Tag Archives: seios

Conhecendo a Vanessa

6 jul

Eu estava voltando de Montevidéu, depois daquele empate ridículo do meu time lá (e mal sabia que o jogo de volta aqui seria muito pior), quando conheci a Vanessa. Não tinha dormido nada, e entrei no avião com um humor terrível. Com um boné enterrado na cabeça e óculos escuros, tudo que eu queria era pouco mais de uma hora de sono, o tempo do vôo.
Os caras que estavam comigo estavam cheios de disposição e querendo conversar, e eu, aproveitando que tudo indicava que o avião viria bem vazio, fui pra fileira de bancos de trás, que não tinha ninguém. Me ajeitei na janela, coloquei os fones de ouvido, apertei o cinto e fechei os olhos.

Não durou muito. Logo ouvi alguém falando que a poltrona em que eu estava tinha dono. Abri os olhos e era um cara, todo engomadinho, gel no cabelo, com o cartão de embarque na mão. Olhei em volta: mais da metade do avião estava vazio. “Baita bunda mole”, pensei, embora soubesse que ele tinha razão. Me desculpei e fui até a próxima fileira de assentos vazios. Tudo de novo. Sentei, apertei o cinto, ajeitei os fones e fechei os olhos.

– Não é na janela o teu lugar? – ouvi uma voz feminina perguntar. Merda! Lá ia eu de novo…

– É, mas não faz mal. Ele tá dormindo. – Opa! Outra voz feminina! Abri os olhos, escondidos sob os óculos escuros, e vi: que bunda maravilhosa vindo em minha direção! Fiquei quieto, enquanto ela sentava ao meu lado, e esperava a outra sentar. Instantaneamente meu humor melhorou.

A dona daquela bela bunda era uma morena bonita, cabelos lisos e compridos, vestida sobriamente, como quem viaja à trabalho. A outra não era tão bonita, mas não era de se jogar fora. Veio o aviso de fechar portas, e o avião se pôs em movimento na pista. Fingi que acordara com o movimento. Me mexi, tirei o óculos e olhei pra elas.

– Bom dia! – sorri, fazendo graça.

– Bom dia! – as duas responderam.

– Sabia que tu estás no meu lugar? – a morena perguntou, sorrindo.

– Não acredito! – me fiz de bobo – Eu jurei que estava vago. Quer trocar? – perguntei, levando a mão ao cinto de segurança.

Ela riu. Gostei do seu sorriso. Mostrava que ela estava aberta ao bate papo durante a viagem.

– Não, imagina! E nem pode tirar o cinto agora!

O avião decolou. Não gosto dessa parte. A decolagem e a aterrissagem sempre me deixam apreensivo. Todo aquele barulho de motor, aquela coisa gigante fazendo força pra voar, e eu ali olhando o Rio da Prata pela janela. Notei que ela estava inquieta. Ela falou pra amiga:

– Essa é a pior hora para mim.

Era a minha deixa. Virei pra elas e falei:

– Pra mim também. – as duas me olharam, meio que aliviadas.

– É, né? – a cantada no “né”, virando néam, entregou: ela era de Porto Alegre.

– É. Mas relaxa, vai dar tudo certo. – falei, tocando sua mão de leve e rapidamente.

– Tu veio pro jogo? – ela perguntou, dando continuidade à nossa conversa.

– Sim. Ah, nem me fala em jogo. Perdemos a chance de ganhar fácil.

Ela sorriu.

Perdemos, não. Vocês perderam. Eu sou gremista!

– Ah, não! – fingi que ia abrir o cinto e me levantar – Dá licença, quero sair daqui! – falei brincando. Ela riu. A amiga apenas assistia a nossa conversa.

Conversamos durante o vôo todo, e na medida do possível eu incluía a amiga na conversa, não queria que ela, assim que ficassem a sós, falasse algo de negativo. Descobri que elas estavam voltando de um congresso, onde moravam, o que gostavam de fazer. Quando o comandante avisou que iríamos pousar, ela abriu a bolsa e tirou um cartão de visitas. Tateou a bolsa às cegas até encontrar uma caneta e anotou no verso o número do seu celular. Disse a ela que lamentava não ter um cartão ali comigo, mas rasguei em duas partes meu cartão de embarque, e anotei meu telefone,
entregando para as duas.

Nos despedimos na esteira de bagagens, e fiquei ali, debruçado no carrinho, vendo aquela bunda linda indo embora pelo saguão. Liguei meu celular, e ignorando os apitos e tremidas avisando sobre novas mensagens, ligações e e-mails, enviei um SMS pra ela: “Obrigado por tornar minha viagem mais agradável”. Já no táxi recebi sua resposta, e trocando mensagens e e-mails durante os dias seguintes combinamos de nos encontrar em um bar, no final de semana. Ela estaria lá com amigos, e me convidou para aparecer por lá.

Ela me apresentou pra todos, era um pessoal bacana e divertido, gente nova, bonita e de bem com a vida. Menos um abostado, que depois eu descobri o motivo da sua cara de bode: ele é a fim da Vanessa. Bebemos, rimos, e a cada vez que ela ia com duas ou três amigas no banheiro, eu ficava mais impressionado: que bunda perfeita! A noite ia se adiantando e parecia que com o passar das horas nossa afinidade só aumentava.
Lugares pra onde já fomos e gostaríamos de ir, músicas, comidas… E com o tempo o pessoal ia se despedindo e partindo, até que ficamos eu e ela e mais dois casais. Ela estava de carona com um deles e, como se já estivesse combinado, a amiga fez todo um teatro de que iriam embora, para que eu oferecesse carona a ela. Eu, é claro, ofereci. E ela aceitou. Todos se despediram e nós fomos até o meu carro. Entramos na garagem já de mãos dadas, e levando-a ao lado do passageiro, ao invés de abrir a porta, prensei-a contra a lataria e a beijei.

Foi um beijo que começou leve, carinhoso, até comportado, mas que foi esquentando até pegar fogo! Ela tinha uma língua deliciosa, e lábios carnudos que se moldavam aos meus. Foi delicioso. Entramos no carro e convidei-a para ir até a minha casa. Ela relutou um pouco, se fez de difícil, mas aceitou. Fui pegar uma bebida enquanto ela olhava os DVDs. Escolheu um Jack Johnson, que eu coloquei pra tocar enquanto ela ia ao banheiro. Ajoelhado no chão, abrindo a caixinha do DVD, fiquei embasbacado olhando-a percorrer a sala. Estava ficando obcecado por aquela bunda!

Nem assistimos o DVD. Entre um gole e outro de bebida nossos beijos e carícias iam ficando mais ousados. Com a boca no seu pescoço, sentindo sua pele se arrepiar, eu sentia suas mãos nas minhas costas, por dentro da camisa. Desci as minhas mãos pelo seu corpo, tentando me conter para não chegar logo na sua bunda. Ela me afastou, carinhosamente, e passou a abrir os botões da minha camisa, ao mesmo tempo em que ia beijando meu peito. Meu pau, duríssimo, pedia urgência em ser libertado das calças. Mas ela não chegou até lá. Depois de beijar meu peito e minha barriga, voltou para a minha boca.

– Tu é delicioso. – falou, de olhos fechados e fazendo biquinho.

– E tu é maravilhosa! – rebati, enfiando minhas mãos sob sua blusa.

Meus dedos percorreram sua pele quente, pelas costas, barriga, subindo. Ela pensou em relutar, mas eu já tinha seus seios em minhas mãos. Toquei-os ainda por cima do sutiã, e ela, determinada, tirou a blusa. Não tive dúvidas: fui por cima dela, deitando-a no sofá.

Meu pau pressionava suas coxas, e ela me segurava como podia para não escorregar meu corpo para baixo, e assim abocanhar seus seios. Mas com muitos beijos e carícias, consegui liberá-los do sutiã, e pude sentir seus mamilos enrijecidos de encontro ao meu peito. Enfim fui mais para baixo, sem desgrudar a boca da sua pele, pescoço, ombros, até ter seu seio esquerdo em frente ao meu  rosto. Lambi o biquinho, e senti ela se
contorcendo embaixo de mim. Chupei com carinho, com a mão em concha, por baixo, e ela me ofereceu o outro, gemendo e arranhando de leve as minhas costas. Eu aceitei, é claro. E aproveitei e desci a mão, em direção ao botão da sua calça. Ela me deteve, inclusive tirando os seios da minha boca.

– Não… – falou sussurrando, confusa e sem muita convicção.

– Sim… – falei sorrindo, no melhor misto de cara de sacana e de guri querido.

– Não é certo transar no primeiro encontro. – ela falou, cobrindo os seios com as mãos.

– Já nos encontramos antes, no avião, lembra? – falei, sorrindo e sem parar de acariciar as partes do corpo que ela permitia.

Ela sorriu. Ficou olhando nos meus olhos, pensativa.

– Espertinho. Aquela vez não conta! – falou, mas já sem a mesma ênfase.

Saí de cima dela e sentei no sofá, já puxando-a para o meu colo. Com uma perna de cada lado das minhas coxas, meu pau duro ficou no meio das suas pernas. Beijei novamente sua boca, enquanto ela desceu a mão e tocou-me sobre as calças.

– Uau! – falou baixinho, com a boca pressionada pela minha. Ficou segurando meu pau, e trouxe novamente os seios para que eu chupasse. Depois começou a me punhetar por cima das calças, gemendo baixinho. Segurei-a pela nuca e puxei seu rosto de encontro ao meu. Falei:

– Vamos para o quarto?

Ela não respondeu nada, apenas levantou-se e esticou a mão para mim.

Guiei-a até o quarto, e praticamente nos jogamos na cama. Abri o botão da sua calça, o zíper, e então coloquei-a de bruços. Desci a calça jeans pelas suas coxas, vendo pela primeira vez sua bunda desnuda, apenas uma pequena calcinha que não atrapalhava a minha visão, pelo contrário, deixava-a ainda mais tesuda!

