Arquivo | junho, 2011

Sexo na balada II – Parte Final

3 jun

Eu chupava com gosto o pau do rapaz, e de canto de olho cuidava a punheta do quarentão. Não tive dúvidas: estiquei a mão e passei eu a punhetá-lo. A sensação de um pau na boca e outro na mão é indescritível. O rapaz gemia, acho que nunca tinha feito nada parecido. E eu enfiava-o mais fundo na boca, chupando com força, olhando seus olhos se revirarem. Mesmo sendo eu que estava de joelhos, eram eles que estavam aos meus pés.

Troquei: tirei o pau do rapaz da boca, e sob seu olhar de desespero, virei levemente o corpo e lambi a cabeça do pau do quarentão. Olhando bem nos seus olhos, fui engolindo aos poucos. Era ligeiramente maior que o do outro, e com a cabeça bem grossa, do jeito que eu gosto. Sentia minha buceta cada vez mais melada, e a vontade de sentí-los dentro de mim só aumentava. Minha cabeça relutava diante desse pensamento, mas meu corpo pedia cada vez mais que isso acontecesse.

O quarentão estocava na minha boca, e minha saliva escorria pelo meu queixo, assim como minha excitação pelas pernas. Azar! Decidi me entregar (mais! rsrs). E agora, quem tinha camisinha?

Vi o rosto do rapaz murchar. Ele não tinha. Tadinho, provavelmente jamais tinha imaginado que aquilo fosse acontecer. O quarentão tinha, claro. Experiência é tudo na vida! rs

Fiquei em pé, e dei meus seios para o rapaz chupar. Não queria vê-lo tristinho. Ele chupou gostoso, me deixando ainda mais tesuda. Abri o botão e o zíper da minha calça, e pedi que ele tirasse para mim. Ele foi deslizando devagar, até ficar de joelhos na minha frente. Arqueei um pouco as pernas, e levei minha buceta de encontro à sua boca. Ele esticou a língua, e naquela estranha posição, me encaixei do jeito que pude. O quarentão se masturbava nos olhando, enquanto eu deslizava minha buceta pela língua, queixo, nariz, por todo o rosto do rapaz. Ele permanecia com a língua para fora, as duas mãos segurando minhas pernas na altura dos joelhos, o pau duro quase encostando no chão e o rosto totalmente melado do meu tesão. Eu segurava-o pelos cabelos, delirando de prazer.

Não tínhamos muito tempo, apesar daquele banheiro ser praticamente escondido. Saí de cima dele, e encontrei o quarentão já de camisinha. Mandei ele deitar no chão, o que ele fez sem pestanejar, e com o pau apontando para cima, me aproximei. Coloquei um pé de cada lado do seu corpo, e me abaixei. Segurei-o pela base, e coloquei-o na entradinha da minha buceta. Brinquei um pouco com ele ali, passando-o pelos lábios e pelo clitóris. Ele, com a cabeça curvada para a frente, olhava fixamente para o meio das nossas pernas. O rapaz, em pé e encostado na porta, se masturbava sem parar, mordendo os lábios. Então soltei o corpo, fazendo-o entrar todo e de uma só vez, arrancando dele um gemido de surpresa e prazer. Exibida que sou, mostrei do que era capaz. Rebolei, subi, desci, enfiei meus dedos na sua boca e ordenei o rapaz que não gozasse. Ele largou o pau, esperançoso.

Mas o quarentão também sabia o que fazer, e movimentando-se abaixo de mim, me estocava com vigor e determinação, agora olhando nos meus olhos, me mostrando que estava gostando. E tomada de um prazer louco, não me agüentei: anunciei que gozaria. Nossos movimentos se tornaram ainda mais fortes e profundos, e gozamos praticamente juntos. Ele, enchendo a camisinha dentro de mim, e eu escorrendo meu mel pelas suas bolas. Simplesmente delicioso!

Pouco tempo depois saí de cima dele, e fui de encontro ao rapaz, que, inacreditavelmente, conseguia segurar o gozo na sua longa punheta. Prensei-o contra a porta, e tomei seu pau em minhas mãos. E com a boca em seu ouvido e suas mãos tocando meu corpo, assumi a masturbação, disposta a fazê-lo gozar. Enquanto punhetava-o, falava em seu ouvido sobre o que teria feito com ele, se ele levasse uma camisinha na carteira. E assim ele gozou, fazendo a porra jorrar pelo chão do banheiro, se martirizando por não levar um preservativo consigo.

Eu me vesti e sugeri que saíssemos um de cada vez do banheiro, para não ficar tão claro o que tinha acontecido. E claro, disse que gostaria de ser a primeira. Saí de fininho, com as pernas bambas, o corpo relaxado e aquele inevitável complexo de culpa começando a bater. Nem olhei se as outras pessoas continuavam no camarote. Desci as escadas, me misturando na multidão.

Finalmente achei o caixa, e estava vazio. A festa ainda ia muito longe! Paguei minha comanda e quando me virei para ir embora, dei de cara com o meu amigo. Ele me pegou pela mão e me puxou para um lugar um pouco mais afastado, e beijou a minha boca. Se sentiu o gosto e o cheiro de sexo, não me falou nada.

– Já vai embora?

– Sim, preciso ir… – respondi.

– É cedo ainda… – eu sabia que ele queria falar mais alguma coisa, então fiquei olhando para ele – e eu achei que a gente ia se encontrar no fim da festa, pra sei lá, conversar…

Aham, conversar, sei. A proposta era tentadora, e ele é muito gostoso, mas eu já tinha conversado naquela noite.

– Não dá mesmo… Mas faz assim: me liga, e então conversaremos bastante!

Enquanto falei “conversaremos”, apertei seu pau sobre a calça. Meu Deus do céu! Eu estava impossível!

Deixei ele ali e fui embora. Já no táxi, mandei mensagem pras meninas avisando que precisei ir embora.

Foi uma boa festa de “peoa”!