Me mordo de ciúmes

13 jul

A gente já escreveu aqui sobre ciúmes, né? Eu até entendo quando as pessoas imaginam que, por conta do nosso estilo de vida, é inconcebível sentirmos ciúmes um do outro. Mas o fato é que sentimos. Eu, principalmente. Já falei que odeio o passado dele, as pessoas que ele amou e as coisas que fez. E posso ficar me corroendo sabendo que agora, enquanto escrevo isso, ele está transando com alguém. Mas é um ciúme diferente. Quase bom. E que me dá tesão. Vai entender, né? Então acho que é mais ou menos assim: passado – ciúme ruim, presente – ciúme tesudo! rsrs Mas nesse período em que ficamos indo, vindo e voltando foi ainda pior.

Três semanas sem sair de casa. Só trabalho, supermercado e casa. Longas noites em frente à televisão comendo brigadeiro de colher. Caixas de Kit Kat. Imaginava o que o Ricardo estaria fazendo e comia e chorava cada vez mais. Até que, em um sábado qualquer, entrei numa neura que estava ficando uma bola e cheia de espinhas. Passei a manhã arrumando a casa, tentando não pensar em nós dois. Ao meio dia me arrastei até um restaurantezinho mixuruca e pedi só uma salada. Enquanto mastigava rúculas, brócolis e alfaces, tomei uma decisão: iria me exercitar.

Cheguei em casa e tirei a roupa largona que estava usando e coloquei uma de ginástica. Olhei no espelho e achei que a minha bunda tinha triplicado de tamanho. Enxerguei bordas de catupiri na cintura. Nem precisava fazer o teste da obra (se passar em frente a uma construção e os pedreiros mexerem com você é sinal de que está gorda rsrsrs). Amarrei um moletom na cintura, apesar dos 68 graus que fazia lá fora. Me senti um pouco melhor. Coloquei os tênis, boné e óculos escuros e fui caminhar no Parcão.

Com o som bem alto nos fones de ouvido, me desliguei do mundo. Na segunda volta no parque já me sentia o Rocky Balboa naquela cena clássica do primeiro filme. Podia sentir a gordura desaparecendo e o cheiro de chocolate saindo no meu suor. O que não faz a mente de uma pessoa, né? rsrsrs Apertei o passo, completando mais uma volta. E foi durante a terceira que eu vi, ali perto daquele monumento de pernas longas e que eu não faço nem idéia do que se trata: o Ricardo. Lá vinha ele, uma garrafa térmica em uma mão, uma cuia de chimarrão na outra, todo bonitinho e com uma morena do lado. Ah, para! Gaúcho de meia tigela, quase nunca toma chimarrão, ainda mais num calor daqueles, decerto era só pra fazer uma média com a menina. Ela, encantada, não tirava os olhos dele e ria, se abrindo toda, tal qual uma flor desabrochando. Ele, que sabe bem o que faz, parava, contava suas histórias, prendendo a atenção dela, chegando perto, criando um clima de cumplicidade, sabe aquela coisa de “tá todo mundo aqui, mas somos só nós dois”? Fiquei paralisada. Não conseguia mexer um músculo do corpo, não ouvia mais a música, não via as outras pessoas em volta, nada. Minha vontade era correr até eles e fazer um escândalo, mas ao mesmo tempo eu sabia um monte de coisas: eu que tinha dado um tempo na nossa relação, quando havia uma relação ele tinha liberdade pra fazer isso, quantas vezes eu mesma já tinha feito isso, etc… Mas não era justo! Eu em casa, virando uma bola humana e espinhenta, chorando e sofrendo, e o bacana passeando no parque. E assim, viajando nos meus pensamentos e sem força para me mover, não consegui desviar a tempo, antes que eles chegassem até onde eu estava parada. Quando tentei dar meia volta e fugir pela 24 de Outubro, era tarde demais.

– Nathalia! – o Ricardo chamou. Me virei lentamente, teatralmente, jogando o rabo de cavalo preso no boné de um lado pro outro. Podia estar gorda e espinhenta, mas não ia perder a pose.

– Oiê! – falei sorrido – Nem tinha te visto.

Quando eu digo que ele é sacana profissional, as pessoas não acreditam. Me pegou pela mão e me arrastou até a morena. Nos apresentou (pelo menos não fez gracinhas) e disse que estava muito contente em me ver. E ainda me convidou pra caminhar com eles no parque! Cara de pau! Agradeci e dei um jeito de desaparecer. Fui direto pra casa.

Consegui atravessar a sala sem ir buscar nenhum doce na cozinha, que vitória! Liguei o ar condicionado no máximo (ou no mínimo), no quarto, e me joguei na cama, toda suada. Se por tantas vezes vê-lo com outra mulher me excitou, desta vez estava me derrubando. E na minha cabeça começaram as comparações: ela era mais nova, cabelo mais comprido, cintura mais fina, e o pior, mais magra!! Se não me engano tinha até olho azul! Que raiva. Devia ser lente de contato.

Não sei quanto tempo passou, uma hora, talvez menos. Só sei que chorei. Mas que direito eu tinha de chorar e fazer toda essa cena? Quem era eu pra ficar com ciúme da vadia de olho azul? Que raiva, que raiva, que raiva! E então a campainha tocou.

