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Promoção Dia dos Namorados

27 maio

Que tal deixar o seu dia dos namorados ainda mais gostoso e surpreender o seu amor com uma noite ainda mais quente? Eu e a Club Prive Sex Shop preparamos uma promoção bem legal pra você esquentar ainda mais o clima dessa data muito especial. É assim, ó:

Basta você colocar essa frase, bem como tá aqui, no twitter: “Eu sigo a @clubprivesex e quero ganhar um kit Dia dos Namorados escolhido pela Nathalia do blog @intimoepessoal. http://kingo.to/DnL”. E, claro, tem que ser seguidor do twitter da Club Prive, que é esse aqui, ó: www.twitter.com/clubprivesex. Pode colocar quantas vezes você quiser, e se for dar RT, tem que ser manual, tá?

Ah, o kit que eu escolhi foi esse aqui:

 

Já imaginaram? Uhmmm… delícia!

Boa sorte pra todo mundo!

PS: Ah, bem que o(a) vencedor(a) podia me enviar um e-mail contando como foi a sua noite com esse presente gostosinho, né? rsrsrs

Presente de dia dos namorados – Parte II

22 jun



Leia a primeira parte clicando AQUI.

Ajeitei-me melhor na cama para assistir ao show erótico particular que eu mesma tinha bolado. Os dois nus, se beijando e começando a se acariciar, de cara fez meu tesão ir às alturas. As mãos do Ricardo desciam pelas costas dela, e eu podia senti-las no meu corpo. Ele acariciou a sua bunda, e ela arrebitou-a mais, se oferecendo à ele. E desceu uma mão pelo seu peito, até chegar no pau. Passou a acariciá-lo com maestria, e eu pude vê-lo crescendo entre seus dedos. O Ricardo afastou-se um pouco para trás, dando maior mobilidade ao movimento de mão dela, e então olhou os seios lindos que ela tinha. Levou as duas mãos à eles e passou a tocá-los de leve, com adoração. Espalmava-os com carinho, e deixava escorregar as mãos para ter os mamilos na ponta dos dedos, enquanto ela não para de acariciar o seu pau. Ele não se conteve e baixou um pouco os ombros, levando sua boca de encontro aos seios dela.

Ele lambia e chupava de olhos fechados, louco de tesão, enquanto ela se contorcia para continuar tocando em seu pau, que a essa altura, estava duríssimo. Eu via a língua dele duelando com os mamilos durinhos, para depois colocá-los entre os lábios e chupá-los, ora com carinho, ora com sofreguidão. Levei meus dedos até os meus mamilos, que se não estavam tão durinhos quanto os dela, estavam quase, e uma onda de tesão percorreu meu corpo quando apertei, primeiro o esquerdo, depois o direito.

Se eu já estava com tesão antes, imagina agora! Decidi parar de me tocar, queria prolongar meu prazer e excitação. Acendi um cigarro, enquanto o Ricardo colocava a menina no sofá, e no chão entre as suas pernas, com a boca subindo entre suas coxas, se preparava para lamber a sua buceta. Ela abriu bem as pernas, e com a cabeça jogada para trás, começou a receber o toque daquela língua deliciosa. Eu não enxergava, mas imaginava: a língua percorrendo os grandes lábios, abrindo-os, para achar o clitóris. Lambendo-o em movimentos circulares, até deixá-lo bem durinho, fugindo de vez em quando pra entrar o mais fundo que consegue dentro da buceta. Uma sessão de estocadas com a língua, para depois voltar ao clitóris. Chupando-o, tentando prendê-lo entre os lábios, para chupá-lo como o bico de um seio. Não agüentei e levei a mão para o meio das minhas pernas, enquanto o cigarro queimava praticamente sozinho na outra mão.

Com meu dedo médio eu tentava fazer o movimento que imaginava que ele estava fazendo nela. Meu grelo durinho pedia meu toque, o toque dele, e até o toque dela. Meu tesão chegava nas alturas, e quando ela começou a gemer no sofá, eu comecei a gemer na cama. Apertei uma coxa contra a outra, com a minha mão entre elas. E ali, bem pertinho de mim, ela abriu bem as pernas, segundo os pés, e pelo movimento da cabeça do Ricardo, tive certeza: ele estava fudendo a buceta dela com a língua. Tive que tirar a mão, fechar os olhos para não ver, e tentar pensar em outra coisa, ou então iria gozar naquele momento.

