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Páscoa: mais sexo e tesão!

30 abr

Depois de termos dormido quase nada e ter passado a quinta feira passeando com as crianças, à noite simplesmente apagamos. Não eram ainda dez horas, e já estávamos os dois dormindo. Resultado: despertei às seis da manhã, e cheia de tesão! Enfiei a mão por dentro da cueca do Ricardo e encontrei seu pau duro, devia estar sonhando comigo (sei que é o tesão do xixi, mas acho tão bonitinho quando ele diz que acorda assim por minha causa! rsrs)! Comecei a bater punheta devagarinho, enquanto ia beijando seu rosto, seu pescoço. Por incrível que pareça, ele demorou para acordar, e acreditem, isso me deu mais tesão ainda. Liberei-o da cueca, e sentia minha buceta cada vez mais melada enquanto olhava aquela cabeça vermelha que eu adoro chupar.

Arranquei as cobertas, ao mesmo tempo em que ele já desperto virava-se de barriga para cima. Peguei novamente no seu pau e sussurrei no seu ouvido: “será quem tem câmeras aqui?”. A gente tem uma piração que é a seguinte: atrás dos espelhos dos motéis tem câmeras, e algum tarado fica olhando os casais treparem. rsrs Ele sussurrou de volta: “deve ter… mostra pra eles como tu sabe bater punheta!”. Não me fiz de rogada. Deslizava a mão pelo seu pau, e com a outra acariciava seu peito, sua pernas, suas bolas. Sentia minha calcinha ensopada, estava delicioso! E para me deixar com mais tesão ainda, ele seguiu falando: “imagina só… os caras lá na recepção… atendendo os hóspedes sentados na frente deles… te olhando no monitor… de pau duro…”. Eu visualizava a cena e adorava! E ele não parava: “daqui a pouco tem fila na porta… pra tu bater punheta pra eles…”. Aquilo estava me deixando maluca! Peguei sua mão e trouxe-a de encontro à minha buceta. Mesmo ainda coberta pela calcinha, o Ricardo se mostrou surpreso pela umidade. “Foi só falar em fila pra tu punhetar que já ficou assim, né?”, ele falou, e em seguida arrancou minha calcinha: “mostra essa buceta melada pra câmera, ô vadia!”. Sem largar seu pau, fiz o que ele mandou: arreganhei bem as pernas, sentindo seus dedos me abrindo e depois me explorando, de frente para uma câmera filmadora imaginária.

Não agüentei nem cinco minutos! Seus dedos entrando e saindo, mexendo no meu clitóris, ele falando o que iriam fazer comigo depois de assistir aquilo, foi demais pra mim. Gozei, largando momentaneamente seu pau, me contorcendo na cama.

Escorreguei meu corpo pra baixo, na cama, até meu rosto ficar na altura do seu pau. Coloquei a cabeça na boca e suguei como uma bezerra faminta. Louco de tesão, ele me puxou pelos cabelos, me fazendo sentar no seu pau. Molhada que estava, o pau dele entrou de uma só vez, e comecei a subir, descer, rebolar… E foi a vez dele não conseguir se segurar. Senti a minha buceta sendo inundada pela sua porra quente.

Ficamos alguns minutos em silêncio, eu deitada sobre ele, até que seu pau desencaixou-se sozinho de mim, já me deixando com vontade de tê-lo dentro de mim de novo. E quando me dá essa vontade, não me acanho! rs Deixei ele novamente em ponto de bala, e transamos mais uma vez. Só fomos nos acalmar as nove da manhã! Delícia!

Durante o resto do feriado, cada vez que eu passava pela recepção e olhava para os atendentes, sentia descargas de tesão percorrerem meu corpo. Mas infelizmente não tinha câmera nenhuma, e não pude bater punheta em mais ninguém! 😦

Strip Tease

31 jul

 

Fazia tempo que eu queria ir a uma casa de diversões adultas (leia-se puteiro), mas o Ricardo sempre deixava pra depois, desconversava.

Até que um dia, depois de tanto insistir, ele concordou. Mas colocou uma condição: eu teria que fazer um strip. Gosto de desafios, mas confesso que fiquei com medo e envergonhada. Medo de travar quando chegasse a hora, envergonhada por imaginar que as garotas que faziam isso na casa fossem muito mais bonitas que eu.

Agora quem desconversava sobre o assunto era eu. O Ricardo apenas ria, como se dissesse: ela não vai topar. Mas secretamente eu me preparava pra criar coragem e fazer bonito no meu show. Sim, agora eu já não encarava mais a coisa como uma ida a um local, e sim como um show que eu iria fazer! Rsss

Comprei uma lingerie branca, para contrastar com meu bronzeado de final de verão. Treinava na frente do espelho, tentando achar o momento certo, o movimento certo, a música certa. Às vezes achava vulgar, outras vezes me achava pudica demais. Estava quase desistindo.

