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Nossas fotos eróticas – Parte I

8 out

Dia desses, revirando caixas no fundo do meu armário, encontrei umas fotos que fazíamos, o Ricardo e eu, logo que começamos a namorar. Ele tinha uma Polaroid, e nenhum de nós dois tínhamos muito pudor! rsrsrs Encontrei fotos minhas, nua, fazendo poses sensuais para as lentes; fotos dele, com o pau na mão, exibindo-o para mim, fotos nossas, tiradas por nós mesmos enquanto transávamos. Me deu uma saudade daquele
tempo, quando fazíamos as coisas sem muita preocupação, tomados por um tesão incontrolável que nos cegava para os perigos da exposição.

Conversei sobre isso com ele, que na mesma hora “se convidou” para jantar aqui em casa e rever as nossas fotos. O dia foi passando, as fotos ali sobre a bancada, e eu fui tendo idéias. E vocês sabem, eu vou tendo idéias e vou ficando com tesão ao mesmo tempo! No final da tarde mandei um torpedo pra ele: “Estou olhando nossas fotos… Meu corpo mudou. Estamos os dois diferentes. Temos que renovar as lembranças…” Ele sempre foi mais relutante que eu com essa coisa de fotos, por mim já tinha enchido o blog com fotos minhas! Ele respondeu: “Se teu corpo mudou, foi pra
melhor. Levo a câmera e fazemos o tira teima”. Nossa, que fácil! Decerto ele achava que eu só queria fotos minhas. Mandei outro torpedo: “O teu pau tá maior agora, vou te provar por fotos o que sinto dentro de mim”. Pronto. Deixei claro que ele também seria fotografado! rsrs Ele não me respondeu mais, e eu, excitada, resolvi armar um cenário para as fotos. Espalhei nossas fotos antigas sobre a cama, separei velas com aromas e muita lingerie sensual. Já me imaginei vestida como uma puta, cheia de tesão e ousadia, e separei até alguns brinquedinhos sexuais para usarmos nas fotos. Sentia minha umidade entre as pernas, antevendo uma noite deliciosa!

Abri um champanhe e, com a garrafa e uma taça na mão, fui tomar um banho de banheira. Entrei e fiz espuma, e com a taça na mão comecei a relembrar de nós dois. O encantamento instantâneo, a “liga” mágica, o encaixe perfeito dos nossos corpos. Da vez em que passamos um final de semana inteiro sem sair de um quarto de hotel, sem comer, sem fazer mais nada além de sexo. Muito sexo. E a primeira vez que vi ele comendo outra mulher? Eu já tinha feito isso, com outra pessoa. Mas naquele dia me perguntei se agüentaria com ele. Eu não quis participar, naquele momento o meu tesão era ver o tesão dele. Fiquei sentada em um canto do quarto, enquanto ele comia uma garota de programa. Minha preocupação infantil era se ele faria as coisas da mesma maneira que fazia comigo, e se ele morreria de tesão, gemeria e faria as mesmas caras que fazia enquanto metia aquele pau gostoso em mim. Não sei se ele fez igual ou não, pois em determinado momento me perdi com meus dedos entre as minhas pernas e gozei loucamente, três vezes seguidas, logo após de vê-lo sentado na beira da cama, a menina de joelhos no chão engolindo seu pau, e ele com os olhos cravados nos meus mexendo a boca em uma declaração silenciosa: “eu te amo”.

Lembrei de muitas outras coisas, muitas já contadas aqui no blog, e sem agüentar mais posicionei o jato da hidromassagem para o meio das minhas pernas. Gozei sem usar as mãos, tendo na mente a imagem dele me comendo sem parar, de tudo que é jeito, em tudo que é lugar. Delícia.

Já mais relaxada e com meia garrafa a menos, saí do banho. Decidi abandonar a garrafa, e com o celular na mão, digitei outra mensagem pra ele: “Como quer o programa hoje?”. Pronto. Agora ele sabia que eu definitivamente estava para o crime. Seria a puta dele esta noite, faria o que ele quisesse. E logo veio a mensagem dele, me dizendo como me queria: “Te quero vulgar, baixo nível e preparada pra levar pau e tomar porra a noite toda!”. Aff! Pelo jeito ele também viria no mesmo nível! rsrsrs

Abri a porta pra ele pouco antes das nove. Ele parece ter gostado do que viu: um batom vermelho carregadíssimo, assim como o resto da maquiagem. Uma mini saia que mal cobria minha bunda, em cima de uma meia arrastão já beeem usada. Uma mini blusa vermelha bem fuleira, que deixava, por baixo, meu umbigo de fora, e por cima, mal cobria meus seios. E também uma bota preta acima dos joelhos. Ele veio junto a mim e apertou minha bunda, forte, rude, e quando procurei sua boca ele me negou: “puta não beija na boca… essa tua boca só serve pra chupar pau”. Não sei o que acontece comigo, mas quando tô no clima, qualquer coisa que ele faça ou fale, me deixa maluca! Uma onda de tesão percorreu meu corpo quando ele falou isso. E ele continuou: “Desfila… Anda pra lá e pra cá… Quero ver se vale o investimento…”.

