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Domingo de sol

20 out

 

Eu não voltei aqui no sábado pra contar nada, eu sei. Passei o dia me arrastando dentro de casa, comendo pipoca e vendo TV. Sem ânimo, sem paciência. Acabei dormindo cedo, e por incrível que pareça, dormi como uma pedra.

E já que dormi cedo, no domingo acordei cedo também. E pra minha total satisfação, fez um dia lindo. Muito sol, temperatura agradável. Troquei de roupa rapidinho e fui dar uma caminhada no parque, fazer um pouco de exercício.

Voltei pra casa às 10, e fui me preparar. O Ricardo chegaria às duas da tarde, e eu iria buscá-lo no aeroporto. Enquanto enchia a banheira, atualizei a depilação, do jeito que vocês sabem que eu gosto. Depois tomei um banho demorado, fiz hidromassagem, cada vez mais excitada com a chegada dele, e tive que me segurar pra não me tocar.

Escolhi um vestidinho solto, obviamente sem nada por baixo, e uma sandália. Às duas em ponto o avião tocava o solo, e eu esperava no saguão. Mais uns quinze minutos naquela função de desembarque, malas na esteira… e ele passa pela porta. Vem em minha direção, um sorriso lindo no rosto, os braços se abrindo pra mim… Me pega e me rodopia no ar (levemente, acho que não deu pro resto do povo ver minha falta de trajes íntimos rsss), me beija… Que saudade!

Já no carro, pergunto se ele está com fome, se quer almoçar, mas suas mãos já sobem pelas minhas pernas. Por isso ele não quis dirigir, o tarado! Pra ficar com as mãos livres. Com sua mão me forçando a abrir as pernas, ele diz: “Quero… almoçar a tua buceta…e de sobremesa a tua bunda”.

Soube que não conseguiríamos chegar até a casa dele. Fui direto pro motel que fica a menos de um quilometro do aeroporto. Peguei a chave, e ainda na garagem, dentro do carro, o meu vestido virou cinto. Ele baixou as alças, liberando meus seios, e a parte de baixo já estava bem acima das minhas coxas. Sentia a sua barba por fazer roçando a minha pele, enquanto ele abocanhava meus seios, e abria mais e mais as pernas, querendo que seus dedos entrassem ainda mais dentro de mim.

Não sei como, mas conseguimos chegar no quarto. Abraçados, nos beijamos deliciosamente, enquanto eu sentia seu pau duro, ainda dentro das calças, de encontro ao meu corpo. Mas estávamos sedentos, muito excitados, e mesmo com todo o resto do dia à nossa disposição, era como se tivéssemos pressa.

Ele me colocou de quatro, na beirada da cama. E lambeu a minha buceta, fudendo-a com a língua. Eu me contorcia, e me arrebitava toda, pedindo mais. Ele subiu a língua, e passou a lamber meu cu. Eu, delirando de prazer, passei a rebolar levemente. Estava quase gozando, quando ele, abrindo as calças e fazendo seu pau apontar pra mim, disse: “Sei que não é certo, mas vou comer a sobremesa primeiro”.

Foi uma longa e deliciosa tarde. Matamos a saudade, transamos de tudo que foi maneira, conversamos… E tive mais uma vez a certeza de que depois da chuva, sempre vem o sol.

 


Eu já… – Nathalia

18 jun

 

A Pimenta Jalapeño, lá do Pimenteiro, nos convidou a participar da brincadeira e eu adorei a idéia!

Aqui vai o meu “eu já”:

Eu já…

… beijei mais homens em uma mesma noite do que os dedos das minhas duas mãos poderiam contar. (dêem um desconto, eu era novinha, tava bebinha e era carnaval)

… fiz sexo com mais de uma pessoa ao mesmo tempo.

… tive tesão por namorados de amigas.

… dei pra dois desses citados acima.

… em um dos casos a amiga tava junto.

… fiz inversão de papéis, isto é, comi homens com um vibrador preso na minha cintura.

… transei amarrada, vendada e amordaçada.

 

… fiz strip em um puteiro, só porque ele duvidou.

… me exibi na web cam.

… saí de casa no frio, de madrugada, só de sobretudo, pra transar com uma pessoa que mal conhecia.

… transei na sacada do apartamento, vendo o por do sol.

… fiz várias vezes sexo por telefone com um vizinho que até hoje não sei quem é, mas que me viu nesse dia da sacada, e descobriu meu telefone.

… transei no primeiro encontro.

… encontrei só pra transar.

… menti que ele era enorme, só pra não deixar ele chateado.

… menti que não tava doendo, porque senão ele ia parar e eu queria continuar.

… me masturbei sozinha num banheiro sujo, por não agüentar de tesão.

… fui encoxada no ônibus, e gostei.

… fui encoxada em tudo que é lugar, e odiei.

… fiz DP.

… chorei por um amor não correspondido.

… gozei muito em público, sem ninguém notar (eu acho).

 

… comprei muita coisa que não precisava.

… realizei minha fantasia de ver dois homens transando, e participei.

… falei a verdade, mesmo sabendo que o resultado seria trágico (e foi).

… continuei a transa, mesmo achando terrível.

… neguei sexo, mesmo morrendo de vontade, só pra me fazer de difícil.

… transei em carro, barco, apoiada em uma moto. Só me falta avião!

… fiz sexo numa limusine em movimento, olhando nos olhos do motorista pelo retrovisor.

 

… tive um ataque de riso na hora errada, e pegou muito mal. Muito mal mesmo! rsss

 

… fiz sexo no banheiro da balada.

