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Surpreendendo o Ricardo

10 set

Tenho trabalhado demais, como vocês devem ter notado, pois isso acaba gerando quase que um abandono do blog. Além de viajar pra lá e pra cá, relatórios intermináveis acabam minando meu teu livre. Mas como ninguém é de ferro, eu arrumei um tempinho pra aprontar alguma coisa.

A sexta-feira amanheceu chuvosa, como tem sido o normal por aqui. Deixei as crianças no colégio e voltei pra casa, para terminar uns relatórios. Me afundei no note, quase sem ver o tempo passar. Quando me dei conta, era quase 11 da manhã. E o serviço iria longe… Irritada, fechei o note e resolvi ir até a sacada. E não é que o tempo tinha melhorado? O sol começava a aparecer, e eu pensei cá comigo: “não vou passar o dia na frente do notebook”. Coloquei uma roupa e saí decidida a fazer uma surpresa pro Ricardo.

Cheguei no trabalho dele e não deixei a recepcionista me anunciar, fui direto para a sua sala. E adivinhem quem eu encontro lá, na maior galinhagem? A tal da Déia. Vocês conhecem a nossa relação e sabem que ele pode transar com quem ele quiser. Sabem que eu não tenho ciúme, ou que até tenho, mas que acaba sendo um combustível altamente inflamável pro meu tesão. Mas essa zinha não me desce. Menininha bem nojentinha, fresquinha e bipolar! Eles não estavam fazendo nada, óbvio, mas a cara dela quando me viu foi algo sensacional! rsrs O Ricardo só me olhou com aquela cara de safado, e não disse nada.

– Bom dia, Nathalia! – ela falou, um sorriso nervoso estampado no rosto, e avisou que estava de saída. Eu apenas acenei com a cabeça, e enquanto ela fechava a porta atrás de si, falei pro Ricardo:

– Eu achei que vacas só falassem “mu”, essa aí fala “bom dia”?

Não sei se ela escutou ou não, mas dessa vez quem fez cara de pavor foi o Ricardo. E o medo que eu armasse um barraco? rsrsrs

Me aproximei dele, passando meus braços pelo seu pescoço e beijando sua boca.

– E você, seu galinha safado! Estava arrumando a sobremesa, é? – falei carinhosamente.

– É. Mas agora meu banquete chegou! Veio almoçar comigo?

– Sim… Mas se já marcou com a sua putinha, não faz mal.

Ele me pegou forte pela cintura, me puxando contra ele, e sussurrou em meu ouvido.

– Não. Esquece a minha putinha. Agora a minha putona chegou.

Sorri. Estava com saudade de ouvir ele falando baixaria. E o ciúme já tinha passado, agora o tesão era quem me comandava. Foi aí que lembrei dos posts, de tudo que ele contou pra mim e pra vocês, sobre ela querer experimentar outra mulher. Assim, sem pensar e antes que desistisse, falei:

– Convida ela pra almoçar com a gente.

Se ele ficou surpreso, não demonstrou. Mas não levou fé.

– Nada, imagina… Vamos almoçar  só nós dois, em algum lugar.

Me esfreguei nele, e ronronei:

– Convida… Posso estar fazendo mal juízo dela.

Eu estava decidida. E se ele não convidasse, eu mesma convidaria. E ele sabia disso. Afinal, me deixou ali e foi falar com ela.

Voltou cinco minutos depois, deve ter sido difícil convencê-la, ainda mais depois do que falei. Mas ela topou. Pouco tempo depois saímos os 3 em direção ao elevador.

Se no início o clima estava estranho, com o tempo foi melhorando. Ela, apesar de permanecer mais quieta do que falante, não era tão ruim como eu pensava! rsrsrs Já no restaurante, escolhemos uma mesa de canto, e o Ricardo sentou-se ao meu lado, e ela na frente dele. Almoçamos e conversamos, e fiz o possível para deixá-la à vontade, assim como o Ricardo que, sentindo minha mão buscando seu pau sob a mesa, resolveu relaxar e ver no que aquilo tudo daria. Ela foi se soltando, ao mesmo tempo em que eu soltava o botão da calça do Ricardo. E quando o assunto chegou no sexo, eu já passava meus dedos na cabeça melada do pau dele.

