Arquivo | outubro, 2011

Nossas fotos eróticas – Parte II

22 out

Ele me afastou do seu pau,  pois daquele jeito não tardaria a gozar. Nem precisei perguntar se tinha sido  aprovada: ele me puxou pelos cabelos, fazendo-me ficar em pé na sua frente. “Batom  todo borrado, bem coisa de puta fuleira…”, ele falou, e passou a fotografar  meu rosto.

Fiz biquinho, passei a língua, enfiei o dedo na boca, estava  adorando aquilo! Com os dedos bem babados levantei minha blusa e passei a tocar
meus mamilos durinhos. Ele não perdia um click. Eu prendia-os no meio dos  dedos, beliscava, e ele adorava. Quando coloquei a mão por baixo e estiquei a  minha língua para lambê-los, aposto que ele teve vontade de jogar a câmera longe  e partir para cima de mim. Mas ele se aguentou.

“Vamos para o quarto.”, ele  convidou, ou ordenou, sei lá. Só sei que eu fui na frente, e ele mal podia  esperar o que eu ainda faria naquela noite!

Quando ele entrou e viu todos  os meus brinquedinhos sobre a cama, sorriu e disse: “Uhmm… Arsenal completo?  Já vi que vai me custar caro essa noite!”. Peguei um vibrador grande, em  formato de pênis, e acariciando-o respondi: “Até agora não custou nada. E você  pode desistir. Eu ficarei bem acompanhada…”. Ele riu. “É? Me mostra como  seria…”. Então tá, se ele queria espetáculo, teria um show completo!  Sentei-me na beirada da cama e fiz minha saia escorregar para cima. Levei o  vibrador à boca e comecei a lamber a cabeça como se fosse um pau de verdade. De
olhos fechados, ouvia os cliques da máquina enquanto tentava dar rosto e corpo,  na minha imaginação, para o dono daquele pau. Enfiei-o na boca, deixando o  máximo de saliva que podia, e então joguei o corpo para trás, encostando as  costas na cama, e coloquei os saltos das botas na beirada da cama, abrindo ao  máximo minhas pernas. Posicionei o vibrador na entrada da minha buceta, e  fazendo sinal com o dedo indicador, pedi que ele se aproximasse. “Olha de  perto…”, sussurrei, na verdade querendo que ele fotografasse aquilo tudo  entrando dentro de mim. Ele se pôs de joelhos no chão, e não perdeu um detalhe  daquele cacetão desaparecendo na minha buceta. Liguei o vibro, e com ele todo  dentro de mim, forcei movimentos circulares, o que me levou ao delírio. Sentia  meu mel escorrendo, melando minha bunda, minha meia calça rasgada, minha cama.

Com a mão livre tateei a cama sobre a minha cabeça, procurando outro acessório que queria usar: um plug  anal. Encontrei-o e estiquei a mão em sua direção, pedindo: “Coloca pra mim?”.  Não precisei pedir duas vezes: ele foi enfiando devagar na minha bunda. Que  delícia! Me sentia preenchida, arrombada e delirando de tesão. Passei a colocar  e tirar o pau de borracha de dentro de mim, olhando nos olhos dele através da câmera.  O pau dele parecia que ia explodir, de tão duro, e eu queria sentí-lo também. “Vem  aqui… Deixar eu te bater uma punheta… É de graça!”, falei. Ele ajoelhou-se  ao meu lado, e eu comecei a masturbá-lo de leve, apertando bem seu pau. De vez  em quando largava o pau e acariciava suas bolas, sua bunda. Depois voltava e  batia punheta mais rápido, fazendo-o se contorcer dentro de mim. A essa altura  já não tinha coordenação para mexer as duas mãos, a do vibrador e a do seu pau,  então fechei as pernas, prendendo o vibrador dentro de mim. Ele não se conteve  e veio sobre mim, passando uma perna para o outro lado do meu corpo, e encaixou  seu pau duro entre meus seios. Apertei um contra o outro, e ele começou a  deslizá-lo. Eu estiquei a língua, e cada vez que o pau subia na direção do meu  rosto, eu lambia aquela cabeça dura e melada. Assim como eu, ele estava  transtornado de tesão: gemia, beliscava meus seios e me xingava de puta, vagabunda,  safada, me dizia que eu só sossegava assim, metida no cu e na buceta. Eu dizia  que sim, e que queria mais, e ele me xingava mais, me dava tapas no rosto,  dizia que eu não valia nada. Não aguentei mais e gozei, forçando as pernas uma  contra a outra, sentindo o vibrador pulsar dentro de mim, e bem na hora,
enfiando o pau dele o máximo que deu dentro da minha boca. Meu corpo tremeu  inteiro, senti o ar quase faltar, e tive um dos orgasmos mais intensos da minha vida.