Então em uma sexta-feira durante a tarde recebi um e-mail do Ricardo, com a foto que ilustra esse post, escrito apenas: MEDROSA. Ele sabe que a melhor forma de fazer com que a coisa aconteça, é me desafiando. Não respondi o e-mail, mas decidi que aconteceria naquela noite.

Sempre que saímos o Ricardo dirige, mas nesse dia fiz questão de mostrar que eu decidiria pra onde iríamos. Desisti da cinta-liga e das meias, vesti apenas a calcinha branca, uma calça jeans justíssima, botas de cano alto e uma blusa frente única. Quando entreguei as chaves ao manobrista da boate, a expressão no rosto do Ricardo era uma mistura de excitação e surpresa.

Disse pra ele escolher uma mesa perto do palco, e fui procurar a pessoa responsável pelos shows. Expliquei a situação, insisti um pouco, e consegui: na segunda rodada de shows eu entraria.

Fui para onde o Ricardo estava, e ficamos ali bebendo e conversando. Os homens passavam me olhando, como se eu trabalhasse ali, e confesso que isso foi me deixando excitada. Ouvi gracejos e recebi propostas nas duas vezes que precisei ir ao banheiro, e isso me deixou mais confiante.

Chegou a hora dos primeiros três shows da noite. Quando a primeira menina, uma ruiva muito bonita, começou a dançar, eu achei que não conseguiria. Mas olhei em volta, e a devoção que todos os homens lançavam pra ela me fez querer sentir aquilo. Ela chegava bem perto do público, provocava, e todos iam ao delírio.

As outras duas meninas não deixaram por menos: a primeira foi até uma mesa onde estavam dois homens de meia idade, e esfregou no corpo o gelo do baldinho onde estava a cerveja deles. A outra desfilou pelo salão provocando todos e sentando no colo dos mais sortudos.

Quando ela deixou o palco ovacionada pelos homens, eu já sabia: a próxima era eu. O Ricardo me olhava e sorria, decerto achando que eu desistiria. Eu estava morta de medo, mas não iria desistir.

Decidi inverter o jogo: quem iria ficar com medo era ele! Sentei bem pertinho dele e comecei a falar: “você vai ver, quando eu estiver lá em cima, todos vão me desejar… vou a todas as mesas… vou me oferecer pra todos… quem sabe não ganho um bom dinheiro hoje, né?…” Falava e roçava meu corpo no dele, mordiscando sua orelha, arranhando de leve a pele do seu braço. Não sei se ele ficou com medo, mas que ficou excitado, ficou! Me segurava com força e me beijava, dizendo que eu era mesmo uma puta, e que enfim tinha encontrado o meu lugar.

Mandaram me chamar. Em dez minutos eu estaria no palco. Pedi ao Ricardo que aguardasse, pois iria me preparar. No caminho até o camarim, fui parada diversas vezes. Conversei com todos os homens, sempre olhando pro Ricardo. Ele não havia me provocado? Agora iria ver do que eu era capaz!

Fui apresentada às duas meninas que fariam o show no mesmo bloco que eu. Expliquei minha situação pra elas, que acharam o máximo! Me deram algumas dicas, elogiaram meu corpo, e disseram ter certeza que eu iria arrasar. E me deixaram por último, para que eu pudesse ter toda a atenção sem ninguém depois de mim.

Vi a primeira sair, com uma roupa de cowgirl, e enquanto a música tocava eu tentava me concentrar e imaginar como faria. Ela voltou nua, e a segunda foi para o palco vestida de odalisca. Em breve seria eu.

Sentia meu rosto quente, os mamilos doíam de tão durinhos, chegou a minha vez! Entrei no palco escuro, e de repente uma luz acendeu sobre mim. Sem esforço nenhum meu corpo se movia de acordo com a música. Fui ganhando confiança e ocupando assim o palco todo. Me abaixava, junto ao público, e podia ouvi-los me chamando, querendo me tocar. Me livrei de uma bota, depois outra… Fiz a minha blusa subir até a metade dos seios, e depois a deixei cair de novo. Virei de costas pro público e fui descendo a calça jeans bem devagar… Mostrando minha calcinha, minha bunda… Até me livrar dela.

