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O Rei Arthur e a Cabra Cega

28 maio

Os homens podem ter a idade que for: 30, 40, 50 anos… Se colocar duas coisas na frente de um bando deles juntos, viram adolescentes de novo: futebol e mulher. E o pior de tudo é que na maioria das vezes eu acho até divertido!

Dia desses fui a um churrasco com o Ricardo. Era da turma que se encontra uma vez por mês, desde a época da faculdade, eu acho. Como sempre acontece, eles contam as mesmas histórias a cada encontro. E riem delas como se tivessem acabado de acontecer. Mas é tão legal esse clima de camaradagem, coisa de amigo e irmão mesmo, que até eu dou risada. Já as mulheres e namoradas deles acham um saco. Passam a maior parte do tempo de cara feia e reclamando.

Reclamam da vida, do casamento/namoro, da família deles, da família delas e até da vida sexual. E é claro que quando eles começam a falar de mulheres (normalmente famosas e periguetes sub celebridades, eles nunca dão a bobeira de falar de mulheres “reais” na nossa frente) elas ficam ainda mais amargas. A mulher do Marcos, por exemplo. Teve um chilique quando ele disse que achava a mulher do cantor Belo gostosa. Ficou furiosa! Interrompeu a conversa deles dizendo que ela parece um homem, que tem cara de travesti e, no meio da roda deles, virou pro marido e disse que ficava “até preocupada por ele gostar de alguém com uma aparência tão masculina”. Coitado. Ele não sabia onde se enfiar. Mas os homens são leais e logo estavam apoiando o amigo. “Baita gostosa!”. “Potranca!”. “Mexe a noite toda sem cansar!” e assim por diante. Aí foi a vez das mulheres, não por lealdade, mas por ciúme, de contra atacar: “Travesti!”. “É tudo artificial”. “Tu nem tem dinheiro pra bancar uma mulher daquelas”. Baixou o nível.

Tá aí o motivo da discórdia! rsrs

Tá aí o motivo da discórdia! rsrs

O Ricardo, que assistia a tudo com uma expressão divertida e com umas duas ou três doses de álcool acima do aceitável, pede a palavra e me larga essa: “Eu meteria meu pau tão fundo naquele rabo que quem conseguisse tirá-lo de lá seria nomeado no novo Rei Arthur”. E depois disso não havia mais o que ser dito, e nem teria como. As risadas dos homens eram altas, escandalosas e contagiantes. Os cumprimentos eram como se houvessem marcado um gol. Hang fives e punho com punho era fichinha. Pareciam de fato adolescentes no recreio da escola. Eu mesma não me aguentei. Ri até doer minha barriga. A mulher do Marcos, se não tivesse tão preocupada em repreender o marido, teria rido também. Acho até que vi um sorriso atrás dos seus lábios de fúria.

Logo o assunto passou a ser o glorioso campeonato gaúcho de futebol e os radares femininos deram uma folga. Mas se do lado de lá eles estavam descontraídos, do lado de cá o clima continuava tenso. Agora a mulher de outro, que não lembro o nome, dizia que achava um absurdo quem fazia sexo anal. Que era sujo, que não havia sido feito para isso e todo aquele blá blá blá. Outra dizia que nunca havia feito sexo oral no marido. Tinha nojo e medo que tivesse xixi. Fala sério! Aí uma terceira, que se julgava mais moderna, disse que gostava de sexo oral e que às vezes inclusive deixava o namorado gozar na sua boca. As duas freiras que falaram antes quase vomitaram. E eu lá rezando pra que ninguém me perguntasse nada! rs Imagina se elas lessem esse blog? E lá pelas tantas eu desliguei de conversa. Fiquei imaginando uma história bem cabeluda que, se contasse pra elas, faria com que caíssem desmaiadas ali. Pensei naquele recato todo e, como sempre faço, imaginei-as fodendo. Uma com a outra, com os maridos/namorados, todos juntos. E me veio a história na cabeça.

