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Nem todo dia é igual – Parte III

3 out

Leia a primeira parte clicando AQUI.

Leia a segunda parte clicando AQUI.

Passaram-se 5 minutos e nada da Rainha voltar pra mesa. Comecei a ficar preocupado. Quando pensei em voltar no banheiro para procurá-la, ela reaparece. Nem parecia a mesma que tinha se acabado nos meus dedos: parecia distante, resignada, arrependida. Eu havia pedido mais dois chopes, e ela pegou o dela e bebeu de uma só vez. E então finalmente me olhou. Tentei decifrar aquele olhar.

– Eu preciso ir embora. – me falou, baixando os olhos.

– Tá tudo bem? – perguntei, tocando a sua mão.

Ela afastou, delicadamente.

– Sim, sim… – respondeu confusa – Mas já está tarde e…

Eu sabia o que ela devia estar pensando. Sabia que não era a hora de forçar nenhuma situação, se quisesse continuar a nossa história. Então nem deixei ela terminar de falar.

– Renata, tudo bem. Relaxa. Eu entendo. Vai, e amanhã a gente se fala.

Ela me olhou, aliviada.

– Não quero que tu pense… – começou a falar, e cortei ela de novo:

– Não tô pensando nada, relaxa. Eu te entendo. Sério. Pode ir.

Ela abriu a bolsa e tirou a carteira. Eu tirei a carteira da mão dela e joguei dentro da bolsa.

– Renata, vai.

Ela sorriu. Me deu um selinho rápido. Levantou-se e antes de partir falou:

– Tu não existe, Ricardo!

Fiquei ali, olhando ela ir embora, curtindo o seu balanço e terminando o meu chopp. Até as minhas bolas me lembrarem que eu não tinha gozado, e que isso agora era uma necessidade.

Chamei o garçom e pedi a conta. Paguei o que havíamos consumido, deixando uma boa gorjeta para o rapaz. Já na calçada, acendi um cigarro e fui caminhando em direção ao carro. Pouca gente nos bares, mas o que lá estavam pareciam animados. Vi uma mesa com quatro ou cinco garotas, que bebiam e riam alto. Em outra um casal brigava, e pelo ar de acusação da moça quase pude adivinhar o motivo: o carinha havia perdido o olhar na mesa das meninas. Os bares mudavam, os personagens mudavam, mas as pessoas têm hábitos e vidas muito parecidos.

Sentei no banco do motorista e o desconforto se fez piorar. Quem é homem sabe do que estou falando. Ficar muito excitado e não poder gozar deveria ser crime inafiançável. Dando partida no carro, o que eu mais queria era chegar em casa. Fiz o percurso em tempo recorde, descumprindo grande parte das leis de trânsito. Já no elevador, recebo uma mensagem no celular: “desculpe sair desse jeito. fiquei envergonhada e confusa. espero que não pense mal de mim. bjs rê”. Abri a porta e logo deixei de lado as chaves, carteira e celular. Me joguei no sofá da sala, abrindo as calças e liberando meu pau da cueca. De olhos fechados, com a imagem da Rainha mordendo a mão para não gemer alto enquanto meus dedos entravam e saiam de dentro dela, senti meu pau endurecendo ao toque da minha mão direita. E pensando naqueles seios deliciosos na minha boca, roçando no meu rosto, bati uma punheta furiosa, explodindo em um gozo farto, melando minhas mãos, meu saco, o sofá e o chão. Pobre faxineira.

* * * *

No dia seguinte, de manhã cedo, peguei o elevador com a Déia. Ela me cumprimentou, mas não me deu papo. Nem eu tentei, na verdade. Não falo muito de manhã cedo. Mas ela fala, se possível, todas as 24 horas do dia. Mas apenas me cumprimentou, e ficou conversando com uma menina que trabalha junto dela. A porta do elevador se abriu e ela se foi sem nem olhar pra trás. Decidi que iria tirar essa história a limpo, e que seria hoje.

Lá pelo meio da manhã, mandei uma mensagem pra ela. Pedia que me encontrasse no fumódromo, dali a cinco minutos. Ela respondeu apenas um “ok”. Peguei meu cigarro, ensaiei meu melhor sorriso, e fui para lá.

