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Nossas fotos eróticas – Parte II

22 out

Ele me afastou do seu pau,  pois daquele jeito não tardaria a gozar. Nem precisei perguntar se tinha sido  aprovada: ele me puxou pelos cabelos, fazendo-me ficar em pé na sua frente. “Batom  todo borrado, bem coisa de puta fuleira…”, ele falou, e passou a fotografar  meu rosto.

Fiz biquinho, passei a língua, enfiei o dedo na boca, estava  adorando aquilo! Com os dedos bem babados levantei minha blusa e passei a tocar
meus mamilos durinhos. Ele não perdia um click. Eu prendia-os no meio dos  dedos, beliscava, e ele adorava. Quando coloquei a mão por baixo e estiquei a  minha língua para lambê-los, aposto que ele teve vontade de jogar a câmera longe  e partir para cima de mim. Mas ele se aguentou.

“Vamos para o quarto.”, ele  convidou, ou ordenou, sei lá. Só sei que eu fui na frente, e ele mal podia  esperar o que eu ainda faria naquela noite!

Quando ele entrou e viu todos  os meus brinquedinhos sobre a cama, sorriu e disse: “Uhmm… Arsenal completo?  Já vi que vai me custar caro essa noite!”. Peguei um vibrador grande, em  formato de pênis, e acariciando-o respondi: “Até agora não custou nada. E você  pode desistir. Eu ficarei bem acompanhada…”. Ele riu. “É? Me mostra como  seria…”. Então tá, se ele queria espetáculo, teria um show completo!  Sentei-me na beirada da cama e fiz minha saia escorregar para cima. Levei o  vibrador à boca e comecei a lamber a cabeça como se fosse um pau de verdade. De
olhos fechados, ouvia os cliques da máquina enquanto tentava dar rosto e corpo,  na minha imaginação, para o dono daquele pau. Enfiei-o na boca, deixando o  máximo de saliva que podia, e então joguei o corpo para trás, encostando as  costas na cama, e coloquei os saltos das botas na beirada da cama, abrindo ao  máximo minhas pernas. Posicionei o vibrador na entrada da minha buceta, e  fazendo sinal com o dedo indicador, pedi que ele se aproximasse. “Olha de  perto…”, sussurrei, na verdade querendo que ele fotografasse aquilo tudo  entrando dentro de mim. Ele se pôs de joelhos no chão, e não perdeu um detalhe  daquele cacetão desaparecendo na minha buceta. Liguei o vibro, e com ele todo  dentro de mim, forcei movimentos circulares, o que me levou ao delírio. Sentia  meu mel escorrendo, melando minha bunda, minha meia calça rasgada, minha cama.

Com a mão livre tateei a cama sobre a minha cabeça, procurando outro acessório que queria usar: um plug  anal. Encontrei-o e estiquei a mão em sua direção, pedindo: “Coloca pra mim?”.  Não precisei pedir duas vezes: ele foi enfiando devagar na minha bunda. Que  delícia! Me sentia preenchida, arrombada e delirando de tesão. Passei a colocar  e tirar o pau de borracha de dentro de mim, olhando nos olhos dele através da câmera.  O pau dele parecia que ia explodir, de tão duro, e eu queria sentí-lo também. “Vem  aqui… Deixar eu te bater uma punheta… É de graça!”, falei. Ele ajoelhou-se  ao meu lado, e eu comecei a masturbá-lo de leve, apertando bem seu pau. De vez  em quando largava o pau e acariciava suas bolas, sua bunda. Depois voltava e  batia punheta mais rápido, fazendo-o se contorcer dentro de mim. A essa altura  já não tinha coordenação para mexer as duas mãos, a do vibrador e a do seu pau,  então fechei as pernas, prendendo o vibrador dentro de mim. Ele não se conteve  e veio sobre mim, passando uma perna para o outro lado do meu corpo, e encaixou  seu pau duro entre meus seios. Apertei um contra o outro, e ele começou a  deslizá-lo. Eu estiquei a língua, e cada vez que o pau subia na direção do meu  rosto, eu lambia aquela cabeça dura e melada. Assim como eu, ele estava  transtornado de tesão: gemia, beliscava meus seios e me xingava de puta, vagabunda,  safada, me dizia que eu só sossegava assim, metida no cu e na buceta. Eu dizia  que sim, e que queria mais, e ele me xingava mais, me dava tapas no rosto,  dizia que eu não valia nada. Não aguentei mais e gozei, forçando as pernas uma  contra a outra, sentindo o vibrador pulsar dentro de mim, e bem na hora,
enfiando o pau dele o máximo que deu dentro da minha boca. Meu corpo tremeu  inteiro, senti o ar quase faltar, e tive um dos orgasmos mais intensos da minha vida.

Não tive forças para  protestar quando ele saiu de cima de mim, queria fazê-lo gozar na minha boca,  no meu rosto… Mas pelo visto ele tinha outras idéias: tirou o vibrador da  minha buceta, e me avisou: “O plug tu deixa…”. Ele desapareceu da minha  visão, por cima de mim, e logo reapareceu balançando minhas algemas entre os  dedos: “Vira de costas, vadia!”.

Claro que eu obedeci, né?

