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Transando com um leitor do blog

30 jul

Ele começou me mandando e-mail quase toda semana, comentando sobre o blog. Falava dos posts que gostava, do que já tinha feito parecido e do que nunca nem sonhara em fazer. Sempre educado e respeitador, qualidade pouco conhecida na internet. Os e-mails passaram a ser mais frequentes, e além do conteúdo do blog vimos que tínhamos bastante coisa em comum. Coisas estas que ele, sempre atento às nuances, descobria “desvendando” meus posts. Os meses foram passando, e nossa intimidade aumentando.

Quando ele arrumou uma namorada, veio correndo me contar. Na primeira transa se empenhou em dar prazer a ela, segundo ele “relembrando cada palavra do post sobre sexo oral”. Não tinha coragem de apresentar o blog para ela, achava cedo e tinha medo de ser visto como liberal demais. Acabou ficando tarde, e eles terminaram.

Depois vieram outras namoradas, ficantes, trepadas… E ele me contava tudo, assim como conto para vocês. Nunca forçou nenhuma situação para nos encontrarmos, e eu gostava disso, desse “interesse desinteressado”.

Dos e-mails passamos para SMS, e logo estávamos nos falando ao telefone. Nada muito freqüente, mas era gostoso ouvir a sua voz e a maneira como ficava tímido. Duvidava que ele tivesse coragem de me falar ao telefone as coisas que descrevia. Ao vivo então, nem pensar.

Nunca vi nenhuma foto dele, e nem ele havia me visto, e por vezes nos divertíamos relatando como imaginávamos um ao outro. Mas nunca dissemos como éramos de verdade. Ele dizia que era feio e desengonçado, e eu dizia que era gorda e banguela. Era o tipo de pessoa que dava vontade de brincar, de ousar, de seduzir. Se um dia acontecesse algo, ótimo. Se não, teria sido gostoso.

Ontem, debaixo de toda aquela chuva, eu precisava comprar um presente para um aniversário que tenho hoje, então fui até o Iguatemi. O Ricardo estava sabe-se lá onde, e acabei indo sozinha mesmo. Achei o tal presente e, quando me preparava para ir embora, recebo um SMS: “Nath, estou lembrando de vc! Estou num lugar que vc adora!”. Não, não era do Ricardo, que continuava sem mandar notícias. Respondi, perguntando que lugar era esse. “Outback!”, ele respondeu. Ri, mas de nervosa (pra quem não é daqui: o OutBack fica dentro do Iguatemi). Uma estranha sensação percorreu meu corpo. Reconheci como medo e tesão misturados. Respondi: “Que delícia! Vc não vai acreditar onde eu estou…”. Nem esperei ele perguntar, mandei logo em seguida: “Iguatemi!”. Em poucos segundos meu celular tocou:

– Não acredito! – ele falou, com a voz acelerada – Quero te ver!

– Imagina, – respondi rindo – você deve estar acompanhado, ou com amigos, ou com alguma mulher…

– Sério, Nathalia! Não tô brincando… Nunca estivemos tão perto! Tu tá sozinha ou com o Ricardo?

Era a minha chance de fazê-lo desistir do encontro. Se bem que ele não teria problemas em me encontrar com o Ricardo junto. E agora? Naqueles poucos segundos passaram pela minha cabeça nossos papos, o quanto ele era querido e respeitador, e claro, como diversas vezes ficara excitada enquanto lia seus e-mails ou falava com ele. Azar! Que mal teria? Poderia conhecê-lo e ir embora.

– Eu estou sozinha…

– Eu vou aí ou tu vem aqui? – ele perguntou, afobado.

– Calma, calma… E você, está sozinho?

– Agora tô.

– Como assim, “agora tô”? Quem vai no Outback sozinho numa sexta à noite?

– Eu tô com uns amigos, mas perdi a vontade de ficar com eles. Quero te ver!

Nunca tinha o visto tão afobado, quase atropelando as palavras.

– Uhmm… Você tá aí faz tempo? Tem mesa?

– Tu vem?? Vou arranjar uma mesa pra nós!

– Vou, daqui a pouco. Ainda preciso comprar um presente…

– Sério!! Nem tô acreditando…

– Até logo mais, então…

– Mas Nathalia, pera aí… Como vamos nos reconhecer?

Sorri.

– Fica olhando para a porta… Quando chegar uma gorda desdentada, sou eu!

Desliguei o telefone, antes que ele falasse qualquer coisa. Não seria muito difícil encontrá-lo. Afinal, como eu tinha perguntado a ele, quem vai sozinho no Outback na sexta feira? E, como vocês sabem, eu já tinha comprado o presente. Queria tempo para organizar as idéias e ir até o banheiro conferir o visual.

Retoquei a make, arrumei os cabelos… Apesar da cara de cansada, achei que poderia causar uma boa impressão. Andei mais um pouco pelos corredores, decidida a fazê-lo esperar um pouco. Uns 25 minutos depois da ligação, entrei pela porta do Outback. Corri os olhos pelas mesas e logo o vi. Desviei rapidamente o olhar, para que ele não soubesse que era eu. Ele estava em uma mesa no canto, sozinho e olhando para a porta. Não tinha nada de desengonçado, e nem de feio. Era alto, cabelo curto e cara de homem. Bonito. Sorri por dentro. Tive que dar o maior desdobre na recepcionista que, a todo custo queria me acompanhar até a mesa que eu procurava.

Fiz toda uma volta no restaurante e consegui chegar na mesa fora do campo de visão dele. Ainda tinha a possibilidade de eu estar enganada, mas era muito difícil. Azar, pensei.

– Você que diz por aí que é feio e desengonçado?

Ele virou em um pulo, como se não acreditasse que eu estava mesmo ali. Me olhou de cima abaixo, abriu um largo sorriso e levantou para me dar um abraço.

– Tu não vai acreditar, mas quando te vi entrando, pensei: “bem que ela podia ser gorda e sem dentes assim!”.

Sentei ao seu lado, e logo conversávamos e nos divertíamos como fazíamos por telefone. Comi uma salada, ele um hambúrguer, e tomamos bastante chopp. A perna dele tocava na minha, e proporcionalmente à quantidade de bebida, ficava mais gostoso aquele toque. Perdi as contas de quantas vezes um de nós precisou ir ao banheiro, mas sei que foi em uma dessas vezes que enquanto um chegava e o outro saía, acabamos os dois em pé, um de frente para o outro, e nos beijamos. Nossas línguas travaram um duelo quente, por fim entrelaçando-se e quase me fazendo perder o ar. Que beijo gostoso! Levei minhas mãos ao seu pescoço, enquanto ele, com mãos fortes, me puxava pela cintura ao seu encontro.

Já sentados, pousei a mão na sua coxa e, sacanamente, deixava-a escorregar para o meio das suas pernas. Entre um beijo e outro toquei seu pau, grande, duro, grosso. Não dava mais para continuar ali. Pagamos a conta o mais rápido possível e fomos para um motel, no meu carro.