Caminhei até a extremidade da sala e, quando me virei, ele já estava ajustando a máquina fotográfica. Comecei a andar na sua direção, rebolando mais que o normal, enquanto ouvia os cliques. Cheguei bem perto e, com as palmas das mãos apertando as laterais dos meus seios, um de encontro ao outro, fiz pose para a câmera. Ele esticou a mão e tocou meus seios, primeiro com carinho, depois apertando e beliscando meus
mamilos sobre a blusa. Sem parar de fotografar os acontecimentos. “Dos peitos eu gostei… Agora quero ver a bunda!”, ele falou. Fui até o sofá, rebolando ainda mais, e ele veio andando atrás de mim. Fiquei de joelhos e arrebitei a bunda o máximo que pude, e olhei-o sobre os ombros. “Gosta?”, perguntei. Ele esticou a mão e subiu minha saia. Apalpou minha bunda, apertou, até deslizar sua mão pelo meio, passando pelo meu cuzinho, chegando na minha buceta. Enganchou os dedos na meia e com um puxão rasgou o meio das pernas. Levei um susto, e outra descarga de tesão, esta mais forte ainda, explodiu no meu corpo. Com o caminho livre, senti seus dedos me explorando. “Tá melada…”. Fiz que sim com a cabeça. Ele enfiou dois dedos. “Isso é tesão ou é porra de outro cliente?”. “É porra… De dois clientes… Dei pra dois ao mesmo tempo mais
cedo…”, falei, e imaginado isso fiquei ainda mais molhada. Ele enfiou o terceiro dedo, me alargando, mexendo e girando-os dentro de mim. Me abri ainda mais, mas ele tirou a mão ao mesmo tempo em que, com a outra, me pegava pelos cabelos e puxava minha cabeça para trás. Enfiou os dedos melados na minha boca, e chupei-os com sofreguidão, enquanto ele me dizia: “Chupa a porra deles então, puta chinelona!”. Chupei, imaginado que tinha porra mesmo naqueles dedos, e sentindo o gosto do meu próprio tesão. “Agora tu mesma pega a porra… Não vou sujar meus dedos…”, ele falou. Fiz exatamente o que ele pediu: Enfiava meus dedos na minha buceta e levava-os à minha boca, enquanto ele fotografava sem
parar.

“Deixa eu te chupar?”, pedi ronronando. Podia ver o seu pau duro quase rasgando as calças. Ele se aproximou, e me pegando pelos cabelos novamente, passou meu rosto pelo volume da calça. Que delícia! Mas logo se afastou novamente. “Não sei… Tu não me convenceu ainda…”, disse. “Enfia esse pau na minha boca que vai ter certeza…”, falei, desejando mais do que nunca chupá-lo. “Eu não… Aí, gostando ou não, vou ter
que pagar!”. Eu ia sugá-lo pau afora, ele iria ver só! Falei: “A chupada é de graça… Como um test drive…”. Ele soltou uma risada sonora. “Rá! Não sei se tu não sabe ganhar dinheiro ou se é muito confiante!”. “Coloca esse pau pra fora e saberá!”, rebati.

Fiquei de joelhos na sua frente, e comecei lambendo aquela cabeça inchada. Passei a língua em movimentos circulares e deslizei meus lábios, beijando e chupando. Depois empurrei seu pau em direção a barriga e desci a língua em toda a extensão, até chegar no saco. Lambi e chupei suas bolas, sentindo seu pau batendo em meu rosto, ao mesmo tempo em que arranhava de leve suas coxas. Subi as mãos e apertei sua bunda, ao
mesmo tempo em que fazia seu pau deslizar o máximo possível para dentro da minha boca. Ele gemeu, e eu caprichei ainda mais. Com as duas mãos nas suas nádegas, passei a comandar o movimento dos seus quadris, fazendo seu pau fuder minha boca como se fosse uma buceta. Fazia isso tudo olhando para cima, fazendo minha melhor cara de safada pras fotos que ele não parava de bater. Acima da câmera, ele sorria satisfeito. Acho que fui aprovada no teste!

CONTINUA…

Fazendo as pazes na cama

30 nov

Eu andava muito irritada com o Ricardo. Coisas de casal. Eu tenho minhas má fases, ele tem as dele, todo mundo tem as suas. O brabo é quando as fases ruins são juntas! rsrsrs

Fora que ele tem uma mania, independente da fase, de querer centralizar as decisões do que vamos fazer. Se eu quero comer sushi e ele quer churrasco, adivinha aonde vamos? E dirigindo, então? Ele chega ao ponto de perguntar: “vamos pela rua A ou pela rua B”? Se eu falo que pela B é melhor, não tem trânsito e é mais curta, adivinhem? Ele vai pela A! Que cara chato! rsrsrsrs

No último feriadão foi a gota d’água. Eu queria ir pra serra, ver o Natal Luz. Eu gosto, as crianças gostam, ia ser tudo de bom. Dias antes, começou o stress: “Gramado vai estar lotado”… “Serra no calor? Imagina! É época de ir pra praia!”… E assim por diante. Me encheu, encheu, encheu, até que, para variar, eu cedi.

