Arquivo | janeiro, 2011

Calcinha vibratória, presente Sexy Hot!

27 jan

No final do ano tive uma grata surpresa! O Sexy Hot me convidou para testar um dos produtos da sua sex shop. Honrada e lisonjeada, logo entrei no site para escolher com qual deles eu faria o test drive.

Confesso que eu não sabia que o canal tinha uma sex shop, e quando entrei no site, descobri que eles têm muito mais. Tem contos eróticos, tem um blog bem interessante, muitas fotos e vídeos.

Mas animada que estava com a possibilidade de escolher um produto, me detive na loja. Oh, dúvida cruel! Tanta coisa legal, minha imaginação já a mil por hora, queria quase tudo! 55 minutos depois, enfim escolhi: uma calcinha vibratória!

 Como recebi o envelope (lacrado e discreto, of course) apenas dois dias antes de sairmos de férias, não tive dúvidas: coloquei-o na mala e levei na viagem. Mas acabei não tendo a oportunidade de usá-la, infelizmente.

Já de volta ao Brasil, na primeira semana mesmo liguei pro Ricardo, para combinar de sairmos pra jantar. Saí do trabalho, passei em casa, tomei um banho demorado, coloquei um vestidinho solto e a calcinha. Fomos ao meu sushi preferido, e lá pela segunda ou terceira taça de champanhe fui ao banheiro e acionei o vibrador.

Não senti nada. N-A-D-A! Que raiva! Fui ao banheiro de novo, ajeitei, reposicionei, e voltei para  a mesa. Mais um copo de champanhe e então finalmente senti algo: desconforto. Obviamente a minha decepção se fez notar.

O Ricardo, que até então não sabia que eu estava usando a calcinha, me olhava curioso, me vendo murchar em decepção. Contei pra ele que estava com a calcinha, que era uma surpresa pra ele, e que a minha intenção era gozar segurando os hashis, sem ele entender o porque! rs

Voltei pra casa desanimada, nem tive mais vontade de esticar a noite. Uma pena. Deixei de lado a calcinha vibratória.

Mas na semana passada eu estava sozinha em casa. As crianças na praia, o Ricardo fazendo sei lá o que, e eu ali embaixo do ar condicionado, apenas de roupão e lendo um livro. E de repente lembrei novamente da calcinha. Tá bom, tá bom… Não foi tão de repente assim. Eu tinha deixado o livro de lado um pouco e liguei a tv, acabei indo parar nos canais pornôs, tava lá o Sexy Hot, e eu lembrei da calcinha. Sim, eu vejo canais pornôs. #prontofalei.

Fui até o armário, peguei a calcinha, vesti, deitei na cama e tirei do canal pornô. Não queria ficar excitada pelo que via, e sim pelo que sentia, se é que dessa vez eu sentiria alguma coisa. Voltei ao livro, com o vibrador já funcionando.

Duas páginas depois, uma sensação gostosa começou a tomar conta do meu corpo. Não sei explicar, não parecia tesão, parecia mais aquela sensação que dá depois que a gente sai de uma banheira de hidro, sabe? Uma leveza e uma moleza, sei lá! Não consegui mais me concentrar na leitura. O torpor foi aumentando, uma coisa cada vez mais gostosa emanava do meio das minhas pernas. Uma delícia!

Pressionei uma perna contra a outra, sentindo meus mamilos cada vez mais durinhos. Sem ao menos perceber, já estava tocando-os com as pontas dos dedos. Apertei mais as pernas, e a vontade que eu tinha era de enfiar a calcinha com o bendito vibrador dentro de mim. Peguei meus seios por baixo, com a mão em concha e lambi, primeiro um, depois o outro, quando o gozo começou.

E beliscando meus próprios seios, a boca aberta soltando gemidos sussurrados, gozei gostoso, sem ao menos tocar a minha buceta.

Já com o vibro desligado, mas ainda jogada na cama, agora de pernas abertas e sentindo meu corpo flutuar, eu pensei: obrigada, Sexy Hot!

