Tag Archives: porra na boca

Limpando o gozo de outro

9 nov

O Ricardo de vez em quando tem cada idéia! Já fazia um tempo que ele me veio com essa: queria sair comigo para alguma balada e que eu escolhesse um cara e me insinuasse pra ele. E que, com a conquista consumada, que fosse com ele (o Ricardo) até o banheiro e fizesse um boquete. Ele então gozaria na minha boca, e depois ficaria me vendo, escondido num canto, voltar pra balada e beijar o cara. Segundo ele, seria uma penitência pro carinha que fica de olho na mulher dos outros. Como se ele não ficasse. Sacanagem, né?

Eu disse pra ele que não faria isso, não assim, de maneira programada e pra sacanear alguém. Mas fomos fantasiando e aperfeiçoando a idéia. E conversando com um, com outro, reencontrei um ex namorado, aquele que uma vez, a pedido meu, transou com outro cara na minha frente (claro que depois eu me misturei com eles! rsrsrs).

Saímos uma noite para colocar o papo em dia, e em poucos minutos parecia que não tínhamos passado um dia sequer sem nos ver. Relembramos as loucuras que havíamos feito juntos, contamos o que fizemos depois, e nossa química continuava lá, intacta. Me contou que tinha se casado, e que a fantasia dele e da esposa era ela ser a vadia e ele o corninho. Ela transava com outros caras apenas na frente dele, e que depois ele a limpava, a agradava e ainda levava o outro para casa. Mas que agora eles estavam separados, e era muito difícil encontrar alguém cabeça aberta para realizar as fantasias, por mais simples que fossem.

Concordei, e já me insinuando para ele, disse não entender como as mulheres são assim. Imagina, poder transar com quem quiser, e o marido ainda fica te agradando depois? Ele riu, dizendo que eu continuava a mesma. Na saída nos beijamos, um beijo quente, gostoso, pegado, como nos velhos tempos.

No dia seguinte fui pra casa do Ricardo, depois do trabalho, e contei que tinha encontrado com ele, e que tinha ficado com tesão. Comecei a relembrar das coisas que tínhamos feito, que tínhamos conversado, e em voz alta ia contando pra ele, que ouvia tudo me fazendo carinho. Deitada no sofá, com a cabeça no colo dele, falava de cada sensação, cada estocada, cada chupada, enquanto sua mão já entrava pelo meu decote. Senti seu pau endurecendo, mas não dei bola. Suas mãos iam de um seio para o outro, me apertando, me acariciando, e enquanto contava a ele como meu ex gostava de chupar minha buceta, eu a sentia pulsar sozinha, sem toque, ficando cada vez mais melada. Sem agüentar mais me virei, mordendo o pau do Ricardo sobre as calças. Enquanto ele abria o botão e o zíper, mandou eu tirar as roupas, mas eu tive uma outra idéia.

Me ajoelhei entre suas pernas e tateei a mesa de centro atrás de mim, à procura da minha bolsa. Trouxe-a para o sofá e ao mesmo tempo em que enfiei o pau dele na minha boca, enfiei a mão na bolsa para pegar o meu celular. Pausa dramática. Bolsa de mulher é aquilo que vocês sabem, né? Quem disse que eu achava? O Ricardo olhava sem entender nada, mas não se atreveu a perguntar.

Enfim achei. Apertei os botões, enquanto punhetava o Ricardo com a outra mão.

– Oi! É a Nathalia! Tudo bem? – falei.

O Ricardo me olhava incrédulo.

– Que bom… Pode falar agora? Sabe o que é? Ontem fiquei pensando em você. Nas coisas que conversamos… No que você me contou.

Estiquei a língua e lambi a cabeça do pau do Ricardo, que agora começava a entender com quem eu estava falando.

– Então… Eu fiquei pensando… Imaginando… E fiquei curiosa. Quando ela dava pra outro… Você limpava com a língua?

Enfiei o pau na boca, até o fundo, deixando bem babado. Depois tirei e voltei a falar.

– Uhmm… Com a língua! Que delícia. É que eu tô aqui com o meu namorado… É, sim, não, ele não se importa…

Continuei falando sem parar de masturbar o Ricardo.

– E eu tô falando com você e batendo punheta, dando umas chupadas… E, bom, tu sabe, né? Vou acabar me sujando!

Olhei bem nos olhos do Ricardo. Ele parecia não acreditar no que escutava. Se fosse possível, eu poderia dizer que seu pau ficou ainda mais duro.

– Verdade! Escuta só.

Passei a chupar o pau do Ricardo fazendo bastante barulho, com o celular bem pertinho. Tirei a boca.