CONTINUA…

Nossas fotos eróticas – Parte I

8 out

Dia desses, revirando caixas no fundo do meu armário, encontrei umas fotos que fazíamos, o Ricardo e eu, logo que começamos a namorar. Ele tinha uma Polaroid, e nenhum de nós dois tínhamos muito pudor! rsrsrs Encontrei fotos minhas, nua, fazendo poses sensuais para as lentes; fotos dele, com o pau na mão, exibindo-o para mim, fotos nossas, tiradas por nós mesmos enquanto transávamos. Me deu uma saudade daquele
tempo, quando fazíamos as coisas sem muita preocupação, tomados por um tesão incontrolável que nos cegava para os perigos da exposição.

Conversei sobre isso com ele, que na mesma hora “se convidou” para jantar aqui em casa e rever as nossas fotos. O dia foi passando, as fotos ali sobre a bancada, e eu fui tendo idéias. E vocês sabem, eu vou tendo idéias e vou ficando com tesão ao mesmo tempo! No final da tarde mandei um torpedo pra ele: “Estou olhando nossas fotos… Meu corpo mudou. Estamos os dois diferentes. Temos que renovar as lembranças…” Ele sempre foi mais relutante que eu com essa coisa de fotos, por mim já tinha enchido o blog com fotos minhas! Ele respondeu: “Se teu corpo mudou, foi pra
melhor. Levo a câmera e fazemos o tira teima”. Nossa, que fácil! Decerto ele achava que eu só queria fotos minhas. Mandei outro torpedo: “O teu pau tá maior agora, vou te provar por fotos o que sinto dentro de mim”. Pronto. Deixei claro que ele também seria fotografado! rsrs Ele não me respondeu mais, e eu, excitada, resolvi armar um cenário para as fotos. Espalhei nossas fotos antigas sobre a cama, separei velas com aromas e muita lingerie sensual. Já me imaginei vestida como uma puta, cheia de tesão e ousadia, e separei até alguns brinquedinhos sexuais para usarmos nas fotos. Sentia minha umidade entre as pernas, antevendo uma noite deliciosa!

Abri um champanhe e, com a garrafa e uma taça na mão, fui tomar um banho de banheira. Entrei e fiz espuma, e com a taça na mão comecei a relembrar de nós dois. O encantamento instantâneo, a “liga” mágica, o encaixe perfeito dos nossos corpos. Da vez em que passamos um final de semana inteiro sem sair de um quarto de hotel, sem comer, sem fazer mais nada além de sexo. Muito sexo. E a primeira vez que vi ele comendo outra mulher? Eu já tinha feito isso, com outra pessoa. Mas naquele dia me perguntei se agüentaria com ele. Eu não quis participar, naquele momento o meu tesão era ver o tesão dele. Fiquei sentada em um canto do quarto, enquanto ele comia uma garota de programa. Minha preocupação infantil era se ele faria as coisas da mesma maneira que fazia comigo, e se ele morreria de tesão, gemeria e faria as mesmas caras que fazia enquanto metia aquele pau gostoso em mim. Não sei se ele fez igual ou não, pois em determinado momento me perdi com meus dedos entre as minhas pernas e gozei loucamente, três vezes seguidas, logo após de vê-lo sentado na beira da cama, a menina de joelhos no chão engolindo seu pau, e ele com os olhos cravados nos meus mexendo a boca em uma declaração silenciosa: “eu te amo”.

Lembrei de muitas outras coisas, muitas já contadas aqui no blog, e sem agüentar mais posicionei o jato da hidromassagem para o meio das minhas pernas. Gozei sem usar as mãos, tendo na mente a imagem dele me comendo sem parar, de tudo que é jeito, em tudo que é lugar. Delícia.

Já mais relaxada e com meia garrafa a menos, saí do banho. Decidi abandonar a garrafa, e com o celular na mão, digitei outra mensagem pra ele: “Como quer o programa hoje?”. Pronto. Agora ele sabia que eu definitivamente estava para o crime. Seria a puta dele esta noite, faria o que ele quisesse. E logo veio a mensagem dele, me dizendo como me queria: “Te quero vulgar, baixo nível e preparada pra levar pau e tomar porra a noite toda!”. Aff! Pelo jeito ele também viria no mesmo nível! rsrsrs

Abri a porta pra ele pouco antes das nove. Ele parece ter gostado do que viu: um batom vermelho carregadíssimo, assim como o resto da maquiagem. Uma mini saia que mal cobria minha bunda, em cima de uma meia arrastão já beeem usada. Uma mini blusa vermelha bem fuleira, que deixava, por baixo, meu umbigo de fora, e por cima, mal cobria meus seios. E também uma bota preta acima dos joelhos. Ele veio junto a mim e apertou minha bunda, forte, rude, e quando procurei sua boca ele me negou: “puta não beija na boca… essa tua boca só serve pra chupar pau”. Não sei o que acontece comigo, mas quando tô no clima, qualquer coisa que ele faça ou fale, me deixa maluca! Uma onda de tesão percorreu meu corpo quando ele falou isso. E ele continuou: “Desfila… Anda pra lá e pra cá… Quero ver se vale o investimento…”.