Me arrastei até a porta e nem olhei no olho mágico. Como o porteiro não avisou, só podia ser alguém conhecido, minha mãe, as crianças, sei lá! Abri a porta e dei de cara com o Ricardo. Puta merda! Além de gorda obesa, agora eu estava toda esculhambada. E provavelmente toda inchada de chorar.

– O que tu tá fazendo aqui? Tu não tem a chave? Custa avisar?

– Boa tarde, de novo, pra ti também. Tenho, mas nem sei se tu não trocou a fechadura, e nem tá aqui comigo. Se eu avisasse tu não ia abrir. E tô aqui porque te amo.

Pronto. Perdi a fala, o ar e a razão. Ele se aproveitou do meu encantamento e já veio me pegando, abraçando e beijando, enquanto batia a porta atrás de si. Caminhamos aos trancos e barrancos, eu de costas, ele me guiando, entrelaçados e com as bocas grudadas uma na outra. Que saudade daquele beijo, daquele gosto, daquele cheiro. Já no quarto, fomos um tirando a roupa do outro, ele a minha roupa suada, e eu as suas roupas engomadinhas. Mas confesso que nem pensava mais na menina. Só queria ele dentro de mim.

Fui lambendo sua boca, seu pescoço, descendo pelo peito, pela barriga, até ficar de joelhos no chão. Nem podia acreditar que aquela delícia de pau estava ali na minha frente, à minha disposição de novo. Alisei-o com carinho, brincando com as bolas. Passei a língua na glande, deixando-a brilhosa e molhada de saliva. Beijei a cabeça, com os lábios bem babados, e fui fazendo escorregá-lo para dentro da minha boca. Chupei com sofreguidão, fazendo-o gemer e se contorcer na minha frente. Por vezes deixava a língua encostada na ponta e, segurando-o pela base, masturbava-o do jeito que ele gosta. E quando chupava mais rápido e mais forte, deixava-o guiar meus movimentos me segurando pelos cabelos.

Sem aguentar mais, ele me puxou para cima, me beijando e sugando a minha língua. Tocou minha buceta com os dedos, sentindo toda a minha excitação. Abri um pouco as pernas e gemi de prazer e de saudade do seu toque. Eu só queria que ele me fodesse. Então pedi:

– Me come?

– Como tu quer? – ele me perguntou, provavelmente querendo saber em que posição eu gostaria de transar.

– De qualquer jeito. Me fode de qualquer jeito. Mata a minha vontade. E a minha saudade.

Ele não pensou duas vezes. Me jogou na cama e me puxando pelas ancas fez com que eu ficasse de quatro, na beirada da cama. Brincou com o pau entre meus lábios, escorregando do meu clitóris até a minha bunda, me deixando com ainda mais tesão. Eu olhava sobre o ombro, a boca entreaberta, e suplicava: “mete… mete…”. Ele, obviamente, se divertia com isso, me provocando, me castigando, sentindo meu mel escorrendo da minha vagina. Mas eu não podia mais esperar: estiquei meu braço para trás, por baixo do meu corpo e entre as minhas pernas e segurei o seu pau, posicionando-o na entrada da minha buceta, e joguei os quadris para trás. Que delícia, que coisa maravilhosa sentindo-o entrando, me abrindo, me preenchendo, me deixando ainda mais tesuda e melada. Ele me deu um tapa na bunda, me dizendo que não era pra ter feito isso, mas pelo menos não saiu de dentro de mim. Pelo contrário, ele enfiou o mais fundo que pôde, e me pegando pelos cabelos, me fudeu do jeito que eu gosto: forte, ritmado, gemendo e me xingando. Em menos de um minuto eu gozei, tremendo inteira, apertando-o dentro de mim, e implorando pra que ele não parasse, pois queria gozar mais vezes.

Ele não parou e nem diminuiu o ritmo. Com a mão livre dava tapas fortes na minha bunda, me chamando de puta, de vadia, de arrombada. Depois que me recompus da primeira gozada, passei a provocar e respondia dizendo que era isso mesmo e muito mais, que dava pra todo mundo e que ele era só mais um. Ele encheu a boca de saliva, largou meus cabelos e, com as duas mãos, abriu bem a minha bunda e cuspiu no meu cu. Eu adorei. Enfiou um dedo, depois dois. Tirou o pau da minha buceta e forçou na minha bunda. Foi metendo sem parar, doía mas era bom, gemi e reclamei de dor, e ele respondeu, fazendo desdém, que eu mesma tinha dito que dava um monte o cu. Bem feito pra mim. Mas já estava melhorando e logo ficou muito bom. Levei minha mão até meu clitóris e gozei de novo, agora junto com ele, sentindo minha bunda se encher de porra.

Ele deitou ao meu lado, me beijou e ficou acariciando a minha bunda, toda vermelha por causa dos tapas.

– Tu acha que eu tô muito gorda? – perguntei. Senti sua expressão de alerta. Mas, se ele fez expressão de alerta, é porque eu estava muito gorda, né?

– Não.