Só de calcinhas e com a blusa frente única, desci do palco e comecei a dançar entre as mesas. A sensação de ser o centro das atenções e desejada por todos no ambiente estava me deixando maluca! Como havia ameaçado o Ricardo, me ofereci pra todos que pude. Havia um rapaz em pé, e de costas pra ele, rebolando encostada nele, peguei suas mãos e fiz com que tirasse a minha blusa. Agora apenas de calcinha, parecia que o mundo era meu. Que eu era a Rainha e todos ali naquela boate meus súditos.

Como a música se aproximava do fim, infelizmente tinha que me apressar. Cheguei em frente à mesa onde estava o Ricardo, e chamei dois homens que estavam por perto. Coloquei cada um segurando um lado da minha calcinha, contei um, dois, três e já: baixaram minha calcinha. Nua, no meio da boate, minha excitação era tanta que eu transaria com todo mundo que estava ali, se fosse possível.

Voltei ao palco a tempo de, no final da música, jogar minha calcinha pro Ricardo. Sob os aplausos e alguns gritos de “mais um, mais um”, deixei o palco. No camarim minhas novas amigas me felicitavam e diziam não acreditar que eu nunca tinha feito um strip antes.

Quando terminei de me vestir, o Ricardo me esperava na porta. Com a minha calcinha na mão e a chave de um dos quartos do puteiro.

Saímos de lá quase de manhã, saciados e querendo repetir a dose. Mas já avisei o Ricardo: se ele não me pagar na próxima, vou ter que receber de outro! rssssssssssssssss

 

Me exibindo na web cam

2 jul

 

Eu cheguei em casa pouco antes da uma da manhã. Tudo dera errado: o lugar estava cheio demais, a bebida quente, e a companhia que eu achava que seria ótima, estava chatíssima! Uma pena, eu estava bem a fim dele…

E tinha me programado toda pra esse encontro! Lingerie sensual, roupa decotada, e o que era pior, aquele estado de excitação que me acompanhava desde que acordei. Paciência.

Sem sono, acabei em frente ao computador. E, inexplicavelmente (ou não), em uma sala de chat. Há muito eu não ia a chats, minha paciência havia sido derrotada pela futilidade que reina na maioria das salas.

O tema era cinema, mas um filme qualquer era apenas um pretexto para o início de uma conversa mais pessoal. E assim conheci um rapaz que usava o nick de Jason Voorhees, o morto vivo da série Sexta-Feira 13 (não, eu não sabia que Jason Voorhees era aquele cara, senão teria pensado duas vezes antes de continuar a conversa). Ele não gostava só de filmes de terror, e logo falávamos sobre os mais diversos assuntos. Passamos ao MSN e logo o papo foi ficando mais sacana. Bem mais novo que eu, parecia estupefato quando comecei a contar algumas coisas que já tinha feito. Me contava suas fantasias, e eu dava corda, dando palpites e colocando lenha na fogueira.

Lá pelas tantas, quando a conversa estava bem quente, recebi o convite para abrir a web cam. “Para ficar com as mãos livres”, ele me explicou. Pensei um pouco, e acabei aceitando. Quando a imagem abriu na minha tela, gostei do que vi: era um rapaz bonito, e sorria descontraído, contrariando a imagem meio nerd desesperado que já tinha formado na minha cabeça. Ficamos um pouco tímidos no começo, mas logo falávamos assuntos picantes novamente.

“Nathalia, se a conversa continuar nesse ritmo, e você continuar com esse decote em frente a cam, não vou agüentar…”, ele falou. “O que tem de errado com meu decote? – perguntei – Você não gostou?”. Ele gaguejou e disse que gostara sim, mas que estava difícil não olhar para ele. “Mas você pode olhar, – eu disse – mas não entendi essa parte de não agüentar… O que você não agüentaria?”.

 

 

 

Ele esticou a mão e virou a cam mais para baixo. O volume do seu pau duro marcava as calças. Eu sorri satisfeita (e excitada também). Gosto de deixar os homens assim. “Ah, eu tenho certeza que você agüenta sim…” – murmurei. “Não por muito tempo”, ele apressou-se em responder. “Nossa, imagina se fosse outro dia… Eu sempre fico nua em casa, hoje não estou porque acabei de chegar da rua”, provoquei. Decidi provocá-lo ainda mais: “Não agüento ficar muito tempo em casa de roupa… Agora mesmo, se não estivesse falando com você, já estaria nua”.

“Não se incomode por minha causa!”, ele apressou-se em dizer. Eu apenas sorri, e disse que iria começar a ficar nua, já que ele não se importava. Seus olhos brilharam, e logo ele caiu na gargalhada quando mostrei meus sapatos: “Viu? Comecei. Já tirei os sapatos”.

