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Conhecendo a Vanessa

6 jul

Eu estava voltando de Montevidéu, depois daquele empate ridículo do meu time lá (e mal sabia que o jogo de volta aqui seria muito pior), quando conheci a Vanessa. Não tinha dormido nada, e entrei no avião com um humor terrível. Com um boné enterrado na cabeça e óculos escuros, tudo que eu queria era pouco mais de uma hora de sono, o tempo do vôo.
Os caras que estavam comigo estavam cheios de disposição e querendo conversar, e eu, aproveitando que tudo indicava que o avião viria bem vazio, fui pra fileira de bancos de trás, que não tinha ninguém. Me ajeitei na janela, coloquei os fones de ouvido, apertei o cinto e fechei os olhos.

Não durou muito. Logo ouvi alguém falando que a poltrona em que eu estava tinha dono. Abri os olhos e era um cara, todo engomadinho, gel no cabelo, com o cartão de embarque na mão. Olhei em volta: mais da metade do avião estava vazio. “Baita bunda mole”, pensei, embora soubesse que ele tinha razão. Me desculpei e fui até a próxima fileira de assentos vazios. Tudo de novo. Sentei, apertei o cinto, ajeitei os fones e fechei os olhos.

– Não é na janela o teu lugar? – ouvi uma voz feminina perguntar. Merda! Lá ia eu de novo…

– É, mas não faz mal. Ele tá dormindo. – Opa! Outra voz feminina! Abri os olhos, escondidos sob os óculos escuros, e vi: que bunda maravilhosa vindo em minha direção! Fiquei quieto, enquanto ela sentava ao meu lado, e esperava a outra sentar. Instantaneamente meu humor melhorou.

A dona daquela bela bunda era uma morena bonita, cabelos lisos e compridos, vestida sobriamente, como quem viaja à trabalho. A outra não era tão bonita, mas não era de se jogar fora. Veio o aviso de fechar portas, e o avião se pôs em movimento na pista. Fingi que acordara com o movimento. Me mexi, tirei o óculos e olhei pra elas.

– Bom dia! – sorri, fazendo graça.

– Bom dia! – as duas responderam.

– Sabia que tu estás no meu lugar? – a morena perguntou, sorrindo.

– Não acredito! – me fiz de bobo – Eu jurei que estava vago. Quer trocar? – perguntei, levando a mão ao cinto de segurança.

Ela riu. Gostei do seu sorriso. Mostrava que ela estava aberta ao bate papo durante a viagem.

– Não, imagina! E nem pode tirar o cinto agora!

O avião decolou. Não gosto dessa parte. A decolagem e a aterrissagem sempre me deixam apreensivo. Todo aquele barulho de motor, aquela coisa gigante fazendo força pra voar, e eu ali olhando o Rio da Prata pela janela. Notei que ela estava inquieta. Ela falou pra amiga:

– Essa é a pior hora para mim.

Era a minha deixa. Virei pra elas e falei:

– Pra mim também. – as duas me olharam, meio que aliviadas.

– É, né? – a cantada no “né”, virando néam, entregou: ela era de Porto Alegre.

– É. Mas relaxa, vai dar tudo certo. – falei, tocando sua mão de leve e rapidamente.

– Tu veio pro jogo? – ela perguntou, dando continuidade à nossa conversa.

– Sim. Ah, nem me fala em jogo. Perdemos a chance de ganhar fácil.

Ela sorriu.

Perdemos, não. Vocês perderam. Eu sou gremista!

– Ah, não! – fingi que ia abrir o cinto e me levantar – Dá licença, quero sair daqui! – falei brincando. Ela riu. A amiga apenas assistia a nossa conversa.

