Tag Archives: fantasia sexual

E-mail recebido

7 jan

Gente, que felicidade! Recebemos esse e-mail e (com a devida autorização) queremos dividir com vocês.

É muito bom saber que de alguma forma podemos ajudar a vida sexual de quem nos lê!

Jonas e Miriam, agradecemos muito o carinho! Desejamos que vocês sejam muito felizes e que a vida sexual de vocês seja cada vez mais maravilhosa!

Segue o e-mail:

Nathalia e Ricardo,

É impressionante que, mesmo sem conhecê-los pessoalmente, parece que somos velhos amigos. Mas primeiramente deixem-me me apresentar: me chamo Jonas, tenho 45 anos e sou casado com Miriam, de 42. Há praticamente 6 meses atrás conheci o blog de vocês, ou melhor, a Miriam conheceu. Somos casados há 21 anos, e nossa vida sexual, nos últimos 10 anos praticamente inexistiu. Nossas transas de diárias passaram a semanais, depois mensais, e depois nem sei. Talvez trimestrais ou quadrimestrais. O furor da paixão se foi e as responsabilidades do dia a dia nos transformaram em amigos, ou nem isso. Viramos praticamente colegas de apartamento.

À noite ela assistia novela em uma televisão, e eu via programas esportivos em outra. E depois dormíamos, cada um virado para um lado. Uma ou duas vezes recorri a profissionais para fazer sexo, mas também não foi nada de espetacular. Creio que a nossa vida seguiu a linha de grande parte dos casais.

Uma noite ela me procurou, como há tempos não fazia. Baixou a calça do meu pijama e chupou meu pau como na época em que nos conhecemos. Depois subiu sobre mim, já molhada e excitada, e em poucos minutos os dois gozamos em êxtase. Sem entender bem o que houve, perguntei a ela o que tinha acontecido. Ela me respondeu que lera um relato excitante, e que ficara excitada. Não dei muita bola, e como a maioria dos homens, dormi logo em seguida.

Na noite seguinte novamente ela quis transar. Eu aproveitei, claro, e depois perguntei se havia lido outro relato. Ela então me contou sobre o blog de vocês, e dessa vez não peguei no sono. Fomos juntos até o computador, e devoramos vários textos. E quando voltamos para o quarto, transamos de novo. Duas transas em uma noite, isso era algo praticamente inédito.

Desse dia em diante, vocês passaram a fazer parte da nossa vida. Fomos lendo os relatos um a um, e ficando um pouco mais ousados. Passamos a fantasiar algumas experiências vividas por vocês. Em algumas noites eu era o Ricardo, em outras ela era a Nathalia. Passamos a conversar sobre sexo, a nos excitar durante o dia com mensagens no celular, e a esperar ansiosamente por novos relatos de vocês.

Morrendo de vergonha, entrei pela primeira vez em um sex shop, atrás da tal borboleta que a Nathalia relata em um dos primeiros textos. Sem se mostrar, a Miriam gozou em frente ao computador, vendo um rapaz se masturbando na web cam. E está criando coragem para se mostrar. Aquele relato do sexo por telefone também copiamos, e o mesmo rapaz da internet se masturbou junto com ela via Embratel.

Outro dia tivemos uma transa deliciosa. Com o quarto todo escuro, ela falou ao meu ouvido: imagina que é a Nathalia aqui com você. E eu imaginei. E como imaginei. Imaginei a Nathalia rebolando daquele jeito que você diz que faz, que ensinou a puta a fazer. O toque da Miriam no meu pau me fazia delirar, pois imaginava que era a Nathalia. Trouxe a Miriam sobre mim, e chupei-a como vocês descreveram em um relato. Senti o gozo dela na minha boca.

Ela também já fantasiou que eu era o Ricardo, fodendo-a com força, de quatro, mandando que ela rebolasse. Havíamos feito sexo anal apenas uma vez, mas nesse dia ela pediu que eu a penetrasse na bunda, pois sabe que o Ricardo gosta de sexo anal. E agora ele pede que eu goze nos seus seios, na sua boca, como vocês fazem.

Temos pensado em trazer outras pessoas pra nossa cama, mas sabemos que é um passo pra mais adiante. Ainda estamos reconstruindo a nossa vida sexual. E devemos isso a vocês.

Por isso escrevi no início do e-mail que parece que nos conhecemos faz tempo. Vocês foram e continuam sendo peça chave na nossa nova vida.

Sei que vocês devem receber várias mensagens, e que talvez essa se perca entre as outras. Também não espero resposta, e nem em meus maiores sonhos imagino que teremos um contato maior. Só gostaria de contar isso pra vocês e lhe agradecer. Pelo blog, pelos relatos e por mudar a nossa vida.

Muito obrigado, e por favor, continuem escrevendo.

Do amigo,

Jonas


As mulheres são superiores?

