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O Rei Arthur e a Cabra Cega

28 maio

Os homens podem ter a idade que for: 30, 40, 50 anos… Se colocar duas coisas na frente de um bando deles juntos, viram adolescentes de novo: futebol e mulher. E o pior de tudo é que na maioria das vezes eu acho até divertido!

Dia desses fui a um churrasco com o Ricardo. Era da turma que se encontra uma vez por mês, desde a época da faculdade, eu acho. Como sempre acontece, eles contam as mesmas histórias a cada encontro. E riem delas como se tivessem acabado de acontecer. Mas é tão legal esse clima de camaradagem, coisa de amigo e irmão mesmo, que até eu dou risada. Já as mulheres e namoradas deles acham um saco. Passam a maior parte do tempo de cara feia e reclamando.

Reclamam da vida, do casamento/namoro, da família deles, da família delas e até da vida sexual. E é claro que quando eles começam a falar de mulheres (normalmente famosas e periguetes sub celebridades, eles nunca dão a bobeira de falar de mulheres “reais” na nossa frente) elas ficam ainda mais amargas. A mulher do Marcos, por exemplo. Teve um chilique quando ele disse que achava a mulher do cantor Belo gostosa. Ficou furiosa! Interrompeu a conversa deles dizendo que ela parece um homem, que tem cara de travesti e, no meio da roda deles, virou pro marido e disse que ficava “até preocupada por ele gostar de alguém com uma aparência tão masculina”. Coitado. Ele não sabia onde se enfiar. Mas os homens são leais e logo estavam apoiando o amigo. “Baita gostosa!”. “Potranca!”. “Mexe a noite toda sem cansar!” e assim por diante. Aí foi a vez das mulheres, não por lealdade, mas por ciúme, de contra atacar: “Travesti!”. “É tudo artificial”. “Tu nem tem dinheiro pra bancar uma mulher daquelas”. Baixou o nível.

Tá aí o motivo da discórdia! rsrs

Tá aí o motivo da discórdia! rsrs

O Ricardo, que assistia a tudo com uma expressão divertida e com umas duas ou três doses de álcool acima do aceitável, pede a palavra e me larga essa: “Eu meteria meu pau tão fundo naquele rabo que quem conseguisse tirá-lo de lá seria nomeado no novo Rei Arthur”. E depois disso não havia mais o que ser dito, e nem teria como. As risadas dos homens eram altas, escandalosas e contagiantes. Os cumprimentos eram como se houvessem marcado um gol. Hang fives e punho com punho era fichinha. Pareciam de fato adolescentes no recreio da escola. Eu mesma não me aguentei. Ri até doer minha barriga. A mulher do Marcos, se não tivesse tão preocupada em repreender o marido, teria rido também. Acho até que vi um sorriso atrás dos seus lábios de fúria.

Logo o assunto passou a ser o glorioso campeonato gaúcho de futebol e os radares femininos deram uma folga. Mas se do lado de lá eles estavam descontraídos, do lado de cá o clima continuava tenso. Agora a mulher de outro, que não lembro o nome, dizia que achava um absurdo quem fazia sexo anal. Que era sujo, que não havia sido feito para isso e todo aquele blá blá blá. Outra dizia que nunca havia feito sexo oral no marido. Tinha nojo e medo que tivesse xixi. Fala sério! Aí uma terceira, que se julgava mais moderna, disse que gostava de sexo oral e que às vezes inclusive deixava o namorado gozar na sua boca. As duas freiras que falaram antes quase vomitaram. E eu lá rezando pra que ninguém me perguntasse nada! rs Imagina se elas lessem esse blog? E lá pelas tantas eu desliguei de conversa. Fiquei imaginando uma história bem cabeluda que, se contasse pra elas, faria com que caíssem desmaiadas ali. Pensei naquele recato todo e, como sempre faço, imaginei-as fodendo. Uma com a outra, com os maridos/namorados, todos juntos. E me veio a história na cabeça.

Foi em uma festa na casa da Patrícia. Vocês já conhecem ela, tem alguns posts aqui no blog contato coisas que já fizemos juntas. Ela adora fazer festas na sua casa. Teve até aquela do Sexo a Seis. Mas essa tinha mais gente. Nós chegamos tarde, eu e o Ricardo. Tínhamos um aniversário de sei lá quem antes. Quando entramos na sala o clima já estava pra lá de quente. Todo mundo se pegando! No sofá à direita duas gurias lindas se beijavam, sem blusa, os seios delas se roçando, biquinho no biquinho. Delícia! Um cara metia numa outra, de quatro, enquanto outro acariciava o corpo dela sem parar. Várias cenas assim aconteciam em diversos lugares. O Marcelo, marido da Patrícia, estava sentado em uma cadeira da mesa de jantar, as calças arriadas no chão, enquanto uma mulher de joelhos à sua frente chupava seu pau de maneira deliciosa. E lá na poltrona, soberana, a Patrícia reinava totalmente nua e com as pernas escancaradas, e entre elas dois rapazes se revezavam em chupar sua buceta. Quando me viu abriu um sorriso enorme e bateu palmas, atraindo a atenção do pessoal.