– Muito não? Só um pouco? Eu engordei, né?

Rapazes que estão lendo isso: nos perdoem. Nem nós sabemos a razão de colocar vocês em tamanha saia justa, e na maioria das vezes (não nessa vez) sem fundamento.

– Não. Tá igual.

– Não tô Ricardo. Eu engordei horrores. Tô horrível!

– Não tá! Tu tá linda! Tá gostosa!

– Tá vendo? Tá vendo? Olha o jeito que tu falou gostosa. Tipo falam que a Mulher Melancia é gostosa. Ela é obesa. O-b-e-s-a!

– Não viaja, Nathalia. Tu tá linda.

– Que linda, nada. Tô gorda. Linda era aquela guria que tu tava hoje. Quem é aquela vadia?

– Uma vadia.

– Ah, Ricardo! Nem vem com essa! Agora não vai me falar mais nada?

– Já falei. Uma vadia.

Não sei como ele me aguentou. Deve estar acostumado, né? Tivemos todo esse diálogo e ele, sem perder a calma, continuou fazendo carinho na minha bunda.

– Então vai lá. Vai lá ficar com ela. Beija a boca dela!

Ele me virou de barriga pra cima, forçou minhas pernas, me deixando toda arreganhada e falou:

– Tá, eu vou. Mas ela vai sentir o gosto da tua buceta na minha boca.

E mergulhou a língua dentro de mim. E eu esqueci da guria, da gordura e das espinhas. Pelo menos pelo resto da tarde.

 

Enquete!

11 jun

Recomeço

8 jun

Ela me disse que não sabia mais de nada, logo ela que sempre soube tudo. Dias cinzas, mar sem ondas, música sem som. De uma hora pra outra tudo perdeu a graça. Sem que ela fosse o meu porto seguro, eu nem tinha razão para navegar. Foi culpa do nosso estilo de vida, diriam os puritanos. Eu me perguntei isso, confesso. Ela também se perguntou. E perguntamos um ao outro. E carolas, fodam-se: não foi.

O fato é que, nesse período em que abandonamos vocês, eu e a Nathalia nos separamos. E voltamos. E nos separamos. E voltamos. E… Sei lá! Não vou elencar aqui as razões e emoções (que emo!), pois isso é muito mais íntimo e pessoal do que tudo que falamos por aqui. Mas apesar do “sei lá” ali de cima, eu sei sim, sempre soube: ela é tudo que eu sempre quis.

E de vez em quando vínhamos aqui e constatávamos que o apesar de não ter novos posts, o blog não parava. Com uma média de mil visitas por dia, nem vimos quando ele ultrapassou um milhão de visitas. Que felicidade! E pra vocês que não nos abandonaram, nosso muito obrigado. E vamos combinar assim: ninguém mais abandona ninguém. Pode ser?

Mas como o objetivo do blog sempre foi contar a parte quente do nosso relacionamento, resolvi começar a contar aqui as nossas “recaídas” nesse período negro do nosso relacionamento. Aí vai:

“Sexta de noite. Abdiquei de um churrasco com os amigos e uma saída para alguma balada depois. Não tô a fim de nada. Semana passada eu e a Nathalia resolvemos dar um tempo. Nunca achei que fosse impossível duas pessoas que se amam não conseguirem ficar juntas. Eu já estava dormindo, na verdade. São 1:10 e eu acordei faz dez minutos com o celular apitando. Mensagem da Nathalia:

O que vc está fazendo?

Dormindo – respondi. – Precisa de algo?

De vc.

Tô aqui.

Posso ir?

Claro.

Não respondeu mais. Deve estar vindo. Não sei se levanto e espero ela na sala, ou se fico aqui na cama mesmo. Ela tem a chave, posso ficar aqui. Sei lá, tá tudo uma confusão. Vou ficar aqui no ar condicionado e ver o que acontece.

Ela chegou pelas duas da manhã. Eu já tinha pego no sono de novo, acordei com ela abrindo a porta. Saia curta, blusa decotada e bem maquiada. Pelo olhar eu já saquei que ela estava duas ou três doses além.

– Sozinho? Que pena!

Fiquei só olhando pra ela e sentindo meu pau crescer.

– Achei que poderíamos fazer uma festinha! – falou, enrolando a língua e deslizando as mãos pelo corpo – Eu, você e uma das suas vagabundas…

Veio até a cama, me olhou nos olhos e foi subindo devagarinho a saia:

– Eu já vim até sem calcinha…

Desceu a mão pelo púbis, tocando de leve a buceta.

– Que tu veio sem calcinha eu tô vendo… Mas tu saiu de casa sem, ou perdeu por aí? – pergunto.

Ela sorriu.

– Me conhece mesmo, né safado? Sabe a vadia que eu sou!

Não foi uma pergunta. Era a introdução pra história que ela passou a contar:

– Eu fui dançar. Não queria ficar em casa. Conheci um carinha… Dancei com ele. Arretei. Sou boa nisso, sabia? Ele queria me comer. Se esfregou em mim. Eu queria dar. Fui no banheiro e tirei a calcinha. Voltei. Mas quando voltei eu saquei, Ricardo… Saquei que eu queria dar. Mas dar pra você. Dei minha calcinha pra ele e mandei mensagem pra você.

