Arquivo | novembro, 2012

Masturbação

24 nov

– Te toca pra mim? – ele pediu, parando repentinamente de me beijar e tirando as mãos de dentro da minha blusa.

Olhei em volta. Parecia que não havia ninguém por perto. Lá longe eu ouvia as vozes vindas da churrasqueira. Pela quantidade de carne e de cerveja era pouco provável que alguém aparecesse.

– Aqui? Na sala? Tá doido? – Fiz charme, sentindo minha buceta ficar ainda mais melada com a sensação de perigo de ser pega em flagrante.

– Ninguém vai aparecer, fica fria.

Levantei um pouco a blusa, deixando minha barriga de fora.

– Fria? Tô pegando fogo! – falei, correndo a ponta dos dedos em direção aos meus seios.

Olhei para sua bermuda. O volume que seu pau duro fazia me deixou ainda com mais vontade. Levantei a blusa, mostrando para ele meus mamilos durinhos que há pouco estavam entre seus dedos.

– Gostosa! – ele falou, com a boca entreaberta de tesão.

Sorri. Levei os dedos da mão direita até minha boca, deixando-os bem molhados. Sem parar de olhar pra ele, brinquei com os dedos babados nos biquinhos dos meus seios. Ele quase pulou da cadeira em cima de mim. Depois peguei meus seios com as duas mãos, e apertei um contra o outro. Belisquei os mamilos e estiquei minha língua o máximo que pude, tocando com a ponta os biquinhos.

Ele não acreditava no que via. Embasbacado, corria os dedos por sobre o volume da bermuda, sem tirar os olhos de mim.

– Me deixa ver esse pau… – ronronei, fazendo a minha melhor cara de safada.

Ele olhou para os lados, instintivamente, para ter certeza que não tínhamos companhia. Abriu a bermuda e tirou o pau para fora. Ele saltou, duro e cabeçudo, e ele exibiu-o orgulhoso para mim. Passei a língua nos lábios, e com certeza ele imaginou a língua passando na sua glande.

– Te toca também… pedi, ainda mais dengosa, enquanto descia minhas mãos pelo meu corpo, entrando dentro do meu shorts e da calcinha. Ele começou a punhetar-se devagar, olhando minhas mãos e logo protestou:

– Eu quero ver também!

Desci o shorts até a altura dos joelhos e afastei a calcinha para o lado, assim se aparecesse alguém era mais fácil de me recompor. Com uma mão abri os lábios, e com a outra corri o dedo do meio em toda a extensão da minha buceta. Comecei a colocar de leve o dedo dentro de mim, sentindo minha excitação escorrendo até a minha bunda, enquanto olhava-o aumentar o ritmo da punheta. Já falei pra vocês que adoro ver um homem batendo punheta, né?

Enfiei todo o dedo, abrindo bem as pernas pra ele ver, e falei:

– Se você vai enfiar tudo isso aí dentro de mim, um dedo só é pouco para me preparar… – e, sem dar tempo dele sequer pensar em algo, enfiei mais dois dedos na minha buceta.

Não sei se foi o que eu falei, ou se foi porque eu já estava arretando ele desde cedo, mas ele gemeu alto e falou com os dentes cerrados:

– Ah, porra… Não vou aguentar!

E o mais rápido que pude me joguei entre seus joelhos e tirei a sua mão, enfiando o pau dele na boca, chupando com força, sorvendo toda aquela porra deliciosa, enquanto acariciava as suas bolas e ouvia seus gemidos de prazer.

Ficamos ali, eu brincando com seu pau até ele amolecer, e ele extasiado, praticamente desmaiado na cadeira. Até que ouvimos vozes se aproximando e ele me pegou pela mão e saímos cambaleando pela sala até acharmos um quarto.

– Já tem coração e salsichão! – alguém gritou.

Espremidos atrás de uma porta, sussurrei na orelha dele:

– Avisa que salsichão eu já comi.

FIM