– Gente! Estes são a Nathalia e o Ricardo.

Alguns não deram muita bola, mas a maioria virou-se para nos olhar, alguns dizendo “oi”, outros apenas acenando com a cabeça.

– A Nathalia tinha me dito que chegaria no máximo às onze e meia. Que horas são?

– Quinze para as duas! – alguém apressou-se em dizer.

Fiz cara de quem estava se desculpando, mas ela continuou.

– Eu acho que ela deveria pagar uma prenda. Uma prenda bem safada!

Pronto. Agora mesmo quem já estava se divertindo prestava atenção nela e em mim.

– O que vocês acham que ela deveria fazer? – ela perguntou, sempre olhando nos meus olhos com cara de tarada.

Surgiu um burburinho na sala. E eu ali parada esperando os acontecimentos nem vi que uma lá já se chegava pro lado do Ricardo.

– Ela tem que dar pra todo mundo! – gritou um cara lá da porta do corredor.

– Querido, isso ela já iria fazer… – ela respondeu, fazendo todo mundo rir.

– Cabra cega! – falou uma das duas lindinhas que se beijavam no sofá.

– Como assim? – a Patrícia perguntou. A lindinha explicou:

– Ela fica no meio da sala. Todos os homens ficam em volta dela. Ela pode pegar em cada um, perguntando seu nome. Depois a gente coloca uma venda nela, e ela pega de novo. Os que ela acertar, ela pode transar.

– Eu também quero! – falou a que antes chupava o Marcelo. De novo todos deram risada. E então os olhares voltaram pra mim. A Patrícia me olhava com cara de quem duvidava da minha coragem. Olhei pro Ricardo. Ele mexeu a cabeça quase que imperceptivelmente. Esperei mais alguns segundos, deixando um suspense no ar. Larguei minha bolsa, teatralmente, e me deixei cair de joelhos no chão.

– Quem vai ser o primeiro? – perguntei, ouvindo a balburdia em que a sala se transformou. A Patrícia sorriu. E eu sorri de volta. Se ela achava que eu ia me mixar, estava muito enganada!

O primeiro foi o Marcelo. Se livrou das calças arriadas e parou na minha frente. Aquele pau eu já conhecia! Mas mesmo assim peguei-o com as duas mãos, sentindo a textura, as curvas da glande e acariciando suas bolas. Ele não queria sair dali, mas logo fizeram pressão para que desse lugar ao seu sucessor. Eu não o conhecia. Me disse que seu nome era Gustavo, e fiz o mesmo procedimento. Gostei. Bem duro e grosso. O terceiro tinha um pau fino e comprido, esse seria fácil de reconhecer. E assim eu segui. Foram nove paus. Tamanhos, formatos e texturas diversos. Olhei pro Ricardo. Será que ele não vinha? Imagina que vergonha se eu não reconhecesse logo o pau dele? rs Mas ele veio. Parou na minha frente e eu abri o botão e depois o zíper da sua calça jeans. Liberei o caralho que eu tanto amo das cuecas e ele saltou duro e cabeçudo na minha frente. Acaricei de leve toda sua extensão, passando as unhas de leve na cabeça e depois nas bolas. Não me aguentei e estiquei a língua, brincando na ponta. E ele não se aguentou e enfiou o cacete na minha boca. Passei a chupar e lamber, por vezes segurando-o pelos quadris e fazendo com que ele fudesse a minha boca. Se criou um círculo de pessoas em volta de nós, todos nos olhando absortos e excitados. Quando vi as duas lindinhas estavam ao meu lado, uma tirando meus sapatos e a outra abrindo a minha blusa. Ajudei como pude, fazendo o possível para não tirar o pau do Ricardo da minha boca, enquanto elas tiravam minha calça, me deixando nua ali no meio. Quando, uma de cada lado, abocanharam meus seios, eu quase gozei. E o Ricardo também. Diminuí a pressão e a velocidade da chupada, primeiro para que ele não gozasse mas, principalmente, porque as bocas das duas estavam tão gostosas que não deixavam que eu me concentrasse. Uma delas desceu a mão pela minha barriga até o meio das minhas pernas, sentindo toda a minha umidade. A outra desceu pelas minhas costas, acariciando a minha bunda. Era delicioso! E todas aquelas pessoas em volta olhando deixavam tudo ainda mais excitante.