Ela falou sobre o namorado, e eu bem cara de pau, fiquei dando dicas do que ela deveria fazer na cama com ele. Alguns minutos depois e com a conversa mais quente do que nunca, ela já com o rosto corado arregalou os olhos enquanto me ouvia perguntar:

– Você alguma vez já ficou conversando com uma amiga enquanto o masturbava?

Ela olhou pra ele que, com o rosto contorcido de tesão, não disse nada. Depois me olhou. Criou coragem e falou:

– Nunca. Mas e se ela me pedisse para trocar de lugar comigo?

A vadia era rápida. Estava começando a gostar dela.

O Ricardo segurou o meu pulso. Seu pau pulsava. Ele não queria (e nem tinha como) gozar ali.

– Você deixaria? Eu deixaria… – falei, e larguei o pau do Ricardo. Dei um beijo nele e me levantei. Ela levantou também e trocamos de lugar.

Sentada de frente para eles, olhando ora pra expressão de tesão dele, ora pros movimentos quase imperceptíveis do seu braço, que geravam um leve balanço dos seus seios, eu estava pronta para gozar. Se estivéssemos em outro lugar, eu pulava em cima dos dois. E olha que eu nem gostava daquela vadia! rsrsrs

– Chega, pelo amor de Deus! – o Ricardo falou, afastando-a – Eu não posso sujar tudo aqui.

Trocamos um olhar de cumplicidade, eu e ela.

– Vamos pra outro lugar? – ele convidou, cheio de desejo.

Pisquei para ela, mostrando que deveríamos castigá-lo um pouco mais.

– Quem sabe outra hora. – falei – Tenho tanta coisa pra fazer agora de tarde.

Ela entrou no jogo.

– Tenho uma reunião às 3.

Levantei a mão chamando o garçom:

– Um expresso… Alguém mais quer? Dois expressos e a conta, por favor!

Entrando totalmente no clima, ela saiu do lado dele e veio sentar ao meu lado. Ficamos conversando amenidades, enquanto bebíamos nosso café. E ele com uma expressão incrédula na nossa frente.

 

Larguei os dois no trabalho e fui para casa, mas nem toquei nos relatórios. Me deitei e me masturbei lembrando daquele almoço. Não respondi nenhuma das mensagens desesperadas do Ricardo no meu celular e, apesar de continuar não simpatizando com a tal da Déia, gozei pensando em nós três.

 

 

Rapidinha

14 jul

Entramos no estacionamento e o clima quente não ficou para trás. Lá pelo meio do filme o Ricardo pareceu desinteressar-se por ele, e se mostrou totalmente interessado em me provocar. Claro que a sessão praticamente vazia ajudou, e ele me beijou, me bolinou, tentou de tudo. Mas eu estava gostando do filme! rs Tratei de acalmá-lo, tocando seu pau por cima das calças. Mas ele queria mais!

Nem esperou a porta do elevador se fechar para me pegar pela cintura. De costas para ele, sentindo seu pau encostar em minha bunda, andamos abraçados pelo estacionamento do shopping quase deserto. A vaga do lado direito estava preenchida por um carro grande, no lado esquerdo nenhum carro atrapalhando a abertura da porta. Andávamos lentamente, e eu ria a cada beijo que ele me dava no pescoço, a cada bobagem que ele falava no meu ouvido. Parecia um guri tarado!

Pelo controle remoto ele destravou as portas do carro, e quando deu a volta no veículo para chegar à porta do motorista, me viu parada:

– Não vai entrar?

– Não – respondi sorrindo com cara de safada,  e dando a volta no carro envolvi seu pescoço em meus braços, puxando-o para um beijo quente.

– Não, querido. Não quero entrar agora.

Senti suas mãos na minha cintura, virando meu corpo, me colocando de costas para ele novamente. Seus dedos tocaram meu corpo, me empurrando para mais perto da porta, até seu corpo pressionar o meu contra o carro. Esfregava seu pau descaradamente na minha bunda,  meus gemidos ecoavam pelo estacionamento e nossas vontades eram encobertas pelo carro da vaga da direita para quem saísse do elevador. Abri como pude a porta do carro, forçando a entrada dele, colocando-o sentado de lado no banco, deixando suas pernas do lado de fora.

Eu tinha pressa, tinha que ser assim, urgente. Tinha que ser rápido, usando o clima de perigo à favor. Me ajoelhei no chão do estacionamento abrindo sua calça, puxando-a com força, até a altura dos joelhos. Baixei meu decote, deixando meus seios à mostra e comecei a punhetá-lo. Tocava-o olhando nos seus olhos, e me encantava com a sua expressão de surpresa e tesão. Poderia ficar ali por horas, masturbando-o e olhando para ele, provocando-o.