Dei as últimas tragadas no cigarro, e apaguei no cinzeiro ao lado da cama. Ela gemia mais alto, perguntando como ele tinha aprendido a fazer isso. Estava difícil me segurar, e ficou mais ainda quando ele saiu do meio das pernas dela, nu e com o pau duro, e veio até a cama. Ela baixou as pernas e ficou nos olhando. Ele catou uma camisinha nos pés da cama e jogou pra mim. Me olhou com olhos de lince, uma cara de safado, e disse: “coloca pra mim”. Entendi o recado.

Abri a embalagem com os dentes, e fui pra beirada da cama. Lambi e babei bem seu pau duro, posicionei a camisinha na cabeça, e coloquei-a com a boca. A mulher fez um som de espanto, enquanto meus lábios deslizavam até a base, levando junto com meus dedos a camisinha. Ele abaixou-se e me beijou, deixando na minha boca o gosto da buceta dela. E com a mão fez um gesto para que ela se aproximasse.

Ela veio com um andar leve, praticamente flutuando pelo quarto. Sua beleza ainda me impressionava, e tenho certeza que ao Ricardo também. Juntou-se a nós na cama, e o Ricardo puxou-a para si, beijando-a bem ali na minha frente. Ela pegou no seu pau, e ele esticou a mão para mim, arrancando a minha calcinha, enfiando seus dedos na minha buceta melada. Eu fiquei ali deitada, e os dois praticamente sobre mim, trocando beijos cheios de tesão, enquanto o Ricardo enfiava e tirava os dedos de dentro de mim. Ela tocou meus seios, de leve, com carinho, me acariciando com ternura, e então eu não agüentei. Passei a gemer mais alto, e o Ricardo, sabendo que eu iria gozar, aumentou o vai e vem dos dedos, enfiando com força, me abrindo, me alargando. E assim eu gozei, tremendo meu corpo inteiro, arfando, me revirando na cama.

Sem dar um tempo para que eu me recuperasse, o Ricardo mandou que ela ficasse de quatro. Ela o fez, levantando bem a bunda, oferecendo-se toda para ele. Ele se posicionou atrás dela, olhou pra mim, sorriu, e mandou:

– Vem aqui. Enfia meu pau na buceta dela.

CONTINUA…

Presente de dia dos namorados – Parte I

16 jun

O dia dos namorados vinha se aproximando, e eu não sabia o que dar pro Ricardo. Ele tem tudo que quer! Pensei, fiz sondagens, joguei verde, e nada. Então comecei a pensar em uma coisa diferente: um presente sexual.

Fui em uma sex shop, e vi algumas roupas sensuais, jogos, cremes, brinquedos eróticos. Acabei comprando algumas coisas, mas na verdade foram todas pra mim! rsrsrs A semana caminhava a passos largos, e eu começava a entrar em desespero. Na véspera, me decidi. Só que tinha que ser naquele dia. No dia dos namorados seria impossível. Peguei o telefone e marquei. Tinha certeza que ele iria gostar.

Combinei com ele de sairmos pra jantar. Fomos comer sushi, e comecei a provocá-lo. Sussurrava no seu ouvido que estava com muito tesão, e dizia as coisas que queria fazer com ele naquela noite. Por baixo da mesa, acariciava seu pau, deixando-o duro entre meus dedos, sobre a calça. Ele, que também não é santo, entrou no clima. Me beijava e tentava colocar a mão sob minha blusa. Melhor sair do restaurante, né?

No carro, eu disse a ele qual o motel que queria ir. Ele estranhou, normalmente vamos pra casa dele, mas hoje não daria pra ser assim. “Eu quero ir nesse…”, ronronei no seu ouvido, enquanto descia o zíper da sua calça. Ele não protestou. Não sabia se dirigia devagar, para prolongar o arreto no carro, a punheta que recebia, ou se acelerava pra chegar logo e me comer. Mal sabia ele!

Da janelinha da portaria do motel, a atendente, que nos olhava de um nível mais elevado, arregalou os olhos quando me viu masturbando o Ricardo. Ele tinha pedido o quarto, e quando viu que ela notou meus movimentos, fez a sua melhor cara de canalha, e falou pra ela: “Tem que ser rápido, senão não adianta mais!”. Sempre metido a engraçadinho com as mulheres. Ela enrubesceu, sorriu, e passou a chave pra ele.

