Arquivo | junho, 2012

Enquete!

11 jun

Recomeço

8 jun

Ela me disse que não sabia mais de nada, logo ela que sempre soube tudo. Dias cinzas, mar sem ondas, música sem som. De uma hora pra outra tudo perdeu a graça. Sem que ela fosse o meu porto seguro, eu nem tinha razão para navegar. Foi culpa do nosso estilo de vida, diriam os puritanos. Eu me perguntei isso, confesso. Ela também se perguntou. E perguntamos um ao outro. E carolas, fodam-se: não foi.

O fato é que, nesse período em que abandonamos vocês, eu e a Nathalia nos separamos. E voltamos. E nos separamos. E voltamos. E… Sei lá! Não vou elencar aqui as razões e emoções (que emo!), pois isso é muito mais íntimo e pessoal do que tudo que falamos por aqui. Mas apesar do “sei lá” ali de cima, eu sei sim, sempre soube: ela é tudo que eu sempre quis.

E de vez em quando vínhamos aqui e constatávamos que o apesar de não ter novos posts, o blog não parava. Com uma média de mil visitas por dia, nem vimos quando ele ultrapassou um milhão de visitas. Que felicidade! E pra vocês que não nos abandonaram, nosso muito obrigado. E vamos combinar assim: ninguém mais abandona ninguém. Pode ser?

Mas como o objetivo do blog sempre foi contar a parte quente do nosso relacionamento, resolvi começar a contar aqui as nossas “recaídas” nesse período negro do nosso relacionamento. Aí vai:

“Sexta de noite. Abdiquei de um churrasco com os amigos e uma saída para alguma balada depois. Não tô a fim de nada. Semana passada eu e a Nathalia resolvemos dar um tempo. Nunca achei que fosse impossível duas pessoas que se amam não conseguirem ficar juntas. Eu já estava dormindo, na verdade. São 1:10 e eu acordei faz dez minutos com o celular apitando. Mensagem da Nathalia:

O que vc está fazendo?

Dormindo – respondi. – Precisa de algo?

De vc.

Tô aqui.

Posso ir?

Claro.

Não respondeu mais. Deve estar vindo. Não sei se levanto e espero ela na sala, ou se fico aqui na cama mesmo. Ela tem a chave, posso ficar aqui. Sei lá, tá tudo uma confusão. Vou ficar aqui no ar condicionado e ver o que acontece.

Ela chegou pelas duas da manhã. Eu já tinha pego no sono de novo, acordei com ela abrindo a porta. Saia curta, blusa decotada e bem maquiada. Pelo olhar eu já saquei que ela estava duas ou três doses além.

– Sozinho? Que pena!

Fiquei só olhando pra ela e sentindo meu pau crescer.

– Achei que poderíamos fazer uma festinha! – falou, enrolando a língua e deslizando as mãos pelo corpo – Eu, você e uma das suas vagabundas…

Veio até a cama, me olhou nos olhos e foi subindo devagarinho a saia:

– Eu já vim até sem calcinha…

Desceu a mão pelo púbis, tocando de leve a buceta.

– Que tu veio sem calcinha eu tô vendo… Mas tu saiu de casa sem, ou perdeu por aí? – pergunto.

Ela sorriu.

– Me conhece mesmo, né safado? Sabe a vadia que eu sou!

Não foi uma pergunta. Era a introdução pra história que ela passou a contar:

– Eu fui dançar. Não queria ficar em casa. Conheci um carinha… Dancei com ele. Arretei. Sou boa nisso, sabia? Ele queria me comer. Se esfregou em mim. Eu queria dar. Fui no banheiro e tirei a calcinha. Voltei. Mas quando voltei eu saquei, Ricardo… Saquei que eu queria dar. Mas dar pra você. Dei minha calcinha pra ele e mandei mensagem pra você.

Puxo-a para a cama, por cima de mim. Pego a sua mão que estava tocando a buceta, melada, e levo à minha boca. Estava com saudade daquele gosto. Trago seu rosto de encontro ao meu e nossas línguas se encontram, se tocam, se entrelaçam, duelam sedentas uma da outra. Ela tateia meu corpo em busca do meu pau. Encontra-o duro, envolve-o com os dedos e passa a masturbá-lo de leve, como se quisesse que durasse para sempre, sem pressa, sem ansiedade.

Que delícia sentir seu toque, seu gosto, seu beijo. Baixo sua blusa e abocanho seus seios, apertando-os, mamando, passando-os no meu rosto, já ouvindo-a gemer baixinho, pedindo que eu não pare, dizendo que eu sei do que ela gosta. E como sei do que ela gosta, eu corro minha mão pelas suas costas nuas, subo pela nuca e pego seus cabelos entre meus dedos, puxando-os, levando sua cabeça para trás, intensificando seu gemido e seus pedidos de que não pare, ao mesmo tempo em que ela aperta o meu pau, passando a mover a mão com mais firmeza e com mais velocidade, me chamando de safado, dizendo que só eu sei o que fazer e como fazer.

Eu abro sua buceta com a ponta dos dedos, sentindo toda a sua excitação. Ela se abre como pode, e eu enfio direto três dedos, de uma só vez, uma só estocada. Ela dá um gritinho, depois morde os lábios e continua gemendo. E então me pergunta, de olhos fechados e com a boca entreaberta:

– Quantas você já fodeu assim?

– Muitas. – respondo, mexendo os dedos com mais vigor dentro dela.

– Eu sei… Eu sei… Mas quero saber quantas desde a semana passada…

Não comi nenhuma, mas não era isso que ela queria ouvir. Entro no jogo.

– Uma por dia.

Sinto na hora ela ficando ainda mais úmida.

– Filho da puta! Sacana!

– Agora sou solteiro. Vou gastar a pica.

– Como era a primeira? – ela pergunta, enquanto capricha ainda mais na punheta.

– Era uma loira, assim como tu. Peituda. Fodi as tetas dela numa espanhola, beliscando os bicos das tetas dela. Ela chupou minhas bolas e a cabeça do meu pau, enquanto eu lambia a buceta dela. Depois coloquei ela de quatro e comi sem dó.

A excitação dela escorre entre as pernas.

– E a segunda?

Caralho. Inventar esse monte de mulher vai ser foda. Resolvo abreviar isso.

– A segunda chupava muito. Fui à loucura. Nunca tinha sido chupado daquele jeito.

Ela dá uma travada, provavelmente uma pontinha de orgulho ferido, mas logo retoma a normalidade.

– Ah é? Nunca?

– Nunca.

Nesse momento ela se desvencilha dos meus braços, dos meus dedos e da minha boca. Me empurra de barriga pra cima na cama e escorrega até o meio das minhas pernas. Segura o meu pau com as duas mãos e, me olhando com aquele olhar que só ela sabe fazer, me fala:

– Veremos.

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E coloca o máximo que consegue do meu pau dentro da boca. E chupa, lambe, mordisca, suga, mama… e mais tudo aquilo que só ela sabe fazer. Eu gozo na sua boca e ela engole tudo, sem para de me chupar. E continua me chupando, me fazendo quase implorar para que pare, para depois sentar no meu pau, de costas para mim, mexendo para cima e para baixo, rebolando, me presenteando com a deliciosa visão da sua bunda, para então gozarmos juntos.

E assim ficamos os dois jogados na cama, melados, suados e saciados. Adormecemos.

No outro dia acordo novamente sozinho e sem rumo.”