Descemos do carro nos agarrando, nos beijando, cheios de vontade reprimida um do outro. Já na beirada da cama, ele abriu minha calça jeans e me colocou de quatro. Puxou minha calça e minha calcinha pelas minhas coxas e enfiou seu rosto em mim, lambendo minha buceta, minha bunda, lambendo tudo, chupando, me levando à loucura. Eu tentava me mexer, mas ele me segurava firme, e me penetrava com sua língua áspera, me fazendo delirar de prazer. Eu não queria gozar, mas senti que seria impossível. Que língua deliciosa! E assim eu gozei, gemendo e empurrando meus quadris de encontro ao seu rosto.

Ele me largou, e eu não me fiz de rogada. Fiquei de joelhos na cama e mandei que ele tirasse o pau para fora. De fato era grande, grosso e estava bem duro. Delícia. Tomei-o nas mãos e puxei-o para mim. Lambi aquela cabeça melada, segurando-o pela base, enquanto a minha outra mão tocava seu saco.

Enfiei tudo que pude na boca, chupei com gosto, bati com ele no meu rosto, levando-o à loucura. Arranquei o resto das minhas roupas e mandei fazê-lo o mesmo, enquanto pegava uma camisinha perdida em algum lugar da cama.

Fiz com que ele deitasse de barriga para cima, posicionei a camisinha na boca e meus lábios em volta da sua glande. Deslizei os lábios, abocanhando o seu pau, e quando tirei-os, ele estava com a camisinha, me olhando incrédulo.

– Eu achei que era mentira…

Belisquei seus mamilos e perguntei:

– O que mais você acha que é mentira?

– Não sei… – e como se lembrasse de algo, sorriu – Mas tu pode me mostrar com é aquela rebolada que o Ricardo tanto gosta?

Levei meu rosto de encontro ao seu, lambendo-o do queixo até o nariz, enquanto passava uma perna pelo outro lado do seu corpo. Segurei seu pau e me posicionei sobre ele. Fui descendo de leve, sentindo cada milímetro me penetrando, me levando à loucura. Com a planta dos pés na cama, uma mão no seu peito e a minha melhor cara de vadia, subi de volta, deixando apenas um pedaço da cabeça do seu pau dentro de mim. E fiz a tal rebolada. E ele foi à loucura…

E depois eu que fui à loucura, depois ele de novo, eu de novo… Um encontro quase que ocasional, mas que a qualquer momento poderia acontecer. E tomara que aconteça de novo!

Saímos de lá quase de manhã, quando deixei-o em frente ao Shopping para buscar o seu carro. Há pouco recebi uma mensagem dele, falando que a noite foi maravilhosa, mas que só chegou em casa perto das 10 da manhã, tamanha a luta pra tirar o carro do estacionamento do Iguatemi. E eu só penso em tê-lo dentro de mim, de novo…

Rapidinha

14 jul

Entramos no estacionamento e o clima quente não ficou para trás. Lá pelo meio do filme o Ricardo pareceu desinteressar-se por ele, e se mostrou totalmente interessado em me provocar. Claro que a sessão praticamente vazia ajudou, e ele me beijou, me bolinou, tentou de tudo. Mas eu estava gostando do filme! rs Tratei de acalmá-lo, tocando seu pau por cima das calças. Mas ele queria mais!

Nem esperou a porta do elevador se fechar para me pegar pela cintura. De costas para ele, sentindo seu pau encostar em minha bunda, andamos abraçados pelo estacionamento do shopping quase deserto. A vaga do lado direito estava preenchida por um carro grande, no lado esquerdo nenhum carro atrapalhando a abertura da porta. Andávamos lentamente, e eu ria a cada beijo que ele me dava no pescoço, a cada bobagem que ele falava no meu ouvido. Parecia um guri tarado!

Pelo controle remoto ele destravou as portas do carro, e quando deu a volta no veículo para chegar à porta do motorista, me viu parada:

– Não vai entrar?

– Não – respondi sorrindo com cara de safada,  e dando a volta no carro envolvi seu pescoço em meus braços, puxando-o para um beijo quente.

– Não, querido. Não quero entrar agora.

Senti suas mãos na minha cintura, virando meu corpo, me colocando de costas para ele novamente. Seus dedos tocaram meu corpo, me empurrando para mais perto da porta, até seu corpo pressionar o meu contra o carro. Esfregava seu pau descaradamente na minha bunda,  meus gemidos ecoavam pelo estacionamento e nossas vontades eram encobertas pelo carro da vaga da direita para quem saísse do elevador. Abri como pude a porta do carro, forçando a entrada dele, colocando-o sentado de lado no banco, deixando suas pernas do lado de fora.

Eu tinha pressa, tinha que ser assim, urgente. Tinha que ser rápido, usando o clima de perigo à favor. Me ajoelhei no chão do estacionamento abrindo sua calça, puxando-a com força, até a altura dos joelhos. Baixei meu decote, deixando meus seios à mostra e comecei a punhetá-lo. Tocava-o olhando nos seus olhos, e me encantava com a sua expressão de surpresa e tesão. Poderia ficar ali por horas, masturbando-o e olhando para ele, provocando-o.

Quando ele começou a gemer mais alto, eu tive certeza que chegara a hora. Coloquei seu pau na boca e comecei a chupar de forma bem intensa. No momento em que senti suas mãos nos meus cabelos, soube que ele gozaria. Voltei a toca-lo com as mãos, apenas lambendo a cabeça inchada do seu pau, para que gozasse no meu rosto. Eu queria assim, eu gosto assim. E assim eu fiz.

Enquanto o Ricardo gozava, eu sorria, sentindo seu líquido quente melando o meu rosto. Ele gemia e eu olhava para ele.

Ele gemia e eu limpava meu rosto com o dedo.

Ele gemia e eu levava o dedo à boca, lambendo seu gosto.

E ele ainda gemia quando dei a volta no carro e sentei no banco do passageiro.

– Pronto, amor. Já entrei. Podemos ir?

Sexo na balada II – Parte Final

3 jun

Eu chupava com gosto o pau do rapaz, e de canto de olho cuidava a punheta do quarentão. Não tive dúvidas: estiquei a mão e passei eu a punhetá-lo. A sensação de um pau na boca e outro na mão é indescritível. O rapaz gemia, acho que nunca tinha feito nada parecido. E eu enfiava-o mais fundo na boca, chupando com força, olhando seus olhos se revirarem. Mesmo sendo eu que estava de joelhos, eram eles que estavam aos meus pés.

Troquei: tirei o pau do rapaz da boca, e sob seu olhar de desespero, virei levemente o corpo e lambi a cabeça do pau do quarentão. Olhando bem nos seus olhos, fui engolindo aos poucos. Era ligeiramente maior que o do outro, e com a cabeça bem grossa, do jeito que eu gosto. Sentia minha buceta cada vez mais melada, e a vontade de sentí-los dentro de mim só aumentava. Minha cabeça relutava diante desse pensamento, mas meu corpo pedia cada vez mais que isso acontecesse.

O quarentão estocava na minha boca, e minha saliva escorria pelo meu queixo, assim como minha excitação pelas pernas. Azar! Decidi me entregar (mais! rsrs). E agora, quem tinha camisinha?

