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Jogando como um time

8 dez

É, não teve jeito, precisei me render aos fatos!

Futebol e mulher pelada é realmente a paixão dos homens, principalmente se eu pensar no MEU homem…

E daí, já que não podemos com eles, nos juntamos a eles…

Resolvi fazer uma surpresinha pro Ricardo (principalmente depois de ter lido esse post aí embaixo, onde ele descaradamente reclama de mim).

Fui ao Beira Rio, comprei a camisa oficial do time, meião, chuteira, mandei uma mensagem no celular dizendo que o esperava às 20:00h.

Fui pra casa e me preparei, maquiei o rosto de vermelho e branco, vesti a camiseta, o meião, a chuteira, coloquei na cama uma bandeira do Inter.

 

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Quando ele chegou, chamei-o do quarto. Quando ele entrou, começou a rir e a perguntar onde eu estava (estava no banheiro olhando-o da porta, mas ele não tinha olhado praquele lado ainda), então saí, joguei ele na cama, subi em cima dele, e disse: agora é a hora da nossa partida, campeão de TUDO!

Meninas, façam isso, rendam-se, porque a noite foi longa, cheia de fogos de artificios e comemorações em todas as 11 posições que qualquer atacante de respeito ficaria com inveja….hihihihihihihihi

 


Campeão de tudo!

4 dez

Ontem eu tava no Beira Rio, a fumaça dos sinalizadores praticamente cobriam o campo, minutos antes do início do jogo. A galera cantando “Vamo vamo Inter… Vamo vamo Inter!!”, eu lá pulando com uma bisnaga da Nissan em cada mão, o rosto pintado de branco e vermelho, quando sinto meu celular vibrar no meu bolso. Não dei bola, e segui com o incentivo. Só que, como vocês sabem, a bosta do celular fica tremendo de tempos em tempos, se não é atendido. Então no exato momento em que a torcida saudava o nosso capitão, berrando “Edinho, Guerreiro! Edinho, Guerreiro!”, eu largo uma das bisnagas de lado, levo a mão no bolso e leio na tela: nova mensagem de Nathalia.

 

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Fiquei faceiro, afinal ela provavelmente estaria me mandando boas vibrações para o jogo, e com uma sacanagenzinha no final, como é de praxe… Mas ao abrir, leio, assim mesmo, em miguxês: vc naum vai + escrever no blog?

Fala sério!!!

To lá numa decisão de campeonato, estádio lotado, o jogo pra começar, e ela me manda uma mensagem dessas? Pô, eu adoro o nosso blog, mas não era o momento, né?

Obviamente não respondi, desliguei o celular, e voltei minha atenção ao campo.

Puta que pariu, que batalha. Em uma semana os caras do Estudiantes aprenderam a jogar, e, justiça seja feita, alguns do meu time desaprenderam um pouco. O juiz era muito fraco, e tirou todos nós do sério. Demorou horrores pra amarelar os argentinos, que davam porrada com vontade. Deixou de marcar um pênalti em que o zagueiro deles deu uma cortada de vôlei dentro da área. Só não saiu apedrejado de campo porque nosso estádio não tem pedra solta, não tá se desmanchando como alguns por aí… hehehe

O segundo tempo foi horroroso, tomamos um gol babaca e não produzimos nada. A prorrogação era inevitável. Mas na prorrogação o time voltou melhor, quase marcou no primeiro tempo, e no segundo o Nilmar aproveitou um bate e rebate dentro da área argentina e mandou pro fundo da rede. Faltava pouco mais de 5 minutos, e não tinha mais como perder. O empate era nosso, e o título também.

 

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Nunca nenhum time brasileiro tinha ganho este título. Nunca nenhum time o ganhara de forma invicta. Na América, apenas o Inter e o Boca podem dizer:

SOMOS CAMPEÕES DE TUDO!!!

Exato, são os dois únicos times que venceram todos os títulos continentais possíveis no momento.

 

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Como jogo de meio de semana é dureza, e com prorrogação e entrega da taça fica ainda mais demorado, cheguei em casa mais de duas da manhã. Pra quem precisava acordar as seis e meia, o melhor era tentar dormir. Obvio que acabei deitado na cama, assistindo a repetição do jogo na TV.

Hoje to um zumbi, mas um zumbi campeão. E ainda escrevi no blog, como a Nathalia queria.

Só não sei se ela vai gostar do post… hehehehe

Buenos Aires Affair

11 nov

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Buenos Aires é sensacional. E nem vou falar do jogo, embora pudesse escrever páginas e mais páginas sobre a vitória do meu time sobre o Boca, em plena Bombonera, acabando com uma invencibilidade de 29 jogos internacionais dos Xeneizes em casa. Hehehehehe

O fato é que não tenho, e nunca tive, esse desprezo pelos hermanos que a maioria dos brasileiros tem. A cidade é linda, com um ar maravilhosamente europeu. E o povo, em sua maioria, é culto, educado, bem vestido. Buenos Aires é, proporcionalmente, a cidade que tem mais livrarias no mundo.

Quando eu era mais novo, na época da minha infância e adolescência, o litoral sul do Brasil era literalmente invadido por argentinos. Era uma época de economia desfavorável no nosso país, e favorável no deles. Vinha famílias inteiras, enlatados dentro de carros minúsculos e caindo as pedaços (nas praias do Rio Grande do Sul ficavam os menos abastados, os mais ricos continuavam subindo em busca de praias mais bonitas). E, já na adolescência, ganhava o verão quem conseguia conquistar uma hermana. Era uma tarefa dificílima, e eu mesmo jamais consegui. E os mais velhos nos bombardeavam com uma informação perturbadora sobre as preferências sexuais das argentinas: preferem sexo anal. Imaginem, uma gurizada de 14, 15 anos, que não tinha experiência nenhuma, com uma informação dessas? Era de enlouquecer. E o pior é que todos falavam isso, sem exceção. Mas talvez fosse uma lenda urbana, não sei.

