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Sexo a seis

16 abr

Desde aquele final de semana na praia tenho falado direto com a Patrícia. Seja por e-mail, por telefone ou MSN, quase que diariamente a gente conversa. Falamos sobre tudo, mas invariavelmente o assunto descamba para o que fizemos juntas: sexo! rsrsrs E ela sempre me falava sobre a, segundo ela, a próxima fantasia a ser realizada: ser servida “de bandeja” para vários homens. Ela queria transar com quatro ou cinco homens ao mesmo tempo.

Confessei que essa idéia sempre me excitou, e que fiz algo parecido, mesmo sem saber com quantos transei, e que foi delicioso. Sem medir as palavras e cheia de decisão, como é do seu feitio, ela convidou: “Então vem comigo! Assim podemos chamar mais gente!”. E passou a me atiçar com essa idéia diariamente.

Falei com o Ricardo sobre isso, que me disse que também tinha essa fantasia, só que às avessas: várias mulheres transando com ele, ao mesmo tempo. Bobo.

E na semana passada a Patrícia me liga e diz direto: “Jantar sábado lá em casa! Agora não posso falar, depois eu ligo!”. Às vezes sou muito ingênua, e juro que imaginei que era uma janta normal. Ela me mandou um e-mail com o endereço, e desapareceu do MSN o resto da semana. Estranho.

No sábado estávamos lá, eu, o Ricardo e uma garrafa de vinho tinto. O apartamento deles ficava no 12º andar, e só no elevador me dei conta do que poderia ocorrer. Me olhei no espelho, e achei que estava pronta para qualquer desafio: vestido vermelho, coladinho no corpo, na altura do meio das coxas, um scarpin, e mais nada! rsrs O Marcelo nos recebeu na porta e cumprimentou-nos efusivamente. Nos levou até a sala, onde a Patrícia conversava com dois homens no sofá. Quando nos viu, veio correndo nos abraçar. Os dois homens me olharam dos pés a cabeça, e confesso que fiz o mesmo com eles! rsrs Um era bem alto, na casa dos 40 anos, cabelos começando a ficar grisalhos. O outro era mais novo, cabelos loiros e pele bronzeada. Os dois bem vestidos, e pelo que soube, amigos de longa data do casal anfitrião. Logo estávamos todos na sala, acomodados pelo sofá e poltronas, conversando. Lá pelas tantas a Patrícia disse que ia até a cozinha abrir mais uma garrafa de vinho, e me chamou pra ir junto. Saímos de mãos dadas pela porta.

A funcionária que terminava de preparar o jantar ficou totalmente sem graça quando, logo que entramos na cozinha, a Patrícia me prensou contra a parede e me deu um beijo quente de língua. “Nat, não tô me agüentando de excitação! Acho que vai ser hoje!”, ela quase gritou, depois de me beijar. Aí que ela se deu conta que a funcionária ainda estava ali, e tentando esconder que tinha ficado sem jeito, brincou: “Célia! Coisa feia ficar espiando os outros!”, e riu, demonstrando que estava de brincadeira. A pobre da Célia não sabia como se desculpar, e nem onde se enfiar. Eu ia falar com a Patrícia, até reclamar com ela que ela poderia ter me avisado, mas com a presença da moça ali achei melhor ficar quieta.

Voltamos à sala com mais vinho, e logo a Célia avisou que o jantar estava servido. A comida estava uma delícia, leve e propícia para o que a ocasião prometia. Sentei ao lado do Ricardo, e não conseguia mais disfarçar o interesse no homem loiro. Ele também não parava de olhar, ora pra mim, ora pra Patrícia. Comemos a sobremesa na varanda, a cidade brilhando até onde os olhos alcançavam. Uma torta de sorvete deliciosa, com calda de chocolate quente. Deixei pingar um pouco, sem querer, e ficou na altura do meu decote, quase sujando o vestido. A Patrícia, que de fato estava totalmente tarada, praticamente pulou sobre mim e lambeu o chocolate, arrancando olhares ainda mais interessados dos homens. Depois colou sua boca à minha, e nos beijamos em meio aos quatro homens. Sua língua explorava minha boca, enquanto sua mão direita acariciava meu rosto. Levei uma mão às suas costas, e subi até a nuca. Nossos seios praticamente se tocavam, e eu sentia a umidade aumentando entre as minhas pernas, quando ela me pegou pela mão e voltamos à sala, sendo seguidas de perto pelos rapazes.

