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Surpreendendo o Ricardo

10 set

Tenho trabalhado demais, como vocês devem ter notado, pois isso acaba gerando quase que um abandono do blog. Além de viajar pra lá e pra cá, relatórios intermináveis acabam minando meu teu livre. Mas como ninguém é de ferro, eu arrumei um tempinho pra aprontar alguma coisa.

A sexta-feira amanheceu chuvosa, como tem sido o normal por aqui. Deixei as crianças no colégio e voltei pra casa, para terminar uns relatórios. Me afundei no note, quase sem ver o tempo passar. Quando me dei conta, era quase 11 da manhã. E o serviço iria longe… Irritada, fechei o note e resolvi ir até a sacada. E não é que o tempo tinha melhorado? O sol começava a aparecer, e eu pensei cá comigo: “não vou passar o dia na frente do notebook”. Coloquei uma roupa e saí decidida a fazer uma surpresa pro Ricardo.

Cheguei no trabalho dele e não deixei a recepcionista me anunciar, fui direto para a sua sala. E adivinhem quem eu encontro lá, na maior galinhagem? A tal da Déia. Vocês conhecem a nossa relação e sabem que ele pode transar com quem ele quiser. Sabem que eu não tenho ciúme, ou que até tenho, mas que acaba sendo um combustível altamente inflamável pro meu tesão. Mas essa zinha não me desce. Menininha bem nojentinha, fresquinha e bipolar! Eles não estavam fazendo nada, óbvio, mas a cara dela quando me viu foi algo sensacional! rsrs O Ricardo só me olhou com aquela cara de safado, e não disse nada.

– Bom dia, Nathalia! – ela falou, um sorriso nervoso estampado no rosto, e avisou que estava de saída. Eu apenas acenei com a cabeça, e enquanto ela fechava a porta atrás de si, falei pro Ricardo:

– Eu achei que vacas só falassem “mu”, essa aí fala “bom dia”?

Não sei se ela escutou ou não, mas dessa vez quem fez cara de pavor foi o Ricardo. E o medo que eu armasse um barraco? rsrsrs

Me aproximei dele, passando meus braços pelo seu pescoço e beijando sua boca.

– E você, seu galinha safado! Estava arrumando a sobremesa, é? – falei carinhosamente.

– É. Mas agora meu banquete chegou! Veio almoçar comigo?

– Sim… Mas se já marcou com a sua putinha, não faz mal.

Ele me pegou forte pela cintura, me puxando contra ele, e sussurrou em meu ouvido.

– Não. Esquece a minha putinha. Agora a minha putona chegou.

Sorri. Estava com saudade de ouvir ele falando baixaria. E o ciúme já tinha passado, agora o tesão era quem me comandava. Foi aí que lembrei dos posts, de tudo que ele contou pra mim e pra vocês, sobre ela querer experimentar outra mulher. Assim, sem pensar e antes que desistisse, falei:

– Convida ela pra almoçar com a gente.

Se ele ficou surpreso, não demonstrou. Mas não levou fé.

– Nada, imagina… Vamos almoçar  só nós dois, em algum lugar.

Me esfreguei nele, e ronronei:

– Convida… Posso estar fazendo mal juízo dela.

Eu estava decidida. E se ele não convidasse, eu mesma convidaria. E ele sabia disso. Afinal, me deixou ali e foi falar com ela.

Voltou cinco minutos depois, deve ter sido difícil convencê-la, ainda mais depois do que falei. Mas ela topou. Pouco tempo depois saímos os 3 em direção ao elevador.

Se no início o clima estava estranho, com o tempo foi melhorando. Ela, apesar de permanecer mais quieta do que falante, não era tão ruim como eu pensava! rsrsrs Já no restaurante, escolhemos uma mesa de canto, e o Ricardo sentou-se ao meu lado, e ela na frente dele. Almoçamos e conversamos, e fiz o possível para deixá-la à vontade, assim como o Ricardo que, sentindo minha mão buscando seu pau sob a mesa, resolveu relaxar e ver no que aquilo tudo daria. Ela foi se soltando, ao mesmo tempo em que eu soltava o botão da calça do Ricardo. E quando o assunto chegou no sexo, eu já passava meus dedos na cabeça melada do pau dele.

