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Provocando…

28 maio

Eu andava quieta, controlada, como vocês puderam notar. Sem nada de muito quente pra contar, feito uma menina bem comportada. Mas não adianta, eu não sou assim! rsrsrs

Na semana passada estávamos recebendo no trabalho o pessoal da filial de SP. Não me envolvi muito, afinal não era bem no meu setor. Mas como já me conhecem, me chamavam para todos os jantares, happy hour e afins. Que fama, hein? rsrsrs

Fomos à barzinhos, cafés, restaurantes, saímos pra dançar… Foi muito divertido, e acho que o pessoal de fora também curtiu muito. As meninas se diziam maravilhadas pelo sotaque dos gaúchos, e os rapazes diziam nunca ter visto tanta mulher bonita. Mas tinha um, quietinho, que me chamou atenção. Ele até ria, brincava, conversava, mas era, digamos assim, muito mais comportado do que o resto do pessoal. E passava o tempo todo no celular. Era bonito, alto, com mãos grandes e estava sempre bem vestido. Uma das meninas que trabalha com ele falou, lá pela terceira vez que ele atendeu o celular no bar, que era a noiva. Meu Deus, quem ainda é noivo nos dias de hoje? Não me agüentei, e já na segunda vez em que nos encontramos, fui sentar perto dele.

Perguntei o que ele estava achando da cidade, da nossa sede, do pessoal. Muito educado, me disse que estava adorando, que a cidade era muito mais calma que São Paulo, que teriam que ralar bastante na filial para trabalharem “redondo” como fazíamos aqui, e que o pessoal era muito divertido e competente. E então seu telefone tocou. Pediu licença, educadamente, e levantou-se para atender. Voltou cinco minutos depois, desculpando-se. Continuamos conversando, e além de bonito e educado, ele se mostrava inteligente e divertido, apesar de comedido. Fui ficando cada vez mais atraída por ele. Ele ainda atendeu ao telefone mais duas vezes naquela noite, mas conversamos até a hora de ir embora. Todos resolveram esticar a noite e sair para dançar, mas ele foi contra. Disse que tinham treinamento logo de manhã cedo, e que deveriam ir para o hotel descansar. Eu fiquei apenas vendo o embate, os outros chamando ele de maricas, de mandado, e ele, contrariado, já nem respondia mais. Chamei ele de lado, e disse que eu também ia para casa, e que poderia deixá-lo no hotel. Foram todos dançar, e eu e ele saímos caminhando pro outro lado, indo buscar meu carro na garagem. Ele estava irritado, então ficamos praticamente em silêncio. Larguei ele no hotel, compreensiva, e fui pra casa.

Na manhã seguinte ele me procurou na empresa, para se desculpar. Achava que em meio à sua irritação, acabara sendo rude comigo. E, como um gesto de desculpas, me convidou para um café. Conversamos bastante, e eu, ao mesmo tempo em que o escutava falar da noiva, via as minhas chances diminuírem, acabava ficando ainda mais interessada nele. Ele dizia que as pessoas em geral não aproveitavam as oportunidades de aprendizado, querendo fazer só festa. E que com esse pensamento não respeitavam a posição e a opção dele, que era estar ali para crescer profissionalmente e não para trair a sua noiva. Ainda era quinta-feira, e eu tinha mais dois dias para perverter o rapaz. rsrsrsrs

Naquela noite os chefes ofereceram uma festa na sua casa. Salgadinhos e champanhe rolando soltos, música bacana, tudo muito animado. Lá pelas tantas a sala virou uma grande pista de dança, e como que para encorajar os convidados, os donos da casa eram os mais animados e alcoolizados. rsrsrs E eu empurrando champanhe pro meu amigo paulista! Aqui e ali já rolavam uns beijos interestaduais. Meninas daqui e caras de lá, caras daqui e meninas de lá. Chamei ele pra dançar.