Conversamos durante o vôo todo, e na medida do possível eu incluía a amiga na conversa, não queria que ela, assim que ficassem a sós, falasse algo de negativo. Descobri que elas estavam voltando de um congresso, onde moravam, o que gostavam de fazer. Quando o comandante avisou que iríamos pousar, ela abriu a bolsa e tirou um cartão de visitas. Tateou a bolsa às cegas até encontrar uma caneta e anotou no verso o número do seu celular. Disse a ela que lamentava não ter um cartão ali comigo, mas rasguei em duas partes meu cartão de embarque, e anotei meu telefone,
entregando para as duas.

Nos despedimos na esteira de bagagens, e fiquei ali, debruçado no carrinho, vendo aquela bunda linda indo embora pelo saguão. Liguei meu celular, e ignorando os apitos e tremidas avisando sobre novas mensagens, ligações e e-mails, enviei um SMS pra ela: “Obrigado por tornar minha viagem mais agradável”. Já no táxi recebi sua resposta, e trocando mensagens e e-mails durante os dias seguintes combinamos de nos encontrar em um bar, no final de semana. Ela estaria lá com amigos, e me convidou para aparecer por lá.

Ela me apresentou pra todos, era um pessoal bacana e divertido, gente nova, bonita e de bem com a vida. Menos um abostado, que depois eu descobri o motivo da sua cara de bode: ele é a fim da Vanessa. Bebemos, rimos, e a cada vez que ela ia com duas ou três amigas no banheiro, eu ficava mais impressionado: que bunda perfeita! A noite ia se adiantando e parecia que com o passar das horas nossa afinidade só aumentava.
Lugares pra onde já fomos e gostaríamos de ir, músicas, comidas… E com o tempo o pessoal ia se despedindo e partindo, até que ficamos eu e ela e mais dois casais. Ela estava de carona com um deles e, como se já estivesse combinado, a amiga fez todo um teatro de que iriam embora, para que eu oferecesse carona a ela. Eu, é claro, ofereci. E ela aceitou. Todos se despediram e nós fomos até o meu carro. Entramos na garagem já de mãos dadas, e levando-a ao lado do passageiro, ao invés de abrir a porta, prensei-a contra a lataria e a beijei.

Foi um beijo que começou leve, carinhoso, até comportado, mas que foi esquentando até pegar fogo! Ela tinha uma língua deliciosa, e lábios carnudos que se moldavam aos meus. Foi delicioso. Entramos no carro e convidei-a para ir até a minha casa. Ela relutou um pouco, se fez de difícil, mas aceitou. Fui pegar uma bebida enquanto ela olhava os DVDs. Escolheu um Jack Johnson, que eu coloquei pra tocar enquanto ela ia ao banheiro. Ajoelhado no chão, abrindo a caixinha do DVD, fiquei embasbacado olhando-a percorrer a sala. Estava ficando obcecado por aquela bunda!

Nem assistimos o DVD. Entre um gole e outro de bebida nossos beijos e carícias iam ficando mais ousados. Com a boca no seu pescoço, sentindo sua pele se arrepiar, eu sentia suas mãos nas minhas costas, por dentro da camisa. Desci as minhas mãos pelo seu corpo, tentando me conter para não chegar logo na sua bunda. Ela me afastou, carinhosamente, e passou a abrir os botões da minha camisa, ao mesmo tempo em que ia beijando meu peito. Meu pau, duríssimo, pedia urgência em ser libertado das calças. Mas ela não chegou até lá. Depois de beijar meu peito e minha barriga, voltou para a minha boca.

– Tu é delicioso. – falou, de olhos fechados e fazendo biquinho.

– E tu é maravilhosa! – rebati, enfiando minhas mãos sob sua blusa.

Meus dedos percorreram sua pele quente, pelas costas, barriga, subindo. Ela pensou em relutar, mas eu já tinha seus seios em minhas mãos. Toquei-os ainda por cima do sutiã, e ela, determinada, tirou a blusa. Não tive dúvidas: fui por cima dela, deitando-a no sofá.