Ela falou sobre o namorado, e eu bem cara de pau, fiquei dando dicas do que ela deveria fazer na cama com ele. Alguns minutos depois e com a conversa mais quente do que nunca, ela já com o rosto corado arregalou os olhos enquanto me ouvia perguntar:

– Você alguma vez já ficou conversando com uma amiga enquanto o masturbava?

Ela olhou pra ele que, com o rosto contorcido de tesão, não disse nada. Depois me olhou. Criou coragem e falou:

– Nunca. Mas e se ela me pedisse para trocar de lugar comigo?

A vadia era rápida. Estava começando a gostar dela.

O Ricardo segurou o meu pulso. Seu pau pulsava. Ele não queria (e nem tinha como) gozar ali.

– Você deixaria? Eu deixaria… – falei, e larguei o pau do Ricardo. Dei um beijo nele e me levantei. Ela levantou também e trocamos de lugar.

Sentada de frente para eles, olhando ora pra expressão de tesão dele, ora pros movimentos quase imperceptíveis do seu braço, que geravam um leve balanço dos seus seios, eu estava pronta para gozar. Se estivéssemos em outro lugar, eu pulava em cima dos dois. E olha que eu nem gostava daquela vadia! rsrsrs

– Chega, pelo amor de Deus! – o Ricardo falou, afastando-a – Eu não posso sujar tudo aqui.

Trocamos um olhar de cumplicidade, eu e ela.

– Vamos pra outro lugar? – ele convidou, cheio de desejo.

Pisquei para ela, mostrando que deveríamos castigá-lo um pouco mais.

– Quem sabe outra hora. – falei – Tenho tanta coisa pra fazer agora de tarde.

Ela entrou no jogo.

– Tenho uma reunião às 3.

Levantei a mão chamando o garçom:

– Um expresso… Alguém mais quer? Dois expressos e a conta, por favor!

Entrando totalmente no clima, ela saiu do lado dele e veio sentar ao meu lado. Ficamos conversando amenidades, enquanto bebíamos nosso café. E ele com uma expressão incrédula na nossa frente.

 

Larguei os dois no trabalho e fui para casa, mas nem toquei nos relatórios. Me deitei e me masturbei lembrando daquele almoço. Não respondi nenhuma das mensagens desesperadas do Ricardo no meu celular e, apesar de continuar não simpatizando com a tal da Déia, gozei pensando em nós três.

 

 

Presente de dia dos namorados – Parte III

30 jun

Leia a primeira parte clicando AQUI.

Leia a segunda parte clicando AQUI.

Fiquei de joelhos na cama, ao lado dela. Com a ponta dos dedos toquei sua buceta molhada. Ela se empinou ainda mais. Passei os dedos nos grandes lábios, depois enfiei um dentro dela. O Ricardo, ao mesmo tempo em que gostava, se masturbava impaciente, louco que estava pra enfiar o pau nela. Resolvi fazê-lo esperar. rsrsrs

Brinquei com meus dedos, correndo-os por toda a extensão dos lábios, entrando, saindo, fazendo um pouco de pressão e depois apenas carinho. Ela gemia baixinho, enquanto eu girava a ponta dos dedos no seu clitóris. Depois abria bem a sua buceta, mostrando pro Ricardo, dizendo que logo ele estaria lá dentro, enquanto ele se masturbava e gemia, dizendo não agüentar mais. Levei então a mão até ele. Acariciei seu saco, e segurando seu pau pela base, guiei até a buceta dela.