Puxo-a para a cama, por cima de mim. Pego a sua mão que estava tocando a buceta, melada, e levo à minha boca. Estava com saudade daquele gosto. Trago seu rosto de encontro ao meu e nossas línguas se encontram, se tocam, se entrelaçam, duelam sedentas uma da outra. Ela tateia meu corpo em busca do meu pau. Encontra-o duro, envolve-o com os dedos e passa a masturbá-lo de leve, como se quisesse que durasse para sempre, sem pressa, sem ansiedade.

Que delícia sentir seu toque, seu gosto, seu beijo. Baixo sua blusa e abocanho seus seios, apertando-os, mamando, passando-os no meu rosto, já ouvindo-a gemer baixinho, pedindo que eu não pare, dizendo que eu sei do que ela gosta. E como sei do que ela gosta, eu corro minha mão pelas suas costas nuas, subo pela nuca e pego seus cabelos entre meus dedos, puxando-os, levando sua cabeça para trás, intensificando seu gemido e seus pedidos de que não pare, ao mesmo tempo em que ela aperta o meu pau, passando a mover a mão com mais firmeza e com mais velocidade, me chamando de safado, dizendo que só eu sei o que fazer e como fazer.

Eu abro sua buceta com a ponta dos dedos, sentindo toda a sua excitação. Ela se abre como pode, e eu enfio direto três dedos, de uma só vez, uma só estocada. Ela dá um gritinho, depois morde os lábios e continua gemendo. E então me pergunta, de olhos fechados e com a boca entreaberta:

– Quantas você já fodeu assim?

– Muitas. – respondo, mexendo os dedos com mais vigor dentro dela.

– Eu sei… Eu sei… Mas quero saber quantas desde a semana passada…

Não comi nenhuma, mas não era isso que ela queria ouvir. Entro no jogo.

– Uma por dia.

Sinto na hora ela ficando ainda mais úmida.

– Filho da puta! Sacana!

– Agora sou solteiro. Vou gastar a pica.

– Como era a primeira? – ela pergunta, enquanto capricha ainda mais na punheta.

– Era uma loira, assim como tu. Peituda. Fodi as tetas dela numa espanhola, beliscando os bicos das tetas dela. Ela chupou minhas bolas e a cabeça do meu pau, enquanto eu lambia a buceta dela. Depois coloquei ela de quatro e comi sem dó.

A excitação dela escorre entre as pernas.

– E a segunda?

Caralho. Inventar esse monte de mulher vai ser foda. Resolvo abreviar isso.

– A segunda chupava muito. Fui à loucura. Nunca tinha sido chupado daquele jeito.

Ela dá uma travada, provavelmente uma pontinha de orgulho ferido, mas logo retoma a normalidade.

– Ah é? Nunca?

– Nunca.

Nesse momento ela se desvencilha dos meus braços, dos meus dedos e da minha boca. Me empurra de barriga pra cima na cama e escorrega até o meio das minhas pernas. Segura o meu pau com as duas mãos e, me olhando com aquele olhar que só ela sabe fazer, me fala:

– Veremos.

Imagem

E coloca o máximo que consegue do meu pau dentro da boca. E chupa, lambe, mordisca, suga, mama… e mais tudo aquilo que só ela sabe fazer. Eu gozo na sua boca e ela engole tudo, sem para de me chupar. E continua me chupando, me fazendo quase implorar para que pare, para depois sentar no meu pau, de costas para mim, mexendo para cima e para baixo, rebolando, me presenteando com a deliciosa visão da sua bunda, para então gozarmos juntos.

E assim ficamos os dois jogados na cama, melados, suados e saciados. Adormecemos.

No outro dia acordo novamente sozinho e sem rumo.”

Nossas fotos eróticas – Parte II

22 out

Ele me afastou do seu pau,  pois daquele jeito não tardaria a gozar. Nem precisei perguntar se tinha sido  aprovada: ele me puxou pelos cabelos, fazendo-me ficar em pé na sua frente. “Batom  todo borrado, bem coisa de puta fuleira…”, ele falou, e passou a fotografar  meu rosto.

Fiz biquinho, passei a língua, enfiei o dedo na boca, estava  adorando aquilo! Com os dedos bem babados levantei minha blusa e passei a tocar
meus mamilos durinhos. Ele não perdia um click. Eu prendia-os no meio dos  dedos, beliscava, e ele adorava. Quando coloquei a mão por baixo e estiquei a  minha língua para lambê-los, aposto que ele teve vontade de jogar a câmera longe  e partir para cima de mim. Mas ele se aguentou.

“Vamos para o quarto.”, ele  convidou, ou ordenou, sei lá. Só sei que eu fui na frente, e ele mal podia  esperar o que eu ainda faria naquela noite!

