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A linda

23 jan

Ela me olhou de um jeito meio estranho, mas olhou.  A minha filosofia é: “olhou, quer papo”. Fui até ela. Porra, de perto era ainda melhor, mais bonita. Nem ergueu os olhos, mas sorriu. Sabia que eu iria lá. Devia estar acostumada. Às vezes fico pensando que deve ser meio tedioso ser uma mulher bonita. SEMPRE todo mundo te olha. SEMPRE todo mundo te deseja. E SEMPRE tem alguém que vai tentar alguma coisa. Esforço zero. Basta escolher entre ceder ou estraçalhar corações. Se escolher ceder, ainda pode escolher quem. Vida boa!

Mas eu passei reto. Às vezes as bonitas me irritam com esse ar superior. Passei reto e me encostei no balcão, logo atrás da mesa dela. E ela levantou o rosto e procurou em volta. Cadê o cara que devia estar aqui? Virou pra trás e deu de cara comigo. Arregalou os olhos quando me viu ali, olhando pra ela. E teve que rir. Rir dela mesma. E eu ri junto. E só então cheguei nela.

E comecei o papo mais ou menos como comecei aqui com vocês. Dizendo que devia ser tedioso ser tão bonita. Claro que ela disse “nem me acho bonita”, mas não colou. E ela sabia que não colaria. Mas lá pelas tantas ela disse uma coisa que me encheu de esperança: “eu sempre acabo me interessando por caras que não são lindos”. Aí eu falei que então eu tinha uma chance. E ela me imitou: “tu sabe que essa não colou”. E aí eu fiquei em dúvida de novo: ficaria feliz por ela ter me colocado (ainda que por educação) na categoria “lindo” ou triste por isso me tirar as chances dela se interessar por mim? Mas eu rapidamente agi, não me abatendo por pensamentos negativistas: peguei sua mão, olhei bem nos olhos dela e falei “vou te provar que não sou lindo”. E dei um beijo nela.

Ela levou um susto, mas retribuiu. Seu hálito doce e sua língua quente, se enroscando com a minha, me deixaram com calor. Quando nossas bocas se separaram ela falou: “feio”. Gol do Inter. No palco a banda tocou os primeiros acordes e ela se virou pra mim e disse “eu adoro eles!”, me pegou pela mão e me arrastou pra frente do palco.

Coloquei-a na minha frente, minhas mãos na sua cintura, e enquanto o vocalista se mexia no palco, ela dançava de leve. Eu mantinha uma distância respeitosa, tentando não me esfregar nela já nas duas primeiras músicas. Se ela vinha pra trás eu aproveitava, mas não a segurava ali, colada em mim. Só que lá pela quarta ou quinta música ela veio para trás e ficou. Mexia o corpo no ritmo da banda, e em segundo fiquei de pau duro, pressionando a sua bunda. Ela jogou o cabelo pro lado, virou o rosto pra trás e me beijou. Eu era o feio mais sortudo do mundo naquela noite!

Lá pelo meio do show, ela já rebolava no meu pau descaradamente, e nem tão descaradamente assim eu de vez em quando corria minha mão por dentro da sua blusa, sentindo sua pele arrepiada e quente. Quando toquei o bico do seu seio direito, bem durinho, ela virou o rosto e falou, sussurrando e com cara de tesão: “para, seu tarado!”. Mas não tirou a minha mão. E pressionou ainda mais a bunda no meu pau. Desci a mão pela barriga, até a calça jeans. Ela não protestou. Forcei a mão e coloquei-a por dentro, e ela me beijou, como se me desse carta branca para fazer o que quisesse.

Senti meus dedos melados, enquanto deslizava com dificuldade entre seus grandes lábios. Mas logo ela se virou pra mim, tirando a minha mão e sussurrando no meu ouvido: “Tá todo mundo olhando…”. Olhei em volta. Tinha de fato um casal olhando, o resto do povo estava absorto no show. Puxei-a pra mim. “Vamos embora”, falei. “Mas o show…”, ela começou a protestar. Peguei sua mão e coloquei-a no meu pau duro, por cima da calça. “Vamos embora”, repeti e peguei-a pela mão, indo em direção ao caixa. Ela veio atrás de mim, obediente.

Paguei nossas comandas e logo estávamos no meu carro, aos beijos e arretos. De joelhos no banco e de costas para frente do carro, ela praticamente se jogou sobre mim, os braços em volta do meu pescoço, enquanto eu deslizava minhas mãos pelas suas pernas. “Vamos pra minha casa”, falei, e ela concordou, se arrumando no banco. Dirigi o mais rápido que pude, e em poucos minutos estávamos entrando na garagem do meu prédio.

Nos agarramos novamente no elevador, e eu não via a hora de tirar toda a sua roupa. Entramos na minha casa e após bater a porta, prensei-a contra a parede. Beijei sua boca, seu pescoço, ouvindo-a gemer baixinho no meu ouvido. Subi uma mão pelas suas costas, entre seu corpo e a parede, indo até a nuca. Peguei seus cabelos e puxei. Ela gemeu mais alto, me encorajando a continuar. Enfiei uma perna entre as dela, pressionando sua buceta sobre a calça, ao mesmo tempo em que, com a mão livre, subia sua blusa, revelando uma barriga lisinha e bem bronzeada. Levei-a até a bancada e mandei que apoiasse as duas mãos ali. Ela teve que se curvar um pouco, arrebitando a bunda. Encaixei-me atrás dela, como estávamos mais cedo, e mandei: “agora mexe e rebola como tu tava fazendo no show”. Não tinha música, não tinha luz, não tinha nada. Só a nossa respiração pesada de tesão. Mas ela não se importou. Começou mexendo de leve, passando a bunda no meu pau, me deixando maluco. Peguei-a pela cintura, acariciei-a por cima das calças e fui subindo as mãos e levando sua blusa junto. Peguei os dois seios, sentindo sua pele arrepiada e os mamilos intumescidos, como se implorassem para serem chupados. Ela virou o rosto sobre o ombro e sorriu, depois mordeu o lábio superior. Quase gozei.