27 jul

andru_chrisst_01

Eu tenho um amigo que acha que as mulheres são superiores. Ele tem certeza, na verdade. E tenta convencer a todos nós, homens, que devemos ser submissos a elas. Diz, em qualquer lugar e para qualquer público, que o mundo haverá de ser dominado por elas, e que gente como nós, os homens, deverão apenas segui-las e obedecê-las.

E mais, acha que devemos ser punidos por todos esses séculos de machismo, de diferenças sociais, salariais e até por piadas sobre mulheres ao volante.

E, claro, no sexo ele é sempre submisso às suas parceiras. Gosta de ser humilhado, xingado, cuspido e já começou a ser punido faz tempo pela guerra dos sexos.

Me contou que tem uma parceira negra que desconta nele todos os excessos da época da escravidão. E que é muito excitante estar apanhando e pagando pelo erro de milhares de brancos que escravizaram os negros. Disse que sai de alma lavada destes encontros.

Tem uma outra que, segundo ele, é modelo. Rosto e corpo perfeitos, um quê de Cindy Crawford, me confidenciou. Eles se encontram, e ela desfila pra ele. Com as pernas longas, torneadas, aquele andar de passarela. Os seios subindo e descendo com o caminhar, os mamilos enrijecidos, e a expressão de quem sabe o que quer, e principalmente, o quanto é linda.

1

Ela desfila nua, se exibe, se toca, mas não se deixa tocar. O meu amigo fica lá num canto, apenas olhando. Nunca tocou nela, me disse ele. “Ela não deixa”, ele falou com um sorriso no rosto, “sou apenas um verme no canto da sala”. E me disse mais, disse que nos dias que ela chega irritada com alguma coisa, ela o xinga, lhe bate, cospe nele. “São os melhores, os melhores!”, ele falou, já exaltado.

E disse que, quando ela está de bom humor, deixa ele bater uma punheta. Lá no canto dele, apenas observando-a. E que depois que ele goza, ela o manda comer a sua porra. “Fantástico!”, ele grita quando conta.

Eu não acho que as mulheres sejam superiores, e nem que os homens o sejam. Mas me divirto muito cada vez que encontro o meu amigo, primeiro com o sermão dele, tentando me convencer, e depois com suas histórias.

E você, acha que as mulheres são superiores?

Fantasia (ainda) não realizada

1 abr

20080511150009

Eu tenho uma fantasia que ainda não realizei. Nem foi por falta de coragem ou preconceito. Simplesmente ainda não aconteceu.

Eu adoraria transar com um negro. Um negro alto e forte, com mãos enormes e tudo mais também! rsrsrs

Eu ainda vou realizar, eu juro!

Parte I – Onde estamos indo?

25 nov

chapanhe1

 

Saímos pra jantar na sexta. O Ricardo não comentou nada sobre o e-mail, e eu também não falei nada. Fomos em um restaurante que adoro, só nós dois, uma delícia. Ficamos ali, bebendo e conversando até quase uma da manhã.

Já no carro, estranhei o caminho que ele estava fazendo, mas nem liguei. Só quando ele pegou a estrada que resolvi perguntar:

– Pra onde vamos?

Ele sorriu, soltou um “relax baby” com cara de safado, e me falou do e-mail. Disse que passara o dia excitado com a minha idéia e a minha falta de pudor. E que duvidava que eu tivesse coragem.

– Não me desafie. Você sabe que adoro desafios.

– Duvido. – ele reiterou. – Mas me conta como seria isso…

Comecei a falar, e a excitação foi tomando conta de mim. Sentia-me molhada entre as pernas, e podia ver o volume entre as pernas do Ricardo enquanto dirigia. Às vezes o simples falar, contar a fantasia, fantasiar juntos, é o suficiente. Ronronando, pedi pra ele:

– Entra em um motel qualquer…

Ele se fez de desentendido, pediu que eu contasse mais, eu fui contando, ficando cada vez mais excitada, exagerando na fantasia, quando ele estacionou o carro. Era uma casa grande, sem placa nenhuma, apenas dois seguranças na porta.

– Deixa a calcinha no carro.

Sob o olhar disfarçado dos dois homens, tirei minha calcinha ensopada e coloquei no porta luvas.

De mãos dadas com o Ricardo, passei entre os dois e entrei, sem ao menos saber o que me esperava…

Continua…

(gostei do clima de suspense que o Ricardo fez naquele post da garota de programa, e vou usar aqui! rssss)

 


Pensando em sexo

21 nov

m_sexo1g

 

Eu não sei o que anda acontecendo comigo. Só consigo pensar em sexo.

.

.

.

Tá bom, tá bom. Vou recomeçar.

Eu não sei o que anda acontecendo comigo. Ando pensando mais ainda em sexo.

