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Masturbação

24 nov

– Te toca pra mim? – ele pediu, parando repentinamente de me beijar e tirando as mãos de dentro da minha blusa.

Olhei em volta. Parecia que não havia ninguém por perto. Lá longe eu ouvia as vozes vindas da churrasqueira. Pela quantidade de carne e de cerveja era pouco provável que alguém aparecesse.

– Aqui? Na sala? Tá doido? – Fiz charme, sentindo minha buceta ficar ainda mais melada com a sensação de perigo de ser pega em flagrante.

– Ninguém vai aparecer, fica fria.

Levantei um pouco a blusa, deixando minha barriga de fora.

– Fria? Tô pegando fogo! – falei, correndo a ponta dos dedos em direção aos meus seios.

Olhei para sua bermuda. O volume que seu pau duro fazia me deixou ainda com mais vontade. Levantei a blusa, mostrando para ele meus mamilos durinhos que há pouco estavam entre seus dedos.

– Gostosa! – ele falou, com a boca entreaberta de tesão.

Sorri. Levei os dedos da mão direita até minha boca, deixando-os bem molhados. Sem parar de olhar pra ele, brinquei com os dedos babados nos biquinhos dos meus seios. Ele quase pulou da cadeira em cima de mim. Depois peguei meus seios com as duas mãos, e apertei um contra o outro. Belisquei os mamilos e estiquei minha língua o máximo que pude, tocando com a ponta os biquinhos.

Ele não acreditava no que via. Embasbacado, corria os dedos por sobre o volume da bermuda, sem tirar os olhos de mim.

– Me deixa ver esse pau… – ronronei, fazendo a minha melhor cara de safada.

Ele olhou para os lados, instintivamente, para ter certeza que não tínhamos companhia. Abriu a bermuda e tirou o pau para fora. Ele saltou, duro e cabeçudo, e ele exibiu-o orgulhoso para mim. Passei a língua nos lábios, e com certeza ele imaginou a língua passando na sua glande.

– Te toca também… pedi, ainda mais dengosa, enquanto descia minhas mãos pelo meu corpo, entrando dentro do meu shorts e da calcinha. Ele começou a punhetar-se devagar, olhando minhas mãos e logo protestou:

– Eu quero ver também!

Desci o shorts até a altura dos joelhos e afastei a calcinha para o lado, assim se aparecesse alguém era mais fácil de me recompor. Com uma mão abri os lábios, e com a outra corri o dedo do meio em toda a extensão da minha buceta. Comecei a colocar de leve o dedo dentro de mim, sentindo minha excitação escorrendo até a minha bunda, enquanto olhava-o aumentar o ritmo da punheta. Já falei pra vocês que adoro ver um homem batendo punheta, né?

Enfiei todo o dedo, abrindo bem as pernas pra ele ver, e falei:

– Se você vai enfiar tudo isso aí dentro de mim, um dedo só é pouco para me preparar… – e, sem dar tempo dele sequer pensar em algo, enfiei mais dois dedos na minha buceta.

Não sei se foi o que eu falei, ou se foi porque eu já estava arretando ele desde cedo, mas ele gemeu alto e falou com os dentes cerrados:

– Ah, porra… Não vou aguentar!

E o mais rápido que pude me joguei entre seus joelhos e tirei a sua mão, enfiando o pau dele na boca, chupando com força, sorvendo toda aquela porra deliciosa, enquanto acariciava as suas bolas e ouvia seus gemidos de prazer.

Ficamos ali, eu brincando com seu pau até ele amolecer, e ele extasiado, praticamente desmaiado na cadeira. Até que ouvimos vozes se aproximando e ele me pegou pela mão e saímos cambaleando pela sala até acharmos um quarto.

– Já tem coração e salsichão! – alguém gritou.

Espremidos atrás de uma porta, sussurrei na orelha dele:

– Avisa que salsichão eu já comi.

FIM

Tarde de Verão

23 out

Gente, começou o horário de verão. Agora só falta vocês me dizerem que já tem decoração de Natal nos Shoppings. Acabou o ano, puta merda! Esse ano não foi bom. Não vi passar, parecia que eu estive suspensa no espaço. Meu avô sempre dizia que anos bissextos não são bons. Acreditei sempre nisso. Mas ainda tem dois meses e pouco que podem me fazer mudar de opinião, quem sabe?

Eu tenho fases (ah, vá!). Tem vezes que digo que prefiro o inverno. Por vezes adoro o verão. Nas minhas épocas exibicionistas, o verão prevalece, claro. Se bem que não dá pra usar um sobretudo e mais nada por baixo com quarenta graus, né?

Dia desses, lá na casa do Ricardo, folheei e reli algumas partes do livro Alta Fidelidade, do Nick Hornby. Aliás, eu sempre acho que o Ricardo queria escrever como o Hornby. Só que um Nick Hornby tarado! rs Esse livro, se vocês não conhecem, é muito bom! O personagem principal adora música, e está sempre fazendo listas do tipo: as cinco melhores canções que começam com D, ou cinco melhores lados B de singles lançados na década de setenta, e por aí ele vai. O livro virou um bom filme, mas como na maioria das vezes, o livro é bem melhor!

Mas, logo que larguei o livro, me peguei pensando em listas de melhores fodas. As cinco melhores fodas no inverno. As cinco melhores fodas no verão. As cinco melhores fodas de quatro. As cinco melhores fodas na bunda! rs Coisa boa é não ter nada para fazer e ficar pensando bobagem, né?

E ontem, primeiro dia útil do horário de verão, acordei atrasada e perdi meu vôo. E fiquei no aeroporto, esperando outro. E me veio na cabeça a minha lista do verão. Eu não consegui decidir os meus primeiro e segundo lugares. E como a minha vida sexual não é uma vida sexual tradicional, adivinhem: tô em dúvida entre uma transa minha, do Ricardo e mais um casal (essa vocês já conhecem) e uma tarde deliciosa minha comigo mesma! rs Nada tradicional, não é mesmo? Como uma delas vocês já conhecem, hoje vou contar a outra.

Eu estava sozinha na praia. As crianças tinham ido à SC com o pai, o Ricardo não tinha férias naquele período. Foi um dos verões mais quentes e menos chuvoso dos últimos tempos. Eu acordava de manhã e caminhava na praia. Voltava perto do meio dia, tomava um banho gelado, colocava meu menor biquíni e ia pra piscina do condomínio. Além de mim apenas crianças e mães preocupadas em cuidar dos seus filhos. Eu passava as tardes todas lá, o mais longe possível dos agitos, sempre escutando música e lendo um livro. O pessoal do bar passava de vez em quando, oferecendo bebidas geladas. Apesar da vontade de tomar uma cerveja, eu sempre pedia água.