Caminhei até a extremidade da sala e, quando me virei, ele já estava ajustando a máquina fotográfica. Comecei a andar na sua direção, rebolando mais que o normal, enquanto ouvia os cliques. Cheguei bem perto e, com as palmas das mãos apertando as laterais dos meus seios, um de encontro ao outro, fiz pose para a câmera. Ele esticou a mão e tocou meus seios, primeiro com carinho, depois apertando e beliscando meus
mamilos sobre a blusa. Sem parar de fotografar os acontecimentos. “Dos peitos eu gostei… Agora quero ver a bunda!”, ele falou. Fui até o sofá, rebolando ainda mais, e ele veio andando atrás de mim. Fiquei de joelhos e arrebitei a bunda o máximo que pude, e olhei-o sobre os ombros. “Gosta?”, perguntei. Ele esticou a mão e subiu minha saia. Apalpou minha bunda, apertou, até deslizar sua mão pelo meio, passando pelo meu cuzinho, chegando na minha buceta. Enganchou os dedos na meia e com um puxão rasgou o meio das pernas. Levei um susto, e outra descarga de tesão, esta mais forte ainda, explodiu no meu corpo. Com o caminho livre, senti seus dedos me explorando. “Tá melada…”. Fiz que sim com a cabeça. Ele enfiou dois dedos. “Isso é tesão ou é porra de outro cliente?”. “É porra… De dois clientes… Dei pra dois ao mesmo tempo mais
cedo…”, falei, e imaginado isso fiquei ainda mais molhada. Ele enfiou o terceiro dedo, me alargando, mexendo e girando-os dentro de mim. Me abri ainda mais, mas ele tirou a mão ao mesmo tempo em que, com a outra, me pegava pelos cabelos e puxava minha cabeça para trás. Enfiou os dedos melados na minha boca, e chupei-os com sofreguidão, enquanto ele me dizia: “Chupa a porra deles então, puta chinelona!”. Chupei, imaginado que tinha porra mesmo naqueles dedos, e sentindo o gosto do meu próprio tesão. “Agora tu mesma pega a porra… Não vou sujar meus dedos…”, ele falou. Fiz exatamente o que ele pediu: Enfiava meus dedos na minha buceta e levava-os à minha boca, enquanto ele fotografava sem
parar.

“Deixa eu te chupar?”, pedi ronronando. Podia ver o seu pau duro quase rasgando as calças. Ele se aproximou, e me pegando pelos cabelos novamente, passou meu rosto pelo volume da calça. Que delícia! Mas logo se afastou novamente. “Não sei… Tu não me convenceu ainda…”, disse. “Enfia esse pau na minha boca que vai ter certeza…”, falei, desejando mais do que nunca chupá-lo. “Eu não… Aí, gostando ou não, vou ter
que pagar!”. Eu ia sugá-lo pau afora, ele iria ver só! Falei: “A chupada é de graça… Como um test drive…”. Ele soltou uma risada sonora. “Rá! Não sei se tu não sabe ganhar dinheiro ou se é muito confiante!”. “Coloca esse pau pra fora e saberá!”, rebati.

Fiquei de joelhos na sua frente, e comecei lambendo aquela cabeça inchada. Passei a língua em movimentos circulares e deslizei meus lábios, beijando e chupando. Depois empurrei seu pau em direção a barriga e desci a língua em toda a extensão, até chegar no saco. Lambi e chupei suas bolas, sentindo seu pau batendo em meu rosto, ao mesmo tempo em que arranhava de leve suas coxas. Subi as mãos e apertei sua bunda, ao
mesmo tempo em que fazia seu pau deslizar o máximo possível para dentro da minha boca. Ele gemeu, e eu caprichei ainda mais. Com as duas mãos nas suas nádegas, passei a comandar o movimento dos seus quadris, fazendo seu pau fuder minha boca como se fosse uma buceta. Fazia isso tudo olhando para cima, fazendo minha melhor cara de safada pras fotos que ele não parava de bater. Acima da câmera, ele sorria satisfeito. Acho que fui aprovada no teste!

CONTINUA…

Presente de dia dos namorados – Parte II

22 jun



Leia a primeira parte clicando AQUI.

Ajeitei-me melhor na cama para assistir ao show erótico particular que eu mesma tinha bolado. Os dois nus, se beijando e começando a se acariciar, de cara fez meu tesão ir às alturas. As mãos do Ricardo desciam pelas costas dela, e eu podia senti-las no meu corpo. Ele acariciou a sua bunda, e ela arrebitou-a mais, se oferecendo à ele. E desceu uma mão pelo seu peito, até chegar no pau. Passou a acariciá-lo com maestria, e eu pude vê-lo crescendo entre seus dedos. O Ricardo afastou-se um pouco para trás, dando maior mobilidade ao movimento de mão dela, e então olhou os seios lindos que ela tinha. Levou as duas mãos à eles e passou a tocá-los de leve, com adoração. Espalmava-os com carinho, e deixava escorregar as mãos para ter os mamilos na ponta dos dedos, enquanto ela não para de acariciar o seu pau. Ele não se conteve e baixou um pouco os ombros, levando sua boca de encontro aos seios dela.

Ele lambia e chupava de olhos fechados, louco de tesão, enquanto ela se contorcia para continuar tocando em seu pau, que a essa altura, estava duríssimo. Eu via a língua dele duelando com os mamilos durinhos, para depois colocá-los entre os lábios e chupá-los, ora com carinho, ora com sofreguidão. Levei meus dedos até os meus mamilos, que se não estavam tão durinhos quanto os dela, estavam quase, e uma onda de tesão percorreu meu corpo quando apertei, primeiro o esquerdo, depois o direito.

