agora eu posso ir encher a banheira…”.

Ele entrou no banheiro, e eu voei pra minha bolsa. Peguei meu celular, e mandei a mensagem com o número do quarto. Segundos depois, a resposta: 10 minutos. Ele apareceu na porta, e disse que enquanto a banheira enchia, iria tomar uma chuveirada. Perguntou se eu queria ir junto, ou iria esperar a banheira. Eu disse que iria esperar. Assim que ele abriu o chuveiro, chamei a recepção e avisei que estávamos esperando uma pessoa. Depois liguei a TV e fiquei vendo o filme pornô que passava. Na tela o homem comia sem dó uma ruiva, que chupava o pau de outro homem. Aumentou ainda mais o meu tesão.

Ele saiu do banho, completamente nu, a tolha pendurada no ombro, e me avisou que a banheira estava quase no ponto. Pedi que ele fechasse o registro, pois agora estava passando um filme legal. Ele olhou pra tela, balançou a cabeça como quem diz “tu não tem jeito, mesmo”, e foi fechar o registro. Depois deitou-se ao meu lado na cama, quando alguém bateu na porta.

– Tu pediu alguma coisa? – ele me perguntou.

– Pedi. Pega pra mim?

Ele colocou a toalha na cintura e foi até a porta. Deslizei até os pés da cama para ver a cena. Ele abriu a porta e disse:

– Oi.

Eu não enxergava quem estava ali, mas ouvi a voz feminina falar:

– Tu é o Ricardo?

– Sou.

– A Nathalia fez um pedido. Posso entrar?

Ele se afastou da porta, confuso.

– Claro. – ela foi entrando, enquanto ele fechava a porta – O que ela pediu?

Quando ele se virou, ela já tinha largado a bolsa sobre a mesa e estava se livrando do casacão que vestida, de costas pra ele. Deixou o casaco cair, e de frente pra ele, apenas de salto alto, disse:

– Ela pediu seu presente de dia dos namorados. Sou eu. Feliz dia dos namorados!

Ele ficou literalmente de boca aberta. A menina era fenomenal, ainda melhor do que as fotos que eu vira no site. Os seios perfeitos, apontando para o céu, longos cabelos negros que desciam pelas costas, a bunda mais redonda que eu já tinha visto, e pernas que pareciam torneadas em horas de academia. Era impressionante.

O Ricardo finalmente se mexeu. Falou um “uau!” como o de um menininho que vê pela primeira vez uma mulher nua, caminhou até ela, parou. Ela sorria satisfeita, sabedora que era do poder que sua beleza exercia sobre os homens. Ele levantou um dedo, pediu um minuto à ela, e veio até mim. Me deu um beijo quente, cheio de amor, cheio de tesão, pegou meu rosto entre as mãos e disse: “Te amo, te amo, te amo! Muito obrigado!”. Eu sorri, empurrei-o para fora da cama e falei:

– Vai. Aproveita o teu presente.

A menina nos olhava sorrindo. Piscou pra mim. Sorri pra ela. E o Ricardo tomou-a nos braços e eles se beijaram…

CONTINUA…

Dupla penetração

13 out

Voltamos da praia ontem logo após o meio dia. Estava uma delícia! Um friozinho gostoso, ótimo pra ficar dentro de casa descansando (o que eu precisava), namorando e dando pequenas caminhadas pelas ruas ainda vazias, o que no verão é impossível.

O Ricardo veio me deixar em casa, e acabou subindo. Deitou na cama para ver algum canal de esportes e eu liguei o computador para ver meus e-mails. Quando conectei o MSN, estava on-line meu amigo. Reclamou do meu sumiço, e após as explicações que vocês já conhecem (falta de tempo, blá, blá, blá) passou a me provocar. Falava que sentia falta do meu corpo, do meu toque, da minha boca. Que se masturbava lembrando das nossas transas, que não via a hora de estar dentro de mim novamente. Eu também queria estar com ele de novo, e comecei a gostar da conversa. Respondi que da próxima vez que nos encontrássemos seria ainda mais quente, que ia deixá-lo me virar do avesso e que o faria gozar uma infinidade de vezes.

