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Sexo na balada II – Parte Final

3 jun

Eu chupava com gosto o pau do rapaz, e de canto de olho cuidava a punheta do quarentão. Não tive dúvidas: estiquei a mão e passei eu a punhetá-lo. A sensação de um pau na boca e outro na mão é indescritível. O rapaz gemia, acho que nunca tinha feito nada parecido. E eu enfiava-o mais fundo na boca, chupando com força, olhando seus olhos se revirarem. Mesmo sendo eu que estava de joelhos, eram eles que estavam aos meus pés.

Troquei: tirei o pau do rapaz da boca, e sob seu olhar de desespero, virei levemente o corpo e lambi a cabeça do pau do quarentão. Olhando bem nos seus olhos, fui engolindo aos poucos. Era ligeiramente maior que o do outro, e com a cabeça bem grossa, do jeito que eu gosto. Sentia minha buceta cada vez mais melada, e a vontade de sentí-los dentro de mim só aumentava. Minha cabeça relutava diante desse pensamento, mas meu corpo pedia cada vez mais que isso acontecesse.

O quarentão estocava na minha boca, e minha saliva escorria pelo meu queixo, assim como minha excitação pelas pernas. Azar! Decidi me entregar (mais! rsrs). E agora, quem tinha camisinha?

Vi o rosto do rapaz murchar. Ele não tinha. Tadinho, provavelmente jamais tinha imaginado que aquilo fosse acontecer. O quarentão tinha, claro. Experiência é tudo na vida! rs

Fiquei em pé, e dei meus seios para o rapaz chupar. Não queria vê-lo tristinho. Ele chupou gostoso, me deixando ainda mais tesuda. Abri o botão e o zíper da minha calça, e pedi que ele tirasse para mim. Ele foi deslizando devagar, até ficar de joelhos na minha frente. Arqueei um pouco as pernas, e levei minha buceta de encontro à sua boca. Ele esticou a língua, e naquela estranha posição, me encaixei do jeito que pude. O quarentão se masturbava nos olhando, enquanto eu deslizava minha buceta pela língua, queixo, nariz, por todo o rosto do rapaz. Ele permanecia com a língua para fora, as duas mãos segurando minhas pernas na altura dos joelhos, o pau duro quase encostando no chão e o rosto totalmente melado do meu tesão. Eu segurava-o pelos cabelos, delirando de prazer.

Não tínhamos muito tempo, apesar daquele banheiro ser praticamente escondido. Saí de cima dele, e encontrei o quarentão já de camisinha. Mandei ele deitar no chão, o que ele fez sem pestanejar, e com o pau apontando para cima, me aproximei. Coloquei um pé de cada lado do seu corpo, e me abaixei. Segurei-o pela base, e coloquei-o na entradinha da minha buceta. Brinquei um pouco com ele ali, passando-o pelos lábios e pelo clitóris. Ele, com a cabeça curvada para a frente, olhava fixamente para o meio das nossas pernas. O rapaz, em pé e encostado na porta, se masturbava sem parar, mordendo os lábios. Então soltei o corpo, fazendo-o entrar todo e de uma só vez, arrancando dele um gemido de surpresa e prazer. Exibida que sou, mostrei do que era capaz. Rebolei, subi, desci, enfiei meus dedos na sua boca e ordenei o rapaz que não gozasse. Ele largou o pau, esperançoso.

Mas o quarentão também sabia o que fazer, e movimentando-se abaixo de mim, me estocava com vigor e determinação, agora olhando nos meus olhos, me mostrando que estava gostando. E tomada de um prazer louco, não me agüentei: anunciei que gozaria. Nossos movimentos se tornaram ainda mais fortes e profundos, e gozamos praticamente juntos. Ele, enchendo a camisinha dentro de mim, e eu escorrendo meu mel pelas suas bolas. Simplesmente delicioso!