A Patrícia ajoelhou-se junto a mim e segurou o pau do Ricardo pela base. Tirou-o da minha boca e chupou. Fiquei ali olhando ela chupar, enquanto as lindinhas não paravam de trabalhar no meu corpo. Mas logo o Ricardo se afastou e a boca da Patrícia veio de encontro à minha. Nos beijamos com fervor e pude sentir sua língua doce e quente, com o gosto do pau do Ricardo, explorar toda a minha boca. Mas não durou muito. Ela logo tirou os lábios dos meus e me mostrou a venda com a qual taparia meus olhos. Foi quase como um “está pronta?”. Assenti com a cabeça. E então não enxerguei mais nada.

Ela me pegou pelas mãos e me guiou pela casa, provavelmente em direção ao seu quarto. Tive certeza quando me ajudou a subir na cama enorme e alta onde já tive muitos orgasmos! rs Fiquei de joelhos, tentando decifrar os sons à minha volta, mas ouvindo mesmo a minha respiração pesada de excitação.

– Primeiro! – ela falou. Senti a cama se movendo com o peso de mais uma pessoa subindo nela. E agora? Como faria? Deveria tatear no escuro? O homem estava onde? Antes de achar qualquer resposta senti-o na minha frente. Levantei as mãos e logo toquei-o. Duro. Grosso. Passei os dedos no saco e não senti nenhum pelo. Delícia. Me deu vontade de chupar. Passei a língua na cabeça, rodando de baixo pra cima e abocanhei. “Gustavo”, falei, sem tirar o pau da boca. Fui aplaudida. Ele acariciou meus cabelos, como quem acaricia uma cadelinha que trouxe o brinquedinho de volta. E foi assim que me senti, uma cadela.

– Próximo! – chamou a Patrícia. Mas eu não queria tirar aquele pau gostoso da boca. Mas não tinha jeito. – Que gulosa! – ela brincou. – A gente vai cuidando dele pra ti, enquanto tu tenta acertar o próximo.

Peguei o próximo pau nas mãos e passei a punhetá-lo de leve. Não sabia de quem era, não tinha a menor idéia. Quem sabe na punheta ele soltasse um gemido e eu reconhecesse a voz? Nada. Tentei subir a mão pelo peito, mas não me deixaram.

– Não vale! É só no pau.

Tentei a sorte. Falei o nome do último que toquei, antes do Ricardo. Errei. Que pena. Um a menos.

O próximo eu soube de cara: era o fino e comprido. Depois me arrependi. Podia ter demorado mais, feito um suspense e deixado o cara mais excitado tocando ele ali na frente de todo mundo. O quarto já chegou melado. Estava em ponto de bala. O saco já estava rígido e ele não conseguia segurar os gemidos cada vez que minhas mãos deslizavam nele. Eu sabia quem era, mas não tinha gostado dele antes. Passei a unha naquele fiozinho embaixo do saco e ele gozou, respingando no meu braço e nos meus seios.

– Desclassificado! – falou a Patrícia, divertindo-se como ninguém.

Melhor. Eu ia dizer o nome errado mesmo. Pra esse eu não queria dar.

– Quem vai me limpar? – perguntei. Logo senti uma língua nos meus seios, lambendo os pingos de porra do quarto pau que eu tinha que adivinhar. A pessoa se aproveitou e chupou meus mamilos durinhos, arrancando de mim gemidos de tesão. – O quinto! – pedi, antes mesmo da Patrícia se pronunciar.

O quinto eu acertei: André. Tinha um pau gostoso e quente, já havia me chamado a atenção antes. Não demorei muito, estava ansiosa e excitada. Se eu dissesse que sabia que o Ricardo era o sexto antes mesmo de tocar, vocês acreditam? Eu sabia. Tanto que nem encostei a mão logo no início. Quando ele colocou o pau duro na minha frente eu já estiquei a língua e passei na cabeça. E depois engoli. Enfiei o máximo que podia na minha boca e mamei forte. Aí então peguei pela base e fui afastando a boca, sentindo aquele filete de saliva se formar. Ouvi gemidos em volta. Depois peguei o pau e passei a ponta babada nos meus seios. E só então falei: Ricardo. Agora eu já tinha quatro para me comer.

O sétimo eu não fazia a menor idéia de quem era. Era menor que a maioria e eu não lembrava dele de antes. Mas mesmo assim eu fui mexendo nele. Lambi a ponta do dedo e passei na glande, arrancando um suspiro baixinho. Ele ficou mais duro e cresceu mais um pouco, mas não tinha jeito. Falei um dos nomes que faltavam, mas errei. Ele encolheu-se mais, me pareceu. Deve ter sido de decepção. Fiquei chateada. Queria ver se aquele pau cresceria mais dentro de mim.

O oitavo foi o Marcelo. Já tinha transado com ele antes, vocês sabem. Gosto da pegada dele e também acertei de primeira! E minha conta praquela noite já tinha subido para cinco homens. Será que eu acertaria os outros dois? “Que venha o próximo!”, brinquei. E ele veio. Afobado. Tentou enfiar o pau na minha boca. Não gostei. Não sou fresca, mas estávamos seguindo um padrão ali. Não deixei e nem tentei lembrar o nome dele. Falei logo um nome que não estava na “lista”. Devia ter apertado as bolas dele. Babaca.