Meu pau pressionava suas coxas, e ela me segurava como podia para não escorregar meu corpo para baixo, e assim abocanhar seus seios. Mas com muitos beijos e carícias, consegui liberá-los do sutiã, e pude sentir seus mamilos enrijecidos de encontro ao meu peito. Enfim fui mais para baixo, sem desgrudar a boca da sua pele, pescoço, ombros, até ter seu seio esquerdo em frente ao meu  rosto. Lambi o biquinho, e senti ela se
contorcendo embaixo de mim. Chupei com carinho, com a mão em concha, por baixo, e ela me ofereceu o outro, gemendo e arranhando de leve as minhas costas. Eu aceitei, é claro. E aproveitei e desci a mão, em direção ao botão da sua calça. Ela me deteve, inclusive tirando os seios da minha boca.

– Não… – falou sussurrando, confusa e sem muita convicção.

– Sim… – falei sorrindo, no melhor misto de cara de sacana e de guri querido.

– Não é certo transar no primeiro encontro. – ela falou, cobrindo os seios com as mãos.

– Já nos encontramos antes, no avião, lembra? – falei, sorrindo e sem parar de acariciar as partes do corpo que ela permitia.

Ela sorriu. Ficou olhando nos meus olhos, pensativa.

– Espertinho. Aquela vez não conta! – falou, mas já sem a mesma ênfase.

Saí de cima dela e sentei no sofá, já puxando-a para o meu colo. Com uma perna de cada lado das minhas coxas, meu pau duro ficou no meio das suas pernas. Beijei novamente sua boca, enquanto ela desceu a mão e tocou-me sobre as calças.

– Uau! – falou baixinho, com a boca pressionada pela minha. Ficou segurando meu pau, e trouxe novamente os seios para que eu chupasse. Depois começou a me punhetar por cima das calças, gemendo baixinho. Segurei-a pela nuca e puxei seu rosto de encontro ao meu. Falei:

– Vamos para o quarto?

Ela não respondeu nada, apenas levantou-se e esticou a mão para mim.

Guiei-a até o quarto, e praticamente nos jogamos na cama. Abri o botão da sua calça, o zíper, e então coloquei-a de bruços. Desci a calça jeans pelas suas coxas, vendo pela primeira vez sua bunda desnuda, apenas uma pequena calcinha que não atrapalhava a minha visão, pelo contrário, deixava-a ainda mais tesuda!

Beijei suas costas, sua bunda, suas coxas. Virei-a de frente para mim e tirei sua calcinha. Ela tentou se esconder, mas não dei chance. Puxei-a pelas pernas ao meu encontro e mergulhei meu rosto na sua buceta. Passei a lambê-la, penetrá-la com a minha língua, e ela rebolava sem parar, quase descontrolada. Quando concentrei minhas carícias no clitóris, ela ficou maluca. Colocou as mãos na minha cabeça e empurrou o corpo de encontro a mim, fazendo movimentos circulares. E assim gozou, melando meu rosto com seu mel.

Enquanto ela se recompunha, livrei-me das minhas calças. Só de cuecas, deitei ao seu lado.

– Eu nunca tinha gozado assim… – ela falou, me beijando.

Acariciei seu corpo nu, e apesar de não gostar dessa pergunta, era a única que me veio à mente.

– Foi bom?

– Ricardo, tu não tá entendendo. Eu nunca tinha gozado assim, desse jeito, com alguém fazendo sexo oral em mim!

Preferi que ela tivesse falado “me chupando”, mas tudo bem. O que falar agora? Será que ela tinha dificuldade em ter orgasmos? Não precisei falar nada. Ela agora parecia radiante.

– Na verdade nunca deixei ninguém fazer isso em mim direito.

Ah, pronto. Lá se ia por água abaixo todos os meus planos pecaminosos. Ela continuou:

– Só tive dois namorados, e sei lá… Não me sentia à vontade com eles. Não assim, como me senti contigo.

