Arquivo | julho, 2011

Transando com um leitor do blog

30 jul

Ele começou me mandando e-mail quase toda semana, comentando sobre o blog. Falava dos posts que gostava, do que já tinha feito parecido e do que nunca nem sonhara em fazer. Sempre educado e respeitador, qualidade pouco conhecida na internet. Os e-mails passaram a ser mais frequentes, e além do conteúdo do blog vimos que tínhamos bastante coisa em comum. Coisas estas que ele, sempre atento às nuances, descobria “desvendando” meus posts. Os meses foram passando, e nossa intimidade aumentando.

Quando ele arrumou uma namorada, veio correndo me contar. Na primeira transa se empenhou em dar prazer a ela, segundo ele “relembrando cada palavra do post sobre sexo oral”. Não tinha coragem de apresentar o blog para ela, achava cedo e tinha medo de ser visto como liberal demais. Acabou ficando tarde, e eles terminaram.

Depois vieram outras namoradas, ficantes, trepadas… E ele me contava tudo, assim como conto para vocês. Nunca forçou nenhuma situação para nos encontrarmos, e eu gostava disso, desse “interesse desinteressado”.

Dos e-mails passamos para SMS, e logo estávamos nos falando ao telefone. Nada muito freqüente, mas era gostoso ouvir a sua voz e a maneira como ficava tímido. Duvidava que ele tivesse coragem de me falar ao telefone as coisas que descrevia. Ao vivo então, nem pensar.

Nunca vi nenhuma foto dele, e nem ele havia me visto, e por vezes nos divertíamos relatando como imaginávamos um ao outro. Mas nunca dissemos como éramos de verdade. Ele dizia que era feio e desengonçado, e eu dizia que era gorda e banguela. Era o tipo de pessoa que dava vontade de brincar, de ousar, de seduzir. Se um dia acontecesse algo, ótimo. Se não, teria sido gostoso.

Ontem, debaixo de toda aquela chuva, eu precisava comprar um presente para um aniversário que tenho hoje, então fui até o Iguatemi. O Ricardo estava sabe-se lá onde, e acabei indo sozinha mesmo. Achei o tal presente e, quando me preparava para ir embora, recebo um SMS: “Nath, estou lembrando de vc! Estou num lugar que vc adora!”. Não, não era do Ricardo, que continuava sem mandar notícias. Respondi, perguntando que lugar era esse. “Outback!”, ele respondeu. Ri, mas de nervosa (pra quem não é daqui: o OutBack fica dentro do Iguatemi). Uma estranha sensação percorreu meu corpo. Reconheci como medo e tesão misturados. Respondi: “Que delícia! Vc não vai acreditar onde eu estou…”. Nem esperei ele perguntar, mandei logo em seguida: “Iguatemi!”. Em poucos segundos meu celular tocou:

– Não acredito! – ele falou, com a voz acelerada – Quero te ver!

– Imagina, – respondi rindo – você deve estar acompanhado, ou com amigos, ou com alguma mulher…

– Sério, Nathalia! Não tô brincando… Nunca estivemos tão perto! Tu tá sozinha ou com o Ricardo?

Era a minha chance de fazê-lo desistir do encontro. Se bem que ele não teria problemas em me encontrar com o Ricardo junto. E agora? Naqueles poucos segundos passaram pela minha cabeça nossos papos, o quanto ele era querido e respeitador, e claro, como diversas vezes ficara excitada enquanto lia seus e-mails ou falava com ele. Azar! Que mal teria? Poderia conhecê-lo e ir embora.

– Eu estou sozinha…

– Eu vou aí ou tu vem aqui? – ele perguntou, afobado.

– Calma, calma… E você, está sozinho?

– Agora tô.

– Como assim, “agora tô”? Quem vai no Outback sozinho numa sexta à noite?

– Eu tô com uns amigos, mas perdi a vontade de ficar com eles. Quero te ver!

Nunca tinha o visto tão afobado, quase atropelando as palavras.

– Uhmm… Você tá aí faz tempo? Tem mesa?

– Tu vem?? Vou arranjar uma mesa pra nós!

– Vou, daqui a pouco. Ainda preciso comprar um presente…

– Sério!! Nem tô acreditando…

– Até logo mais, então…

– Mas Nathalia, pera aí… Como vamos nos reconhecer?

Sorri.

