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Sem calcinha e no banco de trás

23 set

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De vez em quando saio sem calcinha. Juro que não é pra provocar. É que me sinto bem assim. Mas que isso acaba provocando os homens, eu não tenho dúvidas. E quando uso com saia ou vestido então…

Era assim que eu estava segunda à noite. Um vestido soltinho e mais nada. Fomos em um jantar, e no carro, quando voltávamos pra casa, o Ricardo passou a mão nas minhas coxas, subiu e viu que eu estava sem nada. Nem me olhou, apenas sorriu satisfeito e exclamou algo como: “é bem vadia mesmo”. E começou a brincar com os dedos na minha buceta.

Passou a dirigir mais devagar, e eu me ajeitei no banco para abrir mais as pernas, facilitando o acesso dos seus dedos. Fechei os olhos e aproveitei o momento… O movimento do carro, sua mão me provocando, um pouco de vinho na cabeça… A noite que estava terminada fazia pouco, agora recomeçava! rsrsrsrs

Os seus dedos ora entravam e saíam de dentro de mim, ora brincavam com meu clitóris. Eu gemia baixinho, de olhos fechados, desejando que a distância aumentasse cada vez mais, enquanto meu tesão escorria pelos seus dedos. Bendito carro automático! A mão direita dele era só pra mim.

– Mudança de planos. Não vou mais te levar pra casa. – ele disse, e eu adorei a notícia. Rodamos por mais uns dez minutos, eu acho, e tive me primeiro orgasmo naquela noite. Ele enfiou os dedos bem fundo, e eu mexi e remexi no banco. Gozei mordendo os lábios, desejando-o todo dentro de mim.

Quando vi, estávamos entrando na garagem do prédio do Ricardo. Descemos a rampa, e lá no subsolo, antes mesmo dele estacionar o carro na vaga, eu já estava sobre ele. Meus seios na sua boca, minha mão tentando abrir a sua calça para liberar aquele pau duríssimo só pra mim. Não sei de que jeito, mas acabamos indo parar no banco de trás. Eu subia e descia no seu pau, pedindo à ele que me enchesse de porra. Ele me chamava de cadela, de vadia, e eu concordava, com prazer. E assim, enquanto ele atendia ao meu pedido e despejava toda a porra dentro da minha buceta, eu gozava pela segunda vez na noite.

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Eu precisava realmente ir pra casa, e foi lá o meu terceiro orgasmo da noite… Sozinha, embaixo do edredon, relembrando as delícias que eu e o Ricardo fazemos.

Strip Tease

31 jul

 

Fazia tempo que eu queria ir a uma casa de diversões adultas (leia-se puteiro), mas o Ricardo sempre deixava pra depois, desconversava.

Até que um dia, depois de tanto insistir, ele concordou. Mas colocou uma condição: eu teria que fazer um strip. Gosto de desafios, mas confesso que fiquei com medo e envergonhada. Medo de travar quando chegasse a hora, envergonhada por imaginar que as garotas que faziam isso na casa fossem muito mais bonitas que eu.

Agora quem desconversava sobre o assunto era eu. O Ricardo apenas ria, como se dissesse: ela não vai topar. Mas secretamente eu me preparava pra criar coragem e fazer bonito no meu show. Sim, agora eu já não encarava mais a coisa como uma ida a um local, e sim como um show que eu iria fazer! Rsss

Comprei uma lingerie branca, para contrastar com meu bronzeado de final de verão. Treinava na frente do espelho, tentando achar o momento certo, o movimento certo, a música certa. Às vezes achava vulgar, outras vezes me achava pudica demais. Estava quase desistindo.

Então em uma sexta-feira durante a tarde recebi um e-mail do Ricardo, com a foto que ilustra esse post, escrito apenas: MEDROSA. Ele sabe que a melhor forma de fazer com que a coisa aconteça, é me desafiando. Não respondi o e-mail, mas decidi que aconteceria naquela noite.

Sempre que saímos o Ricardo dirige, mas nesse dia fiz questão de mostrar que eu decidiria pra onde iríamos. Desisti da cinta-liga e das meias, vesti apenas a calcinha branca, uma calça jeans justíssima, botas de cano alto e uma blusa frente única. Quando entreguei as chaves ao manobrista da boate, a expressão no rosto do Ricardo era uma mistura de excitação e surpresa.