Pouco tempo depois saí de cima dele, e fui de encontro ao rapaz, que, inacreditavelmente, conseguia segurar o gozo na sua longa punheta. Prensei-o contra a porta, e tomei seu pau em minhas mãos. E com a boca em seu ouvido e suas mãos tocando meu corpo, assumi a masturbação, disposta a fazê-lo gozar. Enquanto punhetava-o, falava em seu ouvido sobre o que teria feito com ele, se ele levasse uma camisinha na carteira. E assim ele gozou, fazendo a porra jorrar pelo chão do banheiro, se martirizando por não levar um preservativo consigo.

Eu me vesti e sugeri que saíssemos um de cada vez do banheiro, para não ficar tão claro o que tinha acontecido. E claro, disse que gostaria de ser a primeira. Saí de fininho, com as pernas bambas, o corpo relaxado e aquele inevitável complexo de culpa começando a bater. Nem olhei se as outras pessoas continuavam no camarote. Desci as escadas, me misturando na multidão.

Finalmente achei o caixa, e estava vazio. A festa ainda ia muito longe! Paguei minha comanda e quando me virei para ir embora, dei de cara com o meu amigo. Ele me pegou pela mão e me puxou para um lugar um pouco mais afastado, e beijou a minha boca. Se sentiu o gosto e o cheiro de sexo, não me falou nada.

– Já vai embora?

– Sim, preciso ir… – respondi.

– É cedo ainda… – eu sabia que ele queria falar mais alguma coisa, então fiquei olhando para ele – e eu achei que a gente ia se encontrar no fim da festa, pra sei lá, conversar…

Aham, conversar, sei. A proposta era tentadora, e ele é muito gostoso, mas eu já tinha conversado naquela noite.

– Não dá mesmo… Mas faz assim: me liga, e então conversaremos bastante!

Enquanto falei “conversaremos”, apertei seu pau sobre a calça. Meu Deus do céu! Eu estava impossível!

Deixei ele ali e fui embora. Já no táxi, mandei mensagem pras meninas avisando que precisei ir embora.

Foi uma boa festa de “peoa”!

 

Sexo na balada

14 maio

Não sei onde eu estava com a cabeça quando concordei em ir naquele lugar. Mas sabe como é… Todo mundo iria, eu estava pra mudar de emprego, não queria perder o contato com o pessoal… Mentira! Tinha bebida liberada. Segundo as meninas, todos os lindos de POA estariam lá. E o pior: eu até me produzi de acordo com o evento! #vergonha

Bom, deixa eu explicar: era a reabertura de uma casa de balada sertaneja. E universitária! Quando esse povo se forma pra acabar logo com isso? rs Me desculpem os que gostam desse tipo de música, mas eu detesto! E não, não acho nem o Victor e nem o Léo bonito, e muito menos o vesgüila do Luan Santana, que, aliás, tem idade pra ser meu filho.

Mas na pilha das gurias e pensando na bebida liberada e em todos os lindos, uma combinação deveras atraente, coloquei umas botas, calças jeans bem justas, mas tão justas que tive que abdicar da calcinha, uma camisa xadrez e um chapéu de cowboy. Não me perguntem de onde eu tirei o chapéu de cowboy. Me nego a responder! rs

Éramos cinco mulheres, ávidas por bebida e diversão. Chegamos no local e, óbvio, tinha uma fila gigantesca. Gi-gan-tes-ca! A espera era de mais de uma hora e meia. Não deixei que o grupo se abatesse. Deixei as meninas na fila e fui até a entrada. Observando a fila, constatei: se todos os lindos estavam lá, a grande maioria das lindas também. A concorrência seria forte! rs E o pior, a minha abordagem ao porteiro, que era algo como “somos cinco mulheres lindas e produzidas” não deveria ser exclusividade. Mas aconteceu um golpe de sorte. Na hora em que cheguei na portaria, encontrei uma pessoa conhecida: aquele meu amigo que saí algumas vezes e já contei aqui no blog. Ele era um dos promoters da casa. E estava ainda mais lindo. E nem estava vestido de sertanejo! rs Após um abraço apertado de reencontro, fomos buscar as meninas. Enquanto íamos e voltávamos na fila ele me contou que a casa era um sucesso, que a fila era assim na maior parte da semana, que era um ritmo de trabalho forte, mas muito prazeroso. Falou isso sorrindo, e eu entrei na dele: “você de estar pegando mulher adoidado, né?”, perguntei, sabendo que era essa a pergunta que ele queria ouvir. “Imagina…”, ele se fez de salame, com aquela cara de safado, e emendou, achando que era o que eu queria ouvir: “Nenhuma delas é igual a ti”. Sorri. Eu gosto desse joguinho. E assim chegamos à portaria, e era como se eu pudesse ver as meninas atrás de mim se cutucando, enquanto escutava elas cochicharem coisas como: “que gato”, “essa Nathalia é foda”, “vaca”! rs

