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Nossas fotos eróticas – Parte II

22 out

Ele me afastou do seu pau,  pois daquele jeito não tardaria a gozar. Nem precisei perguntar se tinha sido  aprovada: ele me puxou pelos cabelos, fazendo-me ficar em pé na sua frente. “Batom  todo borrado, bem coisa de puta fuleira…”, ele falou, e passou a fotografar  meu rosto.

Fiz biquinho, passei a língua, enfiei o dedo na boca, estava  adorando aquilo! Com os dedos bem babados levantei minha blusa e passei a tocar
meus mamilos durinhos. Ele não perdia um click. Eu prendia-os no meio dos  dedos, beliscava, e ele adorava. Quando coloquei a mão por baixo e estiquei a  minha língua para lambê-los, aposto que ele teve vontade de jogar a câmera longe  e partir para cima de mim. Mas ele se aguentou.

“Vamos para o quarto.”, ele  convidou, ou ordenou, sei lá. Só sei que eu fui na frente, e ele mal podia  esperar o que eu ainda faria naquela noite!

Quando ele entrou e viu todos  os meus brinquedinhos sobre a cama, sorriu e disse: “Uhmm… Arsenal completo?  Já vi que vai me custar caro essa noite!”. Peguei um vibrador grande, em  formato de pênis, e acariciando-o respondi: “Até agora não custou nada. E você  pode desistir. Eu ficarei bem acompanhada…”. Ele riu. “É? Me mostra como  seria…”. Então tá, se ele queria espetáculo, teria um show completo!  Sentei-me na beirada da cama e fiz minha saia escorregar para cima. Levei o  vibrador à boca e comecei a lamber a cabeça como se fosse um pau de verdade. De
olhos fechados, ouvia os cliques da máquina enquanto tentava dar rosto e corpo,  na minha imaginação, para o dono daquele pau. Enfiei-o na boca, deixando o  máximo de saliva que podia, e então joguei o corpo para trás, encostando as  costas na cama, e coloquei os saltos das botas na beirada da cama, abrindo ao  máximo minhas pernas. Posicionei o vibrador na entrada da minha buceta, e  fazendo sinal com o dedo indicador, pedi que ele se aproximasse. “Olha de  perto…”, sussurrei, na verdade querendo que ele fotografasse aquilo tudo  entrando dentro de mim. Ele se pôs de joelhos no chão, e não perdeu um detalhe  daquele cacetão desaparecendo na minha buceta. Liguei o vibro, e com ele todo  dentro de mim, forcei movimentos circulares, o que me levou ao delírio. Sentia  meu mel escorrendo, melando minha bunda, minha meia calça rasgada, minha cama.

Com a mão livre tateei a cama sobre a minha cabeça, procurando outro acessório que queria usar: um plug  anal. Encontrei-o e estiquei a mão em sua direção, pedindo: “Coloca pra mim?”.  Não precisei pedir duas vezes: ele foi enfiando devagar na minha bunda. Que  delícia! Me sentia preenchida, arrombada e delirando de tesão. Passei a colocar  e tirar o pau de borracha de dentro de mim, olhando nos olhos dele através da câmera.  O pau dele parecia que ia explodir, de tão duro, e eu queria sentí-lo também. “Vem  aqui… Deixar eu te bater uma punheta… É de graça!”, falei. Ele ajoelhou-se  ao meu lado, e eu comecei a masturbá-lo de leve, apertando bem seu pau. De vez  em quando largava o pau e acariciava suas bolas, sua bunda. Depois voltava e  batia punheta mais rápido, fazendo-o se contorcer dentro de mim. A essa altura  já não tinha coordenação para mexer as duas mãos, a do vibrador e a do seu pau,  então fechei as pernas, prendendo o vibrador dentro de mim. Ele não se conteve  e veio sobre mim, passando uma perna para o outro lado do meu corpo, e encaixou  seu pau duro entre meus seios. Apertei um contra o outro, e ele começou a  deslizá-lo. Eu estiquei a língua, e cada vez que o pau subia na direção do meu  rosto, eu lambia aquela cabeça dura e melada. Assim como eu, ele estava  transtornado de tesão: gemia, beliscava meus seios e me xingava de puta, vagabunda,  safada, me dizia que eu só sossegava assim, metida no cu e na buceta. Eu dizia  que sim, e que queria mais, e ele me xingava mais, me dava tapas no rosto,  dizia que eu não valia nada. Não aguentei mais e gozei, forçando as pernas uma  contra a outra, sentindo o vibrador pulsar dentro de mim, e bem na hora,
enfiando o pau dele o máximo que deu dentro da minha boca. Meu corpo tremeu  inteiro, senti o ar quase faltar, e tive um dos orgasmos mais intensos da minha vida.