Quando ele entrou e viu todos  os meus brinquedinhos sobre a cama, sorriu e disse: “Uhmm… Arsenal completo?  Já vi que vai me custar caro essa noite!”. Peguei um vibrador grande, em  formato de pênis, e acariciando-o respondi: “Até agora não custou nada. E você  pode desistir. Eu ficarei bem acompanhada…”. Ele riu. “É? Me mostra como  seria…”. Então tá, se ele queria espetáculo, teria um show completo!  Sentei-me na beirada da cama e fiz minha saia escorregar para cima. Levei o  vibrador à boca e comecei a lamber a cabeça como se fosse um pau de verdade. De
olhos fechados, ouvia os cliques da máquina enquanto tentava dar rosto e corpo,  na minha imaginação, para o dono daquele pau. Enfiei-o na boca, deixando o  máximo de saliva que podia, e então joguei o corpo para trás, encostando as  costas na cama, e coloquei os saltos das botas na beirada da cama, abrindo ao  máximo minhas pernas. Posicionei o vibrador na entrada da minha buceta, e  fazendo sinal com o dedo indicador, pedi que ele se aproximasse. “Olha de  perto…”, sussurrei, na verdade querendo que ele fotografasse aquilo tudo  entrando dentro de mim. Ele se pôs de joelhos no chão, e não perdeu um detalhe  daquele cacetão desaparecendo na minha buceta. Liguei o vibro, e com ele todo  dentro de mim, forcei movimentos circulares, o que me levou ao delírio. Sentia  meu mel escorrendo, melando minha bunda, minha meia calça rasgada, minha cama.

Com a mão livre tateei a cama sobre a minha cabeça, procurando outro acessório que queria usar: um plug  anal. Encontrei-o e estiquei a mão em sua direção, pedindo: “Coloca pra mim?”.  Não precisei pedir duas vezes: ele foi enfiando devagar na minha bunda. Que  delícia! Me sentia preenchida, arrombada e delirando de tesão. Passei a colocar  e tirar o pau de borracha de dentro de mim, olhando nos olhos dele através da câmera.  O pau dele parecia que ia explodir, de tão duro, e eu queria sentí-lo também. “Vem  aqui… Deixar eu te bater uma punheta… É de graça!”, falei. Ele ajoelhou-se  ao meu lado, e eu comecei a masturbá-lo de leve, apertando bem seu pau. De vez  em quando largava o pau e acariciava suas bolas, sua bunda. Depois voltava e  batia punheta mais rápido, fazendo-o se contorcer dentro de mim. A essa altura  já não tinha coordenação para mexer as duas mãos, a do vibrador e a do seu pau,  então fechei as pernas, prendendo o vibrador dentro de mim. Ele não se conteve  e veio sobre mim, passando uma perna para o outro lado do meu corpo, e encaixou  seu pau duro entre meus seios. Apertei um contra o outro, e ele começou a  deslizá-lo. Eu estiquei a língua, e cada vez que o pau subia na direção do meu  rosto, eu lambia aquela cabeça dura e melada. Assim como eu, ele estava  transtornado de tesão: gemia, beliscava meus seios e me xingava de puta, vagabunda,  safada, me dizia que eu só sossegava assim, metida no cu e na buceta. Eu dizia  que sim, e que queria mais, e ele me xingava mais, me dava tapas no rosto,  dizia que eu não valia nada. Não aguentei mais e gozei, forçando as pernas uma  contra a outra, sentindo o vibrador pulsar dentro de mim, e bem na hora,
enfiando o pau dele o máximo que deu dentro da minha boca. Meu corpo tremeu  inteiro, senti o ar quase faltar, e tive um dos orgasmos mais intensos da minha vida.

Não tive forças para  protestar quando ele saiu de cima de mim, queria fazê-lo gozar na minha boca,  no meu rosto… Mas pelo visto ele tinha outras idéias: tirou o vibrador da  minha buceta, e me avisou: “O plug tu deixa…”. Ele desapareceu da minha  visão, por cima de mim, e logo reapareceu balançando minhas algemas entre os  dedos: “Vira de costas, vadia!”.

Claro que eu obedeci, né?

CONTINUA…

Nossas fotos eróticas – Parte I

8 out

Dia desses, revirando caixas no fundo do meu armário, encontrei umas fotos que fazíamos, o Ricardo e eu, logo que começamos a namorar. Ele tinha uma Polaroid, e nenhum de nós dois tínhamos muito pudor! rsrsrs Encontrei fotos minhas, nua, fazendo poses sensuais para as lentes; fotos dele, com o pau na mão, exibindo-o para mim, fotos nossas, tiradas por nós mesmos enquanto transávamos. Me deu uma saudade daquele
tempo, quando fazíamos as coisas sem muita preocupação, tomados por um tesão incontrolável que nos cegava para os perigos da exposição.