Começamos então a falar sobre exibicionismo e vouyerismo, e do prazer que sentíamos em observar e ser observados. Como na minha tela eu via também a minha imagem, buscava ângulos onde dava pra ver mais que meu decote. Meus seios já estavam quase totalmente à mostra. Contei pra ele da vez que me masturbei com a janela aberta, e outros episódios em que tinha certeza que havia sido vista, e o rapaz já não se agüentando mais, pediu para se masturbar.

A imagem dele na minha tela, mexendo no seu pau duro e grosso, foi demais pra mim. Levei os dedos à boca, liberei meus seios do decote, e com os dedos úmidos de saliva, belisquei meus mamilos. Ele gemia do lado de lá, murmurando que meus seios eram lindos, e eu colocava-os mais perto da cam, como se os oferecesse pra ele. Sentia minha vagina molhada, melada, pedindo pra ser tocada.

Pedi que ele ficasse totalmente nu, e fui tirando a minha roupa toda também. Minha pele arrepiada denunciava o tesão que estava sentindo em ser observada e em observar. Praticamente deitada na cadeira, com uma mão nos seios e a outra entre as pernas, já quase não falávamos. Éramos apenas a imagem de um e de outro, em busca do prazer.

Senti meu gozo se aproximando, e sem tirar os olhos da tela, coloquei os pés no braço da cadeira, me abrindo toda pra ele, pra cam, pra tudo. Com dois dedos entrando e saindo de dentro de mim, o bico do meu seio direito praticamente torcido entre meus dedos da outra mão, gozei. Quase ao mesmo tempo ele gozou também, a porra melando suas coxas, sua mão, seus pelos.

Momentaneamente saciados do nosso tesão e do nosso exibicionismo, logo nos despedimos, com a promessa de nos encontrarmos mais vezes nas madrugadas virtuais.

 


Dogging

3 jun

 

Você sabe o que é “dogging”? Eu nunca tinha ouvido falar, portanto não fazia a mínima idéia. Até que uma amiga me contou: é o termo usado para práticas sexuais exibicionistas ao ar livre.

E me disse mais, a minha amiga: que ela e o namorado praticavam sempre. E ainda perguntou se eu não tinha interesse em ao menos ver como era.

Entusiasmado que fiquei, logo fiz ela me explicar tudo direitinho. Funciona mais ou menos assim: existem locais pré-combinados entre as pessoas, como o estacionamento de uma praça, um drive-in, ou coisa do gênero. Os casais estacionam os carros ali e partem para a ação, vendo e sendo vistos uns aos outros. E, de certa maneira, por quem passar ou estiver por ali. Ela me contou que existem alguns códigos e regras, por exemplo: se as janelas do carro permanecem fechadas, apenas se pode olhar. Se as janelas estão abertas, pode interagir, desde que com a concordância do casal.

Por fim, me disse que na sexta-feira seguinte iria me ligar para me passar o local e o horário em que iriam “levar o cachorro para passear”*.

Claro que, quando contei pra Nathalia, ela ficou animadíssima com a idéia. Difícil foi esperar até a sexta-feira. Mil coisas passavam pela nossa cabeça, e estávamos cada vez mais excitados com a idéia.

Na sexta à noite, já com a informação do local no bolso, saímos para dar uma volta antes. A Nathalia não agüentava mais esperar! De saia curta, soltinha e sem calcinha, queria sair de casa. Eu dirigia pelas ruas da cidade, enquanto ela ao meu lado me instigava, dizendo o que faríamos dentro do carro, e o que ela queria ver os outros fazendo. Seus seios quase furavam a blusa, e só pelo seu olhar (que conheço bem) eu podia ver a excitação crescente.

Quando paramos no sinal vermelho e ao nosso lado, justamente no lado dela, parou um ônibus, ela olhou pela janela. Me disse que tinha três caras olhando pra ela da janela do ônibus. E disse que queria brincar com eles. Colocou o dedo médio na boca, olhando pra eles, e depois levou-o até o meio das pernas, já entreabertas e com a saia sendo levantada.

O sinal ficou verde e perdemos o ônibus de vista, mas ela continuava querendo aprontar. Não parou de se tocar e me excitar até chegarmos ao local combinado.

Pisquei os faróis duas vezes, como me fora orientado, e estacionei bem próximo de outros três carros que já estavam ali. No primeiro, a fraca luz que vinha dos postes da rua nos deixava ver um casal no banco de trás. A mulher com os seios de fora, e seu companheiro lambendo-os e deliciando-se. Ela olhou pra nós e sorriu.