Vi o rosto do rapaz murchar. Ele não tinha. Tadinho, provavelmente jamais tinha imaginado que aquilo fosse acontecer. O quarentão tinha, claro. Experiência é tudo na vida! rs

Fiquei em pé, e dei meus seios para o rapaz chupar. Não queria vê-lo tristinho. Ele chupou gostoso, me deixando ainda mais tesuda. Abri o botão e o zíper da minha calça, e pedi que ele tirasse para mim. Ele foi deslizando devagar, até ficar de joelhos na minha frente. Arqueei um pouco as pernas, e levei minha buceta de encontro à sua boca. Ele esticou a língua, e naquela estranha posição, me encaixei do jeito que pude. O quarentão se masturbava nos olhando, enquanto eu deslizava minha buceta pela língua, queixo, nariz, por todo o rosto do rapaz. Ele permanecia com a língua para fora, as duas mãos segurando minhas pernas na altura dos joelhos, o pau duro quase encostando no chão e o rosto totalmente melado do meu tesão. Eu segurava-o pelos cabelos, delirando de prazer.

Não tínhamos muito tempo, apesar daquele banheiro ser praticamente escondido. Saí de cima dele, e encontrei o quarentão já de camisinha. Mandei ele deitar no chão, o que ele fez sem pestanejar, e com o pau apontando para cima, me aproximei. Coloquei um pé de cada lado do seu corpo, e me abaixei. Segurei-o pela base, e coloquei-o na entradinha da minha buceta. Brinquei um pouco com ele ali, passando-o pelos lábios e pelo clitóris. Ele, com a cabeça curvada para a frente, olhava fixamente para o meio das nossas pernas. O rapaz, em pé e encostado na porta, se masturbava sem parar, mordendo os lábios. Então soltei o corpo, fazendo-o entrar todo e de uma só vez, arrancando dele um gemido de surpresa e prazer. Exibida que sou, mostrei do que era capaz. Rebolei, subi, desci, enfiei meus dedos na sua boca e ordenei o rapaz que não gozasse. Ele largou o pau, esperançoso.

Mas o quarentão também sabia o que fazer, e movimentando-se abaixo de mim, me estocava com vigor e determinação, agora olhando nos meus olhos, me mostrando que estava gostando. E tomada de um prazer louco, não me agüentei: anunciei que gozaria. Nossos movimentos se tornaram ainda mais fortes e profundos, e gozamos praticamente juntos. Ele, enchendo a camisinha dentro de mim, e eu escorrendo meu mel pelas suas bolas. Simplesmente delicioso!

Pouco tempo depois saí de cima dele, e fui de encontro ao rapaz, que, inacreditavelmente, conseguia segurar o gozo na sua longa punheta. Prensei-o contra a porta, e tomei seu pau em minhas mãos. E com a boca em seu ouvido e suas mãos tocando meu corpo, assumi a masturbação, disposta a fazê-lo gozar. Enquanto punhetava-o, falava em seu ouvido sobre o que teria feito com ele, se ele levasse uma camisinha na carteira. E assim ele gozou, fazendo a porra jorrar pelo chão do banheiro, se martirizando por não levar um preservativo consigo.

Eu me vesti e sugeri que saíssemos um de cada vez do banheiro, para não ficar tão claro o que tinha acontecido. E claro, disse que gostaria de ser a primeira. Saí de fininho, com as pernas bambas, o corpo relaxado e aquele inevitável complexo de culpa começando a bater. Nem olhei se as outras pessoas continuavam no camarote. Desci as escadas, me misturando na multidão.

Finalmente achei o caixa, e estava vazio. A festa ainda ia muito longe! Paguei minha comanda e quando me virei para ir embora, dei de cara com o meu amigo. Ele me pegou pela mão e me puxou para um lugar um pouco mais afastado, e beijou a minha boca. Se sentiu o gosto e o cheiro de sexo, não me falou nada.

– Já vai embora?

– Sim, preciso ir… – respondi.

– É cedo ainda… – eu sabia que ele queria falar mais alguma coisa, então fiquei olhando para ele – e eu achei que a gente ia se encontrar no fim da festa, pra sei lá, conversar…

Aham, conversar, sei. A proposta era tentadora, e ele é muito gostoso, mas eu já tinha conversado naquela noite.

– Não dá mesmo… Mas faz assim: me liga, e então conversaremos bastante!

Enquanto falei “conversaremos”, apertei seu pau sobre a calça. Meu Deus do céu! Eu estava impossível!

Deixei ele ali e fui embora. Já no táxi, mandei mensagem pras meninas avisando que precisei ir embora.

Foi uma boa festa de “peoa”!

 

O decote da Déia

3 mar

E acabou o horário de verão. Eu, que ia para casa ainda de dia, curtindo as pernas aparentes abaixo das minissaias, que ficava maravilhado com as bundas apertadinhas dentro das calças de ginástica e que delirava com as barriguinhas de fora e os decotes ousados, me dei mal. E logo o calor se vai, e pronto: todas vestidas e encasacadas, e só nos resta imaginar. O que não é ruim, de maneira nenhuma.

Sempre vivi esse dilema. Eu adoro o frio. Acho que no frio as pessoas ficam mais bem vestidas, mais elegantes. E olha que nem falei do vinho/lareira/fondue/sexo! Hehehe Mas no frio não temos esse espetáculo que as mulheres nos proporcionam nos dias quentes. Só que ultimamente nem dá pra acreditar que estamos no sul da América do Sul. Os verões tem sido infernais, assim como os decotes, as blusinhas, as coxinhas… Ai, ai, ai!

E vamos combinar que quando uma mulher quer nos provocar, não adianta nem querer resistir. A Déia, por exemplo. Tinha arrumado um namorado. Andava no maior love, nem vinha mais com aquele papo de “amigo sexual” pra mim. Tá certo que eu nem investi, é verdade. Mas de toda forma, tínhamos virado amigos não sexuais novamente. Até conheci o cara, no final do ano. Gente boa, mas tava na cara que a ruivinha dava um baile nele. Não demorou muito a chegar a notícia que ele era “muito fraco”. Sabe como é, ela contou pra uma colega, que jurou não contar pra ninguém, mas que contou pra mais uma, pedindo que não contasse à ninguém, e aí foi. E agora tô eu aqui, contando pra todo mundo! Hehehe

E então ela começou de novo a se insinuar, a dar olhares fatais, a dar bandeira. Eu, já sabendo da “fraqueza” do amigo, resolvi entrar no jogo. Dava corda pra ela, brincava, chegava quase no limite, e aí desconversava. Passei uma semana assim. Era no almoço, era no elevador, era por e-mail. E se vocês lembram bem de quando falei sobre ela, sabem que ela é toda irritadinha. Teve um dia no fumódromo que provoquei tanto que podia ouvir a respiração excitada dela, enquanto eu falava bobagens no seu ouvido. Quando ela virou-se para me beijar, dei um jeito e me esquivei, sem ser grosseiro nem nada. Ela saiu frustrada, batendo o pé forte no chão. E assim passamos a semana.