Quando cheguei, ela já estava lá. Acabara de acender seu cigarro. Me recebeu sorrindo, criando ainda mais confusão na minha mente. Me cumprimentou com um beijinho, me oferecendo um cigarro do seu maço.

– E aí, guri! Tudo bom contigo?

Porra. Aquela guria só podia ser bipolar. Menos de 24 horas antes me largara sozinho na calçada, praticamente brigada comigo.

Agradeci a oferta, mas peguei o cigarro do meu próprio maço. Passei o Zippo na calça, trazendo-o aceso de encontro ao cigarro na minha boca.

– Uau! Acho isso tão másculo! Me lembra aqueles gângster dos filmes. Adoro! – ela falou, me olhando sorrindo. De repente eu já não sabia mais o que fazer ou o que falar. Apenas sorri. E ela ficou ali me olhando, esperando que eu falasse algo, o que praticamente não tinha feito desde que chegara.

– Olha Déia, queria te falar sobre ontem… – comecei.

– Isso, Ricardo! Me conta tudo! No final da tarde a Rê me falou que vocês iriam se encontrar! – ela falou, me cortando animada.

Parei. Pensei. Não poderia ficar assim.

– Não, na verdade queria falar sobre outra coisa…

– Ah para, Ricardo! Nem vem! Eu fiz o teu filme com ela, e agora tu não vai me contar? – Ela começara a ficar vermelha, impaciente.

Enchi o saco. E fui direto ao ponto.

– Porra Déia! É difícil te entender, sabia? Ontem quando saímos do restaurante tu fez um chilique, foi grossa pra caralho comigo, me deixou falando sozinho na frente daquela merda de loja… E agora tu quer saber o que eu fiz depois? Porra!

Ela não esperava uma reação assim de mim. Ficou ali parada, me olhando perplexa. Eu continuei:

– A gente sempre se deu tri bem. Sempre te contei todas as putarias que fiz, e tu sempre me contou o que aprontava com teus namorados. E, de uma hora pra outra tu vira uma puritana e diz que eu preciso arrumar um quarto? Não fiz nada de mais naquela merda de restaurante com comida sem gosto! Nada! E nunca esperei uma reação daquelas de ti. Logo de ti. Qual é o problema? O que tá acontecendo?

Os olhos dela se encheram de lágrimas. Ela baixou o rosto e eu me arrependi imediatamente de ter estourado com ela.

Finalmente ela me olhou. Já tinha se recomposto, em parte. Suspirou, parecendo ter desistido de falar o que tinha pensado em falar. Balançou a cabeça, ensaiou um sorriso (que não saiu) e então falou:

– Ricardo, se tu não sabe o que tá acontecendo, eu acho que de certa forma isso até me decepciona. Achei que tu entenderia desse assunto, mais do que ninguém. De qualquer maneira, me desculpa por te deixar falando sozinho. – Levantou-se e jogou o cigarro no chão. – E pra tu não dizer que fiz isso de novo, tô indo. Tchau.

Se virou quase na porta, a tempo de me ver juntando o toco de cigarro dela do chão. Parou e sorriu. E caminhando em minha direção, disse:

– Guri, tu não existe.

Eu já tinha ouvido aquela frase antes, saída da boca da Rainha.

Ela me abraçou, e eu correspondi. Ficamos assim por um tempo, com os corpos encostados, acho que selando a nossa paz novamente. Corri meus dedos entre seus cabelos avermelhados, e senti-a se arrepiando ao meu toque. Automaticamente puxei seu rosto pra cima e a beijei. Nossos lábios se juntaram, e a sua língua entrou na minha boca, à procura da minha. Joguei de novo o toco do cigarro no chão, e puxei-a ainda mais de encontro a mim. Ela segurou meus braços, como que para não me deixar soltá-la. Senti meu pau endurecendo, e notei que ela também sentiu. Entre um beijo e outro, brinquei:

– Agora sim eu preciso arranjar um quarto.

Sem me largar e praticamente sem descolar sua boca da minha, ela respondeu:

– Então arranja. Arranja um quarto ao meio dia.

Roçou o corpo no meu, como que para sentir minha excitação, me deu mais um beijo e se foi. E pela segunda vez em pouquíssimo tempo, tive que me contorcer todo para esconder meu pau duro.