Mas aquele dia foi escaldante. Não corria um vento, nada. Não havia uma nuvem sequer no céu. Mergulhava na piscina a cada quinze minutos, tentando em vão me refrescar um pouco. O garçom trouxe minha água e, como eu pedi, um copo totalmente cheio de gelo. Derramei a água dentro e, na hora em que fui beber, me atrapalhei e virei no meu colo. A água gelada respingou entre meus seios e desceu pela minha barriga, me fazendo sentir um arrepio delicioso quando chegou na parte de baixo do meu biquíni. Senti minhas pernas e braços se arrepiarem, naquela sensação gostosa que a gente conhece bem. Acho até que soltei um pequeno gemido! De óculos escuros, olhei em volta disfarçadamente, e ninguém tinha notado. Aproveitei e virei mais um pouquinho de água, que fez o mesmo caminho, deixando geladinha a minha buceta. Que delícia! Fiz de novo, só que desta vez caiu junto com a água uma pedrinha de gelo. Fechei as pernas na hora, e ela ficou ali, bem posicionada, encostada nas minhas coxas e na minha bucetinha, sobre o tecido. Até derreter. Foi uma sensação inacreditável. Tive vontade de virar toda a água e todo o gelo por cima de mim, mas não dava para fazer isso ali. Levantei, dei mais um mergulho, bebi o resto da água, e aquela sensação gostosa não saía da minha cabeça. Peguei minhas coisas e caminhei até minha casa.

Entrei e fui direto para a cozinha. Peguei um baldinho e fui até a geladeira. Acionei o botão do gelo e enchi o balde. Fui para o quarto e sentei nos pés da cama com o balde de gelo nas mãos. A idéia me excitava, mas não sabia bem por onde começar.  Peguei uma pedra de gelo e levei até meus lábios. Toquei-a com a ponta da língua, e com o calor que fazia naquela tarde eu podia sentí-la derretendo nos meus dedos. Desci com ela pelo meu rosto, chegando no pescoço, sentindo a água geladinha que saía dela descendo pelo meu colo. Levei-a pela minha nuca, escorrendo pelas minhas costas, depois subi por trás das minhas orelhas. Era tão bom. A pedra ficou pequena, e troquei-a por outra.

Comecei na boca, de novo, mas desta vez desci ela em direção ao meu peito. Afastei o biquíni, primeiro do lado direito, depois o esquerdo, deixando meus seios ao ar livre. Passei o gelo de leve no biquinho do seio esquerdo, sentindo-o endurecer ainda mais. Uma descarga de tesão foi acionada, indo parar direto na minha buceta, fazendo-me sentir sua pulsação e a umidade que veio com ela. Fiz o mesmo no seio direito, sentindo a mesma sensação deliciosa, o mamilo cada vez mais duro, como se pedisse que eu não parasse com aquilo. Coloquei o balde de lado, não sem antes pegar mais um gelo e trocar o que eu estava usando. Agora, com as duas mãos livres, decidi prolongar a sensação nos meus seios. Passei o gelo em volta dos biquinhos, fazendo movimentos circulares, já gemendo baixinho. A água escorria pela minha barriga, agora além do calor do dia tinha o calor da minha pele, do meu tesão. Belisquei os mamilos junto das pedras de gelo, sentindo a dor do beliscão, a ardência do gelo e a onda de prazer entrando no meu corpo através dos meus seios. De olhos fechados repeti várias vezes, segurando o maior tempo possível que consegui. Troquei os cubos e comecei de novo pelo meu pescoço. Desci lentamente, desta vez não me demorei muito nos mamilos, que estavam doloridos. Desci pela barriga, sentindo os pelinhos da minha coxa se eriçarem. Abri bem as pernas e passei o gelo na virilha. Que delícia! A água geladinha escorria até a minha bunda, aumentando ainda mais o meu tesão. Com a ponta dos dedos gelados toquei minha buceta, ainda sobre o biquíni, sentindo a umidade e o calor que emanava dali. Puxei o biquíni para o lado e tateei o balde em busca de uma pedra de gelo maior. Achei.

Coloquei o gelo na altura do umbigo, quase dando para escutar aquele barulho (tssss) de algo queimando, tamanha era a temperatura da minha pele. Desci devagarinho, de olhos fechados, passando pelo meu púbis lisinho e então escorreguei o gelo novamente para a virilha. Corri ele para cima e para baixo, quase chegando no meu cuzinho. E lá de baixo eu fui subindo, desta vez correndo ele entre os grandes lábios, sentindo a diferença de temperatura, o contraste quente e frio, o meu mel e a água gelada. Segurei um pouco ali, quase penetrando, sentindo-o derreter rapidamente, sentindo meu clitóris inchando, pedindo um carinho. Com a outra mão afastei os lábios e toquei meu grelo durinho, soltando um longo gemido. Que sensação deliciosa! Coloquei-o entre meus dedos e trouxe lentamente o gelo até ele. Quando encostou, dei um pulo! Senti minha buceta sendo inundada pelo meu prazer e tive que me segurar para não gozar naquele momento.

Abri bem as pernas e com os dedos abri bem a minha buceta. Peguei o que restava do gelo e fui enfiando devagar. Meu Deus, eu não podia acreditar naquilo. Agora a água gelada escorria para dentro de mim, me fazendo ter seguidos espasmos de prazer. Fechei as pernas, forçando uma contra a outra, pressionando o gelo lá dentro, até que ele derretesse todo. Com os punhos cerrados, gemendo alto, podia sentir o gelo se esvaindo dentro de mim. Tirei o biquíni, não sei a razão, mas tive a urgência de ficar toda nua. Peguei mais um gelo e deitei na cama. Coloquei os calcanhares sobe o colchão, ficando com as pernas mais abertas que podia. Com um novo cubo de gelo nas mãos, não consegui percorrer nenhum caminho. Levei-o diretamente para o meu cuzinho. Passei o gelo ali, delirando de prazer. E então forcei. O gelo entrou sem dificuldade e eu aproveitei e enfiei junto um dedo. Passei a fuder minha bunda com um gelo lá dentro, enquanto a outra mão gelada acariciava meus seios. O suor escorria por todo o meu corpo, eu podia sentir o gosto levemente salgado nos meus lábios. Fiquei ali, fudendo o meu cu enquanto o gelo derretia todo dentro de mim, tentando não gozar e pensando em mandar fazer uma forma de gelo em forma de caralho, para me tocar sempre assim. Delícia!