Não tive forças para  protestar quando ele saiu de cima de mim, queria fazê-lo gozar na minha boca,  no meu rosto… Mas pelo visto ele tinha outras idéias: tirou o vibrador da  minha buceta, e me avisou: “O plug tu deixa…”. Ele desapareceu da minha  visão, por cima de mim, e logo reapareceu balançando minhas algemas entre os  dedos: “Vira de costas, vadia!”.

Claro que eu obedeci, né?

CONTINUA…

Calcinha vibratória, presente Sexy Hot!

27 jan

No final do ano tive uma grata surpresa! O Sexy Hot me convidou para testar um dos produtos da sua sex shop. Honrada e lisonjeada, logo entrei no site para escolher com qual deles eu faria o test drive.

Confesso que eu não sabia que o canal tinha uma sex shop, e quando entrei no site, descobri que eles têm muito mais. Tem contos eróticos, tem um blog bem interessante, muitas fotos e vídeos.

Mas animada que estava com a possibilidade de escolher um produto, me detive na loja. Oh, dúvida cruel! Tanta coisa legal, minha imaginação já a mil por hora, queria quase tudo! 55 minutos depois, enfim escolhi: uma calcinha vibratória!

 Como recebi o envelope (lacrado e discreto, of course) apenas dois dias antes de sairmos de férias, não tive dúvidas: coloquei-o na mala e levei na viagem. Mas acabei não tendo a oportunidade de usá-la, infelizmente.

Já de volta ao Brasil, na primeira semana mesmo liguei pro Ricardo, para combinar de sairmos pra jantar. Saí do trabalho, passei em casa, tomei um banho demorado, coloquei um vestidinho solto e a calcinha. Fomos ao meu sushi preferido, e lá pela segunda ou terceira taça de champanhe fui ao banheiro e acionei o vibrador.

Não senti nada. N-A-D-A! Que raiva! Fui ao banheiro de novo, ajeitei, reposicionei, e voltei para  a mesa. Mais um copo de champanhe e então finalmente senti algo: desconforto. Obviamente a minha decepção se fez notar.

O Ricardo, que até então não sabia que eu estava usando a calcinha, me olhava curioso, me vendo murchar em decepção. Contei pra ele que estava com a calcinha, que era uma surpresa pra ele, e que a minha intenção era gozar segurando os hashis, sem ele entender o porque! rs

Voltei pra casa desanimada, nem tive mais vontade de esticar a noite. Uma pena. Deixei de lado a calcinha vibratória.

Mas na semana passada eu estava sozinha em casa. As crianças na praia, o Ricardo fazendo sei lá o que, e eu ali embaixo do ar condicionado, apenas de roupão e lendo um livro. E de repente lembrei novamente da calcinha. Tá bom, tá bom… Não foi tão de repente assim. Eu tinha deixado o livro de lado um pouco e liguei a tv, acabei indo parar nos canais pornôs, tava lá o Sexy Hot, e eu lembrei da calcinha. Sim, eu vejo canais pornôs. #prontofalei.

Fui até o armário, peguei a calcinha, vesti, deitei na cama e tirei do canal pornô. Não queria ficar excitada pelo que via, e sim pelo que sentia, se é que dessa vez eu sentiria alguma coisa. Voltei ao livro, com o vibrador já funcionando.

Duas páginas depois, uma sensação gostosa começou a tomar conta do meu corpo. Não sei explicar, não parecia tesão, parecia mais aquela sensação que dá depois que a gente sai de uma banheira de hidro, sabe? Uma leveza e uma moleza, sei lá! Não consegui mais me concentrar na leitura. O torpor foi aumentando, uma coisa cada vez mais gostosa emanava do meio das minhas pernas. Uma delícia!

Pressionei uma perna contra a outra, sentindo meus mamilos cada vez mais durinhos. Sem ao menos perceber, já estava tocando-os com as pontas dos dedos. Apertei mais as pernas, e a vontade que eu tinha era de enfiar a calcinha com o bendito vibrador dentro de mim. Peguei meus seios por baixo, com a mão em concha e lambi, primeiro um, depois o outro, quando o gozo começou.

