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Deu tudo errado…

18 nov

Oi queridos!

Eu sei que estou em débito com vocês… Sei que vocês devem estar curiosos (ou já devem até ter esquecido) sobre a minha saída com a Julia e o amigo.

Mas o fato é que não tem muito o que contar. rs

Vou relembrar: era o dia do jogo, o Ricardo estava em Buenos Aires, e o meu amigo me chamou pra um café. Eu já tinha marcado um chopp no final da tarde com a Julia, lembraram?

 

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Bom, nos encontramos, a Julia e eu, na calçada da fama. A calçada da fama é uma tradicional região da cidade onde aglomeram-se barzinhos maravilhosos e muita gente bonita. Já estávamos no segundo copo e muitas fofocas depois, quando ele chegou. Pediu desculpa pelo atraso e de forma galanteadora disse que estava muito feliz em me rever e em conhecer a Julia. Os dois se entrosaram bem, e a noite estava muito agradável. Era de se esperar, já que ele lê o blog e por conseqüência deve ter lido aquele post, que ele achasse que poderia tentar algo mais ousado com nós duas. Mas não. Se ele pensou nisso, não demonstrou. Foi o mesmo gentleman de sempre, solícito e educado.

E a Julia, que normalmente é uma assanhada de marca maior, também se comportava de maneira exemplar. O que estava acontecendo com aquela gente? Será que era só eu ali que estava pensando bobagens? Lá pelas tantas desisti de jogar meu charme, pelo menos naquela mesa! rs

Mas o pior ainda estava por vir. O meu amigo que antes olhava disfarçadamente no relógio, agora o fazia de forma mais explícita. E de repente anunciou: “meninas, eu preciso ir”. Incrédula, fuzilei-o com o olhar. Ele, cabisbaixo, abriu um pouco o casaco e mostrou a camisa vermelha do Inter. E deve ter visto meu rosto vermelho de raiva também, tanto que apressou-se em dizer: “eu marquei de ver o jogo com uns amigos em outro bar, vocês querem ir junto?”.

Não, nós não queremos. Quer dizer, eu não queria. A Julia bem que considerou a idéia, a traidora!

Não muito tempo depois eu estava em casa. Tentei ler um livro, mas acabei vendo o jogo mesmo. Fiquei feliz imaginando a felicidade do Ricardo em estar lá. E confesso, soqueei o ar (mas não gritei) nos gols do Inter.

Existe algum rapaz bonito que não goste de futebol, e goste de café e chopp? Tô selecionando! rsrsrsrsrs

 


Me enganei!

9 out

 

 

Eu preciso confessar: a minha imaginação é foda! Literalmente.

Vou explicar…

Eu tenho por hábito, ou melhor, por vício, imaginar peladas as pessoas que vejo. 90% delas. E mais, se estão acompanhadas, imagino-as transando.

Sei que é horrível, sei que não é certo, sei que isso faz de mim praticamente uma maníaca. Mas sou assim…

Não que seja uma coisa excitante, até porque imagino inclusive as mais bizarras (pessoas, não transas).  E é engraçado… Tem gente que tá na cara que não tem talento pra coisa, né?

Mas as vezes a gente se engana…

Tenho um casal de amigos que são desse tipo que citei antes, no máximo um papai e mamãe com a mãozinha nos ombros, ditando o ritmo desacelerado. Eu imaginava até que o cara perguntava antes, com toda a educação do mundo: “posso penetrar?”. Ele é um cara normal, nem feio nem bonito, cabelos sempre impecavelmente penteados, e nunca o vi com a barba por fazer. Ela era alta e meio desengonçada, mas tem um sorriso que cativa a todos. Veste-se como uma tia. Na praia, o maior biquíni sempre foi o dela. Raramente davam sequer um beijinho em público. Meu diagnóstico: fracasso total!

Passamos um final de semana prolongado na praia. Éramos vários casais em duas casas enormes, no mesmo terreno à beira mar. E esse casal acabou ficando na mesma casa que eu. Na primeira noite, tudo normal. Eles educados como sempre, o resto do povo já bem largado, bebendo e falando bobagens.

Na segunda noite fomos todos jantar fora, e depois iríamos dançar. Após a janta ela avisou que iria embora, pois estava indisposta. Tudo bem, isso acontecia muitas vezes. E lá fomos todos dançar. Mas quando chegamos lá, um problema: minha carteira de identidade tinha ficado em casa, e não houve Cristo que convencesse o pessoal a me deixar entrar. Irritada com o absurdo da situação, mas doida pra dançar com meus amigos, fui em casa buscar a identidade.

Entrei pela cozinha, cuidando pra não fazer barulho, afinal ela estava indisposta, e quando cheguei na porta da sala, tive um baque! Ela estava de joelhos no chão da sala, de olhos fechados e com a boca aberta. Ele, em pé, ora batia com o pau duríssimo no rosto dela, ora enfiava-lhe na boca. E, pra minha surpresa total, ela pedia mais. E quando podia, chupava-o com gosto.

Fiquei escondida, surpresa e gostando do que estava vendo, mas num impasse: como passar por eles e pegar a minha identidade? Meu pensamento foi interrompido quando ouvi ela falar: “Alguém pode chegar… Come logo o meu cu!”. Não escutei a resposta dele, mas o protesto dela sim: “Não, não, não… Quero que você me rasgue toda!”.

Achei melhor ir embora, mesmo sem poder ir dançar, matar meu tempo em algum lugar. E deixar eles ali, sendo eles mesmos, curtindo a sua intimidade.

Às vezes até a minha imaginação me engana! rsss


Selinhos e mais selinhos

6 ago

Que coisa boa!

Adoramos selinhos! rssss

 

Este aqui ganhamos da daniisinha:

 

 

 

e repassamos para o MaridoM e pra EsposaE,

 

que nos deram estes selinhos aqui:

 

 

 

 

que repassamos às pimentas, à jade e ao Bob!

 

Beijos, gente!