– Fica olhando para a porta… Quando chegar uma gorda desdentada, sou eu!

Desliguei o telefone, antes que ele falasse qualquer coisa. Não seria muito difícil encontrá-lo. Afinal, como eu tinha perguntado a ele, quem vai sozinho no Outback na sexta feira? E, como vocês sabem, eu já tinha comprado o presente. Queria tempo para organizar as idéias e ir até o banheiro conferir o visual.

Retoquei a make, arrumei os cabelos… Apesar da cara de cansada, achei que poderia causar uma boa impressão. Andei mais um pouco pelos corredores, decidida a fazê-lo esperar um pouco. Uns 25 minutos depois da ligação, entrei pela porta do Outback. Corri os olhos pelas mesas e logo o vi. Desviei rapidamente o olhar, para que ele não soubesse que era eu. Ele estava em uma mesa no canto, sozinho e olhando para a porta. Não tinha nada de desengonçado, e nem de feio. Era alto, cabelo curto e cara de homem. Bonito. Sorri por dentro. Tive que dar o maior desdobre na recepcionista que, a todo custo queria me acompanhar até a mesa que eu procurava.

Fiz toda uma volta no restaurante e consegui chegar na mesa fora do campo de visão dele. Ainda tinha a possibilidade de eu estar enganada, mas era muito difícil. Azar, pensei.

– Você que diz por aí que é feio e desengonçado?

Ele virou em um pulo, como se não acreditasse que eu estava mesmo ali. Me olhou de cima abaixo, abriu um largo sorriso e levantou para me dar um abraço.

– Tu não vai acreditar, mas quando te vi entrando, pensei: “bem que ela podia ser gorda e sem dentes assim!”.

Sentei ao seu lado, e logo conversávamos e nos divertíamos como fazíamos por telefone. Comi uma salada, ele um hambúrguer, e tomamos bastante chopp. A perna dele tocava na minha, e proporcionalmente à quantidade de bebida, ficava mais gostoso aquele toque. Perdi as contas de quantas vezes um de nós precisou ir ao banheiro, mas sei que foi em uma dessas vezes que enquanto um chegava e o outro saía, acabamos os dois em pé, um de frente para o outro, e nos beijamos. Nossas línguas travaram um duelo quente, por fim entrelaçando-se e quase me fazendo perder o ar. Que beijo gostoso! Levei minhas mãos ao seu pescoço, enquanto ele, com mãos fortes, me puxava pela cintura ao seu encontro.

Já sentados, pousei a mão na sua coxa e, sacanamente, deixava-a escorregar para o meio das suas pernas. Entre um beijo e outro toquei seu pau, grande, duro, grosso. Não dava mais para continuar ali. Pagamos a conta o mais rápido possível e fomos para um motel, no meu carro.

Descemos do carro nos agarrando, nos beijando, cheios de vontade reprimida um do outro. Já na beirada da cama, ele abriu minha calça jeans e me colocou de quatro. Puxou minha calça e minha calcinha pelas minhas coxas e enfiou seu rosto em mim, lambendo minha buceta, minha bunda, lambendo tudo, chupando, me levando à loucura. Eu tentava me mexer, mas ele me segurava firme, e me penetrava com sua língua áspera, me fazendo delirar de prazer. Eu não queria gozar, mas senti que seria impossível. Que língua deliciosa! E assim eu gozei, gemendo e empurrando meus quadris de encontro ao seu rosto.

Ele me largou, e eu não me fiz de rogada. Fiquei de joelhos na cama e mandei que ele tirasse o pau para fora. De fato era grande, grosso e estava bem duro. Delícia. Tomei-o nas mãos e puxei-o para mim. Lambi aquela cabeça melada, segurando-o pela base, enquanto a minha outra mão tocava seu saco.

Enfiei tudo que pude na boca, chupei com gosto, bati com ele no meu rosto, levando-o à loucura. Arranquei o resto das minhas roupas e mandei fazê-lo o mesmo, enquanto pegava uma camisinha perdida em algum lugar da cama.

Fiz com que ele deitasse de barriga para cima, posicionei a camisinha na boca e meus lábios em volta da sua glande. Deslizei os lábios, abocanhando o seu pau, e quando tirei-os, ele estava com a camisinha, me olhando incrédulo.