Beijei suas costas, sua bunda, suas coxas. Virei-a de frente para mim e tirei sua calcinha. Ela tentou se esconder, mas não dei chance. Puxei-a pelas pernas ao meu encontro e mergulhei meu rosto na sua buceta. Passei a lambê-la, penetrá-la com a minha língua, e ela rebolava sem parar, quase descontrolada. Quando concentrei minhas carícias no clitóris, ela ficou maluca. Colocou as mãos na minha cabeça e empurrou o corpo de encontro a mim, fazendo movimentos circulares. E assim gozou, melando meu rosto com seu mel.

Enquanto ela se recompunha, livrei-me das minhas calças. Só de cuecas, deitei ao seu lado.

– Eu nunca tinha gozado assim… – ela falou, me beijando.

Acariciei seu corpo nu, e apesar de não gostar dessa pergunta, era a única que me veio à mente.

– Foi bom?

– Ricardo, tu não tá entendendo. Eu nunca tinha gozado assim, desse jeito, com alguém fazendo sexo oral em mim!

Preferi que ela tivesse falado “me chupando”, mas tudo bem. O que falar agora? Será que ela tinha dificuldade em ter orgasmos? Não precisei falar nada. Ela agora parecia radiante.

– Na verdade nunca deixei ninguém fazer isso em mim direito.

Ah, pronto. Lá se ia por água abaixo todos os meus planos pecaminosos. Ela continuou:

– Só tive dois namorados, e sei lá… Não me sentia à vontade com eles. Não assim, como me senti contigo.

Fiquei um pouco assustado. Não por ela só ter tido dois namorados, e nem por não se sentir à vontade. Mas sim porque me dei conta de que não sabia a idade dela. Claro que se ela já fazia viagens, ia a congressos, ela era maior de idade. Mas não pensei nisso na hora. E de fato, ela parecia bem nova. Será que era a hora de colocar tudo a perder e perguntar: “quantos anos tu tem, meu anjo”? hehehe E enquanto isso meu pau já
não parecia tão duro dentro da cueca. Fiquei quieto, apenas acariciando seu corpo. Sua pele era lisa e cheirosa, e dependendo de onde eu tocava, ficava toda arrepiada.

Sem falar mais nada, ela veio por cima de mim. Beijou meus olhos, meu queixo, minha boca. Depois minhas orelhas, meu pescoço e meus ombros. Beijou meu peito, brincando com a língua nos meus mamilos. Se antes meu pau dava sinais de desistência, agora ele ressuscitara. Continuou
descendo e, ignorando o volume na minha cueca, beijou e mordiscou minhas coxas. Escorregou a mão por dentro da cueca, finalmente tocando meu pau.

– Que duro! – falou, segurando-o pela base.

Livrei-me da cueca, e ela começou a me masturbar de leve, com carinho, olhando para o meu pau. Foi baixando a cabeça devagar, e com a ponta da língua, lambeu a glande. Gemi, e isso encorajou-a a ir em frente. Colocou a cabeça na boca e começou a chupar. Estiquei a mão e puxei suas pernas para o meu lado, para que pudesse tocá-la. Deslizei minha mão entre suas pernas, e encontrei sua buceta melada. Enfiei um dedo, ao mesmo tempo em que ela abria levemente as pernas para facilitar meu acesso. Ora mexia meu dedo dentro dela, ora acariciava seu clitóris, e ela
agora já abria as pernas o máximo que podia, ao mesmo tempo em que chupava meu pau com gosto.

Sem aguentar mais, afastei-a e abri a gaveta em busca de uma camisinha. Coloquei-a e pedi que ela ficasse de quatro. Ela me olhou, sem jeito.

– Eu quero olhar a tua bunda.

Ela riu.

– Gosta dela? – me perguntou.

– É perfeita! – elogiei.

Ela ficou de quatro, e puxei-a pelas ancas até a beirada da cama. Subi a mão pelas suas coxas, pela bunda, tocando de leve seu cu. Ela virou o rosto para trás, rápida e assustadamente, e falou:

– Só olhar, hein?

Sorri. “Por enquanto, pode ser”, pensei. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta, deslizando entre os lábios, brincando no clitóris. Mesmo com a cabeça baixa e coberta pelos cabelos que se espalhavam no colchão, eu podia ouvir seus gemidos. Fiquei assim, provocando-a, até que ela pediu:

– Vai. Coloca logo…

Eu coloquei. Senti-a se alargando, envolvendo meu pau aos poucos, de leve, ao mesmo tempo em que minhas mãos nas suas ancas sentiam sua pele arrepiar. Ela levantou a cabeça, virou para trás e, com o rosto transfigurado de tesão, sussurrou:

– Delícia!

Comecei a mexer, ao mesmo tempo em que deslizava minha mão pelas suas costas até chegar em seus ombros. Segurando-a por ali, passei a puxá-la de encontro a mim, cravando meu pau fundo dentro dela, ouvindo-a praticamente gritar de tesão. Peguei-a pelos cabelos, e isso parece que tirou-a ainda mais do sério. Levei a outra mão à sua boca, mandando que ela chupasse meu dedo médio. Ela chupou com gosto, mal sabendo o
verdadeiro motivo de eu ter feito isso. Tirei a mão e acariciei a sua bunda, e com o dedo bem babado por ela mesma, toquei seu cu, sem parar de mexer meu pau dentro dela.

– Ai, aí não… – ela falou, me olhando por sobre os ombros, mas já sem muita convicção.

– Relaxa… Só tô fazendo carinho… – respondi.

Ela ficou me olhando, acho que sem acreditar, mas talvez querendo que eu fosse adiante, com um olhar cheio de tesão.

Forcei um pouco o dedo, e ela arregalou os olhos. Mas não pediu que parasse. Enfiei mais um pouco, e ela reclamou que estava doendo. Deixei o dedo parado, mas encorajei-a a fazer o vai e vem no meu pau. Ela fez, e sem notar, meu dedo entrava cada vez mais na sua bunda. Quando viu, tinha entrado tudo.

Passei a estoca-la com força, ao mesmo tempo em que fazia meu dedo entrar e quase sair da sua bunda.

– Tá doendo? – perguntei.

Ela respondeu, confusa:

– Tá… Um pouco… Não sei… Tá gostoso!

E assim, confusa e soltando pequenos gritinhos, ela avisou que iria gozar novamente. Acelerei os movimentos
do meu pau e do meu dedo, e praticamente gozamos juntos.

Tirei o dedo de leve, ao mesmo tempo em que caía sobre ela na cama. Meu pau foi saindo de dentro dela, mas ainda podia ouvir sua respiração desacelerando embaixo de mim. Deitei ao seu lado, e ela virou-se me beijando, para logo em seguida completar:

– Eu nunca tinha gozado assim…

Antes que a minha nóia recomeçasse, pensei: “Tu ainda vai dizer isso com meu pau na tua bunda!”.

E ela disse. Mas isso é assunto para outro post.

O decote da Déia

3 mar

E acabou o horário de verão. Eu, que ia para casa ainda de dia, curtindo as pernas aparentes abaixo das minissaias, que ficava maravilhado com as bundas apertadinhas dentro das calças de ginástica e que delirava com as barriguinhas de fora e os decotes ousados, me dei mal. E logo o calor se vai, e pronto: todas vestidas e encasacadas, e só nos resta imaginar. O que não é ruim, de maneira nenhuma.

Sempre vivi esse dilema. Eu adoro o frio. Acho que no frio as pessoas ficam mais bem vestidas, mais elegantes. E olha que nem falei do vinho/lareira/fondue/sexo! Hehehe Mas no frio não temos esse espetáculo que as mulheres nos proporcionam nos dias quentes. Só que ultimamente nem dá pra acreditar que estamos no sul da América do Sul. Os verões tem sido infernais, assim como os decotes, as blusinhas, as coxinhas… Ai, ai, ai!

E vamos combinar que quando uma mulher quer nos provocar, não adianta nem querer resistir. A Déia, por exemplo. Tinha arrumado um namorado. Andava no maior love, nem vinha mais com aquele papo de “amigo sexual” pra mim. Tá certo que eu nem investi, é verdade. Mas de toda forma, tínhamos virado amigos não sexuais novamente. Até conheci o cara, no final do ano. Gente boa, mas tava na cara que a ruivinha dava um baile nele. Não demorou muito a chegar a notícia que ele era “muito fraco”. Sabe como é, ela contou pra uma colega, que jurou não contar pra ninguém, mas que contou pra mais uma, pedindo que não contasse à ninguém, e aí foi. E agora tô eu aqui, contando pra todo mundo! Hehehe

E então ela começou de novo a se insinuar, a dar olhares fatais, a dar bandeira. Eu, já sabendo da “fraqueza” do amigo, resolvi entrar no jogo. Dava corda pra ela, brincava, chegava quase no limite, e aí desconversava. Passei uma semana assim. Era no almoço, era no elevador, era por e-mail. E se vocês lembram bem de quando falei sobre ela, sabem que ela é toda irritadinha. Teve um dia no fumódromo que provoquei tanto que podia ouvir a respiração excitada dela, enquanto eu falava bobagens no seu ouvido. Quando ela virou-se para me beijar, dei um jeito e me esquivei, sem ser grosseiro nem nada. Ela saiu frustrada, batendo o pé forte no chão. E assim passamos a semana.

Mas sabendo do meu fraco por decotes, ela decidiu partir pra cima. Foi trabalhar com uma blusinha branca, soltinha, com um decote de fazer a baba escorrer. Uma sainha justa e sapatos de salto completavam o visual. Era o dia do chopp no final da tarde, e ela fora decidida a fazer algo acontecer. Passou a manhã desfilando pelo corredor, arrancando suspiros e gracejos. A cada um que ouvia, me olhava e sorria, como se dissesse “olha o que irá perder”. Convidei-a para almoçar, a fim de tirar umas casquinhas no almoço, mas ela me olhou com um desdém ensaiado e disse que eu chegara tarde: o chefe convidara-a para almoçar antes de mim. Puxei-a contra mim, escondidos atrás dos armários, e com a boca encostada no seu ouvido, falei: “quero ver aquele velho broxa fazer o que eu faria contigo”. Larguei-a e saí. Tá, eu mereci, enrolei ela a semana toda. E o chefe nem é tão velho e nem deve ser broxa. Vai que ele tá lendo isso! Hehehe

Achei que era blefe, mas ela de fato não apareceu pra almoçar junto com todos nós. E confesso, a imagem que a minha imaginação me mostrava, dela fudendo com o chefe, me dava mais asco que tesão. Almocei mal, me amaldiçoando, irritado, mas a culpa disso tudo era só minha. Logo saí, precisava de um cigarro e de ar livre.