Se eu já estava com tesão antes, imagina agora! Decidi parar de me tocar, queria prolongar meu prazer e excitação. Acendi um cigarro, enquanto o Ricardo colocava a menina no sofá, e no chão entre as suas pernas, com a boca subindo entre suas coxas, se preparava para lamber a sua buceta. Ela abriu bem as pernas, e com a cabeça jogada para trás, começou a receber o toque daquela língua deliciosa. Eu não enxergava, mas imaginava: a língua percorrendo os grandes lábios, abrindo-os, para achar o clitóris. Lambendo-o em movimentos circulares, até deixá-lo bem durinho, fugindo de vez em quando pra entrar o mais fundo que consegue dentro da buceta. Uma sessão de estocadas com a língua, para depois voltar ao clitóris. Chupando-o, tentando prendê-lo entre os lábios, para chupá-lo como o bico de um seio. Não agüentei e levei a mão para o meio das minhas pernas, enquanto o cigarro queimava praticamente sozinho na outra mão.

Com meu dedo médio eu tentava fazer o movimento que imaginava que ele estava fazendo nela. Meu grelo durinho pedia meu toque, o toque dele, e até o toque dela. Meu tesão chegava nas alturas, e quando ela começou a gemer no sofá, eu comecei a gemer na cama. Apertei uma coxa contra a outra, com a minha mão entre elas. E ali, bem pertinho de mim, ela abriu bem as pernas, segundo os pés, e pelo movimento da cabeça do Ricardo, tive certeza: ele estava fudendo a buceta dela com a língua. Tive que tirar a mão, fechar os olhos para não ver, e tentar pensar em outra coisa, ou então iria gozar naquele momento.

Dei as últimas tragadas no cigarro, e apaguei no cinzeiro ao lado da cama. Ela gemia mais alto, perguntando como ele tinha aprendido a fazer isso. Estava difícil me segurar, e ficou mais ainda quando ele saiu do meio das pernas dela, nu e com o pau duro, e veio até a cama. Ela baixou as pernas e ficou nos olhando. Ele catou uma camisinha nos pés da cama e jogou pra mim. Me olhou com olhos de lince, uma cara de safado, e disse: “coloca pra mim”. Entendi o recado.

Abri a embalagem com os dentes, e fui pra beirada da cama. Lambi e babei bem seu pau duro, posicionei a camisinha na cabeça, e coloquei-a com a boca. A mulher fez um som de espanto, enquanto meus lábios deslizavam até a base, levando junto com meus dedos a camisinha. Ele abaixou-se e me beijou, deixando na minha boca o gosto da buceta dela. E com a mão fez um gesto para que ela se aproximasse.

Ela veio com um andar leve, praticamente flutuando pelo quarto. Sua beleza ainda me impressionava, e tenho certeza que ao Ricardo também. Juntou-se a nós na cama, e o Ricardo puxou-a para si, beijando-a bem ali na minha frente. Ela pegou no seu pau, e ele esticou a mão para mim, arrancando a minha calcinha, enfiando seus dedos na minha buceta melada. Eu fiquei ali deitada, e os dois praticamente sobre mim, trocando beijos cheios de tesão, enquanto o Ricardo enfiava e tirava os dedos de dentro de mim. Ela tocou meus seios, de leve, com carinho, me acariciando com ternura, e então eu não agüentei. Passei a gemer mais alto, e o Ricardo, sabendo que eu iria gozar, aumentou o vai e vem dos dedos, enfiando com força, me abrindo, me alargando. E assim eu gozei, tremendo meu corpo inteiro, arfando, me revirando na cama.

Sem dar um tempo para que eu me recuperasse, o Ricardo mandou que ela ficasse de quatro. Ela o fez, levantando bem a bunda, oferecendo-se toda para ele. Ele se posicionou atrás dela, olhou pra mim, sorriu, e mandou:

– Vem aqui. Enfia meu pau na buceta dela.

CONTINUA…

Provocando…

28 maio

Eu andava quieta, controlada, como vocês puderam notar. Sem nada de muito quente pra contar, feito uma menina bem comportada. Mas não adianta, eu não sou assim! rsrsrs

Na semana passada estávamos recebendo no trabalho o pessoal da filial de SP. Não me envolvi muito, afinal não era bem no meu setor. Mas como já me conhecem, me chamavam para todos os jantares, happy hour e afins. Que fama, hein? rsrsrs

Fomos à barzinhos, cafés, restaurantes, saímos pra dançar… Foi muito divertido, e acho que o pessoal de fora também curtiu muito. As meninas se diziam maravilhadas pelo sotaque dos gaúchos, e os rapazes diziam nunca ter visto tanta mulher bonita. Mas tinha um, quietinho, que me chamou atenção. Ele até ria, brincava, conversava, mas era, digamos assim, muito mais comportado do que o resto do pessoal. E passava o tempo todo no celular. Era bonito, alto, com mãos grandes e estava sempre bem vestido. Uma das meninas que trabalha com ele falou, lá pela terceira vez que ele atendeu o celular no bar, que era a noiva. Meu Deus, quem ainda é noivo nos dias de hoje? Não me agüentei, e já na segunda vez em que nos encontramos, fui sentar perto dele.