– Ouviu?

Fiquei em pé e, com o celular na orelha, arranquei as minhas roupas, enquanto o Ricardo arrancava as dele.

– É, eu tinha pensado em sujar só a minha boca. Mas meu namorado é um tarado! Vai querer me sujar mais.

O Ricardo me puxou pra cima dele, já me posicionando para me encaixar no seu pau. Coloquei a cabeça entre meus grandes lábios, e fiquei deslizando-o na entradinha da minha buceta.

– É… Um tarado! Agora tá roçando o pauzão na minha buceta. Doido pra enfiar.

O Ricardo arfava embaixo de mim. Sem esperar mais, colocou as mãos nos meus quadris e me puxou pra baixo, entrando de uma só vez, arrancando um gritinho de mim.

– Aiii! Que delícia. Entrou tudo… De uma só vez… Agora vou ficar toda suja!

Louco de tesão, ele passou a estocar rápido e com força. Eu, conhecendo-o bem, sabia que logo gozaria. Olhei bem nos olhos dele, vendo-o se contorcer sob mim, e falei:

– Ele vai gozar. Vai encher a minha buceta de porra. Isso… Não, eu não vou gozar. Vou sair daqui e me encontrar contigo. Pra você limpar a porra dele. Lambendo a minha buceta. E então eu vou gozar.

Quando terminei de falar isso o Ricardo gemeu alto, me puxou pra baixo, entrando ainda mais, e gozou. Eu joguei o celular de lado e o beijei.

Depois fui para frente, fazendo-o sair de dentro de mim, sentindo a porra escorrendo. Fiquei em pé, e procurando as minhas roupas, disse que precisava ir logo. Ele ficou me olhando, sem saber o que fazer. Sem saber se me impedia ou se me deixava ir, ele ficou assistindo eu me vestir. Até que, de repente, ele me puxa de volta, e arranca o que eu já tinha colocado de roupa. Me jogou no sofá e, entre as minhas pernas, colocou a boca na minha buceta, toda melada com a sua própria porra.

Enfiou dois dedos, depois três, quatro, enquanto chupava meu clitóris. Eu abri as pernas o máximo que pude, facilitando para ele enfiar mais um dedo e a mão inteira. Mas não consegui esperar os nós dos dedos passarem, e com a sua língua chicoteando meu grelo, sua boca com meu mel e a sua porra misturada a me chupar, eu gozei puxando-o pela cabeça, pelos cabelos, pelas orelhas, por qualquer coisa que o fizesse entrar ainda mais em mim.

Enquanto me recompunha, ele trouxe seu rosto até o meu e passou aquela mistura deliciosa na minha boca. Estiquei a língua e lambi sua boca, meu gozo e o seu gozo juntos. E depois perguntei, curiosa, qual a razão de não ter me deixado ir ao encontro do meu ex, para que ele me chupasse até gozar. Ele respondeu:

– Baby, enquanto tu te vestia, peguei teu celular aqui no sofá. E ele tava desligado. Tu não falou com ninguém. Ninguém ia te chupar.

Peguei meu celular e olhei a tela. Desligado. Enquanto eu fingia que falava com meu ex, escutava o apito da bateria acabando. Parece que acabara de vez. Mostrei pro Ricardo, tentando-o religar, sem sucesso.

– Eu estava falando com ele mesmo. E iria até algum lugar pra ele me chupar, sim. – Levei os dedos à minha buceta, e sentindo-os ainda melados, continuei. – Agora não tem mais muito pra ele chupar. Tu vai me chupar mais, ou dou esse resto pra ele?

Ele me chupou mais. E eu chupei ele mais. E teve ainda a minha boca e o meu cuzinho para ser limpo. E só no dia seguinte eu contei pra ele que não tinha falado com ninguém no telefone. Ele deu risada, e disse que quer que eu fale na próxima vez, de verdade.

Veremos!

Presente de dia dos namorados – Parte III

30 jun

Leia a primeira parte clicando AQUI.

Leia a segunda parte clicando AQUI.

Fiquei de joelhos na cama, ao lado dela. Com a ponta dos dedos toquei sua buceta molhada. Ela se empinou ainda mais. Passei os dedos nos grandes lábios, depois enfiei um dentro dela. O Ricardo, ao mesmo tempo em que gostava, se masturbava impaciente, louco que estava pra enfiar o pau nela. Resolvi fazê-lo esperar. rsrsrs

Brinquei com meus dedos, correndo-os por toda a extensão dos lábios, entrando, saindo, fazendo um pouco de pressão e depois apenas carinho. Ela gemia baixinho, enquanto eu girava a ponta dos dedos no seu clitóris. Depois abria bem a sua buceta, mostrando pro Ricardo, dizendo que logo ele estaria lá dentro, enquanto ele se masturbava e gemia, dizendo não agüentar mais. Levei então a mão até ele. Acariciei seu saco, e segurando seu pau pela base, guiei até a buceta dela.