Lá pelas três da tarde ela entra na minha sala, e toda provocante se debruça sobre a mesa.

– Oi!

Era impossível não olhar pros seus peitos.

– Oi, e aí? Tava bom o teu almoço com o chefe? – perguntei, já me arrependendo imediatamente. Não deveria demonstrar que tinha me incomodado com isso.

Ela curvou-se ainda mais, deixando-me ver até seus mamilos, e olhando nos meus olhos, falou quase em um sussurro:

– Jamais saberá! – e antes que eu pudesse pensar em qualquer coisa, até me mesmo em um “bem feito” pra mim, ela ficou ereta e disse: – Vamos fumar? Vim te buscar.

Virou-se e saiu andando, não me deixando alternativa a não ser ir atrás dela.

Mas o caminho até o fumódromo me deu forças novamente. Se ela achava que tinha virado o jogo, estava enganada! Lá, encostados na mureta, com nossos cigarros acesos na mão, me fiz totalmente de salame. Me fiz de desentendido nas insinuações dela, consegui não olhar pros seus seios, e deu certo. Ao sairmos de lá ela estava mais murchinha. Mas eu continuava a me lamentar! Hehehe

No final da tarde todos foram para o bar, mas eu fiquei. Tinha algumas coisas pra fazer, mas na verdade eu queria mesmo era chegar depois, fazer um suspense pra Déia. Esperei o máximo que pude, e mais de uma hora depois do combinado comecei a arrumar as minhas coisas pra sair.

Quando cheguei no bar o povo já estava umas quatro ou cinco doses na minha frente. O papo já era (bem) descontraído, e no lado dos homens a Déia era o centro das atenções. Rodeada, ela fazia graça. Jogava os cabelos avermelhados pra lá e pra cá, abusava das caras e bocas, e claro, enlouquecia todos com o seu decote. Eu peguei uma bebida e fiquei assistindo meio de lado, conversando com a ala feminina. Ala essa que olhava resignada o que ela fazia. As mais certinhas, com nojo. As mais liberais, com inveja. Fui para junto da ala mais liberal, é claro. Foi quando ela me viu. Eu tinha emendado um papo animadíssimo com a Clara, uma loira deusa que nem trabalha mais conosco, mas que volta e meia aparece no dia do chopp. Ela veio voando, nem ao menos deixando rastro pros meus abasbacados colegas.

– Claaaaaaaaaaara! Há quanto tempo! – ela falou, se abraçando na deusa loira. Depois virou-se para mim: – E aí, guri? Fazendo hora extra?

Ficamos os três conversando, e de vez em quando mais outras pessoas se juntavam e saíam do papo. Mais algumas doses depois a Clara se despediu, e ficamos eu e a Déia em um canto.

– Não atrapalhei nada, né? – ela me perguntou, com a maior cara de safada.

– Imagina! A Clara é minha amiga… – respondi.

– Eu também sou tua amiga.

– Sim, tu também é minha amiga.

– Mas a Clara é tua amiga assim como eu?

Nunca comi a Clara, infelizmente. E nem mentiria que tinha comido. Mas podia não dizer sim e nem não, né? Foi o que fiz.

– A Clara é tri querida… Tu também é!

Ela me olhou enfezada. Não sei se por não ter falado que ela era mais querida que a Clara, ou se por não ter deixado nada claro. Tomou o que restava no copo de um gole só.

– Tô bem bêbada, Ricardo.

Dava pra notar. Fiquei só olhando pra ela.

– Sabe o que eu tava pensando? Essa Clara é uma gata, né?

Assenti.

– Pois é. Tava pensando em vocês dois. Tu comendo ela.

Filha da puta. Sabia por onde me pegar.

– Eu ia ficar só olhando. Ou talvez, se tu me chamasse, eu ia ajudar ela a te dar uma canseira.

Senti meu pau endurecendo.

– Aí, quando tu tivesse bem cansado, ia ficar quietinho olhando nós duas.

Ela deu um jeito de se virar e roçar a bunda no meu pau. Baixou o rosto e me olhou assim, por baixo.

– Tu ia gostar, né?

Eu devia estar com a maior cara de babaca, igual um piá que nunca ouviu nada disso da boca de uma mulher.

– Vamos sair daqui? – ela perguntou, fazendo o seu grand finale, jogando os cabelos de um lado pro outro sei lá de que jeito. Tinha ganho o jogo.

Pegamos o carro e fomos para o motel mais perto. No caminho ela me beijava, lambia a minha orelha e meu pescoço, enquanto apertava meu pau por cima da calça. Entramos na suíte atracados, arrancando nossas roupas, e nos jogamos na cama. Ela veio por cima de mim, passando os seios no meu rosto.

– Gosta deles, né?

– Gosto.

– Eu vi. Tu ficou olhando o tempo todo hoje de tarde.

– De tarde o caralho. – falei. – Desde de manhã.

– Safado. Então aproveita. Chupa eles…

Chupei, mamei, mordi. E ela se contorcia, roçando o corpo no meu. Pegava meu pau, punhetava, me deixava maluco, depois largava. E aí o telefone tocou. O dela.

– Não vai atender, perguntei, mergulhado entre seus seios.

– Bem capaz. Deve ser o idiota do meu namorado. – olhou pro aparelho, jogado na mesa perto da entrada, e gritou: – Vai aprender a fuder!

Eu caí na risada, e ela também. Aproveitei e trocamos de posição. Virei-a entre meus braços e coloquei-a sob mim na cama. Desci a boca pela barriga, até chegar ao seu sexo. Abri os lábios com os dedos, e passei a lambê-la. Lambia toda a extensão, depois enfiava a língua o máximo que podia dentro dela e fazia movimento de vai e vem. Ela se abria o máximo que podia, pedindo que a fudesse com a minha língua. Então eu tirava a língua de dentro dela e brincava com seu clitóris.  Foi assim que ela gozou pela primeira vez, as pernas abertas, as mãos segurando os pés, ajudando-se a ficar ainda mais exposta e aberta pra mim, urrando de prazer.

Baixei suas pernas, coloquei as minhas uma de cada lado do seu corpo, e levei meu pau para o meio dos seus seios. Apertei os dois um contra o outro, pressionando meu pau, e passei a fudê-los numa gostosa espanhola. Ela me olhava extasiada, falando “vai, fode”, “fode essas tetas que tu ficou cuidando o dia todo”, e outras coisas assim. Mandei que ela segurasse os seios, e com as mãos livres peguei-a pelos cabelos e baixei seu rosto. A cada estocada entre seus peitos, meu pau entrava um pouco na sua boca.

Sem ela esperar, tirei suas mãos e empurrei meu corpo pra frente, enfiando meu pau na sua boca, fazendo-a quase engasgar. Ela me olhou, os olhos arregalados, mas puxei seus cabelos e falei, duro:

– Não reclama! Cala a tua boca e chupa direito esse pau.

Ela acenou positivamente com a cabeça, e passou a exibir toda a sua habilidade oral. Eu ditava o ritmo puxando-a pelos cabelos, e ela se esmerava com a língua. As vezes eu puxava sua cabeça para trás, tirando o pau da sua boca, e passava-o em seu rosto, deixando-a toda babada. Em outras vezes, com a mão livre, batia com o pau no seu rosto. Ela estava adorando!

Coloquei uma camisinha e mandei que ela ficasse de quatro na beirada da cama. Em pé, por trás dela, posicionei meu pau na entrada da buceta e, segurando-a pelos ombros, puxei-a para trás, de uma só vez, enfiando tudo. Ela gritou, me chamando de animal, mas logo emendou:

– Me fode!

E eu fudi. Enfiava forte, segurando-a pelas ancas, enquanto ela gemia sem parar. Puxava-a pelos cabelos, e ela se empinava toda, se abria toda, adorando. Coloquei o pau bem no fundo e parei de mexer. Ela virou o rosto para trás, e eu falei:

– Rebola.

Ela mexeu de leve os quadris.

Dei um tapa na sua bunda.

– Rebola direito!

Ela levou um susto, mas rebolou com mais intensidade.

Dei outro tapa.

– Qual é o teu problema? Aposto que no pau do chefe tu rebolou com mais vontade hoje no almoço.

Ela rebolou com vontade, a cabeça virada para trás, me olhando cheia de tesão, ao mesmo tempo em que mexia negativamente a cabeça. Levei um dedo à sua boca, e mandei que ela babasse. Com ela rebolando no meu pau enfiado todo na sua buceta e chupando meu dedo, quase gozei. Mas me segurei. Tirei o dedo da sua boca e fui colocando de leve na sua bunda. Ela tentou se retrair, mas eu forcei. Ela relaxou, e tomada de tesão, me disse que iria gozar de novo.

Cadenciei os movimentos do meu pau com o do meu dedo, e pude sentir seus dois orifícios se contraindo, enquanto ela enfiava o rosto no colchão, se contorcendo toda. Seu corpo ficou mole, e eu deixei que escorregasse para frente, me tirando de dentro dela, e caísse deitada na cama. Arranquei a camisinha e fiquei ali em pé me tocando, olhando-a deitada, a respiração diminuindo a intensidade, o corpo suado ainda tendo pequenos espasmos de prazer.