Disse pra ele escolher uma mesa perto do palco, e fui procurar a pessoa responsável pelos shows. Expliquei a situação, insisti um pouco, e consegui: na segunda rodada de shows eu entraria.

Fui para onde o Ricardo estava, e ficamos ali bebendo e conversando. Os homens passavam me olhando, como se eu trabalhasse ali, e confesso que isso foi me deixando excitada. Ouvi gracejos e recebi propostas nas duas vezes que precisei ir ao banheiro, e isso me deixou mais confiante.

Chegou a hora dos primeiros três shows da noite. Quando a primeira menina, uma ruiva muito bonita, começou a dançar, eu achei que não conseguiria. Mas olhei em volta, e a devoção que todos os homens lançavam pra ela me fez querer sentir aquilo. Ela chegava bem perto do público, provocava, e todos iam ao delírio.

As outras duas meninas não deixaram por menos: a primeira foi até uma mesa onde estavam dois homens de meia idade, e esfregou no corpo o gelo do baldinho onde estava a cerveja deles. A outra desfilou pelo salão provocando todos e sentando no colo dos mais sortudos.

Quando ela deixou o palco ovacionada pelos homens, eu já sabia: a próxima era eu. O Ricardo me olhava e sorria, decerto achando que eu desistiria. Eu estava morta de medo, mas não iria desistir.

Decidi inverter o jogo: quem iria ficar com medo era ele! Sentei bem pertinho dele e comecei a falar: “você vai ver, quando eu estiver lá em cima, todos vão me desejar… vou a todas as mesas… vou me oferecer pra todos… quem sabe não ganho um bom dinheiro hoje, né?…” Falava e roçava meu corpo no dele, mordiscando sua orelha, arranhando de leve a pele do seu braço. Não sei se ele ficou com medo, mas que ficou excitado, ficou! Me segurava com força e me beijava, dizendo que eu era mesmo uma puta, e que enfim tinha encontrado o meu lugar.

Mandaram me chamar. Em dez minutos eu estaria no palco. Pedi ao Ricardo que aguardasse, pois iria me preparar. No caminho até o camarim, fui parada diversas vezes. Conversei com todos os homens, sempre olhando pro Ricardo. Ele não havia me provocado? Agora iria ver do que eu era capaz!

Fui apresentada às duas meninas que fariam o show no mesmo bloco que eu. Expliquei minha situação pra elas, que acharam o máximo! Me deram algumas dicas, elogiaram meu corpo, e disseram ter certeza que eu iria arrasar. E me deixaram por último, para que eu pudesse ter toda a atenção sem ninguém depois de mim.

Vi a primeira sair, com uma roupa de cowgirl, e enquanto a música tocava eu tentava me concentrar e imaginar como faria. Ela voltou nua, e a segunda foi para o palco vestida de odalisca. Em breve seria eu.

Sentia meu rosto quente, os mamilos doíam de tão durinhos, chegou a minha vez! Entrei no palco escuro, e de repente uma luz acendeu sobre mim. Sem esforço nenhum meu corpo se movia de acordo com a música. Fui ganhando confiança e ocupando assim o palco todo. Me abaixava, junto ao público, e podia ouvi-los me chamando, querendo me tocar. Me livrei de uma bota, depois outra… Fiz a minha blusa subir até a metade dos seios, e depois a deixei cair de novo. Virei de costas pro público e fui descendo a calça jeans bem devagar… Mostrando minha calcinha, minha bunda… Até me livrar dela.

Só de calcinhas e com a blusa frente única, desci do palco e comecei a dançar entre as mesas. A sensação de ser o centro das atenções e desejada por todos no ambiente estava me deixando maluca! Como havia ameaçado o Ricardo, me ofereci pra todos que pude. Havia um rapaz em pé, e de costas pra ele, rebolando encostada nele, peguei suas mãos e fiz com que tirasse a minha blusa. Agora apenas de calcinha, parecia que o mundo era meu. Que eu era a Rainha e todos ali naquela boate meus súditos.