Ele dançava bem, e nos divertimos bastante. Me insinuei, encostei meu corpo no dele, mas ele permanecia respeitoso. E tudo que eu queria era que ele me desrespeitasse! rsrs O chefe, já bem bêbado, subiu na mesa e mandou o DJ baixar o som. E então gritou: “Quero uma música lenta! Quero ver todo mundo se pegando!”. Coisa boa é trabalhar nesse meio! rsrs A esposa dele o ajudou a descer, antes que ele caísse, e o DJ obedeceu. Colocou a música lenta, e o rapaz se viu obrigado a me envolver em seus braços. Aproveitei pra colar meu corpo no dele, e lá pelo meio da música comecei a acariciar sua nuca, delicadamente, com minhas unhas. Senti que ele arrepiou, desencostei a cabeça do seu ombro, e sorri. “Isso não se faz…”, ele falou, sem convicção. Mas eu continuei, convicta a provocá-lo. Ele não reclamou mais. A música terminou, e ele, desconfortável, pediu licença e foi ao banheiro. Deve ter ido ligar pra noiva! rsrsrs

Na sexta-feira, o clima de manhã era de ressaca total. Os que não trabalhavam de óculos escuros, desejavam ter tido essa idéia. Às cinco e meia da manhã, provavelmente quando a última pessoa foi embora da festa, o chefe mandou um e-mail para todos. Só tinha o assunto: “O que acontece em Vegas, fica em Vegas”. Pra bom entendedor, né? rsrsrs Ao meio dia fomos todos em um restaurante vegetariano, numa tentativa de nos purificar da noite anterior. Na hora de entrar nos carros, aquela coisa de quem vai aqui e quem vai ali, ele já estava parado na porta do meu carro. “Posso ir com você?”, me perguntou. Decidi brincar: “Você quer?”. “Quero”, ele respondeu. “E o que eu ganho em troca?”, falei, sem fazer olhares lânguidos, afinal, estávamos todos de olhos inchados. Mas ele entendeu. “Achei que eu que iria ganhar. Um carinho na nuca igual aquele de ontem…”. O safado estava se soltando! E, adivinhem? O celular dele tocou! rsrsrsrs E lá se foi todo o clima…

Na noite de sexta-feira foi combinado que iriam todos para um café perto da empresa, tentar se recuperar, e que depois se decidiria o que fazer. Resolvi mudar de tática. Liguei pro Ricardo, que já sabia de tudo, e chamei ele pra vir junto. Sabe o que ele me disse? “Só se sobrar uma paulista pra mim, xuxu!”. Ele gosta de paulistas. rsrsrsrs

Fui em casa, troquei de roupa e depois o Ricardo foi me pegar. Chegamos no café e o grupo já tomava conta do lugar, em número e em barulho. O rapaz levantou o rosto, me viu, sorriu, e então viu o Ricardo e murchou. Foi tão engraçado, tadinho… Cumprimentamos a todos, fiz as devidas apresentações, e vi o lugar vago ao lado do rapaz. Arrumamos mais uma cadeira, apertamos daqui e dali, e sentamos ao lado dele. Conversei pouco com ele, e o Ricardo praticamente ignorou a sua presença. Quando ele quer ser grosso, é campeão. Mas pergunta se ele ignorou a presença das meninas? Tava lá, todo simpático, cheio de sorrisos e gracinhas. Poucos decidiram esticar a noite, a maioria foi dormir, cansados da noite anterior, e para se preparar pro último dia de treinamento. Eu não participaria, mas combinei de participar da festa de despedida, no sábado à noite.