Quando ela virou-se e me viu ali batendo punheta, não teve dúvidas: ficou de joelhos e abocanhou meu pau. Chupava com gosto, olhando nos meus olhos, querendo me devolver todo o prazer que tinha recebido. E conseguiu. Não demorou muito e eu explodi num gozo forte, melando sua boca, seu rosto, seus seios. Ela levou os dedos onde tinha porra no seu corpo, e depois colocou tudo na boca.

– Não quero perder uma gota! – me disse, quase me fazendo gozar de novo.

Deitamos lado a lado, curtindo aquela sensação gostosa, e enquanto eu acendia um cigarro, ela virou-se para mim:

– Eu não transei com o chefe.

Olhei pra ela, rindo.

– Sério, eu nem almocei com ele. Era só pra te incomodar…

– Sei… – eu não achava mesmo que ela tinha dado pra ele, mas agora eu queria incomodar.

– Ai, Ricardo! É sério!

– Aham…

– Juro! Bem capaz que eu ia dar pra ele!

Daqui a pouco ela teria um chilique.

– Certo…

Mas safada do jeito que é, não teve chilique nenhum. Resolveu é me provocar mais:

– Mas se tu não quer acreditar, azar o teu. – colocou a mão no meu pau – Se isso te deixa excitado, eu dou pra ele. Tu iria gostar?

Não falei nada.

– Ele também ficou ligado nos meus peitos. Tu sabe, né? – meu pau já tava ficando duro de novo na sua mão – Mas agora falando sério, Ricardo.

– Fala…

– Quando é que tu vai arrumar uma mulher pra transar com a gente?

Se é que isso é possível, meu pau saindo de um quarto de bomba para pura rocha em menos de um segundo. Pensei na Nathalia, pensei na Clara, pensei na Rainha. Pensei em todas juntas. Não sabia nem no que pensar direito. Tudo naquela fração de segundo. E aí o telefone dela tocou.

– Agora eu preciso atender… – ela falou, largando meu pau, meio que se desculpando.

Quando pegou o celular e viu as horas, me falou, antes de atender:

– Merda! Preciso ir!

Olhei pro meu pau duro, e ainda com as imagens que tinha na mente, pensei: “ah, mas não vai mesmo!”, enquanto ouvia ela falar no telefone:

– Oi amor… É, não escutei o telefone… Bolsa de mulher, sabe como é…

Nem todo dia é igual – Parte IV

26 out

Leia a primeira parte CLICANDO AQUI!

Leia a segunda parte CLICANDO AQUI!

Leia a terceira parte CLICANDO AQUI!

Acendi um cigarro e fiquei olhando para a TV. O plano era passar a tarde lá mesmo, sem trabalhar, então mais uns minutos não faria diferença. Agora o filme mostrava uma morena bonita, pernas longas e seios fantásticos, chupando o pau de um negro. O contraste das cores de pele logo me fizeram pensar na Rainha. Será que estava almoçando no mesmo lugar? Estava arrependida pela noite de ontem? E se ela soubesse o que tinha rolado com a Déia? O meu “apenas curtir” durou pouco! hehehe

Levantei e tateei os bolsos da calça atrás do celular. Peguei-o nas mãos e fiquei pensando: ligo, mando mensagem, faço o que?  Me olhei no espelho gigante que cobria toda a parede: pelado, cigarro em uma mão, celular na outra, me perguntando se ligava ou mandava mensagem. Falei alto, para a minha imagem:

– Parece uma mulherzinha! Ligo, não ligo… Toma jeito de homem, rapá!

Joguei o celular de lado e deitei novamente. Agora, no filme, o negro fazia uma espanhola profissional nos seios da morena. Deslizava o pau entre aquelas maravilhas, enquanto ela o olhava nos olhos, fazendo biquinho com os lábios. Comecei a ficar excitado de novo. Levei a mão até o meu pau, e passei a massageá-lo de leve, sentindo-o endurecer.

Bati uma punheta e gozei, enquanto o negro enrabava a morena no filme. Se continuasse nesse ritmo, ficara desidratado. Não o negro, eu mesmo.

Cheguei no trabalho quase na hora de sair. Tinha um e-mail da Déia. Ela dizia que tinha adorado o “almoço”, e meio que pedia desculpas por “se atirar no meu colo”, segundo palavras dela. Disse que andava carente, que precisava de um “amigo de foda”, e que achou que eu seria a pessoa ideal, afinal eu era “sacana e gostosinho”, segundo ela. Disse ainda que eu não me preocupasse, pois não colaria no meu pé, mas que pelo que tinha sentido, achava que a sua carência ainda duraria um bom tempo. Terminou fazendo piada e mandando beijos, e confesso que gostei do e-mail. Não sei se na prática seria tão light assim, mas…

Respondi no mesmo tom, brincando e falando sério, me colocando à disposição pra acabar com a sua carência, mas dizendo que não me esforçaria muito, assim a carência duraria mais. Falei que também curti muito o almoço, e que não me preocupava com ela pegar no meu pé, afinal ela me conhece e saberia que esse seria o primeiro passo pro amigo de foda se transformar em amigo foda-se. Coloquei umas risadas no final, pra não parecer grosseiro, e enviei. Depois me arrependi. Achei que tinha ficado grosseiro. Liguei pra Nathalia:

– Oi baby! Olha só…

Expliquei por alto a situação. E li o e-mail que tinha mandado, perguntando se ela achava que eu tinha sido grosso. Ela escutou tudo em silêncio. E então falou:

– Ah, meu! Porra! – (coloque aqui um sotaque paulista, pois quando ela fica irritada, volta todo o sotaque que ela já perdeu) – Você tá de sacanagem, né? Não acredito que me ligou pra isso!

Desligou o telefone na minha cara.

Fui até a porta da sala e fechei-a. Voltei pra minha mesa e fechei também o note. Eu precisava colocar a minha cabeça no lugar. Era óbvio que não devia ter ligado pra ela PRA ISSO. Acho que a porra tinha tomado conta do meu cérebro. Parei com tudo e fiquei ali sentado, só pensando.

No final da tarde fui pra casa, troquei de roupa e fui pra academia. O som bem alto nos fones de ouvido e a canseira que tomei dos aparelhos levaram minha cabeça pra longe. De volta em casa, tomei um banho e pensei em ligar pra Nathalia, mas desisti. Sei que tinha feito bobagem, mas fiquei chateado por ela ter sido grossa e ter desligado na minha cara. Deitei na cama e dormi tal qual uma pedra, sonhando com a umidade da buceta da Rainha e com a boca gostosa da Déia me chupando.

Acordei de manhã, tomei um banho e enquanto dava o nó na gravata, vi que tinha mensagem no meu celular. A primeira era da Nathalia, e como ela faz sempre, era como se nada tivesse acontecido: “Tentei te ligar de noite. Queria te ver e saber como andam as coisas com seu bando de namoradas. E depois te usar pra te deixar bem cansado pra elas. Bom dia. Te amo. Me liga.” A segunda era da Rainha, e era da noite anterior. Ela mais uma vez se desculpava: “Ainda me sinto mal por ter saído correndo naquele dia. Queria poder me redimir. Saudade.”

Pronto, fiquei feliz. Tinha dormido chateado, e ao acordar já estava me sentindo fodão. Respondi pra Rainha: “Relaxa. Eu juro que entendo o que tu tá sentindo. Mas pode te redimir hoje, no almoço.” Depois liguei pra Nathalia. Ela já estava no trânsito, e ficamos de falar mais tarde. Fui trabalhar.

Pelas 10 da manhã, recebo uma nova mensagem: “No almoço? Com todo aquele povo escutando os meus pedidos de desculpas?”. Espertinha, bem espertinha essa Rainha. Respondi: “Não. Só eu e tu. Mas mesmo que ninguém escute, pode fazer os pedidos de desculpa na minha orelha.” Nem 30 segundos depois, ela responde: “Ai, tô vendo que essas desculpas vão acabar gerando novas desculpas”. Mandei: “E assim por diante”.

Combinamos de ir almoçar em outro restaurante, pro lado oposto do que todo mundo sempre ia. Quem chegasse primeiro, pegava uma mesa. “Perto do banheiro”, escrevi, fazendo graça.

Cheguei primeiro desta vez. Procurei o banheiro, só para brincar com ela, e acabei conseguindo uma mesa relativamente perto. Em poucos minutos ela chegou, balançando pulseiras douradas e aqueles quadris que nem sei como entravam em jeans tão apertados. O decote mais uma vez prometia o paraíso. Nos cumprimentamos com beijinhos no rosto.

– Oi! Quanto tempo! – eu disse.

– Oi “queri”! Nem faz tanto tempo assim.

Era a minha deixa.

– Pra mim, uma eternidade. – mandei, sem dó. Ela ficou vermelha, desconcertada, feliz e surpresa. Baixou os olhos, sorrindo, e meio gaguejando, falou:

– Sempre um gentleman.

– Só com quem merece. – Gol. Dois a zero pra mim.

Ela olhou em volta, curiosa. Apontei pro banheiro.

– Tá ali.

Fingiu estar surpresa:

– Ai, bobo! Nem era isso que eu estava olhando!

Almoçamos e conversamos, primeiro sobre amenidades, e depois sobre a nossa noite no banheiro. Ela tentava se desculpar pelo que acontecera, dizendo que nunca tinha feito nada disso. Que era casada e que amava o marido. Eu me fazia de querido, mas de fato sabia como ela se sentia. A falta de sintonia sexual é a pior coisa que pode acontecer em um casamento. Disse também que não duvidava em momento algum do que ela sentia pelo marido, apenas sugeri que ela também prestasse atenção no que ela sentia e desejava pra ela mesma. Nesse ponto, as faíscas novamente voavam de nós. Segurei a mão dela por baixo da mesa, e ela correspondeu. Chegamos com as cadeiras o mais próximo que podíamos, mas sabíamos que ali, naquele horário, nada daria pra fazer. Coloquei a mão na sua coxa, e acariciei-a sobre a calça jeans. Ela entreabriu as pernas, desejando o meu toque. Debruçou-se na mesa, e os seios quase pularam do decote pro meu colo. Senti meu pau endurecendo, enquanto meus dedos chegavam à sua virilha. Alguma coisa precisávamos fazer. E ao mesmo tempo não podíamos fazer nada.