Perguntei o que ele estava achando da cidade, da nossa sede, do pessoal. Muito educado, me disse que estava adorando, que a cidade era muito mais calma que São Paulo, que teriam que ralar bastante na filial para trabalharem “redondo” como fazíamos aqui, e que o pessoal era muito divertido e competente. E então seu telefone tocou. Pediu licença, educadamente, e levantou-se para atender. Voltou cinco minutos depois, desculpando-se. Continuamos conversando, e além de bonito e educado, ele se mostrava inteligente e divertido, apesar de comedido. Fui ficando cada vez mais atraída por ele. Ele ainda atendeu ao telefone mais duas vezes naquela noite, mas conversamos até a hora de ir embora. Todos resolveram esticar a noite e sair para dançar, mas ele foi contra. Disse que tinham treinamento logo de manhã cedo, e que deveriam ir para o hotel descansar. Eu fiquei apenas vendo o embate, os outros chamando ele de maricas, de mandado, e ele, contrariado, já nem respondia mais. Chamei ele de lado, e disse que eu também ia para casa, e que poderia deixá-lo no hotel. Foram todos dançar, e eu e ele saímos caminhando pro outro lado, indo buscar meu carro na garagem. Ele estava irritado, então ficamos praticamente em silêncio. Larguei ele no hotel, compreensiva, e fui pra casa.

Na manhã seguinte ele me procurou na empresa, para se desculpar. Achava que em meio à sua irritação, acabara sendo rude comigo. E, como um gesto de desculpas, me convidou para um café. Conversamos bastante, e eu, ao mesmo tempo em que o escutava falar da noiva, via as minhas chances diminuírem, acabava ficando ainda mais interessada nele. Ele dizia que as pessoas em geral não aproveitavam as oportunidades de aprendizado, querendo fazer só festa. E que com esse pensamento não respeitavam a posição e a opção dele, que era estar ali para crescer profissionalmente e não para trair a sua noiva. Ainda era quinta-feira, e eu tinha mais dois dias para perverter o rapaz. rsrsrsrs

Naquela noite os chefes ofereceram uma festa na sua casa. Salgadinhos e champanhe rolando soltos, música bacana, tudo muito animado. Lá pelas tantas a sala virou uma grande pista de dança, e como que para encorajar os convidados, os donos da casa eram os mais animados e alcoolizados. rsrsrs E eu empurrando champanhe pro meu amigo paulista! Aqui e ali já rolavam uns beijos interestaduais. Meninas daqui e caras de lá, caras daqui e meninas de lá. Chamei ele pra dançar.

Ele dançava bem, e nos divertimos bastante. Me insinuei, encostei meu corpo no dele, mas ele permanecia respeitoso. E tudo que eu queria era que ele me desrespeitasse! rsrs O chefe, já bem bêbado, subiu na mesa e mandou o DJ baixar o som. E então gritou: “Quero uma música lenta! Quero ver todo mundo se pegando!”. Coisa boa é trabalhar nesse meio! rsrs A esposa dele o ajudou a descer, antes que ele caísse, e o DJ obedeceu. Colocou a música lenta, e o rapaz se viu obrigado a me envolver em seus braços. Aproveitei pra colar meu corpo no dele, e lá pelo meio da música comecei a acariciar sua nuca, delicadamente, com minhas unhas. Senti que ele arrepiou, desencostei a cabeça do seu ombro, e sorri. “Isso não se faz…”, ele falou, sem convicção. Mas eu continuei, convicta a provocá-lo. Ele não reclamou mais. A música terminou, e ele, desconfortável, pediu licença e foi ao banheiro. Deve ter ido ligar pra noiva! rsrsrs

Na sexta-feira, o clima de manhã era de ressaca total. Os que não trabalhavam de óculos escuros, desejavam ter tido essa idéia. Às cinco e meia da manhã, provavelmente quando a última pessoa foi embora da festa, o chefe mandou um e-mail para todos. Só tinha o assunto: “O que acontece em Vegas, fica em Vegas”. Pra bom entendedor, né? rsrsrs Ao meio dia fomos todos em um restaurante vegetariano, numa tentativa de nos purificar da noite anterior. Na hora de entrar nos carros, aquela coisa de quem vai aqui e quem vai ali, ele já estava parado na porta do meu carro. “Posso ir com você?”, me perguntou. Decidi brincar: “Você quer?”. “Quero”, ele respondeu. “E o que eu ganho em troca?”, falei, sem fazer olhares lânguidos, afinal, estávamos todos de olhos inchados. Mas ele entendeu. “Achei que eu que iria ganhar. Um carinho na nuca igual aquele de ontem…”. O safado estava se soltando! E, adivinhem? O celular dele tocou! rsrsrsrs E lá se foi todo o clima…

Na noite de sexta-feira foi combinado que iriam todos para um café perto da empresa, tentar se recuperar, e que depois se decidiria o que fazer. Resolvi mudar de tática. Liguei pro Ricardo, que já sabia de tudo, e chamei ele pra vir junto. Sabe o que ele me disse? “Só se sobrar uma paulista pra mim, xuxu!”. Ele gosta de paulistas. rsrsrsrs

Fui em casa, troquei de roupa e depois o Ricardo foi me pegar. Chegamos no café e o grupo já tomava conta do lugar, em número e em barulho. O rapaz levantou o rosto, me viu, sorriu, e então viu o Ricardo e murchou. Foi tão engraçado, tadinho… Cumprimentamos a todos, fiz as devidas apresentações, e vi o lugar vago ao lado do rapaz. Arrumamos mais uma cadeira, apertamos daqui e dali, e sentamos ao lado dele. Conversei pouco com ele, e o Ricardo praticamente ignorou a sua presença. Quando ele quer ser grosso, é campeão. Mas pergunta se ele ignorou a presença das meninas? Tava lá, todo simpático, cheio de sorrisos e gracinhas. Poucos decidiram esticar a noite, a maioria foi dormir, cansados da noite anterior, e para se preparar pro último dia de treinamento. Eu não participaria, mas combinei de participar da festa de despedida, no sábado à noite.