O décimo eu acertei. Gostei do pau dele. Fiquei fazendo suspense, enquanto o masturbava com as duas mãos. Brinquei nas bolas, na cabeça. Ele abafou os gemidos e comemorou quando acertei seu nome. Me senti desejada. E ainda mais excitada. Seis homens. Será que eu daria conta?

A Patrícia se aproximou e me fez largar o pau dele. Avisou a todos que “queria ver se eu estava no ponto” e beijou a minha boca. Me fez deitar na cama, carinhosamente, beijando meus seios, minha barriga, até sua língua chegar no meio das minhas pernas. Passou-a entre meus grandes lábios e concentrou-se no clitóris. Gemi alto, sentindo como se todo o líquido do meu corpo escorresse pela minha buceta. Fiz menção de tirar a venda, mas alguém segurou meu braço. Logo senti um pau na minha mão direita. Peguei-o. Outra pessoa levou minha mão esquerda de encontro a outro pau. Também peguei-o. Agora tinha outras mãos nos meus seios, percorrendo meu corpo, eu nem entendia mais de onde vinham. Passei a punhetar os dois paus e automaticamente abri a boca. Queria mais um, queria chupar. Não demorou quase nada e logo fui atendida. E assim começou uma das noites mais incríveis da minha vida!

Será que essa história seria suficiente para chocar as mulheres do churrasco? Ou eu teria que contar como trepei com cada um dos seis? 😉

A Lady K gosta do nosso blog! :)

1 fev

A deliciosa Lady K, dona do blog Lady na rua, mas na cama você sabe… (não deixem de visitar, é um tesão!) nos presenteou com as fotos abaixo, demonstrando o quanto gosta do nosso blog! Adoramos!! 🙂

Demonstre você também! Envie as fotos para intimidades.blog@gmail.com.

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Excitante

1 set

Uma das coisas mais legais que eu vi por aí nos últimos tempos: a atriz pornô Stoya lê um trecho de um livro enquanto é estimulada sexualmente, por baixo da mesa e longe dos olhos de quem vê o vídeo. Observem as reações no seu rosto, na sua boca, nas suas mãos, as sensações que ela vai tendo.

Adorei!!

Será que ninguém toparia fazer igual lendo um texto do blog? rsrsrsrs

No espelho

11 ago

Ele me puxou pelos tornozelos, fazendo meu corpo deslizar em direção à beirada da cama. De joelhos, no chão, empurrou meus pés para cima, dobrando minhas pernas e me deixando totalmente aberta. Enfiou a língua na minha bunda, fazendo um arrepio ir e voltar por todo o meu corpo, arrancando de mim um gemido sôfrego. Da minha vagina ainda escorria sua porra, meu mel e um turbilhão de sensações pós foda.

– Gostosa! – ele falou, meio abafado, com a língua esticada.

Eu não tinha forças para responder e nem falar nada. Sorri, desejando que ele não parasse de mexer a língua. Olhei para cima e, pelo teto espelhado do quarto do motel, nos vi. Deu mais tesão ainda! Abri mais as pernas e toquei meus seios, sem tirar os olhos do nosso excitante reflexo. Mesmo com os mamilos doloridos das mordidas e dos chupões do Ricardo, belisquei-os de leve. Pelo reflexo pude ver os pequenos roxos nos meus seios. “Marcas de um sexo selvagem”, pensei, já querendo mais roxos e todas aquelas sensações de novo.

– Vou comer teu cu, vadia! – ele falou, com a língua dentro da minha bunda. Afastou o rosto, abriu minhas nádegas com as mãos e cuspiu bem no meu cuzinho. Achei aquilo tão baixo, tão vulgar, que me deu mais tesão ainda. Ficou em pé, e aquele pau continuava duro. Resolvi seguir na mesma linha: estiquei a mão e puxei-o para mim, quase derrubando-o por cima de mim, até estar com aquele pau em frente ao meu rosto. Enchi a boca de saliva e cuspi na cabeça do seu pau.

– Vai, agora vai… Pra entrar melhor… Sou apertadinha! – falei, ronronando.

Ele saiu de cima de mim, me pegou de novo pelos calcanhares e me abriu toda novamente. Posicionou a cabeça do pau na entrada do meu cu e forçou. Foi entrando sem parar, doendo, me abrindo, mas me enchendo de prazer. Encostou as bolas na minha bunda e falou:

– Apertadinha o caralho… Tu é uma vadia arrombada!

Começou a mexer e eu, pelo espelho, nos via e me derretia de tesão, de prazer, querendo que aquilo não parasse nunca, que amanhã a gente pudesse fazer isso de novo, que a gente pudesse ficar depois abraçadinhos até de manhã, mas sabendo que nada disso de fato ia acontecer, pois eu mesma tinha pedido um tempo para ele. E com o pau dele entrando e saindo da minha bunda, com meus dedos beliscando meus seios e com a boca entreaberta de frente para mim no espelho do teto, eu já nem me lembrava mais as razões para esse tempo. E assim, perdida, querendo mais eu gozei pela terceira vez naquela noite, vendo-o estocar no meu cu aquele pau delicioso que eu não vivo sem. Namorando com ele ou não.