 

… fiquei paquerando o garçom, e depois tive que fugir do bar.

E agora tenho uma proposta pra vocês: escolham quais das minhas confissões acima que gostariam de saber mais detalhes, e eu tento contar aqui, tá?

E vamos esperar pelas confissões do Ricardo! Estou ansiosa! rsss

Convido o MaridoM e a EsposaE, do blog Entre Todas as Paredes para contar pra gente o que “eles já”…

 

Dogging

3 jun

 

Você sabe o que é “dogging”? Eu nunca tinha ouvido falar, portanto não fazia a mínima idéia. Até que uma amiga me contou: é o termo usado para práticas sexuais exibicionistas ao ar livre.

E me disse mais, a minha amiga: que ela e o namorado praticavam sempre. E ainda perguntou se eu não tinha interesse em ao menos ver como era.

Entusiasmado que fiquei, logo fiz ela me explicar tudo direitinho. Funciona mais ou menos assim: existem locais pré-combinados entre as pessoas, como o estacionamento de uma praça, um drive-in, ou coisa do gênero. Os casais estacionam os carros ali e partem para a ação, vendo e sendo vistos uns aos outros. E, de certa maneira, por quem passar ou estiver por ali. Ela me contou que existem alguns códigos e regras, por exemplo: se as janelas do carro permanecem fechadas, apenas se pode olhar. Se as janelas estão abertas, pode interagir, desde que com a concordância do casal.

Por fim, me disse que na sexta-feira seguinte iria me ligar para me passar o local e o horário em que iriam “levar o cachorro para passear”*.

Claro que, quando contei pra Nathalia, ela ficou animadíssima com a idéia. Difícil foi esperar até a sexta-feira. Mil coisas passavam pela nossa cabeça, e estávamos cada vez mais excitados com a idéia.

Na sexta à noite, já com a informação do local no bolso, saímos para dar uma volta antes. A Nathalia não agüentava mais esperar! De saia curta, soltinha e sem calcinha, queria sair de casa. Eu dirigia pelas ruas da cidade, enquanto ela ao meu lado me instigava, dizendo o que faríamos dentro do carro, e o que ela queria ver os outros fazendo. Seus seios quase furavam a blusa, e só pelo seu olhar (que conheço bem) eu podia ver a excitação crescente.

Quando paramos no sinal vermelho e ao nosso lado, justamente no lado dela, parou um ônibus, ela olhou pela janela. Me disse que tinha três caras olhando pra ela da janela do ônibus. E disse que queria brincar com eles. Colocou o dedo médio na boca, olhando pra eles, e depois levou-o até o meio das pernas, já entreabertas e com a saia sendo levantada.

O sinal ficou verde e perdemos o ônibus de vista, mas ela continuava querendo aprontar. Não parou de se tocar e me excitar até chegarmos ao local combinado.

Pisquei os faróis duas vezes, como me fora orientado, e estacionei bem próximo de outros três carros que já estavam ali. No primeiro, a fraca luz que vinha dos postes da rua nos deixava ver um casal no banco de trás. A mulher com os seios de fora, e seu companheiro lambendo-os e deliciando-se. Ela olhou pra nós e sorriu.

No segundo carro os bancos estavam reclinados, e tivemos uma certa dificuldade em enxergar o que acontecia. O homem estava deitado no banco reclinado, enquanto a mulher, de joelhos no banco do passageiro, fazia-lhe sexo oral. Podíamos ver os quadris dela mexendo ritmados.

O terceiro carro era o da minha amiga e seu namorado. Acho que estavam esperando por nós, pois quando estacionamos ela desceu do carro e veio nos receber. Disse que estava feliz por termos aceitado o convite, e que esperava que ficássemos á vontade. Despediu-se dizendo que o namorado a esperava, mas que quem sabe não voltaria depois para juntar-se a nós.

Mas ela não entrou no carro. Abriu a porta do motorista, e seu namorado virou-se para fora. Ela desabotoou-lhe as calças, e agachada ali na rua colocou seu pau na boca. Olhei para o lado e vi a Nathalia boquiaberta com a cena.

Levei minha mão até o meio das suas pernas, que ela instintivamente abriu, e senti sua umidade. Fiquei acariciando-a, enquanto ela trocava de um carro para outro o seu olhar. Tateou meu colo até conseguir abrir minhas calças e liberar meu pau, que passou a masturbar, sem tirar os olhos do que acontecia em volta. Ela estava cada vez mais excitada, eu podia sentir nos meus dedos, mas parecia em transe.

Nos carros, o sexo já rolava solto. A mulher que antes tinha os seios chupados, agora cavalgava sobre o seu acompanhante. A minha amiga, ainda fora do carro, estava sentada no colo do namorado, mexendo sem parar. Senti a Nathalia estremecer, apertar minha mão entre as pernas, e jogando a cabeça pra trás e apertando meu pau com a mão esquerda, gozar.

Depois de alguns minutos recomeçou a me masturbar, e com a cara mais safada do mundo, e competitiva como toda mulher, me disse:

– Aquela sua amiga se acha, né? Fica ali fora do carro pra se exibir. Quer aparecer mais que os outros?

Eu apenas ri, e ela continuou:

– Quer mostrar como se faz, quer? Me fode em cima do capô?

Ah, essas mulheres…

* Aparentemente, o termo dogging veio de pessoas que saem de casa dizendo que vão levar o cachorro para passear, mas que na verdade buscam algo mais excitante, como ver casais transando.