E beliscando meus próprios seios, a boca aberta soltando gemidos sussurrados, gozei gostoso, sem ao menos tocar a minha buceta.

Já com o vibro desligado, mas ainda jogada na cama, agora de pernas abertas e sentindo meu corpo flutuar, eu pensei: obrigada, Sexy Hot!

Presente de dia dos namorados – Parte II

22 jun



Leia a primeira parte clicando AQUI.

Ajeitei-me melhor na cama para assistir ao show erótico particular que eu mesma tinha bolado. Os dois nus, se beijando e começando a se acariciar, de cara fez meu tesão ir às alturas. As mãos do Ricardo desciam pelas costas dela, e eu podia senti-las no meu corpo. Ele acariciou a sua bunda, e ela arrebitou-a mais, se oferecendo à ele. E desceu uma mão pelo seu peito, até chegar no pau. Passou a acariciá-lo com maestria, e eu pude vê-lo crescendo entre seus dedos. O Ricardo afastou-se um pouco para trás, dando maior mobilidade ao movimento de mão dela, e então olhou os seios lindos que ela tinha. Levou as duas mãos à eles e passou a tocá-los de leve, com adoração. Espalmava-os com carinho, e deixava escorregar as mãos para ter os mamilos na ponta dos dedos, enquanto ela não para de acariciar o seu pau. Ele não se conteve e baixou um pouco os ombros, levando sua boca de encontro aos seios dela.

Ele lambia e chupava de olhos fechados, louco de tesão, enquanto ela se contorcia para continuar tocando em seu pau, que a essa altura, estava duríssimo. Eu via a língua dele duelando com os mamilos durinhos, para depois colocá-los entre os lábios e chupá-los, ora com carinho, ora com sofreguidão. Levei meus dedos até os meus mamilos, que se não estavam tão durinhos quanto os dela, estavam quase, e uma onda de tesão percorreu meu corpo quando apertei, primeiro o esquerdo, depois o direito.

Se eu já estava com tesão antes, imagina agora! Decidi parar de me tocar, queria prolongar meu prazer e excitação. Acendi um cigarro, enquanto o Ricardo colocava a menina no sofá, e no chão entre as suas pernas, com a boca subindo entre suas coxas, se preparava para lamber a sua buceta. Ela abriu bem as pernas, e com a cabeça jogada para trás, começou a receber o toque daquela língua deliciosa. Eu não enxergava, mas imaginava: a língua percorrendo os grandes lábios, abrindo-os, para achar o clitóris. Lambendo-o em movimentos circulares, até deixá-lo bem durinho, fugindo de vez em quando pra entrar o mais fundo que consegue dentro da buceta. Uma sessão de estocadas com a língua, para depois voltar ao clitóris. Chupando-o, tentando prendê-lo entre os lábios, para chupá-lo como o bico de um seio. Não agüentei e levei a mão para o meio das minhas pernas, enquanto o cigarro queimava praticamente sozinho na outra mão.

Com meu dedo médio eu tentava fazer o movimento que imaginava que ele estava fazendo nela. Meu grelo durinho pedia meu toque, o toque dele, e até o toque dela. Meu tesão chegava nas alturas, e quando ela começou a gemer no sofá, eu comecei a gemer na cama. Apertei uma coxa contra a outra, com a minha mão entre elas. E ali, bem pertinho de mim, ela abriu bem as pernas, segundo os pés, e pelo movimento da cabeça do Ricardo, tive certeza: ele estava fudendo a buceta dela com a língua. Tive que tirar a mão, fechar os olhos para não ver, e tentar pensar em outra coisa, ou então iria gozar naquele momento.

Dei as últimas tragadas no cigarro, e apaguei no cinzeiro ao lado da cama. Ela gemia mais alto, perguntando como ele tinha aprendido a fazer isso. Estava difícil me segurar, e ficou mais ainda quando ele saiu do meio das pernas dela, nu e com o pau duro, e veio até a cama. Ela baixou as pernas e ficou nos olhando. Ele catou uma camisinha nos pés da cama e jogou pra mim. Me olhou com olhos de lince, uma cara de safado, e disse: “coloca pra mim”. Entendi o recado.

