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O Rei Arthur e a Cabra Cega

28 maio

Os homens podem ter a idade que for: 30, 40, 50 anos… Se colocar duas coisas na frente de um bando deles juntos, viram adolescentes de novo: futebol e mulher. E o pior de tudo é que na maioria das vezes eu acho até divertido!

Dia desses fui a um churrasco com o Ricardo. Era da turma que se encontra uma vez por mês, desde a época da faculdade, eu acho. Como sempre acontece, eles contam as mesmas histórias a cada encontro. E riem delas como se tivessem acabado de acontecer. Mas é tão legal esse clima de camaradagem, coisa de amigo e irmão mesmo, que até eu dou risada. Já as mulheres e namoradas deles acham um saco. Passam a maior parte do tempo de cara feia e reclamando.

Reclamam da vida, do casamento/namoro, da família deles, da família delas e até da vida sexual. E é claro que quando eles começam a falar de mulheres (normalmente famosas e periguetes sub celebridades, eles nunca dão a bobeira de falar de mulheres “reais” na nossa frente) elas ficam ainda mais amargas. A mulher do Marcos, por exemplo. Teve um chilique quando ele disse que achava a mulher do cantor Belo gostosa. Ficou furiosa! Interrompeu a conversa deles dizendo que ela parece um homem, que tem cara de travesti e, no meio da roda deles, virou pro marido e disse que ficava “até preocupada por ele gostar de alguém com uma aparência tão masculina”. Coitado. Ele não sabia onde se enfiar. Mas os homens são leais e logo estavam apoiando o amigo. “Baita gostosa!”. “Potranca!”. “Mexe a noite toda sem cansar!” e assim por diante. Aí foi a vez das mulheres, não por lealdade, mas por ciúme, de contra atacar: “Travesti!”. “É tudo artificial”. “Tu nem tem dinheiro pra bancar uma mulher daquelas”. Baixou o nível.

Tá aí o motivo da discórdia! rsrs

Tá aí o motivo da discórdia! rsrs

O Ricardo, que assistia a tudo com uma expressão divertida e com umas duas ou três doses de álcool acima do aceitável, pede a palavra e me larga essa: “Eu meteria meu pau tão fundo naquele rabo que quem conseguisse tirá-lo de lá seria nomeado no novo Rei Arthur”. E depois disso não havia mais o que ser dito, e nem teria como. As risadas dos homens eram altas, escandalosas e contagiantes. Os cumprimentos eram como se houvessem marcado um gol. Hang fives e punho com punho era fichinha. Pareciam de fato adolescentes no recreio da escola. Eu mesma não me aguentei. Ri até doer minha barriga. A mulher do Marcos, se não tivesse tão preocupada em repreender o marido, teria rido também. Acho até que vi um sorriso atrás dos seus lábios de fúria.

Logo o assunto passou a ser o glorioso campeonato gaúcho de futebol e os radares femininos deram uma folga. Mas se do lado de lá eles estavam descontraídos, do lado de cá o clima continuava tenso. Agora a mulher de outro, que não lembro o nome, dizia que achava um absurdo quem fazia sexo anal. Que era sujo, que não havia sido feito para isso e todo aquele blá blá blá. Outra dizia que nunca havia feito sexo oral no marido. Tinha nojo e medo que tivesse xixi. Fala sério! Aí uma terceira, que se julgava mais moderna, disse que gostava de sexo oral e que às vezes inclusive deixava o namorado gozar na sua boca. As duas freiras que falaram antes quase vomitaram. E eu lá rezando pra que ninguém me perguntasse nada! rs Imagina se elas lessem esse blog? E lá pelas tantas eu desliguei de conversa. Fiquei imaginando uma história bem cabeluda que, se contasse pra elas, faria com que caíssem desmaiadas ali. Pensei naquele recato todo e, como sempre faço, imaginei-as fodendo. Uma com a outra, com os maridos/namorados, todos juntos. E me veio a história na cabeça.

Foi em uma festa na casa da Patrícia. Vocês já conhecem ela, tem alguns posts aqui no blog contato coisas que já fizemos juntas. Ela adora fazer festas na sua casa. Teve até aquela do Sexo a Seis. Mas essa tinha mais gente. Nós chegamos tarde, eu e o Ricardo. Tínhamos um aniversário de sei lá quem antes. Quando entramos na sala o clima já estava pra lá de quente. Todo mundo se pegando! No sofá à direita duas gurias lindas se beijavam, sem blusa, os seios delas se roçando, biquinho no biquinho. Delícia! Um cara metia numa outra, de quatro, enquanto outro acariciava o corpo dela sem parar. Várias cenas assim aconteciam em diversos lugares. O Marcelo, marido da Patrícia, estava sentado em uma cadeira da mesa de jantar, as calças arriadas no chão, enquanto uma mulher de joelhos à sua frente chupava seu pau de maneira deliciosa. E lá na poltrona, soberana, a Patrícia reinava totalmente nua e com as pernas escancaradas, e entre elas dois rapazes se revezavam em chupar sua buceta. Quando me viu abriu um sorriso enorme e bateu palmas, atraindo a atenção do pessoal.

– Gente! Estes são a Nathalia e o Ricardo.

Alguns não deram muita bola, mas a maioria virou-se para nos olhar, alguns dizendo “oi”, outros apenas acenando com a cabeça.

– A Nathalia tinha me dito que chegaria no máximo às onze e meia. Que horas são?

– Quinze para as duas! – alguém apressou-se em dizer.

Fiz cara de quem estava se desculpando, mas ela continuou.

– Eu acho que ela deveria pagar uma prenda. Uma prenda bem safada!

Pronto. Agora mesmo quem já estava se divertindo prestava atenção nela e em mim.

– O que vocês acham que ela deveria fazer? – ela perguntou, sempre olhando nos meus olhos com cara de tarada.

Surgiu um burburinho na sala. E eu ali parada esperando os acontecimentos nem vi que uma lá já se chegava pro lado do Ricardo.

– Ela tem que dar pra todo mundo! – gritou um cara lá da porta do corredor.

– Querido, isso ela já iria fazer… – ela respondeu, fazendo todo mundo rir.

– Cabra cega! – falou uma das duas lindinhas que se beijavam no sofá.

– Como assim? – a Patrícia perguntou. A lindinha explicou:

– Ela fica no meio da sala. Todos os homens ficam em volta dela. Ela pode pegar em cada um, perguntando seu nome. Depois a gente coloca uma venda nela, e ela pega de novo. Os que ela acertar, ela pode transar.

– Eu também quero! – falou a que antes chupava o Marcelo. De novo todos deram risada. E então os olhares voltaram pra mim. A Patrícia me olhava com cara de quem duvidava da minha coragem. Olhei pro Ricardo. Ele mexeu a cabeça quase que imperceptivelmente. Esperei mais alguns segundos, deixando um suspense no ar. Larguei minha bolsa, teatralmente, e me deixei cair de joelhos no chão.

– Quem vai ser o primeiro? – perguntei, ouvindo a balburdia em que a sala se transformou. A Patrícia sorriu. E eu sorri de volta. Se ela achava que eu ia me mixar, estava muito enganada!