Me mordo de ciúmes

13 jul

A gente já escreveu aqui sobre ciúmes, né? Eu até entendo quando as pessoas imaginam que, por conta do nosso estilo de vida, é inconcebível sentirmos ciúmes um do outro. Mas o fato é que sentimos. Eu, principalmente. Já falei que odeio o passado dele, as pessoas que ele amou e as coisas que fez. E posso ficar me corroendo sabendo que agora, enquanto escrevo isso, ele está transando com alguém. Mas é um ciúme diferente. Quase bom. E que me dá tesão. Vai entender, né? Então acho que é mais ou menos assim: passado – ciúme ruim, presente – ciúme tesudo! rsrs Mas nesse período em que ficamos indo, vindo e voltando foi ainda pior.

Três semanas sem sair de casa. Só trabalho, supermercado e casa. Longas noites em frente à televisão comendo brigadeiro de colher. Caixas de Kit Kat. Imaginava o que o Ricardo estaria fazendo e comia e chorava cada vez mais. Até que, em um sábado qualquer, entrei numa neura que estava ficando uma bola e cheia de espinhas. Passei a manhã arrumando a casa, tentando não pensar em nós dois. Ao meio dia me arrastei até um restaurantezinho mixuruca e pedi só uma salada. Enquanto mastigava rúculas, brócolis e alfaces, tomei uma decisão: iria me exercitar.

Cheguei em casa e tirei a roupa largona que estava usando e coloquei uma de ginástica. Olhei no espelho e achei que a minha bunda tinha triplicado de tamanho. Enxerguei bordas de catupiri na cintura. Nem precisava fazer o teste da obra (se passar em frente a uma construção e os pedreiros mexerem com você é sinal de que está gorda rsrsrs). Amarrei um moletom na cintura, apesar dos 68 graus que fazia lá fora. Me senti um pouco melhor. Coloquei os tênis, boné e óculos escuros e fui caminhar no Parcão.

Com o som bem alto nos fones de ouvido, me desliguei do mundo. Na segunda volta no parque já me sentia o Rocky Balboa naquela cena clássica do primeiro filme. Podia sentir a gordura desaparecendo e o cheiro de chocolate saindo no meu suor. O que não faz a mente de uma pessoa, né? rsrsrs Apertei o passo, completando mais uma volta. E foi durante a terceira que eu vi, ali perto daquele monumento de pernas longas e que eu não faço nem idéia do que se trata: o Ricardo. Lá vinha ele, uma garrafa térmica em uma mão, uma cuia de chimarrão na outra, todo bonitinho e com uma morena do lado. Ah, para! Gaúcho de meia tigela, quase nunca toma chimarrão, ainda mais num calor daqueles, decerto era só pra fazer uma média com a menina. Ela, encantada, não tirava os olhos dele e ria, se abrindo toda, tal qual uma flor desabrochando. Ele, que sabe bem o que faz, parava, contava suas histórias, prendendo a atenção dela, chegando perto, criando um clima de cumplicidade, sabe aquela coisa de “tá todo mundo aqui, mas somos só nós dois”? Fiquei paralisada. Não conseguia mexer um músculo do corpo, não ouvia mais a música, não via as outras pessoas em volta, nada. Minha vontade era correr até eles e fazer um escândalo, mas ao mesmo tempo eu sabia um monte de coisas: eu que tinha dado um tempo na nossa relação, quando havia uma relação ele tinha liberdade pra fazer isso, quantas vezes eu mesma já tinha feito isso, etc… Mas não era justo! Eu em casa, virando uma bola humana e espinhenta, chorando e sofrendo, e o bacana passeando no parque. E assim, viajando nos meus pensamentos e sem força para me mover, não consegui desviar a tempo, antes que eles chegassem até onde eu estava parada. Quando tentei dar meia volta e fugir pela 24 de Outubro, era tarde demais.

– Nathalia! – o Ricardo chamou. Me virei lentamente, teatralmente, jogando o rabo de cavalo preso no boné de um lado pro outro. Podia estar gorda e espinhenta, mas não ia perder a pose.

– Oiê! – falei sorrido – Nem tinha te visto.

Quando eu digo que ele é sacana profissional, as pessoas não acreditam. Me pegou pela mão e me arrastou até a morena. Nos apresentou (pelo menos não fez gracinhas) e disse que estava muito contente em me ver. E ainda me convidou pra caminhar com eles no parque! Cara de pau! Agradeci e dei um jeito de desaparecer. Fui direto pra casa.