Não tive forças para  protestar quando ele saiu de cima de mim, queria fazê-lo gozar na minha boca,  no meu rosto… Mas pelo visto ele tinha outras idéias: tirou o vibrador da  minha buceta, e me avisou: “O plug tu deixa…”. Ele desapareceu da minha  visão, por cima de mim, e logo reapareceu balançando minhas algemas entre os  dedos: “Vira de costas, vadia!”.

Claro que eu obedeci, né?

CONTINUA…

Nossas fotos eróticas – Parte I

8 out

Dia desses, revirando caixas no fundo do meu armário, encontrei umas fotos que fazíamos, o Ricardo e eu, logo que começamos a namorar. Ele tinha uma Polaroid, e nenhum de nós dois tínhamos muito pudor! rsrsrs Encontrei fotos minhas, nua, fazendo poses sensuais para as lentes; fotos dele, com o pau na mão, exibindo-o para mim, fotos nossas, tiradas por nós mesmos enquanto transávamos. Me deu uma saudade daquele
tempo, quando fazíamos as coisas sem muita preocupação, tomados por um tesão incontrolável que nos cegava para os perigos da exposição.

Conversei sobre isso com ele, que na mesma hora “se convidou” para jantar aqui em casa e rever as nossas fotos. O dia foi passando, as fotos ali sobre a bancada, e eu fui tendo idéias. E vocês sabem, eu vou tendo idéias e vou ficando com tesão ao mesmo tempo! No final da tarde mandei um torpedo pra ele: “Estou olhando nossas fotos… Meu corpo mudou. Estamos os dois diferentes. Temos que renovar as lembranças…” Ele sempre foi mais relutante que eu com essa coisa de fotos, por mim já tinha enchido o blog com fotos minhas! Ele respondeu: “Se teu corpo mudou, foi pra
melhor. Levo a câmera e fazemos o tira teima”. Nossa, que fácil! Decerto ele achava que eu só queria fotos minhas. Mandei outro torpedo: “O teu pau tá maior agora, vou te provar por fotos o que sinto dentro de mim”. Pronto. Deixei claro que ele também seria fotografado! rsrs Ele não me respondeu mais, e eu, excitada, resolvi armar um cenário para as fotos. Espalhei nossas fotos antigas sobre a cama, separei velas com aromas e muita lingerie sensual. Já me imaginei vestida como uma puta, cheia de tesão e ousadia, e separei até alguns brinquedinhos sexuais para usarmos nas fotos. Sentia minha umidade entre as pernas, antevendo uma noite deliciosa!

Abri um champanhe e, com a garrafa e uma taça na mão, fui tomar um banho de banheira. Entrei e fiz espuma, e com a taça na mão comecei a relembrar de nós dois. O encantamento instantâneo, a “liga” mágica, o encaixe perfeito dos nossos corpos. Da vez em que passamos um final de semana inteiro sem sair de um quarto de hotel, sem comer, sem fazer mais nada além de sexo. Muito sexo. E a primeira vez que vi ele comendo outra mulher? Eu já tinha feito isso, com outra pessoa. Mas naquele dia me perguntei se agüentaria com ele. Eu não quis participar, naquele momento o meu tesão era ver o tesão dele. Fiquei sentada em um canto do quarto, enquanto ele comia uma garota de programa. Minha preocupação infantil era se ele faria as coisas da mesma maneira que fazia comigo, e se ele morreria de tesão, gemeria e faria as mesmas caras que fazia enquanto metia aquele pau gostoso em mim. Não sei se ele fez igual ou não, pois em determinado momento me perdi com meus dedos entre as minhas pernas e gozei loucamente, três vezes seguidas, logo após de vê-lo sentado na beira da cama, a menina de joelhos no chão engolindo seu pau, e ele com os olhos cravados nos meus mexendo a boca em uma declaração silenciosa: “eu te amo”.

Lembrei de muitas outras coisas, muitas já contadas aqui no blog, e sem agüentar mais posicionei o jato da hidromassagem para o meio das minhas pernas. Gozei sem usar as mãos, tendo na mente a imagem dele me comendo sem parar, de tudo que é jeito, em tudo que é lugar. Delícia.