Foi em uma festa na casa da Patrícia. Vocês já conhecem ela, tem alguns posts aqui no blog contato coisas que já fizemos juntas. Ela adora fazer festas na sua casa. Teve até aquela do Sexo a Seis. Mas essa tinha mais gente. Nós chegamos tarde, eu e o Ricardo. Tínhamos um aniversário de sei lá quem antes. Quando entramos na sala o clima já estava pra lá de quente. Todo mundo se pegando! No sofá à direita duas gurias lindas se beijavam, sem blusa, os seios delas se roçando, biquinho no biquinho. Delícia! Um cara metia numa outra, de quatro, enquanto outro acariciava o corpo dela sem parar. Várias cenas assim aconteciam em diversos lugares. O Marcelo, marido da Patrícia, estava sentado em uma cadeira da mesa de jantar, as calças arriadas no chão, enquanto uma mulher de joelhos à sua frente chupava seu pau de maneira deliciosa. E lá na poltrona, soberana, a Patrícia reinava totalmente nua e com as pernas escancaradas, e entre elas dois rapazes se revezavam em chupar sua buceta. Quando me viu abriu um sorriso enorme e bateu palmas, atraindo a atenção do pessoal.

– Gente! Estes são a Nathalia e o Ricardo.

Alguns não deram muita bola, mas a maioria virou-se para nos olhar, alguns dizendo “oi”, outros apenas acenando com a cabeça.

– A Nathalia tinha me dito que chegaria no máximo às onze e meia. Que horas são?

– Quinze para as duas! – alguém apressou-se em dizer.

Fiz cara de quem estava se desculpando, mas ela continuou.

– Eu acho que ela deveria pagar uma prenda. Uma prenda bem safada!

Pronto. Agora mesmo quem já estava se divertindo prestava atenção nela e em mim.

– O que vocês acham que ela deveria fazer? – ela perguntou, sempre olhando nos meus olhos com cara de tarada.

Surgiu um burburinho na sala. E eu ali parada esperando os acontecimentos nem vi que uma lá já se chegava pro lado do Ricardo.

– Ela tem que dar pra todo mundo! – gritou um cara lá da porta do corredor.

– Querido, isso ela já iria fazer… – ela respondeu, fazendo todo mundo rir.

– Cabra cega! – falou uma das duas lindinhas que se beijavam no sofá.

– Como assim? – a Patrícia perguntou. A lindinha explicou:

– Ela fica no meio da sala. Todos os homens ficam em volta dela. Ela pode pegar em cada um, perguntando seu nome. Depois a gente coloca uma venda nela, e ela pega de novo. Os que ela acertar, ela pode transar.

– Eu também quero! – falou a que antes chupava o Marcelo. De novo todos deram risada. E então os olhares voltaram pra mim. A Patrícia me olhava com cara de quem duvidava da minha coragem. Olhei pro Ricardo. Ele mexeu a cabeça quase que imperceptivelmente. Esperei mais alguns segundos, deixando um suspense no ar. Larguei minha bolsa, teatralmente, e me deixei cair de joelhos no chão.

– Quem vai ser o primeiro? – perguntei, ouvindo a balburdia em que a sala se transformou. A Patrícia sorriu. E eu sorri de volta. Se ela achava que eu ia me mixar, estava muito enganada!