Mas sabendo do meu fraco por decotes, ela decidiu partir pra cima. Foi trabalhar com uma blusinha branca, soltinha, com um decote de fazer a baba escorrer. Uma sainha justa e sapatos de salto completavam o visual. Era o dia do chopp no final da tarde, e ela fora decidida a fazer algo acontecer. Passou a manhã desfilando pelo corredor, arrancando suspiros e gracejos. A cada um que ouvia, me olhava e sorria, como se dissesse “olha o que irá perder”. Convidei-a para almoçar, a fim de tirar umas casquinhas no almoço, mas ela me olhou com um desdém ensaiado e disse que eu chegara tarde: o chefe convidara-a para almoçar antes de mim. Puxei-a contra mim, escondidos atrás dos armários, e com a boca encostada no seu ouvido, falei: “quero ver aquele velho broxa fazer o que eu faria contigo”. Larguei-a e saí. Tá, eu mereci, enrolei ela a semana toda. E o chefe nem é tão velho e nem deve ser broxa. Vai que ele tá lendo isso! Hehehe

Achei que era blefe, mas ela de fato não apareceu pra almoçar junto com todos nós. E confesso, a imagem que a minha imaginação me mostrava, dela fudendo com o chefe, me dava mais asco que tesão. Almocei mal, me amaldiçoando, irritado, mas a culpa disso tudo era só minha. Logo saí, precisava de um cigarro e de ar livre.

Lá pelas três da tarde ela entra na minha sala, e toda provocante se debruça sobre a mesa.

– Oi!

Era impossível não olhar pros seus peitos.

– Oi, e aí? Tava bom o teu almoço com o chefe? – perguntei, já me arrependendo imediatamente. Não deveria demonstrar que tinha me incomodado com isso.

Ela curvou-se ainda mais, deixando-me ver até seus mamilos, e olhando nos meus olhos, falou quase em um sussurro:

– Jamais saberá! – e antes que eu pudesse pensar em qualquer coisa, até me mesmo em um “bem feito” pra mim, ela ficou ereta e disse: – Vamos fumar? Vim te buscar.

Virou-se e saiu andando, não me deixando alternativa a não ser ir atrás dela.

Mas o caminho até o fumódromo me deu forças novamente. Se ela achava que tinha virado o jogo, estava enganada! Lá, encostados na mureta, com nossos cigarros acesos na mão, me fiz totalmente de salame. Me fiz de desentendido nas insinuações dela, consegui não olhar pros seus seios, e deu certo. Ao sairmos de lá ela estava mais murchinha. Mas eu continuava a me lamentar! Hehehe

No final da tarde todos foram para o bar, mas eu fiquei. Tinha algumas coisas pra fazer, mas na verdade eu queria mesmo era chegar depois, fazer um suspense pra Déia. Esperei o máximo que pude, e mais de uma hora depois do combinado comecei a arrumar as minhas coisas pra sair.

Quando cheguei no bar o povo já estava umas quatro ou cinco doses na minha frente. O papo já era (bem) descontraído, e no lado dos homens a Déia era o centro das atenções. Rodeada, ela fazia graça. Jogava os cabelos avermelhados pra lá e pra cá, abusava das caras e bocas, e claro, enlouquecia todos com o seu decote. Eu peguei uma bebida e fiquei assistindo meio de lado, conversando com a ala feminina. Ala essa que olhava resignada o que ela fazia. As mais certinhas, com nojo. As mais liberais, com inveja. Fui para junto da ala mais liberal, é claro. Foi quando ela me viu. Eu tinha emendado um papo animadíssimo com a Clara, uma loira deusa que nem trabalha mais conosco, mas que volta e meia aparece no dia do chopp. Ela veio voando, nem ao menos deixando rastro pros meus abasbacados colegas.

– Claaaaaaaaaaara! Há quanto tempo! – ela falou, se abraçando na deusa loira. Depois virou-se para mim: – E aí, guri? Fazendo hora extra?

Ficamos os três conversando, e de vez em quando mais outras pessoas se juntavam e saíam do papo. Mais algumas doses depois a Clara se despediu, e ficamos eu e a Déia em um canto.

– Não atrapalhei nada, né? – ela me perguntou, com a maior cara de safada.

– Imagina! A Clara é minha amiga… – respondi.

– Eu também sou tua amiga.

– Sim, tu também é minha amiga.

– Mas a Clara é tua amiga assim como eu?

Nunca comi a Clara, infelizmente. E nem mentiria que tinha comido. Mas podia não dizer sim e nem não, né? Foi o que fiz.

– A Clara é tri querida… Tu também é!

Ela me olhou enfezada. Não sei se por não ter falado que ela era mais querida que a Clara, ou se por não ter deixado nada claro. Tomou o que restava no copo de um gole só.

– Tô bem bêbada, Ricardo.

Dava pra notar. Fiquei só olhando pra ela.

– Sabe o que eu tava pensando? Essa Clara é uma gata, né?

Assenti.

– Pois é. Tava pensando em vocês dois. Tu comendo ela.

Filha da puta. Sabia por onde me pegar.

– Eu ia ficar só olhando. Ou talvez, se tu me chamasse, eu ia ajudar ela a te dar uma canseira.

Senti meu pau endurecendo.

– Aí, quando tu tivesse bem cansado, ia ficar quietinho olhando nós duas.

Ela deu um jeito de se virar e roçar a bunda no meu pau. Baixou o rosto e me olhou assim, por baixo.

– Tu ia gostar, né?

Eu devia estar com a maior cara de babaca, igual um piá que nunca ouviu nada disso da boca de uma mulher.

– Vamos sair daqui? – ela perguntou, fazendo o seu grand finale, jogando os cabelos de um lado pro outro sei lá de que jeito. Tinha ganho o jogo.

Pegamos o carro e fomos para o motel mais perto. No caminho ela me beijava, lambia a minha orelha e meu pescoço, enquanto apertava meu pau por cima da calça. Entramos na suíte atracados, arrancando nossas roupas, e nos jogamos na cama. Ela veio por cima de mim, passando os seios no meu rosto.

– Gosta deles, né?

– Gosto.

– Eu vi. Tu ficou olhando o tempo todo hoje de tarde.

– De tarde o caralho. – falei. – Desde de manhã.

– Safado. Então aproveita. Chupa eles…

Chupei, mamei, mordi. E ela se contorcia, roçando o corpo no meu. Pegava meu pau, punhetava, me deixava maluco, depois largava. E aí o telefone tocou. O dela.

– Não vai atender, perguntei, mergulhado entre seus seios.

– Bem capaz. Deve ser o idiota do meu namorado. – olhou pro aparelho, jogado na mesa perto da entrada, e gritou: – Vai aprender a fuder!

Eu caí na risada, e ela também. Aproveitei e trocamos de posição. Virei-a entre meus braços e coloquei-a sob mim na cama. Desci a boca pela barriga, até chegar ao seu sexo. Abri os lábios com os dedos, e passei a lambê-la. Lambia toda a extensão, depois enfiava a língua o máximo que podia dentro dela e fazia movimento de vai e vem. Ela se abria o máximo que podia, pedindo que a fudesse com a minha língua. Então eu tirava a língua de dentro dela e brincava com seu clitóris.  Foi assim que ela gozou pela primeira vez, as pernas abertas, as mãos segurando os pés, ajudando-se a ficar ainda mais exposta e aberta pra mim, urrando de prazer.

Baixei suas pernas, coloquei as minhas uma de cada lado do seu corpo, e levei meu pau para o meio dos seus seios. Apertei os dois um contra o outro, pressionando meu pau, e passei a fudê-los numa gostosa espanhola. Ela me olhava extasiada, falando “vai, fode”, “fode essas tetas que tu ficou cuidando o dia todo”, e outras coisas assim. Mandei que ela segurasse os seios, e com as mãos livres peguei-a pelos cabelos e baixei seu rosto. A cada estocada entre seus peitos, meu pau entrava um pouco na sua boca.