Leitora exibicionista!

13 jan

Já fazia tempo que a gente tinha vontade de que os leitores participassem mais do blog, junto da gente. Então resolvemos abrir espaço pra vocês, nossos leitores corajosos e exibicionistas, e passaremos a publicar as fotos que vocês nos enviarem, desde que tenha alguma menção ao blog, ok?

E a nossa primeira leitora exibicionista já mandou a sua foto:

Essa é a Lady Proibida, que tem um twitter quentíssimo: http://twitter.com/Lady_Proibida

Envie a sua foto também!

e-mail: intimidades.blog@gmail.com

Gozando colorido #fail

5 jan

Não, eu ainda não perdi os critérios e transei com alguém da #famíliaRestart! rsrsrs O que aconteceu foi o seguinte: um casal de amigos foi na Eros Fair, a tal feira erótica que teve em Gramado. Disseram que foi muito ruim, o que já era de se esperar. Quem diabos faz uma feira erótica em pleno Natal Luz de Gramado? Mas, enfim… Na entrada, ganharam de brinde um potinho, e segundo explicaram para eles, o conteúdo fazia o gozo masculino ficar colorido. “Como assim?”, eu perguntei, curiosíssima. Eles não sabiam, ainda não tinham usado. Mas como receberam dois potinhos, me ofereceram um. A esposa que ofereceu, na verdade. O marido disse que em troca queria ver meus seios! É bem abobado, mesmo! Ri da brincadeira, e coloquei o tal potinho na bolsa. E esqueci dele! Bolsa de mulher, sabe como é que é…

Antes de viajar nas férias, tava naquela função de separar as coisas pra levar. Tem coisa numa bolsa, coisa noutra, e lá pelas tantas, achei o tal potinho com o negócio que fazia a porra ficar colorida. Tô falando assim pois eu de fato nem sabia o que era e nem como funcionava. Abri para descobrir.

Dentro dele tinha unas três ou quatro cápsulas, tipo remédio mesmo, e um papelzinho com as instruções. Não vou lembrar de cabeça agora, mas era mais ou menos assim: quando o cara estiver quase gozando, começando a sair aquele líquido pré gozo, deve-se pegar a cápsula, rompê-la, e então passar o seu conteúdo na glande. E então a ejaculação virá colorida. E mais, dizia que tinha um sabor bom para o sexo oral. “Não vou mais perder esse pote de vista, até encontrar o Ricardo”, pensei, já imaginando ele jorrando sobre mim a sua porra em um arco íris! rsrsrsrs

Antes de dormir liguei pra ele, contando sobre o gozo colorido. Ele escutou quieto, pediu algumas explicações sobre o funcionamento, e eu ali deitada na cama já ficando excitada com o que estava imaginando, falando, até que ele me joga um balde de água fria: “nem fudendo que vou passar esse troço no meu pau”. Começamos a discutir, e estressada que eu estava por estar saindo de férias em alguns dias e ter milhões de coisas pra fazer, me puxei na grosseria: “você mete esse pau em cada coisa e agora tá se fazendo pra me agradar!”. E desliguei o telefone, antes que ele pudesse responder. Principalmente se a resposta fosse que a “cada coisa” sou eu! rsrsrsrs

No dia seguinte liguei pra ele, como se nada tivesse acontecido, o que sempre faço. Eu sou assim. Depois que eu falei, joguei tudo pra fora, passou. Ele não. É rancoroso. Se precisar, fica cinco anos sem falar comigo. Me tratou com indiferença. Fiz que não notei, e combinei de nos vermos mais tarde. Precisávamos ver os últimos detalhes pra viajar.