O primeiro foi o Marcelo. Se livrou das calças arriadas e parou na minha frente. Aquele pau eu já conhecia! Mas mesmo assim peguei-o com as duas mãos, sentindo a textura, as curvas da glande e acariciando suas bolas. Ele não queria sair dali, mas logo fizeram pressão para que desse lugar ao seu sucessor. Eu não o conhecia. Me disse que seu nome era Gustavo, e fiz o mesmo procedimento. Gostei. Bem duro e grosso. O terceiro tinha um pau fino e comprido, esse seria fácil de reconhecer. E assim eu segui. Foram nove paus. Tamanhos, formatos e texturas diversos. Olhei pro Ricardo. Será que ele não vinha? Imagina que vergonha se eu não reconhecesse logo o pau dele? rs Mas ele veio. Parou na minha frente e eu abri o botão e depois o zíper da sua calça jeans. Liberei o caralho que eu tanto amo das cuecas e ele saltou duro e cabeçudo na minha frente. Acaricei de leve toda sua extensão, passando as unhas de leve na cabeça e depois nas bolas. Não me aguentei e estiquei a língua, brincando na ponta. E ele não se aguentou e enfiou o cacete na minha boca. Passei a chupar e lamber, por vezes segurando-o pelos quadris e fazendo com que ele fudesse a minha boca. Se criou um círculo de pessoas em volta de nós, todos nos olhando absortos e excitados. Quando vi as duas lindinhas estavam ao meu lado, uma tirando meus sapatos e a outra abrindo a minha blusa. Ajudei como pude, fazendo o possível para não tirar o pau do Ricardo da minha boca, enquanto elas tiravam minha calça, me deixando nua ali no meio. Quando, uma de cada lado, abocanharam meus seios, eu quase gozei. E o Ricardo também. Diminuí a pressão e a velocidade da chupada, primeiro para que ele não gozasse mas, principalmente, porque as bocas das duas estavam tão gostosas que não deixavam que eu me concentrasse. Uma delas desceu a mão pela minha barriga até o meio das minhas pernas, sentindo toda a minha umidade. A outra desceu pelas minhas costas, acariciando a minha bunda. Era delicioso! E todas aquelas pessoas em volta olhando deixavam tudo ainda mais excitante.

A Patrícia ajoelhou-se junto a mim e segurou o pau do Ricardo pela base. Tirou-o da minha boca e chupou. Fiquei ali olhando ela chupar, enquanto as lindinhas não paravam de trabalhar no meu corpo. Mas logo o Ricardo se afastou e a boca da Patrícia veio de encontro à minha. Nos beijamos com fervor e pude sentir sua língua doce e quente, com o gosto do pau do Ricardo, explorar toda a minha boca. Mas não durou muito. Ela logo tirou os lábios dos meus e me mostrou a venda com a qual taparia meus olhos. Foi quase como um “está pronta?”. Assenti com a cabeça. E então não enxerguei mais nada.

Ela me pegou pelas mãos e me guiou pela casa, provavelmente em direção ao seu quarto. Tive certeza quando me ajudou a subir na cama enorme e alta onde já tive muitos orgasmos! rs Fiquei de joelhos, tentando decifrar os sons à minha volta, mas ouvindo mesmo a minha respiração pesada de excitação.

– Primeiro! – ela falou. Senti a cama se movendo com o peso de mais uma pessoa subindo nela. E agora? Como faria? Deveria tatear no escuro? O homem estava onde? Antes de achar qualquer resposta senti-o na minha frente. Levantei as mãos e logo toquei-o. Duro. Grosso. Passei os dedos no saco e não senti nenhum pelo. Delícia. Me deu vontade de chupar. Passei a língua na cabeça, rodando de baixo pra cima e abocanhei. “Gustavo”, falei, sem tirar o pau da boca. Fui aplaudida. Ele acariciou meus cabelos, como quem acaricia uma cadelinha que trouxe o brinquedinho de volta. E foi assim que me senti, uma cadela.

– Próximo! – chamou a Patrícia. Mas eu não queria tirar aquele pau gostoso da boca. Mas não tinha jeito. – Que gulosa! – ela brincou. – A gente vai cuidando dele pra ti, enquanto tu tenta acertar o próximo.

Peguei o próximo pau nas mãos e passei a punhetá-lo de leve. Não sabia de quem era, não tinha a menor idéia. Quem sabe na punheta ele soltasse um gemido e eu reconhecesse a voz? Nada. Tentei subir a mão pelo peito, mas não me deixaram.

– Não vale! É só no pau.

Tentei a sorte. Falei o nome do último que toquei, antes do Ricardo. Errei. Que pena. Um a menos.

O próximo eu soube de cara: era o fino e comprido. Depois me arrependi. Podia ter demorado mais, feito um suspense e deixado o cara mais excitado tocando ele ali na frente de todo mundo. O quarto já chegou melado. Estava em ponto de bala. O saco já estava rígido e ele não conseguia segurar os gemidos cada vez que minhas mãos deslizavam nele. Eu sabia quem era, mas não tinha gostado dele antes. Passei a unha naquele fiozinho embaixo do saco e ele gozou, respingando no meu braço e nos meus seios.