* * * *

Voltei à minha mesa e fui direto para o Google buscar qual o motel mais próximo. Achei um, distante poucos quilômetros do escritório. Liguei e marquei uma suíte. Não era nenhuma maravilha o lugar, mas serviria. Liguei pra Déia, e sem rodeios informei que já tinha arrumado um quarto. Sem hesitar, me pediu as coordenadas e me disse para nos encontrarmos lá.

Trabalhei aos trancos e barrancos, contando os minutos para o meio dia. Quando deu a hora saí quase que correndo até o estacionamento. Em poucos minutos entrei no motel, e fui informado que ela já estava lá. Estacionei ao lado do seu carro e quando abri a porta do quarto notei que estava tudo escuro. Tranquei a porta do quarto e larguei as chaves do carro sobre a mesa. Caminhei pelo hall, me acostumando com o escuro. A TV estava ligada em um canal pornô e a claridade iluminava um pouco, de acordo com as mudanças de cena. Deitada em cima da cama, apenas de lingerie, a Déia olhava fixamente para a tela. Parecia gostar do que via. Ela tinha um belo corpo, como eu e os outros caras já havíamos presumido em tantas conversas. Pele branquinha, com sardas no colo que pareciam ter sido espalhadas ali por um pintor. Pernas bem torneadas e seios médios, na medida certa.

Livrei-me rapidamente e desajeitadamente das minhas roupas, ficando apenas de cuecas. Me aproximei devagar, já sentindo meu pau endurecer. Ela ainda não tinha me olhado e quando deitei ao seu lado na cama, apenas falou, sem tirar os olhos da TV:

– Olha isso…

No filme, a mulher cavalgava um homem, de costas, o pau entrando e saindo da sua buceta. Em pé na cama, na frente dela, outro homem enfiava e tirava o pau da sua boca. Ela quase engasgava, mas chupava com vontade, sem parar de subir e descer no outro homem.

Perguntei no seu ouvido:

– Gosta assim?

– Nunca fiz… Não com mais de um… Morro de vontade… – ela respondeu, correndo os dedos pela barriga, em direção aos seios. E continuou: – Eu queria… Na verdade… Não só dois… Queria vários… Fazendo de tudo comigo…

Os biquinhos durinhos pareciam querer furar o sutiã. Seus dedos tocaram o direito.

– Tu acha que eu daria conta? – perguntou, e sem esperar a minha resposta, concluiu: – Eu daria conta… Daria conta certo!

Levei minha mão à sua barriga e, imitando o movimento que ela tinha feito, subi até os seios. Senti os mamilos durinhos por cima do tecido, antes de colocar a mão por dentro. Quando toquei primeiro um, depois o outro, ela suspirou. Baixei o sutiã, liberando os dois seios para o meu toque. Ela olhava vidrada para a tela, e seu eu levasse minha boca até eles, ficaria na sua frente. Então desci a mão pela barriga, em direção ao seu ventre. Instintivamente ela entreabriu as pernas, facilitando meu acesso. Baixei sua calcinha, puxando um pouco de cada lado, até tirá-la por completo. Ela estava praticamente toda depilada, apenas com uma pequena risca de pelos. Enfiei meu rosto entre suas pernas e pude senti-la úmida na minha língua. Mal a toquei, e ela gemeu. Passei a língua entre os lábios, abrindo-a, sentindo o gosto do teu tesão. Rodeei o clitóris com a ponta da língua, e ela abriu ainda mais as pernas, arreganhando-se como podia. Afastei os lábios com os dedos e envolvi o clitóris com a minha boca. Prendi-o entre os lábios e chupei e lambi, fazendo-a se contorcer de tesão. Com as mãos na minha cabeça, as pernas totalmente abertas, ela me puxava ainda mais ao encontro da sua buceta, como se pudesse fazer com que eu entrasse dentro dela. E então me afastou, fechando as pernas abruptamente.

– Para! Para senão eu gozo!

Fui por cima dela e beijei a sua boca. Ela retribuiu, chupando a minha língua.

– Gosta do gosto da minha boca? – perguntei. – Tem gosto de buceta.

Ela balançou a cabeça afirmativamente, e respondeu:

– Gosto… O gosto da minha buceta!