Quando ele começou a gemer mais alto, eu tive certeza que chegara a hora. Coloquei seu pau na boca e comecei a chupar de forma bem intensa. No momento em que senti suas mãos nos meus cabelos, soube que ele gozaria. Voltei a toca-lo com as mãos, apenas lambendo a cabeça inchada do seu pau, para que gozasse no meu rosto. Eu queria assim, eu gosto assim. E assim eu fiz.

Enquanto o Ricardo gozava, eu sorria, sentindo seu líquido quente melando o meu rosto. Ele gemia e eu olhava para ele.

Ele gemia e eu limpava meu rosto com o dedo.

Ele gemia e eu levava o dedo à boca, lambendo seu gosto.

E ele ainda gemia quando dei a volta no carro e sentei no banco do passageiro.

– Pronto, amor. Já entrei. Podemos ir?

Páscoa: mais sexo e tesão!

30 abr

Depois de termos dormido quase nada e ter passado a quinta feira passeando com as crianças, à noite simplesmente apagamos. Não eram ainda dez horas, e já estávamos os dois dormindo. Resultado: despertei às seis da manhã, e cheia de tesão! Enfiei a mão por dentro da cueca do Ricardo e encontrei seu pau duro, devia estar sonhando comigo (sei que é o tesão do xixi, mas acho tão bonitinho quando ele diz que acorda assim por minha causa! rsrs)! Comecei a bater punheta devagarinho, enquanto ia beijando seu rosto, seu pescoço. Por incrível que pareça, ele demorou para acordar, e acreditem, isso me deu mais tesão ainda. Liberei-o da cueca, e sentia minha buceta cada vez mais melada enquanto olhava aquela cabeça vermelha que eu adoro chupar.

Arranquei as cobertas, ao mesmo tempo em que ele já desperto virava-se de barriga para cima. Peguei novamente no seu pau e sussurrei no seu ouvido: “será quem tem câmeras aqui?”. A gente tem uma piração que é a seguinte: atrás dos espelhos dos motéis tem câmeras, e algum tarado fica olhando os casais treparem. rsrs Ele sussurrou de volta: “deve ter… mostra pra eles como tu sabe bater punheta!”. Não me fiz de rogada. Deslizava a mão pelo seu pau, e com a outra acariciava seu peito, sua pernas, suas bolas. Sentia minha calcinha ensopada, estava delicioso! E para me deixar com mais tesão ainda, ele seguiu falando: “imagina só… os caras lá na recepção… atendendo os hóspedes sentados na frente deles… te olhando no monitor… de pau duro…”. Eu visualizava a cena e adorava! E ele não parava: “daqui a pouco tem fila na porta… pra tu bater punheta pra eles…”. Aquilo estava me deixando maluca! Peguei sua mão e trouxe-a de encontro à minha buceta. Mesmo ainda coberta pela calcinha, o Ricardo se mostrou surpreso pela umidade. “Foi só falar em fila pra tu punhetar que já ficou assim, né?”, ele falou, e em seguida arrancou minha calcinha: “mostra essa buceta melada pra câmera, ô vadia!”. Sem largar seu pau, fiz o que ele mandou: arreganhei bem as pernas, sentindo seus dedos me abrindo e depois me explorando, de frente para uma câmera filmadora imaginária.

Não agüentei nem cinco minutos! Seus dedos entrando e saindo, mexendo no meu clitóris, ele falando o que iriam fazer comigo depois de assistir aquilo, foi demais pra mim. Gozei, largando momentaneamente seu pau, me contorcendo na cama.

Escorreguei meu corpo pra baixo, na cama, até meu rosto ficar na altura do seu pau. Coloquei a cabeça na boca e suguei como uma bezerra faminta. Louco de tesão, ele me puxou pelos cabelos, me fazendo sentar no seu pau. Molhada que estava, o pau dele entrou de uma só vez, e comecei a subir, descer, rebolar… E foi a vez dele não conseguir se segurar. Senti a minha buceta sendo inundada pela sua porra quente.