No carro, uma pequena discussão. Disse pro Ricardo que ele era um galinha, e que tinha notado a troca de olhares entre ele e a ruiva de São Paulo. Ele me olhou incrédulo, perguntando se eu tinha pirado de vez. Afinal, eu o chamara ali pra fazer ciúme pro carinha que eu estava paquerando! Começamos a discutir mais, e como sempre acontece, trazendo à tona coisas do passado. E vocês pensam que um relacionamento aberto é só curtição, né? rsrsrs Ele dirigia em direção à sua casa, e lá pelas tantas eu falei: “Chega. Não vou pra tua casa. Me leva embora.”. Ele virou o rosto pra mim, a boca fina, que é como fica quando ele está brabo, e falou: “Se liga, Nathalia”. N-A-T-H-A-L-I-A. Quando ele me chama assim, nome completo, e com aquela boca, ferrou. É hora de ficar quieta.

Mas quem disse que eu fico quieta por muito tempo? Ele estacionou o carro na garagem, e eu peguei o celular na bolsa. Liguei. Quando a pessoa do outro lado atendeu, comecei a falar: “Oi, eu queria um táxi…”. Ele arrancou o celular da minha mão, desligou, jogou no banco de trás e me puxou pelos cabelos até ele. Tudo isso numa fração de segundos. Tentei me desvencilhar, mas sem convicção. Nos beijamos com ardor, com paixão, com raiva e com tesão. Senti meus mamilos enrijecerem, e uma onda de prazer correu meu corpo. Ele abriu a porta do carro, passou o braço por baixo dos meus, acima dos meus seios, e foi saindo do carro e me puxando por sobre os bancos, me levando junto com ele, tal qual um brutamontes, um homem das cavernas.

Me bati toda na direção e sei lá mais onde, mas nem dei bola. Me pôs em pé ao seu lado, fechou a porta do carro e me conduziu pro elevador. Enquanto subíamos, tentei falar alguma coisa, mas ele tapou minha boca com a mão. Abriu a porta do apartamento e praticamente me jogou lá pra dentro. Bateu a porta, me pegou pelo braço e me levou pro quarto, sem dizer uma palavra. Me jogou de costas na cama, e sem eu esperar, enfiou as mãos no meu decote e rasgou toda a frente da minha blusa novinha! Veio sobre mim, um joelho de cada lado do meu corpo, com uma mão segurou as minhas acima da minha cabeça, e caiu de boca nos meus seios. Chupou e mordeu sem carinho, apenas com tesão e força. Eu já me derretia de tesão, sentia minha buceta toda melada e estava adorando aquilo tudo.

Ele abriu as calças, veio com o corpo mais pra cima, e tirou o pau duro pra fora. Colocou os joelhos sobre meus braços, e o pau na minha cara. Bateu com ele no meu rosto, enquanto eu colocava a língua pra fora, doida para sentir o seu gosto.  Enfiou fundo na minha boca, me engasgando, e passou a fudê-la como se fosse uma buceta. Enfiava fundo, quase tirando a minha respiração, e beliscava meus seios, torcendo os bicos. Depois segurava minha cabeça pela nuca, pelos cabelos, e trazia ainda mais de encontro ao seu pau, colocando-o mais fundo.

Saiu de cima de mim, e arrancou minha calça jeans. Rasgou a minha calcinha, e encontrou com os dedos minha buceta totalmente melada. Enfiou direto dois dedos, me fazendo gemer. Puxou minhas pernas pra cima, quase me deixando de ponta cabeça na cama. Colocou a boca na minha buceta, enfiando a língua, chupando forte o meu grelo, me fazendo urrar de prazer. Lambia do meu clitóris até a minha bunda, me abrindo, me jogando pra lá e pra cá como se eu fosse uma boneca. Não dizia uma palavra, nada. Apenas me usava.

Me colocou de quatro na cama, e enfiou o pau bem forte. Deu uns tapinhas nas minhas coxas, do lado da minha bunda, como ele faz quando é pra eu mexer. Mexi um pouco, mas não conseguia. Meu tesão era tanto que mais um pouco eu iria gozar. Ele então bateu forte, uma seqüência de uns quatro tapas, que doeram, deixaram minha pele quente, e me fizeram mexer. Ele entrava e saía, e eu rebolava. Não agüentei. Estiquei o pescoço pra cima, arrebitei a bunda, e gozei, meu gemido parecendo um uivo, pela posição que eu estava e pela força que ele saiu.

Minhas pernas bambearam, e eu caí na cama. Ele veio novamente sobre mim, e bateu uma punheta em frente ao meu rosto. Enquanto ia tentando voltar daquela deliciosa sensação de torpor, eu dava pequenas lambidas na cabeça do pau dele, ali na minha frente. E, antes que eu voltasse ao normal, ele gozou no meu rosto, na minha língua, por tudo.

Ficamos lado a lado na cama, em silêncio, nossa respiração voltando ao normal. Ele ainda de roupa, apenas as calças arriadas, e eu apenas com os pedaços da minha blusa. Depois de um tempo, com o rosto ainda cheio de porra, cheguei mais perto dele. Olhei nos seus olhos, passei os dedos no rosto, limpando a porra, e levei-os à boca. Ele me olhou, com cara de tarado, e falou:

– Puta.

Eu respondi:

– Galinha.

Ele:

– Vadia.

Eu:

– Safado.

Ele:

– Piranha.

Eu:

– Comedor.