Natal Luz em Gramado/RS

Fomos pra praia. Alguém aqui conhece, pelo amor de Deus, o litoral do Rio Grande do Sul? Vou explicar como é: ali na divisa com Santa Catarina, tem Torres. Uma praia bonita, com rochedos à beira mar. Um passo depois de Torres, sim, eu disse UM PASSO depois, começa uma faixa de areia que vai até o Uruguai. Simples assim. Não tem um morro, uma enseada, um visual pra curtir. É só areia e mar por, sei lá, quinhentos quilômetros. E que fique claro: eu gosto de lá. Vamos sempre que podemos, temos vários amigos, uma ótima casa e tudo mais. (Ok, agora relendo isso, vejo que o problema não é o areião até o UY, e sim porque eu queria ir pra serra! rsrsrsrs). Durante o verão, 60% do tempo não dá pra ir na beira do mar. Ou a água está da cor marrom chocolate, ou o vento arranca os guardas sol, bonés, vira as cadeiras, enfim… Eu queria ir pra serra! rsrsrsrs

Algum lugar do litoral gaúcho

Claro que a estrada estava cheia, e que nos arrastamos até o litoral. Ao menos ele me perguntou se eu queria ir no meu restaurante de frutos do mar preferido, e não mudou o rumo no meio do caminho. Jantamos, passeamos um pouco, e fomos dormir.

O dia seguinte amanheceu acinzentado, e quando abri a janela uma rajada de vento quase me jogou longe. Que maravilha! Sem praia naquele dia. Emburrei, e se ele notou não demonstrou. Acordou quase ao meio dia, querendo saber o que iríamos almoçar. Troglodita. Eu mal respondi, querendo demonstrar a minha insatisfação, mas ele parecia feliz com o silêncio. Ficou lá jogando Play 3 com as crianças, e de vez em quando dizia pra me perguntarem o que teria de almoço. Fiz um macarrão de qualquer jeito, e todo mundo comeu sem muita vontade. Já de tarde, as crianças saíram de bicicleta, e ficamos só os dois em casa. Deitei na rede com um livro na mão e mergulhei na história. Li umas dez ou quinze páginas, cada vez mais absorta, e quase morri de susto quando ele arrancou o livro da minha mão e jogou longe, para se jogar sobre mim, me beijando e me lambendo o rosto, o pescoço, as orelhas. Explodi. Gritei, xinguei, rodei a baiana. Ele ficou só me olhando, como sempre faz quando eu começo a briga, e como sempre isso me irritou ainda mais. Gritei mais, xinguei mais, me descontrolei. Ele se levantou, olhou bem nos meus olhos, balançou a cabeça e fez aquele gesto que eu mais odeio: jogou a mão pra frente, como quem diz “tu não sabe de nada”. Depois virou-se e saiu.

Passamos praticamente todo o feriado sem nos falar, e durante as noites dormíamos bunda com bunda na cama. No segundo dia eu já me arrependia de tudo que tinha dito e feito, mas não podia dar o braço a torcer. E se depender do Ricardo ele passa o resto da vida sem falar nada. Impressionante.

Na viagem de volta, com direito a três horas de engarrafamento, não trocamos uma palavra. E assim ele me deixou em casa e foi embora. Fiquei angustiada. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde faríamos as pazes, mas essa espera me matava. Pra mim já estava resolvido, já tinha vomitado todas as coisas que me incomodavam e mais outras que nem sei por que acabei falando, em cima dele. Mas ele não. Ficava lá, remoendo e me ignorando.

A semana foi passando, e nada mudava. Eu mandei algumas mensagens e ele respondeu sucintamente. Puxava papo no MSN, mas ele não desenvolvia a conversa. Comecei a ficar preocupada. Já era sexta feira e nada mudava. No sábado liguei pra ele e disse que precisávamos conversar. Ele concordou, mas disse que teria que ser à noite, já que tinha compromissos durante o dia. Curiosa e metida que sou, tive que me conter pra não perguntar o que era. Pelo andar da carruagem, nem sabia se éramos ainda namorados.

Na hora marcada toquei a campainha. Nada. Estranhei, já que o carro dele estava na garagem. Depois de mais algumas tentativas, resolvi procurar a minha chave na bolsa. Ah, bolsa de mulher. Tive que tirar praticamente tudo para fora, no corredor, até achar a maldita chave. Guardei tudo de novo e fui abrir a porta.

Abri devagar e estava tudo escuro e silencioso. Já me irritei. Marca a hora e não está em casa! Fechei a porta atrás de mim e atravessei o hall, deixando para acender a luz da sala. Quando estiquei o braço em direção ao interruptor, alguém me pegou por trás, cobrindo a minha boca com uma mão, e com a outra prendendo meus braços. Levei um susto absurdo, mas antes que eu pudesse ter qualquer reação, fui empurrada em direção a parede.