Ficamos alguns minutos em silêncio, eu deitada sobre ele, até que seu pau desencaixou-se sozinho de mim, já me deixando com vontade de tê-lo dentro de mim de novo. E quando me dá essa vontade, não me acanho! rs Deixei ele novamente em ponto de bala, e transamos mais uma vez. Só fomos nos acalmar as nove da manhã! Delícia!

Durante o resto do feriado, cada vez que eu passava pela recepção e olhava para os atendentes, sentia descargas de tesão percorrerem meu corpo. Mas infelizmente não tinha câmera nenhuma, e não pude bater punheta em mais ninguém! 😦

Emendando a happy hour

2 fev

Fazia tempo que eu não encontrava com o meu amigo. Ele tinha começado a namorar, e nosso relacionamento dera uma esfriada.

Mas semana passada saí pra tomar um chopp com o pessoal do trabalho, numa vã tentativa de me livrar do calor absurdo que faz nessa cidade. Começava a escurecer, e o movimento crescia cada vez mais. Nas mesas em volta o clima já era de paquera total. Os rapazes já com os nós das gravatas afrouxados, as meninas já acesas e mexendo e remexendo nos cabelos. Sentados em uma mesa na calçada, tínhamos uma ampla visão do bar, e de quem chegava e saía.

Foi assim que o vi. Ele e mais um amigo pararam em frente ao bar, procurando uma mesa vaga. Fiquei petrificada. Bronzeado ele era ainda mais bonito. Os braços fortes pareciam querer fugir de dentro das mangas da camisa. E a doce lembrança das nossas transas fizeram percorrer uma descarga de prazer no meu corpo. Ele percorreu com os olhos as mesas, e seu olhar parou no meu. Abriu um sorriso lindo, demonstrando satisfação em me encontrar, e veio caminhando até onde eu estava. Me deu um abraço forte, um beijo em cada bochecha e me disse que estava muito feliz em me ver, que sentiu saudade. Eu respondi que também estava feliz em reencontrá-lo, e convidei-os a sentar à mesa conosco.

Logo os dois estavam enturmados, rindo e conversando sobre os mais diversos assuntos. O amigo dele mandou baixar duas garrafas de champanhe, que em poucos minutos foram esvaziadas. Uma colega me chamou pra ir ao banheiro, e logo quis saber com qual dos dois ela poderia ficar. Eu desconversei, dei risada, e disse que com qualquer um deles. Ela me olhou bem séria, os olhos já avermelhados pela bebida, e falou: “fico com o outro, pois o seu amigo está vidrado em ti”. Pensei, mas não falei: “ah, se você soubesse…”! rsrsrsrs

E, de fato, quando voltamos, ela passou a investir no amigo dele. O tempo passava, o resto do pessoal começou a ir embora, e mais duas garrafas de champanhe depois, sobramos apenas os quatro na mesa. Quando olhei no relógio, passava das onze. Disse que precisava ir embora, e meu amigo prontificou-se a me levar até meu carro. Deixamos minha colega e o amigo dele lá, e saímos caminhando sob as árvores, até o estacionamento. Caminhando lado a lado, nossas mãos se tocaram, e ao sentir sua pele junto à minha, fui atacada por outra daquelas descargas de prazer. Ele segurou a minha mão, me puxou para si e me beijou. Meu corpo de encontro ao dele, seus braços fortes me envolvendo e a sua língua macia e doce percorrendo meus lábios, meus dentes e depois se entrelaçando à minha foi demais pra mim. Novamente ele podia fazer de mim o que quisesse.

Entre beijos e amassos enfim chegamos ao estacionamento, mas meu carro ficou lá. Entramos no carro dele e saímos em direção à sua casa. Ele me falava que sentia muita falta de transar comigo, e de como pensara em mim durante o tempo em que paramos de nos ver. Disse que terminara o namoro, mas que não se sentiu à vontade de me ligar, afinal nosso afastamento havia se dado por causa dele. Eu subi a mão pela sua coxa direita, e mandei que ele calasse a boca e curtisse o momento. Abri o zíper da calça dele e livrei seu pau da cueca. Passei a masturbá-lo devagar, sentindo-o crescer e endurecer ao meu toque.

Disse pra ele dirigir devagar e aproveitar o momento. Enquanto a Amy Winehouse cantava Black to Black no som do carro, os vidros escuros não deixavam as pessoas dos outros carros verem o que acontecia ali dentro. Ele andava à vinte por hora, enquanto minha mão subia e descia no seu pau, às vezes apertando-o com mais força, de baixo pra cima, às vezes apenas deslizando suavemente.