Fiquei um pouco assustado. Não por ela só ter tido dois namorados, e nem por não se sentir à vontade. Mas sim porque me dei conta de que não sabia a idade dela. Claro que se ela já fazia viagens, ia a congressos, ela era maior de idade. Mas não pensei nisso na hora. E de fato, ela parecia bem nova. Será que era a hora de colocar tudo a perder e perguntar: “quantos anos tu tem, meu anjo”? hehehe E enquanto isso meu pau já
não parecia tão duro dentro da cueca. Fiquei quieto, apenas acariciando seu corpo. Sua pele era lisa e cheirosa, e dependendo de onde eu tocava, ficava toda arrepiada.

Sem falar mais nada, ela veio por cima de mim. Beijou meus olhos, meu queixo, minha boca. Depois minhas orelhas, meu pescoço e meus ombros. Beijou meu peito, brincando com a língua nos meus mamilos. Se antes meu pau dava sinais de desistência, agora ele ressuscitara. Continuou
descendo e, ignorando o volume na minha cueca, beijou e mordiscou minhas coxas. Escorregou a mão por dentro da cueca, finalmente tocando meu pau.

– Que duro! – falou, segurando-o pela base.

Livrei-me da cueca, e ela começou a me masturbar de leve, com carinho, olhando para o meu pau. Foi baixando a cabeça devagar, e com a ponta da língua, lambeu a glande. Gemi, e isso encorajou-a a ir em frente. Colocou a cabeça na boca e começou a chupar. Estiquei a mão e puxei suas pernas para o meu lado, para que pudesse tocá-la. Deslizei minha mão entre suas pernas, e encontrei sua buceta melada. Enfiei um dedo, ao mesmo tempo em que ela abria levemente as pernas para facilitar meu acesso. Ora mexia meu dedo dentro dela, ora acariciava seu clitóris, e ela
agora já abria as pernas o máximo que podia, ao mesmo tempo em que chupava meu pau com gosto.

Sem aguentar mais, afastei-a e abri a gaveta em busca de uma camisinha. Coloquei-a e pedi que ela ficasse de quatro. Ela me olhou, sem jeito.

– Eu quero olhar a tua bunda.

Ela riu.

– Gosta dela? – me perguntou.

– É perfeita! – elogiei.

Ela ficou de quatro, e puxei-a pelas ancas até a beirada da cama. Subi a mão pelas suas coxas, pela bunda, tocando de leve seu cu. Ela virou o rosto para trás, rápida e assustadamente, e falou:

– Só olhar, hein?

Sorri. “Por enquanto, pode ser”, pensei. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta, deslizando entre os lábios, brincando no clitóris. Mesmo com a cabeça baixa e coberta pelos cabelos que se espalhavam no colchão, eu podia ouvir seus gemidos. Fiquei assim, provocando-a, até que ela pediu:

– Vai. Coloca logo…

Eu coloquei. Senti-a se alargando, envolvendo meu pau aos poucos, de leve, ao mesmo tempo em que minhas mãos nas suas ancas sentiam sua pele arrepiar. Ela levantou a cabeça, virou para trás e, com o rosto transfigurado de tesão, sussurrou:

– Delícia!

Comecei a mexer, ao mesmo tempo em que deslizava minha mão pelas suas costas até chegar em seus ombros. Segurando-a por ali, passei a puxá-la de encontro a mim, cravando meu pau fundo dentro dela, ouvindo-a praticamente gritar de tesão. Peguei-a pelos cabelos, e isso parece que tirou-a ainda mais do sério. Levei a outra mão à sua boca, mandando que ela chupasse meu dedo médio. Ela chupou com gosto, mal sabendo o
verdadeiro motivo de eu ter feito isso. Tirei a mão e acariciei a sua bunda, e com o dedo bem babado por ela mesma, toquei seu cu, sem parar de mexer meu pau dentro dela.

– Ai, aí não… – ela falou, me olhando por sobre os ombros, mas já sem muita convicção.

– Relaxa… Só tô fazendo carinho… – respondi.