– Eu achei que era mentira…

Belisquei seus mamilos e perguntei:

– O que mais você acha que é mentira?

– Não sei… – e como se lembrasse de algo, sorriu – Mas tu pode me mostrar com é aquela rebolada que o Ricardo tanto gosta?

Levei meu rosto de encontro ao seu, lambendo-o do queixo até o nariz, enquanto passava uma perna pelo outro lado do seu corpo. Segurei seu pau e me posicionei sobre ele. Fui descendo de leve, sentindo cada milímetro me penetrando, me levando à loucura. Com a planta dos pés na cama, uma mão no seu peito e a minha melhor cara de vadia, subi de volta, deixando apenas um pedaço da cabeça do seu pau dentro de mim. E fiz a tal rebolada. E ele foi à loucura…

E depois eu que fui à loucura, depois ele de novo, eu de novo… Um encontro quase que ocasional, mas que a qualquer momento poderia acontecer. E tomara que aconteça de novo!

Saímos de lá quase de manhã, quando deixei-o em frente ao Shopping para buscar o seu carro. Há pouco recebi uma mensagem dele, falando que a noite foi maravilhosa, mas que só chegou em casa perto das 10 da manhã, tamanha a luta pra tirar o carro do estacionamento do Iguatemi. E eu só penso em tê-lo dentro de mim, de novo…

Rapidinha

14 jul

Entramos no estacionamento e o clima quente não ficou para trás. Lá pelo meio do filme o Ricardo pareceu desinteressar-se por ele, e se mostrou totalmente interessado em me provocar. Claro que a sessão praticamente vazia ajudou, e ele me beijou, me bolinou, tentou de tudo. Mas eu estava gostando do filme! rs Tratei de acalmá-lo, tocando seu pau por cima das calças. Mas ele queria mais!

Nem esperou a porta do elevador se fechar para me pegar pela cintura. De costas para ele, sentindo seu pau encostar em minha bunda, andamos abraçados pelo estacionamento do shopping quase deserto. A vaga do lado direito estava preenchida por um carro grande, no lado esquerdo nenhum carro atrapalhando a abertura da porta. Andávamos lentamente, e eu ria a cada beijo que ele me dava no pescoço, a cada bobagem que ele falava no meu ouvido. Parecia um guri tarado!

Pelo controle remoto ele destravou as portas do carro, e quando deu a volta no veículo para chegar à porta do motorista, me viu parada:

– Não vai entrar?

– Não – respondi sorrindo com cara de safada,  e dando a volta no carro envolvi seu pescoço em meus braços, puxando-o para um beijo quente.

– Não, querido. Não quero entrar agora.

Senti suas mãos na minha cintura, virando meu corpo, me colocando de costas para ele novamente. Seus dedos tocaram meu corpo, me empurrando para mais perto da porta, até seu corpo pressionar o meu contra o carro. Esfregava seu pau descaradamente na minha bunda,  meus gemidos ecoavam pelo estacionamento e nossas vontades eram encobertas pelo carro da vaga da direita para quem saísse do elevador. Abri como pude a porta do carro, forçando a entrada dele, colocando-o sentado de lado no banco, deixando suas pernas do lado de fora.

Eu tinha pressa, tinha que ser assim, urgente. Tinha que ser rápido, usando o clima de perigo à favor. Me ajoelhei no chão do estacionamento abrindo sua calça, puxando-a com força, até a altura dos joelhos. Baixei meu decote, deixando meus seios à mostra e comecei a punhetá-lo. Tocava-o olhando nos seus olhos, e me encantava com a sua expressão de surpresa e tesão. Poderia ficar ali por horas, masturbando-o e olhando para ele, provocando-o.

Quando ele começou a gemer mais alto, eu tive certeza que chegara a hora. Coloquei seu pau na boca e comecei a chupar de forma bem intensa. No momento em que senti suas mãos nos meus cabelos, soube que ele gozaria. Voltei a toca-lo com as mãos, apenas lambendo a cabeça inchada do seu pau, para que gozasse no meu rosto. Eu queria assim, eu gosto assim. E assim eu fiz.

Enquanto o Ricardo gozava, eu sorria, sentindo seu líquido quente melando o meu rosto. Ele gemia e eu olhava para ele.

Ele gemia e eu limpava meu rosto com o dedo.

Ele gemia e eu levava o dedo à boca, lambendo seu gosto.