– Eu preciso ir… – ela falou, olhando no relógio.

– E eu preciso ir pra algum lugar contigo. – respondi, levando sua outra mão até o meu pau duro.

– Seu doido! Tá todo mundo olhando! – ela falou, mas não tirou a mão.

– E tu ainda nem pediu desculpas no meu ouvido. – falei.

Ela veio mais perto, colou seus lábios na minha orelha, e falou uma vez: “desculpa”. Deu um beijinho de leve, tocou a ponta da língua, e pediu desculpa novamente. Virei de frente pra ela, e sem que ela esperasse, beijei sua boca. Um beijo rápido, delicioso e excitante.

Sem conseguir olhar nos meus olhos, ela falou:

– Não sei onde estou com a cabeça, mas azar. Depois eu procuro ela. Amanhã, no início da tarde, vou visitar um cliente. Devo estar liberada as quatro. Posso dizer que o cliente é as seis. O que acha?

– Onde te pego as quatro?

Me passou o endereço, e fomos embora. Ela rebolando, e eu me contorcendo.

No dia seguinte, adiantei tudo o que pude no trabalho, e antes das 3 e meia me mandei. Fui dirigindo devagar, tentando não pensar demais no que estava para acontecer. Pouco antes das 4 horas cheguei ao local combinado. Esperei um pouco, do lado de fora do carro, fumando um cigarro e sem tirar os olhos da recepção do prédio. Alguns minutos depois, ela apareceu. Vestia uma saia justa, na altura dos joelhos, sapatos de salto e uma blusa com seu habitual decote. O cliente deve ter fechado o negócio. Eu, pelo menos, assinaria qualquer coisa que viesse das mãos daquela mulher.

Ela veio ao meu encontro, nos cumprimentamos com beijinhos recatados no rosto, e entramos no carro. Dei a partida, enquanto ela me contava sobre a reunião. Estava eufórica e tinha de fato fechado o negócio, e então propus um brinde:

– Vamos abrir uma champanhe!

Ela fez a cara mais safada do mundo, olhou em volta, dentro do carro, e perguntou:

– Mas tem uma garrafa aqui?

Sorri. Ela também sabia jogar.

– Não, mas conheço um lugar aqui perto que tem.

– ‘Bora lá!

Já pedi a garrafa na recepção, e entramos no quarto quase que arrancando as roupas um do outro. Fechei a porta atrás de mim, puxei-a ao meu encontro, e girando nossos corpos, prensei-a de encontro à porta. Nossas línguas exploravam uma à outra, enquanto minhas mãos subiam pelas suas pernas, levando junto a saia. Escorregando as mãos pela sua bunda, senti a minúscula calcinha que se perdia entre as nádegas. Subi as mãos, levando agora a sua blusa, que ela me ajudou a retirar e depois jogou longe. Seus seios agora se ofereciam, à minha frente, prontos para serem degustados. Segurei-os por baixo e baixei o rosto, sentindo a maciez da sua pele na minha face, até encontrar o biquinho durinho e abocanhá-lo. Lambi e chupei, enquanto ela se revirava de encontro à porta, com as mãos no meu pescoço, me puxando para mais perto dela, como se isso fosse possível.

Ela levou um susto quando bateram na porta, e a camareira acabou cortando um pouco o nosso clima. Ela baixou a saia, mas como estava sem blusa, ficou com os seios descobertos, enquanto eu pegava a champanhe e as taças. Ela veio até mim e soltou o nó da minha gravata, e abriu dois botões da camisa. Larguei as taças sobre a mesa, e abri a champanhe. Servi e brindamos, pela sua venda, pelo nosso encontro. Bebericamos e, em pé, em frente a ela, não resisti. Coloquei a ponta dos dedos dentro da taça e depois levei ao seio direito, molhando o mamilo. E então chupei. Ela gemeu. Fiz o mesmo no esquerdo. Nos beijamos e, cambaleando, nos jogamos na cama.

Percorri seu corpo com as mãos, e tirei a sua saia, deixando-a apenas com a minúscula calcinha. Desci a boca pelo pescoço, seios, barriga, e, sem ela esperar, levei as duas mãos à calcinha, e em um único puxão, rasguei-a. Ela gemeu de susto, de tesão, me chamou de louco, mas abriu as pernas para que eu ficasse entre elas. Acariciei a buceta rosada e melada com os dedos, sentindo todo o seu tesão e o cheiro delicioso que ela exalava. Coloquei a boca, sugando o seu mel, e passei a correr a língua pelos grandes lábios, tocando de leve no grelinho que, naquele momento, estava bem durinho. Prendi-o entre os lábios e o chupei, fazendo-a se contorcer e gemer cada vez mais alto. Ela abriu as pernas ainda mais, oferecendo-se toda para mim, que passei a fudê-la com a minha língua.

– Para, pelo amor de Deus… – ela pedia, mas sem parar de mexer os quadris.

Tirei a boca e coloquei logo dois dedos, olhei pra ela e perguntei:

– Tá ruim?

Ela, com as mãos nos próprios seios, os olhos injetados de tesão, balbuciou:

– Não… Não… É que assim eu vou gozar…

Nem dei bola. Sem tirar os dedos, voltei com a minha língua ao seu clitóris, lambendo, chupando, ouvindo seus gemidos ficarem ainda mais altos, até sentir seu corpo começar a tremer, e ela instintivamente fechar as pernas, me prendendo entre elas, ficando ainda mais molhada, mordendo os lábios, sem precisar anunciar o gozo que tomava conta do seu corpo.

Depois de um tempo tirei os dedos de dentro dela e saí do meio das suas pernas, deitando ao seu lado na cama. Ela beijou a minha boca, com o gosto da sua buceta, e lembrei da Déia. Ela gostaria do gosto delicioso da Rainha. Meu pau duro fazia volume na calça, mas ela parecia não notar. Soltou o resto dos botões da camisa, e acariciou o meu peito e a minha barriga. Lambeu e mordeu meus mamilos, me deixando ainda mais louco de tesão. Passou os seios no meu rosto, na minha barriga, no meu peito. Eu tentei acariciá-la, mas ela não deixou. Disse que era pra ficar bem quietinho. Obedeci. Tirou meus sapatos, minhas meias, e abriu a minha calça. Baixou-a, sem encostar no meu pau duro, deixando-me apenas de cuecas. Correu as mãos pelas minhas coxas, descendo pelas pernas, agora ajoelhada entre elas. Meu pau pulsava, ainda preso dentro da cueca.

Subiu as mãos, me arranhando, e sem que eu esperasse, levou a boca ao meu pau, sobre a cueca. Correu os lábios pela extensão, mordendo de leve, até que finalmente livrou-o do martírio, e segurando-o pela base, foi envolvendo-o aos poucos na sua boca quente. Agora era a minha vez de gemer baixinho, enquanto curtia sua boca me lambendo e me chupando. Ela sabia como fazer, e estava me levando à loucura. Estiquei a mão e peguei uma taça que tinha champanhe pela metade, e afastando seu rosto de leve, derramei o líquido no meu pau. O líquido gelado escorreu pelas minhas bolas, pela minha bunda, e o contraste de sensações com a língua quente que veio logo depois, quase me fez gozar. Ela chupou forte, com gosto, e tive que me segurar para não derramar a minha porra na sua boca.

Consegui me desvencilhar do seu toque, e coloquei-a de quatro na cama. Rapidamente coloquei uma camisinha, e posicionei meu pau na entrada da sua buceta. “Vem pra trás”, mandei, e ela veio, rebolando, deslizando o meu pau pra dentro dela. Entrou tudo, e com ele todo lá dentro, ela ficou apenas rebolando, sem fazer vai e vem, e a sensação deliciosa que eu sentia era como se meu pau tivesse sendo torcido. Segurei-a pelas ancas e decidi tomar o controle da situação, e passei a fudê-la cadenciadamente e com força, penetrando-a fundo e forte, arrancando suspiros e gemidos que serviam para me deixar ainda mais doido de tesão.

A visão da sua pele morena, aquela bunda deliciosa que tremia cada vez que eu estocava, o seu gemido abafado, a sensação do pau deslizando naquela buceta ensopada, tudo isso ia me tirando mais e mais do chão. Apertei as nádegas com força, e ela soltou um “ai” maroto e, virando o rosto para trás, me olhou sorrindo. Não tive dúvidas, dei um tapa na sua bunda. Ela gostou, e com cara de vadia, pediu mais. Dei mais uns 5 ou 6 tapas, e ela cada vez arrebitava mais a bunda pra mim, pedindo mais, se oferecendo mais. Levei um dedo até a sua boca, e mandei que o chupasse. Chupou e babou meu dedo como se fosse um caralho. Tirei-o da sua boca, e posicionei-o na entrada da sua bunda. Ela me olhou assustada. Eu sorri. Ela não disse que não, e eu enfiei. Entrou apertado, ela reclamou de dor, mas não pediu para parar. E eu não parei. E ela enlouqueceu de prazer. Rebolava no meu dedo e no meu pau, e praticamente fora de si, me avisou que iria gozar. Eu que já não agüentava mais, acompanhei-a. Gozamos juntos, ela comigo dentro dela, eu entrando e saindo dela.

Caímos na cama, lado a lado. Nos beijamos com ternura, mas eu sabia que não podia deixar o pique cair, senão ela começaria a pensar no que tinha feito, no marido, no casamento. Peguei a garrafa, e passamos a beber no gargalo. Restou um pouco e virei sobre o seu corpo, lambendo-a nos seios, na barriga, até chegar de novo na buceta. Ela virou-se sobre mim e, mesmo ainda mole, colocou meu pau na boca. Fizemos um delicioso 69, ela cada vez mais molhada e meu pau endurecendo na sua boca. Ela chupava muito bem! Saiu de cima de mim e, mais uma vez entre minhas pernas, usou toda a sua concentração para me dar prazer. Chupava e punhetava, lambia meu saco, arranhava as minhas coxas. Parecia se divertir com o seu poder de me deixar maluco, e quando notou que eu não iria mais agüentar e acabaria gozando, usou toda a sua técnica. E assim eu gozei, olhando a minha porra branca escorrendo naquele rosto moreno.

