Arquivo | outubro, 2012

Tarde de Verão

23 out

Gente, começou o horário de verão. Agora só falta vocês me dizerem que já tem decoração de Natal nos Shoppings. Acabou o ano, puta merda! Esse ano não foi bom. Não vi passar, parecia que eu estive suspensa no espaço. Meu avô sempre dizia que anos bissextos não são bons. Acreditei sempre nisso. Mas ainda tem dois meses e pouco que podem me fazer mudar de opinião, quem sabe?

Eu tenho fases (ah, vá!). Tem vezes que digo que prefiro o inverno. Por vezes adoro o verão. Nas minhas épocas exibicionistas, o verão prevalece, claro. Se bem que não dá pra usar um sobretudo e mais nada por baixo com quarenta graus, né?

Dia desses, lá na casa do Ricardo, folheei e reli algumas partes do livro Alta Fidelidade, do Nick Hornby. Aliás, eu sempre acho que o Ricardo queria escrever como o Hornby. Só que um Nick Hornby tarado! rs Esse livro, se vocês não conhecem, é muito bom! O personagem principal adora música, e está sempre fazendo listas do tipo: as cinco melhores canções que começam com D, ou cinco melhores lados B de singles lançados na década de setenta, e por aí ele vai. O livro virou um bom filme, mas como na maioria das vezes, o livro é bem melhor!

Mas, logo que larguei o livro, me peguei pensando em listas de melhores fodas. As cinco melhores fodas no inverno. As cinco melhores fodas no verão. As cinco melhores fodas de quatro. As cinco melhores fodas na bunda! rs Coisa boa é não ter nada para fazer e ficar pensando bobagem, né?

E ontem, primeiro dia útil do horário de verão, acordei atrasada e perdi meu vôo. E fiquei no aeroporto, esperando outro. E me veio na cabeça a minha lista do verão. Eu não consegui decidir os meus primeiro e segundo lugares. E como a minha vida sexual não é uma vida sexual tradicional, adivinhem: tô em dúvida entre uma transa minha, do Ricardo e mais um casal (essa vocês já conhecem) e uma tarde deliciosa minha comigo mesma! rs Nada tradicional, não é mesmo? Como uma delas vocês já conhecem, hoje vou contar a outra.

Eu estava sozinha na praia. As crianças tinham ido à SC com o pai, o Ricardo não tinha férias naquele período. Foi um dos verões mais quentes e menos chuvoso dos últimos tempos. Eu acordava de manhã e caminhava na praia. Voltava perto do meio dia, tomava um banho gelado, colocava meu menor biquíni e ia pra piscina do condomínio. Além de mim apenas crianças e mães preocupadas em cuidar dos seus filhos. Eu passava as tardes todas lá, o mais longe possível dos agitos, sempre escutando música e lendo um livro. O pessoal do bar passava de vez em quando, oferecendo bebidas geladas. Apesar da vontade de tomar uma cerveja, eu sempre pedia água.

Mas aquele dia foi escaldante. Não corria um vento, nada. Não havia uma nuvem sequer no céu. Mergulhava na piscina a cada quinze minutos, tentando em vão me refrescar um pouco. O garçom trouxe minha água e, como eu pedi, um copo totalmente cheio de gelo. Derramei a água dentro e, na hora em que fui beber, me atrapalhei e virei no meu colo. A água gelada respingou entre meus seios e desceu pela minha barriga, me fazendo sentir um arrepio delicioso quando chegou na parte de baixo do meu biquíni. Senti minhas pernas e braços se arrepiarem, naquela sensação gostosa que a gente conhece bem. Acho até que soltei um pequeno gemido! De óculos escuros, olhei em volta disfarçadamente, e ninguém tinha notado. Aproveitei e virei mais um pouquinho de água, que fez o mesmo caminho, deixando geladinha a minha buceta. Que delícia! Fiz de novo, só que desta vez caiu junto com a água uma pedrinha de gelo. Fechei as pernas na hora, e ela ficou ali, bem posicionada, encostada nas minhas coxas e na minha bucetinha, sobre o tecido. Até derreter. Foi uma sensação inacreditável. Tive vontade de virar toda a água e todo o gelo por cima de mim, mas não dava para fazer isso ali. Levantei, dei mais um mergulho, bebi o resto da água, e aquela sensação gostosa não saía da minha cabeça. Peguei minhas coisas e caminhei até minha casa.

Entrei e fui direto para a cozinha. Peguei um baldinho e fui até a geladeira. Acionei o botão do gelo e enchi o balde. Fui para o quarto e sentei nos pés da cama com o balde de gelo nas mãos. A idéia me excitava, mas não sabia bem por onde começar.  Peguei uma pedra de gelo e levei até meus lábios. Toquei-a com a ponta da língua, e com o calor que fazia naquela tarde eu podia sentí-la derretendo nos meus dedos. Desci com ela pelo meu rosto, chegando no pescoço, sentindo a água geladinha que saía dela descendo pelo meu colo. Levei-a pela minha nuca, escorrendo pelas minhas costas, depois subi por trás das minhas orelhas. Era tão bom. A pedra ficou pequena, e troquei-a por outra.