E ele ainda gemia quando dei a volta no carro e sentei no banco do passageiro.

– Pronto, amor. Já entrei. Podemos ir?

Conhecendo a Vanessa

6 jul

Eu estava voltando de Montevidéu, depois daquele empate ridículo do meu time lá (e mal sabia que o jogo de volta aqui seria muito pior), quando conheci a Vanessa. Não tinha dormido nada, e entrei no avião com um humor terrível. Com um boné enterrado na cabeça e óculos escuros, tudo que eu queria era pouco mais de uma hora de sono, o tempo do vôo.
Os caras que estavam comigo estavam cheios de disposição e querendo conversar, e eu, aproveitando que tudo indicava que o avião viria bem vazio, fui pra fileira de bancos de trás, que não tinha ninguém. Me ajeitei na janela, coloquei os fones de ouvido, apertei o cinto e fechei os olhos.

Não durou muito. Logo ouvi alguém falando que a poltrona em que eu estava tinha dono. Abri os olhos e era um cara, todo engomadinho, gel no cabelo, com o cartão de embarque na mão. Olhei em volta: mais da metade do avião estava vazio. “Baita bunda mole”, pensei, embora soubesse que ele tinha razão. Me desculpei e fui até a próxima fileira de assentos vazios. Tudo de novo. Sentei, apertei o cinto, ajeitei os fones e fechei os olhos.

– Não é na janela o teu lugar? – ouvi uma voz feminina perguntar. Merda! Lá ia eu de novo…

– É, mas não faz mal. Ele tá dormindo. – Opa! Outra voz feminina! Abri os olhos, escondidos sob os óculos escuros, e vi: que bunda maravilhosa vindo em minha direção! Fiquei quieto, enquanto ela sentava ao meu lado, e esperava a outra sentar. Instantaneamente meu humor melhorou.

A dona daquela bela bunda era uma morena bonita, cabelos lisos e compridos, vestida sobriamente, como quem viaja à trabalho. A outra não era tão bonita, mas não era de se jogar fora. Veio o aviso de fechar portas, e o avião se pôs em movimento na pista. Fingi que acordara com o movimento. Me mexi, tirei o óculos e olhei pra elas.

– Bom dia! – sorri, fazendo graça.

– Bom dia! – as duas responderam.

– Sabia que tu estás no meu lugar? – a morena perguntou, sorrindo.

– Não acredito! – me fiz de bobo – Eu jurei que estava vago. Quer trocar? – perguntei, levando a mão ao cinto de segurança.

Ela riu. Gostei do seu sorriso. Mostrava que ela estava aberta ao bate papo durante a viagem.

– Não, imagina! E nem pode tirar o cinto agora!

O avião decolou. Não gosto dessa parte. A decolagem e a aterrissagem sempre me deixam apreensivo. Todo aquele barulho de motor, aquela coisa gigante fazendo força pra voar, e eu ali olhando o Rio da Prata pela janela. Notei que ela estava inquieta. Ela falou pra amiga:

– Essa é a pior hora para mim.

Era a minha deixa. Virei pra elas e falei:

– Pra mim também. – as duas me olharam, meio que aliviadas.

– É, né? – a cantada no “né”, virando néam, entregou: ela era de Porto Alegre.

– É. Mas relaxa, vai dar tudo certo. – falei, tocando sua mão de leve e rapidamente.

– Tu veio pro jogo? – ela perguntou, dando continuidade à nossa conversa.

– Sim. Ah, nem me fala em jogo. Perdemos a chance de ganhar fácil.

Ela sorriu.

Perdemos, não. Vocês perderam. Eu sou gremista!

– Ah, não! – fingi que ia abrir o cinto e me levantar – Dá licença, quero sair daqui! – falei brincando. Ela riu. A amiga apenas assistia a nossa conversa.

Conversamos durante o vôo todo, e na medida do possível eu incluía a amiga na conversa, não queria que ela, assim que ficassem a sós, falasse algo de negativo. Descobri que elas estavam voltando de um congresso, onde moravam, o que gostavam de fazer. Quando o comandante avisou que iríamos pousar, ela abriu a bolsa e tirou um cartão de visitas. Tateou a bolsa às cegas até encontrar uma caneta e anotou no verso o número do seu celular. Disse a ela que lamentava não ter um cartão ali comigo, mas rasguei em duas partes meu cartão de embarque, e anotei meu telefone,
entregando para as duas.