Nos jogamos no sofá, e ela veio por cima de mim, me beijando de olhos fechados e tateando meu corpo até chegar nos meus seios. Dos quatro homens, que até então estavam em pé nos olhando, um decidiu agir. Como ela estava por cima, o homem grisalho levou a mão às suas pernas, subindo devagar. Ela abriu as pernas, facilitando o caminho dele sob o vestido, enquanto levava sua boca aos meus seios, que ela havia liberado do vestido. O Marcelo, vendo aquilo, veio para o meu lado, meio que de joelhos no chão, e ela ofereceu um seio para ele. Que delícia ter meus dois seios lambidos, chupados, acariciados ao mesmo tempo, por duas bocas diferentes.

O Ricardo abriu as calças e passou a se masturbar olhando a cena. Quando a Patrícia viu, saiu de cima de mim como em um pulo, e pediu para colocá-lo na boca. Quase que ao mesmo tempo os outros dois também baixaram as calças, e ela não teve dúvidas, enquanto chupava um, masturbava os outros dois. Eu tentava assistir ao que acontecia, mas a língua do Marcelo no meu corpo me fazia ficar mais de olhos fechados do que abertos.

Naquela altura meu vestido havia levantado, e aproveitando-se da minha posição, o Marcelo desceu a boca até a minha buceta. Passou a mexer sua língua áspera no clitóris, e de vez em quando enfiava-a pelos grandes lábios, me levando à loucura. O homem loiro, me vendo ali deitada e com os seios de fora, se aproximou. Passou as mãos nos meus seios, e abaixando-se um pouco, trouxe seu pau até a frente do meu rosto. Passei aquele pau grosso e duro nos lábios, no rosto, enquanto a língua do Marcelo me fazia delirar. Enfiei-o na boca, sugando, chupando forte, fazendo-o gemer, enquanto sem me segurar, rebolava de leve, esfregando minha buceta melada no rosto do Marcelo.

O outro trio também estava animado: o homem grisalho havia sentado na poltrona, e a Patrícia cavalgava sobre ele, enquanto chupava o Ricardo. Ela tinha os seios apertados pelo homem, enquanto o Ricardo cadenciava os movimentos dela segurando-a pelos cabelos. De onde estávamos, enxergávamos ela por trás, subindo e descendo, o pau do homem desaparecendo e ressurgindo de dentro dela. Excitado com a visão, o homem loiro foi até a mesa de centro e pegou uma das muitas camisinhas que haviam sido depositadas ali (nem vi quem colocou e nem em que momento aconteceu), e preparou-se para colocá-la. Chamei ele e disse que eu colocaria para ele. Coloquei com a boca, enquanto ele me olhava incrédulo. Fiz um sinal com o dedo indicador, para que se aproximasse, e sussurrei pra ele: “come a bunda dela”.

Junto das camisinhas tinha um tubo de KY, e ele lubrificou o pau e a entradinha da bunda dela, e depois enfiou o dedo. Ela não parava de mexer, e seus gemidos ficavam cada vez mais altos, o que encorajou o loiro a forçar a entrada do pau. Ela parou, reclamou um pouco de dor, mas pediu que continuasse. Ele foi colocando devagarzinho, e eu puxei o Marcelo pra cima e mostrei pra ele: “olha a tua mulher…”. Ele virou-se e olhou. E eu continuei: “três paus… um na boca… um na bucetinha… um na bundinha…”. Ele, que era a única pessoa que ainda estava de calças, livrou-se rapidamente delas, libertando o pau duríssimo. Peguei-o e passei a masturbá-lo enquanto ia atiçando ele, falando sobre o que a Patrícia estava fazendo, e ele ia ficando cada vez mais maluco. Quando eu sentia que ele estava perto de gozar, parava com a punheta, e ficava só falando.

