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Transando com a Patricia

15 jul

A Patrícia me ligou na semana passada. A gente meio que tinha perdido o contato, depois do sexo a seis na casa deles. Não pelo ocorrido, que foi maravilhoso, mas por desencontro mesmo. Ela comentou que o Marcelo estava viajando, e que não agüentava mais ficar em casa. Combinamos de jantar, na sexta-feira.

Fomos cedo pro Café de La Musique, antes de virar balada. Sentamos lá perto da janela, curtindo o que seriam os últimos dias de verão em pleno inverno gaúcho. Ficamos ali, conversando e bebendo champanhe, enquanto a casa ia enchendo. Muitas taças e um pouco de comida depois, o som já estava bem alto e a azaração já começava.

Logo dois rapazes vieram à nossa mesa, sorrindo e se convidando pra sentar. Vocês sabem que nenhuma de nós duas é santa, longe disso, mas a abordagem de forma grosseira não nos convenceu. Ou melhor, convenceu-nos de que não queríamos eles ali conosco. Decidida a cortá-los logo de cara, a Patrícia ousou:

– Desculpe, mas nós somos lésbicas.

– Duvido! Não existe casal de lésbicas em que as duas são tão bonitas assim. – falou um deles, tentando ser galanteador, mas apenas mostrando o quanto é preconceituoso.

Não demos bola. Continuamos conversando e bebendo, mas menos de cinco minutos depois, eles voltaram com nova investida. Mas nem tiveram chance. A Patrícia, que estava de frente pra eles e viu-os se aproximando, colocou a mão no meu pescoço, sussurrou um “fica fria” e me puxou ao seu encontro, beijando a minha boca.

Seus dedos na minha nuca, sua língua quente e macia explorando a minha boca, seus lábios molhados e com gosto de champanhe tocando os meus, tudo isso me trouxe uma onda de calor e moleza no corpo, e o que era pra ser apenas uma maneira de mandar aqueles dois murrinhas embora se transformou em uma coisa deliciosa. Esse beijo emendou em outro, e parecia que o mundo à nossa volta tinha desaparecido, embora eu sentisse que estava todo mundo nos olhando.

Tentamos nos recompor, mas nossas mãos se juntaram sob a mesa. Não daria mais para continuar ali.

– Vamos para a minha casa? – a Patrícia perguntou, cheia de desejo no olhar. Nem precisei responder. Peguei a minha bolsa e levantei. Saímos de mãos dadas para pagar a conta. Encostado no bar, um dos rapazes que veio até nossa mesa nos olhava atônito. Pisquei um olho pra ele e segui em frente.

Entramos na casa dela bem comportadas. No caminho, cada uma no seu carro, acabamos esfriando um pouco o clima. Fomos para a sacada, não sem antes pegarmos mais uma garrafa de champanhe. Sentei no sofá, enquanto ela servia as taças, e logo ela juntou-se a mim.

– Sacanagem com os meninos, né? Devem ter ficado com cara de tacho. – ela comentou.

– Nada! Devem ter ficado excitados, isso sim!

– Eu também fiquei excitada… – ela falou, encostando a coxa na minha.

Nos beijamos. Mais uma vez me deliciei com a maciez da sua boca, com o gosto bom, com a sua língua quente. Meus mamilos durinhos pareciam que iriam furar a blusinha que eu vestia. Ela notou, e tocou-os de leve, sobre a blusa, com a ponta dos dedos. Senti minha calcinha molhando…

Ela colocou a mão por baixo da minha blusa e foi subindo, a mão e a blusa, até me deixar com os seios de fora, na sacada. Acariciou meus mamilos, e em seguida me surpreendeu: pegou a taça de champanhe e virou um pouquinho no meu seio esquerdo. Quase sem deixar escorrer, abocanhou-o, sugando o champanhe. A bebida gelada e a boca quente me deixaram maluca. Fez o mesmo no outro seio, sorvendo o líquido com ardor e tesão. A taça dela estava no fim, e ainda com a boca no meu seio, mostrou-a para mim, com um olhar desamparado. Sorri, com meu tesão nas alturas, e mostrei a minha taça quase cheia para ela. Ela tomou-a das minhas mãos, e eu juntei meus seios, segurando-os pelos lados, para que ela tentasse beber nos dois juntos. Ela levantou a taça, e foi derramando o champanhe, que respingava no meu rosto, escorria pela minha barriga, mas a maior parte ia para a sua boca, tendo meus seios como taça. Quando acabou ela lambeu todos os lugares em que havia uma gota sequer da bebida. Lambeu minha barriga, meus seios, meu pescoço, meu queixo, e me beijou novamente. Só consegui sussurrar: “vamos para a cama…”. Ela me pegou pela mão e me guiou. Fui atrás, seguindo-a, com a blusa no pescoço e os seios balançando livres enquanto eu caminhava.