O Ricardo quis saber que tanto eu teclava, e chamei-o pra ler nossa conversa. Ele parou atrás de mim, leu e apenas comentou: “diz pra ele que se quiser te comer agora, beleza. Mas tu vai ter que agüentar nós dois”. Falou assim, como quem diz “pede uma pizza maior porque também vou comer”. rsrsrsrsrs Achei que ele estava brincando, e continuei conversando. Uns cinco minutos depois o Ricardo pergunta: “E aí? Vai rolar?”. Disse pra ele que nem tinha falado nada, mas que se ele quisesse eu falaria. É claro que eu já tinha pensado nisso, outras vezes. Mas confesso que, no meio de uma tarde de feriado, no MSN, era uma situação meio estranha. Mas não deixava de ser interessante. E lá na tela do computador a coisa continuava quente, então resolvi ousar.

Mandei uma mensagem dizendo que adoraria transar com ele naquele momento. Mas que meu namorado estava comigo, e que não tinha certeza se agüentaria os dois de uma só vez. E não é que ele mordeu a isca? Disse que achava que eu agüentaria, e que tinha certeza que os dois tomariam cuidado. Fechei os olhos e imaginei a cena… Eu me deliciando ora com um, ora com outro, com os dois juntos… Que delícia! Chamei o Ricardo pra ler de novo, e marcamos de nos encontrarmos em uma hora, em um motel.

Já excitada com o que o resto da tarde prometia, fomos pro motel. Chegamos meia hora antes do combinado, e fomos tomar um banho. Ensaboei meu corpo lentamente, me exibindo pro Ricardo, e depois deslizei pelo corpo dele. O pau já duro espetava o meu corpo, e passei a massageá-lo. Logo o masturbava devagar, enquanto a água caía sobre nosso corpo. Deixamos avisado que esperávamos uma pessoa e que, quando chegasse, poderia entrar. E quando me ajoelhei para colocar o pau do Ricardo na boca, olho para a porta do banheiro e meu amigo está lá, assistindo nosso banho. Sem parar o que estava fazendo, aceno convidando-o a juntar-se a nós.

Ele tirou a roupa, e um pouco sem jeito entrou no box. Eu levantei, fiquei de frente pra ele e encaixei o pau do Ricardo entre minhas coxas, de costas pra ele. Peguei o sabonete e o chuveirinho e passei a ensaboar meu amigo, enquanto rebolava pro Ricardo. Ensaboei seu peito, seus ombros, barriga, até chegar no seu pau duro. Com bastante espuma nas mãos, massageei suas bolas e toda a extensão do caralho. Passei a masturbá-lo enquanto o Ricardo se preparava para me penetrar.

Em pé, embaixo do chuveiro, com o corpo jogado pra frente, eu era comida por trás, sentindo o Ricardo entrar e sair da minha buceta, enquanto eu chupava o meu amigo. Que belo final de feriadão. Rebolava do jeito que dava, e ao mesmo tempo jogava meu corpo para trás, querendo o pau ainda mais fundo dentro de mim. Não demorou muito e gozamos, eu e o Ricardo, enquanto meu amigo conseguiu se segurar. Deixei a água escorrer pelo meu corpo, e recomposta, peguei meu amigo pela mão e fui pro quarto.

Mesmo molhados, nos jogamos na cama, e tive meus seios lambidos e chupados por ele. Me confessou que não agüentava mais e queria me comer, e tateando a cama achamos uma camisinha. Coloquei com a boca, e logo estava sobre ele, fazendo seu pau deslizar pra dentro de mim. Subia e descia, rebolava e delirava de prazer. Sob meu corpo ele se contorcia e lutava para não gozar. Ao lado da cama, enrolado na toalha, o Ricardo assiste a tudo cheio de tesão. Peço pra ele se aproximar e passo a masturbá-lo enquanto sou fudida. Meu amigo aperta meus seios, e o Ricardo passa a mão na minha bunda. Começa a brincar no meu cu, com a ponta do dedo, e vai enfiando devagarzinho. Diminuo o ritmo para não gozar, querendo prolongar ao máximo o prazer que estou sentindo.