E fui pra cima dele, tirando suas roupas e beijando e mordiscando seu corpo. Com calma, alternando carinho e força, deixando-o pronto para recomeçar.

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A festa de despedida no sábado? Eu conto outra hora…

Vestida como uma puta

9 jun

Se tem uma coisa que o Ricardo gosta, é me ver vestida como uma puta. Saias curtíssimas, botas de cano alto, decotes reveladores. Além da maquiagem pesada, batom ultra vermelho, que deixa marcas no seu corpo todo.

Gosta que me comporte como uma, também. Por vezes como uma puta de classe, por vezes como uma rampeira. Me telefona, quando sabe que estou sozinha, e avisa que está vindo pra minha casa pra fazer um programa. E eu, que adoro ser a puta dele, me produzo para recebê-lo.

Aproveito para mostrar como quero ser tratada. Se coloco uma roupa mais “certinha”, ainda que pareça uma vadia, ele me trata com carinho. Se estou de minissaia, com os seios praticamente de fora, ele sabe que quero ser comida com força, que quero levar uns tapas, ter os cabelos puxados e bem xingada. Não que as vezes não se misturem as estações, é apenas um indicativo… rsrsrsrs

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Na semana passada eu esperei-o assim: uma saia de couro curtíssima, sem calcinha. Uma blusinha que mal cabiam meus seios e uma sandália de salto. Batom vermelho e um cigarro entre os dedos. Ele bateu na porta, e fui abrir. Quando me viu assim, não controlou o tesão.

Foi logo colocando as mãos entre as minhas pernas, para então dizer que tinha certeza que eu estaria assim, sem calcinha tal como uma vadia. Sentindo seus dedos tocando minha buceta, prensada contra a porta, respondi: “não tive tempo de vestir, o cliente de antes acabou de sair”.

Ele me pressionou ainda mais contra a porta, e enfiou sem dificuldade um dedo em mim, que antes mesmo dele chegar já estava excitada, imaginando o que rolaria entre nós. Logo enfiou mais um, e disse que eu devia ter dado bastante pro cliente, porque eu estava arrombada. Respondi que “minha buceta ele até comeu pouco, ele quis mais o meu cu”.

Ele me pegou pelos cabelos e me virou de frente pra porta. Levantou a minha saia e enfiou o dedo na minha bunda. Engraçado como as palavras e a nossa imaginação podem transformar as coisas. Agora ele enfiava o dedo da outra mão na minha boca, e do jeito que dava, eu contava como tinha chupado o cliente imaginário. Aquilo tudo estava nos deixando malucos.

Então ele me pegou pelos cabelos, me jogou sobre o sofá da sala, mandou que eu ficasse de quatro, e me comeu. Me comeu forte, com gosto, com tesão, me apertando e dando tapas na minha bunda. Mandando eu gemer mais alto, e fazendo com que eu pedisse mais.

Gozei primeiro, gemendo alto de prazer, tremendo meu corpo preenchido pelo seu pau. Depois fiquei de joelhos na sua frente, e chupei-o do jeito que ele gosta. Até gozar, enchendo a minha boca, escorrendo pelo meu queixo e pingando nos meus seios.

Ficamos ali abraçados, trocando beijos e carinhos… Até que ele começou a acariciar meus seios, e sussurrou no meu ouvido: “pelo que to pagando, tenho direito a mais uma”. Sorri, subindo em cima dele. Mal sabia ele que, com o tesão que eu estava, e que com a quantidade de vezes que transaríamos naquela noite, se alguém tivesse que ter pago, teria sido eu! rsrsrsrsrs

Parte IV – Final – Na suíte envidraçada e o e-mail

29 nov

Eu já gemia descontroladamente e minhas pernas perdiam a força de tanto tesão quando meu outro seio foi abocanhado. No direito, lambidas e movimentos suaves, no esquerdo chupadas. O Ricardo me segurava pela cintura, pressionando meus quadris de encontro ao seu pau. Eu tentava espiar por baixo da venda, queria ver quem estava me tocando, mas não conseguia. Por alguns momentos os toques pararam, para em seguida serem substituídos. Desta vez era apenas uma pessoa, que com mãos grandes e ásperas segurou meus seios juntos e roçava o rosto com uma barba por fazer, lambendo um e outro, chupando, mordiscando. Achei que teria um orgasmo ali, mas acabei me contendo.

Senti uma mão subindo pelas minhas coxas, sob meu vestido, e uma voz feminina comentando sobre a minha umidade. Abri levemente as pernas, liberando o caminho, e logo senti os dedos finos tocando a minha buceta. O homem que tocava meus seios se afastou, e senti o corpo feminino encostando-se ao meu. Ela me masturbava com carinho e destreza, eu estava totalmente excitada, e quando ela colou seus lábios aos meus e nossas línguas se entrelaçaram, gozei. Gozei pressionando o Ricardo contra a parede, sem conter os gritos que antes eram gemidos de prazer.

Abrindo caminho entre as pessoas (é a impressão que tive, afinal estava vendada e recém gozada rssss), o Ricardo foi em direção a uma das últimas suítes que estavam desocupadas. Sem me deixar enxergar nada, ele tirou meu vestido, fez com que me ajoelhasse na sua frente e lhe chupasse. Sentia seu pau muito duro, com a cabeça inchada em minha boca, sabia que ele estava muito excitado com aquela situação também. Me preparei para fazer tudo do jeito que ele gosta, retribuir o prazer que ele me dera, mas mal comecei e ele já se afastou, dizendo:

– Eu já conheço o teu talento. Mostra pros outros que estão aí.