Conversei sobre isso com ele, que na mesma hora “se convidou” para jantar aqui em casa e rever as nossas fotos. O dia foi passando, as fotos ali sobre a bancada, e eu fui tendo idéias. E vocês sabem, eu vou tendo idéias e vou ficando com tesão ao mesmo tempo! No final da tarde mandei um torpedo pra ele: “Estou olhando nossas fotos… Meu corpo mudou. Estamos os dois diferentes. Temos que renovar as lembranças…” Ele sempre foi mais relutante que eu com essa coisa de fotos, por mim já tinha enchido o blog com fotos minhas! Ele respondeu: “Se teu corpo mudou, foi pra
melhor. Levo a câmera e fazemos o tira teima”. Nossa, que fácil! Decerto ele achava que eu só queria fotos minhas. Mandei outro torpedo: “O teu pau tá maior agora, vou te provar por fotos o que sinto dentro de mim”. Pronto. Deixei claro que ele também seria fotografado! rsrs Ele não me respondeu mais, e eu, excitada, resolvi armar um cenário para as fotos. Espalhei nossas fotos antigas sobre a cama, separei velas com aromas e muita lingerie sensual. Já me imaginei vestida como uma puta, cheia de tesão e ousadia, e separei até alguns brinquedinhos sexuais para usarmos nas fotos. Sentia minha umidade entre as pernas, antevendo uma noite deliciosa!

Abri um champanhe e, com a garrafa e uma taça na mão, fui tomar um banho de banheira. Entrei e fiz espuma, e com a taça na mão comecei a relembrar de nós dois. O encantamento instantâneo, a “liga” mágica, o encaixe perfeito dos nossos corpos. Da vez em que passamos um final de semana inteiro sem sair de um quarto de hotel, sem comer, sem fazer mais nada além de sexo. Muito sexo. E a primeira vez que vi ele comendo outra mulher? Eu já tinha feito isso, com outra pessoa. Mas naquele dia me perguntei se agüentaria com ele. Eu não quis participar, naquele momento o meu tesão era ver o tesão dele. Fiquei sentada em um canto do quarto, enquanto ele comia uma garota de programa. Minha preocupação infantil era se ele faria as coisas da mesma maneira que fazia comigo, e se ele morreria de tesão, gemeria e faria as mesmas caras que fazia enquanto metia aquele pau gostoso em mim. Não sei se ele fez igual ou não, pois em determinado momento me perdi com meus dedos entre as minhas pernas e gozei loucamente, três vezes seguidas, logo após de vê-lo sentado na beira da cama, a menina de joelhos no chão engolindo seu pau, e ele com os olhos cravados nos meus mexendo a boca em uma declaração silenciosa: “eu te amo”.

Lembrei de muitas outras coisas, muitas já contadas aqui no blog, e sem agüentar mais posicionei o jato da hidromassagem para o meio das minhas pernas. Gozei sem usar as mãos, tendo na mente a imagem dele me comendo sem parar, de tudo que é jeito, em tudo que é lugar. Delícia.

Já mais relaxada e com meia garrafa a menos, saí do banho. Decidi abandonar a garrafa, e com o celular na mão, digitei outra mensagem pra ele: “Como quer o programa hoje?”. Pronto. Agora ele sabia que eu definitivamente estava para o crime. Seria a puta dele esta noite, faria o que ele quisesse. E logo veio a mensagem dele, me dizendo como me queria: “Te quero vulgar, baixo nível e preparada pra levar pau e tomar porra a noite toda!”. Aff! Pelo jeito ele também viria no mesmo nível! rsrsrs

Abri a porta pra ele pouco antes das nove. Ele parece ter gostado do que viu: um batom vermelho carregadíssimo, assim como o resto da maquiagem. Uma mini saia que mal cobria minha bunda, em cima de uma meia arrastão já beeem usada. Uma mini blusa vermelha bem fuleira, que deixava, por baixo, meu umbigo de fora, e por cima, mal cobria meus seios. E também uma bota preta acima dos joelhos. Ele veio junto a mim e apertou minha bunda, forte, rude, e quando procurei sua boca ele me negou: “puta não beija na boca… essa tua boca só serve pra chupar pau”. Não sei o que acontece comigo, mas quando tô no clima, qualquer coisa que ele faça ou fale, me deixa maluca! Uma onda de tesão percorreu meu corpo quando ele falou isso. E ele continuou: “Desfila… Anda pra lá e pra cá… Quero ver se vale o investimento…”.

Caminhei até a extremidade da sala e, quando me virei, ele já estava ajustando a máquina fotográfica. Comecei a andar na sua direção, rebolando mais que o normal, enquanto ouvia os cliques. Cheguei bem perto e, com as palmas das mãos apertando as laterais dos meus seios, um de encontro ao outro, fiz pose para a câmera. Ele esticou a mão e tocou meus seios, primeiro com carinho, depois apertando e beliscando meus
mamilos sobre a blusa. Sem parar de fotografar os acontecimentos. “Dos peitos eu gostei… Agora quero ver a bunda!”, ele falou. Fui até o sofá, rebolando ainda mais, e ele veio andando atrás de mim. Fiquei de joelhos e arrebitei a bunda o máximo que pude, e olhei-o sobre os ombros. “Gosta?”, perguntei. Ele esticou a mão e subiu minha saia. Apalpou minha bunda, apertou, até deslizar sua mão pelo meio, passando pelo meu cuzinho, chegando na minha buceta. Enganchou os dedos na meia e com um puxão rasgou o meio das pernas. Levei um susto, e outra descarga de tesão, esta mais forte ainda, explodiu no meu corpo. Com o caminho livre, senti seus dedos me explorando. “Tá melada…”. Fiz que sim com a cabeça. Ele enfiou dois dedos. “Isso é tesão ou é porra de outro cliente?”. “É porra… De dois clientes… Dei pra dois ao mesmo tempo mais
cedo…”, falei, e imaginado isso fiquei ainda mais molhada. Ele enfiou o terceiro dedo, me alargando, mexendo e girando-os dentro de mim. Me abri ainda mais, mas ele tirou a mão ao mesmo tempo em que, com a outra, me pegava pelos cabelos e puxava minha cabeça para trás. Enfiou os dedos melados na minha boca, e chupei-os com sofreguidão, enquanto ele me dizia: “Chupa a porra deles então, puta chinelona!”. Chupei, imaginado que tinha porra mesmo naqueles dedos, e sentindo o gosto do meu próprio tesão. “Agora tu mesma pega a porra… Não vou sujar meus dedos…”, ele falou. Fiz exatamente o que ele pediu: Enfiava meus dedos na minha buceta e levava-os à minha boca, enquanto ele fotografava sem
parar.