Ela ficou me olhando, acho que sem acreditar, mas talvez querendo que eu fosse adiante, com um olhar cheio de tesão.

Forcei um pouco o dedo, e ela arregalou os olhos. Mas não pediu que parasse. Enfiei mais um pouco, e ela reclamou que estava doendo. Deixei o dedo parado, mas encorajei-a a fazer o vai e vem no meu pau. Ela fez, e sem notar, meu dedo entrava cada vez mais na sua bunda. Quando viu, tinha entrado tudo.

Passei a estoca-la com força, ao mesmo tempo em que fazia meu dedo entrar e quase sair da sua bunda.

– Tá doendo? – perguntei.

Ela respondeu, confusa:

– Tá… Um pouco… Não sei… Tá gostoso!

E assim, confusa e soltando pequenos gritinhos, ela avisou que iria gozar novamente. Acelerei os movimentos
do meu pau e do meu dedo, e praticamente gozamos juntos.

Tirei o dedo de leve, ao mesmo tempo em que caía sobre ela na cama. Meu pau foi saindo de dentro dela, mas ainda podia ouvir sua respiração desacelerando embaixo de mim. Deitei ao seu lado, e ela virou-se me beijando, para logo em seguida completar:

– Eu nunca tinha gozado assim…

Antes que a minha nóia recomeçasse, pensei: “Tu ainda vai dizer isso com meu pau na tua bunda!”.

E ela disse. Mas isso é assunto para outro post.

A chupada da Nathalia

20 abr

Recebi algumas perguntas no meu formspring sobre a minha chupada. rsrs Queriam saber como eu fazia, já que o Ricardo disse por aqui que eu faço diferente e gostoso (e ele seria louco de dizer outra coisa? rsrsrs). Respondi lá que não faço nada de mais. E fiquei pensando… Perguntei pra ele o que diferenciava a minha chupada das outras. Ele disse algo como: “cala a boca e chupa!”. rsrsrs Brincadeirinha. Ele não soube explicar, apenas disse que é muito bom, acima do normal, e que por isso é diferente. Que coisa!

Normalmente, quando faço sexo oral nele, estou cheia de tesão também, e nem raciocino. Simplesmente me entrego e faço. Sem pensar em como estou fazendo. Então jamais saberia dizer como faço. Mas sábado eu decidi prestar atenção.

Tínhamos passado o dia todo juntos. Fomos a um churrasco com amigos, na beira do rio. Depois saímos de lancha, fizemos wake, e antes de ir pra casa eu ainda quis dar uma passadinha no shopping! rsrs Olhei umas vitrines, para o desespero dele, comemos um temaki e por fim fomos embora. Chegamos na casa dele e nos atiramos no sofá para ver TV. Ele tomou conta do controle remoto (que novidade!) e depois de mudar o canal 24582309 vezes, parou em um canal desses de esporte. “Olha lá!” – ele falou, apontando para a TV – “O filme oficial da Copa de 94!”. Ai, meu Deus. Já se passaram 16 anos! rsrs “O Brasil ganha no final, viu?”, falei pra ele, contrariada. Queria ver outra coisa.

Ele nem me escutou. Quando o Lalas (zagueiro da seleção americana que era roqueiro – eu estava prestando atenção, e o pior, gostando!) começou a tocar o hino dos USA, eu escorreguei a mão pra dentro da bermuda do Ricardo. Vendo o Maldini e Cia. Ltda., aqueles italianos lindos, comecei a mexer no seu saco. Escorregava a ponta dos dedos entre as bolas, subia, brincava um pouco no pau, ia pro saco de novo. Fui sentindo ele endurecer com meu toque. Ele tentou me tocar também, mas não deixei: “me avisa quando o Taffarel defender o pênalti.”, falei, rindo, enquanto escorregava para entre as suas pernas.