Sem ter mais como segurar o tesão, peguei uma camisinha, coloquei nele e montei, fazendo-o entrar de uma só vez. Nos posicionamos de uma maneira que pudéssemos ver a Patrícia ser comida, e em pouquíssimo tempo gozamos. Meu corpo todo estremeceu, e ele conseguiu agüentar até eu terminar de gozar, e então liberou seu gozo, me apertando, tentando entrar mais fundo dentro de mim. Ficamos ali, ele ainda dentro de mim, eu jogada sobre ele, assistindo o espetáculo que a sua esposa nos proporcionava. Ela dava conta do recado! Gemia, pedia mais, rebolava e engolia o pau do Ricardo. Avisou que ia gozar, e antes mesmo de terminar de falar, já estava gozando. O orgasmo dela foi longo, e o corpo dela foi caindo para o lado, de olhos fechados, com a boca aberta, ainda aquela expressão de desejo. Eu saí de cima do Marcelo, que foi até a Patrícia e passou a beijá-la, feliz por ela estar realizando uma fantasia, dando uma bela demonstração do tesão e cumplicidade que existe entre eles.

Quando olhei pra frente, os três homens que não tinham gozado ainda estavam me olhando. Os três de pau duro. Foram se aproximando, e eu passei a tocá-los. Arranquei as camisinhas dos dois, e passei a alternar as chupadas entre os três. Quando o homem grisalho disse que estava quase gozando, pedi aos três que me dessem um banho de porra. Me ajoelhei entre eles, e os três passaram a se masturbar. O grisalho foi o primeiro a gozar, melando meus ombros e meus seios. O Ricardo e o loiro gozaram praticamente ao mesmo tempo, no meu rosto, nos seios e até nos cabelos.

Essa foi a primeira das combinações que fizemos, os seis, naquela noite.

Fantasiando

9 mar

Ontem recebi uma pergunta no meu formspring, me pedindo detalhes da fantasia que falei aqui no blog que ainda não tinha realizado: transar com um negro. Respondi a verdade, que não existiam detalhes, apenas a vontade de um dia experimentar.

O dia passou, fiz mil coisas, fui pra casa, assisti ao BBB, e já na cama, sozinha, me peguei a pensar sobre o assunto. Fiquei pensando, imaginando…

Me vi em um metrô lotado (ainda que nunca ande de metrô), a caminho do trabalho. Um vestido soltinho, sandálias de salto alto e um decote discreto. Com uma das mãos segurando a bolsa e o note, a outra segurando uma das barras para não cair. O espaço, que já era apertado, desaparece na próxima estação. Há gente de todos os lados, praticamente espremidos dentro do vagão. O leve balanço de trem faz com que as pessoas se toquem, e logo sinto alguém encostado atrás de mim. Tento ir para frente, mas não há mais espaço. O pouco que consigo me mover, a pessoa atrás de mim se move junto, e agora não tenho mais como escapar. Espio de canto de olho, e vejo um negro alto, cabelos praticamente raspados, peito largo, bem vestido, olhando para o lado, sem me encarar. Começo a procurar um lugar para onde possa fugir daquele assédio.

Atrás de mim ele agora mexe o corpo, se encostando mais na minha bunda. Sinto aquele volume pressionando minhas nádegas, e escuto a sua respiração perto do meu ouvido. Mais uma vez tento me mexer, me curvando um pouco para frente, à procura de um lugar no vagão. Mas não há lugar, e o meu movimento praticamente o encaixou entre as minhas nádegas. Ele entendeu aquilo como um consentimento, e quando voltei o tronco para trás, ele sussurrou: “isso… agora vai começar a ficar bom!”. Que safado!

Atônita e sem saber o que fazer, sem ter como sair dali e não querendo fazer escândalo, comecei a sentir o seu pau endurecer atrás de mim, enquanto ele se movimentava lentamente e o roçava em mim. Sua respiração ficou mais ofegante em meu ouvido, e eu me perguntava se as pessoas em volta notavam a situação em que eu me encontrava. Olhei discretamente ao meu redor. Pareciam entretidos em suas próprias coisas, à exceção de um rapaz gordinho e cheio de espinhas, com fones de ouvido, que nos olhava sem disfarçar.