O primeiro foi o Marcelo. Se livrou das calças arriadas e parou na minha frente. Aquele pau eu já conhecia! Mas mesmo assim peguei-o com as duas mãos, sentindo a textura, as curvas da glande e acariciando suas bolas. Ele não queria sair dali, mas logo fizeram pressão para que desse lugar ao seu sucessor. Eu não o conhecia. Me disse que seu nome era Gustavo, e fiz o mesmo procedimento. Gostei. Bem duro e grosso. O terceiro tinha um pau fino e comprido, esse seria fácil de reconhecer. E assim eu segui. Foram nove paus. Tamanhos, formatos e texturas diversos. Olhei pro Ricardo. Será que ele não vinha? Imagina que vergonha se eu não reconhecesse logo o pau dele? rs Mas ele veio. Parou na minha frente e eu abri o botão e depois o zíper da sua calça jeans. Liberei o caralho que eu tanto amo das cuecas e ele saltou duro e cabeçudo na minha frente. Acaricei de leve toda sua extensão, passando as unhas de leve na cabeça e depois nas bolas. Não me aguentei e estiquei a língua, brincando na ponta. E ele não se aguentou e enfiou o cacete na minha boca. Passei a chupar e lamber, por vezes segurando-o pelos quadris e fazendo com que ele fudesse a minha boca. Se criou um círculo de pessoas em volta de nós, todos nos olhando absortos e excitados. Quando vi as duas lindinhas estavam ao meu lado, uma tirando meus sapatos e a outra abrindo a minha blusa. Ajudei como pude, fazendo o possível para não tirar o pau do Ricardo da minha boca, enquanto elas tiravam minha calça, me deixando nua ali no meio. Quando, uma de cada lado, abocanharam meus seios, eu quase gozei. E o Ricardo também. Diminuí a pressão e a velocidade da chupada, primeiro para que ele não gozasse mas, principalmente, porque as bocas das duas estavam tão gostosas que não deixavam que eu me concentrasse. Uma delas desceu a mão pela minha barriga até o meio das minhas pernas, sentindo toda a minha umidade. A outra desceu pelas minhas costas, acariciando a minha bunda. Era delicioso! E todas aquelas pessoas em volta olhando deixavam tudo ainda mais excitante.

A Patrícia ajoelhou-se junto a mim e segurou o pau do Ricardo pela base. Tirou-o da minha boca e chupou. Fiquei ali olhando ela chupar, enquanto as lindinhas não paravam de trabalhar no meu corpo. Mas logo o Ricardo se afastou e a boca da Patrícia veio de encontro à minha. Nos beijamos com fervor e pude sentir sua língua doce e quente, com o gosto do pau do Ricardo, explorar toda a minha boca. Mas não durou muito. Ela logo tirou os lábios dos meus e me mostrou a venda com a qual taparia meus olhos. Foi quase como um “está pronta?”. Assenti com a cabeça. E então não enxerguei mais nada.

Ela me pegou pelas mãos e me guiou pela casa, provavelmente em direção ao seu quarto. Tive certeza quando me ajudou a subir na cama enorme e alta onde já tive muitos orgasmos! rs Fiquei de joelhos, tentando decifrar os sons à minha volta, mas ouvindo mesmo a minha respiração pesada de excitação.

– Primeiro! – ela falou. Senti a cama se movendo com o peso de mais uma pessoa subindo nela. E agora? Como faria? Deveria tatear no escuro? O homem estava onde? Antes de achar qualquer resposta senti-o na minha frente. Levantei as mãos e logo toquei-o. Duro. Grosso. Passei os dedos no saco e não senti nenhum pelo. Delícia. Me deu vontade de chupar. Passei a língua na cabeça, rodando de baixo pra cima e abocanhei. “Gustavo”, falei, sem tirar o pau da boca. Fui aplaudida. Ele acariciou meus cabelos, como quem acaricia uma cadelinha que trouxe o brinquedinho de volta. E foi assim que me senti, uma cadela.

– Próximo! – chamou a Patrícia. Mas eu não queria tirar aquele pau gostoso da boca. Mas não tinha jeito. – Que gulosa! – ela brincou. – A gente vai cuidando dele pra ti, enquanto tu tenta acertar o próximo.

Peguei o próximo pau nas mãos e passei a punhetá-lo de leve. Não sabia de quem era, não tinha a menor idéia. Quem sabe na punheta ele soltasse um gemido e eu reconhecesse a voz? Nada. Tentei subir a mão pelo peito, mas não me deixaram.

– Não vale! É só no pau.

Tentei a sorte. Falei o nome do último que toquei, antes do Ricardo. Errei. Que pena. Um a menos.

O próximo eu soube de cara: era o fino e comprido. Depois me arrependi. Podia ter demorado mais, feito um suspense e deixado o cara mais excitado tocando ele ali na frente de todo mundo. O quarto já chegou melado. Estava em ponto de bala. O saco já estava rígido e ele não conseguia segurar os gemidos cada vez que minhas mãos deslizavam nele. Eu sabia quem era, mas não tinha gostado dele antes. Passei a unha naquele fiozinho embaixo do saco e ele gozou, respingando no meu braço e nos meus seios.

– Desclassificado! – falou a Patrícia, divertindo-se como ninguém.

Melhor. Eu ia dizer o nome errado mesmo. Pra esse eu não queria dar.

– Quem vai me limpar? – perguntei. Logo senti uma língua nos meus seios, lambendo os pingos de porra do quarto pau que eu tinha que adivinhar. A pessoa se aproveitou e chupou meus mamilos durinhos, arrancando de mim gemidos de tesão. – O quinto! – pedi, antes mesmo da Patrícia se pronunciar.

O quinto eu acertei: André. Tinha um pau gostoso e quente, já havia me chamado a atenção antes. Não demorei muito, estava ansiosa e excitada. Se eu dissesse que sabia que o Ricardo era o sexto antes mesmo de tocar, vocês acreditam? Eu sabia. Tanto que nem encostei a mão logo no início. Quando ele colocou o pau duro na minha frente eu já estiquei a língua e passei na cabeça. E depois engoli. Enfiei o máximo que podia na minha boca e mamei forte. Aí então peguei pela base e fui afastando a boca, sentindo aquele filete de saliva se formar. Ouvi gemidos em volta. Depois peguei o pau e passei a ponta babada nos meus seios. E só então falei: Ricardo. Agora eu já tinha quatro para me comer.

O sétimo eu não fazia a menor idéia de quem era. Era menor que a maioria e eu não lembrava dele de antes. Mas mesmo assim eu fui mexendo nele. Lambi a ponta do dedo e passei na glande, arrancando um suspiro baixinho. Ele ficou mais duro e cresceu mais um pouco, mas não tinha jeito. Falei um dos nomes que faltavam, mas errei. Ele encolheu-se mais, me pareceu. Deve ter sido de decepção. Fiquei chateada. Queria ver se aquele pau cresceria mais dentro de mim.

O oitavo foi o Marcelo. Já tinha transado com ele antes, vocês sabem. Gosto da pegada dele e também acertei de primeira! E minha conta praquela noite já tinha subido para cinco homens. Será que eu acertaria os outros dois? “Que venha o próximo!”, brinquei. E ele veio. Afobado. Tentou enfiar o pau na minha boca. Não gostei. Não sou fresca, mas estávamos seguindo um padrão ali. Não deixei e nem tentei lembrar o nome dele. Falei logo um nome que não estava na “lista”. Devia ter apertado as bolas dele. Babaca.