Abri a embalagem com os dentes, e fui pra beirada da cama. Lambi e babei bem seu pau duro, posicionei a camisinha na cabeça, e coloquei-a com a boca. A mulher fez um som de espanto, enquanto meus lábios deslizavam até a base, levando junto com meus dedos a camisinha. Ele abaixou-se e me beijou, deixando na minha boca o gosto da buceta dela. E com a mão fez um gesto para que ela se aproximasse.

Ela veio com um andar leve, praticamente flutuando pelo quarto. Sua beleza ainda me impressionava, e tenho certeza que ao Ricardo também. Juntou-se a nós na cama, e o Ricardo puxou-a para si, beijando-a bem ali na minha frente. Ela pegou no seu pau, e ele esticou a mão para mim, arrancando a minha calcinha, enfiando seus dedos na minha buceta melada. Eu fiquei ali deitada, e os dois praticamente sobre mim, trocando beijos cheios de tesão, enquanto o Ricardo enfiava e tirava os dedos de dentro de mim. Ela tocou meus seios, de leve, com carinho, me acariciando com ternura, e então eu não agüentei. Passei a gemer mais alto, e o Ricardo, sabendo que eu iria gozar, aumentou o vai e vem dos dedos, enfiando com força, me abrindo, me alargando. E assim eu gozei, tremendo meu corpo inteiro, arfando, me revirando na cama.

Sem dar um tempo para que eu me recuperasse, o Ricardo mandou que ela ficasse de quatro. Ela o fez, levantando bem a bunda, oferecendo-se toda para ele. Ele se posicionou atrás dela, olhou pra mim, sorriu, e mandou:

– Vem aqui. Enfia meu pau na buceta dela.

CONTINUA…

Ai, ai, ai…

15 mar

Sabe quando você se transa, transa, transa, e parece que nunca tem fim? Dá cada vez mais e mais vontade, e você vai fazendo mais, diferente, para, recomeça? Pois é…

Passei a tarde toda de sábado assim:

Em breve, contaremos!

Recompensa

10 fev

Ontem dormi na casa do Ricardo. Fomos ao cinema, depois um jantar leve, e lá pela meia noite estávamos na casa dele. Eu tinha passado um dia estressante no trabalho, e estava realmente muito cansada. Tão logo entramos na sala, ele me pegou no colo e delicadamente me colocou na poltrona. Pegou uma taça de vinho gelado para mim, e disse que me faria relaxar. Argumentei que estava cansada e sem forças para nada, e ele me disse que não havia problema. Bastaria aproveitar e relaxar. Beijou a minha boca, meu pescoço e tocou de leve com a língua nos meus seios. Fiquei excitada na hora, e tentei puxá-lo para mim, mas ele afastou as minhas mãos e reiterou: “bebe o teu vinho e relaxa”. Tá bom…

Beijou minhas pernas, acariciando-as e me provocando arrepios. Tirou lentamente a minha calcinha, colocou minhas pernas sobre os ombros e levou a boca à minha buceta. Passou a lambê-la de leve, correndo a língua de cima para baixo, me deixando molhada da sua saliva e do meu prazer. Já acesa, pedi que fossemos para o quarto. Ele nem me deu bola. Com calma e carinho, continuou me lambendo e me chupando. Eu já desejava mais, mas ele estava determinado a fazer as coisas do jeito dele.

Não sei quanto tempo durou, mas foi uma eternidade. Meu prazer só aumentava, e o orgasmo ia e vinha, mas me conhecendo como ele me conhece, sabia parar ou diminuir o ritmo na hora certa. Soltei meu corpo e me deixei levar. As carícias eram ao mesmo tempo excitantes e relaxantes, talvez pela calma e ritmo que ele as fazia.

Bastante tempo depois eu gozei, um orgasmo demorado, contínuo, que me fez tremer dos pés à cabeça. E cansada que estava, não me lembro mais de muita coisa… Só dele me levando pro quarto, no colo, e me colocando na cama. Um torpor de prazer e cansaço me levou ao sono profundo.

Hoje de manhã acordei cedo, mais cedo que o comum, e bem disposta. Levantei, tomei um belo banho, e voltei para o quarto a fim de acordá-lo. Os lençóis haviam caído, e ele estava nu, de barriga pra cima na cama, ainda dormindo. Era a hora de recompensá-lo.