– Cala a boca e não reclama. – a pessoa falou, e achei ter reconhecido a voz. Prensada contra a parede, tentei me virar, reagir, mas ele era muito mais forte que eu.

Senti a língua áspera roçando a minha orelha, e depois lambendo minha bochecha.

– Fica nervosinha quando te lambem o rosto, né? – Puta que pariu. Era o Ricardo! Qual era a dele? Queria me matar do coração?

Ele não deixava eu me mexer, e de assustada passei a ficar irritada. Com um lado do rosto todo babado, eu agora babava era de raiva. Ele parecia se divertir. Mas como sempre, sabia a coisa certa a ser falada:

– Relaxa… Relaxa e aproveita… Eu sei que tu gosta da minha língua… Sei que tu tava com saudade…

Comecei a baixar a guarda. Eu estava sim com saudade. Odeio ficar brigada com ele e sentia falta de conversar com ele, de ser tocada por ele.

– Não entendo a razão que tu só quer brigar… Tem tanta coisa melhor pra gente fazer…

Agora eu já não tentava reagir, e ao invés de me segurar, sua mão passou a percorrer meu corpo. Que delícia, que saudade. Levei uma mão à parede e arrebitei a minha bunda de encontro ao seu corpo. Enquanto uma mão ainda me cobria a boca (vai que eu resolvesse discutir a relação! rsrsrs), a outra entrava pelo meu decote. Tocou meus seios, me deixando toda arrepiada. Ele sorriu. Sabia que o jogo estava ganho.

Mordeu a minha nuca e, quando a pressão da mão na minha boca relaxou, mexi os lábios até colocar um dedo dentro da boca. Lambi e chupei como se fosse um pau, rebolando de leve a bunda de encontro ao pau de verdade, que duro parecia querer me penetrar mesmo por cima do vestido. Ele me virou de frente, de maneira brusca, me empurrando novamente de encontro à parede. Nossos lábios se tocaram em um beijo feroz, lambido, babado, mordido… Arrancou meus seios do decote, abocanhando-os com sofreguidão, arrancando de mim gemidos de prazer, enquanto enfiava uma das pernas pelo meio das minhas. Rocei minha buceta na sua coxa, enquanto ele mamava meus seios.

Ele tateou as minhas pernas, subindo pelas minhas coxas, até chegar ao meu sexo. Subiu meu vestido, tocou minha calcinha e falou:

– Como tu vem fazer as pazes comigo de calcinha? Quem faz as pazes de calcinha?

E, de surpresa, de supetão, de uma só vez, puxou a minha calcinha, rasgando-a, me assustando, me fazendo dar um grito e amolecer as pernas de prazer. Colocou dois dedos dentro de mim, de forma brusca e violenta, me dando ainda mais tesão. Eu gemia e delirava, encostada na parede com as pernas abertas. Com a outra mão ora enfiava os dedos na minha boca, para depois passar a minha saliva no meu rosto, ora apertava e beliscava meus seios com força. Tentei tocar nele, mas ele não deixou.

– Não tá brigada comigo, sua chata? Então nem vem fazer carinho…

Agora eu já mexia os quadris, enquanto ele enfiava os dedos com força. Me pegou pelos cabelos, puxando meu rosto para trás, enquanto me xingava e me dizia que no dia que não tivéssemos mais nada, ele iria ser apenas meu amante, iria apenas me fuder. E eu estava simplesmente adorando aquilo! Eu não conseguia falar nada, pois quando não estava com os dedos dele na minha boca, estava gemendo de tesão.

Ele abaixou as calças e me empurrou pro chão, me colocando de joelhos na sua frente. Com a mão atrás da minha cabeça empurrou a minha boca em direção ao seu pau, naquele gesto que as mulheres odeiam, mas que naquele momento eu adorei. Abri a boca e envolvi aquele pau gostoso e cabeçudo, lambendo, chupando, babando, sugando. Me segurando pelos cabelos, ele comandava o ritmo. Eu sabia que ele estava maluco de tesão, pela maneira que o seu pau pulsava na minha boca, e para não gozar, ele de vez em quando tirava e batia com ele no meu rosto. Eu, de olhos fechados e a boca aberta, me deliciava.

Quando eu menos esperava, ele me puxou pelos cabelos, me colocando em pé na sua frente. Beijou minha boca com ardor e violência, e foi me empurrando até o sofá. Parei em frente ao sofá e ele, transtornado, mandou:

– De quatro, sua puta.