“Deixa eu te chupar?”, pedi ronronando. Podia ver o seu pau duro quase rasgando as calças. Ele se aproximou, e me pegando pelos cabelos novamente, passou meu rosto pelo volume da calça. Que delícia! Mas logo se afastou novamente. “Não sei… Tu não me convenceu ainda…”, disse. “Enfia esse pau na minha boca que vai ter certeza…”, falei, desejando mais do que nunca chupá-lo. “Eu não… Aí, gostando ou não, vou ter
que pagar!”. Eu ia sugá-lo pau afora, ele iria ver só! Falei: “A chupada é de graça… Como um test drive…”. Ele soltou uma risada sonora. “Rá! Não sei se tu não sabe ganhar dinheiro ou se é muito confiante!”. “Coloca esse pau pra fora e saberá!”, rebati.

Fiquei de joelhos na sua frente, e comecei lambendo aquela cabeça inchada. Passei a língua em movimentos circulares e deslizei meus lábios, beijando e chupando. Depois empurrei seu pau em direção a barriga e desci a língua em toda a extensão, até chegar no saco. Lambi e chupei suas bolas, sentindo seu pau batendo em meu rosto, ao mesmo tempo em que arranhava de leve suas coxas. Subi as mãos e apertei sua bunda, ao
mesmo tempo em que fazia seu pau deslizar o máximo possível para dentro da minha boca. Ele gemeu, e eu caprichei ainda mais. Com as duas mãos nas suas nádegas, passei a comandar o movimento dos seus quadris, fazendo seu pau fuder minha boca como se fosse uma buceta. Fazia isso tudo olhando para cima, fazendo minha melhor cara de safada pras fotos que ele não parava de bater. Acima da câmera, ele sorria satisfeito. Acho que fui aprovada no teste!

CONTINUA…

Surpreendendo o Ricardo

10 set

Tenho trabalhado demais, como vocês devem ter notado, pois isso acaba gerando quase que um abandono do blog. Além de viajar pra lá e pra cá, relatórios intermináveis acabam minando meu teu livre. Mas como ninguém é de ferro, eu arrumei um tempinho pra aprontar alguma coisa.

A sexta-feira amanheceu chuvosa, como tem sido o normal por aqui. Deixei as crianças no colégio e voltei pra casa, para terminar uns relatórios. Me afundei no note, quase sem ver o tempo passar. Quando me dei conta, era quase 11 da manhã. E o serviço iria longe… Irritada, fechei o note e resolvi ir até a sacada. E não é que o tempo tinha melhorado? O sol começava a aparecer, e eu pensei cá comigo: “não vou passar o dia na frente do notebook”. Coloquei uma roupa e saí decidida a fazer uma surpresa pro Ricardo.

Cheguei no trabalho dele e não deixei a recepcionista me anunciar, fui direto para a sua sala. E adivinhem quem eu encontro lá, na maior galinhagem? A tal da Déia. Vocês conhecem a nossa relação e sabem que ele pode transar com quem ele quiser. Sabem que eu não tenho ciúme, ou que até tenho, mas que acaba sendo um combustível altamente inflamável pro meu tesão. Mas essa zinha não me desce. Menininha bem nojentinha, fresquinha e bipolar! Eles não estavam fazendo nada, óbvio, mas a cara dela quando me viu foi algo sensacional! rsrs O Ricardo só me olhou com aquela cara de safado, e não disse nada.

– Bom dia, Nathalia! – ela falou, um sorriso nervoso estampado no rosto, e avisou que estava de saída. Eu apenas acenei com a cabeça, e enquanto ela fechava a porta atrás de si, falei pro Ricardo:

– Eu achei que vacas só falassem “mu”, essa aí fala “bom dia”?

Não sei se ela escutou ou não, mas dessa vez quem fez cara de pavor foi o Ricardo. E o medo que eu armasse um barraco? rsrsrs

Me aproximei dele, passando meus braços pelo seu pescoço e beijando sua boca.

– E você, seu galinha safado! Estava arrumando a sobremesa, é? – falei carinhosamente.

– É. Mas agora meu banquete chegou! Veio almoçar comigo?