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O Ricardo leva o pau até a minha boca e manda que eu o deixe bem babado, “pra facilitar”. Lambo e babo ele bastante, já prevendo o que acontecerá. Ele se posiciona atrás de mim e pede que a gente pare um pouco o movimento. Meu amigo beija a minha boca, enquanto sinto o Ricardo forçando a minha bunda com seu pau duro. A cabeça entra, dói um pouco, está mais apertado pelo volume na minha buceta, mas é uma delícia. Ficamos todos parados um pouco, até eu acostumar, e assim que meu amigo começa a se mover devagar, o Ricardo vai entrando um pouco mais. Logo estou totalmente preenchida, e do jeito que dá, sinto os dois paus entrando e saindo de dentro de mim. Não sei quanto tempo durou, se foi rápido ou não, mas quando meu amigo avisou que ia gozar, eu explodi em um orgasmo duplo, na frente, atrás, não sei explicar. Um gozo forte, preenchido, atolada, totalmente fudida. Meu corpo desabou sobre o do meu amigo, e o Ricardo continuou metendo na minha bunda até gozar.

Ficamos os três jogados na cama, um pequeno descanso, para logo depois recomeçar…

Ménage à Trois

27 ago

Eu saí com minhas amigas no sábado. Fomos ao cinema, depois comer sushi, e depois sairíamos para dançar. Mas depois do sushi e um pouco de bebida, as meninas desistiram de dançar. Fiquei eu lá, totalmente pilhada e sem nenhuma companhia. Odeio quando isso acontece!

Decidi ligar pro Ricardo, apesar de ele ter me falado que ia sair com uma amiga. Vai que ela tivesse furado? Aí poderíamos passar a noite juntos. Liguei no celular e chamou até entrar a caixa postal. Parecia que aquela não era a minha noite. Resolvi ir pra casa.

Enquanto o manobrista buscava meu carro, meu celular tocou. Era o Ricardo. O diálogo foi mais ou menos assim:

– Oi, amor! Tá ocupado?

– To aqui com a minha amiga…

– Ah, então deixa…

– Não, não… Pode falar.

– É que as meninas foram pra casa… E eu queria dançar… Tô super animada, mas deixa… Vou pra casa… Tá bom aí? – perguntei, não por ciúme, mas por curiosidade.

Foi quando ouvi um gemido dele, que logo depois respondeu:

– Uhmm… Tá. Ela tá chupando meu pau.

Que cara de pau! Ele lá aproveitando, eu sem companhia, e ele me tentando. Ouvi ele dizer um “relaxa” pra menina, e tentei imaginar a cena. Já contei pra vocês que me excito vendo ele com outra e também quando ele me conta. Mas ele me contar “ao vivo” era a primeira vez.

– É? – perguntei enquanto entrava no carro. – E ela chupa gostoso?

– Sim… Bem gostoso… Enfia lá no fundo, do jeito que eu gosto… (depois ele me contou que a menina também se excitou com a situação, e que conforme ele ia falando, ela fazia mais e melhor).

– Nossa… Que delícia! Vontade de chupar seu pau…

– E depois eu vou foder ela bem gostoso… Fazer ela rebolar no meu pau… Tu gosta de rebolar, né? – ele perguntou pra menina. – Ela disse que gosta…

– Seu safado… To dirigindo… Assim vou bater o carro…

– Falando em bater… Ela tá me batendo uma punheta aqui…

Ouvi a menina perguntar algo, e então ele me repassou a pergunta:

– Ela perguntou onde tu tá.

Quando eu disse o nome da rua, que era bem perto da casa dele, ele só me disse:

– Então vem pra cá. – E desligou o telefone.