Ele estacionou o carro e nos recompomos. Mas sou forçada a admitir que não queria largar do seu pau. Conseguimos nos comportar no elevador, mas ao entrarmos em seu apartamento já nos agarramos novamente. Suas mãos grandes e fortes deslizavam pelo meu corpo, tentando entrar sob o meu vestido. Encontrou minha calcinha, e rapidamente fez com que ela deslizasse pelas minhas pernas. Me jogou sobre o sofá, veio sobre mim, me beijando e bolinando, e foi escorregando o corpo até o chão. Abriu as minhas pernas e foi beijando as minhas coxas, subindo de encontro à minha virilha. Eu abri mais as pernas, sedenta por sentir seu hálito quente na minha vagina.

Ele correu os dedos pelo meu púbis, descendo, e abriu meus grandes lábios. Tocou com a ponta da língua, de baixo pra cima, da entrada da minha buceta até o meu clitóris. Envolve-o com os lábios enquanto mexia a ponta da língua, deixando-o ainda mais intumescido. Passei a gemer de prazer, me abrindo o máximo que podia, desejando-o dentro de mim. Sua língua não parava um minuto, ora no clitóris, ora entrando fundo dentro de mim, me deixando sem ar, suspensa no espaço. Com uma mão eu afagava seus cabelos, por vezes forçando-o de encontro a mim, e com a outra eu tocava meus seios. Senti que o gozo se aproximava, e não tive força para detê-lo. Beliscando e torcendo meu mamilo e com a sua língua diabólica a me dar prazer, gozei arreganhada e gritando de tesão.

Ele veio sobre mim, sorrindo satisfeito, e beijou a minha boca, dividindo comigo o meu gosto e o meu gozo. Depois me pegou no colo e me levou ao seu quarto. Tirou o meu vestido e livrou-se das suas roupas. Deitou-me com cuidado na cama e ficou me olhando. Eu, ainda entorpecida pelo orgasmo que acabara de ter, mal conseguia me mexer. Em pé, à minha frente, ele passou a se masturbar. Um showzinho particular pra mim. Mexia no pau, detia-se na glande, vermelha e cabeçuda, me dizendo que logo estaria dentro de mim. Colocou um pé sobre a cama, e com uma mão segurava o saco, enquanto a outra punhetava aquele pau enorme. Pedi que ele colocasse na minha boca, mas ele negou. Disse que talvez mais tarde. Que agora queria o que só podia fazer comigo. Passou a lamber os dedos e umedecer o pau, e eu entendi o que ele queria.

Ele abriu a gaveta do criado mudo e me entregou um tubo de lubrificante. Coloquei nos dedos e passei na minha bunda. Ele ali na frente, se masturbando e dizendo como queria foder minha bunda, e eu já enfiando um dedo lubrificado para recebê-lo. Ele dizendo que só podia fazer isso comigo, pois só eu sabia como dar o cu pra ele, e eu enfiando o segundo dedo e desejando aquele caralho todo dentro de mim.

Ele colocou uma camisinha, subiu na cama, posicionou-se atrás de mim e eu mesma fiz questão de guiá-lo. Abri bem as pernas, peguei seu pau duríssimo e coloquei na entrada da minha bunda. Puxei-o de encontro a mim, e abafei um grito de dor quando a cabeça entrou. Ele esperou pacenciosamente que eu me acostumasse, e eu me empurrei pra trás, fazendo com que ele entrasse todo, a dor se transformando em prazer.

Ele entrava e saía, eu gemia e pedia mais. Seu suor pingava nas minhas costas, e eu sentia meu prazer escorrendo da buceta pelas coxas. Desci a mão e passei a me tocar, enquanto ele avisava que não agüentaria por muito mais tempo. Gozamos juntos, ele com o pau cravado na minha bunda, e eu com três dedos dentro da vagina.

Ficamos deitados na cama, sem dizer muita coisa, ambos felizes com aquele reencontro. Mais tarde voltamos ao estacionamento para que eu buscasse meu carro e fosse pra casa. Ele, cavalheiro e cuidadoso, me acompanhou em seu carro até que eu entrasse em casa. Não marcamos um novo encontro, mas eu tenho certeza que acontecerá.

No dia seguinte, no trabalho, recebo pelo Messenger uma mensagem da minha colega:

“Que noite, hein?”