Ela foi tomar banho, e como não me convidou, fiquei fumando um cigarro. Depois foi a minha vez no banho, e quando saí, ela já estava pronta para ir embora. Entramos no carro e, automaticamente, levei a mão entre suas pernas, por baixo da saia. Ela estava de calcinha! Olhando minha cara de surpresa, ela riu:

– Mulher prevenida vale por duas. Tinha outra na bolsa.

Puxei-a para mim e falei, antes de beijá-la:

– Prevenida ou não, Renata, tu já vale por duas.

Larguei-a perto do trabalho, e fui pra casa. Não sabia o que iria acontecer no futuro, e embora a idéia de eu ela e a Déia na mesma cama fosse sensacional, tinha ainda muita água pra passar por baixo da ponte até que chegássemos nesse ponto. Liguei a TV e em um canal qualquer de música a Beyonce cantava. Tirei o som e fiquei só babando, ainda com o gosto da Rainha na minha boca.

Ainda tinha que jantar com a Nathalia, e me deu vontade de almoçar com a Déia no dia seguinte. Se antes eu reclamava de rotina, agora nenhum dia era igual.

FIM

PS: Isso ocorreu já faz um tempo, e como demorei pra contar, outras coisas já rolaram. Qualquer hora conto mais pra vocês!

O que te excita?

13 set

Essa semana, ao receber a Playboy da Larissa Riquelme, me peguei pensando em algo que me deixou encucado: não fico mais excitado vendo a Playboy. Lembro que nos tempos de guri, a simples menção à revista já começava a me deixar de pau duro. Hoje eu folheio, vejo as fotos, leio uma coisa aqui e outra ali, e nada. Eu simplesmente fiquei com tendinite na companhia da Luciana Vendramini, da Magda Cotrofe, da Cristiane Torloni. E agora, o que fazer?

Fiquei matutando isso. E me dei conta que já faz tempo que isso acontece. A Larissa tá absolvida. hehehehe Então passei a pensar nas coisas que antes me excitavam muito, nas fantasias que tinha, e resolvi dividir aqui com vocês.

Acho que de tanto ouvir meus amigos mentindo que tinham empregadas gostosas, e alguns deles dizendo que pelo menos passavam a mão, que rolava um arretinho, e tal, uma das minhas primeiras fantasias era ter uma empregadinha gostosa em casa, na época casa dos meus pais. Me imaginava chegando do colégio, e ela lá limpando o meu quarto, praticamente me esperando para passarmos a tarde juntos, enquanto todos trabalhavam, a gente transava, na minha cama de solteiro, de qualquer jeito. Bati muita punheta imaginando variações do mesmo tema, gozando cerrando os dentes, para abafar o prazer, ao mesmo tempo em que sentia raiva por aquilo não acontecer na minha casa.

Depois vinha a certeza de que, assim que tivesse idade para dirigir (e um carro para andar), gastaria o pau de tanto foder. Era como dois e dois são quatro. Tiro certeiro. Carro = comer mulher. Me imaginava nos carrões, e a mulherada pulando pra dentro, louca para satisfazer todos os desejos do cara que dirigia aquela máquina. Era uma volta pela cidade, uma trepada. E o sonho de trepar dentro do carro, então? Nada parecia apertado ou desconfortável. Era um motel ambulante!

E a gostosa pedindo carona, então? Ah, que maravilha! Uma loira fenomenal, em uma estrada ou rua deserta, com o dedo levantado, era tudo que eu queria. Óbvio que, tão logo ela entrasse no carro, já começaria a me seduzir. Daí pra um motel na beira da estrada ou no acostamento com o carro balançando, era uma questão de detalhes.

Camiseta molhada. Taí um troço que me tirava do sério. Praticamente nunca tinha visto um seio, e se uma blusa seca já me fazia sonhar alto, o que dizer de uma molhada, transparente, coladinha? Era como se não tivesse nada, e apenas bastasse que eu esticasse os braços para tê-los em minhas mãos.

Era impossível não fantasiar com uma gostosa desconhecida, invariavelmente loira e oferecida, em qualquer local público. Estava chegando no Brasil aquelas lavanderias self, acho que se chamavam Lav-Lev, e claro que justamente a menina mais gata, que morava sozinha, teria que levar suas roupas para lavar lá. E seria a ponte de ligação entre ela e o meu pau, e claro que, no maior clichezão de filme pornô, transaríamos ali mesmo, em cima das máquinas de lavar, durante a madrugada chuvosa em que nenhum carro passava pela rua, assim como nenhuma outra pessoa queria lavar roupas…

E gozar no rosto? E na boca? A menina engolir? Era o ápice. Com as poucas namoradinhas e ficadas, era sinônimo de N-O-J-E-N-T-O. É, eu estava ficando com as erradas, eu sei. Mas não rolava. Como que nos filmes rolava e comigo não? Quando finalmente consegui, algum tempo depois do gozar fui ao banheiro, e após fechar a porta, parei em frente ao espelho e disse para a minha imagem refletida: tu é FODA! hahaha

Sexo anal? Tinha gente na turma que era tratado como um semi Deus por já ter feito. Ficava imaginando como seria. Diziam que era mais apertado. Na hora da punheta, quando me imaginava comendo o cu de alguma menina, apertava o pau mais forte. Bem forte. E gozava imaginando ela de quatro, com meu pau atolado na bunda, gritando de dor e prazer.

Sempre fui muito visual, e as roupas de couro, látex e afins sempre chamaram a minha atenção. Era praticamente inexistente por aqui, e isso atiçava ainda mais a curiosidade e o tesão.

Com o tempo fui tendo novas fantasias, realizando algumas, praticamente esquecendo outras. Muita coisa me excita hoje, e tem coisas que basta que eu olhe ou pense para ficar de pau duro. Mas pô! Nem com o óculos 3D eu me animei na Riquelme.

E tu? O que te excita?

Susto pela manhã

28 abr

Uma noite dessas, reunido em um bar com vários amigos, escutei a seguinte história, contada por um beberrão nato:

“Baita festa, cara! Todo mundo bem doido, bebida liberada, som à milhão, mulherio dando banda na pista, no bar… E se tem bebida liberada tu sabe né véio? Eu tô lá! Passou uma loirinha que eu conhecia, e tal, dei uns beijinhos e partimos pra outra. Foi quando eu vi, cara, a mina dos meus sonhos. Uma morena alta, quase do meu tamanho, cabelão comprido, uma deusa! Calça jeans com cintura baixa, marquinha do biquíni aparecendo. Um topzinho que mal cobria uns peitões desse tamanho! E toda se lançando pra mim, se rindo toda. Pensei cá comigo: é gol do Brasil!

Ela dançava e mexia a bunda, olhando nos meus olhos. Peguei dois copos de ‘bira’ e fui chegando. Entreguei um copo pra ela, e ela virou de uma só vez. Bah, essa era das minhas! Já fui pegando na cinturinha, me encostando e tal, e ela aceitando, rindo, me provocando, a vadia! Tentei um beijo, e ela se fez. Devia estar precisando de mais bebida. Eu ia e voltava com os copos, e ela bebia parelho comigo, o que convenhamos, é beber pra caralho! Lembro que cheguei a pensar: essa mina bebe que nem homem!

Já completamente bêbado, eu só tinha uma certeza: precisa comer aquela mina! Véio, eu nunca tinha visto uns peitos daqueles. Me imaginava metendo a cara no meio deles e já ficava de pau duro. Perdi o controle, véio. Te digo na boa, perdi o controle! Lá pelas tantas dei uma gravata nela e grudei a boca na dela. Tava se fazendo, a puta! Me beijou as ganha, enfiando a língua quase na minha goela. Senti os peitos espetando os meus peitos, e rocei meu pau duro nela. Ela desceu a mão e apertou ele por cima da calça. Quase gozei, véio! Chamei ela pra ir embora, queria levar pro motel, mas ela pediu pra esperar… E continuamos bebendo…

Já quase de manhã, e mal conseguindo caminhar, saímos em busca de um motel. Não sei como consegui dirigir, véio. Chegamos lá, nos jogamos na cama e eu fui logo chupando aqueles peitões! Que maravilha, cara! Silicone de primeira qualidade. Ela pegou meu pau e foi batendo uma bronha, depois desceu a cabeça e meu deu uma chupada profissional! Profissional, cara! A mina sabia muito! Tive que praticamente arrancar ela dali, senão ia gozar, e ela não queria parar. Ela pegou o telefone e pediu uma champanhe! Champanhe de motel, cara! É caro pra caralho! Mas eu olhei aquela cinturinha, aquela marquinha de biquíni, aqueles peitos apontando pra mim, e pensei: foda-se! Vale a pena!

Bebemos meia garrafa, e nós dois mal nos agüentando de bêbados, disse que queria foder ela. Era o que eu mais queria, cara! Fui por cima dela, querendo arrancar a calça jeans, e então ela me fala: ‘Sabe o que é… Eu tô menstruada… Mas tô com tanto tesão… Come a minha bundinha?’.

Tive vontade de me ajoelhar no chão, erguer as mãos pro céu e agradecer ao cara lá de cima, véio! Se tivesse rojões e fogos de artifício, eu largava! Uma gostosa daquelas me oferecendo a bunda! Ela tirou a calça, ficou de quatro na cama, afastou a calcinha, eu catei uma camisinha e fui com tudo, cara. Comi aquele rabo com gosto!