Sentia minha buceta melada, e dirigi os cinco, dez minutos seguintes até a casa dele imaginando o que veria quando chegasse lá. Estacionei atrás do carro dele na garagem, e o elevador parece que demorou uma eternidade pra chegar até o andar que ele mora.

Abri a porta e ali mesmo na sala já dei de cara com eles. No sofá, ela com as pernas abertas, a cabeça jogada para trás, enquanto ele chupava seus seios e enfiava os dedos dentro dela. Fiquei em pé, encostada na porta, a bolsa ainda no ombro, olhando. Ela gemia alto, e não sei se já tinha notado a minha presença. Ele me olhava e se exibia com aquela cara de tarado. Fazia ela abrir ainda mais as pernas e me mostrava seus dedos entrando e saindo. Meu tesão escorria pelas coxas.

Puxou a menina pelos cabelos e beijou a sua boca. Foi quando ela me viu. Me olhou um pouco desconcertada, sem jeito, mas o Ricardo massageou seu clitóris e logo sua boca entreaberta soltava pequenos gemidos, enquanto ela me olhava sem parar. Caminhei até o sofá, larguei a bolsa sobre a mesa de centro e beijei o Ricardo na boca. Passei a mão pelo seu peito, barriga, e desci até seu pau duríssimo. Enquanto ele masturbava ela, eu beijava e masturbava ele.

Com a mão livre ele subiu minha blusa, e eu guiei meus seios até a sua boca. Me ajoelhei no sofá, de olhos fechados, sentindo seu pau entre meus dedos e sua boca nos meus seios, e ainda escutava a menina gemer. Foi quando ela debruçou-se sobre ele e passou a lamber e beijar meus seios também. Sentei no joelho do Ricardo, me livrei da blusa, e entreguei meus seios aos dois. Ora cada um chupava um mamilo, ora os dois duelavam a língua no mesmo. Friccionei minha buceta no joelho do Ricardo, e assim mesmo, de calça jeans, gozei pela primeira vez.

O Ricardo colocou uma camisinha e, enquanto eu levantei e tirava o resto das minhas roupas, ele colocou a menina sentada no seu pau, de frente pra ele. Ela subia e descia, e sentada ao lado dos dois, passei a beijar o Ricardo. Os seios dela mexiam na nossa frente, e logo abocanhamos os dois. Ela pedia pra parar, dizia que assim iria gozar, então parei de chupar, e decidi tocar seu corpo. Passei a mão pelos ombros, seios, barriga, costas, apertei sua bunda, e por trás, entre suas pernas, senti o pau do Ricardo entrando e saindo de dentro dela. Coloquei um dedo de cada lado e apertei, deixando ainda mais apertadinha a entrada da sua buceta. Ela gemeu mais alto, avisou que ia gozar e me puxou pra ela, enfiando a língua na minha boca, em um beijo excitado, quente e molhado.

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Enquanto a menina se recompunha, eu deslizei pro chão, tirei a camisinha e enfiei o pau do Ricardo na boca. Que delícia chupar aquele pau. Enfiei fundo, chupei só a cabeça, punhetei-o com os lábios. Logo recebi ajuda.

Enquanto uma chupava a cabeça, a outra lambia as bolas. Ele já se contorcia, tentando segurar ao máximo o gozo que estava iminente. Quando colocamos os lábios uma de cada lado, e passamos a subir e descer pela extensão, tocando nossas línguas quando chegávamos na cabeça, ele não agüentou. Despejou bastante porra, no rosto de nós duas, na nossa boca, por tudo…

Terminamos os três nos beijando, e já pensando no resto da noite. Tanto que logo o Ricardo levantou e foi abrir um vinho. E a noite continuou…

Parte I – Transando com outro, na frente dele

18 jun

Eu tinha um namorado, acho até que já falei dele, que abriu a minha cabeça para o sexo. Me ensinou a falar o que me desse na telha, a fantasiar sem limites e sem pudores. E me deu coragem pra realizar algumas fantasias, minhas e dele.