Virei-a para mim e nossas bocas se juntaram novamente. Era um beijo quente, cheio de desejo e de promessas do que ainda ia rolar. Arranquei a sua blusa, liberando totalmente os seios dela para mim. Segurei-os com as duas mãos e desci minha boca ao encontro deles. Lambi, chupei, mordisquei, enquanto ela arranhava de leve meu couro cabeludo e gemia alto. Abri suas calças e puxei-as para baixo, rápido, forte, levando junto a calcinha. Ela estava nua na minha frente. E nua ela era ainda mais linda. Ela virou-se de costas, e agora sem roupa nenhuma, roçou a bunda no meu pau, que explodia dentro das calças. Virou o rosto sobre o ombro e falou, sorrindo e confiante: “Parece que tu gostou disso, né?”. Me afastei um pouco, abri rapidamente as calças e liberei meu pau. Me encaixei de novo nela, deslizando o pau pelo seu rego, ao mesmo tempo em que estiquei os braços e apertei seus seios. “Gostei, mas assim é bem melhor”, falei, enquanto ela rebolava mais rápido.

Com uma mão peguei seu cabelo, como se fizesse um rabo de cavalo, e puxei pra cima, deixando sua nuca livre. Mordi os ombros, a nuca, e fui descendo pelas costas, lambendo e mordiscando na extensão da coluna. Quando cheguei no final das costas, ela tentou se virar, mas segurei-a ali, naquela posição. Beijei e mordi sua bunda, que automaticamente ela foi arrebitando ainda mais. Forcei suas pernas pra ela as abrisse, e ela obedeceu, deixando o tronco cair pra frente, ficando totalmente exposta para mim. Com a ponta dos dedos percorri sua buceta, sentindo sua excitação encharcando meus dedos. Segurei-a pelas ancas e enfiei meu rosto entre suas pernas.

Ela gemeu alto quando minha língua penetrou sua buceta, mas logo eu tirei-a dali. Foi só pra ela sentir o susto. Passei a lamber entre os lábios, enquanto ela se abria toda, se entregando totalmente para mim. Lambi o clitóris, sentindo-o durinho na ponta da minha língua. Ela gemeu mais alto, e senti suas pernas bambearem. Abri sua bunda com as mãos e passei a língua desde o clitóris até seu cuzinho. Seus joelhos dobraram e ela virou-se para trás e pediu: “por favor, assim eu não aguento!”.

Ela ficou de joelhos na minha frente e, olhando nos meus olhos, baixou minha calça. Subiu a mão pelas minhas coxas, arranhando, até meu saco. Pegou-o por baixo e depois deslizou as mãos até o meu pau. Sem baixar o olhar. Que tesão! Esticou a língua, abriu a boca e foi engolindo meu pau. Que boca quente! Chupava com gosto, com vontade, me olhando, me levando à loucura. Depois de algum tempo foi a minha vez de pedir água. Ou tirava meu pau da sua boca ou lotava ela de porra. Me livrei dos sapatos e das calças que ainda estavam arriadas junto aos tornozelos, puxei-a para cima e fomos para o quarto.

Deitamos na cama, nus, um por cima do outro, nos beijando e nos tocando. Sua pele era quente e cheirosa, e logo caí de boca nos seus seios. Suguei os mamilos, segurando-os entre os lábios e passando a língua por dentro da boca. Ele mordeu minha cabeça, me chamou de tarado e pediu: “me come!”. Peguei uma camisinha e coloquei-a de quatro na cama. Ela virou o rosto para trás e sorriu e eu quase gozei antes mesmo de colocar meu pau nela. Me segurei. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta e ela jogou o corpo pra trás, dando um grito de dor e prazer, fazendo entrar tudo de uma só vez. Passei a fodê-la em estocadas rápidas e fortes, do jeito que ela pedia, enquanto ela rebolava e mexia como tinha feito durante o show. Peguei-a pelos ombros e comi ela assim, puxando-a ao meu encontro, cravando o mais fundo que podia meu pau dentro dela.

Ela gemia cada vez mais alto e sempre virava para trás pra me olhar, sempre pedindo mais até que avisou que iria gozar. Meti o mais forte que pude, sentindo ela me apertar, se torcer e retorcer, os gemidos se transformando em um grito reprimido, até amolecer as pernas e deixar cair o corpo para a frente.

Saí de dentro dela e me deitei ao seu lado na cama, passando as mãos pelo seu corpo e puxando-a para me beijar. Sua boca estava seca e a respiração ofegante, e ela sorriu pra mim. “Feio!”, falou rindo. E então me empurrou de barriga para cima e desceu a cabeça pelo meu peito, barriga, até chegar no meu pau. Arrancou a camisinha e enfiou meu pau na boca.

 

oral34

Pensei “linda!”, mas não falei. Deve ser tão chato ser sempre a linda.

Masturbação

24 nov

– Te toca pra mim? – ele pediu, parando repentinamente de me beijar e tirando as mãos de dentro da minha blusa.

Olhei em volta. Parecia que não havia ninguém por perto. Lá longe eu ouvia as vozes vindas da churrasqueira. Pela quantidade de carne e de cerveja era pouco provável que alguém aparecesse.

– Aqui? Na sala? Tá doido? – Fiz charme, sentindo minha buceta ficar ainda mais melada com a sensação de perigo de ser pega em flagrante.

– Ninguém vai aparecer, fica fria.

Levantei um pouco a blusa, deixando minha barriga de fora.

– Fria? Tô pegando fogo! – falei, correndo a ponta dos dedos em direção aos meus seios.

Olhei para sua bermuda. O volume que seu pau duro fazia me deixou ainda com mais vontade. Levantei a blusa, mostrando para ele meus mamilos durinhos que há pouco estavam entre seus dedos.

– Gostosa! – ele falou, com a boca entreaberta de tesão.

Sorri. Levei os dedos da mão direita até minha boca, deixando-os bem molhados. Sem parar de olhar pra ele, brinquei com os dedos babados nos biquinhos dos meus seios. Ele quase pulou da cadeira em cima de mim. Depois peguei meus seios com as duas mãos, e apertei um contra o outro. Belisquei os mamilos e estiquei minha língua o máximo que pude, tocando com a ponta os biquinhos.

Ele não acreditava no que via. Embasbacado, corria os dedos por sobre o volume da bermuda, sem tirar os olhos de mim.

– Me deixa ver esse pau… – ronronei, fazendo a minha melhor cara de safada.