Sustentei o olhar, só de birra (ou pra ele usar a força mesmo! rsrsrs). Ele me empurrou no sofá, e com as mãos fortes me fez ficar de quatro, com a bunda arrebitada em sua direção. Abriu as nádegas com a mão e fez algo que eu detesto, mas que mesmo assim me fez derreter de tesão: cuspiu na minha bunda. Ele viu que eu ia reclamar e empurrou meu rosto de encontro ao encosto do sofá, me silenciando, enquanto colocou a cabeça do pau na entrada da minha bunda. Foi enfiando sem dó, me abrindo, me rasgando, me alargando, e eu tomada de tesão que estava, gemia abafada de dor e prazer. Quando entrou tudo, começou a estocar, sem carinho, uma coisa tesuda e animal, sem pudor, sem piedade. Eu simplesmente não agüentei. Joguei a bunda para trás, de encontro ainda mais ao corpo dele, e gozei. Gozei com ele enterrado dentro de mim, me comendo com força, com tesão, com saudade…

Logo em seguida ele tirou o pau da minha bunda e esporrou em mim, nas minhas costas, nas minhas nádegas. Deixei meu corpo cair no sofá, dolorida e extasiada, enquanto ele sentava no chão ao meu lado.

Ficamos um pouco em silêncio, eu tentando voltar ao normal, e ele acariciando as minhas costas. Até que ele pegou o cigarro na mesa de centro, acendeu e lá pelas tantas falou:

– Senti a tua falta. Fala, pode falar. Vamos nos acertar…

Ele já dera o show dele, né? Agora eu daria o meu.

– E de onde você tirou que eu vim aqui pra fazer as pazes?

Ele me olhou, sem entender. Levantei com dificuldade, a bunda dolorida, e baixei o vestido, sujando-o todo de porra, azar.

– Eu vim aqui pra dizer que não quero mais nada com você.

Dei alguns passos com dificuldade, diante de um incrédulo Ricardo que, sem ação e com a boca aberta, não se movia.

– Ah, e tem mais uma coisa! – bradei, voltando-me na direção dele, caminhando ao seu encontro. Parei bem na sua frente, em posição de superioridade e ameaça, e falei:

– Isso aqui foi um estupro! – e antes que ele pudesse sequer pensar alguma coisa, empurrei-o para trás, de costas no chão, sentei no seu peito e concluí:

– E agora é a minha vez!

Escorreguei para a frente e sentei em seu rosto, colocando a minha buceta melada na sua boca deliciosa.

Existe maneira mais gostosa de fazer as pazes?

Reencontrando a Melissa

29 mar

Fazia um tempo que não encontrava a Melissa na academia. Nunca tenho horário certo para ir, e acho que desde janeiro não a via por lá. Na semana passada teve um dia que eu vinha chegando, e ela saindo. Me deu um abraço apertado, dizendo estar com saudades. Sentamos um pouco na lanchonete, e conversamos enquanto tomávamos um suco.

Me contou do verão, da temporada em Punta del Este, do carnaval… Falava com empolgação, com felicidade, e eu não conseguia para de lembrar daquele churrasco. Como se adivinhasse os meus pensamentos, o que não era difícil, lá pelas tantas ela fala: “tem que conversar com o pessoal pra marcarmos outro churrasco daqueles lá em casa, né?”. Decidi partir pro ataque: “claro, a carne estava ótima, a rapaziada animada… mas a gente não precisa de um churrasco pra repetir o que aconteceu, né?”. Na verdade já havíamos repetido, uma ou duas vezes antes do verão. “Não, mas já faz tanto tempo… Quem sabe um novo churrasco poderia facilitar as coisas!”, ela falou, rindo e olhando nos meus olhos.

Puxei ela pra mim, a mão na sua nuca, e a beijei. Gosto de mulheres assim, que, se querem, mostram. Melhor ainda se ela tivesse vindo me beijar. Como na primeira vez, como nas outras vezes, saltavam faíscas de nós. Logo estávamos nos beijando um pouco acima do recomendado para a lanchonete da academia. Lá fora a chuva caía forte, e estávamos encurralados. Precisávamos sair dali, mas não queríamos.

Lá pelas tantas ela me disse que iria embora, que tinha um compromisso, e me ofereci pra levá-la até o carro. O estacionamento fica ao lado da academia, e é bem grande. O guarda fica lá na calçada, e o carro dela estava bem longe. Corremos até lá, ficando completamente encharcados. Mal entramos e já estávamos nos agarrando novamente. Ela veio pro meu colo, uma perna de cada lado do meu corpo, os cabelos molhados pingando em cima de mim, e a boca já aberta, procurando a minha. A chuva batia no teto do carro, e as minhas mãos percorriam o seu corpo. Subiam pelas pernas, pela barriga, até chegar nos seios. Ela puxava meus cabelos, e enfiava mais fundo a língua na minha boca. Enfiei a mão por baixo do top, sentindo seus mamilos eriçados nos meus dedos. Subi o top, liberando-os para mim, bem na altura do meu rosto, e comecei a chupá-los. Ela jogou a cabeça para trás, de olhos fechados, segurando-se no meu pescoço e gemendo.