Lá dentro mal dava para se mexer. Realmente, a casa era um sucesso. Nem o mês de férias coletivas havia acabado com o seu prestígio. Fiquei positivamente surpresa ao ver que nem todo mundo se vestida de cowboy sertanejo! rs Fomos encaminhadas para um camarote no andar superior, que segundo o meu amigo, era o vip dos vips. Se na casa a cerveja era liberada, naquele camarote tudo era liberado. Garrafas e mais garrafas de whisky e champanhe eram despejadas, para nós e para o resto do pessoal que estava lá. E eu, infantilmente, achei que seria possível beber tudo que traziam. Logo todas fizemos amizades, se é que me entendem, e fomos nos dispersando. As meninas foram dançar, mas aquela música me dava nos nervos. Fiquei no camarote, e acabei conhecendo um pessoal bacana. Eram de uma empresa fornecedora da casa, e pareciam dispostos a beber tanto quanto eu. Entre eles havia um homem mais velho que ficava meio à distância, mas não tirava os olhos de mim. Já passado dos 40 anos, os cabelos começando a ficar grisalhos, bem vestido, corpo bonito e com aquele olhar seguro que só a experiência nos dá, ele parecia ser uma boa pedida. Não sei se podia enquadrá-lo entre “os mais lindos de POA”, afinal aquela gurizada que dançava e se divertia lá embaixo era realmente bonita, mas comecei a retribuir os seus olhares. E continuei bebendo.

Eu já tinha passado daquela placa escrita “Bagdá volte sempre!” e nada do meu quarentão se aproximar. Em compensação o rapaz ao meu lado sussurrava no meu ouvido, fazia o possível para nossos corpos se tocarem, e eu já começava a gostar. E lá pelas tantas tocou uma música conhecida (do povo todo que estava lá, eu nunca nem tinha escutado) e todo mundo se animou. Todos dançavam no camarote, e o rapaz esperto que antes estava ao meu lado agora já estava atrás de mim, se aproveitando da situação para me fazer sentir o seu volume de encontro à minha bunda. Resolvi brincar um pouco com ele. Ao som daquela música horrorosa eu mexia os quadris, sentindo suas mãos na minha cintura, mas meus olhos fitavam diretamente os do quarentão, que não se importava em tentar disfarçar que gostava daquele jogo.

O rapaz me conduzia pela cintura, no ritmo da música, para cada vez mais longe do pessoal, em direção ao fundo do camarote, longe dos jogos de luzes da pista de dança. Já um pouco afastados do resto do pessoal, senti sua boca roçando meu pescoço. Fiquei arrepiada. Arrepiada e bêbada, que combinação terrível. Nem tentei resistir. Seu pau cada vez mais duro pressionava a minha bunda e suas mãos agora tocavam meus seios sobre a blusa, enquanto ele mordia meu pescoço e a minha nuca. De olhos fechados eu curtia aquela sensação de tesão misturada com uma pequena tontura por causa da bebida. Quando abri os olhos, levei um susto! Parado à minha frente estava o quarentão. Não tive dúvidas. Empurrei o corpo para trás, praticamente encaixando o pau do rapaz entre minhas nádegas e levei meu rosto de encontro ao do quarentão.