Tirei sua bermuda, a cueca, e fiquei masturbando-o devagarinho. Levei a boca até seu saco, que eu havia raspado os pelos na noite anterior (meninas, lamber saco peludo ninguém merece! Vamos fazer uma campanha?), e coloquei as bolas na boca. Primeiro uma, depois outra, e me esforçando bem, as duas juntas. Lambi, mordisquei, corri a língua naquele fiozinho do meio do saco. Massageava com as mãos e depois lambia e chupava, enquanto ele se esforçava para continuar vendo o filme.

Envolvi a cabeça do pau com a minha boca, deixando-o bem babado. Passei a ponta da língua em volta da cabeça, na uretra, e de novo enfiei tudo na boca. Enquanto fazia isso, mexia no saco dele, de leve, sentindo as bolas nos meus dedos. Colocava a minha língua toda pra fora e batia levemente com seu pau bem duro nela. Ele, acho eu, gemia no sofá, provavelmente sem prestar mais atenção no filme, mas eu nem dava bola. Às vezes parava um pouco de chupar, segurava o saco com uma mão, e com a outra o masturbava bem rápido, quase levando-o ao orgasmo.

Depois voltava só a lamber e chupar, sem força, sem pressionar, e ele ia se acalmando. Quando o gemido dele ficava bem fraquinho, eu subia e descia a boca, rápido, sentindo a pele do pau dele roçar nos meus lábios, ao mesmo tempo que o punhetava, a mão acompanhando o movimento da minha boca, mas fazendo um leve movimento circular, da base até a glande. Ele abria mais as pernas, oferecendo o saco para ser acariciado, gemia mais alto e constante, e então eu diminuía novamente o ritmo. Tirava tudo da boca e recomeçava no saco. Colocava tudo que podia dentro da boca, chupava, lambia, massageava…

Sempre com muita saliva na boca, sempre sentindo-o deslizar, forte ou fraco, certeiro, quase me sufocando. Enfiava o mais fundo que podia, sentia o pau dele quase descendo na minha garganta, e segurava o tempo que conseguia. Quando tirava, além de todo babado, quase escorriam lágrimas dos meus olhos.  Ele delirava, se contorcia, pedia mais.

Ele agora nem via mais a TV. Com os olhos fechados, as pernas abertas em volta de mim, estava jogado e todo curvado no sofá. Dei uma olhadela para trás, e vi que começariam os pênaltis. Segurei a cabeça do pau entre os meus lábios e passei a punhetá-lo com a mão direita, enquanto massageava o saco e o períneo com a mão esquerda. Em poucos minutos ele gozou na minha boca, e eu engoli o que pude, mas mesmo assim escorreu pelo meu queixo, pescoço, colo…

Fiquei quietinha, mexendo no seu pau, apertando da base até a cabeça, arrancando as últimas gotas de porra. De repente ele dá um grito bem alto, que quase me mata do coração. Ele gritou: “Pegou!!”. Dei um grito, larguei tudo e olhei assustada pra ele, que bem calmo me diz: “Ué, não queria que te avisasse quando o Taffarel pegasse o pênalti? O cara era foda! Só podia ter aprendido a jogar no Inter, mesmo!!”.

Que raiva! Que pena que eu não tava com o pau dele na boca, na hora, pra dar uma mordida na hora que me assustei.

Fiz menção de levantar, a maior cara de brava, mas ele fechou as pernas, me prendendo entre elas. Me pegou pelos braços e praticamente me jogou no sofá ao lado dele. Veio por cima de mim, me beijando, lambendo a porra dele no meu queixo, arrancando a minha roupa…  Olhou bem nos meus olhos e falou: “Agora vou entrar com bola e tudo, sua vadia chupadora! Onde aprendeu a fazer isso?”. Antes que eu pudesse responder, cobriu a minha boca com a sua, e pelas horas seguintes, cumpriu o que prometera.

Jogando como um time

8 dez

É, não teve jeito, precisei me render aos fatos!

