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Calcinha vibratória, presente Sexy Hot!

27 jan

No final do ano tive uma grata surpresa! O Sexy Hot me convidou para testar um dos produtos da sua sex shop. Honrada e lisonjeada, logo entrei no site para escolher com qual deles eu faria o test drive.

Confesso que eu não sabia que o canal tinha uma sex shop, e quando entrei no site, descobri que eles têm muito mais. Tem contos eróticos, tem um blog bem interessante, muitas fotos e vídeos.

Mas animada que estava com a possibilidade de escolher um produto, me detive na loja. Oh, dúvida cruel! Tanta coisa legal, minha imaginação já a mil por hora, queria quase tudo! 55 minutos depois, enfim escolhi: uma calcinha vibratória!

 Como recebi o envelope (lacrado e discreto, of course) apenas dois dias antes de sairmos de férias, não tive dúvidas: coloquei-o na mala e levei na viagem. Mas acabei não tendo a oportunidade de usá-la, infelizmente.

Já de volta ao Brasil, na primeira semana mesmo liguei pro Ricardo, para combinar de sairmos pra jantar. Saí do trabalho, passei em casa, tomei um banho demorado, coloquei um vestidinho solto e a calcinha. Fomos ao meu sushi preferido, e lá pela segunda ou terceira taça de champanhe fui ao banheiro e acionei o vibrador.

Não senti nada. N-A-D-A! Que raiva! Fui ao banheiro de novo, ajeitei, reposicionei, e voltei para  a mesa. Mais um copo de champanhe e então finalmente senti algo: desconforto. Obviamente a minha decepção se fez notar.

O Ricardo, que até então não sabia que eu estava usando a calcinha, me olhava curioso, me vendo murchar em decepção. Contei pra ele que estava com a calcinha, que era uma surpresa pra ele, e que a minha intenção era gozar segurando os hashis, sem ele entender o porque! rs

Voltei pra casa desanimada, nem tive mais vontade de esticar a noite. Uma pena. Deixei de lado a calcinha vibratória.

Mas na semana passada eu estava sozinha em casa. As crianças na praia, o Ricardo fazendo sei lá o que, e eu ali embaixo do ar condicionado, apenas de roupão e lendo um livro. E de repente lembrei novamente da calcinha. Tá bom, tá bom… Não foi tão de repente assim. Eu tinha deixado o livro de lado um pouco e liguei a tv, acabei indo parar nos canais pornôs, tava lá o Sexy Hot, e eu lembrei da calcinha. Sim, eu vejo canais pornôs. #prontofalei.

Fui até o armário, peguei a calcinha, vesti, deitei na cama e tirei do canal pornô. Não queria ficar excitada pelo que via, e sim pelo que sentia, se é que dessa vez eu sentiria alguma coisa. Voltei ao livro, com o vibrador já funcionando.

Duas páginas depois, uma sensação gostosa começou a tomar conta do meu corpo. Não sei explicar, não parecia tesão, parecia mais aquela sensação que dá depois que a gente sai de uma banheira de hidro, sabe? Uma leveza e uma moleza, sei lá! Não consegui mais me concentrar na leitura. O torpor foi aumentando, uma coisa cada vez mais gostosa emanava do meio das minhas pernas. Uma delícia!

Pressionei uma perna contra a outra, sentindo meus mamilos cada vez mais durinhos. Sem ao menos perceber, já estava tocando-os com as pontas dos dedos. Apertei mais as pernas, e a vontade que eu tinha era de enfiar a calcinha com o bendito vibrador dentro de mim. Peguei meus seios por baixo, com a mão em concha e lambi, primeiro um, depois o outro, quando o gozo começou.

E beliscando meus próprios seios, a boca aberta soltando gemidos sussurrados, gozei gostoso, sem ao menos tocar a minha buceta.

Já com o vibro desligado, mas ainda jogada na cama, agora de pernas abertas e sentindo meu corpo flutuar, eu pensei: obrigada, Sexy Hot!

Ai que calor!

8 maio

Andar pela cidade sob o sol é algo horrível.

Quando percebemos o suor escorre pelas costas, a maquiagem parece pesar uma tonelada, o cabelo que gruda na pele e a vontade é de ficar completamente nua.

Pior ainda é estar sobre um salto alto, uma saia justa e a calcinha saindo do lugar.

Já estava pra lá de irritada quando resolvi entrar numa lanchonete e pedir algo bem gelado.

Aproveitei e fui ao banheiro, lavei o rosto, refiz a maquiagem, arrumei o cabelo, coloquei a calcinha no lugar, voltei para frente do espelho e foi o tempo para a maldita calcinha sair do lugar novamente. Não pensei duas vezes, com toda a irritação acumulada até ali, simplesmente levantei a saia, tirei a calcinha, coloquei-a na bolsa e me senti livre.

Como um pedacinho de pano tão pequeno pode nos incomodar tanto?

Voltei para a lanchonete e sentei à mesa, desfrutando do ar condicionado, minha bebida e a liberdade de estar sem a calcinha.

Fiquei ali, completamente alheia a minha volta. Já refeita, paguei a conta e fui em direção ao estacionamento.

Durante o percurso, senti olhares insistentes, mas não me ative a nenhum deles. Ao chegar ao meu carro, alguém me segura pelo braço, já com o corpo completamente colado ao meu, sussurra em meu ouvido: “onde foi parar a tua calcinha”, eu já excitada respondo: “na bolsa”, ele retruca: “então vamos ver como fica a pele sob a saia, entra no carro”. Não penso duas vezes para entrar no carro com meu acompanhante, e já ao abrir a porta, sou empurrada para dentro, tendo meu rosto voltado e um beijo tão profundo e intenso que me deixa tonta.

A mão, grande, com um toque rude, que sobe pela minha coxa, me tirando gemidos de prazer, até que toca meu sexo, com segurança e firmeza, encontrando-o já molhado, pronto a receber o dedo que invade seu interior, inspecionando, instigando, me deixando louca, enquanto a outra mão encontra o botão da minha camisa, desabotoando-a e encontrando meu seio já inchado e desejoso.

 

 

Tudo acontecia numa velocidade alucinante, e nem nos dávamos conta de que estávamos a plena luz do dia, dentro de um carro, em um estacionamento qualquer, de uma cidade movimenta, e que poderíamos ser pegos (talvez que isso nos excitasse ainda mais, se ao menos parássemos para pensar no assunto) a qualquer momento.

Minhas mãos frenéticas procuravam desatar o cinto, abrir o botão, abaixar o fechecler, aquele espaço pequeno, impossibilitando a mobilidade, tudo contribuía para o sangue jorrar forte na corrente sanguínea e a loucura tomar conta de nós dois.

Finalmente encontramos uma posição e conseguimos saciar a fome que nos consumia, e me senti invadir por ele, não com delicadeza, mas com paixão e violência, e não muito depois, explodi num gozo alucinante, acompanhada por ele pouco depois.

Já saciados, recuperando a respiração, olhamos um para o outro e rimos, realmente somos loucos, mas que delicia de loucura. Ele desliza os dedos pelo meu rosto, afasta uma mecha do meu cabelo, e pergunta, na maior inocência: “Como foi seu dia, babe?”