Respondi com um sorriso, e disse que havia ido pra casa.

Ela respondeu:

“A pé? Seu carro estava na garagem quando saí com aquele gato!”

Putz! Nem tinha pensado nisso!

Esperei um tempinho e de repente meu status no Messenger ficou: “Em reunião”.

rsrsrsrsrs

Provocando e aguentando o tranco

25 nov

Eu tinha um namorado, há anos atrás, que eu adorava provocar. Gostava de deixá-lo maluco, cheio de tesão, e quando ele achava que a gente iria transar, eu saia pela tangente. Eu era doida pra transar com ele, mas aquele jogo me excitava e me divertia.

A gente vivia se arretando, em tudo que é lugar. No cinema eu enfiava a minha mão dentro das suas calças e ficava o masturbando devagarzinho. Mas não deixava ele gozar! rs No carro dele, quando ele me levava em casa, era uma loucura! Ele beijava meus seios, tocava minha buceta, eu sentava no colo dele, passava o pau por cima da calcinha, ele ficava maluco! Mas na hora h, eu inventava alguma coisa e não dava pra ele.

Entrava em casa e me masturbava loucamente, e gozava arrependida de não ter transado com ele. Mas depois aquela sensação gostosa de estar no comando voltava, e eu fazia tudo igual na próxima vez que nos encontrávamos.

A família dele tinha um sítio, distante uns 40 km da cidade. Era um aniversário conjunto, várias pessoas que faziam aniversário em datas próximas comemorariam juntas no final de semana. E lá fomos nós e toda a família dele pro sítio.

Na chegada, já foi feita a divisão dos quartos. Quem não era casado, não podia dormir junto. Fiquei no quarto com a irmã e as primas dele. O que o levou ao desespero, já que eu, prevendo que seria assim, fui os 40 km da viagem sussurrando no seu ouvido que naquele final de semana iríamos finalmente transar. Ele chamou a mãe, a avó, tentou convencê-las de tudo que foi jeito, mas não deu certo. Quartos separados pra nós dois.

Foi o meu deleite! Logo fomos todos pra piscina, e discretamente, a cada mergulho, eu me esfregava nele. Deixava que ele me tocasse e desaparecia em um mergulho, reaparecendo do outro lado da piscina. Depois do almoço, ele tentou me levar para uma caminhada pela mata, mas na segunda árvore já encontramos os seus primos! rs Quando finalmente ficamos sozinhos, eu bati uma punhetinha rápida pra ele, pela primeira vez deixando-o gozar nas minhas mãos. Ele foi à loucura!

À noite não foi diferente. A família toda na grande sala, uns vendo TV, outros jogando carta. E ele emburrado em um canto, pois quando cruzei com ele no corredor, aticei: “se dormíssemos no mesmo quarto, hoje iríamos transar a noite toda”. Coitado.

No dia seguinte, o domingo, tomamos o café da manhã com toda a família dele junto. Ainda tinha gente pra chegar, que viria só pro almoço, e aos poucos as pessoas foram indo pra rua, a fim de aproveitar a piscina e arrumar as coisas pro grande almoço. Eu fui ficando, e ele também, até que estávamos só nós dois e os funcionários do sítio. Disse a ele que iria me trocar para ir pra piscina e ele veio atrás de mim. Me encurralou no corredor, dizendo que não agüentava mais. Eu fingi indignação e reclamei: “mas ontem eu ajudei você a gozar, e eu que estou a ver navios?”. Ele me puxou pra dentro do banheiro, e nem sei como, o pau dele estava duro. Roçou-o em mim, que me via quase sem saída, a não ser finalmente me entregar pra ele. Deixei que ele me tocasse, e sem os shorts, abri as pernas e brinquei com o pau dele na entrada minha bucetinha, rebolando de leve e quase enfiando. Ele sentado no vaso, e eu por cima dele, com as pernas abertas. Coloquei bem encaixada a cabeça, deixei entrar um pouquinho, me curvei sobre ele e sussurrei: “não quero que a nossa primeira vez seja em um banheiro”, e saí de cima dele. Coloquei os shorts e fui pro quarto, me preparar para o banho de piscina, deixando-o lá, de pau duro, desolado e irritado.