Futebol e mulher pelada é realmente a paixão dos homens, principalmente se eu pensar no MEU homem…

E daí, já que não podemos com eles, nos juntamos a eles…

Resolvi fazer uma surpresinha pro Ricardo (principalmente depois de ter lido esse post aí embaixo, onde ele descaradamente reclama de mim).

Fui ao Beira Rio, comprei a camisa oficial do time, meião, chuteira, mandei uma mensagem no celular dizendo que o esperava às 20:00h.

Fui pra casa e me preparei, maquiei o rosto de vermelho e branco, vesti a camiseta, o meião, a chuteira, coloquei na cama uma bandeira do Inter.

 

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Quando ele chegou, chamei-o do quarto. Quando ele entrou, começou a rir e a perguntar onde eu estava (estava no banheiro olhando-o da porta, mas ele não tinha olhado praquele lado ainda), então saí, joguei ele na cama, subi em cima dele, e disse: agora é a hora da nossa partida, campeão de TUDO!

Meninas, façam isso, rendam-se, porque a noite foi longa, cheia de fogos de artificios e comemorações em todas as 11 posições que qualquer atacante de respeito ficaria com inveja….hihihihihihihihi

 


Campeão de tudo!

4 dez

Ontem eu tava no Beira Rio, a fumaça dos sinalizadores praticamente cobriam o campo, minutos antes do início do jogo. A galera cantando “Vamo vamo Inter… Vamo vamo Inter!!”, eu lá pulando com uma bisnaga da Nissan em cada mão, o rosto pintado de branco e vermelho, quando sinto meu celular vibrar no meu bolso. Não dei bola, e segui com o incentivo. Só que, como vocês sabem, a bosta do celular fica tremendo de tempos em tempos, se não é atendido. Então no exato momento em que a torcida saudava o nosso capitão, berrando “Edinho, Guerreiro! Edinho, Guerreiro!”, eu largo uma das bisnagas de lado, levo a mão no bolso e leio na tela: nova mensagem de Nathalia.

 

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Fiquei faceiro, afinal ela provavelmente estaria me mandando boas vibrações para o jogo, e com uma sacanagenzinha no final, como é de praxe… Mas ao abrir, leio, assim mesmo, em miguxês: vc naum vai + escrever no blog?

Fala sério!!!

To lá numa decisão de campeonato, estádio lotado, o jogo pra começar, e ela me manda uma mensagem dessas? Pô, eu adoro o nosso blog, mas não era o momento, né?

Obviamente não respondi, desliguei o celular, e voltei minha atenção ao campo.

Puta que pariu, que batalha. Em uma semana os caras do Estudiantes aprenderam a jogar, e, justiça seja feita, alguns do meu time desaprenderam um pouco. O juiz era muito fraco, e tirou todos nós do sério. Demorou horrores pra amarelar os argentinos, que davam porrada com vontade. Deixou de marcar um pênalti em que o zagueiro deles deu uma cortada de vôlei dentro da área. Só não saiu apedrejado de campo porque nosso estádio não tem pedra solta, não tá se desmanchando como alguns por aí… hehehe

O segundo tempo foi horroroso, tomamos um gol babaca e não produzimos nada. A prorrogação era inevitável. Mas na prorrogação o time voltou melhor, quase marcou no primeiro tempo, e no segundo o Nilmar aproveitou um bate e rebate dentro da área argentina e mandou pro fundo da rede. Faltava pouco mais de 5 minutos, e não tinha mais como perder. O empate era nosso, e o título também.

 

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Nunca nenhum time brasileiro tinha ganho este título. Nunca nenhum time o ganhara de forma invicta. Na América, apenas o Inter e o Boca podem dizer:

SOMOS CAMPEÕES DE TUDO!!!

Exato, são os dois únicos times que venceram todos os títulos continentais possíveis no momento.

 

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Como jogo de meio de semana é dureza, e com prorrogação e entrega da taça fica ainda mais demorado, cheguei em casa mais de duas da manhã. Pra quem precisava acordar as seis e meia, o melhor era tentar dormir. Obvio que acabei deitado na cama, assistindo a repetição do jogo na TV.