Ele olhou para os lados, instintivamente, para ter certeza que não tínhamos companhia. Abriu a bermuda e tirou o pau para fora. Ele saltou, duro e cabeçudo, e ele exibiu-o orgulhoso para mim. Passei a língua nos lábios, e com certeza ele imaginou a língua passando na sua glande.

– Te toca também… pedi, ainda mais dengosa, enquanto descia minhas mãos pelo meu corpo, entrando dentro do meu shorts e da calcinha. Ele começou a punhetar-se devagar, olhando minhas mãos e logo protestou:

– Eu quero ver também!

Desci o shorts até a altura dos joelhos e afastei a calcinha para o lado, assim se aparecesse alguém era mais fácil de me recompor. Com uma mão abri os lábios, e com a outra corri o dedo do meio em toda a extensão da minha buceta. Comecei a colocar de leve o dedo dentro de mim, sentindo minha excitação escorrendo até a minha bunda, enquanto olhava-o aumentar o ritmo da punheta. Já falei pra vocês que adoro ver um homem batendo punheta, né?

Enfiei todo o dedo, abrindo bem as pernas pra ele ver, e falei:

– Se você vai enfiar tudo isso aí dentro de mim, um dedo só é pouco para me preparar… – e, sem dar tempo dele sequer pensar em algo, enfiei mais dois dedos na minha buceta.

Não sei se foi o que eu falei, ou se foi porque eu já estava arretando ele desde cedo, mas ele gemeu alto e falou com os dentes cerrados:

– Ah, porra… Não vou aguentar!

E o mais rápido que pude me joguei entre seus joelhos e tirei a sua mão, enfiando o pau dele na boca, chupando com força, sorvendo toda aquela porra deliciosa, enquanto acariciava as suas bolas e ouvia seus gemidos de prazer.

Ficamos ali, eu brincando com seu pau até ele amolecer, e ele extasiado, praticamente desmaiado na cadeira. Até que ouvimos vozes se aproximando e ele me pegou pela mão e saímos cambaleando pela sala até acharmos um quarto.

– Já tem coração e salsichão! – alguém gritou.

Espremidos atrás de uma porta, sussurrei na orelha dele:

– Avisa que salsichão eu já comi.

FIM

Tarde de Verão

23 out

Gente, começou o horário de verão. Agora só falta vocês me dizerem que já tem decoração de Natal nos Shoppings. Acabou o ano, puta merda! Esse ano não foi bom. Não vi passar, parecia que eu estive suspensa no espaço. Meu avô sempre dizia que anos bissextos não são bons. Acreditei sempre nisso. Mas ainda tem dois meses e pouco que podem me fazer mudar de opinião, quem sabe?

Eu tenho fases (ah, vá!). Tem vezes que digo que prefiro o inverno. Por vezes adoro o verão. Nas minhas épocas exibicionistas, o verão prevalece, claro. Se bem que não dá pra usar um sobretudo e mais nada por baixo com quarenta graus, né?

Dia desses, lá na casa do Ricardo, folheei e reli algumas partes do livro Alta Fidelidade, do Nick Hornby. Aliás, eu sempre acho que o Ricardo queria escrever como o Hornby. Só que um Nick Hornby tarado! rs Esse livro, se vocês não conhecem, é muito bom! O personagem principal adora música, e está sempre fazendo listas do tipo: as cinco melhores canções que começam com D, ou cinco melhores lados B de singles lançados na década de setenta, e por aí ele vai. O livro virou um bom filme, mas como na maioria das vezes, o livro é bem melhor!

Mas, logo que larguei o livro, me peguei pensando em listas de melhores fodas. As cinco melhores fodas no inverno. As cinco melhores fodas no verão. As cinco melhores fodas de quatro. As cinco melhores fodas na bunda! rs Coisa boa é não ter nada para fazer e ficar pensando bobagem, né?

E ontem, primeiro dia útil do horário de verão, acordei atrasada e perdi meu vôo. E fiquei no aeroporto, esperando outro. E me veio na cabeça a minha lista do verão. Eu não consegui decidir os meus primeiro e segundo lugares. E como a minha vida sexual não é uma vida sexual tradicional, adivinhem: tô em dúvida entre uma transa minha, do Ricardo e mais um casal (essa vocês já conhecem) e uma tarde deliciosa minha comigo mesma! rs Nada tradicional, não é mesmo? Como uma delas vocês já conhecem, hoje vou contar a outra.

Eu estava sozinha na praia. As crianças tinham ido à SC com o pai, o Ricardo não tinha férias naquele período. Foi um dos verões mais quentes e menos chuvoso dos últimos tempos. Eu acordava de manhã e caminhava na praia. Voltava perto do meio dia, tomava um banho gelado, colocava meu menor biquíni e ia pra piscina do condomínio. Além de mim apenas crianças e mães preocupadas em cuidar dos seus filhos. Eu passava as tardes todas lá, o mais longe possível dos agitos, sempre escutando música e lendo um livro. O pessoal do bar passava de vez em quando, oferecendo bebidas geladas. Apesar da vontade de tomar uma cerveja, eu sempre pedia água.

Mas aquele dia foi escaldante. Não corria um vento, nada. Não havia uma nuvem sequer no céu. Mergulhava na piscina a cada quinze minutos, tentando em vão me refrescar um pouco. O garçom trouxe minha água e, como eu pedi, um copo totalmente cheio de gelo. Derramei a água dentro e, na hora em que fui beber, me atrapalhei e virei no meu colo. A água gelada respingou entre meus seios e desceu pela minha barriga, me fazendo sentir um arrepio delicioso quando chegou na parte de baixo do meu biquíni. Senti minhas pernas e braços se arrepiarem, naquela sensação gostosa que a gente conhece bem. Acho até que soltei um pequeno gemido! De óculos escuros, olhei em volta disfarçadamente, e ninguém tinha notado. Aproveitei e virei mais um pouquinho de água, que fez o mesmo caminho, deixando geladinha a minha buceta. Que delícia! Fiz de novo, só que desta vez caiu junto com a água uma pedrinha de gelo. Fechei as pernas na hora, e ela ficou ali, bem posicionada, encostada nas minhas coxas e na minha bucetinha, sobre o tecido. Até derreter. Foi uma sensação inacreditável. Tive vontade de virar toda a água e todo o gelo por cima de mim, mas não dava para fazer isso ali. Levantei, dei mais um mergulho, bebi o resto da água, e aquela sensação gostosa não saía da minha cabeça. Peguei minhas coisas e caminhei até minha casa.

