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Dupla penetração

13 out

Voltamos da praia ontem logo após o meio dia. Estava uma delícia! Um friozinho gostoso, ótimo pra ficar dentro de casa descansando (o que eu precisava), namorando e dando pequenas caminhadas pelas ruas ainda vazias, o que no verão é impossível.

O Ricardo veio me deixar em casa, e acabou subindo. Deitou na cama para ver algum canal de esportes e eu liguei o computador para ver meus e-mails. Quando conectei o MSN, estava on-line meu amigo. Reclamou do meu sumiço, e após as explicações que vocês já conhecem (falta de tempo, blá, blá, blá) passou a me provocar. Falava que sentia falta do meu corpo, do meu toque, da minha boca. Que se masturbava lembrando das nossas transas, que não via a hora de estar dentro de mim novamente. Eu também queria estar com ele de novo, e comecei a gostar da conversa. Respondi que da próxima vez que nos encontrássemos seria ainda mais quente, que ia deixá-lo me virar do avesso e que o faria gozar uma infinidade de vezes.

O Ricardo quis saber que tanto eu teclava, e chamei-o pra ler nossa conversa. Ele parou atrás de mim, leu e apenas comentou: “diz pra ele que se quiser te comer agora, beleza. Mas tu vai ter que agüentar nós dois”. Falou assim, como quem diz “pede uma pizza maior porque também vou comer”. rsrsrsrsrs Achei que ele estava brincando, e continuei conversando. Uns cinco minutos depois o Ricardo pergunta: “E aí? Vai rolar?”. Disse pra ele que nem tinha falado nada, mas que se ele quisesse eu falaria. É claro que eu já tinha pensado nisso, outras vezes. Mas confesso que, no meio de uma tarde de feriado, no MSN, era uma situação meio estranha. Mas não deixava de ser interessante. E lá na tela do computador a coisa continuava quente, então resolvi ousar.

Mandei uma mensagem dizendo que adoraria transar com ele naquele momento. Mas que meu namorado estava comigo, e que não tinha certeza se agüentaria os dois de uma só vez. E não é que ele mordeu a isca? Disse que achava que eu agüentaria, e que tinha certeza que os dois tomariam cuidado. Fechei os olhos e imaginei a cena… Eu me deliciando ora com um, ora com outro, com os dois juntos… Que delícia! Chamei o Ricardo pra ler de novo, e marcamos de nos encontrarmos em uma hora, em um motel.

Já excitada com o que o resto da tarde prometia, fomos pro motel. Chegamos meia hora antes do combinado, e fomos tomar um banho. Ensaboei meu corpo lentamente, me exibindo pro Ricardo, e depois deslizei pelo corpo dele. O pau já duro espetava o meu corpo, e passei a massageá-lo. Logo o masturbava devagar, enquanto a água caía sobre nosso corpo. Deixamos avisado que esperávamos uma pessoa e que, quando chegasse, poderia entrar. E quando me ajoelhei para colocar o pau do Ricardo na boca, olho para a porta do banheiro e meu amigo está lá, assistindo nosso banho. Sem parar o que estava fazendo, aceno convidando-o a juntar-se a nós.

Ele tirou a roupa, e um pouco sem jeito entrou no box. Eu levantei, fiquei de frente pra ele e encaixei o pau do Ricardo entre minhas coxas, de costas pra ele. Peguei o sabonete e o chuveirinho e passei a ensaboar meu amigo, enquanto rebolava pro Ricardo. Ensaboei seu peito, seus ombros, barriga, até chegar no seu pau duro. Com bastante espuma nas mãos, massageei suas bolas e toda a extensão do caralho. Passei a masturbá-lo enquanto o Ricardo se preparava para me penetrar.

Em pé, embaixo do chuveiro, com o corpo jogado pra frente, eu era comida por trás, sentindo o Ricardo entrar e sair da minha buceta, enquanto eu chupava o meu amigo. Que belo final de feriadão. Rebolava do jeito que dava, e ao mesmo tempo jogava meu corpo para trás, querendo o pau ainda mais fundo dentro de mim. Não demorou muito e gozamos, eu e o Ricardo, enquanto meu amigo conseguiu se segurar. Deixei a água escorrer pelo meu corpo, e recomposta, peguei meu amigo pela mão e fui pro quarto.

