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Presente de dia dos namorados – Parte III

30 jun

Leia a primeira parte clicando AQUI.

Leia a segunda parte clicando AQUI.

Fiquei de joelhos na cama, ao lado dela. Com a ponta dos dedos toquei sua buceta molhada. Ela se empinou ainda mais. Passei os dedos nos grandes lábios, depois enfiei um dentro dela. O Ricardo, ao mesmo tempo em que gostava, se masturbava impaciente, louco que estava pra enfiar o pau nela. Resolvi fazê-lo esperar. rsrsrs

Brinquei com meus dedos, correndo-os por toda a extensão dos lábios, entrando, saindo, fazendo um pouco de pressão e depois apenas carinho. Ela gemia baixinho, enquanto eu girava a ponta dos dedos no seu clitóris. Depois abria bem a sua buceta, mostrando pro Ricardo, dizendo que logo ele estaria lá dentro, enquanto ele se masturbava e gemia, dizendo não agüentar mais. Levei então a mão até ele. Acariciei seu saco, e segurando seu pau pela base, guiei até a buceta dela.

Fiz ele deslizar entre os lábios, deixando-o ainda mais louco, para só então começar a colocá-lo dentro dela. Fui enfiando devagar, abrindo-a para ele, que lá pelas tantas não quis mais saber da minha ajuda e se enfiou todo de uma só vez. Começou a fudê-la com força, gemendo e grunhindo, louco de tesão. Ela levantava mais a bunda e mexia, de um lado para o outro, enquanto ele entrava e saía, criando um movimento delicioso, um para cada lado.

Engatinhei em direção à ela, que ao me ver ao seu lado, procurou a minha boca para um beijo. Nossos lábios se tocaram e sua língua passou a explorar a minha boca, entrelaçando-se com a minha. Ela me beijava ao mesmo tempo em que gemia abafado a cada estocada que o Ricardo dava.

Os dois transavam em um ritmo louco, delicioso, e ela olhou pros meus seios, depois nos meus olhos e colocou a língua para fora, dando a entender que queria lambê-los. Não precisávamos de palavras. Juntei meus seios com as mãos espalmadas, segurando-os por baixo, e levei até a sua boca. Que delícia o toque da sua língua! Ela lambia sem parar, envolvendo meus mamilos com a língua e os lábios. O Ricardo às vezes dava uma seqüência de estocadas rápidas e fortes, e quando ele fazia isso ela sugava meus seios mais forte. E quando ele diminuía o ritmo, ela me lambia devagar.

Deitei-me na cama, me enfiando um pouco por baixo dela, para também abocanhar seus seios. Agora uma chupava os seios da outra, com a diferença que, ela em cima de mim, fazia o que queria com aqueles seios deliciosos no meu rosto. Roçava-os pelo meu rosto, tentava colocá-los o máximo que podia na minha boca, e até tirava-os de mim de vez em quando. Nossos gemidos se faziam ouvir até na portaria do motel.

Da posição que estávamos até “escorregarmos” para um 69 foi apenas uma questão de tempo. Acho até que fui eu quem tomou a iniciativa! rsrsrs Fui indo mais para baixo, beijando sua barriga, mordiscando, até estar frente a frente com o pau do Ricardo entrando dentro dela. Passei a lamber sua buceta e o pau do Ricardo, que entrava e saía sem parar. Às vezes me detia no clitóris, em outras no saco do Ricardo. Ela, por sua vez, enfiava fundo a língua dentro de mim. A sensação que eu tinha era que estávamos todos gozando, de tão grande que era a onda de prazer que tomava conta da gente.

De fato não agüentamos muito tempo, pelo menos eu e ela. Ela se arrebitou toda, e com os dentes cerrados anunciou seu gozo. Estiquei a língua, tocando apenas a pontinha no seu grelinho, e pude senti-la tremendo, vibrando, difícil de explicar. Os gemidos se tornaram bem altos, ela levantou bem a cabeça, como fazem os lobos para uivar, e depois de alguns segundos assim, mergulhou o rosto na minha buceta. “Prendeu” meu clitóris entre os lábios, e passou a chupá-lo como se fosse um pau. Não agüentei nem um minuto. Explodi em um gozo delicioso, cravando as unhas nas coxas do Ricardo, enquanto ela roçava a buceta no meu rosto.

O Ricardo, que ainda não gozara, saiu de dentro dela e ficou ali nos olhando, ela caída sobre mim, as duas imóveis tentando voltar ao normal. Sentou-se no sofá, o pau bem duro, arrancou a camisinha e fez um barulho que se faz pra chamar cachorro. Inconscientemente, as duas cadelas olharam! rsrsrs Ele riu, divertido, dizendo que assim a gente se entrega. Apontou pro pau dele, e disse: “venham!”.