Peguei mais gelo, um cubo em cada mão. Enfiei um dentro da buceta, o mais fundo que pude. Comecei a passar o outro no clitóris, fazendo movimentos circulares, gemendo, arfando, uma sensação diferente dentro de mim, uma mistura de tesão com vontade de fazer xixi, mas não era isso, não sei explicar de fato. Não vi quando o gelo derreteu, só sei que com dois dedos entrando e saindo de dentro de mim e com meu grelinho sendo massageado eu gozei, tremendo todo o meu corpo, apertando minhas mãos entre minhas pernas, sentindo meu gozo escorrer e molhar a cama, junto de toda a água que o gelo fez.

Fiquei ali deitada, a respiração voltando ao normal, ainda com meus dedos dentro de mim. Fui tirando-os devagar, um pouco dolorida, encharcada de tesão e suor. Me arrastei para o meio da cama, procurando o controle remoto do ar condicionado. Acionei-o, e em poucos minutos a temperatura no quarto estava mais agradável. Olhei o balde de gelo no chão, e ele era pura água. Deitei de bruços e corri minhas mãos por baixo do meu corpo. Empinei a bunda e abri um pouco as pernas, colocando minhas mãos entre elas. Bem devagar comecei a me tocar de novo, tentando reunir forças para ir até a cozinha buscar mais gelo…

Surpreendendo o Ricardo

10 set

Tenho trabalhado demais, como vocês devem ter notado, pois isso acaba gerando quase que um abandono do blog. Além de viajar pra lá e pra cá, relatórios intermináveis acabam minando meu teu livre. Mas como ninguém é de ferro, eu arrumei um tempinho pra aprontar alguma coisa.

A sexta-feira amanheceu chuvosa, como tem sido o normal por aqui. Deixei as crianças no colégio e voltei pra casa, para terminar uns relatórios. Me afundei no note, quase sem ver o tempo passar. Quando me dei conta, era quase 11 da manhã. E o serviço iria longe… Irritada, fechei o note e resolvi ir até a sacada. E não é que o tempo tinha melhorado? O sol começava a aparecer, e eu pensei cá comigo: “não vou passar o dia na frente do notebook”. Coloquei uma roupa e saí decidida a fazer uma surpresa pro Ricardo.

Cheguei no trabalho dele e não deixei a recepcionista me anunciar, fui direto para a sua sala. E adivinhem quem eu encontro lá, na maior galinhagem? A tal da Déia. Vocês conhecem a nossa relação e sabem que ele pode transar com quem ele quiser. Sabem que eu não tenho ciúme, ou que até tenho, mas que acaba sendo um combustível altamente inflamável pro meu tesão. Mas essa zinha não me desce. Menininha bem nojentinha, fresquinha e bipolar! Eles não estavam fazendo nada, óbvio, mas a cara dela quando me viu foi algo sensacional! rsrs O Ricardo só me olhou com aquela cara de safado, e não disse nada.

– Bom dia, Nathalia! – ela falou, um sorriso nervoso estampado no rosto, e avisou que estava de saída. Eu apenas acenei com a cabeça, e enquanto ela fechava a porta atrás de si, falei pro Ricardo:

– Eu achei que vacas só falassem “mu”, essa aí fala “bom dia”?

Não sei se ela escutou ou não, mas dessa vez quem fez cara de pavor foi o Ricardo. E o medo que eu armasse um barraco? rsrsrs

Me aproximei dele, passando meus braços pelo seu pescoço e beijando sua boca.

– E você, seu galinha safado! Estava arrumando a sobremesa, é? – falei carinhosamente.

– É. Mas agora meu banquete chegou! Veio almoçar comigo?

– Sim… Mas se já marcou com a sua putinha, não faz mal.

Ele me pegou forte pela cintura, me puxando contra ele, e sussurrou em meu ouvido.

– Não. Esquece a minha putinha. Agora a minha putona chegou.

Sorri. Estava com saudade de ouvir ele falando baixaria. E o ciúme já tinha passado, agora o tesão era quem me comandava. Foi aí que lembrei dos posts, de tudo que ele contou pra mim e pra vocês, sobre ela querer experimentar outra mulher. Assim, sem pensar e antes que desistisse, falei:

– Convida ela pra almoçar com a gente.

Se ele ficou surpreso, não demonstrou. Mas não levou fé.

– Nada, imagina… Vamos almoçar  só nós dois, em algum lugar.

Me esfreguei nele, e ronronei:

– Convida… Posso estar fazendo mal juízo dela.

Eu estava decidida. E se ele não convidasse, eu mesma convidaria. E ele sabia disso. Afinal, me deixou ali e foi falar com ela.

Voltou cinco minutos depois, deve ter sido difícil convencê-la, ainda mais depois do que falei. Mas ela topou. Pouco tempo depois saímos os 3 em direção ao elevador.

Se no início o clima estava estranho, com o tempo foi melhorando. Ela, apesar de permanecer mais quieta do que falante, não era tão ruim como eu pensava! rsrsrs Já no restaurante, escolhemos uma mesa de canto, e o Ricardo sentou-se ao meu lado, e ela na frente dele. Almoçamos e conversamos, e fiz o possível para deixá-la à vontade, assim como o Ricardo que, sentindo minha mão buscando seu pau sob a mesa, resolveu relaxar e ver no que aquilo tudo daria. Ela foi se soltando, ao mesmo tempo em que eu soltava o botão da calça do Ricardo. E quando o assunto chegou no sexo, eu já passava meus dedos na cabeça melada do pau dele.

Ela falou sobre o namorado, e eu bem cara de pau, fiquei dando dicas do que ela deveria fazer na cama com ele. Alguns minutos depois e com a conversa mais quente do que nunca, ela já com o rosto corado arregalou os olhos enquanto me ouvia perguntar:

– Você alguma vez já ficou conversando com uma amiga enquanto o masturbava?

Ela olhou pra ele que, com o rosto contorcido de tesão, não disse nada. Depois me olhou. Criou coragem e falou:

– Nunca. Mas e se ela me pedisse para trocar de lugar comigo?

A vadia era rápida. Estava começando a gostar dela.

O Ricardo segurou o meu pulso. Seu pau pulsava. Ele não queria (e nem tinha como) gozar ali.

– Você deixaria? Eu deixaria… – falei, e larguei o pau do Ricardo. Dei um beijo nele e me levantei. Ela levantou também e trocamos de lugar.

Sentada de frente para eles, olhando ora pra expressão de tesão dele, ora pros movimentos quase imperceptíveis do seu braço, que geravam um leve balanço dos seus seios, eu estava pronta para gozar. Se estivéssemos em outro lugar, eu pulava em cima dos dois. E olha que eu nem gostava daquela vadia! rsrsrs

– Chega, pelo amor de Deus! – o Ricardo falou, afastando-a – Eu não posso sujar tudo aqui.

Trocamos um olhar de cumplicidade, eu e ela.