O décimo eu acertei. Gostei do pau dele. Fiquei fazendo suspense, enquanto o masturbava com as duas mãos. Brinquei nas bolas, na cabeça. Ele abafou os gemidos e comemorou quando acertei seu nome. Me senti desejada. E ainda mais excitada. Seis homens. Será que eu daria conta?

A Patrícia se aproximou e me fez largar o pau dele. Avisou a todos que “queria ver se eu estava no ponto” e beijou a minha boca. Me fez deitar na cama, carinhosamente, beijando meus seios, minha barriga, até sua língua chegar no meio das minhas pernas. Passou-a entre meus grandes lábios e concentrou-se no clitóris. Gemi alto, sentindo como se todo o líquido do meu corpo escorresse pela minha buceta. Fiz menção de tirar a venda, mas alguém segurou meu braço. Logo senti um pau na minha mão direita. Peguei-o. Outra pessoa levou minha mão esquerda de encontro a outro pau. Também peguei-o. Agora tinha outras mãos nos meus seios, percorrendo meu corpo, eu nem entendia mais de onde vinham. Passei a punhetar os dois paus e automaticamente abri a boca. Queria mais um, queria chupar. Não demorou quase nada e logo fui atendida. E assim começou uma das noites mais incríveis da minha vida!

Será que essa história seria suficiente para chocar as mulheres do churrasco? Ou eu teria que contar como trepei com cada um dos seis? 😉

Nossas fotos eróticas – Parte II

22 out

Ele me afastou do seu pau,  pois daquele jeito não tardaria a gozar. Nem precisei perguntar se tinha sido  aprovada: ele me puxou pelos cabelos, fazendo-me ficar em pé na sua frente. “Batom  todo borrado, bem coisa de puta fuleira…”, ele falou, e passou a fotografar  meu rosto.

Fiz biquinho, passei a língua, enfiei o dedo na boca, estava  adorando aquilo! Com os dedos bem babados levantei minha blusa e passei a tocar
meus mamilos durinhos. Ele não perdia um click. Eu prendia-os no meio dos  dedos, beliscava, e ele adorava. Quando coloquei a mão por baixo e estiquei a  minha língua para lambê-los, aposto que ele teve vontade de jogar a câmera longe  e partir para cima de mim. Mas ele se aguentou.

“Vamos para o quarto.”, ele  convidou, ou ordenou, sei lá. Só sei que eu fui na frente, e ele mal podia  esperar o que eu ainda faria naquela noite!

Quando ele entrou e viu todos  os meus brinquedinhos sobre a cama, sorriu e disse: “Uhmm… Arsenal completo?  Já vi que vai me custar caro essa noite!”. Peguei um vibrador grande, em  formato de pênis, e acariciando-o respondi: “Até agora não custou nada. E você  pode desistir. Eu ficarei bem acompanhada…”. Ele riu. “É? Me mostra como  seria…”. Então tá, se ele queria espetáculo, teria um show completo!  Sentei-me na beirada da cama e fiz minha saia escorregar para cima. Levei o  vibrador à boca e comecei a lamber a cabeça como se fosse um pau de verdade. De
olhos fechados, ouvia os cliques da máquina enquanto tentava dar rosto e corpo,  na minha imaginação, para o dono daquele pau. Enfiei-o na boca, deixando o  máximo de saliva que podia, e então joguei o corpo para trás, encostando as  costas na cama, e coloquei os saltos das botas na beirada da cama, abrindo ao  máximo minhas pernas. Posicionei o vibrador na entrada da minha buceta, e  fazendo sinal com o dedo indicador, pedi que ele se aproximasse. “Olha de  perto…”, sussurrei, na verdade querendo que ele fotografasse aquilo tudo  entrando dentro de mim. Ele se pôs de joelhos no chão, e não perdeu um detalhe  daquele cacetão desaparecendo na minha buceta. Liguei o vibro, e com ele todo  dentro de mim, forcei movimentos circulares, o que me levou ao delírio. Sentia  meu mel escorrendo, melando minha bunda, minha meia calça rasgada, minha cama.

Com a mão livre tateei a cama sobre a minha cabeça, procurando outro acessório que queria usar: um plug  anal. Encontrei-o e estiquei a mão em sua direção, pedindo: “Coloca pra mim?”.  Não precisei pedir duas vezes: ele foi enfiando devagar na minha bunda. Que  delícia! Me sentia preenchida, arrombada e delirando de tesão. Passei a colocar  e tirar o pau de borracha de dentro de mim, olhando nos olhos dele através da câmera.  O pau dele parecia que ia explodir, de tão duro, e eu queria sentí-lo também. “Vem  aqui… Deixar eu te bater uma punheta… É de graça!”, falei. Ele ajoelhou-se  ao meu lado, e eu comecei a masturbá-lo de leve, apertando bem seu pau. De vez  em quando largava o pau e acariciava suas bolas, sua bunda. Depois voltava e  batia punheta mais rápido, fazendo-o se contorcer dentro de mim. A essa altura  já não tinha coordenação para mexer as duas mãos, a do vibrador e a do seu pau,  então fechei as pernas, prendendo o vibrador dentro de mim. Ele não se conteve  e veio sobre mim, passando uma perna para o outro lado do meu corpo, e encaixou  seu pau duro entre meus seios. Apertei um contra o outro, e ele começou a  deslizá-lo. Eu estiquei a língua, e cada vez que o pau subia na direção do meu  rosto, eu lambia aquela cabeça dura e melada. Assim como eu, ele estava  transtornado de tesão: gemia, beliscava meus seios e me xingava de puta, vagabunda,  safada, me dizia que eu só sossegava assim, metida no cu e na buceta. Eu dizia  que sim, e que queria mais, e ele me xingava mais, me dava tapas no rosto,  dizia que eu não valia nada. Não aguentei mais e gozei, forçando as pernas uma  contra a outra, sentindo o vibrador pulsar dentro de mim, e bem na hora,
enfiando o pau dele o máximo que deu dentro da minha boca. Meu corpo tremeu  inteiro, senti o ar quase faltar, e tive um dos orgasmos mais intensos da minha vida.

Não tive forças para  protestar quando ele saiu de cima de mim, queria fazê-lo gozar na minha boca,  no meu rosto… Mas pelo visto ele tinha outras idéias: tirou o vibrador da  minha buceta, e me avisou: “O plug tu deixa…”. Ele desapareceu da minha  visão, por cima de mim, e logo reapareceu balançando minhas algemas entre os  dedos: “Vira de costas, vadia!”.

Claro que eu obedeci, né?

CONTINUA…

Surpreendendo o Ricardo

10 set

Tenho trabalhado demais, como vocês devem ter notado, pois isso acaba gerando quase que um abandono do blog. Além de viajar pra lá e pra cá, relatórios intermináveis acabam minando meu teu livre. Mas como ninguém é de ferro, eu arrumei um tempinho pra aprontar alguma coisa.

A sexta-feira amanheceu chuvosa, como tem sido o normal por aqui. Deixei as crianças no colégio e voltei pra casa, para terminar uns relatórios. Me afundei no note, quase sem ver o tempo passar. Quando me dei conta, era quase 11 da manhã. E o serviço iria longe… Irritada, fechei o note e resolvi ir até a sacada. E não é que o tempo tinha melhorado? O sol começava a aparecer, e eu pensei cá comigo: “não vou passar o dia na frente do notebook”. Coloquei uma roupa e saí decidida a fazer uma surpresa pro Ricardo.