– Desclassificado! – falou a Patrícia, divertindo-se como ninguém.

Melhor. Eu ia dizer o nome errado mesmo. Pra esse eu não queria dar.

– Quem vai me limpar? – perguntei. Logo senti uma língua nos meus seios, lambendo os pingos de porra do quarto pau que eu tinha que adivinhar. A pessoa se aproveitou e chupou meus mamilos durinhos, arrancando de mim gemidos de tesão. – O quinto! – pedi, antes mesmo da Patrícia se pronunciar.

O quinto eu acertei: André. Tinha um pau gostoso e quente, já havia me chamado a atenção antes. Não demorei muito, estava ansiosa e excitada. Se eu dissesse que sabia que o Ricardo era o sexto antes mesmo de tocar, vocês acreditam? Eu sabia. Tanto que nem encostei a mão logo no início. Quando ele colocou o pau duro na minha frente eu já estiquei a língua e passei na cabeça. E depois engoli. Enfiei o máximo que podia na minha boca e mamei forte. Aí então peguei pela base e fui afastando a boca, sentindo aquele filete de saliva se formar. Ouvi gemidos em volta. Depois peguei o pau e passei a ponta babada nos meus seios. E só então falei: Ricardo. Agora eu já tinha quatro para me comer.

O sétimo eu não fazia a menor idéia de quem era. Era menor que a maioria e eu não lembrava dele de antes. Mas mesmo assim eu fui mexendo nele. Lambi a ponta do dedo e passei na glande, arrancando um suspiro baixinho. Ele ficou mais duro e cresceu mais um pouco, mas não tinha jeito. Falei um dos nomes que faltavam, mas errei. Ele encolheu-se mais, me pareceu. Deve ter sido de decepção. Fiquei chateada. Queria ver se aquele pau cresceria mais dentro de mim.

O oitavo foi o Marcelo. Já tinha transado com ele antes, vocês sabem. Gosto da pegada dele e também acertei de primeira! E minha conta praquela noite já tinha subido para cinco homens. Será que eu acertaria os outros dois? “Que venha o próximo!”, brinquei. E ele veio. Afobado. Tentou enfiar o pau na minha boca. Não gostei. Não sou fresca, mas estávamos seguindo um padrão ali. Não deixei e nem tentei lembrar o nome dele. Falei logo um nome que não estava na “lista”. Devia ter apertado as bolas dele. Babaca.

O décimo eu acertei. Gostei do pau dele. Fiquei fazendo suspense, enquanto o masturbava com as duas mãos. Brinquei nas bolas, na cabeça. Ele abafou os gemidos e comemorou quando acertei seu nome. Me senti desejada. E ainda mais excitada. Seis homens. Será que eu daria conta?

A Patrícia se aproximou e me fez largar o pau dele. Avisou a todos que “queria ver se eu estava no ponto” e beijou a minha boca. Me fez deitar na cama, carinhosamente, beijando meus seios, minha barriga, até sua língua chegar no meio das minhas pernas. Passou-a entre meus grandes lábios e concentrou-se no clitóris. Gemi alto, sentindo como se todo o líquido do meu corpo escorresse pela minha buceta. Fiz menção de tirar a venda, mas alguém segurou meu braço. Logo senti um pau na minha mão direita. Peguei-o. Outra pessoa levou minha mão esquerda de encontro a outro pau. Também peguei-o. Agora tinha outras mãos nos meus seios, percorrendo meu corpo, eu nem entendia mais de onde vinham. Passei a punhetar os dois paus e automaticamente abri a boca. Queria mais um, queria chupar. Não demorou quase nada e logo fui atendida. E assim começou uma das noites mais incríveis da minha vida!

Será que essa história seria suficiente para chocar as mulheres do churrasco? Ou eu teria que contar como trepei com cada um dos seis? 😉