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Nossas fotos eróticas – Parte II

22 out

Ele me afastou do seu pau,  pois daquele jeito não tardaria a gozar. Nem precisei perguntar se tinha sido  aprovada: ele me puxou pelos cabelos, fazendo-me ficar em pé na sua frente. “Batom  todo borrado, bem coisa de puta fuleira…”, ele falou, e passou a fotografar  meu rosto.

Fiz biquinho, passei a língua, enfiei o dedo na boca, estava  adorando aquilo! Com os dedos bem babados levantei minha blusa e passei a tocar
meus mamilos durinhos. Ele não perdia um click. Eu prendia-os no meio dos  dedos, beliscava, e ele adorava. Quando coloquei a mão por baixo e estiquei a  minha língua para lambê-los, aposto que ele teve vontade de jogar a câmera longe  e partir para cima de mim. Mas ele se aguentou.

“Vamos para o quarto.”, ele  convidou, ou ordenou, sei lá. Só sei que eu fui na frente, e ele mal podia  esperar o que eu ainda faria naquela noite!

Quando ele entrou e viu todos  os meus brinquedinhos sobre a cama, sorriu e disse: “Uhmm… Arsenal completo?  Já vi que vai me custar caro essa noite!”. Peguei um vibrador grande, em  formato de pênis, e acariciando-o respondi: “Até agora não custou nada. E você  pode desistir. Eu ficarei bem acompanhada…”. Ele riu. “É? Me mostra como  seria…”. Então tá, se ele queria espetáculo, teria um show completo!  Sentei-me na beirada da cama e fiz minha saia escorregar para cima. Levei o  vibrador à boca e comecei a lamber a cabeça como se fosse um pau de verdade. De
olhos fechados, ouvia os cliques da máquina enquanto tentava dar rosto e corpo,  na minha imaginação, para o dono daquele pau. Enfiei-o na boca, deixando o  máximo de saliva que podia, e então joguei o corpo para trás, encostando as  costas na cama, e coloquei os saltos das botas na beirada da cama, abrindo ao  máximo minhas pernas. Posicionei o vibrador na entrada da minha buceta, e  fazendo sinal com o dedo indicador, pedi que ele se aproximasse. “Olha de  perto…”, sussurrei, na verdade querendo que ele fotografasse aquilo tudo  entrando dentro de mim. Ele se pôs de joelhos no chão, e não perdeu um detalhe  daquele cacetão desaparecendo na minha buceta. Liguei o vibro, e com ele todo  dentro de mim, forcei movimentos circulares, o que me levou ao delírio. Sentia  meu mel escorrendo, melando minha bunda, minha meia calça rasgada, minha cama.

Com a mão livre tateei a cama sobre a minha cabeça, procurando outro acessório que queria usar: um plug  anal. Encontrei-o e estiquei a mão em sua direção, pedindo: “Coloca pra mim?”.  Não precisei pedir duas vezes: ele foi enfiando devagar na minha bunda. Que  delícia! Me sentia preenchida, arrombada e delirando de tesão. Passei a colocar  e tirar o pau de borracha de dentro de mim, olhando nos olhos dele através da câmera.  O pau dele parecia que ia explodir, de tão duro, e eu queria sentí-lo também. “Vem  aqui… Deixar eu te bater uma punheta… É de graça!”, falei. Ele ajoelhou-se  ao meu lado, e eu comecei a masturbá-lo de leve, apertando bem seu pau. De vez  em quando largava o pau e acariciava suas bolas, sua bunda. Depois voltava e  batia punheta mais rápido, fazendo-o se contorcer dentro de mim. A essa altura  já não tinha coordenação para mexer as duas mãos, a do vibrador e a do seu pau,  então fechei as pernas, prendendo o vibrador dentro de mim. Ele não se conteve  e veio sobre mim, passando uma perna para o outro lado do meu corpo, e encaixou  seu pau duro entre meus seios. Apertei um contra o outro, e ele começou a  deslizá-lo. Eu estiquei a língua, e cada vez que o pau subia na direção do meu  rosto, eu lambia aquela cabeça dura e melada. Assim como eu, ele estava  transtornado de tesão: gemia, beliscava meus seios e me xingava de puta, vagabunda,  safada, me dizia que eu só sossegava assim, metida no cu e na buceta. Eu dizia  que sim, e que queria mais, e ele me xingava mais, me dava tapas no rosto,  dizia que eu não valia nada. Não aguentei mais e gozei, forçando as pernas uma  contra a outra, sentindo o vibrador pulsar dentro de mim, e bem na hora,
enfiando o pau dele o máximo que deu dentro da minha boca. Meu corpo tremeu  inteiro, senti o ar quase faltar, e tive um dos orgasmos mais intensos da minha vida.