Entrei no quarto puxando-o pelo pau, e tão logo ele fechou a porta, pulou em cima de mim. Fiz o possível e consegui me desvencilhar, e pedi pra ele encher a banheira. Ele disse um “depois” entre os dentes, e veio de novo pra cima de mim. Saí correndo pelo quarto, e ele atrás. E agora? Eu precisava colocar meu plano em prática, e pra isso precisava mandar uma mensagem no celular. Ele me espremeu contra a parede, levantando a minha blusa, enfiando uma perna entre as minhas. Peguei seu pau e voltei a masturbá-lo, e eu fui escorregando pra baixo na parede, até ficar de joelhos no chão. Coloquei seu pau na boca, enquanto ajudava-o a se livrar das calças. Chupei com força, massageando as bolas, arranhando suas coxas, levando-o à loucura. Agora foi a vez dele tentar se desvencilhar, mas não deixei. Aumentei o ritmo e fiz ele gozar na minha boca. Ele me puxou pra cima e me beijou, falando: “Agora eu posso ir encher a banheira…”.

Ele entrou no banheiro, e eu voei pra minha bolsa. Peguei meu celular, e mandei a mensagem com o número do quarto. Segundos depois, a resposta: 10 minutos. Ele apareceu na porta, e disse que enquanto a banheira enchia, iria tomar uma chuveirada. Perguntou se eu queria ir junto, ou iria esperar a banheira. Eu disse que iria esperar. Assim que ele abriu o chuveiro, chamei a recepção e avisei que estávamos esperando uma pessoa. Depois liguei a TV e fiquei vendo o filme pornô que passava. Na tela o homem comia sem dó uma ruiva, que chupava o pau de outro homem. Aumentou ainda mais o meu tesão.

Ele saiu do banho, completamente nu, a tolha pendurada no ombro, e me avisou que a banheira estava quase no ponto. Pedi que ele fechasse o registro, pois agora estava passando um filme legal. Ele olhou pra tela, balançou a cabeça como quem diz “tu não tem jeito, mesmo”, e foi fechar o registro. Depois deitou-se ao meu lado na cama, quando alguém bateu na porta.

– Tu pediu alguma coisa? – ele me perguntou.

– Pedi. Pega pra mim?

Ele colocou a toalha na cintura e foi até a porta. Deslizei até os pés da cama para ver a cena. Ele abriu a porta e disse:

– Oi.

Eu não enxergava quem estava ali, mas ouvi a voz feminina falar:

– Tu é o Ricardo?

– Sou.

– A Nathalia fez um pedido. Posso entrar?

Ele se afastou da porta, confuso.

– Claro. – ela foi entrando, enquanto ele fechava a porta – O que ela pediu?

Quando ele se virou, ela já tinha largado a bolsa sobre a mesa e estava se livrando do casacão que vestida, de costas pra ele. Deixou o casaco cair, e de frente pra ele, apenas de salto alto, disse:

– Ela pediu seu presente de dia dos namorados. Sou eu. Feliz dia dos namorados!

Ele ficou literalmente de boca aberta. A menina era fenomenal, ainda melhor do que as fotos que eu vira no site. Os seios perfeitos, apontando para o céu, longos cabelos negros que desciam pelas costas, a bunda mais redonda que eu já tinha visto, e pernas que pareciam torneadas em horas de academia. Era impressionante.

O Ricardo finalmente se mexeu. Falou um “uau!” como o de um menininho que vê pela primeira vez uma mulher nua, caminhou até ela, parou. Ela sorria satisfeita, sabedora que era do poder que sua beleza exercia sobre os homens. Ele levantou um dedo, pediu um minuto à ela, e veio até mim. Me deu um beijo quente, cheio de amor, cheio de tesão, pegou meu rosto entre as mãos e disse: “Te amo, te amo, te amo! Muito obrigado!”. Eu sorri, empurrei-o para fora da cama e falei:

– Vai. Aproveita o teu presente.

A menina nos olhava sorrindo. Piscou pra mim. Sorri pra ela. E o Ricardo tomou-a nos braços e eles se beijaram…

CONTINUA…