Entrei e fui direto para a cozinha. Peguei um baldinho e fui até a geladeira. Acionei o botão do gelo e enchi o balde. Fui para o quarto e sentei nos pés da cama com o balde de gelo nas mãos. A idéia me excitava, mas não sabia bem por onde começar.  Peguei uma pedra de gelo e levei até meus lábios. Toquei-a com a ponta da língua, e com o calor que fazia naquela tarde eu podia sentí-la derretendo nos meus dedos. Desci com ela pelo meu rosto, chegando no pescoço, sentindo a água geladinha que saía dela descendo pelo meu colo. Levei-a pela minha nuca, escorrendo pelas minhas costas, depois subi por trás das minhas orelhas. Era tão bom. A pedra ficou pequena, e troquei-a por outra.

Comecei na boca, de novo, mas desta vez desci ela em direção ao meu peito. Afastei o biquíni, primeiro do lado direito, depois o esquerdo, deixando meus seios ao ar livre. Passei o gelo de leve no biquinho do seio esquerdo, sentindo-o endurecer ainda mais. Uma descarga de tesão foi acionada, indo parar direto na minha buceta, fazendo-me sentir sua pulsação e a umidade que veio com ela. Fiz o mesmo no seio direito, sentindo a mesma sensação deliciosa, o mamilo cada vez mais duro, como se pedisse que eu não parasse com aquilo. Coloquei o balde de lado, não sem antes pegar mais um gelo e trocar o que eu estava usando. Agora, com as duas mãos livres, decidi prolongar a sensação nos meus seios. Passei o gelo em volta dos biquinhos, fazendo movimentos circulares, já gemendo baixinho. A água escorria pela minha barriga, agora além do calor do dia tinha o calor da minha pele, do meu tesão. Belisquei os mamilos junto das pedras de gelo, sentindo a dor do beliscão, a ardência do gelo e a onda de prazer entrando no meu corpo através dos meus seios. De olhos fechados repeti várias vezes, segurando o maior tempo possível que consegui. Troquei os cubos e comecei de novo pelo meu pescoço. Desci lentamente, desta vez não me demorei muito nos mamilos, que estavam doloridos. Desci pela barriga, sentindo os pelinhos da minha coxa se eriçarem. Abri bem as pernas e passei o gelo na virilha. Que delícia! A água geladinha escorria até a minha bunda, aumentando ainda mais o meu tesão. Com a ponta dos dedos gelados toquei minha buceta, ainda sobre o biquíni, sentindo a umidade e o calor que emanava dali. Puxei o biquíni para o lado e tateei o balde em busca de uma pedra de gelo maior. Achei.

Coloquei o gelo na altura do umbigo, quase dando para escutar aquele barulho (tssss) de algo queimando, tamanha era a temperatura da minha pele. Desci devagarinho, de olhos fechados, passando pelo meu púbis lisinho e então escorreguei o gelo novamente para a virilha. Corri ele para cima e para baixo, quase chegando no meu cuzinho. E lá de baixo eu fui subindo, desta vez correndo ele entre os grandes lábios, sentindo a diferença de temperatura, o contraste quente e frio, o meu mel e a água gelada. Segurei um pouco ali, quase penetrando, sentindo-o derreter rapidamente, sentindo meu clitóris inchando, pedindo um carinho. Com a outra mão afastei os lábios e toquei meu grelo durinho, soltando um longo gemido. Que sensação deliciosa! Coloquei-o entre meus dedos e trouxe lentamente o gelo até ele. Quando encostou, dei um pulo! Senti minha buceta sendo inundada pelo meu prazer e tive que me segurar para não gozar naquele momento.

Abri bem as pernas e com os dedos abri bem a minha buceta. Peguei o que restava do gelo e fui enfiando devagar. Meu Deus, eu não podia acreditar naquilo. Agora a água gelada escorria para dentro de mim, me fazendo ter seguidos espasmos de prazer. Fechei as pernas, forçando uma contra a outra, pressionando o gelo lá dentro, até que ele derretesse todo. Com os punhos cerrados, gemendo alto, podia sentir o gelo se esvaindo dentro de mim. Tirei o biquíni, não sei a razão, mas tive a urgência de ficar toda nua. Peguei mais um gelo e deitei na cama. Coloquei os calcanhares sobe o colchão, ficando com as pernas mais abertas que podia. Com um novo cubo de gelo nas mãos, não consegui percorrer nenhum caminho. Levei-o diretamente para o meu cuzinho. Passei o gelo ali, delirando de prazer. E então forcei. O gelo entrou sem dificuldade e eu aproveitei e enfiei junto um dedo. Passei a fuder minha bunda com um gelo lá dentro, enquanto a outra mão gelada acariciava meus seios. O suor escorria por todo o meu corpo, eu podia sentir o gosto levemente salgado nos meus lábios. Fiquei ali, fudendo o meu cu enquanto o gelo derretia todo dentro de mim, tentando não gozar e pensando em mandar fazer uma forma de gelo em forma de caralho, para me tocar sempre assim. Delícia!

Peguei mais gelo, um cubo em cada mão. Enfiei um dentro da buceta, o mais fundo que pude. Comecei a passar o outro no clitóris, fazendo movimentos circulares, gemendo, arfando, uma sensação diferente dentro de mim, uma mistura de tesão com vontade de fazer xixi, mas não era isso, não sei explicar de fato. Não vi quando o gelo derreteu, só sei que com dois dedos entrando e saindo de dentro de mim e com meu grelinho sendo massageado eu gozei, tremendo todo o meu corpo, apertando minhas mãos entre minhas pernas, sentindo meu gozo escorrer e molhar a cama, junto de toda a água que o gelo fez.