Nós fomos. As duas engatinhando, lado a lado, até chegarmos entre as suas pernas. Uma de cada lado, abocanhamos o seu pau. Nossos lábios se tocavam, deslizando da base até a cabeça, onde dávamos um beijo de língua as duas, mas com o pau dele no meio. Depois uma chupava a cabeça, enquanto a outra lambia o saco. Ela foi descendo, descendo, e passou a lamber a sua bunda, enquanto eu me deliciava na cabeça. Ele gemia de olhos fechados, e eu sabia que ele se segurava do jeito que podia para não gozar.

Mas não adiantou muito. Quando voltamos a deslizar nossas bocas juntas no seu pau, ele cerrou os punhos e contraiu os músculos das pernas, nós duas levamos a boca até a cabeça e passamos a chupar a lamber, enquanto sua porra jorrava nos nossos lábios.

Nos beijamos os três, misturando nossos gostos e fluídos. Depois ficamos ali um tempo, fumando e conversando. Ela nos contou sobre ela, suas coisas, seus gostos, sua vida. Além de muito bonita, era também muito querida e inteligente. Depois pediu licença, dizendo que iria tomar um banho e que precisava ir embora. O Ricardo foi para a cama, e eu fui pegar o dinheiro para pagá-la, na minha bolsa. Entrei no banheiro e deixei sobre a bancada, enquanto ela tomava banho. Dei uma última olhada naquele corpão, com aquela inveja boa, e voltei para o quarto.

Quando ela saiu do banheiro, eu estava deitada de bruços, com as pernas abertas, e o Ricardo enfiava a língua na minha bunda, já com três dedos cravados dentro da minha buceta. Ela olhou, largou a toalha, guardou o dinheiro na bolsa, se aproximou e disse: “Desliguei o taxímetro. Agora quero me divertir!”. Deu uma risada e juntou-se a nós na cama.

Acho que o Ricardo gostou do presente de dia dos namorados. Vocês não acham?

Presente de dia dos namorados – Parte II

22 jun



Leia a primeira parte clicando AQUI.

Ajeitei-me melhor na cama para assistir ao show erótico particular que eu mesma tinha bolado. Os dois nus, se beijando e começando a se acariciar, de cara fez meu tesão ir às alturas. As mãos do Ricardo desciam pelas costas dela, e eu podia senti-las no meu corpo. Ele acariciou a sua bunda, e ela arrebitou-a mais, se oferecendo à ele. E desceu uma mão pelo seu peito, até chegar no pau. Passou a acariciá-lo com maestria, e eu pude vê-lo crescendo entre seus dedos. O Ricardo afastou-se um pouco para trás, dando maior mobilidade ao movimento de mão dela, e então olhou os seios lindos que ela tinha. Levou as duas mãos à eles e passou a tocá-los de leve, com adoração. Espalmava-os com carinho, e deixava escorregar as mãos para ter os mamilos na ponta dos dedos, enquanto ela não para de acariciar o seu pau. Ele não se conteve e baixou um pouco os ombros, levando sua boca de encontro aos seios dela.

Ele lambia e chupava de olhos fechados, louco de tesão, enquanto ela se contorcia para continuar tocando em seu pau, que a essa altura, estava duríssimo. Eu via a língua dele duelando com os mamilos durinhos, para depois colocá-los entre os lábios e chupá-los, ora com carinho, ora com sofreguidão. Levei meus dedos até os meus mamilos, que se não estavam tão durinhos quanto os dela, estavam quase, e uma onda de tesão percorreu meu corpo quando apertei, primeiro o esquerdo, depois o direito.

Se eu já estava com tesão antes, imagina agora! Decidi parar de me tocar, queria prolongar meu prazer e excitação. Acendi um cigarro, enquanto o Ricardo colocava a menina no sofá, e no chão entre as suas pernas, com a boca subindo entre suas coxas, se preparava para lamber a sua buceta. Ela abriu bem as pernas, e com a cabeça jogada para trás, começou a receber o toque daquela língua deliciosa. Eu não enxergava, mas imaginava: a língua percorrendo os grandes lábios, abrindo-os, para achar o clitóris. Lambendo-o em movimentos circulares, até deixá-lo bem durinho, fugindo de vez em quando pra entrar o mais fundo que consegue dentro da buceta. Uma sessão de estocadas com a língua, para depois voltar ao clitóris. Chupando-o, tentando prendê-lo entre os lábios, para chupá-lo como o bico de um seio. Não agüentei e levei a mão para o meio das minhas pernas, enquanto o cigarro queimava praticamente sozinho na outra mão.