– Vamos pra outro lugar? – ele convidou, cheio de desejo.

Pisquei para ela, mostrando que deveríamos castigá-lo um pouco mais.

– Quem sabe outra hora. – falei – Tenho tanta coisa pra fazer agora de tarde.

Ela entrou no jogo.

– Tenho uma reunião às 3.

Levantei a mão chamando o garçom:

– Um expresso… Alguém mais quer? Dois expressos e a conta, por favor!

Entrando totalmente no clima, ela saiu do lado dele e veio sentar ao meu lado. Ficamos conversando amenidades, enquanto bebíamos nosso café. E ele com uma expressão incrédula na nossa frente.

 

Larguei os dois no trabalho e fui para casa, mas nem toquei nos relatórios. Me deitei e me masturbei lembrando daquele almoço. Não respondi nenhuma das mensagens desesperadas do Ricardo no meu celular e, apesar de continuar não simpatizando com a tal da Déia, gozei pensando em nós três.

 

 

Rapidinha

14 jul

Entramos no estacionamento e o clima quente não ficou para trás. Lá pelo meio do filme o Ricardo pareceu desinteressar-se por ele, e se mostrou totalmente interessado em me provocar. Claro que a sessão praticamente vazia ajudou, e ele me beijou, me bolinou, tentou de tudo. Mas eu estava gostando do filme! rs Tratei de acalmá-lo, tocando seu pau por cima das calças. Mas ele queria mais!

Nem esperou a porta do elevador se fechar para me pegar pela cintura. De costas para ele, sentindo seu pau encostar em minha bunda, andamos abraçados pelo estacionamento do shopping quase deserto. A vaga do lado direito estava preenchida por um carro grande, no lado esquerdo nenhum carro atrapalhando a abertura da porta. Andávamos lentamente, e eu ria a cada beijo que ele me dava no pescoço, a cada bobagem que ele falava no meu ouvido. Parecia um guri tarado!

Pelo controle remoto ele destravou as portas do carro, e quando deu a volta no veículo para chegar à porta do motorista, me viu parada:

– Não vai entrar?

– Não – respondi sorrindo com cara de safada,  e dando a volta no carro envolvi seu pescoço em meus braços, puxando-o para um beijo quente.

– Não, querido. Não quero entrar agora.

Senti suas mãos na minha cintura, virando meu corpo, me colocando de costas para ele novamente. Seus dedos tocaram meu corpo, me empurrando para mais perto da porta, até seu corpo pressionar o meu contra o carro. Esfregava seu pau descaradamente na minha bunda,  meus gemidos ecoavam pelo estacionamento e nossas vontades eram encobertas pelo carro da vaga da direita para quem saísse do elevador. Abri como pude a porta do carro, forçando a entrada dele, colocando-o sentado de lado no banco, deixando suas pernas do lado de fora.

Eu tinha pressa, tinha que ser assim, urgente. Tinha que ser rápido, usando o clima de perigo à favor. Me ajoelhei no chão do estacionamento abrindo sua calça, puxando-a com força, até a altura dos joelhos. Baixei meu decote, deixando meus seios à mostra e comecei a punhetá-lo. Tocava-o olhando nos seus olhos, e me encantava com a sua expressão de surpresa e tesão. Poderia ficar ali por horas, masturbando-o e olhando para ele, provocando-o.

Quando ele começou a gemer mais alto, eu tive certeza que chegara a hora. Coloquei seu pau na boca e comecei a chupar de forma bem intensa. No momento em que senti suas mãos nos meus cabelos, soube que ele gozaria. Voltei a toca-lo com as mãos, apenas lambendo a cabeça inchada do seu pau, para que gozasse no meu rosto. Eu queria assim, eu gosto assim. E assim eu fiz.

Enquanto o Ricardo gozava, eu sorria, sentindo seu líquido quente melando o meu rosto. Ele gemia e eu olhava para ele.

Ele gemia e eu limpava meu rosto com o dedo.

Ele gemia e eu levava o dedo à boca, lambendo seu gosto.

E ele ainda gemia quando dei a volta no carro e sentei no banco do passageiro.

– Pronto, amor. Já entrei. Podemos ir?

Nem todo dia é igual – Parte II

27 set

Leia a primeira parte clicando AQUI.

Quando eu saí do elevador a Déia já estava me esperando. Sorriu pra mim, e enquanto eu sorria de volta, tentava detectar algo mais na sua expressão. Saímos pela porta, sentindo o vento de setembro quase nos carregar.

– Onde vai ser o almoço? – perguntei.

– Naquele vegetariano da rua de trás.

Putz. Comida vegetariana! Era só o que me faltava. O que o cara não faz pra arrumar uma mulher.

A Déia notou a minha cara de desagrado, e comentou divertida:

– Tu vai almoçar só com mulher, Ricardo! Acha o que? Que vamos no espeto corrido? E melhora essa tua cara… Senão a tua fama de guri querido vai virar de guri chato.

Andamos até o restaurante implicando um com o outro, conversando e rindo. Cheguei lá achando que o interesse dela era coisa da minha cabeça.

Tão logo passamos na porta, avistamos as meninas na mesa. Uma delas era aquela que eu já tinha visto no outro restaurante, a amiga da Rainha. Tinha também uma loira, bonita, mas sem graça. E tinha a Rainha, que nos recebeu com um largo sorriso de dentes brancos e perfeitos, e olhando nos meus olhos com seus olhos negros, levantou-se e me cumprimentou com dois beijinhos no rosto. As outras duas fizeram o mesmo, enquanto a Déia se encarregava das apresentações.

Sentei ao lado da Déia e de frente pra Rainha, e logo estava enturmado com elas. Eram divertidas e sem frescura, e a conversa girava (muitas vezes muito rápido e desordenadamente) em vários assuntos.

– Vamos nos servir? – a loira propôs. A Déia levantou-se, e a outra também.

– Vou cuidar das bolsas… – disse a Rainha.

As outras três me olharam. Esperavam uma decisão minha. Eu tava ficando paranóico. Deus do céu, quantos anos eu tenho?

– Vou fazer companhia pra Renata.

E lá se foram as três, e eu fiquei sozinho com a Rainha.

– Senti a tua falta nos últimos dias. – Ela deu a deixa. E antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela completou, rindo e quebrando o gelo: – Olhava o pessoal que trabalha contigo na mesa, e ficava pensando: “será que ele foi demitido”?

– Fui mesmo, – brinquei – mas me chamaram de volta. Não é fácil achar alguém como eu no mercado…

Ela olhou bem nos meus olhos, eu sustentei o olhar, e ela então falou, ronronando:

– Não deve ser mesmo…

As faíscas saltavam de nós. Ela estava pronta, e eu também. Era uma questão de oportunidade.