Nos beijamos, e o rapaz abriu um botão da minha camisa. Senti seus dedos roçando minha pele, procurando meus mamilos, e puxei o quarentão ao meu encontro. Fiquei entre os dois, prensada, louca de tesão. Desci a mão pelo peito, barriga, até tocar o pau do quarentão, que começava a ficar duro. O rapaz praticamente tirou meus seios para fora da camisa, e eu mexia os quadris de encontro ao seu pau. Não tinha nem coragem de olhar em volta para ver se alguém mais assistia aquilo. Como se adivinhasse meus pensamentos, o quarentão, que pelo visto conhecia bem a casa, disse que aquele camarote tinha um banheiro próprio. Ele foi na frente, e eu e o rapaz fomos logo atrás.

Entramos, e o rapaz fechou a porta atrás de si e me puxou junto com ele contra a porta, como se quisesse impedir mais alguém de entrar. Beliscou meus mamilos, arrancando de mim um gemido de prazer, enquanto via o quarentão se aproximar.

O rapaz afastou as mãos, liberando meus seios para que o quarentão chupasse. Ele sugava forte, e eu sentia minhas pernas se enfraquecendo, ao contrário do pau do rapaz, que cada vez mais duro, ele não parava de roçar em mim. Levei as mãos para trás, afastando um pouco a minha bunda, e fiz algumas tentativas desajeitadas de abrir suas calças. Ele, notando meu estado e as minhas intenções, apressou-se para me ajudar. Abriu e baixou as calças, e eu peguei no seu pau duro e gostoso, passando a masturbá-lo.

A vontade senti-lo na minha boca fez com que me desvencilhasse do quarentão, e escorregando o corpo e me virando, fiquei de joelhos em frente ao rapaz. Lambi a cabeça do seu pau e deslizei-o o máximo que pude para dentro da minha boca. O quarentão apressou-se em abrir as calças e também tirar o pau para fora, e ficou ao meu lado, batendo punheta e esperando a sua vez.

Querem saber o resto?

Ménage à Trois

27 ago

Eu saí com minhas amigas no sábado. Fomos ao cinema, depois comer sushi, e depois sairíamos para dançar. Mas depois do sushi e um pouco de bebida, as meninas desistiram de dançar. Fiquei eu lá, totalmente pilhada e sem nenhuma companhia. Odeio quando isso acontece!

Decidi ligar pro Ricardo, apesar de ele ter me falado que ia sair com uma amiga. Vai que ela tivesse furado? Aí poderíamos passar a noite juntos. Liguei no celular e chamou até entrar a caixa postal. Parecia que aquela não era a minha noite. Resolvi ir pra casa.

Enquanto o manobrista buscava meu carro, meu celular tocou. Era o Ricardo. O diálogo foi mais ou menos assim:

– Oi, amor! Tá ocupado?

– To aqui com a minha amiga…

– Ah, então deixa…

– Não, não… Pode falar.

– É que as meninas foram pra casa… E eu queria dançar… Tô super animada, mas deixa… Vou pra casa… Tá bom aí? – perguntei, não por ciúme, mas por curiosidade.

Foi quando ouvi um gemido dele, que logo depois respondeu:

– Uhmm… Tá. Ela tá chupando meu pau.

Que cara de pau! Ele lá aproveitando, eu sem companhia, e ele me tentando. Ouvi ele dizer um “relaxa” pra menina, e tentei imaginar a cena. Já contei pra vocês que me excito vendo ele com outra e também quando ele me conta. Mas ele me contar “ao vivo” era a primeira vez.

– É? – perguntei enquanto entrava no carro. – E ela chupa gostoso?

– Sim… Bem gostoso… Enfia lá no fundo, do jeito que eu gosto… (depois ele me contou que a menina também se excitou com a situação, e que conforme ele ia falando, ela fazia mais e melhor).

– Nossa… Que delícia! Vontade de chupar seu pau…

– E depois eu vou foder ela bem gostoso… Fazer ela rebolar no meu pau… Tu gosta de rebolar, né? – ele perguntou pra menina. – Ela disse que gosta…

– Seu safado… To dirigindo… Assim vou bater o carro…

– Falando em bater… Ela tá me batendo uma punheta aqui…

Ouvi a menina perguntar algo, e então ele me repassou a pergunta:

– Ela perguntou onde tu tá.