Nos despedimos na esteira de bagagens, e fiquei ali, debruçado no carrinho, vendo aquela bunda linda indo embora pelo saguão. Liguei meu celular, e ignorando os apitos e tremidas avisando sobre novas mensagens, ligações e e-mails, enviei um SMS pra ela: “Obrigado por tornar minha viagem mais agradável”. Já no táxi recebi sua resposta, e trocando mensagens e e-mails durante os dias seguintes combinamos de nos encontrar em um bar, no final de semana. Ela estaria lá com amigos, e me convidou para aparecer por lá.

Ela me apresentou pra todos, era um pessoal bacana e divertido, gente nova, bonita e de bem com a vida. Menos um abostado, que depois eu descobri o motivo da sua cara de bode: ele é a fim da Vanessa. Bebemos, rimos, e a cada vez que ela ia com duas ou três amigas no banheiro, eu ficava mais impressionado: que bunda perfeita! A noite ia se adiantando e parecia que com o passar das horas nossa afinidade só aumentava.
Lugares pra onde já fomos e gostaríamos de ir, músicas, comidas… E com o tempo o pessoal ia se despedindo e partindo, até que ficamos eu e ela e mais dois casais. Ela estava de carona com um deles e, como se já estivesse combinado, a amiga fez todo um teatro de que iriam embora, para que eu oferecesse carona a ela. Eu, é claro, ofereci. E ela aceitou. Todos se despediram e nós fomos até o meu carro. Entramos na garagem já de mãos dadas, e levando-a ao lado do passageiro, ao invés de abrir a porta, prensei-a contra a lataria e a beijei.

Foi um beijo que começou leve, carinhoso, até comportado, mas que foi esquentando até pegar fogo! Ela tinha uma língua deliciosa, e lábios carnudos que se moldavam aos meus. Foi delicioso. Entramos no carro e convidei-a para ir até a minha casa. Ela relutou um pouco, se fez de difícil, mas aceitou. Fui pegar uma bebida enquanto ela olhava os DVDs. Escolheu um Jack Johnson, que eu coloquei pra tocar enquanto ela ia ao banheiro. Ajoelhado no chão, abrindo a caixinha do DVD, fiquei embasbacado olhando-a percorrer a sala. Estava ficando obcecado por aquela bunda!

Nem assistimos o DVD. Entre um gole e outro de bebida nossos beijos e carícias iam ficando mais ousados. Com a boca no seu pescoço, sentindo sua pele se arrepiar, eu sentia suas mãos nas minhas costas, por dentro da camisa. Desci as minhas mãos pelo seu corpo, tentando me conter para não chegar logo na sua bunda. Ela me afastou, carinhosamente, e passou a abrir os botões da minha camisa, ao mesmo tempo em que ia beijando meu peito. Meu pau, duríssimo, pedia urgência em ser libertado das calças. Mas ela não chegou até lá. Depois de beijar meu peito e minha barriga, voltou para a minha boca.

– Tu é delicioso. – falou, de olhos fechados e fazendo biquinho.

– E tu é maravilhosa! – rebati, enfiando minhas mãos sob sua blusa.

Meus dedos percorreram sua pele quente, pelas costas, barriga, subindo. Ela pensou em relutar, mas eu já tinha seus seios em minhas mãos. Toquei-os ainda por cima do sutiã, e ela, determinada, tirou a blusa. Não tive dúvidas: fui por cima dela, deitando-a no sofá.

Meu pau pressionava suas coxas, e ela me segurava como podia para não escorregar meu corpo para baixo, e assim abocanhar seus seios. Mas com muitos beijos e carícias, consegui liberá-los do sutiã, e pude sentir seus mamilos enrijecidos de encontro ao meu peito. Enfim fui mais para baixo, sem desgrudar a boca da sua pele, pescoço, ombros, até ter seu seio esquerdo em frente ao meu  rosto. Lambi o biquinho, e senti ela se
contorcendo embaixo de mim. Chupei com carinho, com a mão em concha, por baixo, e ela me ofereceu o outro, gemendo e arranhando de leve as minhas costas. Eu aceitei, é claro. E aproveitei e desci a mão, em direção ao botão da sua calça. Ela me deteve, inclusive tirando os seios da minha boca.