Com as pernas entreabertas, seu pau em “meia bomba” caía sobre o saco. Ajoelhei-me na cama com cuidado, para não acordá-lo, e comecei a lambê-lo. Deslizava minha língua em toda a sua extensão, detendo-me na cabeça. Senti-o ir endurecendo, até ficar totalmente ereto.

Deslizei-o para dentro da minha boca, e quando olhei para cima, vi que ele me olhava incrédulo, com aquela cara de quem está acordando e não sabe o que está acontecendo. Mesmo com o pau dentro da boca, sorri. Segurei-o na base, a ponta dos dedos tocando as bolas, e continuei chupando. Ele passou a se contorcer e gemer, e eu continuei até que ele gozasse na minha boca.

Satisfeita, engoli tudinho. Tinha o gosto da recompensa. Depois da noite passada, ele merecia, e muito.

Até onde a língua alcança

5 jan

Se tem uma coisa que o Ricardo adora, é ver eu me tocando. E, desde a nossa primeira vez, o que o deixa maluco é ver eu lamber meus próprios seios. Não sei dizer o porque, mas ele perde a razão.

Começou uma vez em que ele estava sobre mim, o pau encaixado bem no fundo, e eu tentando me remexer por baixo. Já disse pra vocês que não fico quieta nunca, né? Mesmo por baixo, ou prensada contra a parede, algemada ou amarrada, eu preciso me mexer e sentir mais e melhor o pau dentro de mim. Segurei meus seios com as duas mãos, apertando um contra o outro, e pedi que ele chupasse. Eu tenho uma sensibilidade apuradíssima nos mamilos, e vou à loucura quando alguém me toca nos seios.

Eu juntei o máximo que pude os dois, oferecendo-os cada vez mais ao toque dos seus lábios, da sua língua… E, já doida de prazer, estiquei a minha língua e toquei o rosto dele. Ele olhou pra cima e me beijou, fazendo a ponta da sua língua “duelar” com a minha. E então pediu, forçando a minha cabeça mais pra baixo: “me ajuda a tocar?”.

Minha língua e a dele ora se tocavam, ora tocavam meus mamilos. Eu os sentia cada vez mais intumescidos, durinhos, grandes. O pau dele remexia dentro de mim, e eu queria que entrasse mais, que entrasse tudo que pudesse, seu pau, seu saco, ele todo…

O Ricardo então levantou o corpo, ficando de joelhos na cama, e me puxou ainda mais ao seu encontro. Passou a me foder com força, me alargando e me olhando. E eu não parei de me tocar. Minha língua esticada ora tocava o mamilo direito, ora o esquerdo.

Gozamos juntos, urrando de prazer.

Desse dia em diante, toda vez que me toco pra ele, ou me masturbo sozinha, lambo os meus próprios seios.

A loirinha da academia – III

19 nov

Os potes de sorvete acabaram rapidamente, e pelo visto nossa ausência não tinha sido notada. Sentado à mesa, terminando meu sorvete de morango e creme, eu observava a Melissa. Conversando com as meninas, parecia ainda mais jovem e bonita. Sorria e gesticulava, e eu lembrava das suas pernas pressionando a minha mão, querendo que ela ficasse entre elas. Ela levava a mão ao peito, uma expressão de surpresa no rosto, e eu pensava naqueles seios na minha boca. Nem dava pra acreditar.

Quando o assunto virou “quanto tu puxa de ferro?” e “eu corro vinte mil km antes de ir malhar”, eu fui novamente ao terraço fumar um cigarro. Menos de um minuto depois a Melissa veio atrás de mim. Parou ao meu lado no parapeito, olhando a cidade desaparecer no horizonte, me disse: “parece que a função vai longe…”. Olhei lá pra dentro. Alguém trocara o CD que tocava antes pra um de funk. Algumas pessoas, já com bastante álcool na cabeça, ameaçavam fazer performances. Confesso que me desanimei. “Vai mesmo”, respondi, sem esperanças.

Mas a Melissa era decidida. “Me espera no meu quarto?”, ela pediu ronronando. “Mas e o povo?”, perguntei, querendo mais que o povo se fodesse. “Deixei a Marcinha cuidando de tudo…”, ela falou e sorriu, e completou: “eu não demoro, tá?”. Me deu um selinho na boca, e se foi. Terminei meu cigarro, e olhei pro céu. O tempo tinha limpado. Algumas estrelas já podiam ser vistas, e as nuvens estavam indo embora carregadas pelo vento. Lembro de ter pensado: alguém aí em cima gosta de mim!