As gurias voltaram à mesa, e eu e a Rainha fomos nos servir. Na fila toquei em suas costas com a mão, conduzindo-a na minha frente, e juro que senti aquela tensão gostosa, aquele calor de uma parte dos nossos corpos se tocando. De volta, com todos à mesa, passamos a falar sobre trabalho, o que cada um fazia na sua empresa, e coisas assim. A Déia, ao meu lado, estava em uma vibe de me elogiar, falar bem do meu trabalho e da minha pessoa, que confesso que estava me deixando até meio sem jeito. Não sei se ela queria fazer meu filme com a Rainha, ou se ela achava mesmo aquilo tudo de mim.

Lá pelas tantas, as outras três falavam praticamente sem parar, e eu e a Rainha nos olhávamos. Eram olhares que prometiam o paraíso…

Mas chegou a hora de ir embora, e já em frente ao restaurante, após pagarmos a conta, entreguei meu cartão a cada uma delas. Disse que foi um prazer conhecê-las, e que esperava que repetíssemos o almoço outras vezes. Nos despedimos, e fomos eu e a Déia para um lado, e as outras três para o outro. Caminhamos alguns metros em silêncio, e a Déia nem olhava na minha cara. Em frente a uma loja de bolsas ela parou, e ficou olhando a vitrine. Perguntei, educadamente, de qual ela tinha gostado, e, pela primeira vez desde que nos despedimos das outras, ela olhou na minha cara. O cenho franzido, já ficando vermelha, me falou:

– Por Deus, Ricardo! Na próxima vez arranjem um quarto!

Girou nos calcanhares, atravessou a rua e foi embora, me deixando ali plantado na calçada, em frente à loja. Fingi que olhava a vitrine, pra não ficar chato, enquanto ela desaparecia entre os carros.

* * * *

Mal sentei no meu escritório, e meu celular apitou. Mensagem da Rainha. Dizia que finalmente havíamos nos conhecido, e que tinha sido exatamente como ela imaginara. Lembrei do que a Déia tinha me falado, do que ela perguntara de mim, e sorri olhando o display do telefone. Não me demorei, e logo mandei uma mensagem à ela: “Também adorei conhecer vocês. Que tal um café no final da tarde?”. Sim, eu coloquei vocês, no plural. Não ia dar tanta bandeira assim. O telefone apitou de novo. “Café? Achei que tu preferiria um chopp!”. Feito. Gol do Inter. Marcamos de nos encontrar às 19 horas, na Padre Chagas.

Mal consegui trabalhar de tarde. Meu pensamento se dividia entre o que estava acontecendo com a Déia e o que eu poderia fazer com a Rainha. E assim as horas se arrastaram…

* * * *

Quando entrei no bar, ela já estava lá. Um copo de chopp pela metade e falando ao celular. Levantou o indicador, me pedindo silêncio enquanto eu me aproximava, e fiquei esperando ela desligar. Tinha certeza que ela falava com o marido, mas não falei nada.

– Estou atrasado? – perguntei, olhando para o relógio e para o copo pela metade.

– Não, imagina! Eu que me liberei antes, e como não tinha o que fazer, comecei sem você. Se importa?

Nossa! Ela era cheia de frases de duplo sentido, e até então me parecia bem decidida.

– Não, desde que em algum momento tu me espere… – respondi, olhando nos seus olhos.

Seu rosto se iluminou em um sorriso. Eu também conhecia frases de duplo sentido.

Pedi um chopp pra mim, e mais outro pra ela. Falamos de nós, das nossas vidas, e ela então me contou que era casada. Com mais um ou dois copos de chopp, me disse que gostava muito do marido, mas que o sexo inexistia entre eles.

– Perguntei pra ele, no meio de uma transa, se ele tinha alguma fantasia. Sabe o que ele me respondeu? Que agora não, mas que quando era guri tinha uma do Batman. Pode? – ela me contou, já meio alegrinha por causa do chopp.

Me segurei pra não rir. Ela notou.

– Pode rir, Ricardo. Eu sei que de tão ridículo, é engraçado.

Eu ri, mas perdi o entusiasmo. Eu podia ver nos olhos dela o quanto estava incomodada com a situação do seu casamento.

– E tu? É casado? Tem namorada? Enrolado?

Não sei bem o que a Déia tinha falado pra ela, mas de toda maneira, sempre jogo limpo. Disse a ela que já fui casado, e que a minha ex-mulher também tinha uma fantasia, só que de Mulher Maravilha. Ela riu. Contei sobre a Nathalia, e sem dar maiores detalhes, disse que nosso relacionamento é aberto. Mas é claro que ela quis mais detalhes.

– Mas como? Tipo… Ela sai e transa com outro? E tu sai e transa com outra? Assim, no mais?

– É, mais ou menos isso. – O que dizer numa hora dessas?

– E vocês contam um pro outro? Ela sabe que tu está aqui?

– A gente conta, claro. Nem sempre antes, se não tiver oportunidade. Mas depois sempre contamos.

– E aí? O que acontecem? Brigam?

– Brigar? Se é liberado, pra que brigar?

– Mas contam tudo, tudo mesmo?

Chegara a hora de ousar. Cheguei mais perto dela. O calor dos nossos corpos um perto do outro me deixava quase sem ar. Levei a boca mais para perto do ouvido dela, afastei o cabelo com a ponta dos dedos, roçando a sua nuca, e falei:

– Tudo. Tem vezes que depois que saio com outra, vou direto pra onde ela está. Chego e arranco as roupas dela, vou beijando e mordendo cada pedaço do seu corpo e vou contando o que acabei de fazer.

Ela fechou os olhos. Com a boca entreaberta, esperava que eu continuasse.

– Então eu coloco ela de quatro, ou vou por cima dela, e como ela com força, metendo forte, falando que quero mais… Que quero comer a outra de novo… E que, saindo de lá, vou voltar pra onde estava e fazer de novo.

Ela virou-se pra mim, lentamente. A respiração pesada, o jeito que me olhou, foi tudo perfeito. Colei meus lábios nos seus, enquanto nossas línguas se entrelaçavam, sentindo o gosto e a textura um do outro.

Seu beijo era delicioso. E a temperatura que já estava quente, ferveu. Escondidas pela mesa, minhas mãos buscavam o seu corpo. Ela se contorcia tentando fugir, segurando de leve meus pulsos, querendo, mas negando o meu assédio. Aproveitei o movimento dos seus braços e segurei a sua mão, conduzindo-a até meu pau duro. Ela tocou-o sobre a calça, e olhando nos meus olhos, com cara de espanto e tesão, soltou um gemido. E então tirou a mão rapidamente.