– Sim… Mas se já marcou com a sua putinha, não faz mal.

Ele me pegou forte pela cintura, me puxando contra ele, e sussurrou em meu ouvido.

– Não. Esquece a minha putinha. Agora a minha putona chegou.

Sorri. Estava com saudade de ouvir ele falando baixaria. E o ciúme já tinha passado, agora o tesão era quem me comandava. Foi aí que lembrei dos posts, de tudo que ele contou pra mim e pra vocês, sobre ela querer experimentar outra mulher. Assim, sem pensar e antes que desistisse, falei:

– Convida ela pra almoçar com a gente.

Se ele ficou surpreso, não demonstrou. Mas não levou fé.

– Nada, imagina… Vamos almoçar  só nós dois, em algum lugar.

Me esfreguei nele, e ronronei:

– Convida… Posso estar fazendo mal juízo dela.

Eu estava decidida. E se ele não convidasse, eu mesma convidaria. E ele sabia disso. Afinal, me deixou ali e foi falar com ela.

Voltou cinco minutos depois, deve ter sido difícil convencê-la, ainda mais depois do que falei. Mas ela topou. Pouco tempo depois saímos os 3 em direção ao elevador.

Se no início o clima estava estranho, com o tempo foi melhorando. Ela, apesar de permanecer mais quieta do que falante, não era tão ruim como eu pensava! rsrsrs Já no restaurante, escolhemos uma mesa de canto, e o Ricardo sentou-se ao meu lado, e ela na frente dele. Almoçamos e conversamos, e fiz o possível para deixá-la à vontade, assim como o Ricardo que, sentindo minha mão buscando seu pau sob a mesa, resolveu relaxar e ver no que aquilo tudo daria. Ela foi se soltando, ao mesmo tempo em que eu soltava o botão da calça do Ricardo. E quando o assunto chegou no sexo, eu já passava meus dedos na cabeça melada do pau dele.

Ela falou sobre o namorado, e eu bem cara de pau, fiquei dando dicas do que ela deveria fazer na cama com ele. Alguns minutos depois e com a conversa mais quente do que nunca, ela já com o rosto corado arregalou os olhos enquanto me ouvia perguntar:

– Você alguma vez já ficou conversando com uma amiga enquanto o masturbava?

Ela olhou pra ele que, com o rosto contorcido de tesão, não disse nada. Depois me olhou. Criou coragem e falou:

– Nunca. Mas e se ela me pedisse para trocar de lugar comigo?

A vadia era rápida. Estava começando a gostar dela.

O Ricardo segurou o meu pulso. Seu pau pulsava. Ele não queria (e nem tinha como) gozar ali.

– Você deixaria? Eu deixaria… – falei, e larguei o pau do Ricardo. Dei um beijo nele e me levantei. Ela levantou também e trocamos de lugar.

Sentada de frente para eles, olhando ora pra expressão de tesão dele, ora pros movimentos quase imperceptíveis do seu braço, que geravam um leve balanço dos seus seios, eu estava pronta para gozar. Se estivéssemos em outro lugar, eu pulava em cima dos dois. E olha que eu nem gostava daquela vadia! rsrsrs

– Chega, pelo amor de Deus! – o Ricardo falou, afastando-a – Eu não posso sujar tudo aqui.

Trocamos um olhar de cumplicidade, eu e ela.

– Vamos pra outro lugar? – ele convidou, cheio de desejo.

Pisquei para ela, mostrando que deveríamos castigá-lo um pouco mais.

– Quem sabe outra hora. – falei – Tenho tanta coisa pra fazer agora de tarde.

Ela entrou no jogo.

– Tenho uma reunião às 3.

Levantei a mão chamando o garçom:

– Um expresso… Alguém mais quer? Dois expressos e a conta, por favor!

Entrando totalmente no clima, ela saiu do lado dele e veio sentar ao meu lado. Ficamos conversando amenidades, enquanto bebíamos nosso café. E ele com uma expressão incrédula na nossa frente.

 

Larguei os dois no trabalho e fui para casa, mas nem toquei nos relatórios. Me deitei e me masturbei lembrando daquele almoço. Não respondi nenhuma das mensagens desesperadas do Ricardo no meu celular e, apesar de continuar não simpatizando com a tal da Déia, gozei pensando em nós três.

 

 

Conceitos de felicidade diferentes, prazer igual!

16 ago

O Ricardo me mandou essa foto por e-mail, cujo título era “Meu conceito de felicidade”:

Um homem feliz...

 

Gostei da foto. Posso dizer que ele já foi feliz um bocado de vezes… rsrsrsrs

 

Mas eu não podia deixar assim a provocação, né?

 

Mandei pra ele a foto abaixo, e meu título era: “Ontem de noite fui FELIZ assim”:

 

Mulher FELIZ!!

 

Mentira, nem fui tão feliz assim. Mas que é bom provocá-lo, é! Óbvio que não demorou muito e o telefone tocou. Do outro lado da linha ele foi logo dizendo: “Conta tudo, sua vadia!”. Eu não tinha quase nada pra contar, então tive que “valorizar” a história. Ele gostou. E eu também. Só que agora fiquei com uma vontade…