Comecei na boca, de novo, mas desta vez desci ela em direção ao meu peito. Afastei o biquíni, primeiro do lado direito, depois o esquerdo, deixando meus seios ao ar livre. Passei o gelo de leve no biquinho do seio esquerdo, sentindo-o endurecer ainda mais. Uma descarga de tesão foi acionada, indo parar direto na minha buceta, fazendo-me sentir sua pulsação e a umidade que veio com ela. Fiz o mesmo no seio direito, sentindo a mesma sensação deliciosa, o mamilo cada vez mais duro, como se pedisse que eu não parasse com aquilo. Coloquei o balde de lado, não sem antes pegar mais um gelo e trocar o que eu estava usando. Agora, com as duas mãos livres, decidi prolongar a sensação nos meus seios. Passei o gelo em volta dos biquinhos, fazendo movimentos circulares, já gemendo baixinho. A água escorria pela minha barriga, agora além do calor do dia tinha o calor da minha pele, do meu tesão. Belisquei os mamilos junto das pedras de gelo, sentindo a dor do beliscão, a ardência do gelo e a onda de prazer entrando no meu corpo através dos meus seios. De olhos fechados repeti várias vezes, segurando o maior tempo possível que consegui. Troquei os cubos e comecei de novo pelo meu pescoço. Desci lentamente, desta vez não me demorei muito nos mamilos, que estavam doloridos. Desci pela barriga, sentindo os pelinhos da minha coxa se eriçarem. Abri bem as pernas e passei o gelo na virilha. Que delícia! A água geladinha escorria até a minha bunda, aumentando ainda mais o meu tesão. Com a ponta dos dedos gelados toquei minha buceta, ainda sobre o biquíni, sentindo a umidade e o calor que emanava dali. Puxei o biquíni para o lado e tateei o balde em busca de uma pedra de gelo maior. Achei.

Coloquei o gelo na altura do umbigo, quase dando para escutar aquele barulho (tssss) de algo queimando, tamanha era a temperatura da minha pele. Desci devagarinho, de olhos fechados, passando pelo meu púbis lisinho e então escorreguei o gelo novamente para a virilha. Corri ele para cima e para baixo, quase chegando no meu cuzinho. E lá de baixo eu fui subindo, desta vez correndo ele entre os grandes lábios, sentindo a diferença de temperatura, o contraste quente e frio, o meu mel e a água gelada. Segurei um pouco ali, quase penetrando, sentindo-o derreter rapidamente, sentindo meu clitóris inchando, pedindo um carinho. Com a outra mão afastei os lábios e toquei meu grelo durinho, soltando um longo gemido. Que sensação deliciosa! Coloquei-o entre meus dedos e trouxe lentamente o gelo até ele. Quando encostou, dei um pulo! Senti minha buceta sendo inundada pelo meu prazer e tive que me segurar para não gozar naquele momento.

Abri bem as pernas e com os dedos abri bem a minha buceta. Peguei o que restava do gelo e fui enfiando devagar. Meu Deus, eu não podia acreditar naquilo. Agora a água gelada escorria para dentro de mim, me fazendo ter seguidos espasmos de prazer. Fechei as pernas, forçando uma contra a outra, pressionando o gelo lá dentro, até que ele derretesse todo. Com os punhos cerrados, gemendo alto, podia sentir o gelo se esvaindo dentro de mim. Tirei o biquíni, não sei a razão, mas tive a urgência de ficar toda nua. Peguei mais um gelo e deitei na cama. Coloquei os calcanhares sobe o colchão, ficando com as pernas mais abertas que podia. Com um novo cubo de gelo nas mãos, não consegui percorrer nenhum caminho. Levei-o diretamente para o meu cuzinho. Passei o gelo ali, delirando de prazer. E então forcei. O gelo entrou sem dificuldade e eu aproveitei e enfiei junto um dedo. Passei a fuder minha bunda com um gelo lá dentro, enquanto a outra mão gelada acariciava meus seios. O suor escorria por todo o meu corpo, eu podia sentir o gosto levemente salgado nos meus lábios. Fiquei ali, fudendo o meu cu enquanto o gelo derretia todo dentro de mim, tentando não gozar e pensando em mandar fazer uma forma de gelo em forma de caralho, para me tocar sempre assim. Delícia!

Peguei mais gelo, um cubo em cada mão. Enfiei um dentro da buceta, o mais fundo que pude. Comecei a passar o outro no clitóris, fazendo movimentos circulares, gemendo, arfando, uma sensação diferente dentro de mim, uma mistura de tesão com vontade de fazer xixi, mas não era isso, não sei explicar de fato. Não vi quando o gelo derreteu, só sei que com dois dedos entrando e saindo de dentro de mim e com meu grelinho sendo massageado eu gozei, tremendo todo o meu corpo, apertando minhas mãos entre minhas pernas, sentindo meu gozo escorrer e molhar a cama, junto de toda a água que o gelo fez.

Fiquei ali deitada, a respiração voltando ao normal, ainda com meus dedos dentro de mim. Fui tirando-os devagar, um pouco dolorida, encharcada de tesão e suor. Me arrastei para o meio da cama, procurando o controle remoto do ar condicionado. Acionei-o, e em poucos minutos a temperatura no quarto estava mais agradável. Olhei o balde de gelo no chão, e ele era pura água. Deitei de bruços e corri minhas mãos por baixo do meu corpo. Empinei a bunda e abri um pouco as pernas, colocando minhas mãos entre elas. Bem devagar comecei a me tocar de novo, tentando reunir forças para ir até a cozinha buscar mais gelo…