Como estava pressionada e não corria o risco de cair, e ainda indignada com a situação, baixei a mão que me segurava e na altura das minhas coxas, tentei empurrá-lo para trás. Quando ele sentiu a minha mão ali, não teve dúvidas: segurou meu pulso e perguntou no meu ouvido se eu queria “pegar nele um pouquinho”. Antes que eu pudesse dizer que não, colocou a minha mão entre os nossos corpos, entre o seu pau e a minha bunda. Meu Deus, era enorme!

Sabendo do dote que possuía e acostumado que devia estar de ostentá-lo, ele fez a minha mão correr por toda a extensão do seu pau, sobre a calça de tecido leve, e depois tirou-a dali. Me segurei novamente no trem, ainda impressionada com o tamanho, e ele, agora mais confiante, perguntou ao meu ouvido: “gostou?”. Não respondi.

Senti sua mão espalmando minhas coxas, e subindo áspera sob meu vestido. Virei bruscamente a cabeça para trás, e ele parou o movimento, mas não tirou a mão. “Para”, falei baixinho. “Não gosta?”, ele devolveu, os lábios quase roçando a minha orelha. “Não é isso…”, comecei a falar e parei. Onde estava com a cabeça? Me explicando para aquele homem que praticamente abusava de mim dentro do metrô? Virei o rosto para frente novamente, não sem antes ver um pequeno sorriso nos seus lábios.

Alguns segundos depois senti a sua mão escorregando até a minha bunda, entre nossos corpos. Novamente tentei me mexer, e mais uma vez acabei facilitando seu movimento. Os dedos tocaram minha calcinha pequena, e acompanharam ela até o meio das minhas pernas. Ele foi um pouco para o lado, agora roçando o pau na minha nádega direita. Com facilidade e uma habilidade provavelmente adquirida após muito fazer isso no metrô, ele afastou a minha calcinha e tocou meus grandes lábios. “Uhmm… Gosto de raspadinhas…”, ele sussurrou na minha orelha, e foi movimentando os dedos. Instintivamente abri um pouco as pernas, e senti a minha umidade. Ele também sentiu, e falou: “Raspadinha e meladinha… delícia!”. Eu não acreditava que estava me entregando daquela maneira a um desconhecido.

Ele forçou um dedo para dentro de mim, e senti meus mamilos enrijecendo, marcando o tecido do meu vestido. Olhei para eles e depois para o rapaz dos fones de ouvido que, com a boca aberta, não acreditava no que estava vendo. O dedo era grosso e áspero, e entrava mais fundo na minha buceta, e eu pensava que se o dedo dele era assim, imagina o pau!

Minha estação passou, e eu não quis descer. Meu mel escorria entre as pernas, e aquele pau enorme apertava a minha bunda. Mas o vagão começou a esvaziar, e não podíamos mais ficar colados daquele jeito. Foi quando liberaram dois lugares no banco duplo à nossa frente, e ele sentou-se na janela e eu no corredor. Nessa hora pude olhar melhor pra ele. Era um negro bonito, mas evitava olhar nos meus olhos. Trazia uma mochila que, ao sentar tirara das costas e agora levava no colo, provavelmente para disfarçar a ereção. Coloquei minhas coisas no colo também e, para surpresa dele, enfiei a minha mão sob a mochila, até pegar no seu pau. Mexi nele sobre as calças, sentindo o seu contorno, a sua extensão. A próxima estação era a do Centro, e meio sem jeito ele me perguntou: “desce comigo?”. Sem nem pensar, concordei.

Ainda com a mochila em frente ao corpo, ele levantou e nos encaminhamos à porta. Ao meu lado surgiu o rapaz dos fones de ouvido, que me perguntou meio sem jeito: “amanhã posso ir atrás de você?”. Sorri e balancei afirmativamente a cabeça.

O negro me pegou pela mão e saímos da estação. Ele guiava o caminho, e eu apenas o seguia. Duas quadras dali entramos em um hotelzinho fuleiro. Ele pediu um quarto ao atendente, e subimos um lance de escadas. Quando passamos pela porta, ele praticamente me jogou na parede. Arrancou meu vestido pelo pescoço, e passou a beijar o meu pescoço. Colou a sua boca na minha, e enfiou a língua, em busca da minha. Suas mãos grandes apertaram meus seios, beliscaram meus mamilos, que logo depois ele abocanhou. Eu segurava sua cabeça, doida pra que ele tirasse as calças e eu pudesse ver o seu pau. Ele foi beijando e mordiscando a minha barriga, e de repente me virou com o rosto contra a parede. Mordeu a minha bunda, arrancou a minha calcinha, e, abrindo as minhas nádegas com as mãos, enfiou a língua no meu cu. Eu me contorcia e arranhava a parede de tesão.