Ele tinha muita vontade de me ver com outro homem. Não era eu, ele e mais um. Era eu e mais um, e ele apenas olhando. Eu dizia que nunca conseguiria, ainda mais sem a participação dele. Que teria vergonha, que tinha medo de magoá-lo, e essas coisas… Mas ele não desistia! Ia me excitando, falando como seria, aproveitando os momentos que eu estava com mais tesão, e passei a considerar a idéia.

Mas e a terceira pessoa, quem seria? Essa passou a ser a parte mais difícil do plano. Um profissional? Seria artificial demais. Um amigo? Seria estranho. Uma casa de swing? Não era bem o que se tinha em mente. E assim seguíamos, sem nada acontecer, e eu de certa forma aliviada. rsrsrs

Certa noite teve o casamento de uma prima dele. Ela morava em uma cidade relativamente longe, e no mesmo hotel onde foi o casamento a maioria dos convidados de fora da cidade ficaram hospedados. Viajamos na sexta à noite, e no sábado antes do casamento mal nos vimos. Acordamos tarde, e o resto do dia passei praticamente no salão de cabeleireiro.

Depois da cerimônia religiosa, todos ao salão do hotel para a festa. Festa essa que estava divertidíssima. Boa música, muita champanhe, muita gente bonita. Os noivos estavam radiantes, e passavam toda essa felicidade aos seus convidados.

Como meu namorado havia confirmado a presença em cima da hora, acabamos ficando em uma mesa longe da família. Era um pessoal jovem, divertido e solteiro. Quando fomos dançar, já com o efeito da bebida na cabeça, um dos rapazes passou a se insinuar pra mim. Me puxava pra dançar com ele, fazendo o possível para nossos corpos se tocarem. Olhei para meu namorado, que piscou e sorriu pra mim. Tudo bem, pensei, estou liberada.

Dancei, instiguei, me insinuei, deixando o rapaz doido. Olhava pra mim e procurava meu namorado, que conversando com outras pessoas, se fazia de desentendido.

Ele tentou me beijar, mas não queria fazer isso na frente dos outros, principalmente da família do meu namorado. Veio uma música mais calma, e dançando abraçada no rapaz, escutei-o dizer que queria ficar a sós comigo. Ele era bonito, estávamos animados, mas confesso que em uma situação normal não teria levado adiante. Mas pensei na fantasia do meu namorado, e que poderia ser bem excitante… E então falei no ouvido dele: “sozinha com você, não fico. Mas se meu namorado for junto, eu topo agora”. Ele me olhou, desconfiado. Eu passei a língua nos lábios, mostrando que não estava de brincadeira. Disse a ele o número do quarto, e deixei-o sozinho no meio do salão.

Fui até a mesa, peguei meu namorado pela mão, e saímos. No elevador puxei-o para mim, e avisei: “vou transar com ele na sua frente”. Ele ficou maluco, beijou a minha boca, ficando excitado na hora.

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CONTINUA…

Presente sexual

20 mar

Eu sei que faz tempo que a gente não escreve nada. A verdade é que andamos devagar mesmo! rsrsrs Estamos muito mais comportados do que gostaríamos e deveríamos.

Mas todos sabemos que a vida é feita de fases. Que as vezes estamos cheios de disposição pra todo tipo de loucuras, e que as vezes ficamos quietinhos, fazendo mais do mesmo (que não deixa de ser gostoso).

Mas hoje é sexta-feira. E parece que a tal disposição tá voltando! rsrsrsrs

Eu estava pensando em dar um presente pro Ricardo, hoje de noite. Ainda não sei bem o que. Quem sabe uma amiga? Não vai dar pra ela sair do bolo, não dá mais tempo de arranjar um bolo tão grande. Mas que ela saia de uma caixa… Já vale! Rsrsrsrs

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Eu só não sei bem como vai ser (se é que vai ser). Não sei se quero só ficar olhando. Quem sabe eu não arrume uma maneira de participar? Acho que ele ia gostar. E eu também.

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Se acontecer, prometo que conto pra vocês.

Bom final de semana pra todos!