Depois caímos bêbados na cama e apagamos, véio. Não vi mais nada. Só quando acordei, e ela não tava do meu lado. Escutei um barulho de mijo, e olhei pro banheiro. A porta tava aberta, cara, e tu não tem noção do que vi! A minha tava mijando em pé! Em pé, porra! Fiquei petrificado, sem saber o que fazer. Caralho, eu tinha passado a noite com um barbado, com um traveco! Aí ela ligou o chuveiro, véio, e eu não tive dúvidas… Ela entrou no chuveiro, eu catei minhas roupas como pude, e me mandei, cara. Fui embora, e deixei o filho da puta do traveco lá! E com a conta do motel pra pagar!”

Então ele baixou os olhos, fez sinal pra que eu me aproximasse, e falou em tom mais baixo no meu ouvido:

“Mas que bunda, cara. Tu não acredita. Que baita gostosa!”.

Não consegui segurar a gargalhada. Ele também caiu na risada, era só o que restava pra ele fazer. Foi difícil achar a foto aí de baixo, mas acho que foi mais ou menos o que meu amigo viu:

A tarde de sábado

19 mar

Essa recente polêmica sobre usar ou não sutiã, causada pela aparição da primeira dama francesa Carla Bruni em um jantar oferecido ao presidente russo, me fez pensar: existe algo mais excitante do que uma mulher com belos seios e sem sutiã?

Já disse e repeti mais de uma vez aqui no blog o quanto sou louco por seios, e pelo visto estou aqui de novo a fazê-lo. Mas alguém há de discordar?

A Nathalia, por exemplo. Na sexta-feira ela me ligou, dizendo que havíamos sido convidados pra um jantar no sábado, com um pessoal chatíssimo. Chatíssimos pra mim, é claro. “Não vou nem fudendo”, foi o que respondi. Assunto encerrado. Ou não.

No sábado de manhã eu tive um curso, no centro, e fui sem carro. Perto do meio dia recebi uma mensagem da Nathalia, pelo celular, perguntando se queria almoçar com ela. Disse que estava saindo da academia e passaria lá para me pegar. Ok.

Quando entrei no carro, o ar condicionado beirava a temperatura negativa. Ela vinha direto da academia, com o rosto ainda corado pelo exercício, e vestida à caráter. A roupa de ginástica colada no corpo, realçando suas pernas torneadas. Entre as pernas, a calça justíssima se perdia no caminho do prazer. E, sem sutiã, os seios marcavam a roupa, com os biquinhos durinhos me convidando a tocá-los.

Fui beijá-la e ela me deu um rápido selinho e me afastou. “Estou toda suada, me atrasei e não deu tempo de tomar banho, ou não pegaria você”. “Grande coisa!”, respondi e puxei-a pela nuca até mim. Beijei sua boca com vontade, e toquei meu braço de leve nos seus seios. Senti os mamilos roçando sob a blusa roçando a minha pele. Delícia.

Paramos em um McDonalds, embora ela reclamasse que todo o exercício da manhã teria sido em vão. Dentro da lanchonete o ar condicionado bombava, e sentada à minha frente, os seus seios apontavam para mim, além de chamar a atenção dos caras que passavam. Meio sem jeito ela colocava a bolsa (enorme, por sinal) no colo, mas a cada movimento nos presenteava com a visão dos seus mamilos intumescidos. E eu, pra deixá-la ainda mais sem graça, falava baixinho um monte de bagaceirices. Ela sorria, discreta, com aquela cara de “tu não tem jeito mesmo”. Terminamos de comer, e fomos embora.

No carro, com os vidros escurecidos a nos dar cobertura, não resisti e toquei seus seios. Por cima da roupa mesmo, de qualquer jeito, apenas para sentir seus biquinhos durinhos entre meus dedos. Ela me beijou com vontade, e deu partida rumo à minha casa. Já em frente ao prédio, fez uma ceninha. Disse que não ia subir, que tinha um monte de coisas a fazer, que ainda precisava tomar banho, e tal. Nem dei conversa. Peguei o controle remoto que ela tem da garagem e apertei o botão. Ela entrou.

No espelho do elevador, ela arrumava os cabelos. Percebeu que eu a olhava, e empinou o busto. Sorriu com uma carinha safada, sabendo que eu não tirava os olhos dos seus seios. Entramos em casa, eu agarrando-a e ela tentando fugir. “Preciso tomar banho…”, ela repetia, em meio aos meus beijos no seu pescoço. Mordi os seios sobre a blusa, e ela desceu a mão até meu pau, já duro. Levantou a blusa, liberando aqueles seios maravilhosos pra mim. Juntei os dois com as mãos, e passei a beijá-los e chupá-los. “É isso que você quer, seu tarado?”, ela me perguntava enquanto eu sugava seus mamilos. Eu balançava a cabeça afirmativamente. Ela passava os seios no meu rosto, dizendo para eu chupar, para mamar nas tetas da minha puta. De vez em quando levava a mão novamente ao meu pau, punhetando-o sobre a roupa.

Arranquei totalmente a sua blusa, e em seguida o resto da sua roupa. Deslizei minhas mãos por toda a sua pele nua e suada, até chegar na sua buceta. Em pé na minha frente, ela abriu as pernas, liberando o acesso dos meus dedos. Senti o seu mel entre meus dedos, e suas mãos me apertando forte quando toquei seu grelo durinho. Lambi seu rosto, desci a língua pelo pescoço, passei nos seios, na barriga, nas coxas, e já de joelhos no chão, enfiei meu rosto entre as suas pernas. Ela abriu-as ainda mais, apoiando-se na parede, e eu enfiei a língua naquela buceta quente. Enfiei mesmo, tudo que pude, e ela gemeu alto, passando a se mover de leve, pra frente e pra trás, se esfregando no meu rosto. Minha língua ia do cu até o clitóris, e o líquido do seu prazer me deixava todo melado. Ela me olhava de cima, a boca aberta em um gemido quase constante, e com a mão livre beliscava os próprios seios. Sua respiração ficou mais ofegante, e percebi que ela iria gozar. Segurei seu grelo entre meus lábios, chupando e passando a língua, e senti ela tremer toda em cima de mim, me deixando ainda mais melado, enquanto gemia e ia perdendo as forças nas pernas. Depois deixou o corpo escorregar e deitou-se ao meu lado no tapete da sala.

Menos de um minuto depois, veio sobre mim e passou a língua em todo meu rosto. “Quero sentir gosto de buceta”, falou. Abriu a minha camisa e beijou meu peito. Mordiscou os meus mamilos, enquanto tateava o cinto, abrindo-o e indo em busca do meu pau. Baixou as minhas calças, enfim liberando meu pau duro.

“Se tu quer sentir gosto de buceta, chupa o meu pau. Fodi uma colega de curso agora de manhã.”, falei, provocando-a. “Mentira”, ela falou baixinho, me masturbando e me beijando. “Verdade”, falei, mesmo que nós dois soubéssemos que era mentira. Fazia parte do clima. “Como? Onde?”, ela perguntou, sem parar de me beijar e de bater punheta. “No banheiro, depois do intervalo…”, inventei. “Ela tava desde a semana passada se lançando pra mim, e hoje rolou. É uma ruivinha gostosa, baixinha e cheia de pintinhas.” Nem tinha ninguém assim no curso. “Tem uns peitões! Mamei um monte naquelas tetas, enquanto ela batia punheta pra mim, como tu está fazendo.” Ela passava a língua no meu rosto e no meu peito. “Mas ela batia tão gostoso quanto eu?”, ela perguntou. “Ela fazia melhor. Tinha a manha, a vadia.” Ela ensaiou uma braveza: “Bem capaz! Ninguém bate punheta como eu.”, protestou. Eu continuei: “Tô te falando. Ela era boa. Fazia alguma coisa na cabeça do meu pau que não sei explicar.” Ela passou a rodar os dedos na glande. Não admitia perder, nem que fosse para uma invenção. “Mas foi só isso? Ela só bateu punheta pra ti?”, perguntou. “Não… Depois ela chupou o meu pau, engolindo as minhas bolas também. Fazia isso ajoelhada no chão do banheiro, sem tirar os olhos azuis de mim”. “Olhos azuis? Não era ruiva??”.

“E daí? Não existem ruivas de olhos azuis? Depois de quase me fazer gozar, ela me pediu pra ser comida. Coloquei ela em pé, apoiada na pia, levantei a saia dela e meti na buceta. De frente pro espelho ela me olhava e passava a língua nos lábios, mostrando que estava adorando o meu pau”. A Nathalia não se continha mais. Com uma perna sobre a minha, roçava a buceta na minha coxa, sem parar de me masturbar. “E você gostou da buceta dela?”, me perguntou. “Sim… Era bem apertada… E ela gozou pedindo mais… Quer que na semana que vem a gente mate o curso… E passe a manhã inteira trepando…”. “Você gozou?”. “Gozei. Na hora tirei o pau e gozei na bunda dela. Escorreu pelas pernas, e ela passou os dedos e lambeu.” “Você vai passar a manhã inteira trepando com ela semana que vem?”. “Vou.”. “Posso ir junto?”. “Não”. “Ah, eu quero…”. “Não. É só eu e ela.”. Ela fez um biquinho, e desceu o corpo, indo abocanhar meu pau. Fez tudo que sabia com a língua, com os dedos, com os lábios. E de vez em quando me olhava, o pau dentro da boca abafando as suas palavras, e me perguntava: “Ela chupava você assim?”. Eu, pra provocar, dizia que sim. E ela caprichava ainda mais.

Quase sem agüentar mais, coloquei-a de quatro e fui logo enfiando o meu pau. Ela estava muito excitada, e mexia sem parar. Eu metia com força, cada vez mais forte, assim como ela gemia cada vez mais alto. Peguei-a pelos cabelos, e com a outra mão apertei seus seios. Em pouco tempo gozamos os dois, juntos e bastante. Fiquei um pouco ainda com o pau dentro dela, e depois me deixei cair no tapete. Mas ela não tinha terminado. Colocou o meu pau na boca novamente, limpando-o. Com a boca com o gosto misturado da minha porra e do seu gozo, me beijou.