Com meu dedo médio eu tentava fazer o movimento que imaginava que ele estava fazendo nela. Meu grelo durinho pedia meu toque, o toque dele, e até o toque dela. Meu tesão chegava nas alturas, e quando ela começou a gemer no sofá, eu comecei a gemer na cama. Apertei uma coxa contra a outra, com a minha mão entre elas. E ali, bem pertinho de mim, ela abriu bem as pernas, segundo os pés, e pelo movimento da cabeça do Ricardo, tive certeza: ele estava fudendo a buceta dela com a língua. Tive que tirar a mão, fechar os olhos para não ver, e tentar pensar em outra coisa, ou então iria gozar naquele momento.

Dei as últimas tragadas no cigarro, e apaguei no cinzeiro ao lado da cama. Ela gemia mais alto, perguntando como ele tinha aprendido a fazer isso. Estava difícil me segurar, e ficou mais ainda quando ele saiu do meio das pernas dela, nu e com o pau duro, e veio até a cama. Ela baixou as pernas e ficou nos olhando. Ele catou uma camisinha nos pés da cama e jogou pra mim. Me olhou com olhos de lince, uma cara de safado, e disse: “coloca pra mim”. Entendi o recado.

Abri a embalagem com os dentes, e fui pra beirada da cama. Lambi e babei bem seu pau duro, posicionei a camisinha na cabeça, e coloquei-a com a boca. A mulher fez um som de espanto, enquanto meus lábios deslizavam até a base, levando junto com meus dedos a camisinha. Ele abaixou-se e me beijou, deixando na minha boca o gosto da buceta dela. E com a mão fez um gesto para que ela se aproximasse.

Ela veio com um andar leve, praticamente flutuando pelo quarto. Sua beleza ainda me impressionava, e tenho certeza que ao Ricardo também. Juntou-se a nós na cama, e o Ricardo puxou-a para si, beijando-a bem ali na minha frente. Ela pegou no seu pau, e ele esticou a mão para mim, arrancando a minha calcinha, enfiando seus dedos na minha buceta melada. Eu fiquei ali deitada, e os dois praticamente sobre mim, trocando beijos cheios de tesão, enquanto o Ricardo enfiava e tirava os dedos de dentro de mim. Ela tocou meus seios, de leve, com carinho, me acariciando com ternura, e então eu não agüentei. Passei a gemer mais alto, e o Ricardo, sabendo que eu iria gozar, aumentou o vai e vem dos dedos, enfiando com força, me abrindo, me alargando. E assim eu gozei, tremendo meu corpo inteiro, arfando, me revirando na cama.

Sem dar um tempo para que eu me recuperasse, o Ricardo mandou que ela ficasse de quatro. Ela o fez, levantando bem a bunda, oferecendo-se toda para ele. Ele se posicionou atrás dela, olhou pra mim, sorriu, e mandou:

– Vem aqui. Enfia meu pau na buceta dela.

CONTINUA…

Presente de dia dos namorados – Parte I

16 jun

O dia dos namorados vinha se aproximando, e eu não sabia o que dar pro Ricardo. Ele tem tudo que quer! Pensei, fiz sondagens, joguei verde, e nada. Então comecei a pensar em uma coisa diferente: um presente sexual.

Fui em uma sex shop, e vi algumas roupas sensuais, jogos, cremes, brinquedos eróticos. Acabei comprando algumas coisas, mas na verdade foram todas pra mim! rsrsrs A semana caminhava a passos largos, e eu começava a entrar em desespero. Na véspera, me decidi. Só que tinha que ser naquele dia. No dia dos namorados seria impossível. Peguei o telefone e marquei. Tinha certeza que ele iria gostar.

Combinei com ele de sairmos pra jantar. Fomos comer sushi, e comecei a provocá-lo. Sussurrava no seu ouvido que estava com muito tesão, e dizia as coisas que queria fazer com ele naquela noite. Por baixo da mesa, acariciava seu pau, deixando-o duro entre meus dedos, sobre a calça. Ele, que também não é santo, entrou no clima. Me beijava e tentava colocar a mão sob minha blusa. Melhor sair do restaurante, né?

No carro, eu disse a ele qual o motel que queria ir. Ele estranhou, normalmente vamos pra casa dele, mas hoje não daria pra ser assim. “Eu quero ir nesse…”, ronronei no seu ouvido, enquanto descia o zíper da sua calça. Ele não protestou. Não sabia se dirigia devagar, para prolongar o arreto no carro, a punheta que recebia, ou se acelerava pra chegar logo e me comer. Mal sabia ele!