Se recompôs como podia, e disse que iria ao banheiro. Era início de semana, e o bar estava bem vazio. Disse pra ela que iria atrás.

– Tu tá doido? – ela me perguntou, tentando fingir que não queria. Levantou-se e foi.

Nem 30 segundos depois eu me levantei, disfarçando meu pau duro e o que iria fazer, e fui atrás. Abri a porta, e lá estava ela em frente ao espelho, com a torneira aberta. Viu meu reflexo e, ao mesmo tempo espantada e convidativa, sorriu.

– Tu é louco…

Entrei, e fomos juntos para uma das cabines. Nos beijamos com sofreguidão, enquanto eu subia a sua blusa, querendo me deliciar o quanto antes naqueles seios que eu desejara através do decote. Acariciei-os com as pontas dos dedos, enquanto ela gemia no meu ouvido. Levei-os à boca, lambendo e chupando forte, louco de tesão. Ela gemia mais alto, se contorcendo contra a parede de madeira, apertados que estávamos. Abri o botão da sua calça, depois o zíper e escorreguei a minha mão para dentro. Encontrei sua buceta melada, convidativa aos meus dedos. Deslizei um dedo para dentro dela, que mordia os dedos da mão para abafar os gemidos. Fiz movimentos circulares e de vai e vem, e em pouco tempo ela gozou, apertando e inundando a minha mão.

Puxei seu rosto para mim e beijei a sua boca. Ela tentou pegar o meu pau, mas não deixei. Estávamos muito tempo fora da mesa, e se já não sabiam o que estávamos fazendo, logo se dariam conta. Disse pra ela se recompor, e saí com cuidado do banheiro. Com cuidado e com uma dor no saco, louco para gozar…

CONTINUA…

Fantasiando

9 mar

Ontem recebi uma pergunta no meu formspring, me pedindo detalhes da fantasia que falei aqui no blog que ainda não tinha realizado: transar com um negro. Respondi a verdade, que não existiam detalhes, apenas a vontade de um dia experimentar.

O dia passou, fiz mil coisas, fui pra casa, assisti ao BBB, e já na cama, sozinha, me peguei a pensar sobre o assunto. Fiquei pensando, imaginando…

Me vi em um metrô lotado (ainda que nunca ande de metrô), a caminho do trabalho. Um vestido soltinho, sandálias de salto alto e um decote discreto. Com uma das mãos segurando a bolsa e o note, a outra segurando uma das barras para não cair. O espaço, que já era apertado, desaparece na próxima estação. Há gente de todos os lados, praticamente espremidos dentro do vagão. O leve balanço de trem faz com que as pessoas se toquem, e logo sinto alguém encostado atrás de mim. Tento ir para frente, mas não há mais espaço. O pouco que consigo me mover, a pessoa atrás de mim se move junto, e agora não tenho mais como escapar. Espio de canto de olho, e vejo um negro alto, cabelos praticamente raspados, peito largo, bem vestido, olhando para o lado, sem me encarar. Começo a procurar um lugar para onde possa fugir daquele assédio.

Atrás de mim ele agora mexe o corpo, se encostando mais na minha bunda. Sinto aquele volume pressionando minhas nádegas, e escuto a sua respiração perto do meu ouvido. Mais uma vez tento me mexer, me curvando um pouco para frente, à procura de um lugar no vagão. Mas não há lugar, e o meu movimento praticamente o encaixou entre as minhas nádegas. Ele entendeu aquilo como um consentimento, e quando voltei o tronco para trás, ele sussurrou: “isso… agora vai começar a ficar bom!”. Que safado!

Atônita e sem saber o que fazer, sem ter como sair dali e não querendo fazer escândalo, comecei a sentir o seu pau endurecer atrás de mim, enquanto ele se movimentava lentamente e o roçava em mim. Sua respiração ficou mais ofegante em meu ouvido, e eu me perguntava se as pessoas em volta notavam a situação em que eu me encontrava. Olhei discretamente ao meu redor. Pareciam entretidos em suas próprias coisas, à exceção de um rapaz gordinho e cheio de espinhas, com fones de ouvido, que nos olhava sem disfarçar.

Como estava pressionada e não corria o risco de cair, e ainda indignada com a situação, baixei a mão que me segurava e na altura das minhas coxas, tentei empurrá-lo para trás. Quando ele sentiu a minha mão ali, não teve dúvidas: segurou meu pulso e perguntou no meu ouvido se eu queria “pegar nele um pouquinho”. Antes que eu pudesse dizer que não, colocou a minha mão entre os nossos corpos, entre o seu pau e a minha bunda. Meu Deus, era enorme!

Sabendo do dote que possuía e acostumado que devia estar de ostentá-lo, ele fez a minha mão correr por toda a extensão do seu pau, sobre a calça de tecido leve, e depois tirou-a dali. Me segurei novamente no trem, ainda impressionada com o tamanho, e ele, agora mais confiante, perguntou ao meu ouvido: “gostou?”. Não respondi.

Senti sua mão espalmando minhas coxas, e subindo áspera sob meu vestido. Virei bruscamente a cabeça para trás, e ele parou o movimento, mas não tirou a mão. “Para”, falei baixinho. “Não gosta?”, ele devolveu, os lábios quase roçando a minha orelha. “Não é isso…”, comecei a falar e parei. Onde estava com a cabeça? Me explicando para aquele homem que praticamente abusava de mim dentro do metrô? Virei o rosto para frente novamente, não sem antes ver um pequeno sorriso nos seus lábios.

Alguns segundos depois senti a sua mão escorregando até a minha bunda, entre nossos corpos. Novamente tentei me mexer, e mais uma vez acabei facilitando seu movimento. Os dedos tocaram minha calcinha pequena, e acompanharam ela até o meio das minhas pernas. Ele foi um pouco para o lado, agora roçando o pau na minha nádega direita. Com facilidade e uma habilidade provavelmente adquirida após muito fazer isso no metrô, ele afastou a minha calcinha e tocou meus grandes lábios. “Uhmm… Gosto de raspadinhas…”, ele sussurrou na minha orelha, e foi movimentando os dedos. Instintivamente abri um pouco as pernas, e senti a minha umidade. Ele também sentiu, e falou: “Raspadinha e meladinha… delícia!”. Eu não acreditava que estava me entregando daquela maneira a um desconhecido.

Ele forçou um dedo para dentro de mim, e senti meus mamilos enrijecendo, marcando o tecido do meu vestido. Olhei para eles e depois para o rapaz dos fones de ouvido que, com a boca aberta, não acreditava no que estava vendo. O dedo era grosso e áspero, e entrava mais fundo na minha buceta, e eu pensava que se o dedo dele era assim, imagina o pau!