Como a música se aproximava do fim, infelizmente tinha que me apressar. Cheguei em frente à mesa onde estava o Ricardo, e chamei dois homens que estavam por perto. Coloquei cada um segurando um lado da minha calcinha, contei um, dois, três e já: baixaram minha calcinha. Nua, no meio da boate, minha excitação era tanta que eu transaria com todo mundo que estava ali, se fosse possível.

Voltei ao palco a tempo de, no final da música, jogar minha calcinha pro Ricardo. Sob os aplausos e alguns gritos de “mais um, mais um”, deixei o palco. No camarim minhas novas amigas me felicitavam e diziam não acreditar que eu nunca tinha feito um strip antes.

Quando terminei de me vestir, o Ricardo me esperava na porta. Com a minha calcinha na mão e a chave de um dos quartos do puteiro.

Saímos de lá quase de manhã, saciados e querendo repetir a dose. Mas já avisei o Ricardo: se ele não me pagar na próxima, vou ter que receber de outro! rssssssssssssssss

 

Ai que calor!

8 maio

Andar pela cidade sob o sol é algo horrível.

Quando percebemos o suor escorre pelas costas, a maquiagem parece pesar uma tonelada, o cabelo que gruda na pele e a vontade é de ficar completamente nua.

Pior ainda é estar sobre um salto alto, uma saia justa e a calcinha saindo do lugar.

Já estava pra lá de irritada quando resolvi entrar numa lanchonete e pedir algo bem gelado.

Aproveitei e fui ao banheiro, lavei o rosto, refiz a maquiagem, arrumei o cabelo, coloquei a calcinha no lugar, voltei para frente do espelho e foi o tempo para a maldita calcinha sair do lugar novamente. Não pensei duas vezes, com toda a irritação acumulada até ali, simplesmente levantei a saia, tirei a calcinha, coloquei-a na bolsa e me senti livre.

Como um pedacinho de pano tão pequeno pode nos incomodar tanto?

Voltei para a lanchonete e sentei à mesa, desfrutando do ar condicionado, minha bebida e a liberdade de estar sem a calcinha.

Fiquei ali, completamente alheia a minha volta. Já refeita, paguei a conta e fui em direção ao estacionamento.

Durante o percurso, senti olhares insistentes, mas não me ative a nenhum deles. Ao chegar ao meu carro, alguém me segura pelo braço, já com o corpo completamente colado ao meu, sussurra em meu ouvido: “onde foi parar a tua calcinha”, eu já excitada respondo: “na bolsa”, ele retruca: “então vamos ver como fica a pele sob a saia, entra no carro”. Não penso duas vezes para entrar no carro com meu acompanhante, e já ao abrir a porta, sou empurrada para dentro, tendo meu rosto voltado e um beijo tão profundo e intenso que me deixa tonta.

A mão, grande, com um toque rude, que sobe pela minha coxa, me tirando gemidos de prazer, até que toca meu sexo, com segurança e firmeza, encontrando-o já molhado, pronto a receber o dedo que invade seu interior, inspecionando, instigando, me deixando louca, enquanto a outra mão encontra o botão da minha camisa, desabotoando-a e encontrando meu seio já inchado e desejoso.

 

 

Tudo acontecia numa velocidade alucinante, e nem nos dávamos conta de que estávamos a plena luz do dia, dentro de um carro, em um estacionamento qualquer, de uma cidade movimenta, e que poderíamos ser pegos (talvez que isso nos excitasse ainda mais, se ao menos parássemos para pensar no assunto) a qualquer momento.

Minhas mãos frenéticas procuravam desatar o cinto, abrir o botão, abaixar o fechecler, aquele espaço pequeno, impossibilitando a mobilidade, tudo contribuía para o sangue jorrar forte na corrente sanguínea e a loucura tomar conta de nós dois.

Finalmente encontramos uma posição e conseguimos saciar a fome que nos consumia, e me senti invadir por ele, não com delicadeza, mas com paixão e violência, e não muito depois, explodi num gozo alucinante, acompanhada por ele pouco depois.

Já saciados, recuperando a respiração, olhamos um para o outro e rimos, realmente somos loucos, mas que delicia de loucura. Ele desliza os dedos pelo meu rosto, afasta uma mecha do meu cabelo, e pergunta, na maior inocência: “Como foi seu dia, babe?”