Cheguei no trabalho dele e não deixei a recepcionista me anunciar, fui direto para a sua sala. E adivinhem quem eu encontro lá, na maior galinhagem? A tal da Déia. Vocês conhecem a nossa relação e sabem que ele pode transar com quem ele quiser. Sabem que eu não tenho ciúme, ou que até tenho, mas que acaba sendo um combustível altamente inflamável pro meu tesão. Mas essa zinha não me desce. Menininha bem nojentinha, fresquinha e bipolar! Eles não estavam fazendo nada, óbvio, mas a cara dela quando me viu foi algo sensacional! rsrs O Ricardo só me olhou com aquela cara de safado, e não disse nada.

– Bom dia, Nathalia! – ela falou, um sorriso nervoso estampado no rosto, e avisou que estava de saída. Eu apenas acenei com a cabeça, e enquanto ela fechava a porta atrás de si, falei pro Ricardo:

– Eu achei que vacas só falassem “mu”, essa aí fala “bom dia”?

Não sei se ela escutou ou não, mas dessa vez quem fez cara de pavor foi o Ricardo. E o medo que eu armasse um barraco? rsrsrs

Me aproximei dele, passando meus braços pelo seu pescoço e beijando sua boca.

– E você, seu galinha safado! Estava arrumando a sobremesa, é? – falei carinhosamente.

– É. Mas agora meu banquete chegou! Veio almoçar comigo?

– Sim… Mas se já marcou com a sua putinha, não faz mal.

Ele me pegou forte pela cintura, me puxando contra ele, e sussurrou em meu ouvido.

– Não. Esquece a minha putinha. Agora a minha putona chegou.

Sorri. Estava com saudade de ouvir ele falando baixaria. E o ciúme já tinha passado, agora o tesão era quem me comandava. Foi aí que lembrei dos posts, de tudo que ele contou pra mim e pra vocês, sobre ela querer experimentar outra mulher. Assim, sem pensar e antes que desistisse, falei:

– Convida ela pra almoçar com a gente.

Se ele ficou surpreso, não demonstrou. Mas não levou fé.

– Nada, imagina… Vamos almoçar  só nós dois, em algum lugar.

Me esfreguei nele, e ronronei:

– Convida… Posso estar fazendo mal juízo dela.

Eu estava decidida. E se ele não convidasse, eu mesma convidaria. E ele sabia disso. Afinal, me deixou ali e foi falar com ela.

Voltou cinco minutos depois, deve ter sido difícil convencê-la, ainda mais depois do que falei. Mas ela topou. Pouco tempo depois saímos os 3 em direção ao elevador.

Se no início o clima estava estranho, com o tempo foi melhorando. Ela, apesar de permanecer mais quieta do que falante, não era tão ruim como eu pensava! rsrsrs Já no restaurante, escolhemos uma mesa de canto, e o Ricardo sentou-se ao meu lado, e ela na frente dele. Almoçamos e conversamos, e fiz o possível para deixá-la à vontade, assim como o Ricardo que, sentindo minha mão buscando seu pau sob a mesa, resolveu relaxar e ver no que aquilo tudo daria. Ela foi se soltando, ao mesmo tempo em que eu soltava o botão da calça do Ricardo. E quando o assunto chegou no sexo, eu já passava meus dedos na cabeça melada do pau dele.

Ela falou sobre o namorado, e eu bem cara de pau, fiquei dando dicas do que ela deveria fazer na cama com ele. Alguns minutos depois e com a conversa mais quente do que nunca, ela já com o rosto corado arregalou os olhos enquanto me ouvia perguntar:

– Você alguma vez já ficou conversando com uma amiga enquanto o masturbava?

Ela olhou pra ele que, com o rosto contorcido de tesão, não disse nada. Depois me olhou. Criou coragem e falou:

– Nunca. Mas e se ela me pedisse para trocar de lugar comigo?

A vadia era rápida. Estava começando a gostar dela.

O Ricardo segurou o meu pulso. Seu pau pulsava. Ele não queria (e nem tinha como) gozar ali.

– Você deixaria? Eu deixaria… – falei, e larguei o pau do Ricardo. Dei um beijo nele e me levantei. Ela levantou também e trocamos de lugar.

Sentada de frente para eles, olhando ora pra expressão de tesão dele, ora pros movimentos quase imperceptíveis do seu braço, que geravam um leve balanço dos seus seios, eu estava pronta para gozar. Se estivéssemos em outro lugar, eu pulava em cima dos dois. E olha que eu nem gostava daquela vadia! rsrsrs

– Chega, pelo amor de Deus! – o Ricardo falou, afastando-a – Eu não posso sujar tudo aqui.

Trocamos um olhar de cumplicidade, eu e ela.

– Vamos pra outro lugar? – ele convidou, cheio de desejo.

Pisquei para ela, mostrando que deveríamos castigá-lo um pouco mais.

– Quem sabe outra hora. – falei – Tenho tanta coisa pra fazer agora de tarde.

Ela entrou no jogo.

– Tenho uma reunião às 3.

Levantei a mão chamando o garçom:

– Um expresso… Alguém mais quer? Dois expressos e a conta, por favor!

Entrando totalmente no clima, ela saiu do lado dele e veio sentar ao meu lado. Ficamos conversando amenidades, enquanto bebíamos nosso café. E ele com uma expressão incrédula na nossa frente.

 

Larguei os dois no trabalho e fui para casa, mas nem toquei nos relatórios. Me deitei e me masturbei lembrando daquele almoço. Não respondi nenhuma das mensagens desesperadas do Ricardo no meu celular e, apesar de continuar não simpatizando com a tal da Déia, gozei pensando em nós três.

 

 

Transando com um leitor do blog

30 jul

Ele começou me mandando e-mail quase toda semana, comentando sobre o blog. Falava dos posts que gostava, do que já tinha feito parecido e do que nunca nem sonhara em fazer. Sempre educado e respeitador, qualidade pouco conhecida na internet. Os e-mails passaram a ser mais frequentes, e além do conteúdo do blog vimos que tínhamos bastante coisa em comum. Coisas estas que ele, sempre atento às nuances, descobria “desvendando” meus posts. Os meses foram passando, e nossa intimidade aumentando.

Quando ele arrumou uma namorada, veio correndo me contar. Na primeira transa se empenhou em dar prazer a ela, segundo ele “relembrando cada palavra do post sobre sexo oral”. Não tinha coragem de apresentar o blog para ela, achava cedo e tinha medo de ser visto como liberal demais. Acabou ficando tarde, e eles terminaram.

Depois vieram outras namoradas, ficantes, trepadas… E ele me contava tudo, assim como conto para vocês. Nunca forçou nenhuma situação para nos encontrarmos, e eu gostava disso, desse “interesse desinteressado”.

Dos e-mails passamos para SMS, e logo estávamos nos falando ao telefone. Nada muito freqüente, mas era gostoso ouvir a sua voz e a maneira como ficava tímido. Duvidava que ele tivesse coragem de me falar ao telefone as coisas que descrevia. Ao vivo então, nem pensar.