Sem ela esperar, tirei suas mãos e empurrei meu corpo pra frente, enfiando meu pau na sua boca, fazendo-a quase engasgar. Ela me olhou, os olhos arregalados, mas puxei seus cabelos e falei, duro:

– Não reclama! Cala a tua boca e chupa direito esse pau.

Ela acenou positivamente com a cabeça, e passou a exibir toda a sua habilidade oral. Eu ditava o ritmo puxando-a pelos cabelos, e ela se esmerava com a língua. As vezes eu puxava sua cabeça para trás, tirando o pau da sua boca, e passava-o em seu rosto, deixando-a toda babada. Em outras vezes, com a mão livre, batia com o pau no seu rosto. Ela estava adorando!

Coloquei uma camisinha e mandei que ela ficasse de quatro na beirada da cama. Em pé, por trás dela, posicionei meu pau na entrada da buceta e, segurando-a pelos ombros, puxei-a para trás, de uma só vez, enfiando tudo. Ela gritou, me chamando de animal, mas logo emendou:

– Me fode!

E eu fudi. Enfiava forte, segurando-a pelas ancas, enquanto ela gemia sem parar. Puxava-a pelos cabelos, e ela se empinava toda, se abria toda, adorando. Coloquei o pau bem no fundo e parei de mexer. Ela virou o rosto para trás, e eu falei:

– Rebola.

Ela mexeu de leve os quadris.

Dei um tapa na sua bunda.

– Rebola direito!

Ela levou um susto, mas rebolou com mais intensidade.

Dei outro tapa.

– Qual é o teu problema? Aposto que no pau do chefe tu rebolou com mais vontade hoje no almoço.

Ela rebolou com vontade, a cabeça virada para trás, me olhando cheia de tesão, ao mesmo tempo em que mexia negativamente a cabeça. Levei um dedo à sua boca, e mandei que ela babasse. Com ela rebolando no meu pau enfiado todo na sua buceta e chupando meu dedo, quase gozei. Mas me segurei. Tirei o dedo da sua boca e fui colocando de leve na sua bunda. Ela tentou se retrair, mas eu forcei. Ela relaxou, e tomada de tesão, me disse que iria gozar de novo.

Cadenciei os movimentos do meu pau com o do meu dedo, e pude sentir seus dois orifícios se contraindo, enquanto ela enfiava o rosto no colchão, se contorcendo toda. Seu corpo ficou mole, e eu deixei que escorregasse para frente, me tirando de dentro dela, e caísse deitada na cama. Arranquei a camisinha e fiquei ali em pé me tocando, olhando-a deitada, a respiração diminuindo a intensidade, o corpo suado ainda tendo pequenos espasmos de prazer.

Quando ela virou-se e me viu ali batendo punheta, não teve dúvidas: ficou de joelhos e abocanhou meu pau. Chupava com gosto, olhando nos meus olhos, querendo me devolver todo o prazer que tinha recebido. E conseguiu. Não demorou muito e eu explodi num gozo forte, melando sua boca, seu rosto, seus seios. Ela levou os dedos onde tinha porra no seu corpo, e depois colocou tudo na boca.

– Não quero perder uma gota! – me disse, quase me fazendo gozar de novo.

Deitamos lado a lado, curtindo aquela sensação gostosa, e enquanto eu acendia um cigarro, ela virou-se para mim:

– Eu não transei com o chefe.

Olhei pra ela, rindo.

– Sério, eu nem almocei com ele. Era só pra te incomodar…

– Sei… – eu não achava mesmo que ela tinha dado pra ele, mas agora eu queria incomodar.

– Ai, Ricardo! É sério!

– Aham…

– Juro! Bem capaz que eu ia dar pra ele!

Daqui a pouco ela teria um chilique.

– Certo…

Mas safada do jeito que é, não teve chilique nenhum. Resolveu é me provocar mais:

– Mas se tu não quer acreditar, azar o teu. – colocou a mão no meu pau – Se isso te deixa excitado, eu dou pra ele. Tu iria gostar?

Não falei nada.

– Ele também ficou ligado nos meus peitos. Tu sabe, né? – meu pau já tava ficando duro de novo na sua mão – Mas agora falando sério, Ricardo.

– Fala…

– Quando é que tu vai arrumar uma mulher pra transar com a gente?

Se é que isso é possível, meu pau saindo de um quarto de bomba para pura rocha em menos de um segundo. Pensei na Nathalia, pensei na Clara, pensei na Rainha. Pensei em todas juntas. Não sabia nem no que pensar direito. Tudo naquela fração de segundo. E aí o telefone dela tocou.

– Agora eu preciso atender… – ela falou, largando meu pau, meio que se desculpando.

Quando pegou o celular e viu as horas, me falou, antes de atender:

– Merda! Preciso ir!

Olhei pro meu pau duro, e ainda com as imagens que tinha na mente, pensei: “ah, mas não vai mesmo!”, enquanto ouvia ela falar no telefone:

– Oi amor… É, não escutei o telefone… Bolsa de mulher, sabe como é…

Calcinha vibratória, presente Sexy Hot!

27 jan

No final do ano tive uma grata surpresa! O Sexy Hot me convidou para testar um dos produtos da sua sex shop. Honrada e lisonjeada, logo entrei no site para escolher com qual deles eu faria o test drive.

Confesso que eu não sabia que o canal tinha uma sex shop, e quando entrei no site, descobri que eles têm muito mais. Tem contos eróticos, tem um blog bem interessante, muitas fotos e vídeos.

Mas animada que estava com a possibilidade de escolher um produto, me detive na loja. Oh, dúvida cruel! Tanta coisa legal, minha imaginação já a mil por hora, queria quase tudo! 55 minutos depois, enfim escolhi: uma calcinha vibratória!

 Como recebi o envelope (lacrado e discreto, of course) apenas dois dias antes de sairmos de férias, não tive dúvidas: coloquei-o na mala e levei na viagem. Mas acabei não tendo a oportunidade de usá-la, infelizmente.

Já de volta ao Brasil, na primeira semana mesmo liguei pro Ricardo, para combinar de sairmos pra jantar. Saí do trabalho, passei em casa, tomei um banho demorado, coloquei um vestidinho solto e a calcinha. Fomos ao meu sushi preferido, e lá pela segunda ou terceira taça de champanhe fui ao banheiro e acionei o vibrador.

Não senti nada. N-A-D-A! Que raiva! Fui ao banheiro de novo, ajeitei, reposicionei, e voltei para  a mesa. Mais um copo de champanhe e então finalmente senti algo: desconforto. Obviamente a minha decepção se fez notar.

O Ricardo, que até então não sabia que eu estava usando a calcinha, me olhava curioso, me vendo murchar em decepção. Contei pra ele que estava com a calcinha, que era uma surpresa pra ele, e que a minha intenção era gozar segurando os hashis, sem ele entender o porque! rs

Voltei pra casa desanimada, nem tive mais vontade de esticar a noite. Uma pena. Deixei de lado a calcinha vibratória.