Com o espaço apertado, ficávamos ainda mais colados. Meu pau duro ainda dentro do calção forçava a sua buceta, ainda coberta pela calça de ginástica. Enquanto eu me deliciava nos seus seios, ela passou a mexer levemente os quadris, indo pra frente e pra trás sobre o meu pau.

“Me come”, ela pediu, sem rodeios. Foi então que me lembrei. Minha carteira tinha ficado em casa, já que moro perto e vou correndo pra academia. E só lá eu tinha camisinha. “Tô sem camisinha”, respondi. “Ah, não…”, ela protestou, desapontada. Tirei-a de cima de mim, colocando-a no banco ao lado. Continuei beijando seus seios e sua boca, e forcei-a a baixar um pouco as calças. Levei a mão à sua buceta, e senti seu tesão nos meus dedos. Bem lubrificada que estava, nem protestou quando enfiei direto o dedo dentro dela. Abriu mais as pernas, com as calças na altura dos joelhos limitando os seus movimentos, e ofereceu-se ainda mais pra mim.

Chupava seus seios e ora a fodia enfiando e tirando dois dedos, ora brincava com seu clitóris. Ela gemia e puxava minha boca de encontro à sua, e depois empurrava novamente em direção aos seios. Sem muita demora ela gozou, uma mão pressionando a minha cabeça de encontro ao seu corpo, a outra segurando o volante do carro.

Tirei minha mão devagar, e fiquei olhando pra ela. De olhos fechados, os seios de fora, a calça nos joelhos, jogada no banco do carro… Que linda visão! A respiração ia voltando ao normal, e ela abriu os olhos e sorriu pra mim. Veio ao meu encontro, e beijou a minha boca. Esticou a mão, procurando o meu pau. “Que pena… queria ele dentro de mim, hoje…”, falou, enquanto o punhetava por cima do calção. “Coloca pra fora”, falou, e não sei se foi um pedido ou uma ordem. Mas realizei ou obedeci. hehehehe

Sua boca envolveu o meu pau, enquanto seus dedos seguravam-no pela base. Lambeu a cabeça, escorregou os lábios em volta dele. Segurou o meu saco, e passou a chupar mais rápido, mais forte. Avisei que assim não agüentaria, ela me olhou sorrindo, e voltou a fazer do jeito que estava fazendo.

Gozei dentro da sua boca, e ela engoliu tudo, e continuou chupando e lambendo até que não tivesse mais uma gota de porra.

Nos recompomos, e ela realmente tinha um compromisso. Brincando, perguntei qual era, afinal ainda era cedo e poderíamos continuar nos divertindo. “Eu preciso encontrar um carinha aí, um possível namoradinho”. Devo ter feito uma cara de muita surpresa, pois ela deu uma gargalhada e falou: “estou aprendendo contigo!”.

Tá certo. Dei um beijo nela e saí do carro. Fui caminhando em direção à calçada, pensando se ainda iria malhar ou não. Foi quando ela parou o carro ao meu lado, baixou o vidro e falou: “é brincadeira, tá? tenho trabalho da faculdade pra fazer…”. Piscou o olho e saiu. Na verdade eu já nem pensava mais nisso, e sim em onde guardar uma camisinha quando saísse de casa sem carteira. hehehehe

Alguém tem alguma dica?

 

Recompensa

10 fev

Ontem dormi na casa do Ricardo. Fomos ao cinema, depois um jantar leve, e lá pela meia noite estávamos na casa dele. Eu tinha passado um dia estressante no trabalho, e estava realmente muito cansada. Tão logo entramos na sala, ele me pegou no colo e delicadamente me colocou na poltrona. Pegou uma taça de vinho gelado para mim, e disse que me faria relaxar. Argumentei que estava cansada e sem forças para nada, e ele me disse que não havia problema. Bastaria aproveitar e relaxar. Beijou a minha boca, meu pescoço e tocou de leve com a língua nos meus seios. Fiquei excitada na hora, e tentei puxá-lo para mim, mas ele afastou as minhas mãos e reiterou: “bebe o teu vinho e relaxa”. Tá bom…

Beijou minhas pernas, acariciando-as e me provocando arrepios. Tirou lentamente a minha calcinha, colocou minhas pernas sobre os ombros e levou a boca à minha buceta. Passou a lambê-la de leve, correndo a língua de cima para baixo, me deixando molhada da sua saliva e do meu prazer. Já acesa, pedi que fossemos para o quarto. Ele nem me deu bola. Com calma e carinho, continuou me lambendo e me chupando. Eu já desejava mais, mas ele estava determinado a fazer as coisas do jeito dele.

Não sei quanto tempo durou, mas foi uma eternidade. Meu prazer só aumentava, e o orgasmo ia e vinha, mas me conhecendo como ele me conhece, sabia parar ou diminuir o ritmo na hora certa. Soltei meu corpo e me deixei levar. As carícias eram ao mesmo tempo excitantes e relaxantes, talvez pela calma e ritmo que ele as fazia.