Consegui atravessar a sala sem ir buscar nenhum doce na cozinha, que vitória! Liguei o ar condicionado no máximo (ou no mínimo), no quarto, e me joguei na cama, toda suada. Se por tantas vezes vê-lo com outra mulher me excitou, desta vez estava me derrubando. E na minha cabeça começaram as comparações: ela era mais nova, cabelo mais comprido, cintura mais fina, e o pior, mais magra!! Se não me engano tinha até olho azul! Que raiva. Devia ser lente de contato.

Não sei quanto tempo passou, uma hora, talvez menos. Só sei que chorei. Mas que direito eu tinha de chorar e fazer toda essa cena? Quem era eu pra ficar com ciúme da vadia de olho azul? Que raiva, que raiva, que raiva! E então a campainha tocou.

Me arrastei até a porta e nem olhei no olho mágico. Como o porteiro não avisou, só podia ser alguém conhecido, minha mãe, as crianças, sei lá! Abri a porta e dei de cara com o Ricardo. Puta merda! Além de gorda obesa, agora eu estava toda esculhambada. E provavelmente toda inchada de chorar.

– O que tu tá fazendo aqui? Tu não tem a chave? Custa avisar?

– Boa tarde, de novo, pra ti também. Tenho, mas nem sei se tu não trocou a fechadura, e nem tá aqui comigo. Se eu avisasse tu não ia abrir. E tô aqui porque te amo.

Pronto. Perdi a fala, o ar e a razão. Ele se aproveitou do meu encantamento e já veio me pegando, abraçando e beijando, enquanto batia a porta atrás de si. Caminhamos aos trancos e barrancos, eu de costas, ele me guiando, entrelaçados e com as bocas grudadas uma na outra. Que saudade daquele beijo, daquele gosto, daquele cheiro. Já no quarto, fomos um tirando a roupa do outro, ele a minha roupa suada, e eu as suas roupas engomadinhas. Mas confesso que nem pensava mais na menina. Só queria ele dentro de mim.

Fui lambendo sua boca, seu pescoço, descendo pelo peito, pela barriga, até ficar de joelhos no chão. Nem podia acreditar que aquela delícia de pau estava ali na minha frente, à minha disposição de novo. Alisei-o com carinho, brincando com as bolas. Passei a língua na glande, deixando-a brilhosa e molhada de saliva. Beijei a cabeça, com os lábios bem babados, e fui fazendo escorregá-lo para dentro da minha boca. Chupei com sofreguidão, fazendo-o gemer e se contorcer na minha frente. Por vezes deixava a língua encostada na ponta e, segurando-o pela base, masturbava-o do jeito que ele gosta. E quando chupava mais rápido e mais forte, deixava-o guiar meus movimentos me segurando pelos cabelos.

Sem aguentar mais, ele me puxou para cima, me beijando e sugando a minha língua. Tocou minha buceta com os dedos, sentindo toda a minha excitação. Abri um pouco as pernas e gemi de prazer e de saudade do seu toque. Eu só queria que ele me fodesse. Então pedi:

– Me come?

– Como tu quer? – ele me perguntou, provavelmente querendo saber em que posição eu gostaria de transar.

– De qualquer jeito. Me fode de qualquer jeito. Mata a minha vontade. E a minha saudade.

Ele não pensou duas vezes. Me jogou na cama e me puxando pelas ancas fez com que eu ficasse de quatro, na beirada da cama. Brincou com o pau entre meus lábios, escorregando do meu clitóris até a minha bunda, me deixando com ainda mais tesão. Eu olhava sobre o ombro, a boca entreaberta, e suplicava: “mete… mete…”. Ele, obviamente, se divertia com isso, me provocando, me castigando, sentindo meu mel escorrendo da minha vagina. Mas eu não podia mais esperar: estiquei meu braço para trás, por baixo do meu corpo e entre as minhas pernas e segurei o seu pau, posicionando-o na entrada da minha buceta, e joguei os quadris para trás. Que delícia, que coisa maravilhosa sentindo-o entrando, me abrindo, me preenchendo, me deixando ainda mais tesuda e melada. Ele me deu um tapa na bunda, me dizendo que não era pra ter feito isso, mas pelo menos não saiu de dentro de mim. Pelo contrário, ele enfiou o mais fundo que pôde, e me pegando pelos cabelos, me fudeu do jeito que eu gosto: forte, ritmado, gemendo e me xingando. Em menos de um minuto eu gozei, tremendo inteira, apertando-o dentro de mim, e implorando pra que ele não parasse, pois queria gozar mais vezes.