Nos jogamos na cama, e eu não saberia explicar como, mas logo estávamos nuas. Não sei se cada uma se livrou das próprias roupas, mas acho mais provável que uma tenha arrancado a roupa da outra. Abocanhei seus seios, enquanto enfiava uma perna no meio das pernas dela. Pressionei a minha coxa na sua buceta, e pude senti-la melada na minha pele. Enquanto passava minha boca de um seio para o outro, roçando-os no meu rosto, ela mexia levemente os quadris, friccionando seu sexo na minha perna. Fui escorregando meu corpo para baixo, beijando sua barriga, mordiscando, até chegar na sua buceta. Passei a língua de cima até embaixo, sentido seu gosto bom. Abri os lábios com os dedos, e enfiei de leve a pontinha da minha língua, fazendo-a abrir ainda mais as pernas para me receber. Depois encontrei o clitóris durinho, e não me fiz de rogada. Passei a língua, primeiro devagar, e depois dando linguadinhas mais fortes nele. Ela gemia e se contorcia, louca de tesão. Enfiei um dedo, depois outro, entrando e saindo, girando-os dentro dela, que me olhava com os olhos semicerrados e beliscava os próprios mamilos. Sentia-a cada vez mais molhada, nos meus dedos, na minha boca. Decidi fazê-la gozar. Segurei seu clitóris entre meus lábios, e chupei-o como se fosse um caralho, enquanto meus dedos entravam e saíam sem parar da sua buceta. Ela não agüentou muito tempo. Gemeu alto, tremeu todo o corpo, ficou ainda mais melada, enquanto me prendia com as pernas, encaixada nela. Fui diminuindo os movimentos, até que ela amoleceu.

Mas ela logo se recompôs, me puxando ao seu encontro. Beijou a minha boca, lambeu meu rosto, melado com o néctar da sua buceta. Saiu debaixo de mim, e fiquei deitada de bruços, enquanto ela deslizava pelas minhas costas, beijando e mordendo, e acariciando com seus cabelos. Chegou na minha bunda, que ela mordeu uma nádega, depois outra, até chegar no meio das minhas pernas. Passou a língua no meu cu, e eu automaticamente me arrebitei toda, facilitando o seu acesso. Ela me pegou pelos quadris, deixando-me de joelhos na cama, exposta, aberta, com o rosto afundado no travesseiro. Enfiou um dedo na minha bunda e outro na minha buceta, e mexia-os ora ritmados, ora desencontrados. Tirava o dedo do meu cu e trocava-o pela língua, me penetrando, me acariciando. Depois enfiava o dedo de novo e fazia a mesma coisa na minha buceta, me levando à loucura, fazendo-me rebolar no seu rosto, nas suas mãos.

Minhas pernas já estavam bambas, e eu mexia como se estivesse sendo fudida por um caralho. Ela, vendo meu estado, resolveu me dar um prazer triplo: um dedo enfiado na minha bunda, a língua na minha buceta e dois dedos brincando no meu grelinho. Gozei, sentindo meu líquido escorrer pelas coxas, empurrando os quadris para trás, como se quisesse ela toda dentro de mim.

Deixei meu corpo cair para frente, e ela deitou-se ao meu lado. Nos beijamos e ficamos trocando carinhos quase que inocentes. Eu disse que precisava ir embora, e ela me convidou para ficar, passar o resto da noite com ela. “Enquanto você pensa, vou encher a banheira e trazer nosso champanhe”, ela falou, já levantando e indo fazer o que dissera. Fiquei pensando… Um belo banho de banheira, champanhe, e todas aquelas sensações deliciosas de novo? Nem preciso dizer que fiquei, né?