– Não… – falou sussurrando, confusa e sem muita convicção.

– Sim… – falei sorrindo, no melhor misto de cara de sacana e de guri querido.

– Não é certo transar no primeiro encontro. – ela falou, cobrindo os seios com as mãos.

– Já nos encontramos antes, no avião, lembra? – falei, sorrindo e sem parar de acariciar as partes do corpo que ela permitia.

Ela sorriu. Ficou olhando nos meus olhos, pensativa.

– Espertinho. Aquela vez não conta! – falou, mas já sem a mesma ênfase.

Saí de cima dela e sentei no sofá, já puxando-a para o meu colo. Com uma perna de cada lado das minhas coxas, meu pau duro ficou no meio das suas pernas. Beijei novamente sua boca, enquanto ela desceu a mão e tocou-me sobre as calças.

– Uau! – falou baixinho, com a boca pressionada pela minha. Ficou segurando meu pau, e trouxe novamente os seios para que eu chupasse. Depois começou a me punhetar por cima das calças, gemendo baixinho. Segurei-a pela nuca e puxei seu rosto de encontro ao meu. Falei:

– Vamos para o quarto?

Ela não respondeu nada, apenas levantou-se e esticou a mão para mim.

Guiei-a até o quarto, e praticamente nos jogamos na cama. Abri o botão da sua calça, o zíper, e então coloquei-a de bruços. Desci a calça jeans pelas suas coxas, vendo pela primeira vez sua bunda desnuda, apenas uma pequena calcinha que não atrapalhava a minha visão, pelo contrário, deixava-a ainda mais tesuda!

Beijei suas costas, sua bunda, suas coxas. Virei-a de frente para mim e tirei sua calcinha. Ela tentou se esconder, mas não dei chance. Puxei-a pelas pernas ao meu encontro e mergulhei meu rosto na sua buceta. Passei a lambê-la, penetrá-la com a minha língua, e ela rebolava sem parar, quase descontrolada. Quando concentrei minhas carícias no clitóris, ela ficou maluca. Colocou as mãos na minha cabeça e empurrou o corpo de encontro a mim, fazendo movimentos circulares. E assim gozou, melando meu rosto com seu mel.

Enquanto ela se recompunha, livrei-me das minhas calças. Só de cuecas, deitei ao seu lado.

– Eu nunca tinha gozado assim… – ela falou, me beijando.

Acariciei seu corpo nu, e apesar de não gostar dessa pergunta, era a única que me veio à mente.

– Foi bom?

– Ricardo, tu não tá entendendo. Eu nunca tinha gozado assim, desse jeito, com alguém fazendo sexo oral em mim!

Preferi que ela tivesse falado “me chupando”, mas tudo bem. O que falar agora? Será que ela tinha dificuldade em ter orgasmos? Não precisei falar nada. Ela agora parecia radiante.

– Na verdade nunca deixei ninguém fazer isso em mim direito.

Ah, pronto. Lá se ia por água abaixo todos os meus planos pecaminosos. Ela continuou:

– Só tive dois namorados, e sei lá… Não me sentia à vontade com eles. Não assim, como me senti contigo.

Fiquei um pouco assustado. Não por ela só ter tido dois namorados, e nem por não se sentir à vontade. Mas sim porque me dei conta de que não sabia a idade dela. Claro que se ela já fazia viagens, ia a congressos, ela era maior de idade. Mas não pensei nisso na hora. E de fato, ela parecia bem nova. Será que era a hora de colocar tudo a perder e perguntar: “quantos anos tu tem, meu anjo”? hehehe E enquanto isso meu pau já
não parecia tão duro dentro da cueca. Fiquei quieto, apenas acariciando seu corpo. Sua pele era lisa e cheirosa, e dependendo de onde eu tocava, ficava toda arrepiada.

Sem falar mais nada, ela veio por cima de mim. Beijou meus olhos, meu queixo, minha boca. Depois minhas orelhas, meu pescoço e meus ombros. Beijou meu peito, brincando com a língua nos meus mamilos. Se antes meu pau dava sinais de desistência, agora ele ressuscitara. Continuou
descendo e, ignorando o volume na minha cueca, beijou e mordiscou minhas coxas. Escorregou a mão por dentro da cueca, finalmente tocando meu pau.