– Só da tua? – perguntei, provocando.

– Só conheço o da minha… – ela falou, lambendo agora os meus lábios.

– Quer conhecer outro? – perguntei, indo com a minha língua de encontro aos seus seios, que passei a chupar e lamber. Entre gemidos, ela respondeu:

– Não sei… Não sei… Acho que sim… De quem?

Não respondi. Não sabia até onde poderia ir. Juntei os seios com as mãos e tentava lamber os dois ao mesmo tempo. Ela gemia mais alto, se contorcendo, e esticou o braço à procura do meu pau. Pegou-o duro, e logo livrou-o da cueca. Me empurrou para o lado, deixando-me de costas na cama. Escorregou o corpo para baixo e segurando-o pela base, colocou-o na boca.

Lambia a cabeça, rodeando meu pau com a língua, enquanto me masturbava devagar. Passava a ponta nos lábios, me olhando nos olhos, e agora era a minha vez de me contorcer com o seu toque. Passava o pau nos seios, e depois enfiava tudo que podia na boca. E então me convidou:

– Vem me comer, Ricardo.

Catei a camisinha, jogada em algum lugar ao lado da cama. Coloquei-a no meu pau, e a Déia me olhava, como se esperasse que eu dissesse de que jeito queria fodê-la. Deitei de costas na cama e falei:

– Faz igual aquela mulher do filme.

Ela sorriu e veio sobre mim. Virou-se de costas, segurou meu pau e guiou-o para a sua buceta. Entrou sem nenhuma dificuldade. Ela passou a cavalgar com vontade, as mãos nas minhas canelas e a bunda subindo e descendo na minha frente. Ela mexia e rebolava, levando nós dois à loucura. Às vezes se curvava para trás e eu esticava os braços e beliscava seus seios, o que ela parecia gostar. Depois se curvava para frente, me oferecendo uma visão deliciosa da sua bunda. Levei meus dedos à boca e, quando ela se curvou novamente para frente, toquei seu cu com a ponta do dedo médio. Ao invés de reclamar, ela se abriu ainda mais. Enfiei o dedo, e ela passou a gemer mais alto, a apertar mais as minhas pernas com as mãos, e gozou ruidosamente.

Seu corpo caiu sobre o meu, e com o movimento meu pau saiu de dentro dela. Depois de alguns segundos se recompondo ela se virou, livrou meu pau da camisinha e colocou na boca novamente. Com a glande envolta pelos seus lábios, ela me punhetava mais forte, olhando direto nos meus olhos. Ela sabia que logo eu gozaria. Tirou meu pau da boca, veio mais perto do meu rosto e falou no meu ouvido:

– O da Renata.

Olhei pra ela confuso, sentindo sua mão mexendo sem parar. Ela então explicou:

– O gosto da Renata… Eu queria provar…

E colocou meu pau na boca novamente, a tempo de sentir a minha porra jorrando enquanto eu me revirava na cama, delirando com a sua chupada, mas também pensando nela sentindo o gosto da buceta da Rainha.

* * * *

Ficamos deitados lado a lado por um tempo, sem falarmos nada. Ela se levantou e foi tomar um banho. Voltou pouco tempo depois, e me vendo ainda ali pelado, falou:

– Não vai te vestir? Já está na hora.

– Achei que passaríamos a tarde aqui… – respondi.

– Tá louco? Eu preciso trabalhar. E ainda quero comer alguma coisa.

Se vestiu e depois de me dar um beijo, foi embora. E eu fiquei ali mais um tempo, mas já tinha desistido de tentar entender qualquer coisa. Agora eu iria apenas curtir.

CONTINUA…

Presente de dia dos namorados – Parte I

16 jun

O dia dos namorados vinha se aproximando, e eu não sabia o que dar pro Ricardo. Ele tem tudo que quer! Pensei, fiz sondagens, joguei verde, e nada. Então comecei a pensar em uma coisa diferente: um presente sexual.

Fui em uma sex shop, e vi algumas roupas sensuais, jogos, cremes, brinquedos eróticos. Acabei comprando algumas coisas, mas na verdade foram todas pra mim! rsrsrs A semana caminhava a passos largos, e eu começava a entrar em desespero. Na véspera, me decidi. Só que tinha que ser naquele dia. No dia dos namorados seria impossível. Peguei o telefone e marquei. Tinha certeza que ele iria gostar.