Fiz ele deslizar entre os lábios, deixando-o ainda mais louco, para só então começar a colocá-lo dentro dela. Fui enfiando devagar, abrindo-a para ele, que lá pelas tantas não quis mais saber da minha ajuda e se enfiou todo de uma só vez. Começou a fudê-la com força, gemendo e grunhindo, louco de tesão. Ela levantava mais a bunda e mexia, de um lado para o outro, enquanto ele entrava e saía, criando um movimento delicioso, um para cada lado.

Engatinhei em direção à ela, que ao me ver ao seu lado, procurou a minha boca para um beijo. Nossos lábios se tocaram e sua língua passou a explorar a minha boca, entrelaçando-se com a minha. Ela me beijava ao mesmo tempo em que gemia abafado a cada estocada que o Ricardo dava.

Os dois transavam em um ritmo louco, delicioso, e ela olhou pros meus seios, depois nos meus olhos e colocou a língua para fora, dando a entender que queria lambê-los. Não precisávamos de palavras. Juntei meus seios com as mãos espalmadas, segurando-os por baixo, e levei até a sua boca. Que delícia o toque da sua língua! Ela lambia sem parar, envolvendo meus mamilos com a língua e os lábios. O Ricardo às vezes dava uma seqüência de estocadas rápidas e fortes, e quando ele fazia isso ela sugava meus seios mais forte. E quando ele diminuía o ritmo, ela me lambia devagar.

Deitei-me na cama, me enfiando um pouco por baixo dela, para também abocanhar seus seios. Agora uma chupava os seios da outra, com a diferença que, ela em cima de mim, fazia o que queria com aqueles seios deliciosos no meu rosto. Roçava-os pelo meu rosto, tentava colocá-los o máximo que podia na minha boca, e até tirava-os de mim de vez em quando. Nossos gemidos se faziam ouvir até na portaria do motel.

Da posição que estávamos até “escorregarmos” para um 69 foi apenas uma questão de tempo. Acho até que fui eu quem tomou a iniciativa! rsrsrs Fui indo mais para baixo, beijando sua barriga, mordiscando, até estar frente a frente com o pau do Ricardo entrando dentro dela. Passei a lamber sua buceta e o pau do Ricardo, que entrava e saía sem parar. Às vezes me detia no clitóris, em outras no saco do Ricardo. Ela, por sua vez, enfiava fundo a língua dentro de mim. A sensação que eu tinha era que estávamos todos gozando, de tão grande que era a onda de prazer que tomava conta da gente.

De fato não agüentamos muito tempo, pelo menos eu e ela. Ela se arrebitou toda, e com os dentes cerrados anunciou seu gozo. Estiquei a língua, tocando apenas a pontinha no seu grelinho, e pude senti-la tremendo, vibrando, difícil de explicar. Os gemidos se tornaram bem altos, ela levantou bem a cabeça, como fazem os lobos para uivar, e depois de alguns segundos assim, mergulhou o rosto na minha buceta. “Prendeu” meu clitóris entre os lábios, e passou a chupá-lo como se fosse um pau. Não agüentei nem um minuto. Explodi em um gozo delicioso, cravando as unhas nas coxas do Ricardo, enquanto ela roçava a buceta no meu rosto.

O Ricardo, que ainda não gozara, saiu de dentro dela e ficou ali nos olhando, ela caída sobre mim, as duas imóveis tentando voltar ao normal. Sentou-se no sofá, o pau bem duro, arrancou a camisinha e fez um barulho que se faz pra chamar cachorro. Inconscientemente, as duas cadelas olharam! rsrsrs Ele riu, divertido, dizendo que assim a gente se entrega. Apontou pro pau dele, e disse: “venham!”.

Nós fomos. As duas engatinhando, lado a lado, até chegarmos entre as suas pernas. Uma de cada lado, abocanhamos o seu pau. Nossos lábios se tocavam, deslizando da base até a cabeça, onde dávamos um beijo de língua as duas, mas com o pau dele no meio. Depois uma chupava a cabeça, enquanto a outra lambia o saco. Ela foi descendo, descendo, e passou a lamber a sua bunda, enquanto eu me deliciava na cabeça. Ele gemia de olhos fechados, e eu sabia que ele se segurava do jeito que podia para não gozar.