Fiquei ali deitada, a respiração voltando ao normal, ainda com meus dedos dentro de mim. Fui tirando-os devagar, um pouco dolorida, encharcada de tesão e suor. Me arrastei para o meio da cama, procurando o controle remoto do ar condicionado. Acionei-o, e em poucos minutos a temperatura no quarto estava mais agradável. Olhei o balde de gelo no chão, e ele era pura água. Deitei de bruços e corri minhas mãos por baixo do meu corpo. Empinei a bunda e abri um pouco as pernas, colocando minhas mãos entre elas. Bem devagar comecei a me tocar de novo, tentando reunir forças para ir até a cozinha buscar mais gelo…

Transando com um leitor do blog

30 jul

Ele começou me mandando e-mail quase toda semana, comentando sobre o blog. Falava dos posts que gostava, do que já tinha feito parecido e do que nunca nem sonhara em fazer. Sempre educado e respeitador, qualidade pouco conhecida na internet. Os e-mails passaram a ser mais frequentes, e além do conteúdo do blog vimos que tínhamos bastante coisa em comum. Coisas estas que ele, sempre atento às nuances, descobria “desvendando” meus posts. Os meses foram passando, e nossa intimidade aumentando.

Quando ele arrumou uma namorada, veio correndo me contar. Na primeira transa se empenhou em dar prazer a ela, segundo ele “relembrando cada palavra do post sobre sexo oral”. Não tinha coragem de apresentar o blog para ela, achava cedo e tinha medo de ser visto como liberal demais. Acabou ficando tarde, e eles terminaram.

Depois vieram outras namoradas, ficantes, trepadas… E ele me contava tudo, assim como conto para vocês. Nunca forçou nenhuma situação para nos encontrarmos, e eu gostava disso, desse “interesse desinteressado”.

Dos e-mails passamos para SMS, e logo estávamos nos falando ao telefone. Nada muito freqüente, mas era gostoso ouvir a sua voz e a maneira como ficava tímido. Duvidava que ele tivesse coragem de me falar ao telefone as coisas que descrevia. Ao vivo então, nem pensar.

Nunca vi nenhuma foto dele, e nem ele havia me visto, e por vezes nos divertíamos relatando como imaginávamos um ao outro. Mas nunca dissemos como éramos de verdade. Ele dizia que era feio e desengonçado, e eu dizia que era gorda e banguela. Era o tipo de pessoa que dava vontade de brincar, de ousar, de seduzir. Se um dia acontecesse algo, ótimo. Se não, teria sido gostoso.

Ontem, debaixo de toda aquela chuva, eu precisava comprar um presente para um aniversário que tenho hoje, então fui até o Iguatemi. O Ricardo estava sabe-se lá onde, e acabei indo sozinha mesmo. Achei o tal presente e, quando me preparava para ir embora, recebo um SMS: “Nath, estou lembrando de vc! Estou num lugar que vc adora!”. Não, não era do Ricardo, que continuava sem mandar notícias. Respondi, perguntando que lugar era esse. “Outback!”, ele respondeu. Ri, mas de nervosa (pra quem não é daqui: o OutBack fica dentro do Iguatemi). Uma estranha sensação percorreu meu corpo. Reconheci como medo e tesão misturados. Respondi: “Que delícia! Vc não vai acreditar onde eu estou…”. Nem esperei ele perguntar, mandei logo em seguida: “Iguatemi!”. Em poucos segundos meu celular tocou:

– Não acredito! – ele falou, com a voz acelerada – Quero te ver!

– Imagina, – respondi rindo – você deve estar acompanhado, ou com amigos, ou com alguma mulher…

– Sério, Nathalia! Não tô brincando… Nunca estivemos tão perto! Tu tá sozinha ou com o Ricardo?

Era a minha chance de fazê-lo desistir do encontro. Se bem que ele não teria problemas em me encontrar com o Ricardo junto. E agora? Naqueles poucos segundos passaram pela minha cabeça nossos papos, o quanto ele era querido e respeitador, e claro, como diversas vezes ficara excitada enquanto lia seus e-mails ou falava com ele. Azar! Que mal teria? Poderia conhecê-lo e ir embora.

– Eu estou sozinha…

– Eu vou aí ou tu vem aqui? – ele perguntou, afobado.

– Calma, calma… E você, está sozinho?

– Agora tô.

– Como assim, “agora tô”? Quem vai no Outback sozinho numa sexta à noite?

– Eu tô com uns amigos, mas perdi a vontade de ficar com eles. Quero te ver!

Nunca tinha o visto tão afobado, quase atropelando as palavras.

– Uhmm… Você tá aí faz tempo? Tem mesa?

– Tu vem?? Vou arranjar uma mesa pra nós!

– Vou, daqui a pouco. Ainda preciso comprar um presente…

– Sério!! Nem tô acreditando…

– Até logo mais, então…

– Mas Nathalia, pera aí… Como vamos nos reconhecer?

Sorri.

– Fica olhando para a porta… Quando chegar uma gorda desdentada, sou eu!

Desliguei o telefone, antes que ele falasse qualquer coisa. Não seria muito difícil encontrá-lo. Afinal, como eu tinha perguntado a ele, quem vai sozinho no Outback na sexta feira? E, como vocês sabem, eu já tinha comprado o presente. Queria tempo para organizar as idéias e ir até o banheiro conferir o visual.

Retoquei a make, arrumei os cabelos… Apesar da cara de cansada, achei que poderia causar uma boa impressão. Andei mais um pouco pelos corredores, decidida a fazê-lo esperar um pouco. Uns 25 minutos depois da ligação, entrei pela porta do Outback. Corri os olhos pelas mesas e logo o vi. Desviei rapidamente o olhar, para que ele não soubesse que era eu. Ele estava em uma mesa no canto, sozinho e olhando para a porta. Não tinha nada de desengonçado, e nem de feio. Era alto, cabelo curto e cara de homem. Bonito. Sorri por dentro. Tive que dar o maior desdobre na recepcionista que, a todo custo queria me acompanhar até a mesa que eu procurava.

Fiz toda uma volta no restaurante e consegui chegar na mesa fora do campo de visão dele. Ainda tinha a possibilidade de eu estar enganada, mas era muito difícil. Azar, pensei.

– Você que diz por aí que é feio e desengonçado?

Ele virou em um pulo, como se não acreditasse que eu estava mesmo ali. Me olhou de cima abaixo, abriu um largo sorriso e levantou para me dar um abraço.

– Tu não vai acreditar, mas quando te vi entrando, pensei: “bem que ela podia ser gorda e sem dentes assim!”.