Minha estação passou, e eu não quis descer. Meu mel escorria entre as pernas, e aquele pau enorme apertava a minha bunda. Mas o vagão começou a esvaziar, e não podíamos mais ficar colados daquele jeito. Foi quando liberaram dois lugares no banco duplo à nossa frente, e ele sentou-se na janela e eu no corredor. Nessa hora pude olhar melhor pra ele. Era um negro bonito, mas evitava olhar nos meus olhos. Trazia uma mochila que, ao sentar tirara das costas e agora levava no colo, provavelmente para disfarçar a ereção. Coloquei minhas coisas no colo também e, para surpresa dele, enfiei a minha mão sob a mochila, até pegar no seu pau. Mexi nele sobre as calças, sentindo o seu contorno, a sua extensão. A próxima estação era a do Centro, e meio sem jeito ele me perguntou: “desce comigo?”. Sem nem pensar, concordei.

Ainda com a mochila em frente ao corpo, ele levantou e nos encaminhamos à porta. Ao meu lado surgiu o rapaz dos fones de ouvido, que me perguntou meio sem jeito: “amanhã posso ir atrás de você?”. Sorri e balancei afirmativamente a cabeça.

O negro me pegou pela mão e saímos da estação. Ele guiava o caminho, e eu apenas o seguia. Duas quadras dali entramos em um hotelzinho fuleiro. Ele pediu um quarto ao atendente, e subimos um lance de escadas. Quando passamos pela porta, ele praticamente me jogou na parede. Arrancou meu vestido pelo pescoço, e passou a beijar o meu pescoço. Colou a sua boca na minha, e enfiou a língua, em busca da minha. Suas mãos grandes apertaram meus seios, beliscaram meus mamilos, que logo depois ele abocanhou. Eu segurava sua cabeça, doida pra que ele tirasse as calças e eu pudesse ver o seu pau. Ele foi beijando e mordiscando a minha barriga, e de repente me virou com o rosto contra a parede. Mordeu a minha bunda, arrancou a minha calcinha, e, abrindo as minhas nádegas com as mãos, enfiou a língua no meu cu. Eu me contorcia e arranhava a parede de tesão.

Me pegou no colo e me jogou na cama, e começou a tirar a sua roupa. Fiz menção de tirar as sandálias, mas ele não deixou. “Fica de salto alto, igual a filme de putaria. Tu tem cara de quem faz filme de putaria.”. Não sei se aquilo era um elogio, mas eu gostei. Ele tirou a camisa, exibindo um tórax perfeito, músculos definidos e sem pelos. Tirou os sapatos, as meias, e finalmente baixou as calças. Estava sem cuecas. Aquele pau preto, imenso, apontava para mim, como que me convidando ao prazer. Orgulhoso do que tinha, ele permaneceu parado à minha frente, desafiando-me a dar o próximo passo. Não tive dúvidas. Sentei-me à beira da cama, e tomei-lhe nas mãos. Minhas duas mãos juntas não o cobriam por inteiro. Coloquei a cabeça na boca e pus-me a chupar. Tinha dificuldade, devido ao tamanho e a grossura. Tentava enfiar o máximo que podia na boca, até quase engasgar. Depois brincava com a língua na cabeça, enquanto massageava seu saco depilado.

Ele me chamava de puta, dizia que eu era só mais uma que ele pegava no metrô. E eu pensava que queria pegar mais daqueles. Imaginava aquele pau negro despejando porra branca em todo o meu corpo, um contraste delicioso. Ele batia o pau no meu rosto, e perguntava se eu agüentaria aquilo tudo no cu. Eu dizia que sim, que queria ele todo dentro de mim. Ele me mandava ficar parada, com a língua de fora, e fazia seu pau mexer sozinho, batendo a cabeça dele na minha boca. O pau pulsava como se tivesse vida própria.

Sem agüentarmos mais, ele veio sobre mim. Abriu bem as minhas pernas e posicionou o pau na entrada da minha buceta. Foi empurrando para dentro devagar, e a sensação que eu tinha era de perder o ar, de dor, de tesão. Entrou tudo, e ele começou a estocar. Enfiava e tirava com força, me rasgando, me fazendo delirar. Eu baixava os olhos para ver aquilo tudo sumindo dentro de mim, para ver o contraste daquele mastro negro com a minha pele branca, com a minha buceta rosada. Cravei minhas unhas nas suas costas e gozei, aos berros e sentindo meu corpo inteiro tremer.

Ele saiu de dentro de mim e ficou em pé sobre a cama, um pé de cada lado do meu corpo. Começou a masturbar seu pau imenso, me perguntando se eu queria leite. Eu gemia e dizia que sim, que queria tomar banho com a sua porra. E assim ele gozou, espirrando sua porra quente e grossa por todo o meu corpo, do jeito que eu havia imaginado.

E assim eu gozei sozinha, no meu quarto escuro, com meus dedos dentro de mim, fantasiando essa improvável situação. Ou não será tão improvável assim?

Emendando a happy hour

2 fev

Fazia tempo que eu não encontrava com o meu amigo. Ele tinha começado a namorar, e nosso relacionamento dera uma esfriada.

Mas semana passada saí pra tomar um chopp com o pessoal do trabalho, numa vã tentativa de me livrar do calor absurdo que faz nessa cidade. Começava a escurecer, e o movimento crescia cada vez mais. Nas mesas em volta o clima já era de paquera total. Os rapazes já com os nós das gravatas afrouxados, as meninas já acesas e mexendo e remexendo nos cabelos. Sentados em uma mesa na calçada, tínhamos uma ampla visão do bar, e de quem chegava e saía.

Foi assim que o vi. Ele e mais um amigo pararam em frente ao bar, procurando uma mesa vaga. Fiquei petrificada. Bronzeado ele era ainda mais bonito. Os braços fortes pareciam querer fugir de dentro das mangas da camisa. E a doce lembrança das nossas transas fizeram percorrer uma descarga de prazer no meu corpo. Ele percorreu com os olhos as mesas, e seu olhar parou no meu. Abriu um sorriso lindo, demonstrando satisfação em me encontrar, e veio caminhando até onde eu estava. Me deu um abraço forte, um beijo em cada bochecha e me disse que estava muito feliz em me ver, que sentiu saudade. Eu respondi que também estava feliz em reencontrá-lo, e convidei-os a sentar à mesa conosco.