Bastante tempo depois eu gozei, um orgasmo demorado, contínuo, que me fez tremer dos pés à cabeça. E cansada que estava, não me lembro mais de muita coisa… Só dele me levando pro quarto, no colo, e me colocando na cama. Um torpor de prazer e cansaço me levou ao sono profundo.

Hoje de manhã acordei cedo, mais cedo que o comum, e bem disposta. Levantei, tomei um belo banho, e voltei para o quarto a fim de acordá-lo. Os lençóis haviam caído, e ele estava nu, de barriga pra cima na cama, ainda dormindo. Era a hora de recompensá-lo.

Com as pernas entreabertas, seu pau em “meia bomba” caía sobre o saco. Ajoelhei-me na cama com cuidado, para não acordá-lo, e comecei a lambê-lo. Deslizava minha língua em toda a sua extensão, detendo-me na cabeça. Senti-o ir endurecendo, até ficar totalmente ereto.

Deslizei-o para dentro da minha boca, e quando olhei para cima, vi que ele me olhava incrédulo, com aquela cara de quem está acordando e não sabe o que está acontecendo. Mesmo com o pau dentro da boca, sorri. Segurei-o na base, a ponta dos dedos tocando as bolas, e continuei chupando. Ele passou a se contorcer e gemer, e eu continuei até que ele gozasse na minha boca.

Satisfeita, engoli tudinho. Tinha o gosto da recompensa. Depois da noite passada, ele merecia, e muito.

Gula

25 mar

Não deu certo. Que raiva! Vocês acreditam que esqueci que tínhamos um chatíssimo aniversário de família? A sorte que o Ricardo me mandou uma mensagem perguntando se eu já tinha comprado o presente. E a tonta aqui achou que era o presente sexual. E ronronando, disse a ele que estava escolhendo. Ele não entendeu nada, e disse que a tia fulana vestia GGG, que não era pra esquecer. Ele nem tinha lido o blog, e eu nem lembrava da tia! rssss

Mas resolvi ser malvadinha. Quando estávamos no aniversário eu contei no ouvido dele tudo que tinha planejado. Claro, ele ficou maluco! Queria ir embora da festa a qualquer custo. Já ia se levantar pra despedir-se de todos, mas roçando com as costas da mão “sem querer” o pinto dele sobre a calça, alertei-o que não era uma boa idéia. Estava começando a ficar duro. E assim ficamos, ele doido pra ir embora, e eu provocando-o do jeito que podia.

Quando finalmente saímos, não conseguimos chegar em casa. Era tarde, tudo silencioso, e na garagem do prédio mesmo começamos a noite. Eu de joelhos, na frente dele, cometendo meu melhor pecado: a gula.

gula

Melhor que ontem

14 jan

Enquanto ouço muita gente reclamar que com o passar do tempo o sexo com seu parceiro fica monótono, eu me pergunto: monotonia, quem é você?

Mesmo quando não estamos fazendo loucuras ou realizando fantasias quase impossíveis, transar com o Ricardo é uma delícia!

Nessa época do ano as crianças ficam na praia, então passamos praticamente todo o tempo livre juntos. Passeamos, malhamos juntos, e claro, fazemos muito sexo!

Ontem chegamos da academia e fomos juntos pro chuveiro. Adoro ensaboar o peito dele, brincar com os pelos, fazer bastante espuma e “escorregar” meus seios ali. E com as mãos ensaboadas lavar o saco e o pau dele. Sentí-lo endurecer na minha mão, e masturbá-lo devagarinho, enquanto a água do chuveiro cai sobre nós. Não resisti e fiquei de joelhos para chupá-lo. Com uma mão brincando nas suas bolas e a outra arranhando as suas coxas, logo senti minha boca se enchendo de porra, que engoli com prazer e com a sensação de serviço bem feito! rsrsrsrs

 

sexonochuveiro

 

Já no quarto, entreguei o pote de creme e pedi que passasse em meu corpo. Mandou que eu deitasse de bruços e começou pelos pés, espalhando o creme e massageando com carinho. Demorou-se um pouco mais nas minhas pernas, relaxando daquela dorzinha gostosa que dá depois de malhar. Passou o creme nas minhas coxas, no meu bumbum, e subiu pelas minhas costas. O toque másculo das suas mãos confrontado com a maciez do creme estava uma delícia, e excitada que já estava, fiquei ainda mais. E escutando a respiração dele ficar cada vez mais pesada e profunda, vi que ele também estava. Tentei virar de barriga pra cima, mas ele me segurou firme naquela posição. Jogou o pote de creme de lado e abrindo as minhas pernas, lambeu o meu cu. Arrebitei a bunda o máximo que pude, curtindo o prazer do toque da língua do Ricardo, que agora forçava a entrada.