Me pegou no colo e me jogou na cama, e começou a tirar a sua roupa. Fiz menção de tirar as sandálias, mas ele não deixou. “Fica de salto alto, igual a filme de putaria. Tu tem cara de quem faz filme de putaria.”. Não sei se aquilo era um elogio, mas eu gostei. Ele tirou a camisa, exibindo um tórax perfeito, músculos definidos e sem pelos. Tirou os sapatos, as meias, e finalmente baixou as calças. Estava sem cuecas. Aquele pau preto, imenso, apontava para mim, como que me convidando ao prazer. Orgulhoso do que tinha, ele permaneceu parado à minha frente, desafiando-me a dar o próximo passo. Não tive dúvidas. Sentei-me à beira da cama, e tomei-lhe nas mãos. Minhas duas mãos juntas não o cobriam por inteiro. Coloquei a cabeça na boca e pus-me a chupar. Tinha dificuldade, devido ao tamanho e a grossura. Tentava enfiar o máximo que podia na boca, até quase engasgar. Depois brincava com a língua na cabeça, enquanto massageava seu saco depilado.

Ele me chamava de puta, dizia que eu era só mais uma que ele pegava no metrô. E eu pensava que queria pegar mais daqueles. Imaginava aquele pau negro despejando porra branca em todo o meu corpo, um contraste delicioso. Ele batia o pau no meu rosto, e perguntava se eu agüentaria aquilo tudo no cu. Eu dizia que sim, que queria ele todo dentro de mim. Ele me mandava ficar parada, com a língua de fora, e fazia seu pau mexer sozinho, batendo a cabeça dele na minha boca. O pau pulsava como se tivesse vida própria.

Sem agüentarmos mais, ele veio sobre mim. Abriu bem as minhas pernas e posicionou o pau na entrada da minha buceta. Foi empurrando para dentro devagar, e a sensação que eu tinha era de perder o ar, de dor, de tesão. Entrou tudo, e ele começou a estocar. Enfiava e tirava com força, me rasgando, me fazendo delirar. Eu baixava os olhos para ver aquilo tudo sumindo dentro de mim, para ver o contraste daquele mastro negro com a minha pele branca, com a minha buceta rosada. Cravei minhas unhas nas suas costas e gozei, aos berros e sentindo meu corpo inteiro tremer.

Ele saiu de dentro de mim e ficou em pé sobre a cama, um pé de cada lado do meu corpo. Começou a masturbar seu pau imenso, me perguntando se eu queria leite. Eu gemia e dizia que sim, que queria tomar banho com a sua porra. E assim ele gozou, espirrando sua porra quente e grossa por todo o meu corpo, do jeito que eu havia imaginado.

E assim eu gozei sozinha, no meu quarto escuro, com meus dedos dentro de mim, fantasiando essa improvável situação. Ou não será tão improvável assim?

Troca de casais – Parte II

26 fev

Leia a primeira parte clicando aqui!

A língua do Marcelo brincava nos biquinhos durinhos dos seios da Patrícia, que com a cabeça jogada para trás, passara a gemer de tesão. Ele segurava os seios com as duas mãos, e deslizava a boca de um para o outro, enquanto eu e o Ricardo olhávamos a cena extasiados. Eu, totalmente nua e já excitada com tudo que estava acontecendo naquela noite, liberei o pau do Ricardo da cueca, e passei a masturbá-lo, sem tirar os olhos do que o outro casal fazia.

