Arquivo | janeiro, 2013

A linda

23 jan

Ela me olhou de um jeito meio estranho, mas olhou.  A minha filosofia é: “olhou, quer papo”. Fui até ela. Porra, de perto era ainda melhor, mais bonita. Nem ergueu os olhos, mas sorriu. Sabia que eu iria lá. Devia estar acostumada. Às vezes fico pensando que deve ser meio tedioso ser uma mulher bonita. SEMPRE todo mundo te olha. SEMPRE todo mundo te deseja. E SEMPRE tem alguém que vai tentar alguma coisa. Esforço zero. Basta escolher entre ceder ou estraçalhar corações. Se escolher ceder, ainda pode escolher quem. Vida boa!

Mas eu passei reto. Às vezes as bonitas me irritam com esse ar superior. Passei reto e me encostei no balcão, logo atrás da mesa dela. E ela levantou o rosto e procurou em volta. Cadê o cara que devia estar aqui? Virou pra trás e deu de cara comigo. Arregalou os olhos quando me viu ali, olhando pra ela. E teve que rir. Rir dela mesma. E eu ri junto. E só então cheguei nela.

E comecei o papo mais ou menos como comecei aqui com vocês. Dizendo que devia ser tedioso ser tão bonita. Claro que ela disse “nem me acho bonita”, mas não colou. E ela sabia que não colaria. Mas lá pelas tantas ela disse uma coisa que me encheu de esperança: “eu sempre acabo me interessando por caras que não são lindos”. Aí eu falei que então eu tinha uma chance. E ela me imitou: “tu sabe que essa não colou”. E aí eu fiquei em dúvida de novo: ficaria feliz por ela ter me colocado (ainda que por educação) na categoria “lindo” ou triste por isso me tirar as chances dela se interessar por mim? Mas eu rapidamente agi, não me abatendo por pensamentos negativistas: peguei sua mão, olhei bem nos olhos dela e falei “vou te provar que não sou lindo”. E dei um beijo nela.

Ela levou um susto, mas retribuiu. Seu hálito doce e sua língua quente, se enroscando com a minha, me deixaram com calor. Quando nossas bocas se separaram ela falou: “feio”. Gol do Inter. No palco a banda tocou os primeiros acordes e ela se virou pra mim e disse “eu adoro eles!”, me pegou pela mão e me arrastou pra frente do palco.

Coloquei-a na minha frente, minhas mãos na sua cintura, e enquanto o vocalista se mexia no palco, ela dançava de leve. Eu mantinha uma distância respeitosa, tentando não me esfregar nela já nas duas primeiras músicas. Se ela vinha pra trás eu aproveitava, mas não a segurava ali, colada em mim. Só que lá pela quarta ou quinta música ela veio para trás e ficou. Mexia o corpo no ritmo da banda, e em segundo fiquei de pau duro, pressionando a sua bunda. Ela jogou o cabelo pro lado, virou o rosto pra trás e me beijou. Eu era o feio mais sortudo do mundo naquela noite!

Lá pelo meio do show, ela já rebolava no meu pau descaradamente, e nem tão descaradamente assim eu de vez em quando corria minha mão por dentro da sua blusa, sentindo sua pele arrepiada e quente. Quando toquei o bico do seu seio direito, bem durinho, ela virou o rosto e falou, sussurrando e com cara de tesão: “para, seu tarado!”. Mas não tirou a minha mão. E pressionou ainda mais a bunda no meu pau. Desci a mão pela barriga, até a calça jeans. Ela não protestou. Forcei a mão e coloquei-a por dentro, e ela me beijou, como se me desse carta branca para fazer o que quisesse.

Senti meus dedos melados, enquanto deslizava com dificuldade entre seus grandes lábios. Mas logo ela se virou pra mim, tirando a minha mão e sussurrando no meu ouvido: “Tá todo mundo olhando…”. Olhei em volta. Tinha de fato um casal olhando, o resto do povo estava absorto no show. Puxei-a pra mim. “Vamos embora”, falei. “Mas o show…”, ela começou a protestar. Peguei sua mão e coloquei-a no meu pau duro, por cima da calça. “Vamos embora”, repeti e peguei-a pela mão, indo em direção ao caixa. Ela veio atrás de mim, obediente.

Paguei nossas comandas e logo estávamos no meu carro, aos beijos e arretos. De joelhos no banco e de costas para frente do carro, ela praticamente se jogou sobre mim, os braços em volta do meu pescoço, enquanto eu deslizava minhas mãos pelas suas pernas. “Vamos pra minha casa”, falei, e ela concordou, se arrumando no banco. Dirigi o mais rápido que pude, e em poucos minutos estávamos entrando na garagem do meu prédio.

Nos agarramos novamente no elevador, e eu não via a hora de tirar toda a sua roupa. Entramos na minha casa e após bater a porta, prensei-a contra a parede. Beijei sua boca, seu pescoço, ouvindo-a gemer baixinho no meu ouvido. Subi uma mão pelas suas costas, entre seu corpo e a parede, indo até a nuca. Peguei seus cabelos e puxei. Ela gemeu mais alto, me encorajando a continuar. Enfiei uma perna entre as dela, pressionando sua buceta sobre a calça, ao mesmo tempo em que, com a mão livre, subia sua blusa, revelando uma barriga lisinha e bem bronzeada. Levei-a até a bancada e mandei que apoiasse as duas mãos ali. Ela teve que se curvar um pouco, arrebitando a bunda. Encaixei-me atrás dela, como estávamos mais cedo, e mandei: “agora mexe e rebola como tu tava fazendo no show”. Não tinha música, não tinha luz, não tinha nada. Só a nossa respiração pesada de tesão. Mas ela não se importou. Começou mexendo de leve, passando a bunda no meu pau, me deixando maluco. Peguei-a pela cintura, acariciei-a por cima das calças e fui subindo as mãos e levando sua blusa junto. Peguei os dois seios, sentindo sua pele arrepiada e os mamilos intumescidos, como se implorassem para serem chupados. Ela virou o rosto sobre o ombro e sorriu, depois mordeu o lábio superior. Quase gozei.