Combinei com ele de sairmos pra jantar. Fomos comer sushi, e comecei a provocá-lo. Sussurrava no seu ouvido que estava com muito tesão, e dizia as coisas que queria fazer com ele naquela noite. Por baixo da mesa, acariciava seu pau, deixando-o duro entre meus dedos, sobre a calça. Ele, que também não é santo, entrou no clima. Me beijava e tentava colocar a mão sob minha blusa. Melhor sair do restaurante, né?

No carro, eu disse a ele qual o motel que queria ir. Ele estranhou, normalmente vamos pra casa dele, mas hoje não daria pra ser assim. “Eu quero ir nesse…”, ronronei no seu ouvido, enquanto descia o zíper da sua calça. Ele não protestou. Não sabia se dirigia devagar, para prolongar o arreto no carro, a punheta que recebia, ou se acelerava pra chegar logo e me comer. Mal sabia ele!

Da janelinha da portaria do motel, a atendente, que nos olhava de um nível mais elevado, arregalou os olhos quando me viu masturbando o Ricardo. Ele tinha pedido o quarto, e quando viu que ela notou meus movimentos, fez a sua melhor cara de canalha, e falou pra ela: “Tem que ser rápido, senão não adianta mais!”. Sempre metido a engraçadinho com as mulheres. Ela enrubesceu, sorriu, e passou a chave pra ele.

Entrei no quarto puxando-o pelo pau, e tão logo ele fechou a porta, pulou em cima de mim. Fiz o possível e consegui me desvencilhar, e pedi pra ele encher a banheira. Ele disse um “depois” entre os dentes, e veio de novo pra cima de mim. Saí correndo pelo quarto, e ele atrás. E agora? Eu precisava colocar meu plano em prática, e pra isso precisava mandar uma mensagem no celular. Ele me espremeu contra a parede, levantando a minha blusa, enfiando uma perna entre as minhas. Peguei seu pau e voltei a masturbá-lo, e eu fui escorregando pra baixo na parede, até ficar de joelhos no chão. Coloquei seu pau na boca, enquanto ajudava-o a se livrar das calças. Chupei com força, massageando as bolas, arranhando suas coxas, levando-o à loucura. Agora foi a vez dele tentar se desvencilhar, mas não deixei. Aumentei o ritmo e fiz ele gozar na minha boca. Ele me puxou pra cima e me beijou, falando: “Agora eu posso ir encher a banheira…”.

Ele entrou no banheiro, e eu voei pra minha bolsa. Peguei meu celular, e mandei a mensagem com o número do quarto. Segundos depois, a resposta: 10 minutos. Ele apareceu na porta, e disse que enquanto a banheira enchia, iria tomar uma chuveirada. Perguntou se eu queria ir junto, ou iria esperar a banheira. Eu disse que iria esperar. Assim que ele abriu o chuveiro, chamei a recepção e avisei que estávamos esperando uma pessoa. Depois liguei a TV e fiquei vendo o filme pornô que passava. Na tela o homem comia sem dó uma ruiva, que chupava o pau de outro homem. Aumentou ainda mais o meu tesão.

Ele saiu do banho, completamente nu, a tolha pendurada no ombro, e me avisou que a banheira estava quase no ponto. Pedi que ele fechasse o registro, pois agora estava passando um filme legal. Ele olhou pra tela, balançou a cabeça como quem diz “tu não tem jeito, mesmo”, e foi fechar o registro. Depois deitou-se ao meu lado na cama, quando alguém bateu na porta.

– Tu pediu alguma coisa? – ele me perguntou.

– Pedi. Pega pra mim?

Ele colocou a toalha na cintura e foi até a porta. Deslizei até os pés da cama para ver a cena. Ele abriu a porta e disse:

– Oi.

Eu não enxergava quem estava ali, mas ouvi a voz feminina falar:

– Tu é o Ricardo?

– Sou.

– A Nathalia fez um pedido. Posso entrar?

Ele se afastou da porta, confuso.

– Claro. – ela foi entrando, enquanto ele fechava a porta – O que ela pediu?