A Patrícia ficou em pé, e o Marcelo deslizou sua calcinha pelas coxas, devagar e olhando nos meus olhos, até deixá-la no chão. Virou-a de costas pra ele e de frente para nós, e correu a língua nas costas dela, até chegar na bunda, que ele mordiscou enquanto ela olhava para o pau do Ricardo sendo masturbado por mim. Depois ele fez com que ela sentasse no sofá, na beirada, com as pernas bem abertas, exibindo para nós sua vagina rosada e com os pelos bem aparados, antes de colocar-se entre as pernas dela e começar a lambê-la. Ela gemia alto, por vezes de olhos fechados e em outras olhando a nossa cena de masturbação. Sem agüentar mais, esticou a mão e fez um sinal, pedindo que nos aproximássemos.

Chegamos perto e, sem titubear, ela levou a mão até o pau do Ricardo. Mudou a posição do corpo, ficando mais de lado, e sem parar de ser chupada, colocou-o na boca. Beijei a boca do Ricardo, roçando meus mamilos intumescidos em seu braço, quando senti uma mão subindo pelas minhas pernas, procurando a parte interna das minhas coxas. Era o Marcelo, que sem parar de chupar a Patrícia, agora tocava com a ponta dos dedos a minha buceta melada. Abri um pouco as pernas, para facilitar o seu trabalho.

Ele deslizou os dedos pelos grandes lábios, e depois penetrou o dedo médio devagar. Mexeu-o um pouco dentro de mim, e depois o tirou, molhado pelo meu tesão, e ofereceu-o à Patrícia, que parando de chupar o Ricardo por alguns segundos, provou o gosto da minha buceta nos dedos do Marcelo. Ela sorriu para mim, disse algo como “que gostoso”, e voltou ao pau do Ricardo, que agora acariciava meus seios.

O Marcelo saiu do meio das pernas da Patrícia, e ficou em pé atrás de mim. Encostou o corpo ao meu, e senti seu pau duro ainda sob a cueca. Beijou e mordeu a minha nuca, meus ombros, e me levando um pouco mais para o lado, foi descendo a língua pelas minhas costas, me curvando para a frente. Levei as mãos ao encosto do sofá, e ele fez com que eu ficasse de joelhos sobre o assento. Com as pernas ligeiramente abertas, ele continuou descendo a língua, passando levemente pelo meu cu, até chegar na buceta. Eu, praticamente de quatro no sofá, tinha a língua dele entrando e saindo de dentro de mim, enquanto a poucos centímetros do meu rosto via a Patrícia lambendo com gosto a cabeça do pau do Ricardo.

O Marcelo agora lambia a minha bunda, enquanto me masturbava com os dedos. Ele sabia bem como fazê-lo, me fazendo delirar de tesão, e se eu não tomasse uma atitude o quanto antes, logo iria gozar. Com muito custo livrei-me dos seus dedos e da sua boca, e virando-me de frente para ele, baixei a sua cueca. Fiz com que ele sentasse no sofá, e de joelhos no chão, passei a chupá-lo e a massagear o seu saco.

A Patrícia levantou-se e subiu as escadas, e o Ricardo sentou ao lado do Marcelo no sofá. Estiquei o braço e passei a masturbá-lo, enquanto chupava o pau do dono da casa. Ela voltou e jogou sobre o sofá algumas camisinhas, e logo postou-se ao meu lado no chão, no meio das pernas do Ricardo, e voltou a chupá-lo. Perguntei a ela, com a maior cara de safada: “me ensina como ele gosta de ser chupado?”, e ela momentaneamente parando de tocar meu namorado, debruçou-se sobre as pernas dos dois e chupou o marido dela. Fiquei olhando, cheia de tesão, como ele fazia, e enquanto ela descia a língua pela base do pau, abocanhei a cabeça. Passamos a chupá-lo juntas, fazendo-o arfar de prazer. Nossas línguas se tocaram, e demos um beijo a três: eu, ela e o pau do Marcelo.

“Agora me diz como ele gosta…”, ela ronronou, virando-se para o Ricardo. E lá fomos nós duas para o pau dele. Enquanto eu chupava o saco, ela dava voltas com a língua na glande. Alternávamos as posições e nos beijávamos, deixando os dois homens loucos de tesão. Ela desceu a língua até meus seios, e lambeu-os com carinho, por vezes chupando com desejo, e eu não me controlava mais. Meu prazer escorria pelas minhas coxas, enquanto meus dedos tateavam entre as coxas dela. Toquei de leve seu clitóris, e ela gemeu baixinho. Escorreguei um dedo para dentro, sentindo-a quente e molhada. Os dois homens, extasiados, se masturbavam nos olhando.