No carro, uma pequena discussão. Disse pro Ricardo que ele era um galinha, e que tinha notado a troca de olhares entre ele e a ruiva de São Paulo. Ele me olhou incrédulo, perguntando se eu tinha pirado de vez. Afinal, eu o chamara ali pra fazer ciúme pro carinha que eu estava paquerando! Começamos a discutir mais, e como sempre acontece, trazendo à tona coisas do passado. E vocês pensam que um relacionamento aberto é só curtição, né? rsrsrs Ele dirigia em direção à sua casa, e lá pelas tantas eu falei: “Chega. Não vou pra tua casa. Me leva embora.”. Ele virou o rosto pra mim, a boca fina, que é como fica quando ele está brabo, e falou: “Se liga, Nathalia”. N-A-T-H-A-L-I-A. Quando ele me chama assim, nome completo, e com aquela boca, ferrou. É hora de ficar quieta.

Mas quem disse que eu fico quieta por muito tempo? Ele estacionou o carro na garagem, e eu peguei o celular na bolsa. Liguei. Quando a pessoa do outro lado atendeu, comecei a falar: “Oi, eu queria um táxi…”. Ele arrancou o celular da minha mão, desligou, jogou no banco de trás e me puxou pelos cabelos até ele. Tudo isso numa fração de segundos. Tentei me desvencilhar, mas sem convicção. Nos beijamos com ardor, com paixão, com raiva e com tesão. Senti meus mamilos enrijecerem, e uma onda de prazer correu meu corpo. Ele abriu a porta do carro, passou o braço por baixo dos meus, acima dos meus seios, e foi saindo do carro e me puxando por sobre os bancos, me levando junto com ele, tal qual um brutamontes, um homem das cavernas.

Me bati toda na direção e sei lá mais onde, mas nem dei bola. Me pôs em pé ao seu lado, fechou a porta do carro e me conduziu pro elevador. Enquanto subíamos, tentei falar alguma coisa, mas ele tapou minha boca com a mão. Abriu a porta do apartamento e praticamente me jogou lá pra dentro. Bateu a porta, me pegou pelo braço e me levou pro quarto, sem dizer uma palavra. Me jogou de costas na cama, e sem eu esperar, enfiou as mãos no meu decote e rasgou toda a frente da minha blusa novinha! Veio sobre mim, um joelho de cada lado do meu corpo, com uma mão segurou as minhas acima da minha cabeça, e caiu de boca nos meus seios. Chupou e mordeu sem carinho, apenas com tesão e força. Eu já me derretia de tesão, sentia minha buceta toda melada e estava adorando aquilo tudo.

Ele abriu as calças, veio com o corpo mais pra cima, e tirou o pau duro pra fora. Colocou os joelhos sobre meus braços, e o pau na minha cara. Bateu com ele no meu rosto, enquanto eu colocava a língua pra fora, doida para sentir o seu gosto.  Enfiou fundo na minha boca, me engasgando, e passou a fudê-la como se fosse uma buceta. Enfiava fundo, quase tirando a minha respiração, e beliscava meus seios, torcendo os bicos. Depois segurava minha cabeça pela nuca, pelos cabelos, e trazia ainda mais de encontro ao seu pau, colocando-o mais fundo.

Saiu de cima de mim, e arrancou minha calça jeans. Rasgou a minha calcinha, e encontrou com os dedos minha buceta totalmente melada. Enfiou direto dois dedos, me fazendo gemer. Puxou minhas pernas pra cima, quase me deixando de ponta cabeça na cama. Colocou a boca na minha buceta, enfiando a língua, chupando forte o meu grelo, me fazendo urrar de prazer. Lambia do meu clitóris até a minha bunda, me abrindo, me jogando pra lá e pra cá como se eu fosse uma boneca. Não dizia uma palavra, nada. Apenas me usava.

Me colocou de quatro na cama, e enfiou o pau bem forte. Deu uns tapinhas nas minhas coxas, do lado da minha bunda, como ele faz quando é pra eu mexer. Mexi um pouco, mas não conseguia. Meu tesão era tanto que mais um pouco eu iria gozar. Ele então bateu forte, uma seqüência de uns quatro tapas, que doeram, deixaram minha pele quente, e me fizeram mexer. Ele entrava e saía, e eu rebolava. Não agüentei. Estiquei o pescoço pra cima, arrebitei a bunda, e gozei, meu gemido parecendo um uivo, pela posição que eu estava e pela força que ele saiu.