Sentei ao seu lado, e logo conversávamos e nos divertíamos como fazíamos por telefone. Comi uma salada, ele um hambúrguer, e tomamos bastante chopp. A perna dele tocava na minha, e proporcionalmente à quantidade de bebida, ficava mais gostoso aquele toque. Perdi as contas de quantas vezes um de nós precisou ir ao banheiro, mas sei que foi em uma dessas vezes que enquanto um chegava e o outro saía, acabamos os dois em pé, um de frente para o outro, e nos beijamos. Nossas línguas travaram um duelo quente, por fim entrelaçando-se e quase me fazendo perder o ar. Que beijo gostoso! Levei minhas mãos ao seu pescoço, enquanto ele, com mãos fortes, me puxava pela cintura ao seu encontro.

Já sentados, pousei a mão na sua coxa e, sacanamente, deixava-a escorregar para o meio das suas pernas. Entre um beijo e outro toquei seu pau, grande, duro, grosso. Não dava mais para continuar ali. Pagamos a conta o mais rápido possível e fomos para um motel, no meu carro.

Descemos do carro nos agarrando, nos beijando, cheios de vontade reprimida um do outro. Já na beirada da cama, ele abriu minha calça jeans e me colocou de quatro. Puxou minha calça e minha calcinha pelas minhas coxas e enfiou seu rosto em mim, lambendo minha buceta, minha bunda, lambendo tudo, chupando, me levando à loucura. Eu tentava me mexer, mas ele me segurava firme, e me penetrava com sua língua áspera, me fazendo delirar de prazer. Eu não queria gozar, mas senti que seria impossível. Que língua deliciosa! E assim eu gozei, gemendo e empurrando meus quadris de encontro ao seu rosto.

Ele me largou, e eu não me fiz de rogada. Fiquei de joelhos na cama e mandei que ele tirasse o pau para fora. De fato era grande, grosso e estava bem duro. Delícia. Tomei-o nas mãos e puxei-o para mim. Lambi aquela cabeça melada, segurando-o pela base, enquanto a minha outra mão tocava seu saco.

Enfiei tudo que pude na boca, chupei com gosto, bati com ele no meu rosto, levando-o à loucura. Arranquei o resto das minhas roupas e mandei fazê-lo o mesmo, enquanto pegava uma camisinha perdida em algum lugar da cama.

Fiz com que ele deitasse de barriga para cima, posicionei a camisinha na boca e meus lábios em volta da sua glande. Deslizei os lábios, abocanhando o seu pau, e quando tirei-os, ele estava com a camisinha, me olhando incrédulo.

– Eu achei que era mentira…

Belisquei seus mamilos e perguntei:

– O que mais você acha que é mentira?

– Não sei… – e como se lembrasse de algo, sorriu – Mas tu pode me mostrar com é aquela rebolada que o Ricardo tanto gosta?

Levei meu rosto de encontro ao seu, lambendo-o do queixo até o nariz, enquanto passava uma perna pelo outro lado do seu corpo. Segurei seu pau e me posicionei sobre ele. Fui descendo de leve, sentindo cada milímetro me penetrando, me levando à loucura. Com a planta dos pés na cama, uma mão no seu peito e a minha melhor cara de vadia, subi de volta, deixando apenas um pedaço da cabeça do seu pau dentro de mim. E fiz a tal rebolada. E ele foi à loucura…

E depois eu que fui à loucura, depois ele de novo, eu de novo… Um encontro quase que ocasional, mas que a qualquer momento poderia acontecer. E tomara que aconteça de novo!

Saímos de lá quase de manhã, quando deixei-o em frente ao Shopping para buscar o seu carro. Há pouco recebi uma mensagem dele, falando que a noite foi maravilhosa, mas que só chegou em casa perto das 10 da manhã, tamanha a luta pra tirar o carro do estacionamento do Iguatemi. E eu só penso em tê-lo dentro de mim, de novo…

Sexo na balada II – Parte Final

3 jun

Eu chupava com gosto o pau do rapaz, e de canto de olho cuidava a punheta do quarentão. Não tive dúvidas: estiquei a mão e passei eu a punhetá-lo. A sensação de um pau na boca e outro na mão é indescritível. O rapaz gemia, acho que nunca tinha feito nada parecido. E eu enfiava-o mais fundo na boca, chupando com força, olhando seus olhos se revirarem. Mesmo sendo eu que estava de joelhos, eram eles que estavam aos meus pés.

Troquei: tirei o pau do rapaz da boca, e sob seu olhar de desespero, virei levemente o corpo e lambi a cabeça do pau do quarentão. Olhando bem nos seus olhos, fui engolindo aos poucos. Era ligeiramente maior que o do outro, e com a cabeça bem grossa, do jeito que eu gosto. Sentia minha buceta cada vez mais melada, e a vontade de sentí-los dentro de mim só aumentava. Minha cabeça relutava diante desse pensamento, mas meu corpo pedia cada vez mais que isso acontecesse.

O quarentão estocava na minha boca, e minha saliva escorria pelo meu queixo, assim como minha excitação pelas pernas. Azar! Decidi me entregar (mais! rsrs). E agora, quem tinha camisinha?

Vi o rosto do rapaz murchar. Ele não tinha. Tadinho, provavelmente jamais tinha imaginado que aquilo fosse acontecer. O quarentão tinha, claro. Experiência é tudo na vida! rs

Fiquei em pé, e dei meus seios para o rapaz chupar. Não queria vê-lo tristinho. Ele chupou gostoso, me deixando ainda mais tesuda. Abri o botão e o zíper da minha calça, e pedi que ele tirasse para mim. Ele foi deslizando devagar, até ficar de joelhos na minha frente. Arqueei um pouco as pernas, e levei minha buceta de encontro à sua boca. Ele esticou a língua, e naquela estranha posição, me encaixei do jeito que pude. O quarentão se masturbava nos olhando, enquanto eu deslizava minha buceta pela língua, queixo, nariz, por todo o rosto do rapaz. Ele permanecia com a língua para fora, as duas mãos segurando minhas pernas na altura dos joelhos, o pau duro quase encostando no chão e o rosto totalmente melado do meu tesão. Eu segurava-o pelos cabelos, delirando de prazer.