Ficou melhor assim, né? rsss

Bem, mas é verdade. Estou até assustada comigo mesma. E de certa forma, envergonhada. Fico imaginando se as pessoas notam. Me imagino com a maior cara de tarada, salivando e esfregando as pernas pela rua. Será que dá pra notar? Eu acho que dá.

Uma vez, logo que começamos a namorar, eu e o Ricardo fomos para a serra, passar um final de semana. Achamos uma pousadinha bem aconchegante, com umas cabanas bonitinhas. O proprietário, um senhor já bem coroa, veio nos mostrar as cabanas. Mostrou a primeira, disse o que tinha, televisão, lareira, mostrou a terceira, e assim por diante. E quando chegou na última, ele nos olhou, e como quem confidencia um segredo valioso, nos disse: “essa tem paredes à prova de som”. Tava na cara, né?

O pior é que a minha imaginação não tem filtro e nem fim. As vezes me pego pensando (e gostando) em coisas terríveis. Morro de tesão na hora, e depois de medo. rssss

Eu mandei um e-mail pro Ricardo, faz pouco tempo. Contando pra ele uma dessas minhas fantasias. Não sei se ele vai gostar. Mas vamos fazer um trato: se ele gostar, e a gente colocar em prática, eu conto tudinho pra vocês depois.

 


Chuva Dourada

11 jul

 

Eu tive um namorado que foi o responsável, digamos assim, pelo meu interesse em práticas sexuais mais ousadas. Com ele aprendi a me soltar, a falar durante a transa, a contar e tentar realizar as minhas fantasias. Se o Ricardo teve a sua professora de sexo, eu tive uma pessoa que abriu a minha mente, que mostrou que o limite do prazer é a gente mesmo que estipula.

Quando estávamos inspirados (e isso era quase sempre que nos encontrávamos), o sexo nunca era igual.

Um noite estávamos naquela coisa de pegação, mão aqui, mão ali, dedos aqui, dedos ali, e resolvemos falar sobre fetiches, quais as taras um do outro, adorávamos ficar nos provocando e fantasiando, comentando o que poderia ser, como gostaríamos de fazer, e claro, fazíamos… rs

Então ele vem com a novidade da vez: já ouviu falar em “chuva dourada”?

Pára tudo!!!

Parei tudo e ele também, sentei em cima dos meus próprios pés e fiquei olhando pra ele, e mandei: Como assim??? Chuva dourada???

Então ele disse: Assim… sempre achei excitante essa coisa de cheiro, gosto, suor, melação, porra, e tudo mais que o corpo da gente produz quando nos excitamos e enquanto trepamos, e o xixi faz parte do corpo também, não é? É uma manifestação, por que sempre após o teu gozo você quer fazer xixi? Já parou para pensar nisso???

E eu fiquei ali, pensando, mas não por muito tempo, porque ele me puxou de volta pra cima dele e continuamos a nossa brincadeira…rsrsrsrs

Só que de alguma forma aquilo ficou ali no meu inconsciente, e depois, ficou martelando, martelando, martelando…

Sempre que eu sentava no vaso sanitário e fazia xixi lembrava da descrição que ele dera a isso: “Chuva Dourada”

E a idéia começou a me excitar cada vez mais… imagine, eu que já não preciso de muito pretexto para me excitar, me excitando também ao urinar… tinha que dar um jeito naquilo… e rapidinho…rs

Nos encontramos novamente e eu já com a idéia fixa, queria falar mais a respeito, queria saber mais, queria experimentar, e queria saber qual era….rsrsrs

Estávamos lá novamente entre um beijo e outro, uma mão e outra, e não conseguia (por qualquer razão que não sei dizer) falar a respeito da bendita “Chuva Dourada”, até que começamos a falar (adorávamos isso, no meio da transa falar, descrever, insinuar, instigar), e ele pergunta: pensou na “chuva dourada?”, eu mais que rápido respondi com um Sim, entre um gemido e outro, e ele me provocando mais perguntou: “e o que pensou?”

Falei que queria que ele me dissesse exatamente como queria que fosse, o que ele tinha pensado, como fazer, e essas coisas… e ele me dizia que queria me ver gozando muito na sua boca, e ia me lambendo, enquanto falava, me atiçava com dedos e língua, que queria sentir todo o meu gosto, e me lambia mais, que ia enfiar a língua toda dentro de mim, e me sentir estremecer, e fazia em seguida, e eu já não me segurava mais, deixava a onda de prazer ir subindo, descendo, me consumindo por completo até que gozei alucinadamente, e ele bebeu todo o meu gozo, me colocando em seguida virada, em cima de si mesmo, com a boca entre as minhas pernas disse: agora eu quero que você faça xixi em mim, quero senti-lo no meu pau, no meu rosto, na minha boca…  Eu nem pensei duas vezes, fiz xixi e fui passeando pelo corpo dele todo, cobrindo-o com a minha urina, e quando cheguei ao pau dele, caprichei e o vi gozando enquanto era urinado por mim.