Minhas pernas bambearam, e eu caí na cama. Ele veio novamente sobre mim, e bateu uma punheta em frente ao meu rosto. Enquanto ia tentando voltar daquela deliciosa sensação de torpor, eu dava pequenas lambidas na cabeça do pau dele, ali na minha frente. E, antes que eu voltasse ao normal, ele gozou no meu rosto, na minha língua, por tudo.

Ficamos lado a lado na cama, em silêncio, nossa respiração voltando ao normal. Ele ainda de roupa, apenas as calças arriadas, e eu apenas com os pedaços da minha blusa. Depois de um tempo, com o rosto ainda cheio de porra, cheguei mais perto dele. Olhei nos seus olhos, passei os dedos no rosto, limpando a porra, e levei-os à boca. Ele me olhou, com cara de tarado, e falou:

– Puta.

Eu respondi:

– Galinha.

Ele:

– Vadia.

Eu:

– Safado.

Ele:

– Piranha.

Eu:

– Comedor.

E fui pra cima dele, tirando suas roupas e beijando e mordiscando seu corpo. Com calma, alternando carinho e força, deixando-o pronto para recomeçar.

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A festa de despedida no sábado? Eu conto outra hora…

A chupada da Nathalia

20 abr

Recebi algumas perguntas no meu formspring sobre a minha chupada. rsrs Queriam saber como eu fazia, já que o Ricardo disse por aqui que eu faço diferente e gostoso (e ele seria louco de dizer outra coisa? rsrsrs). Respondi lá que não faço nada de mais. E fiquei pensando… Perguntei pra ele o que diferenciava a minha chupada das outras. Ele disse algo como: “cala a boca e chupa!”. rsrsrs Brincadeirinha. Ele não soube explicar, apenas disse que é muito bom, acima do normal, e que por isso é diferente. Que coisa!

Normalmente, quando faço sexo oral nele, estou cheia de tesão também, e nem raciocino. Simplesmente me entrego e faço. Sem pensar em como estou fazendo. Então jamais saberia dizer como faço. Mas sábado eu decidi prestar atenção.

Tínhamos passado o dia todo juntos. Fomos a um churrasco com amigos, na beira do rio. Depois saímos de lancha, fizemos wake, e antes de ir pra casa eu ainda quis dar uma passadinha no shopping! rsrs Olhei umas vitrines, para o desespero dele, comemos um temaki e por fim fomos embora. Chegamos na casa dele e nos atiramos no sofá para ver TV. Ele tomou conta do controle remoto (que novidade!) e depois de mudar o canal 24582309 vezes, parou em um canal desses de esporte. “Olha lá!” – ele falou, apontando para a TV – “O filme oficial da Copa de 94!”. Ai, meu Deus. Já se passaram 16 anos! rsrs “O Brasil ganha no final, viu?”, falei pra ele, contrariada. Queria ver outra coisa.

Ele nem me escutou. Quando o Lalas (zagueiro da seleção americana que era roqueiro – eu estava prestando atenção, e o pior, gostando!) começou a tocar o hino dos USA, eu escorreguei a mão pra dentro da bermuda do Ricardo. Vendo o Maldini e Cia. Ltda., aqueles italianos lindos, comecei a mexer no seu saco. Escorregava a ponta dos dedos entre as bolas, subia, brincava um pouco no pau, ia pro saco de novo. Fui sentindo ele endurecer com meu toque. Ele tentou me tocar também, mas não deixei: “me avisa quando o Taffarel defender o pênalti.”, falei, rindo, enquanto escorregava para entre as suas pernas.