Lá pelas 6 da tarde o pessoal começou a ir embora, depois de toda a comilança e de aproveitarem bem a piscina e o lindo dia. Meu namorado remanejou daqui, dali, e conseguiu se livrar das caronas que tinha prometido, e pelas 7 horas fomos embora apenas os dois no carro. Ele estava em silêncio, contrariado com os acontecimentos, e eu, pra falar a verdade, louca pra transar com ele. Quando nos aproximamos da entrada da cidade, onde eu sabia que tinha um motel, disse pra ele: “entra naquele motel que tem ali adiante, que vamos transar muito”. Os olhos dele brilharam, quase desacreditando no que eu falava. Perguntou se era sério, e eu disse que nunca falara tão sério em toda a minha vida.

Nosso tesão acumulado era tanto, que na ante sala do quarto eu já estava nua, de quatro, pedindo que ele enfiasse mais fundo. A cada estocada ele urrava, dizendo que ia me fuder muito por fazê-lo esperar tanto tempo. Me comeu de tudo que foi jeito, me lambeu, me chupou. Gozei umas cinco vezes naquela noite, e acabei descobrindo que ele era uma ótima trepada. Depois disso nunca mais o vi sem que transássemos.

Mas sempre dava uma provocadinha antes… rsrsrsrsrs

O e-mail da Mari

9 dez

Eu recebi um e-mail ontem. Fato raro! Quer dizer, é claro que recebo milhares de e-mails. Mas esse foi através do blog. A Nathalia recebe toneladas deles, se é assim que podem ser medidos, mas eu raramente recebo. E nas poucas vezes que recebi, tinha até neguinho pedindo pra eu dar uma força pra ele comer a Nathalia. Pode uma coisa dessas?

Bom, mas ontem eu recebi um. A menina que escreveu me disse ter 22 anos, ser de classe média alta e se chamar Mariana. Mari, pra mim (segundo ela).

A Mari me contou nesse e-mail que ela tem uma tara, e que a cada dia se arrisca mais a realizá-la. Me disse adorar masturbar os homens. Conhecidos ou desconhecidos. De qualquer raça, credo ou classe social. E me disse mais…

 

pau-na-mao

 

Contou que nas baladas adora deixar os caras malucos, mas que nunca transa com eles. Que arreta, arreta, deixa-os em ponto de bala, e então faz eles gozarem na punheta. E que depois, em casa, sozinha na cama, se masturba o mesmo número de vezes que masturbou os caras.

Me contou que se já se arriscou, em dias que estava muito excitada, masturbando homens em banheiros públicos. Que escapou por pouco de ser fodida à força lá dentro, mas que fez vários gozarem. Que essa vez foi uma das poucas em que deixou os homens a tocarem, e que masturbou vários deles enquanto chupavam seus seios.

Contou também que por diversas vezes masturba os travestis na rua, pela janela do carro, ou na calçada com eles. Eles, segundo ela, adoram. Até porque ela paga por isso.

Me disse que começou a masturbar os homens porque tinha medo de transar. Medo que doesse, medo de engravidar, medo de tudo. E que os rapazes enlouqueciam e não entendiam a razão para não ter continuidade, e ela então os masturbava para aliviá-los.

Hoje ela tem um namorado, mas também não transa com ele. Mas já masturbou todos os amigos dele, claro que sem ele saber.

Ela terminou o e-mail dizendo que adorou o blog, que ficou excitada, e adivinhem: quer bater uma punheta pra mim!

Tô bem tentado a aceitar a proposta… 🙂

 

Inversão de papéis

3 set

 

Aquele meu ex-namorado que era fetichista, o mesmo da chuva dourada, me pegou de surpresa no meio de uma transa.

Estávamos pra lá de excitados, a sua boca subia pelas minhas coxas, suas mãos apertavam meus seios, e quando se aproximava da minha buceta, ele falou: “se você tivesse um pau, eu chupava agora!”. De início fiquei meio assustada com a idéia, mas quando ele começou a mover a cabeça para cima e para baixo, como se de fato existisse um pau ali e ele estivesse chupando, me deliciei imaginando a cena. Movimentei meus quadris como se estocasse em sua boca, e confesso que naquele momento desejei estar fazendo isso de verdade. Sempre fui muito falante e desbocada no sexo, e logo dizia a ele: “chupa, sua putinha, chupa meu caralho”… Nem preciso dizer que foi uma noite longa, né?