Ela me deitou sobre o tapete, e sua língua tocou a minha buceta. Um toque totalmente diferente do que havia recebido do Marcelo, mais suave, mas igualmente delicioso. Ficou me lambendo em movimentos circulares, enquanto eu me contorcia do chão. Pedi que ela viesse sobre mim, e começamos um 69 delicioso. A sua vagina tinha um gosto bom, e assim como eu, escorria de tesão. Seu clitóris durinho recebia a minha língua para cima e para baixo, fazendo-a rebolar sobre meu rosto. Ou a gente parava com aquilo, ou mandávamos os dois rapazes para a piscina e nos divertíamos sozinhas. Era muito bom!

Com muito custo conseguimos nos separar, ainda que momentaneamente, e voltamos nossa atenção para os dois. A Patrícia pegou uma camisinha para cada uma de nós, e pude me exibir colocando-as nos dois, com a boca. O Marcelo não acreditava que aquilo estava acontecendo, e exigiu que eu ensinasse a sua esposa. rsrsrs Mas agora não iria ensinar nada, estava era louca de vontade de tê-lo dentro de mim. Subi no sofá, sobre ele, segurei o seu pau pela base e larguei meu corpo, entrando tudo de uma só vez, me abrindo, me alargando, dando aquela dorzinha gostosa que logo vira prazer. Ele gemeu, surpreso, e me puxando para si, beijou a minha boca e meus seios. Passei a subir, quase tirando todo o pau dele de dentro de mim, e a descer, sentindo seu saco batendo na minha bunda. Com os pés sobre o sofá, sem me segurar em nada, rebolava na cabeça do seu pau, e depois enfiava-o até o fundo. Ele apertava meus seios, me segurava pelos quadris, tentando ritmar meus movimentos, mas eu fazia o que queria. Sobre ele, tinha o controle da nossa trepada.

A poucos metros de nós, a Patrícia estava de quatro em um poltrona, enquanto o Ricardo estocava o pau na sua buceta. Ele metia forte, e ela pedia mais. O Marcelo olhava pra eles, olhava pra mim, e pedia que eu diminuísse o ritmo, pois não agüentaria de tanto tesão. O Ricardo agora puxava-a pelos cabelos, enquanto ela dizia coisas como: “me fode”, “mete tudo”, “me rasga”… Ela gostava do babado! rsrsrs

Eu diminuí o ritmo a pedidos do Marcelo, que desviava o olhar extasiado entre o pau dele entrando dentro de mim e a sua esposa tendo o pedido de levar tapas na bunda atendido pelo meu namorado. Ela rebolava a cada tapa, e pedia mais, dizia que era uma cadela que gostava de apanhar, que assim iria gozar, e então desmanchou-se em um gozo longo, tremendo sobre a poltrona, com a bunda arrebitada, até deixar o corpo cair. O Marcelo avisou que não estava agüentando mais, e rapidamente saí de cima dele. Pedi que ficasse de pé, e me ajoelhei no chão. Chamei o Ricardo, arranquei a camisinha dos dois, e passei a chupá-los alternadamente. Chupava um e punhetava o outro, e então pedi que os dois gozassem sem cima de mim.

O Marcelo gozou primeiro, despejando a sua porra quente e grossa sobre os meus seios, ombros, barriga… Depois foi a vez do Ricardo, que gozou no meu rosto, fazendo escorrer pelo meu queixo, indo misturar-se com a porra do outro. Olhando a cena, ainda amolecida pelo gozo, a Patrícia deslizou para o chão e veio engatinhando até onde eu estava. Lambeu meus seios, cheios de porra dos dois homens, subiu a língua pelo meus pescoço, lambeu meu rosto, me pegou pela mão e disse: “vem, vamos tomar um banho…”.

Depois do nosso delicioso banho juntas, nos despedimos. A noite havia sido ótima, mas já estava tarde. Entramos no carro, não sem antes combinarmos de nos vermos outras vezes, e fomos para casa. Era o fim das nossas férias, e acho que fechamos com chave de ouro, não?