Tirei sua bermuda, a cueca, e fiquei masturbando-o devagarinho. Levei a boca até seu saco, que eu havia raspado os pelos na noite anterior (meninas, lamber saco peludo ninguém merece! Vamos fazer uma campanha?), e coloquei as bolas na boca. Primeiro uma, depois outra, e me esforçando bem, as duas juntas. Lambi, mordisquei, corri a língua naquele fiozinho do meio do saco. Massageava com as mãos e depois lambia e chupava, enquanto ele se esforçava para continuar vendo o filme.

Envolvi a cabeça do pau com a minha boca, deixando-o bem babado. Passei a ponta da língua em volta da cabeça, na uretra, e de novo enfiei tudo na boca. Enquanto fazia isso, mexia no saco dele, de leve, sentindo as bolas nos meus dedos. Colocava a minha língua toda pra fora e batia levemente com seu pau bem duro nela. Ele, acho eu, gemia no sofá, provavelmente sem prestar mais atenção no filme, mas eu nem dava bola. Às vezes parava um pouco de chupar, segurava o saco com uma mão, e com a outra o masturbava bem rápido, quase levando-o ao orgasmo.

Depois voltava só a lamber e chupar, sem força, sem pressionar, e ele ia se acalmando. Quando o gemido dele ficava bem fraquinho, eu subia e descia a boca, rápido, sentindo a pele do pau dele roçar nos meus lábios, ao mesmo tempo que o punhetava, a mão acompanhando o movimento da minha boca, mas fazendo um leve movimento circular, da base até a glande. Ele abria mais as pernas, oferecendo o saco para ser acariciado, gemia mais alto e constante, e então eu diminuía novamente o ritmo. Tirava tudo da boca e recomeçava no saco. Colocava tudo que podia dentro da boca, chupava, lambia, massageava…

Sempre com muita saliva na boca, sempre sentindo-o deslizar, forte ou fraco, certeiro, quase me sufocando. Enfiava o mais fundo que podia, sentia o pau dele quase descendo na minha garganta, e segurava o tempo que conseguia. Quando tirava, além de todo babado, quase escorriam lágrimas dos meus olhos.  Ele delirava, se contorcia, pedia mais.

Ele agora nem via mais a TV. Com os olhos fechados, as pernas abertas em volta de mim, estava jogado e todo curvado no sofá. Dei uma olhadela para trás, e vi que começariam os pênaltis. Segurei a cabeça do pau entre os meus lábios e passei a punhetá-lo com a mão direita, enquanto massageava o saco e o períneo com a mão esquerda. Em poucos minutos ele gozou na minha boca, e eu engoli o que pude, mas mesmo assim escorreu pelo meu queixo, pescoço, colo…

Fiquei quietinha, mexendo no seu pau, apertando da base até a cabeça, arrancando as últimas gotas de porra. De repente ele dá um grito bem alto, que quase me mata do coração. Ele gritou: “Pegou!!”. Dei um grito, larguei tudo e olhei assustada pra ele, que bem calmo me diz: “Ué, não queria que te avisasse quando o Taffarel pegasse o pênalti? O cara era foda! Só podia ter aprendido a jogar no Inter, mesmo!!”.

Que raiva! Que pena que eu não tava com o pau dele na boca, na hora, pra dar uma mordida na hora que me assustei.

Fiz menção de levantar, a maior cara de brava, mas ele fechou as pernas, me prendendo entre elas. Me pegou pelos braços e praticamente me jogou no sofá ao lado dele. Veio por cima de mim, me beijando, lambendo a porra dele no meu queixo, arrancando a minha roupa…  Olhou bem nos meus olhos e falou: “Agora vou entrar com bola e tudo, sua vadia chupadora! Onde aprendeu a fazer isso?”. Antes que eu pudesse responder, cobriu a minha boca com a sua, e pelas horas seguintes, cumpriu o que prometera.