No dia seguinte, marcamos de nos encontrar em uma sex shop. A idéia era comprarmos alguns brinquedinhos como gel lubrificante, dado erótico e coisas baunilhas. Mas quando chegamos, me deparei com um vibrador em forma de pênis, não muito grande, que era acoplado em uma cinta. A vendedora me explicou que muitas lésbicas usavam, mas que seguidamente os homens compravam também. Nem preciso dizer que compramos esse, né?

Saímos correndo pra casa dele, já excitados com a idéia.

Chegando lá, antes dele abrir a porta, eu sussurrei no seu ouvido: “hoje você vai ser a minha mulherzinha…” Seus olhos brilharam, em uma mistura de excitação e apreensão.

Não tínhamos tempo para muita conversa, queríamos experimentar logo o nosso novo brinquedo. Fui até o banheiro para “vestir” o acessório, queria aparecer já como “homem”. Tirei minha roupa às pressas, e então tive uma idéia. Entreabri a porta, pedi que ele viesse até ali, entreguei minha calcinha e disse: “já que você vai ser a mulher hoje, vista isso!”.

 


 

 


Ao sair do banheiro, me sentindo poderosa, nua com um pau pendurado (ah, a inveja do pênis! rsrsrsrs), me deparo com ele vestindo apenas a minha calcinha pequena de renda, e de pau duro! Me aproximei da cama e mandei que ele ficasse de joelhos, com a bunda arrebitada, e que chupasse meu pau. Ele veio, meio sem jeito, e colocou o pinto de borracha na boca. Eu estiquei meu braço e puxei a calcinha pra bem dentro da sua bunda, e disse: “chupa com gosto, vadiazinha”. Parecia que era o que ele estava esperando! Passou a abocanhar o pau, tentava enfiar fundo na garganta, estava adorando! Eu estava adorando também, muito excitada com a cena, e me aproveitando para fazer coisas que sempre tive vontade, por exemplo: tirava o pau da boca dele, e batia com ele no seu rosto. Delícia! rsrsrsrsrs

Ficava o tempo todo falando, xingando, chamando de puta, de vadia, de mulherzinha… Dizendo que não queria uma mulher só para me chupar, que queria uma mulher para comer também… Ele me olhava, com aquela expressão cheia de tesão, e concordava com tudo. Entreguei um tubo de lubrificante a ele, e disse que preparasse a bundinha para mim. Ele tirou a calcinha (sem tirar a boca do “meu” pau) e começou a passar o lubrificante na bunda. “Enfia o dedo”, eu disse, e ele obedeceu. Logo estava fazendo vai e vem. Eu estava adorando!

Finalmente tirei o vibrador da sua boca, e disse a ele que virasse a bunda para mim. Fiquei em pé, ao lado da cama, e ele de quatro sobre a cama. Posicionei a ponta do vibrador e forcei um pouquinho. Ele soltou um gemido, não sei se de dor, prazer ou medo, então resolvi ajudá-lo. Com uma mão por baixo, comecei a punhetá-lo. E assim, masturbando-o e enfiando aos poucos, logo estava com todo o vibrador dentro dele. Esperei que ele acostumasse com o volume, e depois disse que ele mexesse devagar, no ritmo dele (claro que não sem antes dizer: “nossa, já entrou tudo! que vadia arrombada! rsrsrsrs), o que ele fez com prazer, por vezes até rebolando.

Eu estava adorando a situação, muito excitada, sentia minha umidade escorrer pelas minhas coxas, jamais tinha imaginado uma cena daquelas, e que poderia ser tão prazerosa. Ele também delirava de prazer, e não demorou a gozar, com o vibrador na bundinha e minha mão a masturbá-lo.

Desabamos na cama, ele saciado, eu feliz com a nova experiência, mas ainda morrendo de vontade de gozar. Fiz menção de tirar a cinta, mas ele me deteve. Abriu minhas pernas, apenas levantou o vibrador, como se ali fosse o lugar de um pau de verdade, e começou a me lamber. Enquanto a sua língua brincava no meu clitóris, ele simulava uma masturbação no pinto de borracha. Gozei me contorcendo, urrando e delirando com a nossa nova experiência.

Repetimos outras vezes, com variações, por vezes com mais elaboração. Nunca achei ele menos homem por isso, como a maioria dos homens que está lendo esse post deve estar achando. Pelo contrário, ele foi muito homem em viver suas fantasias e sua sexualidade em plenitude.