Não tínhamos muito tempo, apesar daquele banheiro ser praticamente escondido. Saí de cima dele, e encontrei o quarentão já de camisinha. Mandei ele deitar no chão, o que ele fez sem pestanejar, e com o pau apontando para cima, me aproximei. Coloquei um pé de cada lado do seu corpo, e me abaixei. Segurei-o pela base, e coloquei-o na entradinha da minha buceta. Brinquei um pouco com ele ali, passando-o pelos lábios e pelo clitóris. Ele, com a cabeça curvada para a frente, olhava fixamente para o meio das nossas pernas. O rapaz, em pé e encostado na porta, se masturbava sem parar, mordendo os lábios. Então soltei o corpo, fazendo-o entrar todo e de uma só vez, arrancando dele um gemido de surpresa e prazer. Exibida que sou, mostrei do que era capaz. Rebolei, subi, desci, enfiei meus dedos na sua boca e ordenei o rapaz que não gozasse. Ele largou o pau, esperançoso.

Mas o quarentão também sabia o que fazer, e movimentando-se abaixo de mim, me estocava com vigor e determinação, agora olhando nos meus olhos, me mostrando que estava gostando. E tomada de um prazer louco, não me agüentei: anunciei que gozaria. Nossos movimentos se tornaram ainda mais fortes e profundos, e gozamos praticamente juntos. Ele, enchendo a camisinha dentro de mim, e eu escorrendo meu mel pelas suas bolas. Simplesmente delicioso!

Pouco tempo depois saí de cima dele, e fui de encontro ao rapaz, que, inacreditavelmente, conseguia segurar o gozo na sua longa punheta. Prensei-o contra a porta, e tomei seu pau em minhas mãos. E com a boca em seu ouvido e suas mãos tocando meu corpo, assumi a masturbação, disposta a fazê-lo gozar. Enquanto punhetava-o, falava em seu ouvido sobre o que teria feito com ele, se ele levasse uma camisinha na carteira. E assim ele gozou, fazendo a porra jorrar pelo chão do banheiro, se martirizando por não levar um preservativo consigo.

Eu me vesti e sugeri que saíssemos um de cada vez do banheiro, para não ficar tão claro o que tinha acontecido. E claro, disse que gostaria de ser a primeira. Saí de fininho, com as pernas bambas, o corpo relaxado e aquele inevitável complexo de culpa começando a bater. Nem olhei se as outras pessoas continuavam no camarote. Desci as escadas, me misturando na multidão.

Finalmente achei o caixa, e estava vazio. A festa ainda ia muito longe! Paguei minha comanda e quando me virei para ir embora, dei de cara com o meu amigo. Ele me pegou pela mão e me puxou para um lugar um pouco mais afastado, e beijou a minha boca. Se sentiu o gosto e o cheiro de sexo, não me falou nada.

– Já vai embora?

– Sim, preciso ir… – respondi.

– É cedo ainda… – eu sabia que ele queria falar mais alguma coisa, então fiquei olhando para ele – e eu achei que a gente ia se encontrar no fim da festa, pra sei lá, conversar…

Aham, conversar, sei. A proposta era tentadora, e ele é muito gostoso, mas eu já tinha conversado naquela noite.

– Não dá mesmo… Mas faz assim: me liga, e então conversaremos bastante!

Enquanto falei “conversaremos”, apertei seu pau sobre a calça. Meu Deus do céu! Eu estava impossível!

Deixei ele ali e fui embora. Já no táxi, mandei mensagem pras meninas avisando que precisei ir embora.

Foi uma boa festa de “peoa”!

 

Promoção Dia dos Namorados

27 maio

Que tal deixar o seu dia dos namorados ainda mais gostoso e surpreender o seu amor com uma noite ainda mais quente? Eu e a Club Prive Sex Shop preparamos uma promoção bem legal pra você esquentar ainda mais o clima dessa data muito especial. É assim, ó:

Basta você colocar essa frase, bem como tá aqui, no twitter: “Eu sigo a @clubprivesex e quero ganhar um kit Dia dos Namorados escolhido pela Nathalia do blog @intimoepessoal. http://kingo.to/DnL”. E, claro, tem que ser seguidor do twitter da Club Prive, que é esse aqui, ó: www.twitter.com/clubprivesex. Pode colocar quantas vezes você quiser, e se for dar RT, tem que ser manual, tá?

Ah, o kit que eu escolhi foi esse aqui:

 

Já imaginaram? Uhmmm… delícia!

Boa sorte pra todo mundo!

PS: Ah, bem que o(a) vencedor(a) podia me enviar um e-mail contando como foi a sua noite com esse presente gostosinho, né? rsrsrs

Sexo na balada

14 maio

Não sei onde eu estava com a cabeça quando concordei em ir naquele lugar. Mas sabe como é… Todo mundo iria, eu estava pra mudar de emprego, não queria perder o contato com o pessoal… Mentira! Tinha bebida liberada. Segundo as meninas, todos os lindos de POA estariam lá. E o pior: eu até me produzi de acordo com o evento! #vergonha

Bom, deixa eu explicar: era a reabertura de uma casa de balada sertaneja. E universitária! Quando esse povo se forma pra acabar logo com isso? rs Me desculpem os que gostam desse tipo de música, mas eu detesto! E não, não acho nem o Victor e nem o Léo bonito, e muito menos o vesgüila do Luan Santana, que, aliás, tem idade pra ser meu filho.