Quando ele se virou, ela já tinha largado a bolsa sobre a mesa e estava se livrando do casacão que vestida, de costas pra ele. Deixou o casaco cair, e de frente pra ele, apenas de salto alto, disse:

– Ela pediu seu presente de dia dos namorados. Sou eu. Feliz dia dos namorados!

Ele ficou literalmente de boca aberta. A menina era fenomenal, ainda melhor do que as fotos que eu vira no site. Os seios perfeitos, apontando para o céu, longos cabelos negros que desciam pelas costas, a bunda mais redonda que eu já tinha visto, e pernas que pareciam torneadas em horas de academia. Era impressionante.

O Ricardo finalmente se mexeu. Falou um “uau!” como o de um menininho que vê pela primeira vez uma mulher nua, caminhou até ela, parou. Ela sorria satisfeita, sabedora que era do poder que sua beleza exercia sobre os homens. Ele levantou um dedo, pediu um minuto à ela, e veio até mim. Me deu um beijo quente, cheio de amor, cheio de tesão, pegou meu rosto entre as mãos e disse: “Te amo, te amo, te amo! Muito obrigado!”. Eu sorri, empurrei-o para fora da cama e falei:

– Vai. Aproveita o teu presente.

A menina nos olhava sorrindo. Piscou pra mim. Sorri pra ela. E o Ricardo tomou-a nos braços e eles se beijaram…

CONTINUA…

Gozada no rosto

10 nov

Eu nunca entendi bem de onde vem essa tara masculina, mas é fato que ela está presente em todos os filmes pornôs. O cara come a menina de tudo que é jeito, mas na hora de gozar é lei: goza no rosto dela! E, como a maioria dos homens é fanático por filmes pornôs, é claro que a maioria dos homens adora gozar no nosso rosto.

Eu, que sempre fui saidinha e adoro deixar quem transa comigo maluco, aprendi a gostar. Claro que as vezes eu quero que ele goze junto comigo, nossos corpos se contorcendo de prazer ao mesmo tempo, as bocas secas, os olhos fechados, os gemidos se transformando em um só. Mas gosto de verdade de ficar ali, geralmente de joelhos, masturbando-o, lambendo-o, na espera do seu gozo no meu rosto.

Sexta passada foi assim. Depois de intimar o Ricardo pelo twitter na quinta-feira e ser convocada pra uma reunião no trabalho, na sexta decidi apenas deixar rolar. E rolou! Ele me pegou em casa o fomos comer sushi (além do sexo, pedi pra comer sushi no twitter) e de lá fomos pra um motel (era mais perto do que ir pra casa dele… o tesão tava forte! rsrsrs). Mal entramos na suíte e já arrancamos as nossas roupas e nos jogamos na cama. Sua boca deslizava de um seio pro outro, enquanto seus dedos me penetravam, me fazendo rebolar. Estava doida pra senti-lo dentro de mim, e sem demora fiquei por cima, brinquei um pouco com a cabeça duríssima no meu clitóris, nos grandes lábios, e depois soltei o corpo, sentindo-o entrar de uma vez, me abrindo, me alargando, fazendo doer um pouquinho, apesar de estar totalmente melada. Ele adora quando faço isso, e soltou um gemido alto de surpresa e prazer. Fiquei alguns segundos quietinha, me acostumando com ele dentro de mim, curtindo a invasão, e então comecei a mexer.

Subia e descia, rebolava, me jogava pra frente e pra trás. Ele apertava meus seios, minha bunda, e dizia como queria que eu mexesse. Eu obedecia de olhos fechados, puxando sua mão até meu rosto e chupando seu dedo médio como se fosse um pau. Não demorou muito e aumentei os movimentos, sentindo meu gozo se aproximar. Ele disse: “para, para, não quero gozar agora”, mas eu queria e continuei. Menos de dez segundos depois ele falou: “agora não para mais, caralho!” e eu aumentei ainda mais o ritmo, sentindo seu pau ficando mais grosso, mais cabeçudo, e quando o primeiro jato de porra saiu dentro de mim eu comecei a gozar junto com ele. Foi um orgasmo longo, forte e gostoso, e desabei sobre ele ainda me contorcendo.