Mas não adiantou muito. Quando voltamos a deslizar nossas bocas juntas no seu pau, ele cerrou os punhos e contraiu os músculos das pernas, nós duas levamos a boca até a cabeça e passamos a chupar a lamber, enquanto sua porra jorrava nos nossos lábios.

Nos beijamos os três, misturando nossos gostos e fluídos. Depois ficamos ali um tempo, fumando e conversando. Ela nos contou sobre ela, suas coisas, seus gostos, sua vida. Além de muito bonita, era também muito querida e inteligente. Depois pediu licença, dizendo que iria tomar um banho e que precisava ir embora. O Ricardo foi para a cama, e eu fui pegar o dinheiro para pagá-la, na minha bolsa. Entrei no banheiro e deixei sobre a bancada, enquanto ela tomava banho. Dei uma última olhada naquele corpão, com aquela inveja boa, e voltei para o quarto.

Quando ela saiu do banheiro, eu estava deitada de bruços, com as pernas abertas, e o Ricardo enfiava a língua na minha bunda, já com três dedos cravados dentro da minha buceta. Ela olhou, largou a toalha, guardou o dinheiro na bolsa, se aproximou e disse: “Desliguei o taxímetro. Agora quero me divertir!”. Deu uma risada e juntou-se a nós na cama.

Acho que o Ricardo gostou do presente de dia dos namorados. Vocês não acham?

Parte II – Transando com outro, na frente dele

19 jun

Já dentro do quarto, tive que fazer o possível e o impossível para conter o meu namorado. Enquanto o rapaz não chegava, ele me beijava e já queria baixar o meu vestido. Quando ouvimos as batidas na porta, mandei que ele ficasse quieto, sentado na poltrona.

O rapaz entrou, desconfiado, mas tratei de logo quebrar o gelo. Puxei-o até a cama, e montei sobre ele. Nos beijamos e, de frente pra ele, fiz o tomara que caia cair. Ele abocanhou meus seios, enquanto me puxava para mais perto dele. Eu estava de lado para o meu namorado, mas fazia o possível para não olhar pra ele. Segurando o rapaz pelos cabelos, tentei tirar o vestido, mas não consegui. Levantei-me rapidamente, tirei do jeito que pude, e só de lingerie praticamente pulei sobre ele novamente. Agora já sentia seu pau duro sob as calças.

Ele segurava meus seios, chupando e mordendo, enquanto eu rebolava de leve sobre ele. Não havia nenhuma razão para isso, mas eu tinha pressa. Queria senti-lo logo dentro de mim, queria aquela fantasia realizada. Abri seu cinto, a calça, o zíper, e baixei-os até suas canelas. Masturbei-o um pouco, para logo em seguida colocar o seu pau todo dentro da minha boca. Suguei, mordisquei, brinquei na cabeça, e perguntei se ele tinha uma camisinha. Como ele não tinha, tive que pegar uma com meu namorado. Acho que naquele momento foi a primeira vez que nos olhamos. Seu tesão era visível, no rosto e nas calças.

Aquele olhar de desejo, de cumplicidade, de felicidade, me deixou ainda com mais vontade. Quando o rapaz terminou de colocar a camisinha, eu tirei as calcinhas e sentei com gosto nele. Entrou de uma só vez, me alargando, me preenchendo, me fazendo arrepiar. Então olhei pro meu namorado. Ele, com a boca entreaberta, se posicionava para melhor enxergar o pau do rapaz entrando e saindo de dentro de mim. Arrebitei a bunda pra ele ver melhor.

Ele passou a masturbar-se com a mão dentro das calças, praticamente no mesmo ritmo em que eu me movimentava sobre o rapaz. O rapaz, embora fosse ele que me comesse, estava relegado ao segundo plano naquele momento. Minha atenção e tesão estavam voltados para meu namorado. Tanto que quase não reparei quando ele passou a gemer mais forte, a se contorcer, e gozou com o meu movimento.