Ele não parou e nem diminuiu o ritmo. Com a mão livre dava tapas fortes na minha bunda, me chamando de puta, de vadia, de arrombada. Depois que me recompus da primeira gozada, passei a provocar e respondia dizendo que era isso mesmo e muito mais, que dava pra todo mundo e que ele era só mais um. Ele encheu a boca de saliva, largou meus cabelos e, com as duas mãos, abriu bem a minha bunda e cuspiu no meu cu. Eu adorei. Enfiou um dedo, depois dois. Tirou o pau da minha buceta e forçou na minha bunda. Foi metendo sem parar, doía mas era bom, gemi e reclamei de dor, e ele respondeu, fazendo desdém, que eu mesma tinha dito que dava um monte o cu. Bem feito pra mim. Mas já estava melhorando e logo ficou muito bom. Levei minha mão até meu clitóris e gozei de novo, agora junto com ele, sentindo minha bunda se encher de porra.

Ele deitou ao meu lado, me beijou e ficou acariciando a minha bunda, toda vermelha por causa dos tapas.

– Tu acha que eu tô muito gorda? – perguntei. Senti sua expressão de alerta. Mas, se ele fez expressão de alerta, é porque eu estava muito gorda, né?

– Não.

– Muito não? Só um pouco? Eu engordei, né?

Rapazes que estão lendo isso: nos perdoem. Nem nós sabemos a razão de colocar vocês em tamanha saia justa, e na maioria das vezes (não nessa vez) sem fundamento.

– Não. Tá igual.

– Não tô Ricardo. Eu engordei horrores. Tô horrível!

– Não tá! Tu tá linda! Tá gostosa!

– Tá vendo? Tá vendo? Olha o jeito que tu falou gostosa. Tipo falam que a Mulher Melancia é gostosa. Ela é obesa. O-b-e-s-a!

– Não viaja, Nathalia. Tu tá linda.

– Que linda, nada. Tô gorda. Linda era aquela guria que tu tava hoje. Quem é aquela vadia?

– Uma vadia.

– Ah, Ricardo! Nem vem com essa! Agora não vai me falar mais nada?

– Já falei. Uma vadia.

Não sei como ele me aguentou. Deve estar acostumado, né? Tivemos todo esse diálogo e ele, sem perder a calma, continuou fazendo carinho na minha bunda.

– Então vai lá. Vai lá ficar com ela. Beija a boca dela!

Ele me virou de barriga pra cima, forçou minhas pernas, me deixando toda arreganhada e falou:

– Tá, eu vou. Mas ela vai sentir o gosto da tua buceta na minha boca.

E mergulhou a língua dentro de mim. E eu esqueci da guria, da gordura e das espinhas. Pelo menos pelo resto da tarde.

 

Enquete!

11 jun

Recomeço

8 jun

Ela me disse que não sabia mais de nada, logo ela que sempre soube tudo. Dias cinzas, mar sem ondas, música sem som. De uma hora pra outra tudo perdeu a graça. Sem que ela fosse o meu porto seguro, eu nem tinha razão para navegar. Foi culpa do nosso estilo de vida, diriam os puritanos. Eu me perguntei isso, confesso. Ela também se perguntou. E perguntamos um ao outro. E carolas, fodam-se: não foi.

O fato é que, nesse período em que abandonamos vocês, eu e a Nathalia nos separamos. E voltamos. E nos separamos. E voltamos. E… Sei lá! Não vou elencar aqui as razões e emoções (que emo!), pois isso é muito mais íntimo e pessoal do que tudo que falamos por aqui. Mas apesar do “sei lá” ali de cima, eu sei sim, sempre soube: ela é tudo que eu sempre quis.

E de vez em quando vínhamos aqui e constatávamos que o apesar de não ter novos posts, o blog não parava. Com uma média de mil visitas por dia, nem vimos quando ele ultrapassou um milhão de visitas. Que felicidade! E pra vocês que não nos abandonaram, nosso muito obrigado. E vamos combinar assim: ninguém mais abandona ninguém. Pode ser?

Mas como o objetivo do blog sempre foi contar a parte quente do nosso relacionamento, resolvi começar a contar aqui as nossas “recaídas” nesse período negro do nosso relacionamento. Aí vai:

“Sexta de noite. Abdiquei de um churrasco com os amigos e uma saída para alguma balada depois. Não tô a fim de nada. Semana passada eu e a Nathalia resolvemos dar um tempo. Nunca achei que fosse impossível duas pessoas que se amam não conseguirem ficar juntas. Eu já estava dormindo, na verdade. São 1:10 e eu acordei faz dez minutos com o celular apitando. Mensagem da Nathalia:

O que vc está fazendo?

Dormindo – respondi. – Precisa de algo?

De vc.

Tô aqui.

Posso ir?

Claro.

Não respondeu mais. Deve estar vindo. Não sei se levanto e espero ela na sala, ou se fico aqui na cama mesmo. Ela tem a chave, posso ficar aqui. Sei lá, tá tudo uma confusão. Vou ficar aqui no ar condicionado e ver o que acontece.

Ela chegou pelas duas da manhã. Eu já tinha pego no sono de novo, acordei com ela abrindo a porta. Saia curta, blusa decotada e bem maquiada. Pelo olhar eu já saquei que ela estava duas ou três doses além.