Fui pra casa dele no final da tarde, e o encontrei de calção velho e sem camisa, jogando videogame no sofá. Quando homem quer ser broxante, consegue, né? rs Mas eu tava decidida! Sentei ao lado dele, com a bolsa a tiracolo, e ele me deu um selinho. Fiquei vendo-o jogar. Se eu estava decidida a vê-lo gozar colorido, ele parecia decidido a me ignorar. Mas eu não desisto! Cheguei mais perto, e passei a mão nas suas pernas. Ele deu uma olhada de canto de olho, e continuou jogando. Enfiei uma mão por dentro do calção, enquanto me abaixava pra beijar o seu peito. Ele ficou todo faceiro, achando que eu estava arrependida do que tinha feito na noite anterior. Ah, mal sabia ele que eu estava era colocando meu plano em ação!

Fui beijando seu pescoço, descendo pelo peito, barriga, enquanto com a mão ia tocando no seu pau. Me contorcia toda pra tocá-lo, já que ele fingia me ignorar. Me ignorava, mas o pau ia crescendo! rsrsrs Quando me ajoelhei no sofá e tirei o pau pra fora do calção, logo colocando-o na boca, ele fez menção de pausar o jogo. Mandei que ele continuasse jogando. Ele tentou, mas aposto que não teve o mesmo sucesso de antes.

Escorreguei para o chão, entre as suas pernas, e sem ele notar, trouxe a minha bolsa junto. Chupei do jeito que ele gosta, ora lambendo apenas a cabeça, ora abocanhando-o todo. Fiquei assim por uns cinco minutos, quando percebi que ele estava quase gozando. Levantei um pouco o corpo e virei um pouco a cabeça, jogando meus cabelos na sua barriga, cobrindo-lhe a visão. Passei a punhetá-lo devagar, enquanto a outra mão tateava a minha bolsa, em busca do tal pote. Abri do jeito que deu, pegando uma das cápsulas. Quando saiu aquele primeiro líquido delicioso, de leve, na cabeça, expremi a cápsula com as unhas, e sem ele notar, despejei o pó que continha dentro na cabeça do pau. Esfreguei com os dedos, espalhando-o, ao mesmo tempo em que aumentei o ritmo da punheta.

Ele cerrou os punhos, forçou a musculatura das pernas, soltou um gemido e gozou. Joguei o corpo um pouco para trás, para poder assistir àquele espetáculo. Sonho meu. O que eu vi foi um pó amarelo ouro que, misturado com a porra do Ricardo, jorrou de uma cor quase marrom, na minha mão, na barriga dele, escorreu pelo saco. Na mesma hora tirei a mão, enojada, imaginem o que aquilo parecia, o que chamou a atenção dele.

Ele abriu os olhos, e quando viu aquela coisa, me olhou com um olhar de dar medo:

– O que tu fez no meu pau, caralho??

Eu nem consegui responder. Fiquei ali olhando em algum ponto na parede atrás dele. Nos olhos dele, não tinha coragem. E olhar para aquele líquido “amarronzado”, nem pensar!

– Agora tu vai limpar, porra!

Ele tava mesmo brabo! Levantei pra ir pegar um papel, uma toalha, sei lá!

Mas ele me segurou pelo pulso.

– Não. Tu vai limpar com a boca.

– Ah não, amor… Isso tá nojento.

– Eu disse que não queria essa merda no meu pau.

– Não, por favor… Eu faço qualquer outra coisa…

Ele pensou um pouco. E riu.

– Qualquer coisa?

– É… Praticamente.

Ele puxou meu pulso para baixo.

– Tá, tá! Qualquer coisa!

Ele soltou meu pulso.

Quando voltei com um rolo de papel, ele segurou a minha mão, antes que eu começasse a limpar, e disse:

– Me dá o telefone daquela tua colega gostosa que fica me olhando.

Olhei com raiva pra ele, e depois praquele troço marrom. Sem chance.

– Pega ali o meu celular. Letra V.

– V? Mas o nome dela não é Fernanda?

– É. Mas eu gravei no V de VADIA.

Ele deu risada. E falou:

– Que bom! É bem dessas que eu gosto!

Maldito gozo colorido.