Já mais relaxada e com meia garrafa a menos, saí do banho. Decidi abandonar a garrafa, e com o celular na mão, digitei outra mensagem pra ele: “Como quer o programa hoje?”. Pronto. Agora ele sabia que eu definitivamente estava para o crime. Seria a puta dele esta noite, faria o que ele quisesse. E logo veio a mensagem dele, me dizendo como me queria: “Te quero vulgar, baixo nível e preparada pra levar pau e tomar porra a noite toda!”. Aff! Pelo jeito ele também viria no mesmo nível! rsrsrs

Abri a porta pra ele pouco antes das nove. Ele parece ter gostado do que viu: um batom vermelho carregadíssimo, assim como o resto da maquiagem. Uma mini saia que mal cobria minha bunda, em cima de uma meia arrastão já beeem usada. Uma mini blusa vermelha bem fuleira, que deixava, por baixo, meu umbigo de fora, e por cima, mal cobria meus seios. E também uma bota preta acima dos joelhos. Ele veio junto a mim e apertou minha bunda, forte, rude, e quando procurei sua boca ele me negou: “puta não beija na boca… essa tua boca só serve pra chupar pau”. Não sei o que acontece comigo, mas quando tô no clima, qualquer coisa que ele faça ou fale, me deixa maluca! Uma onda de tesão percorreu meu corpo quando ele falou isso. E ele continuou: “Desfila… Anda pra lá e pra cá… Quero ver se vale o investimento…”.

Caminhei até a extremidade da sala e, quando me virei, ele já estava ajustando a máquina fotográfica. Comecei a andar na sua direção, rebolando mais que o normal, enquanto ouvia os cliques. Cheguei bem perto e, com as palmas das mãos apertando as laterais dos meus seios, um de encontro ao outro, fiz pose para a câmera. Ele esticou a mão e tocou meus seios, primeiro com carinho, depois apertando e beliscando meus
mamilos sobre a blusa. Sem parar de fotografar os acontecimentos. “Dos peitos eu gostei… Agora quero ver a bunda!”, ele falou. Fui até o sofá, rebolando ainda mais, e ele veio andando atrás de mim. Fiquei de joelhos e arrebitei a bunda o máximo que pude, e olhei-o sobre os ombros. “Gosta?”, perguntei. Ele esticou a mão e subiu minha saia. Apalpou minha bunda, apertou, até deslizar sua mão pelo meio, passando pelo meu cuzinho, chegando na minha buceta. Enganchou os dedos na meia e com um puxão rasgou o meio das pernas. Levei um susto, e outra descarga de tesão, esta mais forte ainda, explodiu no meu corpo. Com o caminho livre, senti seus dedos me explorando. “Tá melada…”. Fiz que sim com a cabeça. Ele enfiou dois dedos. “Isso é tesão ou é porra de outro cliente?”. “É porra… De dois clientes… Dei pra dois ao mesmo tempo mais
cedo…”, falei, e imaginado isso fiquei ainda mais molhada. Ele enfiou o terceiro dedo, me alargando, mexendo e girando-os dentro de mim. Me abri ainda mais, mas ele tirou a mão ao mesmo tempo em que, com a outra, me pegava pelos cabelos e puxava minha cabeça para trás. Enfiou os dedos melados na minha boca, e chupei-os com sofreguidão, enquanto ele me dizia: “Chupa a porra deles então, puta chinelona!”. Chupei, imaginado que tinha porra mesmo naqueles dedos, e sentindo o gosto do meu próprio tesão. “Agora tu mesma pega a porra… Não vou sujar meus dedos…”, ele falou. Fiz exatamente o que ele pediu: Enfiava meus dedos na minha buceta e levava-os à minha boca, enquanto ele fotografava sem
parar.

“Deixa eu te chupar?”, pedi ronronando. Podia ver o seu pau duro quase rasgando as calças. Ele se aproximou, e me pegando pelos cabelos novamente, passou meu rosto pelo volume da calça. Que delícia! Mas logo se afastou novamente. “Não sei… Tu não me convenceu ainda…”, disse. “Enfia esse pau na minha boca que vai ter certeza…”, falei, desejando mais do que nunca chupá-lo. “Eu não… Aí, gostando ou não, vou ter
que pagar!”. Eu ia sugá-lo pau afora, ele iria ver só! Falei: “A chupada é de graça… Como um test drive…”. Ele soltou uma risada sonora. “Rá! Não sei se tu não sabe ganhar dinheiro ou se é muito confiante!”. “Coloca esse pau pra fora e saberá!”, rebati.

Fiquei de joelhos na sua frente, e comecei lambendo aquela cabeça inchada. Passei a língua em movimentos circulares e deslizei meus lábios, beijando e chupando. Depois empurrei seu pau em direção a barriga e desci a língua em toda a extensão, até chegar no saco. Lambi e chupei suas bolas, sentindo seu pau batendo em meu rosto, ao mesmo tempo em que arranhava de leve suas coxas. Subi as mãos e apertei sua bunda, ao
mesmo tempo em que fazia seu pau deslizar o máximo possível para dentro da minha boca. Ele gemeu, e eu caprichei ainda mais. Com as duas mãos nas suas nádegas, passei a comandar o movimento dos seus quadris, fazendo seu pau fuder minha boca como se fosse uma buceta. Fazia isso tudo olhando para cima, fazendo minha melhor cara de safada pras fotos que ele não parava de bater. Acima da câmera, ele sorria satisfeito. Acho que fui aprovada no teste!

CONTINUA…