Saí de cima dele, e sem maiores cerimônias, pedi que fosse embora. O que ele tinha que fazer, estava feito. Meio sem entender nada, mas acho que satisfeito, ele rapidamente se recompôs e foi embora. Foi a partir daí que a noite começou de verdade.

Meu namorado praticamente voou sobre mim, me pegando com força. Me colocou de quatro e me comeu por horas, literalmente.

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Trepamos e gozamos de tudo que foi jeito, e quando resolvemos dormir, exaustos, o dia amanhecia lá fora. Meu namorado ainda brincou comigo, dizendo que eu não tinha pego o bouquet. Devolvi a brincadeira, dizendo que se ele quisesse, sairia pra buscar, não o bouquet, mas outro pra me comer. Ele sorriu, saciado e satisfeito, e me beijando falou: outro dia a gente faz de novo.

Eu gostei. 🙂

Sexo a 3 – Minha primeira vez

12 maio

 

Tão logo completei 18 anos, fui passar uma temporada fora do país. Fiquei praticamente um ano zanzando por aí, conhecendo lugares, pessoas, culturas e diversidades. Uma experiência única, com aprendizados que trago comigo até hoje.

Antes de ir viajar, namorava uma menina há uns seis meses. Foi uma separação difícil, mas que, apesar do sofrimento daquele momento, tínhamos os dois a certeza que além de necessária, conseguiríamos superar. Ela foi a primeira a me incentivar a viajar, sabendo que era um desejo meu e que seria bom pra mim. Nossa noite de despedida foi doce, triste e romântica. Não prometemos nada um ao outro, sabíamos que o futuro era incerto.

Quando voltei, onze meses e alguns dias depois, ela estava no aeroporto me esperando. Nos abraçamos com saudade, ternura e respeito. No carro, ela queria saber tudo sobre a viagem, verdadeiramente interessada e feliz com tudo que eu contava. Na minha casa diversos outros amigos nos esperavam, e foi uma festa só. Já era de manhã quando a última pessoa foi embora.

No dia seguinte, um domingo, o telefone tocou e era ela. Disse que gostaria de conversar comigo. Convidei-a para vir à minha casa, mas ela preferiu que nos encontrássemos na casa dela. No horário combinado eu estava lá, e quem abriu a porta foi um amigo nosso. Éramos bem próximos, os três, antes da minha viagem, mas naquele dia senti um clima meio estranho no ar. Cumprimentei os dois, e sentamos na sala para conversar. Os dois se olhavam o tempo todo e, curioso que estava, perguntei o que estava acontecendo.

Ela resolveu abrir o jogo, dizendo que dois meses após a minha viagem eles tinham começado a namorar. Disse que eles estavam sem jeito, principalmente ele, porque agora eu estava de volta e poderia ficar incomodado com o relacionamento deles. Que queriam eles mesmo me contar, antes que eu ficasse sabendo por outras pessoas, e que não queriam que eu visse a situação como uma traição.

Claro que de início a notícia foi um baque pra mim, não posso negar. Mais por um sentimento de posse do que um ciúme real da situação. Mas então me dei conta que, na noite anterior, durante a festa, eles nem ficaram juntos. Comentei isso com eles, que responderam que era por respeito a mim. Nesse momento um sentimento tão forte de amizade, de respeito, de camaradagem que a gente só vê praticamente quando se tem a idade que tinha na época, bateu em mim. Fiz questão de abraçar os dois, dizer que eles não precisavam ter todo esse cuidado por minha causa. Hoje parece até meio bobo, mas choramos os três abraçados. De saudade, de amizade, de respeito.