Virei-a para mim e nossas bocas se juntaram novamente. Era um beijo quente, cheio de desejo e de promessas do que ainda ia rolar. Arranquei a sua blusa, liberando totalmente os seios dela para mim. Segurei-os com as duas mãos e desci minha boca ao encontro deles. Lambi, chupei, mordisquei, enquanto ela arranhava de leve meu couro cabeludo e gemia alto. Abri suas calças e puxei-as para baixo, rápido, forte, levando junto a calcinha. Ela estava nua na minha frente. E nua ela era ainda mais linda. Ela virou-se de costas, e agora sem roupa nenhuma, roçou a bunda no meu pau, que explodia dentro das calças. Virou o rosto sobre o ombro e falou, sorrindo e confiante: “Parece que tu gostou disso, né?”. Me afastei um pouco, abri rapidamente as calças e liberei meu pau. Me encaixei de novo nela, deslizando o pau pelo seu rego, ao mesmo tempo em que estiquei os braços e apertei seus seios. “Gostei, mas assim é bem melhor”, falei, enquanto ela rebolava mais rápido.

Com uma mão peguei seu cabelo, como se fizesse um rabo de cavalo, e puxei pra cima, deixando sua nuca livre. Mordi os ombros, a nuca, e fui descendo pelas costas, lambendo e mordiscando na extensão da coluna. Quando cheguei no final das costas, ela tentou se virar, mas segurei-a ali, naquela posição. Beijei e mordi sua bunda, que automaticamente ela foi arrebitando ainda mais. Forcei suas pernas pra ela as abrisse, e ela obedeceu, deixando o tronco cair pra frente, ficando totalmente exposta para mim. Com a ponta dos dedos percorri sua buceta, sentindo sua excitação encharcando meus dedos. Segurei-a pelas ancas e enfiei meu rosto entre suas pernas.

Ela gemeu alto quando minha língua penetrou sua buceta, mas logo eu tirei-a dali. Foi só pra ela sentir o susto. Passei a lamber entre os lábios, enquanto ela se abria toda, se entregando totalmente para mim. Lambi o clitóris, sentindo-o durinho na ponta da minha língua. Ela gemeu mais alto, e senti suas pernas bambearem. Abri sua bunda com as mãos e passei a língua desde o clitóris até seu cuzinho. Seus joelhos dobraram e ela virou-se para trás e pediu: “por favor, assim eu não aguento!”.

Ela ficou de joelhos na minha frente e, olhando nos meus olhos, baixou minha calça. Subiu a mão pelas minhas coxas, arranhando, até meu saco. Pegou-o por baixo e depois deslizou as mãos até o meu pau. Sem baixar o olhar. Que tesão! Esticou a língua, abriu a boca e foi engolindo meu pau. Que boca quente! Chupava com gosto, com vontade, me olhando, me levando à loucura. Depois de algum tempo foi a minha vez de pedir água. Ou tirava meu pau da sua boca ou lotava ela de porra. Me livrei dos sapatos e das calças que ainda estavam arriadas junto aos tornozelos, puxei-a para cima e fomos para o quarto.

Deitamos na cama, nus, um por cima do outro, nos beijando e nos tocando. Sua pele era quente e cheirosa, e logo caí de boca nos seus seios. Suguei os mamilos, segurando-os entre os lábios e passando a língua por dentro da boca. Ele mordeu minha cabeça, me chamou de tarado e pediu: “me come!”. Peguei uma camisinha e coloquei-a de quatro na cama. Ela virou o rosto para trás e sorriu e eu quase gozei antes mesmo de colocar meu pau nela. Me segurei. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta e ela jogou o corpo pra trás, dando um grito de dor e prazer, fazendo entrar tudo de uma só vez. Passei a fodê-la em estocadas rápidas e fortes, do jeito que ela pedia, enquanto ela rebolava e mexia como tinha feito durante o show. Peguei-a pelos ombros e comi ela assim, puxando-a ao meu encontro, cravando o mais fundo que podia meu pau dentro dela.

Ela gemia cada vez mais alto e sempre virava para trás pra me olhar, sempre pedindo mais até que avisou que iria gozar. Meti o mais forte que pude, sentindo ela me apertar, se torcer e retorcer, os gemidos se transformando em um grito reprimido, até amolecer as pernas e deixar cair o corpo para a frente.

Saí de dentro dela e me deitei ao seu lado na cama, passando as mãos pelo seu corpo e puxando-a para me beijar. Sua boca estava seca e a respiração ofegante, e ela sorriu pra mim. “Feio!”, falou rindo. E então me empurrou de barriga para cima e desceu a cabeça pelo meu peito, barriga, até chegar no meu pau. Arrancou a camisinha e enfiou meu pau na boca.

 

oral34

Pensei “linda!”, mas não falei. Deve ser tão chato ser sempre a linda.