Mesmo molhados, nos jogamos na cama, e tive meus seios lambidos e chupados por ele. Me confessou que não agüentava mais e queria me comer, e tateando a cama achamos uma camisinha. Coloquei com a boca, e logo estava sobre ele, fazendo seu pau deslizar pra dentro de mim. Subia e descia, rebolava e delirava de prazer. Sob meu corpo ele se contorcia e lutava para não gozar. Ao lado da cama, enrolado na toalha, o Ricardo assiste a tudo cheio de tesão. Peço pra ele se aproximar e passo a masturbá-lo enquanto sou fudida. Meu amigo aperta meus seios, e o Ricardo passa a mão na minha bunda. Começa a brincar no meu cu, com a ponta do dedo, e vai enfiando devagarzinho. Diminuo o ritmo para não gozar, querendo prolongar ao máximo o prazer que estou sentindo.

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O Ricardo leva o pau até a minha boca e manda que eu o deixe bem babado, “pra facilitar”. Lambo e babo ele bastante, já prevendo o que acontecerá. Ele se posiciona atrás de mim e pede que a gente pare um pouco o movimento. Meu amigo beija a minha boca, enquanto sinto o Ricardo forçando a minha bunda com seu pau duro. A cabeça entra, dói um pouco, está mais apertado pelo volume na minha buceta, mas é uma delícia. Ficamos todos parados um pouco, até eu acostumar, e assim que meu amigo começa a se mover devagar, o Ricardo vai entrando um pouco mais. Logo estou totalmente preenchida, e do jeito que dá, sinto os dois paus entrando e saindo de dentro de mim. Não sei quanto tempo durou, se foi rápido ou não, mas quando meu amigo avisou que ia gozar, eu explodi em um orgasmo duplo, na frente, atrás, não sei explicar. Um gozo forte, preenchido, atolada, totalmente fudida. Meu corpo desabou sobre o do meu amigo, e o Ricardo continuou metendo na minha bunda até gozar.

Ficamos os três jogados na cama, um pequeno descanso, para logo depois recomeçar…

Eu já… – Nathalia

18 jun

 

A Pimenta Jalapeño, lá do Pimenteiro, nos convidou a participar da brincadeira e eu adorei a idéia!

Aqui vai o meu “eu já”:

Eu já…

… beijei mais homens em uma mesma noite do que os dedos das minhas duas mãos poderiam contar. (dêem um desconto, eu era novinha, tava bebinha e era carnaval)

… fiz sexo com mais de uma pessoa ao mesmo tempo.

… tive tesão por namorados de amigas.

… dei pra dois desses citados acima.

… em um dos casos a amiga tava junto.

… fiz inversão de papéis, isto é, comi homens com um vibrador preso na minha cintura.

… transei amarrada, vendada e amordaçada.

 

… fiz strip em um puteiro, só porque ele duvidou.

… me exibi na web cam.

… saí de casa no frio, de madrugada, só de sobretudo, pra transar com uma pessoa que mal conhecia.

… transei na sacada do apartamento, vendo o por do sol.

… fiz várias vezes sexo por telefone com um vizinho que até hoje não sei quem é, mas que me viu nesse dia da sacada, e descobriu meu telefone.

… transei no primeiro encontro.

… encontrei só pra transar.

… menti que ele era enorme, só pra não deixar ele chateado.

… menti que não tava doendo, porque senão ele ia parar e eu queria continuar.

… me masturbei sozinha num banheiro sujo, por não agüentar de tesão.

… fui encoxada no ônibus, e gostei.

… fui encoxada em tudo que é lugar, e odiei.

… fiz DP.

… chorei por um amor não correspondido.

… gozei muito em público, sem ninguém notar (eu acho).

 

… comprei muita coisa que não precisava.

… realizei minha fantasia de ver dois homens transando, e participei.

… falei a verdade, mesmo sabendo que o resultado seria trágico (e foi).

… continuei a transa, mesmo achando terrível.

… neguei sexo, mesmo morrendo de vontade, só pra me fazer de difícil.

… transei em carro, barco, apoiada em uma moto. Só me falta avião!

… fiz sexo numa limusine em movimento, olhando nos olhos do motorista pelo retrovisor.

 

… tive um ataque de riso na hora errada, e pegou muito mal. Muito mal mesmo! rsss

 

… fiz sexo no banheiro da balada.

 

… fiquei paquerando o garçom, e depois tive que fugir do bar.

E agora tenho uma proposta pra vocês: escolham quais das minhas confissões acima que gostariam de saber mais detalhes, e eu tento contar aqui, tá?

E vamos esperar pelas confissões do Ricardo! Estou ansiosa! rsss

Convido o MaridoM e a EsposaE, do blog Entre Todas as Paredes para contar pra gente o que “eles já”…