Mas na semana passada eu estava sozinha em casa. As crianças na praia, o Ricardo fazendo sei lá o que, e eu ali embaixo do ar condicionado, apenas de roupão e lendo um livro. E de repente lembrei novamente da calcinha. Tá bom, tá bom… Não foi tão de repente assim. Eu tinha deixado o livro de lado um pouco e liguei a tv, acabei indo parar nos canais pornôs, tava lá o Sexy Hot, e eu lembrei da calcinha. Sim, eu vejo canais pornôs. #prontofalei.

Fui até o armário, peguei a calcinha, vesti, deitei na cama e tirei do canal pornô. Não queria ficar excitada pelo que via, e sim pelo que sentia, se é que dessa vez eu sentiria alguma coisa. Voltei ao livro, com o vibrador já funcionando.

Duas páginas depois, uma sensação gostosa começou a tomar conta do meu corpo. Não sei explicar, não parecia tesão, parecia mais aquela sensação que dá depois que a gente sai de uma banheira de hidro, sabe? Uma leveza e uma moleza, sei lá! Não consegui mais me concentrar na leitura. O torpor foi aumentando, uma coisa cada vez mais gostosa emanava do meio das minhas pernas. Uma delícia!

Pressionei uma perna contra a outra, sentindo meus mamilos cada vez mais durinhos. Sem ao menos perceber, já estava tocando-os com as pontas dos dedos. Apertei mais as pernas, e a vontade que eu tinha era de enfiar a calcinha com o bendito vibrador dentro de mim. Peguei meus seios por baixo, com a mão em concha e lambi, primeiro um, depois o outro, quando o gozo começou.

E beliscando meus próprios seios, a boca aberta soltando gemidos sussurrados, gozei gostoso, sem ao menos tocar a minha buceta.

Já com o vibro desligado, mas ainda jogada na cama, agora de pernas abertas e sentindo meu corpo flutuar, eu pensei: obrigada, Sexy Hot!

Gozando colorido #fail

5 jan

Não, eu ainda não perdi os critérios e transei com alguém da #famíliaRestart! rsrsrs O que aconteceu foi o seguinte: um casal de amigos foi na Eros Fair, a tal feira erótica que teve em Gramado. Disseram que foi muito ruim, o que já era de se esperar. Quem diabos faz uma feira erótica em pleno Natal Luz de Gramado? Mas, enfim… Na entrada, ganharam de brinde um potinho, e segundo explicaram para eles, o conteúdo fazia o gozo masculino ficar colorido. “Como assim?”, eu perguntei, curiosíssima. Eles não sabiam, ainda não tinham usado. Mas como receberam dois potinhos, me ofereceram um. A esposa que ofereceu, na verdade. O marido disse que em troca queria ver meus seios! É bem abobado, mesmo! Ri da brincadeira, e coloquei o tal potinho na bolsa. E esqueci dele! Bolsa de mulher, sabe como é que é…

Antes de viajar nas férias, tava naquela função de separar as coisas pra levar. Tem coisa numa bolsa, coisa noutra, e lá pelas tantas, achei o tal potinho com o negócio que fazia a porra ficar colorida. Tô falando assim pois eu de fato nem sabia o que era e nem como funcionava. Abri para descobrir.

Dentro dele tinha unas três ou quatro cápsulas, tipo remédio mesmo, e um papelzinho com as instruções. Não vou lembrar de cabeça agora, mas era mais ou menos assim: quando o cara estiver quase gozando, começando a sair aquele líquido pré gozo, deve-se pegar a cápsula, rompê-la, e então passar o seu conteúdo na glande. E então a ejaculação virá colorida. E mais, dizia que tinha um sabor bom para o sexo oral. “Não vou mais perder esse pote de vista, até encontrar o Ricardo”, pensei, já imaginando ele jorrando sobre mim a sua porra em um arco íris! rsrsrsrs

Antes de dormir liguei pra ele, contando sobre o gozo colorido. Ele escutou quieto, pediu algumas explicações sobre o funcionamento, e eu ali deitada na cama já ficando excitada com o que estava imaginando, falando, até que ele me joga um balde de água fria: “nem fudendo que vou passar esse troço no meu pau”. Começamos a discutir, e estressada que eu estava por estar saindo de férias em alguns dias e ter milhões de coisas pra fazer, me puxei na grosseria: “você mete esse pau em cada coisa e agora tá se fazendo pra me agradar!”. E desliguei o telefone, antes que ele pudesse responder. Principalmente se a resposta fosse que a “cada coisa” sou eu! rsrsrsrs

No dia seguinte liguei pra ele, como se nada tivesse acontecido, o que sempre faço. Eu sou assim. Depois que eu falei, joguei tudo pra fora, passou. Ele não. É rancoroso. Se precisar, fica cinco anos sem falar comigo. Me tratou com indiferença. Fiz que não notei, e combinei de nos vermos mais tarde. Precisávamos ver os últimos detalhes pra viajar.

Fui pra casa dele no final da tarde, e o encontrei de calção velho e sem camisa, jogando videogame no sofá. Quando homem quer ser broxante, consegue, né? rs Mas eu tava decidida! Sentei ao lado dele, com a bolsa a tiracolo, e ele me deu um selinho. Fiquei vendo-o jogar. Se eu estava decidida a vê-lo gozar colorido, ele parecia decidido a me ignorar. Mas eu não desisto! Cheguei mais perto, e passei a mão nas suas pernas. Ele deu uma olhada de canto de olho, e continuou jogando. Enfiei uma mão por dentro do calção, enquanto me abaixava pra beijar o seu peito. Ele ficou todo faceiro, achando que eu estava arrependida do que tinha feito na noite anterior. Ah, mal sabia ele que eu estava era colocando meu plano em ação!

Fui beijando seu pescoço, descendo pelo peito, barriga, enquanto com a mão ia tocando no seu pau. Me contorcia toda pra tocá-lo, já que ele fingia me ignorar. Me ignorava, mas o pau ia crescendo! rsrsrs Quando me ajoelhei no sofá e tirei o pau pra fora do calção, logo colocando-o na boca, ele fez menção de pausar o jogo. Mandei que ele continuasse jogando. Ele tentou, mas aposto que não teve o mesmo sucesso de antes.

Escorreguei para o chão, entre as suas pernas, e sem ele notar, trouxe a minha bolsa junto. Chupei do jeito que ele gosta, ora lambendo apenas a cabeça, ora abocanhando-o todo. Fiquei assim por uns cinco minutos, quando percebi que ele estava quase gozando. Levantei um pouco o corpo e virei um pouco a cabeça, jogando meus cabelos na sua barriga, cobrindo-lhe a visão. Passei a punhetá-lo devagar, enquanto a outra mão tateava a minha bolsa, em busca do tal pote. Abri do jeito que deu, pegando uma das cápsulas. Quando saiu aquele primeiro líquido delicioso, de leve, na cabeça, expremi a cápsula com as unhas, e sem ele notar, despejei o pó que continha dentro na cabeça do pau. Esfreguei com os dedos, espalhando-o, ao mesmo tempo em que aumentei o ritmo da punheta.