E um outro pau roçou meus lábios.

Senti uma pontada de vergonha, medo, mas continuava excitada. Comecei a chupá-lo, o gosto da camisinha na minha boca e a imaginação solta na minha mente. Como será que ele era? Enquanto eu começava a formar uma imagem na minha cabeça, senti algo na minha bochecha. Outro pau.

Segurei-o com a mão e passei a masturbá-lo. Depois coloquei-o na boca e fiquei masturbando o outro. Ouvia as vozes de mais pessoas na suíte, muitos homens, e um pouco assustada e muito excitada, fiquei pensando se teria que dar conta de todos. O primeiro afastou-se e deu lugar a outro. Se consegui contar certo, chupei cinco homens, contando o Ricardo.

O Ricardo mandou que eu fosse pra cama, e eu deitei de costas. Alguém disse que era pra abrir as pernas, e eu obedeci. Uma língua áspera passou a penetrar a minha buceta e lamber meu clitóris. Ajoelhados na altura do meu rosto, dois homens mantinham seus paus à minha frente, e eu chupava um e outro, enquanto eles beliscavam meus seios. Não tive tempo e nem cabeça pra pensar na hora, mas hoje escrevendo esse relato me sinto tão… puta! E tão excitada também.

 

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Fui fodida de quatro, papai e mamãe, de lado, enquanto chupava e era chupada. Gozei milhares de vezes e senti muitas gozadas também (sempre de camisinha). O mais incrível de tudo é que o tempo todo fiquei vendada, e não sei quem me comeu. Talvez tenha sido apenas dois, talvez cinco, seis, não fazia idéia.

A suíte foi esvaziando e ficando silenciosa, e eu depois de usada e abusada, me vi sozinha na cama, dolorida, anestesiada, saciada. Chamei pelo Ricardo, mas ele não atendeu. Chamei novamente, um pouco assustada, e não obtive resposta novamente. Ouvia gemidos baixinhos, mas não sabia de onde vinham, e gemidos não era novidade num local daqueles. Tirei lentamente a venda dos olhos, me acostumando com a claridade e reconhecendo o local, e vi que a parede envidraçada havia sido “coberta” com cortinas, e a porta da suíte estava fechada. E em seguida identifiquei os gemidos: sentado em uma poltrona, no canto da suíte, me olhando nos olhos, o Ricardo era chupado por uma mulher ajoelhada entre as suas pernas. Olhando mais detalhadamente, vi que era a Márcia, a “nossa” prestativa garçonete.

Apesar de dolorida, esfolada e pra dizer bem a verdade, saciada, me arrastei até eles para acompanhá-los. Passamos as duas a dividir o pau do Ricardo. Nossas bocas deslizavam uma de cada lado do pau, das bolas, mordiscávamos as coxas dele, e em um determinado momento, na cabeça do pau, se encontraram. E virou um beijo. E eu reconheci aquele beijo gostoso. Só podia ter sido ela.

Me animei novamente, e a noite praticamente recomeçou. Mas desta vez só nós três.

Quando saímos de lá, já era manhã de sábado há algum tempo…

O e-mail

Ah, quase me esqueço! Reproduzo abaixo o e-mail que mandei pro Ricardo, e que originou tudo:

Ri, meu amor!

Hoje vou deixar de lado as meias palavras e as declarações de amor água com açúcar que eu tanto gosto e sei que você também…

O que acontece é que estou subindo pelas paredes, delirando de tesão. Nunca fui tão completa e realizada sexualmente como sou com você, e saber que podemos e vamos muito mais além só me deixa ainda mais apaixonada por você. E a nossa cumplicidade é tudo, não existe nada melhor do que saber que se pode falar, propor, e quem sabe até realizar as coisas que a gente deseja um pro outro, né?

Sabe o que eu queria hoje, amor?

Sabe, né?

Queria eu, você + 1.

Topas?

Te amo mais que tudo!

No dia seguinte

Quando o Ricardo chegou na casa dele, no domingo de noite, respondeu o meu e-mail. Leiam abaixo:

Nat,

Como foi eu, você + vários, tenho duas considerações a fazer.

Primeira – agora você pode ficar um bom tempo sem me pedir isso.

Segunda – to com um crédito bom nesse corpo, hein?

Hahahahahahahaha

Tu foi maravilhosa sexta!

Te amo

 


Falta de tempo

2 out

Correria total por aqui… Não estamos tendo tempo para dar atenção necessária ao blog. Mas acho que logo deve melhorar (assim espero)…

 

Na sexta-feira passada não aconteceu o repeteco. Rssss Aliás, nem saímos. Ficamos aqui na minha casa, namorando, vendo um filme, quase bem comportados! Rsssss

 

Mas eu preciso confessar pra vocês que fiquei um pouco envergonhada com o relato do Ricardo. Sei que é bobagem minha, mas fiquei. Na hora que li, senti meu rosto enrubescendo. Depois fiquei excitada, claro, relembrando. Eu acho que deu pra vocês terem uma idéia do que aconteceu, né? Foi realmente uma delícia, e acho que, sem querer, fui meio petulante com a menina. Talvez por estar um pouco alta, talvez por estar muito excitada. É engraçado o que a gente pensa depois, né?

 

Agora tô querendo chamar um garoto de programa pra mim. Vocês acham que o Ricardo vai topar? Rssssss