Escorreguei pro lado dele na cama, e com a cabeça no seu peito, ficamos os dois quietinhos, nos recompondo. Lá na TV, em frente a cama, passava um filme pornô. O ator metia, metia, metia e quando ia gozar, adivinha? Porra na cara da menina. Comecei a acariciar e brincar com as bolas do Ricardo, e logo o pau dele começava a dar sinais de vida novamente. Coloquei-o na boca e o fiz crescer de novo. Masturbava-o na base, enquanto minha língua acariciava a cabeça. Lambia as bolas, enquanto punhetava o pau todo. Fiquei assim por um tempão, deixando-o maluco. Quando via que ele ia gozar, diminuía o ritmo. Até que pedi que ele levantasse, e de joelhos na cama, o pau apontado pro meu rosto, não parei. Masturbei-o, lambi e chupei até ele gozar, despejando sua porra quente e saborosa na minha língua, nos meus seios, no meu rosto todo.

Que delícia!

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Domingo de sol

20 out

 

Eu não voltei aqui no sábado pra contar nada, eu sei. Passei o dia me arrastando dentro de casa, comendo pipoca e vendo TV. Sem ânimo, sem paciência. Acabei dormindo cedo, e por incrível que pareça, dormi como uma pedra.

E já que dormi cedo, no domingo acordei cedo também. E pra minha total satisfação, fez um dia lindo. Muito sol, temperatura agradável. Troquei de roupa rapidinho e fui dar uma caminhada no parque, fazer um pouco de exercício.

Voltei pra casa às 10, e fui me preparar. O Ricardo chegaria às duas da tarde, e eu iria buscá-lo no aeroporto. Enquanto enchia a banheira, atualizei a depilação, do jeito que vocês sabem que eu gosto. Depois tomei um banho demorado, fiz hidromassagem, cada vez mais excitada com a chegada dele, e tive que me segurar pra não me tocar.

Escolhi um vestidinho solto, obviamente sem nada por baixo, e uma sandália. Às duas em ponto o avião tocava o solo, e eu esperava no saguão. Mais uns quinze minutos naquela função de desembarque, malas na esteira… e ele passa pela porta. Vem em minha direção, um sorriso lindo no rosto, os braços se abrindo pra mim… Me pega e me rodopia no ar (levemente, acho que não deu pro resto do povo ver minha falta de trajes íntimos rsss), me beija… Que saudade!

Já no carro, pergunto se ele está com fome, se quer almoçar, mas suas mãos já sobem pelas minhas pernas. Por isso ele não quis dirigir, o tarado! Pra ficar com as mãos livres. Com sua mão me forçando a abrir as pernas, ele diz: “Quero… almoçar a tua buceta…e de sobremesa a tua bunda”.

Soube que não conseguiríamos chegar até a casa dele. Fui direto pro motel que fica a menos de um quilometro do aeroporto. Peguei a chave, e ainda na garagem, dentro do carro, o meu vestido virou cinto. Ele baixou as alças, liberando meus seios, e a parte de baixo já estava bem acima das minhas coxas. Sentia a sua barba por fazer roçando a minha pele, enquanto ele abocanhava meus seios, e abria mais e mais as pernas, querendo que seus dedos entrassem ainda mais dentro de mim.

Não sei como, mas conseguimos chegar no quarto. Abraçados, nos beijamos deliciosamente, enquanto eu sentia seu pau duro, ainda dentro das calças, de encontro ao meu corpo. Mas estávamos sedentos, muito excitados, e mesmo com todo o resto do dia à nossa disposição, era como se tivéssemos pressa.

Ele me colocou de quatro, na beirada da cama. E lambeu a minha buceta, fudendo-a com a língua. Eu me contorcia, e me arrebitava toda, pedindo mais. Ele subiu a língua, e passou a lamber meu cu. Eu, delirando de prazer, passei a rebolar levemente. Estava quase gozando, quando ele, abrindo as calças e fazendo seu pau apontar pra mim, disse: “Sei que não é certo, mas vou comer a sobremesa primeiro”.

Foi uma longa e deliciosa tarde. Matamos a saudade, transamos de tudo que foi maneira, conversamos… E tive mais uma vez a certeza de que depois da chuva, sempre vem o sol.