No segundo carro os bancos estavam reclinados, e tivemos uma certa dificuldade em enxergar o que acontecia. O homem estava deitado no banco reclinado, enquanto a mulher, de joelhos no banco do passageiro, fazia-lhe sexo oral. Podíamos ver os quadris dela mexendo ritmados.

O terceiro carro era o da minha amiga e seu namorado. Acho que estavam esperando por nós, pois quando estacionamos ela desceu do carro e veio nos receber. Disse que estava feliz por termos aceitado o convite, e que esperava que ficássemos á vontade. Despediu-se dizendo que o namorado a esperava, mas que quem sabe não voltaria depois para juntar-se a nós.

Mas ela não entrou no carro. Abriu a porta do motorista, e seu namorado virou-se para fora. Ela desabotoou-lhe as calças, e agachada ali na rua colocou seu pau na boca. Olhei para o lado e vi a Nathalia boquiaberta com a cena.

Levei minha mão até o meio das suas pernas, que ela instintivamente abriu, e senti sua umidade. Fiquei acariciando-a, enquanto ela trocava de um carro para outro o seu olhar. Tateou meu colo até conseguir abrir minhas calças e liberar meu pau, que passou a masturbar, sem tirar os olhos do que acontecia em volta. Ela estava cada vez mais excitada, eu podia sentir nos meus dedos, mas parecia em transe.

Nos carros, o sexo já rolava solto. A mulher que antes tinha os seios chupados, agora cavalgava sobre o seu acompanhante. A minha amiga, ainda fora do carro, estava sentada no colo do namorado, mexendo sem parar. Senti a Nathalia estremecer, apertar minha mão entre as pernas, e jogando a cabeça pra trás e apertando meu pau com a mão esquerda, gozar.

Depois de alguns minutos recomeçou a me masturbar, e com a cara mais safada do mundo, e competitiva como toda mulher, me disse:

– Aquela sua amiga se acha, né? Fica ali fora do carro pra se exibir. Quer aparecer mais que os outros?

Eu apenas ri, e ela continuou:

– Quer mostrar como se faz, quer? Me fode em cima do capô?

Ah, essas mulheres…

* Aparentemente, o termo dogging veio de pessoas que saem de casa dizendo que vão levar o cachorro para passear, mas que na verdade buscam algo mais excitante, como ver casais transando.

 


Pela Janela

30 abr

 

Dizem que todo ser humano tem um quê de exibicionista e/ou voyeur.

Eu com certeza sou um pouco (às vezes bastante) dos dois.

Durante algum tempo morei sozinha em um apartamento no centro da cidade. Foi uma época de muito trabalho, muito estudo e pouca diversão. Chegava em casa depois da aula, morta de cansaço. Como era um apartamento provisório, faltavam bastante coisas. Inclusive cortinas na janela da sala. Mas como eu raramente ficava em casa, não me importava.

Como sempre foi meu costume, entrava em casa e ia até o quarto tirar a roupa. E no verão era assim que ficava, nua.

Era uma noite de sexta-feira, e finalmente não precisaria acordar cedo na manhã seguinte. Fiz o de sempre, livrei-me logo das roupas e fiquei nua. Mas o calor era tanto que não consegui dormir. Fui então para a sala ver televisão.

Não lembro o que estava passando, mas lembro de estar há tempos sem namorado, por absoluta falta de tempo. E o reflexo azulado da televisão em minha pele me chamou a atenção. Olhei minhas coxas, e procurei o melhor ângulo de luz para elas. Depois a barriga, os seios. Gostei do que vi. Comecei a me tocar.

Deslizei minhas mãos pelas pernas, subi pelos quadris e encontrei meus mamilos já intumescidos. Lambi a ponta dos dedos e comecei a acariciá-los. Belisquei-os de leve, enquanto esfregava as coxas. Logo uma das mãos foi senti meu clitóris durinho. Comecei a acariciá-lo e fui tomada por um tesão incrível.

Enfiei um dedo, sentindo a minha vagina molhada. Trouxe o dedo até a boca, para sentir o meu gosto (adoro isso). Coloquei de novo, e assim fiquei, me esfregando e me tocando.

Quando senti o gozo se aproximando, coloquei três dedos dentro de mim e masturbei-me com força. Cheguei ao orgasmo praticamente só com as costas no sofá, e as pernas totalmente abertas.

Deixei-me escorregar, e fiquei ali curtindo aquela sensação gostosa pós gozo.

E só então me lembrei da janela. Olhei assustada para o escuro da rua, olhando rapidamente as janelas do prédio vizinho. Será que alguém me viu?