Mas na pilha das gurias e pensando na bebida liberada e em todos os lindos, uma combinação deveras atraente, coloquei umas botas, calças jeans bem justas, mas tão justas que tive que abdicar da calcinha, uma camisa xadrez e um chapéu de cowboy. Não me perguntem de onde eu tirei o chapéu de cowboy. Me nego a responder! rs

Éramos cinco mulheres, ávidas por bebida e diversão. Chegamos no local e, óbvio, tinha uma fila gigantesca. Gi-gan-tes-ca! A espera era de mais de uma hora e meia. Não deixei que o grupo se abatesse. Deixei as meninas na fila e fui até a entrada. Observando a fila, constatei: se todos os lindos estavam lá, a grande maioria das lindas também. A concorrência seria forte! rs E o pior, a minha abordagem ao porteiro, que era algo como “somos cinco mulheres lindas e produzidas” não deveria ser exclusividade. Mas aconteceu um golpe de sorte. Na hora em que cheguei na portaria, encontrei uma pessoa conhecida: aquele meu amigo que saí algumas vezes e já contei aqui no blog. Ele era um dos promoters da casa. E estava ainda mais lindo. E nem estava vestido de sertanejo! rs Após um abraço apertado de reencontro, fomos buscar as meninas. Enquanto íamos e voltávamos na fila ele me contou que a casa era um sucesso, que a fila era assim na maior parte da semana, que era um ritmo de trabalho forte, mas muito prazeroso. Falou isso sorrindo, e eu entrei na dele: “você de estar pegando mulher adoidado, né?”, perguntei, sabendo que era essa a pergunta que ele queria ouvir. “Imagina…”, ele se fez de salame, com aquela cara de safado, e emendou, achando que era o que eu queria ouvir: “Nenhuma delas é igual a ti”. Sorri. Eu gosto desse joguinho. E assim chegamos à portaria, e era como se eu pudesse ver as meninas atrás de mim se cutucando, enquanto escutava elas cochicharem coisas como: “que gato”, “essa Nathalia é foda”, “vaca”! rs

Lá dentro mal dava para se mexer. Realmente, a casa era um sucesso. Nem o mês de férias coletivas havia acabado com o seu prestígio. Fiquei positivamente surpresa ao ver que nem todo mundo se vestida de cowboy sertanejo! rs Fomos encaminhadas para um camarote no andar superior, que segundo o meu amigo, era o vip dos vips. Se na casa a cerveja era liberada, naquele camarote tudo era liberado. Garrafas e mais garrafas de whisky e champanhe eram despejadas, para nós e para o resto do pessoal que estava lá. E eu, infantilmente, achei que seria possível beber tudo que traziam. Logo todas fizemos amizades, se é que me entendem, e fomos nos dispersando. As meninas foram dançar, mas aquela música me dava nos nervos. Fiquei no camarote, e acabei conhecendo um pessoal bacana. Eram de uma empresa fornecedora da casa, e pareciam dispostos a beber tanto quanto eu. Entre eles havia um homem mais velho que ficava meio à distância, mas não tirava os olhos de mim. Já passado dos 40 anos, os cabelos começando a ficar grisalhos, bem vestido, corpo bonito e com aquele olhar seguro que só a experiência nos dá, ele parecia ser uma boa pedida. Não sei se podia enquadrá-lo entre “os mais lindos de POA”, afinal aquela gurizada que dançava e se divertia lá embaixo era realmente bonita, mas comecei a retribuir os seus olhares. E continuei bebendo.

Eu já tinha passado daquela placa escrita “Bagdá volte sempre!” e nada do meu quarentão se aproximar. Em compensação o rapaz ao meu lado sussurrava no meu ouvido, fazia o possível para nossos corpos se tocarem, e eu já começava a gostar. E lá pelas tantas tocou uma música conhecida (do povo todo que estava lá, eu nunca nem tinha escutado) e todo mundo se animou. Todos dançavam no camarote, e o rapaz esperto que antes estava ao meu lado agora já estava atrás de mim, se aproveitando da situação para me fazer sentir o seu volume de encontro à minha bunda. Resolvi brincar um pouco com ele. Ao som daquela música horrorosa eu mexia os quadris, sentindo suas mãos na minha cintura, mas meus olhos fitavam diretamente os do quarentão, que não se importava em tentar disfarçar que gostava daquele jogo.

O rapaz me conduzia pela cintura, no ritmo da música, para cada vez mais longe do pessoal, em direção ao fundo do camarote, longe dos jogos de luzes da pista de dança. Já um pouco afastados do resto do pessoal, senti sua boca roçando meu pescoço. Fiquei arrepiada. Arrepiada e bêbada, que combinação terrível. Nem tentei resistir. Seu pau cada vez mais duro pressionava a minha bunda e suas mãos agora tocavam meus seios sobre a blusa, enquanto ele mordia meu pescoço e a minha nuca. De olhos fechados eu curtia aquela sensação de tesão misturada com uma pequena tontura por causa da bebida. Quando abri os olhos, levei um susto! Parado à minha frente estava o quarentão. Não tive dúvidas. Empurrei o corpo para trás, praticamente encaixando o pau do rapaz entre minhas nádegas e levei meu rosto de encontro ao do quarentão.

Nos beijamos, e o rapaz abriu um botão da minha camisa. Senti seus dedos roçando minha pele, procurando meus mamilos, e puxei o quarentão ao meu encontro. Fiquei entre os dois, prensada, louca de tesão. Desci a mão pelo peito, barriga, até tocar o pau do quarentão, que começava a ficar duro. O rapaz praticamente tirou meus seios para fora da camisa, e eu mexia os quadris de encontro ao seu pau. Não tinha nem coragem de olhar em volta para ver se alguém mais assistia aquilo. Como se adivinhasse meus pensamentos, o quarentão, que pelo visto conhecia bem a casa, disse que aquele camarote tinha um banheiro próprio. Ele foi na frente, e eu e o rapaz fomos logo atrás.

Entramos, e o rapaz fechou a porta atrás de si e me puxou junto com ele contra a porta, como se quisesse impedir mais alguém de entrar. Beliscou meus mamilos, arrancando de mim um gemido de prazer, enquanto via o quarentão se aproximar.

O rapaz afastou as mãos, liberando meus seios para que o quarentão chupasse. Ele sugava forte, e eu sentia minhas pernas se enfraquecendo, ao contrário do pau do rapaz, que cada vez mais duro, ele não parava de roçar em mim. Levei as mãos para trás, afastando um pouco a minha bunda, e fiz algumas tentativas desajeitadas de abrir suas calças. Ele, notando meu estado e as minhas intenções, apressou-se para me ajudar. Abriu e baixou as calças, e eu peguei no seu pau duro e gostoso, passando a masturbá-lo.

A vontade senti-lo na minha boca fez com que me desvencilhasse do quarentão, e escorregando o corpo e me virando, fiquei de joelhos em frente ao rapaz. Lambi a cabeça do seu pau e deslizei-o o máximo que pude para dentro da minha boca. O quarentão apressou-se em abrir as calças e também tirar o pau para fora, e ficou ao meu lado, batendo punheta e esperando a sua vez.

Querem saber o resto?