Hoje to um zumbi, mas um zumbi campeão. E ainda escrevi no blog, como a Nathalia queria.

Só não sei se ela vai gostar do post… hehehehe

Deu tudo errado…

18 nov

Oi queridos!

Eu sei que estou em débito com vocês… Sei que vocês devem estar curiosos (ou já devem até ter esquecido) sobre a minha saída com a Julia e o amigo.

Mas o fato é que não tem muito o que contar. rs

Vou relembrar: era o dia do jogo, o Ricardo estava em Buenos Aires, e o meu amigo me chamou pra um café. Eu já tinha marcado um chopp no final da tarde com a Julia, lembraram?

 

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Bom, nos encontramos, a Julia e eu, na calçada da fama. A calçada da fama é uma tradicional região da cidade onde aglomeram-se barzinhos maravilhosos e muita gente bonita. Já estávamos no segundo copo e muitas fofocas depois, quando ele chegou. Pediu desculpa pelo atraso e de forma galanteadora disse que estava muito feliz em me rever e em conhecer a Julia. Os dois se entrosaram bem, e a noite estava muito agradável. Era de se esperar, já que ele lê o blog e por conseqüência deve ter lido aquele post, que ele achasse que poderia tentar algo mais ousado com nós duas. Mas não. Se ele pensou nisso, não demonstrou. Foi o mesmo gentleman de sempre, solícito e educado.

E a Julia, que normalmente é uma assanhada de marca maior, também se comportava de maneira exemplar. O que estava acontecendo com aquela gente? Será que era só eu ali que estava pensando bobagens? Lá pelas tantas desisti de jogar meu charme, pelo menos naquela mesa! rs

Mas o pior ainda estava por vir. O meu amigo que antes olhava disfarçadamente no relógio, agora o fazia de forma mais explícita. E de repente anunciou: “meninas, eu preciso ir”. Incrédula, fuzilei-o com o olhar. Ele, cabisbaixo, abriu um pouco o casaco e mostrou a camisa vermelha do Inter. E deve ter visto meu rosto vermelho de raiva também, tanto que apressou-se em dizer: “eu marquei de ver o jogo com uns amigos em outro bar, vocês querem ir junto?”.

Não, nós não queremos. Quer dizer, eu não queria. A Julia bem que considerou a idéia, a traidora!

Não muito tempo depois eu estava em casa. Tentei ler um livro, mas acabei vendo o jogo mesmo. Fiquei feliz imaginando a felicidade do Ricardo em estar lá. E confesso, soqueei o ar (mas não gritei) nos gols do Inter.

Existe algum rapaz bonito que não goste de futebol, e goste de café e chopp? Tô selecionando! rsrsrsrsrs

 


Futebol e encontro

6 nov

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Ontem o Ricardo viajou de novo, mas amanhã ele já volta. Foi pra Buenos Aires assistir ao jogo do Inter. Coisa mais estranha essa paixão dos homens pelo futebol. Acho que às vezes até esquecem de quanto cada um daqueles jogadores estão ganhando, e agem como se os caras tivessem a mesma paixão que eles. Uma vez eu li um texto muito legal, que era mais ou menos assim:

O domingo dela – acho que nosso relacionamento está chegando ao fim, ele passou o dia todo quieto, tentei conversar mas ele mal respondia, à noite fizemos sexo, mas ele me pareceu distante. Fui dormir chorando baixinho pra ele não escutar.

O domingo dele – time de merda, perdeu ontem de noite. Passei o dia chateado, o campeonato tá quase perdido. Ao menos dei umazinha de noite.

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Hoje de manhã tinha um e-mail do meu amigo, me intimando a tomar um café no final da tarde. Depois daquela vez, não conseguimos mais nos encontrar. Eu tinha marcado um happy com a Julia, acho que vou chamá-lo pra encontrar com a gente.