Ele cerrou os punhos, forçou a musculatura das pernas, soltou um gemido e gozou. Joguei o corpo um pouco para trás, para poder assistir àquele espetáculo. Sonho meu. O que eu vi foi um pó amarelo ouro que, misturado com a porra do Ricardo, jorrou de uma cor quase marrom, na minha mão, na barriga dele, escorreu pelo saco. Na mesma hora tirei a mão, enojada, imaginem o que aquilo parecia, o que chamou a atenção dele.

Ele abriu os olhos, e quando viu aquela coisa, me olhou com um olhar de dar medo:

– O que tu fez no meu pau, caralho??

Eu nem consegui responder. Fiquei ali olhando em algum ponto na parede atrás dele. Nos olhos dele, não tinha coragem. E olhar para aquele líquido “amarronzado”, nem pensar!

– Agora tu vai limpar, porra!

Ele tava mesmo brabo! Levantei pra ir pegar um papel, uma toalha, sei lá!

Mas ele me segurou pelo pulso.

– Não. Tu vai limpar com a boca.

– Ah não, amor… Isso tá nojento.

– Eu disse que não queria essa merda no meu pau.

– Não, por favor… Eu faço qualquer outra coisa…

Ele pensou um pouco. E riu.

– Qualquer coisa?

– É… Praticamente.

Ele puxou meu pulso para baixo.

– Tá, tá! Qualquer coisa!

Ele soltou meu pulso.

Quando voltei com um rolo de papel, ele segurou a minha mão, antes que eu começasse a limpar, e disse:

– Me dá o telefone daquela tua colega gostosa que fica me olhando.

Olhei com raiva pra ele, e depois praquele troço marrom. Sem chance.

– Pega ali o meu celular. Letra V.

– V? Mas o nome dela não é Fernanda?

– É. Mas eu gravei no V de VADIA.

Ele deu risada. E falou:

– Que bom! É bem dessas que eu gosto!

Maldito gozo colorido.

Fazendo as pazes na cama

30 nov

Eu andava muito irritada com o Ricardo. Coisas de casal. Eu tenho minhas má fases, ele tem as dele, todo mundo tem as suas. O brabo é quando as fases ruins são juntas! rsrsrs

Fora que ele tem uma mania, independente da fase, de querer centralizar as decisões do que vamos fazer. Se eu quero comer sushi e ele quer churrasco, adivinha aonde vamos? E dirigindo, então? Ele chega ao ponto de perguntar: “vamos pela rua A ou pela rua B”? Se eu falo que pela B é melhor, não tem trânsito e é mais curta, adivinhem? Ele vai pela A! Que cara chato! rsrsrsrs

No último feriadão foi a gota d’água. Eu queria ir pra serra, ver o Natal Luz. Eu gosto, as crianças gostam, ia ser tudo de bom. Dias antes, começou o stress: “Gramado vai estar lotado”… “Serra no calor? Imagina! É época de ir pra praia!”… E assim por diante. Me encheu, encheu, encheu, até que, para variar, eu cedi.

Natal Luz em Gramado/RS

Fomos pra praia. Alguém aqui conhece, pelo amor de Deus, o litoral do Rio Grande do Sul? Vou explicar como é: ali na divisa com Santa Catarina, tem Torres. Uma praia bonita, com rochedos à beira mar. Um passo depois de Torres, sim, eu disse UM PASSO depois, começa uma faixa de areia que vai até o Uruguai. Simples assim. Não tem um morro, uma enseada, um visual pra curtir. É só areia e mar por, sei lá, quinhentos quilômetros. E que fique claro: eu gosto de lá. Vamos sempre que podemos, temos vários amigos, uma ótima casa e tudo mais. (Ok, agora relendo isso, vejo que o problema não é o areião até o UY, e sim porque eu queria ir pra serra! rsrsrsrs). Durante o verão, 60% do tempo não dá pra ir na beira do mar. Ou a água está da cor marrom chocolate, ou o vento arranca os guardas sol, bonés, vira as cadeiras, enfim… Eu queria ir pra serra! rsrsrsrs

Algum lugar do litoral gaúcho

Claro que a estrada estava cheia, e que nos arrastamos até o litoral. Ao menos ele me perguntou se eu queria ir no meu restaurante de frutos do mar preferido, e não mudou o rumo no meio do caminho. Jantamos, passeamos um pouco, e fomos dormir.

O dia seguinte amanheceu acinzentado, e quando abri a janela uma rajada de vento quase me jogou longe. Que maravilha! Sem praia naquele dia. Emburrei, e se ele notou não demonstrou. Acordou quase ao meio dia, querendo saber o que iríamos almoçar. Troglodita. Eu mal respondi, querendo demonstrar a minha insatisfação, mas ele parecia feliz com o silêncio. Ficou lá jogando Play 3 com as crianças, e de vez em quando dizia pra me perguntarem o que teria de almoço. Fiz um macarrão de qualquer jeito, e todo mundo comeu sem muita vontade. Já de tarde, as crianças saíram de bicicleta, e ficamos só os dois em casa. Deitei na rede com um livro na mão e mergulhei na história. Li umas dez ou quinze páginas, cada vez mais absorta, e quase morri de susto quando ele arrancou o livro da minha mão e jogou longe, para se jogar sobre mim, me beijando e me lambendo o rosto, o pescoço, as orelhas. Explodi. Gritei, xinguei, rodei a baiana. Ele ficou só me olhando, como sempre faz quando eu começo a briga, e como sempre isso me irritou ainda mais. Gritei mais, xinguei mais, me descontrolei. Ele se levantou, olhou bem nos meus olhos, balançou a cabeça e fez aquele gesto que eu mais odeio: jogou a mão pra frente, como quem diz “tu não sabe de nada”. Depois virou-se e saiu.

Passamos praticamente todo o feriado sem nos falar, e durante as noites dormíamos bunda com bunda na cama. No segundo dia eu já me arrependia de tudo que tinha dito e feito, mas não podia dar o braço a torcer. E se depender do Ricardo ele passa o resto da vida sem falar nada. Impressionante.

Na viagem de volta, com direito a três horas de engarrafamento, não trocamos uma palavra. E assim ele me deixou em casa e foi embora. Fiquei angustiada. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde faríamos as pazes, mas essa espera me matava. Pra mim já estava resolvido, já tinha vomitado todas as coisas que me incomodavam e mais outras que nem sei por que acabei falando, em cima dele. Mas ele não. Ficava lá, remoendo e me ignorando.

A semana foi passando, e nada mudava. Eu mandei algumas mensagens e ele respondeu sucintamente. Puxava papo no MSN, mas ele não desenvolvia a conversa. Comecei a ficar preocupada. Já era sexta feira e nada mudava. No sábado liguei pra ele e disse que precisávamos conversar. Ele concordou, mas disse que teria que ser à noite, já que tinha compromissos durante o dia. Curiosa e metida que sou, tive que me conter pra não perguntar o que era. Pelo andar da carruagem, nem sabia se éramos ainda namorados.

Na hora marcada toquei a campainha. Nada. Estranhei, já que o carro dele estava na garagem. Depois de mais algumas tentativas, resolvi procurar a minha chave na bolsa. Ah, bolsa de mulher. Tive que tirar praticamente tudo para fora, no corredor, até achar a maldita chave. Guardei tudo de novo e fui abrir a porta.