Nunca vi nenhuma foto dele, e nem ele havia me visto, e por vezes nos divertíamos relatando como imaginávamos um ao outro. Mas nunca dissemos como éramos de verdade. Ele dizia que era feio e desengonçado, e eu dizia que era gorda e banguela. Era o tipo de pessoa que dava vontade de brincar, de ousar, de seduzir. Se um dia acontecesse algo, ótimo. Se não, teria sido gostoso.

Ontem, debaixo de toda aquela chuva, eu precisava comprar um presente para um aniversário que tenho hoje, então fui até o Iguatemi. O Ricardo estava sabe-se lá onde, e acabei indo sozinha mesmo. Achei o tal presente e, quando me preparava para ir embora, recebo um SMS: “Nath, estou lembrando de vc! Estou num lugar que vc adora!”. Não, não era do Ricardo, que continuava sem mandar notícias. Respondi, perguntando que lugar era esse. “Outback!”, ele respondeu. Ri, mas de nervosa (pra quem não é daqui: o OutBack fica dentro do Iguatemi). Uma estranha sensação percorreu meu corpo. Reconheci como medo e tesão misturados. Respondi: “Que delícia! Vc não vai acreditar onde eu estou…”. Nem esperei ele perguntar, mandei logo em seguida: “Iguatemi!”. Em poucos segundos meu celular tocou:

– Não acredito! – ele falou, com a voz acelerada – Quero te ver!

– Imagina, – respondi rindo – você deve estar acompanhado, ou com amigos, ou com alguma mulher…

– Sério, Nathalia! Não tô brincando… Nunca estivemos tão perto! Tu tá sozinha ou com o Ricardo?

Era a minha chance de fazê-lo desistir do encontro. Se bem que ele não teria problemas em me encontrar com o Ricardo junto. E agora? Naqueles poucos segundos passaram pela minha cabeça nossos papos, o quanto ele era querido e respeitador, e claro, como diversas vezes ficara excitada enquanto lia seus e-mails ou falava com ele. Azar! Que mal teria? Poderia conhecê-lo e ir embora.

– Eu estou sozinha…

– Eu vou aí ou tu vem aqui? – ele perguntou, afobado.

– Calma, calma… E você, está sozinho?

– Agora tô.

– Como assim, “agora tô”? Quem vai no Outback sozinho numa sexta à noite?

– Eu tô com uns amigos, mas perdi a vontade de ficar com eles. Quero te ver!

Nunca tinha o visto tão afobado, quase atropelando as palavras.

– Uhmm… Você tá aí faz tempo? Tem mesa?

– Tu vem?? Vou arranjar uma mesa pra nós!

– Vou, daqui a pouco. Ainda preciso comprar um presente…

– Sério!! Nem tô acreditando…

– Até logo mais, então…

– Mas Nathalia, pera aí… Como vamos nos reconhecer?

Sorri.

– Fica olhando para a porta… Quando chegar uma gorda desdentada, sou eu!

Desliguei o telefone, antes que ele falasse qualquer coisa. Não seria muito difícil encontrá-lo. Afinal, como eu tinha perguntado a ele, quem vai sozinho no Outback na sexta feira? E, como vocês sabem, eu já tinha comprado o presente. Queria tempo para organizar as idéias e ir até o banheiro conferir o visual.

Retoquei a make, arrumei os cabelos… Apesar da cara de cansada, achei que poderia causar uma boa impressão. Andei mais um pouco pelos corredores, decidida a fazê-lo esperar um pouco. Uns 25 minutos depois da ligação, entrei pela porta do Outback. Corri os olhos pelas mesas e logo o vi. Desviei rapidamente o olhar, para que ele não soubesse que era eu. Ele estava em uma mesa no canto, sozinho e olhando para a porta. Não tinha nada de desengonçado, e nem de feio. Era alto, cabelo curto e cara de homem. Bonito. Sorri por dentro. Tive que dar o maior desdobre na recepcionista que, a todo custo queria me acompanhar até a mesa que eu procurava.

Fiz toda uma volta no restaurante e consegui chegar na mesa fora do campo de visão dele. Ainda tinha a possibilidade de eu estar enganada, mas era muito difícil. Azar, pensei.

– Você que diz por aí que é feio e desengonçado?

Ele virou em um pulo, como se não acreditasse que eu estava mesmo ali. Me olhou de cima abaixo, abriu um largo sorriso e levantou para me dar um abraço.

– Tu não vai acreditar, mas quando te vi entrando, pensei: “bem que ela podia ser gorda e sem dentes assim!”.

Sentei ao seu lado, e logo conversávamos e nos divertíamos como fazíamos por telefone. Comi uma salada, ele um hambúrguer, e tomamos bastante chopp. A perna dele tocava na minha, e proporcionalmente à quantidade de bebida, ficava mais gostoso aquele toque. Perdi as contas de quantas vezes um de nós precisou ir ao banheiro, mas sei que foi em uma dessas vezes que enquanto um chegava e o outro saía, acabamos os dois em pé, um de frente para o outro, e nos beijamos. Nossas línguas travaram um duelo quente, por fim entrelaçando-se e quase me fazendo perder o ar. Que beijo gostoso! Levei minhas mãos ao seu pescoço, enquanto ele, com mãos fortes, me puxava pela cintura ao seu encontro.

Já sentados, pousei a mão na sua coxa e, sacanamente, deixava-a escorregar para o meio das suas pernas. Entre um beijo e outro toquei seu pau, grande, duro, grosso. Não dava mais para continuar ali. Pagamos a conta o mais rápido possível e fomos para um motel, no meu carro.

Descemos do carro nos agarrando, nos beijando, cheios de vontade reprimida um do outro. Já na beirada da cama, ele abriu minha calça jeans e me colocou de quatro. Puxou minha calça e minha calcinha pelas minhas coxas e enfiou seu rosto em mim, lambendo minha buceta, minha bunda, lambendo tudo, chupando, me levando à loucura. Eu tentava me mexer, mas ele me segurava firme, e me penetrava com sua língua áspera, me fazendo delirar de prazer. Eu não queria gozar, mas senti que seria impossível. Que língua deliciosa! E assim eu gozei, gemendo e empurrando meus quadris de encontro ao seu rosto.

Ele me largou, e eu não me fiz de rogada. Fiquei de joelhos na cama e mandei que ele tirasse o pau para fora. De fato era grande, grosso e estava bem duro. Delícia. Tomei-o nas mãos e puxei-o para mim. Lambi aquela cabeça melada, segurando-o pela base, enquanto a minha outra mão tocava seu saco.

Enfiei tudo que pude na boca, chupei com gosto, bati com ele no meu rosto, levando-o à loucura. Arranquei o resto das minhas roupas e mandei fazê-lo o mesmo, enquanto pegava uma camisinha perdida em algum lugar da cama.

Fiz com que ele deitasse de barriga para cima, posicionei a camisinha na boca e meus lábios em volta da sua glande. Deslizei os lábios, abocanhando o seu pau, e quando tirei-os, ele estava com a camisinha, me olhando incrédulo.

– Eu achei que era mentira…

Belisquei seus mamilos e perguntei:

– O que mais você acha que é mentira?

– Não sei… – e como se lembrasse de algo, sorriu – Mas tu pode me mostrar com é aquela rebolada que o Ricardo tanto gosta?