Cheguei em Buenos Aires na quarta-feira no final da tarde, e após mais de uma hora de trânsito do aeroporto até o hotel, fiz o check in e subi pro quarto. Liguei pra um amigo que mora na cidade, e marcamos de nos encontrar mais tarde na Recoleta.

Tomei um banho e acabei pegando no sono, e acordei perto das 11 da noite. Peguei um táxi e fui para o bar, esperando que ele ainda tivesse por lá. Por fim, o encontrei. Estava ele, a namorada, um amigo e três amigas. O pessoal era bem gente boa, e ficamos bebendo e conversando animadamente. As vezes eles falavam tão rápido e exaltados que eu não entendia nada. Ficava apenas olhando e rindo. E foi em uma dessas ocasiões que Cecília, uma das meninas que estavam na mesa, sorriu pra mim e disse: “não está entendendo nada, né?”. Eu expliquei que entendia a maioria das coisas, menos quando falavam rápido demais, e blá blá, blá. Logo conversávamos apenas nós dois, enquanto a balburdia continuava no resto da mesa, piorada com a chegada de mais dois casais.

Falávamos de rock argentino, e enquanto eu dizia o nome das bandas que conhecia, ela cantava as músicas com uma voz rouca e sexy. Falávamos de futebol, e ela que torce pro River, entoava cânticos contra o Boca. E dávamos risada e bebíamos mais cerveja. Tava na cara que aquilo não ia acabar bem.

Pelas três da manhã o pessoal começou a se mexer para ir embora. Começou a divisão de quem daria carona pra quem, mas eu disse que não precisava de carona. O táxi é muito barato e não gosto de dar trabalho à ninguém. Todos se despediram e cada um dirigiu-se para seu lado. Pensei em atravessar a praça e ver se o Hard Rock Café ainda estava aberto, afinal não tinha nada pra fazer no outro dia de manhã mesmo. Atravessei a rua e ouvi alguém me chamando. Era a Cecília.

Ela disse que “eu não estava com cara de quem quer terminar a noite”, e queria saber pra onde eu ia. Eu disse que ia tentar o Hard Rock, mas que terminaria a noite sim, se fosse com ela. Ela sorriu e nos beijamos. Beijos que começaram tímidos e delicados logo estavam praticamente depravados. De mãos dadas fomos até a praça.

Sentados em um banco, na praça escura, em frente ao cemitério onde a Evita Perón está enterrada, eu só pensava em enterrar na Cecília, enquanto minhas mãos subiam por baixo da sua blusa. Quando belisquei de leve seus mamilos ela gemeu baixinho, e ronronou pra mim, de olhos fechados: “Te quiero”.

Enquanto o táxi cortava as ruas vazias na madrugada da capital porteña, Cecília acariciava meu pau duro por fora da calça, e conversava com o motorista como se nada tivesse acontecendo. Já no meu hotel, no elevador tirei a sua blusa e passei a lamber seus seios, enquanto ela falava: “loco, loco”. Cambaleamos para dentro do quarto, e em segundos arrancamos as roupas um do outro. Empurrei-a contra a parede e, enquanto nos beijávamos, forcei-a a abrir as pernas. Toquei-a com a ponta dos dedos, e ela abriu ainda mais as pernas, oferecendo a buceta molhada para minha mão. Acariciei o clitóris, arrancado dela gemidos e palavrões em espanhol, e depois passei a penetrá-la com os dedos. Ela tentava pegar no meu pau, mas eu deixava ela apenas masturbá-lo um pouco e depois me desvencilhava.

Caímos os dois na cama, e colocando rapidamente a camisinha, fiz com que ela sentasse no meu pau. Com os seios balançando perto do meu rosto, ela mexia pra frente e pra trás, enquanto eu mexia pra cima e pra baixo, os dois meio desajeitados, bêbados e sem se conhecer. Não demorou muito e ela gozou, deixando o corpo cair sobre mim.

Mandei ela ficar de quatro, e fui penetrando de leve a buceta. E ali, naquela posição, naquele momento, lembrei da suposta preferência das argentinas por sexo anal. Com um dedo, passei a acariciar a bunda, enquanto fazia meu pau entrar e sair da sua buceta. Ela aceitou, e posicionou-se de forma que me oferecesse ainda mais. Passei então a fudê-la com o dedo na bunda e o pau na buceta.

Tirei o dedo e posicionei meu pau para a penetração anal. Quando forcei a entrada, ela gritou: “no, no, no”. “Não pode ser”, pensei eu, “não vou comer a bunda de uma argentina”. E então ela explicou que “no seco” não dava. E eu, aliviado, na falta de um lubrificante, cuspi. E forcei. E eufórico, comi a bunda de uma argentina.

Alguns minutos depois gozei. Tirei a camisinha e fiquei jogado na cama ao lado dela. Ela deitou a cabeça no meu peito e ficamos em silêncio, por absoluta falta do que dizer depois do sexo. Acabamos cochilando.

O dia amanhecia quando ela me disse que tinha que ir embora. Eu disse que tudo bem, mas não sem antes transarmos de novo. E durante mais uma hora rolamos na cama e, mesmo sem o sexo anal, a transa foi bem melhor do que a primeira.

De noite, após o segundo gol do Inter, com a fanática torcida do Boca em silêncio, eu ainda tinha forças pra gritar junto com a não menos fanática torcida do Inter: “Eeeeeeeeeu nunca me esquecerei dos dias que passei contigo INTERRRR”…

Inesquecível.