Abri devagar e estava tudo escuro e silencioso. Já me irritei. Marca a hora e não está em casa! Fechei a porta atrás de mim e atravessei o hall, deixando para acender a luz da sala. Quando estiquei o braço em direção ao interruptor, alguém me pegou por trás, cobrindo a minha boca com uma mão, e com a outra prendendo meus braços. Levei um susto absurdo, mas antes que eu pudesse ter qualquer reação, fui empurrada em direção a parede.

– Cala a boca e não reclama. – a pessoa falou, e achei ter reconhecido a voz. Prensada contra a parede, tentei me virar, reagir, mas ele era muito mais forte que eu.

Senti a língua áspera roçando a minha orelha, e depois lambendo minha bochecha.

– Fica nervosinha quando te lambem o rosto, né? – Puta que pariu. Era o Ricardo! Qual era a dele? Queria me matar do coração?

Ele não deixava eu me mexer, e de assustada passei a ficar irritada. Com um lado do rosto todo babado, eu agora babava era de raiva. Ele parecia se divertir. Mas como sempre, sabia a coisa certa a ser falada:

– Relaxa… Relaxa e aproveita… Eu sei que tu gosta da minha língua… Sei que tu tava com saudade…

Comecei a baixar a guarda. Eu estava sim com saudade. Odeio ficar brigada com ele e sentia falta de conversar com ele, de ser tocada por ele.

– Não entendo a razão que tu só quer brigar… Tem tanta coisa melhor pra gente fazer…

Agora eu já não tentava reagir, e ao invés de me segurar, sua mão passou a percorrer meu corpo. Que delícia, que saudade. Levei uma mão à parede e arrebitei a minha bunda de encontro ao seu corpo. Enquanto uma mão ainda me cobria a boca (vai que eu resolvesse discutir a relação! rsrsrs), a outra entrava pelo meu decote. Tocou meus seios, me deixando toda arrepiada. Ele sorriu. Sabia que o jogo estava ganho.

Mordeu a minha nuca e, quando a pressão da mão na minha boca relaxou, mexi os lábios até colocar um dedo dentro da boca. Lambi e chupei como se fosse um pau, rebolando de leve a bunda de encontro ao pau de verdade, que duro parecia querer me penetrar mesmo por cima do vestido. Ele me virou de frente, de maneira brusca, me empurrando novamente de encontro à parede. Nossos lábios se tocaram em um beijo feroz, lambido, babado, mordido… Arrancou meus seios do decote, abocanhando-os com sofreguidão, arrancando de mim gemidos de prazer, enquanto enfiava uma das pernas pelo meio das minhas. Rocei minha buceta na sua coxa, enquanto ele mamava meus seios.

Ele tateou as minhas pernas, subindo pelas minhas coxas, até chegar ao meu sexo. Subiu meu vestido, tocou minha calcinha e falou:

– Como tu vem fazer as pazes comigo de calcinha? Quem faz as pazes de calcinha?

E, de surpresa, de supetão, de uma só vez, puxou a minha calcinha, rasgando-a, me assustando, me fazendo dar um grito e amolecer as pernas de prazer. Colocou dois dedos dentro de mim, de forma brusca e violenta, me dando ainda mais tesão. Eu gemia e delirava, encostada na parede com as pernas abertas. Com a outra mão ora enfiava os dedos na minha boca, para depois passar a minha saliva no meu rosto, ora apertava e beliscava meus seios com força. Tentei tocar nele, mas ele não deixou.

– Não tá brigada comigo, sua chata? Então nem vem fazer carinho…

Agora eu já mexia os quadris, enquanto ele enfiava os dedos com força. Me pegou pelos cabelos, puxando meu rosto para trás, enquanto me xingava e me dizia que no dia que não tivéssemos mais nada, ele iria ser apenas meu amante, iria apenas me fuder. E eu estava simplesmente adorando aquilo! Eu não conseguia falar nada, pois quando não estava com os dedos dele na minha boca, estava gemendo de tesão.

Ele abaixou as calças e me empurrou pro chão, me colocando de joelhos na sua frente. Com a mão atrás da minha cabeça empurrou a minha boca em direção ao seu pau, naquele gesto que as mulheres odeiam, mas que naquele momento eu adorei. Abri a boca e envolvi aquele pau gostoso e cabeçudo, lambendo, chupando, babando, sugando. Me segurando pelos cabelos, ele comandava o ritmo. Eu sabia que ele estava maluco de tesão, pela maneira que o seu pau pulsava na minha boca, e para não gozar, ele de vez em quando tirava e batia com ele no meu rosto. Eu, de olhos fechados e a boca aberta, me deliciava.

Quando eu menos esperava, ele me puxou pelos cabelos, me colocando em pé na sua frente. Beijou minha boca com ardor e violência, e foi me empurrando até o sofá. Parei em frente ao sofá e ele, transtornado, mandou:

– De quatro, sua puta.

Sustentei o olhar, só de birra (ou pra ele usar a força mesmo! rsrsrs). Ele me empurrou no sofá, e com as mãos fortes me fez ficar de quatro, com a bunda arrebitada em sua direção. Abriu as nádegas com a mão e fez algo que eu detesto, mas que mesmo assim me fez derreter de tesão: cuspiu na minha bunda. Ele viu que eu ia reclamar e empurrou meu rosto de encontro ao encosto do sofá, me silenciando, enquanto colocou a cabeça do pau na entrada da minha bunda. Foi enfiando sem dó, me abrindo, me rasgando, me alargando, e eu tomada de tesão que estava, gemia abafada de dor e prazer. Quando entrou tudo, começou a estocar, sem carinho, uma coisa tesuda e animal, sem pudor, sem piedade. Eu simplesmente não agüentei. Joguei a bunda para trás, de encontro ainda mais ao corpo dele, e gozei. Gozei com ele enterrado dentro de mim, me comendo com força, com tesão, com saudade…

Logo em seguida ele tirou o pau da minha bunda e esporrou em mim, nas minhas costas, nas minhas nádegas. Deixei meu corpo cair no sofá, dolorida e extasiada, enquanto ele sentava no chão ao meu lado.

Ficamos um pouco em silêncio, eu tentando voltar ao normal, e ele acariciando as minhas costas. Até que ele pegou o cigarro na mesa de centro, acendeu e lá pelas tantas falou:

– Senti a tua falta. Fala, pode falar. Vamos nos acertar…

Ele já dera o show dele, né? Agora eu daria o meu.

– E de onde você tirou que eu vim aqui pra fazer as pazes?

Ele me olhou, sem entender. Levantei com dificuldade, a bunda dolorida, e baixei o vestido, sujando-o todo de porra, azar.

– Eu vim aqui pra dizer que não quero mais nada com você.

Dei alguns passos com dificuldade, diante de um incrédulo Ricardo que, sem ação e com a boca aberta, não se movia.

– Ah, e tem mais uma coisa! – bradei, voltando-me na direção dele, caminhando ao seu encontro. Parei bem na sua frente, em posição de superioridade e ameaça, e falei:

– Isso aqui foi um estupro! – e antes que ele pudesse sequer pensar alguma coisa, empurrei-o para trás, de costas no chão, sentei no seu peito e concluí:

– E agora é a minha vez!

Escorreguei para a frente e sentei em seu rosto, colocando a minha buceta melada na sua boca deliciosa.

Existe maneira mais gostosa de fazer as pazes?