Fiz ele deslizar entre os lábios, deixando-o ainda mais louco, para só então começar a colocá-lo dentro dela. Fui enfiando devagar, abrindo-a para ele, que lá pelas tantas não quis mais saber da minha ajuda e se enfiou todo de uma só vez. Começou a fudê-la com força, gemendo e grunhindo, louco de tesão. Ela levantava mais a bunda e mexia, de um lado para o outro, enquanto ele entrava e saía, criando um movimento delicioso, um para cada lado.

Engatinhei em direção à ela, que ao me ver ao seu lado, procurou a minha boca para um beijo. Nossos lábios se tocaram e sua língua passou a explorar a minha boca, entrelaçando-se com a minha. Ela me beijava ao mesmo tempo em que gemia abafado a cada estocada que o Ricardo dava.

Os dois transavam em um ritmo louco, delicioso, e ela olhou pros meus seios, depois nos meus olhos e colocou a língua para fora, dando a entender que queria lambê-los. Não precisávamos de palavras. Juntei meus seios com as mãos espalmadas, segurando-os por baixo, e levei até a sua boca. Que delícia o toque da sua língua! Ela lambia sem parar, envolvendo meus mamilos com a língua e os lábios. O Ricardo às vezes dava uma seqüência de estocadas rápidas e fortes, e quando ele fazia isso ela sugava meus seios mais forte. E quando ele diminuía o ritmo, ela me lambia devagar.

Deitei-me na cama, me enfiando um pouco por baixo dela, para também abocanhar seus seios. Agora uma chupava os seios da outra, com a diferença que, ela em cima de mim, fazia o que queria com aqueles seios deliciosos no meu rosto. Roçava-os pelo meu rosto, tentava colocá-los o máximo que podia na minha boca, e até tirava-os de mim de vez em quando. Nossos gemidos se faziam ouvir até na portaria do motel.

Da posição que estávamos até “escorregarmos” para um 69 foi apenas uma questão de tempo. Acho até que fui eu quem tomou a iniciativa! rsrsrs Fui indo mais para baixo, beijando sua barriga, mordiscando, até estar frente a frente com o pau do Ricardo entrando dentro dela. Passei a lamber sua buceta e o pau do Ricardo, que entrava e saía sem parar. Às vezes me detia no clitóris, em outras no saco do Ricardo. Ela, por sua vez, enfiava fundo a língua dentro de mim. A sensação que eu tinha era que estávamos todos gozando, de tão grande que era a onda de prazer que tomava conta da gente.

De fato não agüentamos muito tempo, pelo menos eu e ela. Ela se arrebitou toda, e com os dentes cerrados anunciou seu gozo. Estiquei a língua, tocando apenas a pontinha no seu grelinho, e pude senti-la tremendo, vibrando, difícil de explicar. Os gemidos se tornaram bem altos, ela levantou bem a cabeça, como fazem os lobos para uivar, e depois de alguns segundos assim, mergulhou o rosto na minha buceta. “Prendeu” meu clitóris entre os lábios, e passou a chupá-lo como se fosse um pau. Não agüentei nem um minuto. Explodi em um gozo delicioso, cravando as unhas nas coxas do Ricardo, enquanto ela roçava a buceta no meu rosto.

O Ricardo, que ainda não gozara, saiu de dentro dela e ficou ali nos olhando, ela caída sobre mim, as duas imóveis tentando voltar ao normal. Sentou-se no sofá, o pau bem duro, arrancou a camisinha e fez um barulho que se faz pra chamar cachorro. Inconscientemente, as duas cadelas olharam! rsrsrs Ele riu, divertido, dizendo que assim a gente se entrega. Apontou pro pau dele, e disse: “venham!”.

Nós fomos. As duas engatinhando, lado a lado, até chegarmos entre as suas pernas. Uma de cada lado, abocanhamos o seu pau. Nossos lábios se tocavam, deslizando da base até a cabeça, onde dávamos um beijo de língua as duas, mas com o pau dele no meio. Depois uma chupava a cabeça, enquanto a outra lambia o saco. Ela foi descendo, descendo, e passou a lamber a sua bunda, enquanto eu me deliciava na cabeça. Ele gemia de olhos fechados, e eu sabia que ele se segurava do jeito que podia para não gozar.