Levei meu rosto de encontro ao seu, lambendo-o do queixo até o nariz, enquanto passava uma perna pelo outro lado do seu corpo. Segurei seu pau e me posicionei sobre ele. Fui descendo de leve, sentindo cada milímetro me penetrando, me levando à loucura. Com a planta dos pés na cama, uma mão no seu peito e a minha melhor cara de vadia, subi de volta, deixando apenas um pedaço da cabeça do seu pau dentro de mim. E fiz a tal rebolada. E ele foi à loucura…

E depois eu que fui à loucura, depois ele de novo, eu de novo… Um encontro quase que ocasional, mas que a qualquer momento poderia acontecer. E tomara que aconteça de novo!

Saímos de lá quase de manhã, quando deixei-o em frente ao Shopping para buscar o seu carro. Há pouco recebi uma mensagem dele, falando que a noite foi maravilhosa, mas que só chegou em casa perto das 10 da manhã, tamanha a luta pra tirar o carro do estacionamento do Iguatemi. E eu só penso em tê-lo dentro de mim, de novo…

Rapidinha

14 jul

Entramos no estacionamento e o clima quente não ficou para trás. Lá pelo meio do filme o Ricardo pareceu desinteressar-se por ele, e se mostrou totalmente interessado em me provocar. Claro que a sessão praticamente vazia ajudou, e ele me beijou, me bolinou, tentou de tudo. Mas eu estava gostando do filme! rs Tratei de acalmá-lo, tocando seu pau por cima das calças. Mas ele queria mais!

Nem esperou a porta do elevador se fechar para me pegar pela cintura. De costas para ele, sentindo seu pau encostar em minha bunda, andamos abraçados pelo estacionamento do shopping quase deserto. A vaga do lado direito estava preenchida por um carro grande, no lado esquerdo nenhum carro atrapalhando a abertura da porta. Andávamos lentamente, e eu ria a cada beijo que ele me dava no pescoço, a cada bobagem que ele falava no meu ouvido. Parecia um guri tarado!

Pelo controle remoto ele destravou as portas do carro, e quando deu a volta no veículo para chegar à porta do motorista, me viu parada:

– Não vai entrar?

– Não – respondi sorrindo com cara de safada,  e dando a volta no carro envolvi seu pescoço em meus braços, puxando-o para um beijo quente.

– Não, querido. Não quero entrar agora.

Senti suas mãos na minha cintura, virando meu corpo, me colocando de costas para ele novamente. Seus dedos tocaram meu corpo, me empurrando para mais perto da porta, até seu corpo pressionar o meu contra o carro. Esfregava seu pau descaradamente na minha bunda,  meus gemidos ecoavam pelo estacionamento e nossas vontades eram encobertas pelo carro da vaga da direita para quem saísse do elevador. Abri como pude a porta do carro, forçando a entrada dele, colocando-o sentado de lado no banco, deixando suas pernas do lado de fora.

Eu tinha pressa, tinha que ser assim, urgente. Tinha que ser rápido, usando o clima de perigo à favor. Me ajoelhei no chão do estacionamento abrindo sua calça, puxando-a com força, até a altura dos joelhos. Baixei meu decote, deixando meus seios à mostra e comecei a punhetá-lo. Tocava-o olhando nos seus olhos, e me encantava com a sua expressão de surpresa e tesão. Poderia ficar ali por horas, masturbando-o e olhando para ele, provocando-o.

Quando ele começou a gemer mais alto, eu tive certeza que chegara a hora. Coloquei seu pau na boca e comecei a chupar de forma bem intensa. No momento em que senti suas mãos nos meus cabelos, soube que ele gozaria. Voltei a toca-lo com as mãos, apenas lambendo a cabeça inchada do seu pau, para que gozasse no meu rosto. Eu queria assim, eu gosto assim. E assim eu fiz.

Enquanto o Ricardo gozava, eu sorria, sentindo seu líquido quente melando o meu rosto. Ele gemia e eu olhava para ele.

Ele gemia e eu limpava meu rosto com o dedo.

Ele gemia e eu levava o dedo à boca, lambendo seu gosto.

E ele ainda gemia quando dei a volta no carro e sentei no banco do passageiro.

– Pronto, amor. Já entrei. Podemos ir?

Conhecendo a Vanessa

6 jul

Eu estava voltando de Montevidéu, depois daquele empate ridículo do meu time lá (e mal sabia que o jogo de volta aqui seria muito pior), quando conheci a Vanessa. Não tinha dormido nada, e entrei no avião com um humor terrível. Com um boné enterrado na cabeça e óculos escuros, tudo que eu queria era pouco mais de uma hora de sono, o tempo do vôo.
Os caras que estavam comigo estavam cheios de disposição e querendo conversar, e eu, aproveitando que tudo indicava que o avião viria bem vazio, fui pra fileira de bancos de trás, que não tinha ninguém. Me ajeitei na janela, coloquei os fones de ouvido, apertei o cinto e fechei os olhos.

Não durou muito. Logo ouvi alguém falando que a poltrona em que eu estava tinha dono. Abri os olhos e era um cara, todo engomadinho, gel no cabelo, com o cartão de embarque na mão. Olhei em volta: mais da metade do avião estava vazio. “Baita bunda mole”, pensei, embora soubesse que ele tinha razão. Me desculpei e fui até a próxima fileira de assentos vazios. Tudo de novo. Sentei, apertei o cinto, ajeitei os fones e fechei os olhos.

– Não é na janela o teu lugar? – ouvi uma voz feminina perguntar. Merda! Lá ia eu de novo…

– É, mas não faz mal. Ele tá dormindo. – Opa! Outra voz feminina! Abri os olhos, escondidos sob os óculos escuros, e vi: que bunda maravilhosa vindo em minha direção! Fiquei quieto, enquanto ela sentava ao meu lado, e esperava a outra sentar. Instantaneamente meu humor melhorou.

A dona daquela bela bunda era uma morena bonita, cabelos lisos e compridos, vestida sobriamente, como quem viaja à trabalho. A outra não era tão bonita, mas não era de se jogar fora. Veio o aviso de fechar portas, e o avião se pôs em movimento na pista. Fingi que acordara com o movimento. Me mexi, tirei o óculos e olhei pra elas.

– Bom dia! – sorri, fazendo graça.

– Bom dia! – as duas responderam.

– Sabia que tu estás no meu lugar? – a morena perguntou, sorrindo.

– Não acredito! – me fiz de bobo – Eu jurei que estava vago. Quer trocar? – perguntei, levando a mão ao cinto de segurança.

Ela riu. Gostei do seu sorriso. Mostrava que ela estava aberta ao bate papo durante a viagem.

– Não, imagina! E nem pode tirar o cinto agora!

O avião decolou. Não gosto dessa parte. A decolagem e a aterrissagem sempre me deixam apreensivo. Todo aquele barulho de motor, aquela coisa gigante fazendo força pra voar, e eu ali olhando o Rio da Prata pela janela. Notei que ela estava inquieta. Ela falou pra amiga:

– Essa é a pior hora para mim.

Era a minha deixa. Virei pra elas e falei:

– Pra mim também. – as duas me olharam, meio que aliviadas.

– É, né? – a cantada no “né”, virando néam, entregou: ela era de Porto Alegre.

– É. Mas relaxa, vai dar tudo certo. – falei, tocando sua mão de leve e rapidamente.

– Tu veio pro jogo? – ela perguntou, dando continuidade à nossa conversa.

– Sim. Ah, nem me fala em jogo. Perdemos a chance de ganhar fácil.

