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Parte II – Calor na pista de dança

26 nov

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Já dentro do casarão, pude ver do que se tratava: uma casa de swing. Mas diferente de todas as outras que eu já havia conhecido. A decoração lembrava as mansões que vemos em filmes, e o público parecia ser de ótimo nível social. A hostess veio nos receber, e descobri que nossa presença já era esperada ali. Ofereceu-se para mostrar-nos a casa, e a seguimos por um tour.

A parte de baixo tinha vários ambientes, um bar, um restaurante, imensas janelas que davam para um jardim belíssimo, todo iluminado, e uma piscina. Tinha também uma pista de dança, onde várias pessoas se divertiam ao som da Madonna.

No andar superior, mais um grande salão, com vários ambientes, poltronas confortáveis e sofás, e então vinham as suítes, algumas envidraçadas, algumas sem portas, e ainda outras privadas.

Fomos apresentados a uma moça baixinha, lindíssima e toda mignon, metida em um sexy uniforme de garçonete, todo colado ao corpo e com um imenso decote. Seu nome era Márcia, e ela que nos serviria durante a noite. Na primeira oportunidade eu brincaria com o Ricardo sobre a vontade dele de saber até onde ia a servidão da moça. rsss

A hostess se despediu, colocando-se à disposição para qualquer coisa que precisássemos, e com um leve roçar no meu braço sorriu, dando um ar safado àquele “qualquer coisa”. Pedimos um champanhe para a Márcia, enquanto tentávamos quebrar o gelo e nos acostumarmos com o local. Descemos para a pista de dança, e o Ricardo me encorajou: “vai dançar”. Pedi que ele viesse comigo, mas ele negou, dizendo: “dança pra mim”.

Não preciso de muito para entrar no clima, e logo estava dançando pra ele. Mexia e remexia ao som da música, olhando nos seus olhos carregados de desejo. A pista começou a encher, a música era ótima, e chegou um momento em que todo mundo dançava com todo mundo. Tinha um casal bonito perto de mim, e a menina veio chegando mais perto, e nossos corpos já praticamente se tocavam quando o rapaz também se aproximou. Olhei pro Ricardo, meio sem saber o que fazer, mas ele sorria divertido. O casal notou que eu estava acompanhada, e olharam pro Ricardo também, que levantou a taça de champanhe como quem diz “saúde”. Não sei se a temperatura que subia rapidamente, ou se era o calor da hora, mas eu suava no meio da pista de dança, ora com a menina na minha frente, nossas coxas se tocando, se cruzando, e o rapaz atrás de mim, roçando o corpo no meu, e ora o contrário.

Depois de algumas músicas, suada e excitada, pedi licença e fui até o Ricardo, que me recebeu com um beijo quente e uma taça de champanhe bem gelada, e sussurrou no meu ouvido: “fiquei de pau duro de te ver assim”. Levei minha mão até ele, sobre as calças, pude senti-lo pulsando de tesão. Não tive dúvidas, voltei pra pista de dança.

Fui recebida com felicidade pelo casal, e voltamos ao nosso delicioso sanduíche. Mas desta vez o recheio era trocado e mais ousado. Quando o rapaz estava atrás de mim, já encaixava sem pudor seu volume na minha bunda, e a menina já corria as mãos pelo meu corpo, tocando de leve nos meus seios. Eu também não era santa, e acariciava-os e me oferecia também. Olhei em volta, e não era muito diferente. O clima estava cada vez mais quente e ousado na pista. A garota veio ao meu ouvido e falou: “Nós vamos subir, quer vir com a gente?”. Disse pra ela que falaria com o Ricardo, que eles subissem, e que nos encontraríamos depois.

Os dois saíram, e antes que eu chegasse onde estava o Ricardo, um homem pegou na minha mão, me chamando pra dançar com ele. Pensei nos dois lá em cima, no Ricardo ali excitado, nas mil e uma possibilidades da noite naquela casa, e resolvi que a noite estava só começando: comecei a dançar com o homem.

 

Continua…

 


Somos um!

5 jun

 

Recebo no meu e-mail, no orkut, e já recebemos até aqui nos comentários, dúvidas quanto a nossa identidade, isso nos diverte muito.

Pensarem que somos um só é um elogio, acreditem… rs

Mesmo porque, isso demonstra que estamos tão sintonizados um com o outro que fizemos uma simbiose perfeita…rsrsrs

Gosto tanto desse pensamento que acho que vou incentivá-lo…rs

Ontem, na cama, eu e o Ricardo nos tornamos um só realmente, quando nossos corpos se encaixam na perfeição com que nos encontramos, na respiração acelerada, na mistura do suor dos nossos corpos, no brilho que descobrimos nos olhos um do outro, no encontro das nossas bocas famintas, perdidas em repetidos beijos, no sexo dele pulsante e duro dentro do meu molhado e igualmente pulsante, no abraço, onde não conseguimos saber onde um começa e o outro termina, somos um só.

Quando nossos gemidos, sussurros, gritos se elevam sem que possamos controlar.

Quando o gozo nos encontra famintos e nos arrebata, deixando-nos exaustos e saciados, ainda aí, somos um!