Mas não adiantou muito. Quando voltamos a deslizar nossas bocas juntas no seu pau, ele cerrou os punhos e contraiu os músculos das pernas, nós duas levamos a boca até a cabeça e passamos a chupar a lamber, enquanto sua porra jorrava nos nossos lábios.

Nos beijamos os três, misturando nossos gostos e fluídos. Depois ficamos ali um tempo, fumando e conversando. Ela nos contou sobre ela, suas coisas, seus gostos, sua vida. Além de muito bonita, era também muito querida e inteligente. Depois pediu licença, dizendo que iria tomar um banho e que precisava ir embora. O Ricardo foi para a cama, e eu fui pegar o dinheiro para pagá-la, na minha bolsa. Entrei no banheiro e deixei sobre a bancada, enquanto ela tomava banho. Dei uma última olhada naquele corpão, com aquela inveja boa, e voltei para o quarto.

Quando ela saiu do banheiro, eu estava deitada de bruços, com as pernas abertas, e o Ricardo enfiava a língua na minha bunda, já com três dedos cravados dentro da minha buceta. Ela olhou, largou a toalha, guardou o dinheiro na bolsa, se aproximou e disse: “Desliguei o taxímetro. Agora quero me divertir!”. Deu uma risada e juntou-se a nós na cama.

Acho que o Ricardo gostou do presente de dia dos namorados. Vocês não acham?

Recompensa

10 fev

Ontem dormi na casa do Ricardo. Fomos ao cinema, depois um jantar leve, e lá pela meia noite estávamos na casa dele. Eu tinha passado um dia estressante no trabalho, e estava realmente muito cansada. Tão logo entramos na sala, ele me pegou no colo e delicadamente me colocou na poltrona. Pegou uma taça de vinho gelado para mim, e disse que me faria relaxar. Argumentei que estava cansada e sem forças para nada, e ele me disse que não havia problema. Bastaria aproveitar e relaxar. Beijou a minha boca, meu pescoço e tocou de leve com a língua nos meus seios. Fiquei excitada na hora, e tentei puxá-lo para mim, mas ele afastou as minhas mãos e reiterou: “bebe o teu vinho e relaxa”. Tá bom…

Beijou minhas pernas, acariciando-as e me provocando arrepios. Tirou lentamente a minha calcinha, colocou minhas pernas sobre os ombros e levou a boca à minha buceta. Passou a lambê-la de leve, correndo a língua de cima para baixo, me deixando molhada da sua saliva e do meu prazer. Já acesa, pedi que fossemos para o quarto. Ele nem me deu bola. Com calma e carinho, continuou me lambendo e me chupando. Eu já desejava mais, mas ele estava determinado a fazer as coisas do jeito dele.

Não sei quanto tempo durou, mas foi uma eternidade. Meu prazer só aumentava, e o orgasmo ia e vinha, mas me conhecendo como ele me conhece, sabia parar ou diminuir o ritmo na hora certa. Soltei meu corpo e me deixei levar. As carícias eram ao mesmo tempo excitantes e relaxantes, talvez pela calma e ritmo que ele as fazia.

Bastante tempo depois eu gozei, um orgasmo demorado, contínuo, que me fez tremer dos pés à cabeça. E cansada que estava, não me lembro mais de muita coisa… Só dele me levando pro quarto, no colo, e me colocando na cama. Um torpor de prazer e cansaço me levou ao sono profundo.

Hoje de manhã acordei cedo, mais cedo que o comum, e bem disposta. Levantei, tomei um belo banho, e voltei para o quarto a fim de acordá-lo. Os lençóis haviam caído, e ele estava nu, de barriga pra cima na cama, ainda dormindo. Era a hora de recompensá-lo.

Com as pernas entreabertas, seu pau em “meia bomba” caía sobre o saco. Ajoelhei-me na cama com cuidado, para não acordá-lo, e comecei a lambê-lo. Deslizava minha língua em toda a sua extensão, detendo-me na cabeça. Senti-o ir endurecendo, até ficar totalmente ereto.

Deslizei-o para dentro da minha boca, e quando olhei para cima, vi que ele me olhava incrédulo, com aquela cara de quem está acordando e não sabe o que está acontecendo. Mesmo com o pau dentro da boca, sorri. Segurei-o na base, a ponta dos dedos tocando as bolas, e continuei chupando. Ele passou a se contorcer e gemer, e eu continuei até que ele gozasse na minha boca.

Satisfeita, engoli tudinho. Tinha o gosto da recompensa. Depois da noite passada, ele merecia, e muito.