Fomos tomar banho juntos, e ensaboei todo o seu corpo delicioso. Claro que logo que comecei, fiquei excitado novamente. Minhas mãos deslizavam pela sua pele lisa, ainda mais escorregadia pela espuma do sabonete. Só nos seios demorei uma eternidade, que ela curtiu de olhos fechados. Depois desci uma mão pelas costas, e a outra pela barriga. Fui descendo até meus dedos se tocarem entre suas pernas. Forcei o dedo médio de uma mão na sua bunda, e o da outra enfiei na buceta. Passei a mexer os dois ao mesmo tempo, deixando-a louca de tesão. Ela arqueava as pernas, e tentava desviar o rosto dos jatos d’água do chuveiro. Com a boca entreaberta e o vapor do banheiro, reclamava de falta de ar, mas não queria que eu parasse de jeito nenhum. E assim ela gozou, segurando o meu pau com força, e praticamente apoiada nas minhas mãos. Ficamos um pouco quietos, ela recuperando o ar e a razão.

Fomos para o quarto, e com a toalha ela secou todo o meu corpo. Meu pau, que já estava amolecendo, ficou duro novamente. “Ele não cansa?”, ela me perguntou, antes de colocá-lo na boca. “Quem não cansa é tu.”, pensei. E ela não cansava mesmo. Depois de me chupar, pediu que eu deitasse na cama, e veio por cima de mim. Sentou no meu pau, e ficou me cavalgando por muito tempo. Nós dois já havíamos gozado, e pudemos prolongar ao máximo aquela foda. Ela subia e descia, rebola, trazia os seios até minha boca para serem chupados, levava-os à própria boca para lambê-los pra mim. Ela gozou assim, apertando o meu pau, apertando os seios, e logo em seguida gozei também.

Ficamos deitados lado a lado, em silêncio, ela sobre o meu braço e a mão no meu saco. Adormecemos.

Acordei com ela me chamando, dizendo que já eram seis da tarde. Já vestida com a mesma roupa de ginástica, sentada ao meu lado na cama. Com a mão direita ela alisava o meu pau. Me dizia que estava indo embora, mas não parava de mexer a mão. Mais uma vez os mamilos marcavam a roupa, e logo meu pau estava duro novamente. “Você não vai mesmo no jantar comigo?”, ela perguntou. Olhei aqueles seios, senti aquela mão indo e vindo no meu pau, e não disse nada. Fingi ainda estar meio adormecido, e ela carinhosamente me chamou novamente. E fez a mesma pergunta. Sorri pra ela, e falei: “Posso ir, mas com duas condições”. “Quais?”. “Que tu me faça gozar mais uma vez… E que vá sem sutiã!”. Ela olhou para os próprios seios por alguns segundos, e depois sorriu. “Acho que posso fazer isso…”, falou. E depois desceu e colocou meu pau na boca.

Até que o jantar nem foi tão chato…

Troca de casais – Parte I

24 fev

É curioso como as coisas acabam acontecendo. Você se programa, sai de casa com a cabeça pronta para o que deseja que aconteça, vai a uma casa de swing, e nada acontece como você planejou. A noite não está boa, as pessoas não te agradam, não rola química. E nada acontece, só aquela frustração. Quantas vezes isso já aconteceu com todos nós, né?

E às vezes quando você menos espera, acontece de tudo. Sem programação, tudo na maior surpresa e comandado apenas pelo tesão. Eu gosto assim. E foi assim que aconteceu na praia, nesse final de semana.

Uns amigos nos convidaram para uma festa à beira da piscina, em um condomínio à beira mar. Pessoal animado, champanhe, um DJ tocando boa música, tudo ótimo e muito divertido. Logo nos enturmamos e conversávamos com todos à nossa volta. O casal anfitrião, os nossos amigos, não mediam esforços para deixar todos à vontade.

Nos acabamos dançando, e foi na pista de dança que conhecemos a Patrícia e o Marcelo. Dançando conosco e dividindo petiscos e taças de champanhe, nos divertíamos os quatro juntos. Os dois formavam um casal muito bonito e animado, trocavam carinhos e insinuações enquanto dançavam, sem perder a elegância, me levando a, como sempre faço, imaginá-los em ação. Gostei do que imaginei. rsrsrs

Não sei se por causa da minha imaginação, ou se por causa das taças a mais de champanhe, mas passei a olhá-los com mais interesse. Interesse esse que foi notado por eles e pelo Ricardo, que divertido, me olhava com um sorriso sacana no rosto. Então o DJ anunciou uma marchinha de carnaval, e sob o olhar dos dois homens, eu e a Patrícia nos esbaldamos na pista. Logo emendou um tema de escola de samba, e nós duas sambávamos alegremente, uma olhando nos olhos da outra, um olhar que demonstrava desejo e cumplicidade. De minha parte, desejo não nela, mas desejo de sacanagem. rsrsrs

Fomos juntas ao banheiro, e enquanto retocávamos o batom, ela disse que tinha adorado nos conhecer, que estava se divertindo muito. Eu agradeci e disse que também estava me divertindo, e que os dois eram muito animados e bonitos, um belo casal. Ela fez uma carinha sacana, e disse: “à disposição”. Eu sorri, como se tivesse levado na brincadeira, e ela, agora através do espelho, reiterou: “dos dois”. Piscou pra mim e disse que me esperaria na porta do banheiro. Gostei. Gosto de gente ousada.

Sentamos os quatro em uma mesa, à beira da piscina, e ficamos bebendo e conversando. Logo algumas pessoas pularam na água, e o Marcelo perguntou se não iríamos também. Respondi que estávamos sem roupa de banho, e ele prontamente respondeu que poderiam nos emprestar, já que a casa deles era também naquele condomínio, e que meu corpo e o da Patrícia eram parecidos. E a Patrícia, olhando pro Ricardo, emendou: “ou podemos ir lá pra casa, na nossa piscina, e não precisaremos de roupa de banho”. O Ricardo respondeu na hora que era uma boa idéia. E perguntou: “e tem champanhe?”, ela respondeu que sim. E, brincando perguntou pro Marcelo: “e não tem música de carnaval?”, ele respondeu que não, e o Ricardo levantou a taça e bradou: “então vamos!”. E os dois caíram na risada. Já ouvi dizer que homem só gosta de carnaval quando está solteiro, mas enfim…

Nos despedimos, os dois casais separadamente, dos nossos anfitriões, e seguimos o Marcelo e a Patrícia até a casa deles.

* * * *

Era uma casa belíssima, o andar de baixo era uma grande sala, com mesa de sinuca, cozinha americana, e ao fundo grandes portas de vidro levavam à piscina. Enquanto a Patrícia buscava a bebida e as taças, o Marcelo escolhia um som para escutarmos. Como sei que o Ricardo adora sinuca e seria meio estranho nós quatro arrancarmos a roupa e pularmos na piscina, fui até a mesa e lancei o desafio: “que tal um strip bilhar?”. A Patrícia, que vinha em minha direção com a champanhe e as taças na mão, se mostrou animada: “Eu aceito! Mas já aviso que não sei jogar direito, e serei a primeira a ficar nua!”, ela falou, rindo.

Inventamos umas regras malucas, onde os homens deixavam a bola quase na caçapa para nós, e quem errasse ia tirando a roupa. Dito e feito, em menos de 5 minutos a Patrícia estava apenas de lingerie. Uma calcinha minúscula se perdia em um belo bumbum, que ela se esforçava para exibir a todos nós. Os seios pareciam querer fugir do sutiã, atraindo olhares voluptosos do Ricardo. O Marcelo errou a jogada seguinte e tirou a camisa, exibindo também um belo corpo. A minha situação era um pouco mais complicada, pois estava apenas com um vestido, sem nada por baixo. Me esforçava para não errar.

O Ricardo errou e também tirou a camisa, exibindo um pedaço do corpo e várias tatuagens. A Patrícia chegou perto e passou a ponta dos dedos em algumas delas, elogiando-as. Percebi que o toque dela acendeu ainda mais o Ricardo, que ficou se segurando para não agarrá-la ali. Na rodada seguinte eu errei, e não tive escapatória. Ao som da música fui levantando o vestido devagar, rebolando de leve, sensualmente. O Ricardo já sabia, mas acho que a Patrícia e o Marcelo esperavam que eu tivesse ao menos de calcinha por baixo. Fiquei totalmente nua, ao som dos aplausos dos três. Notei que o Marcelo não tirava os olhos do meu corpo, e resolvi me exibir um pouco. Mesmo não sendo a minha vez, peguei o taco e debrucei-me sobre a mesa, mirando uma bola na caçapa. Me deixaram mirar, mas não me deixaram jogar. Safados! rsrsrs

Mais uma champanhe aberta, e os dois homens já estavam apenas de cuecas. A danada da Patrícia aprendera a jogar, e continuava desfilando ao redor da mesa apenas de lingerie. Entre uma tacada e outra o Ricardo me beijava, roçando o corpo no meu. O outro casal fazia o mesmo, e o tesão tomava conta do ambiente. Sentia o pau do Ricardo endurecendo sob a cueca, e olhava o volume crescendo também sob a cueca do Marcelo. Mas a Patrícia errou a jogada seguinte, e deu de presente aos dois rapazes um belo espetáculo enquanto tirava o sutiã. Soltou-o atrás, mas não deixou cair. Veio dançando sensualmente, e virando de costas para o Ricardo, deslizou o corpo no dele até o chão. Depois virou-se de frente e pediu que ele, com os dentes, segurasse a alça direita do sutiã. Inclinou o corpo para trás, e segurando o bojo esquerdo, liberou o seio direito. Cobriu-o com a mão, e foi até o Marcelo. Fez o mesmo movimento com o corpo no Marcelo, e deixou o sutiã na sua boca, preso pela alça esquerda. Cheio de tesão, ele puxou-a para si e o jogo acabou. Ele se jogou no sofá e fez com que ela sentasse no seu colo, de frente para ele, e abocanhou os seus seios. Eu cheguei mais perto do Ricardo para assistirmos coladinhos aquela demonstração de tesão…

CONTINUA…