Gozada no rosto

10 nov

Eu nunca entendi bem de onde vem essa tara masculina, mas é fato que ela está presente em todos os filmes pornôs. O cara come a menina de tudo que é jeito, mas na hora de gozar é lei: goza no rosto dela! E, como a maioria dos homens é fanático por filmes pornôs, é claro que a maioria dos homens adora gozar no nosso rosto.

Eu, que sempre fui saidinha e adoro deixar quem transa comigo maluco, aprendi a gostar. Claro que as vezes eu quero que ele goze junto comigo, nossos corpos se contorcendo de prazer ao mesmo tempo, as bocas secas, os olhos fechados, os gemidos se transformando em um só. Mas gosto de verdade de ficar ali, geralmente de joelhos, masturbando-o, lambendo-o, na espera do seu gozo no meu rosto.

Sexta passada foi assim. Depois de intimar o Ricardo pelo twitter na quinta-feira e ser convocada pra uma reunião no trabalho, na sexta decidi apenas deixar rolar. E rolou! Ele me pegou em casa o fomos comer sushi (além do sexo, pedi pra comer sushi no twitter) e de lá fomos pra um motel (era mais perto do que ir pra casa dele… o tesão tava forte! rsrsrs). Mal entramos na suíte e já arrancamos as nossas roupas e nos jogamos na cama. Sua boca deslizava de um seio pro outro, enquanto seus dedos me penetravam, me fazendo rebolar. Estava doida pra senti-lo dentro de mim, e sem demora fiquei por cima, brinquei um pouco com a cabeça duríssima no meu clitóris, nos grandes lábios, e depois soltei o corpo, sentindo-o entrar de uma vez, me abrindo, me alargando, fazendo doer um pouquinho, apesar de estar totalmente melada. Ele adora quando faço isso, e soltou um gemido alto de surpresa e prazer. Fiquei alguns segundos quietinha, me acostumando com ele dentro de mim, curtindo a invasão, e então comecei a mexer.

Subia e descia, rebolava, me jogava pra frente e pra trás. Ele apertava meus seios, minha bunda, e dizia como queria que eu mexesse. Eu obedecia de olhos fechados, puxando sua mão até meu rosto e chupando seu dedo médio como se fosse um pau. Não demorou muito e aumentei os movimentos, sentindo meu gozo se aproximar. Ele disse: “para, para, não quero gozar agora”, mas eu queria e continuei. Menos de dez segundos depois ele falou: “agora não para mais, caralho!” e eu aumentei ainda mais o ritmo, sentindo seu pau ficando mais grosso, mais cabeçudo, e quando o primeiro jato de porra saiu dentro de mim eu comecei a gozar junto com ele. Foi um orgasmo longo, forte e gostoso, e desabei sobre ele ainda me contorcendo.

Escorreguei pro lado dele na cama, e com a cabeça no seu peito, ficamos os dois quietinhos, nos recompondo. Lá na TV, em frente a cama, passava um filme pornô. O ator metia, metia, metia e quando ia gozar, adivinha? Porra na cara da menina. Comecei a acariciar e brincar com as bolas do Ricardo, e logo o pau dele começava a dar sinais de vida novamente. Coloquei-o na boca e o fiz crescer de novo. Masturbava-o na base, enquanto minha língua acariciava a cabeça. Lambia as bolas, enquanto punhetava o pau todo. Fiquei assim por um tempão, deixando-o maluco. Quando via que ele ia gozar, diminuía o ritmo. Até que pedi que ele levantasse, e de joelhos na cama, o pau apontado pro meu rosto, não parei. Masturbei-o, lambi e chupei até ele gozar, despejando sua porra quente e saborosa na minha língua, nos meus seios, no meu rosto todo.

Que delícia!