Não tive forças para  protestar quando ele saiu de cima de mim, queria fazê-lo gozar na minha boca,  no meu rosto… Mas pelo visto ele tinha outras idéias: tirou o vibrador da  minha buceta, e me avisou: “O plug tu deixa…”. Ele desapareceu da minha  visão, por cima de mim, e logo reapareceu balançando minhas algemas entre os  dedos: “Vira de costas, vadia!”.

Claro que eu obedeci, né?

CONTINUA…

Espanhola

30 jun

Eu tava doente, semana passada. Uma gripe terrível. Andava me arrastando pelas paredes, dor na garganta, dor no corpo, parecia que tinha levado uma surra. Passei a semana assim.

Na sexta de noite, já um pouco melhor, a Nathalia pegou uns filmes na locadora e foi lá pra casa. Após uma janta leve, fomos pra cama assistir “Ele não está tão a fim de você”, ou algo assim. Lembrem-se, ela pegou os filmes. Só podia ser um romancezinho água com açúcar. hehehehe

Confesso que, ainda debilitado que estava, cochilei e acordei diversas vezes durante o filme. Mas só de poder senti-la ali, ao meu lado, me fazia sentir melhor. E disse isso pra ela, bem perto do final do filme. Não sei bem do que se tratava o filme, mas acho que, de acordo com o título, ela chegou a conclusão que eu tava bem a fim dela. Beijou meus olhos, meu pescoço, minha boca. Mordiscou meu peito, e pediu que eu desse pausa no filme.

Tirou minha camiseta velha, e beijou minha barriga, e foi descendo. Tentei tocá-la, e me repreendendo, ela falou que eu estava doente e tinha que ficar em repouso. Baixou minha cueca e começou a brincar com meu pau ainda mole. Ora colocava na boca, enquanto massageava meu saco, ora masturbava-o devagarinho. Depois colocou na boca, dizendo que adorava senti-lo crescer, e logo eu estava duríssimo e me contorcendo com o boquete que ela fazia.

Então ela deixou cair as alças da camisola, e colocou meu pau entre seus seios. Quando meu pau subia, ela lambia a cabeça, e quando descia, eu sentia a maciez da sua pele, friccionado entre seus seios. Uma deliciosa espanhola. Pra me provocar, ela apertava ainda mais os seios, um contra o outro, e beliscava os mamilos, me olhando com aquela cara de safada que só ela sabe fazer. Doente ou não, gozei forte e fartamente, melando seu rosto, seus seios, minha barriga.

espanhola

Ela ainda limpou tudo, me deu um beijo na boca e pediu que eu soltasse a pausa do filme. E eu dormi. Dormi sem dor, sem tosse, e aposto, com um sorriso nos lábios.

Depois da festa

8 maio

Dia desses, saindo de uma festa, eu e a Nathalia viemos pra minha casa. Era madrugada, tínhamos nos divertido bastante, tava um calorzinho gostoso. A Nathalia foi até o quarto, enquanto eu abria uma champanhe para continuarmos batendo papo. Deixei sobre a mesa de centro e fui escolher um CD pra gente escutar. Quando voltei, a cena era bem parecida com a da foto abaixo:

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Ela esparramada no sofá, bebericando a champanhe, ainda maquiada, praticamente nua. No som começava a tocar Sitting on The Dock of the Bay, que ela passou a cantarolar de olhos semicerrados. Fiquei sem me mexer, apenas curtindo aquela cena. Seus lábios mexendo quase imperceptivelmente com a música, a taça gelada na mão quase tocando seus mamilos, as pernas entreabertas…

No transe que ela estava, continuou. Agora a taça já tocava seus mamilos, que se arrepiavam e, juro que senti isso, pediam o toque da minha língua. A mão livre escorregou pela barriga, depois pela virilha e parte interna das coxas, até que se perdeu entre suas pernas. Ela se tocava de leve, ao som da música, como se estivesse sozinha no mundo. E eu não me mexia, com medo de acabar com todo aquele clima, embora minha vontade fosse saltar sobre ela.

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A música acabou, mas ela seguiu cantando a próxima, de vez em quando dando pequenos goles na champanhe, mas sem parar de se tocar e sem abrir os olhos. Quando ela começa a mordiscar o canto dos lábios, é porque está se segurando pra não gozar. E assim ela estava, com o dedo médio ora entrando e saindo de dentro dela, ora massageando o clitóris. Não me contive, e comecei a me tocar também.

Ela no sofá, eu de pé. Assim demos nossa segunda gozada daquela noite. A primeira já tinha acontecido antes de sairmos… Ainda teve a terceira, já bem mais tarde. Ela por cima de mim, me apertando, e nós adormecendo ainda encaixados. Literalmente.