Estávamos os três em pé na sala, as lágrimas escorrendo na nossa face, quando ela virou pra mim e, com a palma da mão, secou as minhas lágrimas. Depois fez o mesmo com ele. E então virou-se pra mim, e me beijou. Sua língua, seu hálito, a maciez dos seus lábios. Eu lembrava da cada gosto, cada sensação. Depois beijou o namorado, que apesar da situação, recebeu o beijo com carinho. Ficamos alguns segundos em silêncio, um pouco embaraçados com a situação, e então ela desculpou-se, dizendo que aquilo não deveria ter acontecido. Eu fiquei quieto, mas o namorado segurou seu rosto com as mãos e disse a ela que não precisava de desculpas, que se tinha acontecido era porque deveria acontecer. Beijou os lábios dela e encorajou-a a fazer o que tinha vontade.

Sem saber bem o que fazer, me deixei levar quando ela virou-se pra mim e me beijou novamente, dessa vez com desejo e tesão. Enquanto ela me beijava ele acariciava seus cabelos, como se a encorajasse, ao mesmo tempo em que se fazia presente no que acontecia. Me sentei no sofá, com ela sobre mim, e ele ficou de pé atrás dela. Suas unhas roçavam de leve meu couro cabeludo, quando ela virou o rosto para trás e o beijou. As mãos dele percorreram o pescoço dela, os seios, a barriga, e ele tirou a sua blusa. Abaixou o sutiã, e aqueles seios deliciosos se ofereceram pra mim, à altura do meu rosto. Beijei e suguei os dois, enquanto eles continuavam a se beijar. As mãos dele seguraram os seios por baixo, empinando-os ainda mais na minha direção, um sinal de que me oferecia-os para meu deleite. Meu pau, duro como uma pedra, tocava sua buceta sob nossas roupas. As mãos dela tatearam minha calça, em busca do botão. Ajudei-a, abri a calça e senti o toque dos seus dedos percorrendo o meu pau.

Ela levantou-se e livrou-se das calças, enquanto eu terminava de baixar as minhas. Com uma mão me masturbava, enquanto ajudava o namorado a baixar as calças dele. Então colocou o pau dele na boca, sem parar de me masturbar. Depois foi o meu pau que foi abocanhado, enquanto ela masturbava o namorado.

Toquei sua buceta, e senti o desejo e o tesão na ponta dos meus dedos. Estava totalmente molhada, inchada, melada. Quando coloquei dois dedos de uma vez ela tirou o pau dele da boca e gemeu olhando nos meus olhos. Não sei de onde surgiram as camisinhas, provavelmente eram dele, só sei que ela estava de quatro, eu atrás dela, enfiando fundo e tentando segurar o meu gozo, e ele à frente segurando-a pelos cabelos e comandando seus movimentos. Ela gemia cada vez mais alto, dizia que queria os dois dentro dela, mas nossa inexperiência na época não nos fez capaz de realizar o que ela queria. Um pouco eu a comia, e então ela virava pra ele e sentava e cavalgava no seu colo. E assim fomos trocando, loucos de tesão, até que primeiro ela gozou sobre ele, que ao mesmo tempo se desmanchou de prazer, e depois arrancou a minha camisinha e me chupou até que eu gozasse, o que confesso que não demorou muito.

Ficamos os três jogados, a cabeça dela no meu colo, o resto do corpo sobre ele.

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Uns quinze minutos depois nos recompomos, e tentamos raciocinar sobre o que tinha acabado de acontecer. Não foi nada programado, simplesmente aconteceu. E depois desse dia nunca aconteceu de novo. Eles namoraram por um bom tempo ainda, e nossa amizade era a mesma de antes de eu viajar, só que agora o namorado era ele. Acho que o que aconteceu foi uma espécie de ponto final da minha história com ela. E que o meu amigo entendeu isso, e que aproveitou o calor da hora e o tesão da situação para participar disso conosco. Ele reconheceu a situação e encorajou-a a vivenciar.

Faz bastante tempo que não encontro nenhum dos dois. Pelo que soube, ela está bem casada e morando em outra cidade. E ele é piloto de avião, e tá morando na China.

Mas levo os dois com carinho em meu coração.