Eu entrei no quarto e ela logo entrou atrás. E cheia de iniciativa. Veio logo me beijando e tirando a minha camiseta. Arranhou meu peito, beijou meu pescoço e lambeu meus mamilos, enquanto eu passava os dedos entre seus cabelos. Me livrei das calças e ela se encarregou de baixar a minha cueca, para em seguida tocar meu pau. Passou a mão no meu saco, na base, e na cabeça. Mexeu a mão devagar, e foi caindo de joelhos à minha frente. Lambeu a ponta do meu pau, e olhou pra cima, direto nos meus olhos. Sem parar de me olhar, foi enfiando tudo na boca. Aqueles olhos verdes me desafiavam a não despejar todo o tesão acumulado da noite em alguns segundos. Não sei como, mas consegui me segurar e aproveitar a sua língua de veludo.

Puxei-a pra cima, e enquanto a beijava, arranquei as suas roupas. Mandei que ficasse de quatro, na beirada da cama. Olhei aquele corpo bronzeado, a bunda com a marquinha do biquíni. Me posicionei atrás dela, e abri mais as suas pernas. Passei a língua nos grandes lábios, e ela automaticamente se abriu mais pra mim. Lambi o clitóris, ouvindo ela gemer com o rosto abafado no travesseiro. Enfiei a língua o máximo que pude dentro dela, e fiz movimentos de vai e vem. Ela rebolava de leve, mexia os quadris pra frente e pra trás, e de vez em quando me olhava sob o próprio corpo.

Fiquei um tempão lambendo, chupando e de vez em quando enfiando os dedos dentro dela. Até que ela levantou a cabeça, olhou pra trás e pediu: “pelo amor de Deus, me come!”. Tateei minhas calças jogadas no chão, à procura da minha carteira. Tirei uma camisinha e rapidamente coloquei no meu pau. Encostei a cabeça na entrada da sua buceta e falei: “fode ele”. Ela veio pra trás, de início um pouco rápido demais, entrou até a metade de uma vez só e ela gritou. Mas logo foi vindo mais e mais, até encostar meus pelos na sua bunda. Passei a estocar de leve, às vezes mexendo um pouco de lado. Ela passou a gemer sem parar, e eu fui aumentado a intensidade. Lá em cima o som rolava solto, e eu mandei ela rebolar ao som da música. Com meu pau cravado dentro dela, olhando aquela bunda mexendo ritmada, pela primeira vez na vida gostei do funk carioca.

Ela olhou pra trás sorrindo, e eu meti fundo e com força, vendo o sorriso se transformar em expressão de dor misturada com prazer. Entre gemidos e suspiros ela pediu: “isso, me rasga…”. Mas nesse ritmo eu não agüentaria muito tempo, então parei. Tirei o pau de dentro dela, virei-a de barriga pra cima da cama e passei a beijar seu corpo. As coxas, a barriga, os seios. Sua pele arrepiada me dava ainda mais vontade de passar a língua em toda ela. Ela me puxou pra cima dela, beijando minha boca e abrindo as pernas. “Não para”, ela pediu, tentando encaixar a buceta no meu pau. Enfiei de novo, e passei a ditar o ritmo da nossa trepada. Metia rápido e fundo, e depois brincava com a cabeça do pau no grelinho e na entrada da sua buceta. Ela protestava e pedia que eu enfiasse, puxando meu corpo contra o seu. Dizia que estava quase gozando, pedia que gozasse junto com ela, e então eu parava todo e qualquer movimento. Ela protestava, me xingava, mas passava a gemer novamente quando eu voltava a mexer.

Mas também estava difícil pra mim segurar meu gozo, e então acabei cedendo. Levantei o tronco, de joelhos na cama, e puxei-a ainda mais pra mim. Enfiei forte, enquanto acariciava seus seios e enfiava um dedo na sua boca. Até que, com aqueles olhos verdes ora me olhando, ora se revirando, gozamos praticamente juntos. Ela tremendo sob mim, e eu enchendo a camisinha de porra.

Deitamos lado a lado na cama apertada de solteiro, os corpos suados e parcialmente saciados. Sua respiração foi se acalmando, e ela virou-se pra mim. Beijou a minha boca, lambeu o suor do meu peito e desceu a mão pro meu pau. Ela queria mais…