– Sozinho? Que pena!

Fiquei só olhando pra ela e sentindo meu pau crescer.

– Achei que poderíamos fazer uma festinha! – falou, enrolando a língua e deslizando as mãos pelo corpo – Eu, você e uma das suas vagabundas…

Veio até a cama, me olhou nos olhos e foi subindo devagarinho a saia:

– Eu já vim até sem calcinha…

Desceu a mão pelo púbis, tocando de leve a buceta.

– Que tu veio sem calcinha eu tô vendo… Mas tu saiu de casa sem, ou perdeu por aí? – pergunto.

Ela sorriu.

– Me conhece mesmo, né safado? Sabe a vadia que eu sou!

Não foi uma pergunta. Era a introdução pra história que ela passou a contar:

– Eu fui dançar. Não queria ficar em casa. Conheci um carinha… Dancei com ele. Arretei. Sou boa nisso, sabia? Ele queria me comer. Se esfregou em mim. Eu queria dar. Fui no banheiro e tirei a calcinha. Voltei. Mas quando voltei eu saquei, Ricardo… Saquei que eu queria dar. Mas dar pra você. Dei minha calcinha pra ele e mandei mensagem pra você.

Puxo-a para a cama, por cima de mim. Pego a sua mão que estava tocando a buceta, melada, e levo à minha boca. Estava com saudade daquele gosto. Trago seu rosto de encontro ao meu e nossas línguas se encontram, se tocam, se entrelaçam, duelam sedentas uma da outra. Ela tateia meu corpo em busca do meu pau. Encontra-o duro, envolve-o com os dedos e passa a masturbá-lo de leve, como se quisesse que durasse para sempre, sem pressa, sem ansiedade.

Que delícia sentir seu toque, seu gosto, seu beijo. Baixo sua blusa e abocanho seus seios, apertando-os, mamando, passando-os no meu rosto, já ouvindo-a gemer baixinho, pedindo que eu não pare, dizendo que eu sei do que ela gosta. E como sei do que ela gosta, eu corro minha mão pelas suas costas nuas, subo pela nuca e pego seus cabelos entre meus dedos, puxando-os, levando sua cabeça para trás, intensificando seu gemido e seus pedidos de que não pare, ao mesmo tempo em que ela aperta o meu pau, passando a mover a mão com mais firmeza e com mais velocidade, me chamando de safado, dizendo que só eu sei o que fazer e como fazer.

Eu abro sua buceta com a ponta dos dedos, sentindo toda a sua excitação. Ela se abre como pode, e eu enfio direto três dedos, de uma só vez, uma só estocada. Ela dá um gritinho, depois morde os lábios e continua gemendo. E então me pergunta, de olhos fechados e com a boca entreaberta:

– Quantas você já fodeu assim?

– Muitas. – respondo, mexendo os dedos com mais vigor dentro dela.

– Eu sei… Eu sei… Mas quero saber quantas desde a semana passada…

Não comi nenhuma, mas não era isso que ela queria ouvir. Entro no jogo.

– Uma por dia.

Sinto na hora ela ficando ainda mais úmida.

– Filho da puta! Sacana!

– Agora sou solteiro. Vou gastar a pica.

– Como era a primeira? – ela pergunta, enquanto capricha ainda mais na punheta.

– Era uma loira, assim como tu. Peituda. Fodi as tetas dela numa espanhola, beliscando os bicos das tetas dela. Ela chupou minhas bolas e a cabeça do meu pau, enquanto eu lambia a buceta dela. Depois coloquei ela de quatro e comi sem dó.

A excitação dela escorre entre as pernas.

– E a segunda?

Caralho. Inventar esse monte de mulher vai ser foda. Resolvo abreviar isso.

– A segunda chupava muito. Fui à loucura. Nunca tinha sido chupado daquele jeito.

Ela dá uma travada, provavelmente uma pontinha de orgulho ferido, mas logo retoma a normalidade.

– Ah é? Nunca?

– Nunca.

Nesse momento ela se desvencilha dos meus braços, dos meus dedos e da minha boca. Me empurra de barriga pra cima na cama e escorrega até o meio das minhas pernas. Segura o meu pau com as duas mãos e, me olhando com aquele olhar que só ela sabe fazer, me fala:

– Veremos.

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E coloca o máximo que consegue do meu pau dentro da boca. E chupa, lambe, mordisca, suga, mama… e mais tudo aquilo que só ela sabe fazer. Eu gozo na sua boca e ela engole tudo, sem para de me chupar. E continua me chupando, me fazendo quase implorar para que pare, para depois sentar no meu pau, de costas para mim, mexendo para cima e para baixo, rebolando, me presenteando com a deliciosa visão da sua bunda, para então gozarmos juntos.

E assim ficamos os dois jogados na cama, melados, suados e saciados. Adormecemos.

No outro dia acordo novamente sozinho e sem rumo.”