Quando eu disse o nome da rua, que era bem perto da casa dele, ele só me disse:

– Então vem pra cá. – E desligou o telefone.

Sentia minha buceta melada, e dirigi os cinco, dez minutos seguintes até a casa dele imaginando o que veria quando chegasse lá. Estacionei atrás do carro dele na garagem, e o elevador parece que demorou uma eternidade pra chegar até o andar que ele mora.

Abri a porta e ali mesmo na sala já dei de cara com eles. No sofá, ela com as pernas abertas, a cabeça jogada para trás, enquanto ele chupava seus seios e enfiava os dedos dentro dela. Fiquei em pé, encostada na porta, a bolsa ainda no ombro, olhando. Ela gemia alto, e não sei se já tinha notado a minha presença. Ele me olhava e se exibia com aquela cara de tarado. Fazia ela abrir ainda mais as pernas e me mostrava seus dedos entrando e saindo. Meu tesão escorria pelas coxas.

Puxou a menina pelos cabelos e beijou a sua boca. Foi quando ela me viu. Me olhou um pouco desconcertada, sem jeito, mas o Ricardo massageou seu clitóris e logo sua boca entreaberta soltava pequenos gemidos, enquanto ela me olhava sem parar. Caminhei até o sofá, larguei a bolsa sobre a mesa de centro e beijei o Ricardo na boca. Passei a mão pelo seu peito, barriga, e desci até seu pau duríssimo. Enquanto ele masturbava ela, eu beijava e masturbava ele.

Com a mão livre ele subiu minha blusa, e eu guiei meus seios até a sua boca. Me ajoelhei no sofá, de olhos fechados, sentindo seu pau entre meus dedos e sua boca nos meus seios, e ainda escutava a menina gemer. Foi quando ela debruçou-se sobre ele e passou a lamber e beijar meus seios também. Sentei no joelho do Ricardo, me livrei da blusa, e entreguei meus seios aos dois. Ora cada um chupava um mamilo, ora os dois duelavam a língua no mesmo. Friccionei minha buceta no joelho do Ricardo, e assim mesmo, de calça jeans, gozei pela primeira vez.

O Ricardo colocou uma camisinha e, enquanto eu levantei e tirava o resto das minhas roupas, ele colocou a menina sentada no seu pau, de frente pra ele. Ela subia e descia, e sentada ao lado dos dois, passei a beijar o Ricardo. Os seios dela mexiam na nossa frente, e logo abocanhamos os dois. Ela pedia pra parar, dizia que assim iria gozar, então parei de chupar, e decidi tocar seu corpo. Passei a mão pelos ombros, seios, barriga, costas, apertei sua bunda, e por trás, entre suas pernas, senti o pau do Ricardo entrando e saindo de dentro dela. Coloquei um dedo de cada lado e apertei, deixando ainda mais apertadinha a entrada da sua buceta. Ela gemeu mais alto, avisou que ia gozar e me puxou pra ela, enfiando a língua na minha boca, em um beijo excitado, quente e molhado.

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Enquanto a menina se recompunha, eu deslizei pro chão, tirei a camisinha e enfiei o pau do Ricardo na boca. Que delícia chupar aquele pau. Enfiei fundo, chupei só a cabeça, punhetei-o com os lábios. Logo recebi ajuda.

Enquanto uma chupava a cabeça, a outra lambia as bolas. Ele já se contorcia, tentando segurar ao máximo o gozo que estava iminente. Quando colocamos os lábios uma de cada lado, e passamos a subir e descer pela extensão, tocando nossas línguas quando chegávamos na cabeça, ele não agüentou. Despejou bastante porra, no rosto de nós duas, na nossa boca, por tudo…

Terminamos os três nos beijando, e já pensando no resto da noite. Tanto que logo o Ricardo levantou e foi abrir um vinho. E a noite continuou…