Eu rebolava em seu rosto enquanto sentia a ponta da sua língua entrando e saindo da minha bunda. Tentava de toda maneira abafar meus gemidos, mas tinha a sensação que estava dividindo com todo o prédio o prazer que estava sentindo. Foi quando o Ricardo, sem deixar que eu me mexesse, veio por cima de mim e colocou a cabeça do pau na entrada do meu cu. Não tinha KY, não tinha nenhum lubrificante, só a saliva dele. Mas eu nem quis saber, e falei com convicção: mete. “É?”, ele perguntou divertido. Ele sabe que eu sempre “sofro” um pouquinho no começo. “Mete que nem homem”, respondi, sabendo que ele ficaria irritado (já disse pra vocês que sou assim birrenta, né? rsrsrs).

Ele nem respondeu. Mas acho que enquanto eu gritava e sentia o pau dele me rasgando, entrando de uma só vez na minha bunda, pude ouvir ele rir baixinho.

Mas como só o começo é difícil, logo eu me deliciava com o entra e sai dele, que com seu corpo sobre o meu, comandava os movimentos e falava as maiores sacanagens possíveis no meu ouvido.

E então veio aquela onda de prazer diferente, e praticamente no mesmo momento que ele, tive um “orgasmo anal”. Nem sei se isso existe, mas o fato é que gozei deliciosamente, e sem nenhum toque clitoriano ou vaginal.

 

casal

 

Ficamos ali deitados, trocando carinhos e beijinhos, até que adormecemos.

Quando acordei hoje de manhã, ele já tinha saído. No espelho, escreveu com um batom meu: “Teus gritos foram ouvidos por toda a cidade. Te amo”.

Mandei um torpedo pra ele assim: Ontem encheu a minha boca e a minha bunda de porra. Tem outra parte do meu corpo com ciúmes.

Ele apenas respondeu: “Relax, baby. Hoje tem mais. E contigo o hoje é sempre melhor que ontem”.

E pensar que o relógio ainda marca 9 da manhã… Mal posso esperar!

 


No escuro do cinema

4 jul

 

Eu achei estranho que, com o cinema tão vazio, aquele casal tenha sentado bem ao meu lado. Eu já tinha reparado neles antes, quando compraram suas entradas. Ele era bem mais velho que ela, uns vinte anos com certeza. E ela não era feia, me pareceu apenas “sem sal”.

Eu tinha levado um bolo. Na última hora minha companhia não pôde ir, e fiquei sozinho, com duas entradas na mão em um cinema com menos da metade da lotação.

Sentei bem atrás, meio que querendo ir embora. E quando as luzes se apagaram, o tal casal sentou-se ao meu lado.

Logo que o filme começou, senti o braço dela tocando no meu. Cedi o braço da poltrona pra ela, com educação. Mas logo depois senti a perna deslizando pela minha. Não podia ser verdade!

Olhei surpreso pra ela, que me sorriu discretamente. E depois pra ele, que permanecia com os olhos na tela. Ela escorregou a mão do braço da cadeira e colocou-a na minha coxa. Tinha unhas compridas, pintadas de vermelho, e passava a ponta delas de leve em minha calça jeans.

Acho que de tanto eu olhar de um para o outro, pra ver se o homem concordava com o que estava acontecendo, ele levantou-se. Mas ela nem tomou conhecimento, continuou com a mão na minha coxa, agora já um pouco mais pra cima. Ele distanciou-se de nós umas três poltronas, como se me encorajasse a ir além.

Com a mão dela já no meu pau, mesmo que por sobre a calça, decidi agir também. Toquei nos seus seios, sentindo os biquinhos intumescidos nos meus dedos. “Abre a calça…”, ela me pediu baixinho. Abri, e ela com maestria, começou a me masturbar. Passei a mão nas suas pernas, nas coxas, e toquei a buceta sobre a calcinha molhada. Tentei colocar a mão por dentro, mas ela não deixou: “Agora não…”.

Escorregou para o chão, e entre minhas pernas, abocanhou meu pau. Chupava a cabeça por algum tempo, para logo em seguida engolir até quase a garganta. Depois tirava e passava a língua na ponta, me olhando, como se tivesse lido meu pensamento que ela era sem sal. Esticava a língua, deixando-a bem na ponta do meu pau, enquanto punhetava-o com vontade. Incrédulo, eu olhava pros lados, com a sensação de que todos estavam vendo. Mas só quem via e parecia aprovar era o homem que a acompanhava, que se tocava discretamente.

Ela era boa no que fazia, e eu tentei segurar o máximo que pude, mas depois de algum tempo não deu mais: gozei forte, tentando segurar meus grunhidos, e ela recebeu tudo na boca, com satisfação.

Levantou-se e foi até o homem, beijando-o na boca com o gosto da minha porra. Ele agarrou-a com força e puxou-a pro seu colo. Transaram sem fazer barulho, mas com ardor e paixão, sempre aos beijos e com ar apaixonado. Depois de recompostos, levantaram-se e saíram, sem nem me olhar.

Ainda fiquei até o final do filme, embora não o tenha visto, propriamente dito. Fiquei ali pensando naquela estranha situação que acontecera. E fiquei com uma sensação de ter sido usado para o prazer deles. Mas tudo bem. Se for pra ser usado assim, que seja mais vezes!