Ela sorriu.

Perdemos, não. Vocês perderam. Eu sou gremista!

– Ah, não! – fingi que ia abrir o cinto e me levantar – Dá licença, quero sair daqui! – falei brincando. Ela riu. A amiga apenas assistia a nossa conversa.

Conversamos durante o vôo todo, e na medida do possível eu incluía a amiga na conversa, não queria que ela, assim que ficassem a sós, falasse algo de negativo. Descobri que elas estavam voltando de um congresso, onde moravam, o que gostavam de fazer. Quando o comandante avisou que iríamos pousar, ela abriu a bolsa e tirou um cartão de visitas. Tateou a bolsa às cegas até encontrar uma caneta e anotou no verso o número do seu celular. Disse a ela que lamentava não ter um cartão ali comigo, mas rasguei em duas partes meu cartão de embarque, e anotei meu telefone,
entregando para as duas.

Nos despedimos na esteira de bagagens, e fiquei ali, debruçado no carrinho, vendo aquela bunda linda indo embora pelo saguão. Liguei meu celular, e ignorando os apitos e tremidas avisando sobre novas mensagens, ligações e e-mails, enviei um SMS pra ela: “Obrigado por tornar minha viagem mais agradável”. Já no táxi recebi sua resposta, e trocando mensagens e e-mails durante os dias seguintes combinamos de nos encontrar em um bar, no final de semana. Ela estaria lá com amigos, e me convidou para aparecer por lá.

Ela me apresentou pra todos, era um pessoal bacana e divertido, gente nova, bonita e de bem com a vida. Menos um abostado, que depois eu descobri o motivo da sua cara de bode: ele é a fim da Vanessa. Bebemos, rimos, e a cada vez que ela ia com duas ou três amigas no banheiro, eu ficava mais impressionado: que bunda perfeita! A noite ia se adiantando e parecia que com o passar das horas nossa afinidade só aumentava.
Lugares pra onde já fomos e gostaríamos de ir, músicas, comidas… E com o tempo o pessoal ia se despedindo e partindo, até que ficamos eu e ela e mais dois casais. Ela estava de carona com um deles e, como se já estivesse combinado, a amiga fez todo um teatro de que iriam embora, para que eu oferecesse carona a ela. Eu, é claro, ofereci. E ela aceitou. Todos se despediram e nós fomos até o meu carro. Entramos na garagem já de mãos dadas, e levando-a ao lado do passageiro, ao invés de abrir a porta, prensei-a contra a lataria e a beijei.

Foi um beijo que começou leve, carinhoso, até comportado, mas que foi esquentando até pegar fogo! Ela tinha uma língua deliciosa, e lábios carnudos que se moldavam aos meus. Foi delicioso. Entramos no carro e convidei-a para ir até a minha casa. Ela relutou um pouco, se fez de difícil, mas aceitou. Fui pegar uma bebida enquanto ela olhava os DVDs. Escolheu um Jack Johnson, que eu coloquei pra tocar enquanto ela ia ao banheiro. Ajoelhado no chão, abrindo a caixinha do DVD, fiquei embasbacado olhando-a percorrer a sala. Estava ficando obcecado por aquela bunda!

Nem assistimos o DVD. Entre um gole e outro de bebida nossos beijos e carícias iam ficando mais ousados. Com a boca no seu pescoço, sentindo sua pele se arrepiar, eu sentia suas mãos nas minhas costas, por dentro da camisa. Desci as minhas mãos pelo seu corpo, tentando me conter para não chegar logo na sua bunda. Ela me afastou, carinhosamente, e passou a abrir os botões da minha camisa, ao mesmo tempo em que ia beijando meu peito. Meu pau, duríssimo, pedia urgência em ser libertado das calças. Mas ela não chegou até lá. Depois de beijar meu peito e minha barriga, voltou para a minha boca.

– Tu é delicioso. – falou, de olhos fechados e fazendo biquinho.

– E tu é maravilhosa! – rebati, enfiando minhas mãos sob sua blusa.

Meus dedos percorreram sua pele quente, pelas costas, barriga, subindo. Ela pensou em relutar, mas eu já tinha seus seios em minhas mãos. Toquei-os ainda por cima do sutiã, e ela, determinada, tirou a blusa. Não tive dúvidas: fui por cima dela, deitando-a no sofá.

Meu pau pressionava suas coxas, e ela me segurava como podia para não escorregar meu corpo para baixo, e assim abocanhar seus seios. Mas com muitos beijos e carícias, consegui liberá-los do sutiã, e pude sentir seus mamilos enrijecidos de encontro ao meu peito. Enfim fui mais para baixo, sem desgrudar a boca da sua pele, pescoço, ombros, até ter seu seio esquerdo em frente ao meu  rosto. Lambi o biquinho, e senti ela se
contorcendo embaixo de mim. Chupei com carinho, com a mão em concha, por baixo, e ela me ofereceu o outro, gemendo e arranhando de leve as minhas costas. Eu aceitei, é claro. E aproveitei e desci a mão, em direção ao botão da sua calça. Ela me deteve, inclusive tirando os seios da minha boca.

– Não… – falou sussurrando, confusa e sem muita convicção.

– Sim… – falei sorrindo, no melhor misto de cara de sacana e de guri querido.

– Não é certo transar no primeiro encontro. – ela falou, cobrindo os seios com as mãos.

– Já nos encontramos antes, no avião, lembra? – falei, sorrindo e sem parar de acariciar as partes do corpo que ela permitia.

Ela sorriu. Ficou olhando nos meus olhos, pensativa.

– Espertinho. Aquela vez não conta! – falou, mas já sem a mesma ênfase.

Saí de cima dela e sentei no sofá, já puxando-a para o meu colo. Com uma perna de cada lado das minhas coxas, meu pau duro ficou no meio das suas pernas. Beijei novamente sua boca, enquanto ela desceu a mão e tocou-me sobre as calças.

– Uau! – falou baixinho, com a boca pressionada pela minha. Ficou segurando meu pau, e trouxe novamente os seios para que eu chupasse. Depois começou a me punhetar por cima das calças, gemendo baixinho. Segurei-a pela nuca e puxei seu rosto de encontro ao meu. Falei:

– Vamos para o quarto?

Ela não respondeu nada, apenas levantou-se e esticou a mão para mim.

Guiei-a até o quarto, e praticamente nos jogamos na cama. Abri o botão da sua calça, o zíper, e então coloquei-a de bruços. Desci a calça jeans pelas suas coxas, vendo pela primeira vez sua bunda desnuda, apenas uma pequena calcinha que não atrapalhava a minha visão, pelo contrário, deixava-a ainda mais tesuda!

Beijei suas costas, sua bunda, suas coxas. Virei-a de frente para mim e tirei sua calcinha. Ela tentou se esconder, mas não dei chance. Puxei-a pelas pernas ao meu encontro e mergulhei meu rosto na sua buceta. Passei a lambê-la, penetrá-la com a minha língua, e ela rebolava sem parar, quase descontrolada. Quando concentrei minhas carícias no clitóris, ela ficou maluca. Colocou as mãos na minha cabeça e empurrou o corpo de encontro a mim, fazendo movimentos circulares. E assim gozou, melando meu rosto com seu mel.

Enquanto ela se recompunha, livrei-me das minhas calças. Só de cuecas, deitei ao seu lado.