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Reencontro

19 maio

No sábado passado, depois de duas semanas de e-mails, torpedos e telefonemas, enfim reencontrei o meu novo amigo. Durante esse período fomos nos conhecendo, conversando, falamos sobre todas as coisas, principalmente sobre a minha relação com o Ricardo. Assunto esse que em um primeiro momento deixou-o assustado, desconfiado, depois perplexo, incrédulo, e por fim, excitado. rsrsrsrs

As oito e meia em ponto ele estacionava em frente ao meu prédio, e dali saímos pra jantar. Confesso que não me lembrava que ele era tão bonito, e nem que parecia tão novinho! rsrsrs No restaurante sentamos lado a lado, e enquanto jantávamos conversando e bebendo vinho, nossa tensão sexual aumentava. Nossas pernas se tocavam de leve, e eu sentia o calor do seu corpo. Coloquei a mão na sua coxa, roçando com a ponta das unhas a calça, e logo subi até seu pau. Toquei-o um pouco sobre as calças, e acabamos dispensando a sobremesa. Não dava mais pra esperar.

Enquanto o manobrista buscava o carro, nos beijávamos e acariciávamos em frente ao restaurante. Fala de educação, eu sei. Mas às vezes o tesão fala mais alto. Quando o carro finalmente chegou, rumamos para um motel. Confesso que não sou muito boa com a mão esquerda, mas acho que ele não se importou muito, e até gostou, de ser masturbado enquanto dirigia até o motel.

Quase que não passamos da garagem. Quando ele estacionou, fiquei de joelhos no banco para chupá-lo. Fazia seu pau entrar e sair da minha boca, me concentrando na cabeça, a mão massageando suas bolas, enquanto ele se contorcia e gemia alto. Se eu continuasse mais um pouco, ele gozaria ali mesmo. Estiquei a mão e abri a porta do seu lado. Pulei por cima dele, e saí do carro. Com a mão direita segurei a base do seu pau, e delicadamente puxei-o para fora do carro. E assim, puxando-o pelo pau, guiei-o para dentro do quarto.

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Já lá dentro, arranquei suas roupas e ele arrancou as minhas. De joelhos, no chão, ele baixou minhas calcinhas e beijou e lambeu minha buceta depilada. Disse que eu era a única depilada que conhecia, e que assim dava mais vontade de lamber. Arqueei um pouco as pernas, me segurando na parede pra não cair, enquanto sentia sua língua ora me lambendo, ora me penetrando. Coloquei um pé no seu ombro, me abrindo ainda mais pra ele, que aproveitou para enfiar a língua mais fundo, e depois fazer o mesmo na minha bunda. Agora era eu que precisava me segurar para não gozar.

Cambaleamos até a cama, onde mordisquei seu peito, sua barriga, suas coxas, enquanto sentia seus dedos penetrando minha buceta. Coloquei meus seios na sua boca, e ele lambeu e chupou com tesão. Fiquei por cima dele, e fizemos um delicioso 69. Ele me segurava com as pernas abertas e corria a língua pela minha bunda e buceta, enquanto eu enfiava seu pau até minha garganta, segurava-o ali por um tempo, e voltava lambendo sua extensão. Foi quando ele abriu a minha bunda e começou a enfiar o dedo médio. Rebolei um pouquinho, fazendo graça e fingindo protestar, o que deixou-o com mais tesão. Desci então minha mão pelo seu saco, acariciando suas bolas, e fui descendo… até a bunda dele. Ele tentou fechar as pernas, mas eu falei: “se você pode, eu também posso”. Ele protestou, mas acabou cedendo às minhas carícias. Fui acariciando, brincando na entradinha, enquanto a língua deslizava pelo seu pau, enquanto seu dedo entrava e saía de dentro de mim, e quando nos demos conta, estávamos os dois com os dedos dentro do outro. rsrsrs

E assim gozamos a primeira vez. Ele com meu dedo dentro da bunda, jorrando porra quente na minha língua, no meu rosto, urrando de prazer. E eu com o dedo dele na minha bunda, querendo mesmo é que seu pau tivesse ali, enquanto ele lambia minha buceta.

E a noite estava só começando…

Continua? Talvez… rsrsrsrs