Logo os dois estavam enturmados, rindo e conversando sobre os mais diversos assuntos. O amigo dele mandou baixar duas garrafas de champanhe, que em poucos minutos foram esvaziadas. Uma colega me chamou pra ir ao banheiro, e logo quis saber com qual dos dois ela poderia ficar. Eu desconversei, dei risada, e disse que com qualquer um deles. Ela me olhou bem séria, os olhos já avermelhados pela bebida, e falou: “fico com o outro, pois o seu amigo está vidrado em ti”. Pensei, mas não falei: “ah, se você soubesse…”! rsrsrsrs

E, de fato, quando voltamos, ela passou a investir no amigo dele. O tempo passava, o resto do pessoal começou a ir embora, e mais duas garrafas de champanhe depois, sobramos apenas os quatro na mesa. Quando olhei no relógio, passava das onze. Disse que precisava ir embora, e meu amigo prontificou-se a me levar até meu carro. Deixamos minha colega e o amigo dele lá, e saímos caminhando sob as árvores, até o estacionamento. Caminhando lado a lado, nossas mãos se tocaram, e ao sentir sua pele junto à minha, fui atacada por outra daquelas descargas de prazer. Ele segurou a minha mão, me puxou para si e me beijou. Meu corpo de encontro ao dele, seus braços fortes me envolvendo e a sua língua macia e doce percorrendo meus lábios, meus dentes e depois se entrelaçando à minha foi demais pra mim. Novamente ele podia fazer de mim o que quisesse.

Entre beijos e amassos enfim chegamos ao estacionamento, mas meu carro ficou lá. Entramos no carro dele e saímos em direção à sua casa. Ele me falava que sentia muita falta de transar comigo, e de como pensara em mim durante o tempo em que paramos de nos ver. Disse que terminara o namoro, mas que não se sentiu à vontade de me ligar, afinal nosso afastamento havia se dado por causa dele. Eu subi a mão pela sua coxa direita, e mandei que ele calasse a boca e curtisse o momento. Abri o zíper da calça dele e livrei seu pau da cueca. Passei a masturbá-lo devagar, sentindo-o crescer e endurecer ao meu toque.

Disse pra ele dirigir devagar e aproveitar o momento. Enquanto a Amy Winehouse cantava Black to Black no som do carro, os vidros escuros não deixavam as pessoas dos outros carros verem o que acontecia ali dentro. Ele andava à vinte por hora, enquanto minha mão subia e descia no seu pau, às vezes apertando-o com mais força, de baixo pra cima, às vezes apenas deslizando suavemente.

Ele estacionou o carro e nos recompomos. Mas sou forçada a admitir que não queria largar do seu pau. Conseguimos nos comportar no elevador, mas ao entrarmos em seu apartamento já nos agarramos novamente. Suas mãos grandes e fortes deslizavam pelo meu corpo, tentando entrar sob o meu vestido. Encontrou minha calcinha, e rapidamente fez com que ela deslizasse pelas minhas pernas. Me jogou sobre o sofá, veio sobre mim, me beijando e bolinando, e foi escorregando o corpo até o chão. Abriu as minhas pernas e foi beijando as minhas coxas, subindo de encontro à minha virilha. Eu abri mais as pernas, sedenta por sentir seu hálito quente na minha vagina.

Ele correu os dedos pelo meu púbis, descendo, e abriu meus grandes lábios. Tocou com a ponta da língua, de baixo pra cima, da entrada da minha buceta até o meu clitóris. Envolve-o com os lábios enquanto mexia a ponta da língua, deixando-o ainda mais intumescido. Passei a gemer de prazer, me abrindo o máximo que podia, desejando-o dentro de mim. Sua língua não parava um minuto, ora no clitóris, ora entrando fundo dentro de mim, me deixando sem ar, suspensa no espaço. Com uma mão eu afagava seus cabelos, por vezes forçando-o de encontro a mim, e com a outra eu tocava meus seios. Senti que o gozo se aproximava, e não tive força para detê-lo. Beliscando e torcendo meu mamilo e com a sua língua diabólica a me dar prazer, gozei arreganhada e gritando de tesão.

Ele veio sobre mim, sorrindo satisfeito, e beijou a minha boca, dividindo comigo o meu gosto e o meu gozo. Depois me pegou no colo e me levou ao seu quarto. Tirou o meu vestido e livrou-se das suas roupas. Deitou-me com cuidado na cama e ficou me olhando. Eu, ainda entorpecida pelo orgasmo que acabara de ter, mal conseguia me mexer. Em pé, à minha frente, ele passou a se masturbar. Um showzinho particular pra mim. Mexia no pau, detia-se na glande, vermelha e cabeçuda, me dizendo que logo estaria dentro de mim. Colocou um pé sobre a cama, e com uma mão segurava o saco, enquanto a outra punhetava aquele pau enorme. Pedi que ele colocasse na minha boca, mas ele negou. Disse que talvez mais tarde. Que agora queria o que só podia fazer comigo. Passou a lamber os dedos e umedecer o pau, e eu entendi o que ele queria.

Ele abriu a gaveta do criado mudo e me entregou um tubo de lubrificante. Coloquei nos dedos e passei na minha bunda. Ele ali na frente, se masturbando e dizendo como queria foder minha bunda, e eu já enfiando um dedo lubrificado para recebê-lo. Ele dizendo que só podia fazer isso comigo, pois só eu sabia como dar o cu pra ele, e eu enfiando o segundo dedo e desejando aquele caralho todo dentro de mim.

Ele colocou uma camisinha, subiu na cama, posicionou-se atrás de mim e eu mesma fiz questão de guiá-lo. Abri bem as pernas, peguei seu pau duríssimo e coloquei na entrada da minha bunda. Puxei-o de encontro a mim, e abafei um grito de dor quando a cabeça entrou. Ele esperou pacenciosamente que eu me acostumasse, e eu me empurrei pra trás, fazendo com que ele entrasse todo, a dor se transformando em prazer.

Ele entrava e saía, eu gemia e pedia mais. Seu suor pingava nas minhas costas, e eu sentia meu prazer escorrendo da buceta pelas coxas. Desci a mão e passei a me tocar, enquanto ele avisava que não agüentaria por muito mais tempo. Gozamos juntos, ele com o pau cravado na minha bunda, e eu com três dedos dentro da vagina.

Ficamos deitados na cama, sem dizer muita coisa, ambos felizes com aquele reencontro. Mais tarde voltamos ao estacionamento para que eu buscasse meu carro e fosse pra casa. Ele, cavalheiro e cuidadoso, me acompanhou em seu carro até que eu entrasse em casa. Não marcamos um novo encontro, mas eu tenho certeza que acontecerá.

No dia seguinte, no trabalho, recebo pelo Messenger uma mensagem da minha colega:

“Que noite, hein?”

Respondi com um sorriso, e disse que havia ido pra casa.

Ela respondeu:

“A pé? Seu carro estava na garagem quando saí com aquele gato!”

Putz! Nem tinha pensado nisso!

Esperei um tempinho e de repente meu status no Messenger ficou: “Em reunião”.

rsrsrsrsrs