– Eu nunca tinha gozado assim… – ela falou, me beijando.

Acariciei seu corpo nu, e apesar de não gostar dessa pergunta, era a única que me veio à mente.

– Foi bom?

– Ricardo, tu não tá entendendo. Eu nunca tinha gozado assim, desse jeito, com alguém fazendo sexo oral em mim!

Preferi que ela tivesse falado “me chupando”, mas tudo bem. O que falar agora? Será que ela tinha dificuldade em ter orgasmos? Não precisei falar nada. Ela agora parecia radiante.

– Na verdade nunca deixei ninguém fazer isso em mim direito.

Ah, pronto. Lá se ia por água abaixo todos os meus planos pecaminosos. Ela continuou:

– Só tive dois namorados, e sei lá… Não me sentia à vontade com eles. Não assim, como me senti contigo.

Fiquei um pouco assustado. Não por ela só ter tido dois namorados, e nem por não se sentir à vontade. Mas sim porque me dei conta de que não sabia a idade dela. Claro que se ela já fazia viagens, ia a congressos, ela era maior de idade. Mas não pensei nisso na hora. E de fato, ela parecia bem nova. Será que era a hora de colocar tudo a perder e perguntar: “quantos anos tu tem, meu anjo”? hehehe E enquanto isso meu pau já
não parecia tão duro dentro da cueca. Fiquei quieto, apenas acariciando seu corpo. Sua pele era lisa e cheirosa, e dependendo de onde eu tocava, ficava toda arrepiada.

Sem falar mais nada, ela veio por cima de mim. Beijou meus olhos, meu queixo, minha boca. Depois minhas orelhas, meu pescoço e meus ombros. Beijou meu peito, brincando com a língua nos meus mamilos. Se antes meu pau dava sinais de desistência, agora ele ressuscitara. Continuou
descendo e, ignorando o volume na minha cueca, beijou e mordiscou minhas coxas. Escorregou a mão por dentro da cueca, finalmente tocando meu pau.

– Que duro! – falou, segurando-o pela base.

Livrei-me da cueca, e ela começou a me masturbar de leve, com carinho, olhando para o meu pau. Foi baixando a cabeça devagar, e com a ponta da língua, lambeu a glande. Gemi, e isso encorajou-a a ir em frente. Colocou a cabeça na boca e começou a chupar. Estiquei a mão e puxei suas pernas para o meu lado, para que pudesse tocá-la. Deslizei minha mão entre suas pernas, e encontrei sua buceta melada. Enfiei um dedo, ao mesmo tempo em que ela abria levemente as pernas para facilitar meu acesso. Ora mexia meu dedo dentro dela, ora acariciava seu clitóris, e ela
agora já abria as pernas o máximo que podia, ao mesmo tempo em que chupava meu pau com gosto.

Sem aguentar mais, afastei-a e abri a gaveta em busca de uma camisinha. Coloquei-a e pedi que ela ficasse de quatro. Ela me olhou, sem jeito.

– Eu quero olhar a tua bunda.

Ela riu.

– Gosta dela? – me perguntou.

– É perfeita! – elogiei.

Ela ficou de quatro, e puxei-a pelas ancas até a beirada da cama. Subi a mão pelas suas coxas, pela bunda, tocando de leve seu cu. Ela virou o rosto para trás, rápida e assustadamente, e falou:

– Só olhar, hein?

Sorri. “Por enquanto, pode ser”, pensei. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta, deslizando entre os lábios, brincando no clitóris. Mesmo com a cabeça baixa e coberta pelos cabelos que se espalhavam no colchão, eu podia ouvir seus gemidos. Fiquei assim, provocando-a, até que ela pediu:

– Vai. Coloca logo…

Eu coloquei. Senti-a se alargando, envolvendo meu pau aos poucos, de leve, ao mesmo tempo em que minhas mãos nas suas ancas sentiam sua pele arrepiar. Ela levantou a cabeça, virou para trás e, com o rosto transfigurado de tesão, sussurrou:

– Delícia!

Comecei a mexer, ao mesmo tempo em que deslizava minha mão pelas suas costas até chegar em seus ombros. Segurando-a por ali, passei a puxá-la de encontro a mim, cravando meu pau fundo dentro dela, ouvindo-a praticamente gritar de tesão. Peguei-a pelos cabelos, e isso parece que tirou-a ainda mais do sério. Levei a outra mão à sua boca, mandando que ela chupasse meu dedo médio. Ela chupou com gosto, mal sabendo o
verdadeiro motivo de eu ter feito isso. Tirei a mão e acariciei a sua bunda, e com o dedo bem babado por ela mesma, toquei seu cu, sem parar de mexer meu pau dentro dela.

– Ai, aí não… – ela falou, me olhando por sobre os ombros, mas já sem muita convicção.

– Relaxa… Só tô fazendo carinho… – respondi.

Ela ficou me olhando, acho que sem acreditar, mas talvez querendo que eu fosse adiante, com um olhar cheio de tesão.

Forcei um pouco o dedo, e ela arregalou os olhos. Mas não pediu que parasse. Enfiei mais um pouco, e ela reclamou que estava doendo. Deixei o dedo parado, mas encorajei-a a fazer o vai e vem no meu pau. Ela fez, e sem notar, meu dedo entrava cada vez mais na sua bunda. Quando viu, tinha entrado tudo.

Passei a estoca-la com força, ao mesmo tempo em que fazia meu dedo entrar e quase sair da sua bunda.

– Tá doendo? – perguntei.

Ela respondeu, confusa:

– Tá… Um pouco… Não sei… Tá gostoso!

E assim, confusa e soltando pequenos gritinhos, ela avisou que iria gozar novamente. Acelerei os movimentos
do meu pau e do meu dedo, e praticamente gozamos juntos.

Tirei o dedo de leve, ao mesmo tempo em que caía sobre ela na cama. Meu pau foi saindo de dentro dela, mas ainda podia ouvir sua respiração desacelerando embaixo de mim. Deitei ao seu lado, e ela virou-se me beijando, para logo em seguida completar:

– Eu nunca tinha gozado assim…

Antes que a minha nóia recomeçasse, pensei: “Tu ainda vai dizer isso com meu pau na tua bunda!”.

E ela disse. Mas isso é assunto para outro post.

Promoção Dia dos Namorados

27 maio

Que tal deixar o seu dia dos namorados ainda mais gostoso e surpreender o seu amor com uma noite ainda mais quente? Eu e a Club Prive Sex Shop preparamos uma promoção bem legal pra você esquentar ainda mais o clima dessa data muito especial. É assim, ó:

Basta você colocar essa frase, bem como tá aqui, no twitter: “Eu sigo a @clubprivesex e quero ganhar um kit Dia dos Namorados escolhido pela Nathalia do blog @intimoepessoal. http://kingo.to/DnL”. E, claro, tem que ser seguidor do twitter da Club Prive, que é esse aqui, ó: www.twitter.com/clubprivesex. Pode colocar quantas vezes você quiser, e se for dar RT, tem que ser manual, tá?

Ah, o kit que eu escolhi foi esse aqui:

 

Já imaginaram? Uhmmm… delícia!

Boa sorte pra todo mundo!

PS: Ah, bem que o(a) vencedor(a) podia me enviar um e-mail contando como foi a sua noite com esse presente gostosinho, né? rsrsrs