Da janelinha da portaria do motel, a atendente, que nos olhava de um nível mais elevado, arregalou os olhos quando me viu masturbando o Ricardo. Ele tinha pedido o quarto, e quando viu que ela notou meus movimentos, fez a sua melhor cara de canalha, e falou pra ela: “Tem que ser rápido, senão não adianta mais!”. Sempre metido a engraçadinho com as mulheres. Ela enrubesceu, sorriu, e passou a chave pra ele.

Entrei no quarto puxando-o pelo pau, e tão logo ele fechou a porta, pulou em cima de mim. Fiz o possível e consegui me desvencilhar, e pedi pra ele encher a banheira. Ele disse um “depois” entre os dentes, e veio de novo pra cima de mim. Saí correndo pelo quarto, e ele atrás. E agora? Eu precisava colocar meu plano em prática, e pra isso precisava mandar uma mensagem no celular. Ele me espremeu contra a parede, levantando a minha blusa, enfiando uma perna entre as minhas. Peguei seu pau e voltei a masturbá-lo, e eu fui escorregando pra baixo na parede, até ficar de joelhos no chão. Coloquei seu pau na boca, enquanto ajudava-o a se livrar das calças. Chupei com força, massageando as bolas, arranhando suas coxas, levando-o à loucura. Agora foi a vez dele tentar se desvencilhar, mas não deixei. Aumentei o ritmo e fiz ele gozar na minha boca. Ele me puxou pra cima e me beijou, falando: “Agora eu posso ir encher a banheira…”.

Ele entrou no banheiro, e eu voei pra minha bolsa. Peguei meu celular, e mandei a mensagem com o número do quarto. Segundos depois, a resposta: 10 minutos. Ele apareceu na porta, e disse que enquanto a banheira enchia, iria tomar uma chuveirada. Perguntou se eu queria ir junto, ou iria esperar a banheira. Eu disse que iria esperar. Assim que ele abriu o chuveiro, chamei a recepção e avisei que estávamos esperando uma pessoa. Depois liguei a TV e fiquei vendo o filme pornô que passava. Na tela o homem comia sem dó uma ruiva, que chupava o pau de outro homem. Aumentou ainda mais o meu tesão.

Ele saiu do banho, completamente nu, a tolha pendurada no ombro, e me avisou que a banheira estava quase no ponto. Pedi que ele fechasse o registro, pois agora estava passando um filme legal. Ele olhou pra tela, balançou a cabeça como quem diz “tu não tem jeito, mesmo”, e foi fechar o registro. Depois deitou-se ao meu lado na cama, quando alguém bateu na porta.

– Tu pediu alguma coisa? – ele me perguntou.

– Pedi. Pega pra mim?

Ele colocou a toalha na cintura e foi até a porta. Deslizei até os pés da cama para ver a cena. Ele abriu a porta e disse:

– Oi.

Eu não enxergava quem estava ali, mas ouvi a voz feminina falar:

– Tu é o Ricardo?

– Sou.

– A Nathalia fez um pedido. Posso entrar?

Ele se afastou da porta, confuso.

– Claro. – ela foi entrando, enquanto ele fechava a porta – O que ela pediu?

Quando ele se virou, ela já tinha largado a bolsa sobre a mesa e estava se livrando do casacão que vestida, de costas pra ele. Deixou o casaco cair, e de frente pra ele, apenas de salto alto, disse:

– Ela pediu seu presente de dia dos namorados. Sou eu. Feliz dia dos namorados!

Ele ficou literalmente de boca aberta. A menina era fenomenal, ainda melhor do que as fotos que eu vira no site. Os seios perfeitos, apontando para o céu, longos cabelos negros que desciam pelas costas, a bunda mais redonda que eu já tinha visto, e pernas que pareciam torneadas em horas de academia. Era impressionante.

O Ricardo finalmente se mexeu. Falou um “uau!” como o de um menininho que vê pela primeira vez uma mulher nua, caminhou até ela, parou. Ela sorria satisfeita, sabedora que era do poder que sua beleza exercia sobre os homens. Ele levantou um dedo, pediu um minuto à ela, e veio até mim. Me deu um beijo quente, cheio de amor, cheio de tesão, pegou meu rosto entre as mãos e disse: “Te amo, te amo, te amo! Muito obrigado!”. Eu sorri, empurrei-o para fora da cama e falei:

– Vai. Aproveita o teu presente.

A menina nos olhava sorrindo. Piscou pra mim. Sorri pra ela. E o Ricardo tomou-a nos braços e eles se beijaram…

CONTINUA…