– Que duro! – falou, segurando-o pela base.

Livrei-me da cueca, e ela começou a me masturbar de leve, com carinho, olhando para o meu pau. Foi baixando a cabeça devagar, e com a ponta da língua, lambeu a glande. Gemi, e isso encorajou-a a ir em frente. Colocou a cabeça na boca e começou a chupar. Estiquei a mão e puxei suas pernas para o meu lado, para que pudesse tocá-la. Deslizei minha mão entre suas pernas, e encontrei sua buceta melada. Enfiei um dedo, ao mesmo tempo em que ela abria levemente as pernas para facilitar meu acesso. Ora mexia meu dedo dentro dela, ora acariciava seu clitóris, e ela
agora já abria as pernas o máximo que podia, ao mesmo tempo em que chupava meu pau com gosto.

Sem aguentar mais, afastei-a e abri a gaveta em busca de uma camisinha. Coloquei-a e pedi que ela ficasse de quatro. Ela me olhou, sem jeito.

– Eu quero olhar a tua bunda.

Ela riu.

– Gosta dela? – me perguntou.

– É perfeita! – elogiei.

Ela ficou de quatro, e puxei-a pelas ancas até a beirada da cama. Subi a mão pelas suas coxas, pela bunda, tocando de leve seu cu. Ela virou o rosto para trás, rápida e assustadamente, e falou:

– Só olhar, hein?

Sorri. “Por enquanto, pode ser”, pensei. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta, deslizando entre os lábios, brincando no clitóris. Mesmo com a cabeça baixa e coberta pelos cabelos que se espalhavam no colchão, eu podia ouvir seus gemidos. Fiquei assim, provocando-a, até que ela pediu:

– Vai. Coloca logo…

Eu coloquei. Senti-a se alargando, envolvendo meu pau aos poucos, de leve, ao mesmo tempo em que minhas mãos nas suas ancas sentiam sua pele arrepiar. Ela levantou a cabeça, virou para trás e, com o rosto transfigurado de tesão, sussurrou:

– Delícia!

Comecei a mexer, ao mesmo tempo em que deslizava minha mão pelas suas costas até chegar em seus ombros. Segurando-a por ali, passei a puxá-la de encontro a mim, cravando meu pau fundo dentro dela, ouvindo-a praticamente gritar de tesão. Peguei-a pelos cabelos, e isso parece que tirou-a ainda mais do sério. Levei a outra mão à sua boca, mandando que ela chupasse meu dedo médio. Ela chupou com gosto, mal sabendo o
verdadeiro motivo de eu ter feito isso. Tirei a mão e acariciei a sua bunda, e com o dedo bem babado por ela mesma, toquei seu cu, sem parar de mexer meu pau dentro dela.

– Ai, aí não… – ela falou, me olhando por sobre os ombros, mas já sem muita convicção.

– Relaxa… Só tô fazendo carinho… – respondi.

Ela ficou me olhando, acho que sem acreditar, mas talvez querendo que eu fosse adiante, com um olhar cheio de tesão.

Forcei um pouco o dedo, e ela arregalou os olhos. Mas não pediu que parasse. Enfiei mais um pouco, e ela reclamou que estava doendo. Deixei o dedo parado, mas encorajei-a a fazer o vai e vem no meu pau. Ela fez, e sem notar, meu dedo entrava cada vez mais na sua bunda. Quando viu, tinha entrado tudo.

Passei a estoca-la com força, ao mesmo tempo em que fazia meu dedo entrar e quase sair da sua bunda.

– Tá doendo? – perguntei.

Ela respondeu, confusa:

– Tá… Um pouco… Não sei… Tá gostoso!

E assim, confusa e soltando pequenos gritinhos, ela avisou que iria gozar novamente. Acelerei os movimentos
do meu pau e do meu dedo, e praticamente gozamos juntos.

Tirei o dedo de leve, ao mesmo tempo em que caía sobre ela na cama. Meu pau foi saindo de dentro dela, mas ainda podia ouvir sua respiração desacelerando embaixo de mim. Deitei ao seu lado, e ela virou-se me beijando, para logo em seguida completar:

– Eu nunca tinha gozado assim…

Antes que a minha nóia recomeçasse, pensei: “Tu ainda vai dizer isso com meu pau na tua bunda!”.

E ela disse. Mas isso é assunto para outro post.