Arquivo | novembro, 2010

Fazendo as pazes na cama

30 nov

Eu andava muito irritada com o Ricardo. Coisas de casal. Eu tenho minhas má fases, ele tem as dele, todo mundo tem as suas. O brabo é quando as fases ruins são juntas! rsrsrs

Fora que ele tem uma mania, independente da fase, de querer centralizar as decisões do que vamos fazer. Se eu quero comer sushi e ele quer churrasco, adivinha aonde vamos? E dirigindo, então? Ele chega ao ponto de perguntar: “vamos pela rua A ou pela rua B”? Se eu falo que pela B é melhor, não tem trânsito e é mais curta, adivinhem? Ele vai pela A! Que cara chato! rsrsrsrs

No último feriadão foi a gota d’água. Eu queria ir pra serra, ver o Natal Luz. Eu gosto, as crianças gostam, ia ser tudo de bom. Dias antes, começou o stress: “Gramado vai estar lotado”… “Serra no calor? Imagina! É época de ir pra praia!”… E assim por diante. Me encheu, encheu, encheu, até que, para variar, eu cedi.

Natal Luz em Gramado/RS

Fomos pra praia. Alguém aqui conhece, pelo amor de Deus, o litoral do Rio Grande do Sul? Vou explicar como é: ali na divisa com Santa Catarina, tem Torres. Uma praia bonita, com rochedos à beira mar. Um passo depois de Torres, sim, eu disse UM PASSO depois, começa uma faixa de areia que vai até o Uruguai. Simples assim. Não tem um morro, uma enseada, um visual pra curtir. É só areia e mar por, sei lá, quinhentos quilômetros. E que fique claro: eu gosto de lá. Vamos sempre que podemos, temos vários amigos, uma ótima casa e tudo mais. (Ok, agora relendo isso, vejo que o problema não é o areião até o UY, e sim porque eu queria ir pra serra! rsrsrsrs). Durante o verão, 60% do tempo não dá pra ir na beira do mar. Ou a água está da cor marrom chocolate, ou o vento arranca os guardas sol, bonés, vira as cadeiras, enfim… Eu queria ir pra serra! rsrsrsrs

Algum lugar do litoral gaúcho

Claro que a estrada estava cheia, e que nos arrastamos até o litoral. Ao menos ele me perguntou se eu queria ir no meu restaurante de frutos do mar preferido, e não mudou o rumo no meio do caminho. Jantamos, passeamos um pouco, e fomos dormir.

O dia seguinte amanheceu acinzentado, e quando abri a janela uma rajada de vento quase me jogou longe. Que maravilha! Sem praia naquele dia. Emburrei, e se ele notou não demonstrou. Acordou quase ao meio dia, querendo saber o que iríamos almoçar. Troglodita. Eu mal respondi, querendo demonstrar a minha insatisfação, mas ele parecia feliz com o silêncio. Ficou lá jogando Play 3 com as crianças, e de vez em quando dizia pra me perguntarem o que teria de almoço. Fiz um macarrão de qualquer jeito, e todo mundo comeu sem muita vontade. Já de tarde, as crianças saíram de bicicleta, e ficamos só os dois em casa. Deitei na rede com um livro na mão e mergulhei na história. Li umas dez ou quinze páginas, cada vez mais absorta, e quase morri de susto quando ele arrancou o livro da minha mão e jogou longe, para se jogar sobre mim, me beijando e me lambendo o rosto, o pescoço, as orelhas. Explodi. Gritei, xinguei, rodei a baiana. Ele ficou só me olhando, como sempre faz quando eu começo a briga, e como sempre isso me irritou ainda mais. Gritei mais, xinguei mais, me descontrolei. Ele se levantou, olhou bem nos meus olhos, balançou a cabeça e fez aquele gesto que eu mais odeio: jogou a mão pra frente, como quem diz “tu não sabe de nada”. Depois virou-se e saiu.

Passamos praticamente todo o feriado sem nos falar, e durante as noites dormíamos bunda com bunda na cama. No segundo dia eu já me arrependia de tudo que tinha dito e feito, mas não podia dar o braço a torcer. E se depender do Ricardo ele passa o resto da vida sem falar nada. Impressionante.

Na viagem de volta, com direito a três horas de engarrafamento, não trocamos uma palavra. E assim ele me deixou em casa e foi embora. Fiquei angustiada. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde faríamos as pazes, mas essa espera me matava. Pra mim já estava resolvido, já tinha vomitado todas as coisas que me incomodavam e mais outras que nem sei por que acabei falando, em cima dele. Mas ele não. Ficava lá, remoendo e me ignorando.

A semana foi passando, e nada mudava. Eu mandei algumas mensagens e ele respondeu sucintamente. Puxava papo no MSN, mas ele não desenvolvia a conversa. Comecei a ficar preocupada. Já era sexta feira e nada mudava. No sábado liguei pra ele e disse que precisávamos conversar. Ele concordou, mas disse que teria que ser à noite, já que tinha compromissos durante o dia. Curiosa e metida que sou, tive que me conter pra não perguntar o que era. Pelo andar da carruagem, nem sabia se éramos ainda namorados.

Na hora marcada toquei a campainha. Nada. Estranhei, já que o carro dele estava na garagem. Depois de mais algumas tentativas, resolvi procurar a minha chave na bolsa. Ah, bolsa de mulher. Tive que tirar praticamente tudo para fora, no corredor, até achar a maldita chave. Guardei tudo de novo e fui abrir a porta.

Abri devagar e estava tudo escuro e silencioso. Já me irritei. Marca a hora e não está em casa! Fechei a porta atrás de mim e atravessei o hall, deixando para acender a luz da sala. Quando estiquei o braço em direção ao interruptor, alguém me pegou por trás, cobrindo a minha boca com uma mão, e com a outra prendendo meus braços. Levei um susto absurdo, mas antes que eu pudesse ter qualquer reação, fui empurrada em direção a parede.

– Cala a boca e não reclama. – a pessoa falou, e achei ter reconhecido a voz. Prensada contra a parede, tentei me virar, reagir, mas ele era muito mais forte que eu.

Senti a língua áspera roçando a minha orelha, e depois lambendo minha bochecha.

– Fica nervosinha quando te lambem o rosto, né? – Puta que pariu. Era o Ricardo! Qual era a dele? Queria me matar do coração?

Ele não deixava eu me mexer, e de assustada passei a ficar irritada. Com um lado do rosto todo babado, eu agora babava era de raiva. Ele parecia se divertir. Mas como sempre, sabia a coisa certa a ser falada:

– Relaxa… Relaxa e aproveita… Eu sei que tu gosta da minha língua… Sei que tu tava com saudade…

Comecei a baixar a guarda. Eu estava sim com saudade. Odeio ficar brigada com ele e sentia falta de conversar com ele, de ser tocada por ele.

– Não entendo a razão que tu só quer brigar… Tem tanta coisa melhor pra gente fazer…

Agora eu já não tentava reagir, e ao invés de me segurar, sua mão passou a percorrer meu corpo. Que delícia, que saudade. Levei uma mão à parede e arrebitei a minha bunda de encontro ao seu corpo. Enquanto uma mão ainda me cobria a boca (vai que eu resolvesse discutir a relação! rsrsrs), a outra entrava pelo meu decote. Tocou meus seios, me deixando toda arrepiada. Ele sorriu. Sabia que o jogo estava ganho.

Mordeu a minha nuca e, quando a pressão da mão na minha boca relaxou, mexi os lábios até colocar um dedo dentro da boca. Lambi e chupei como se fosse um pau, rebolando de leve a bunda de encontro ao pau de verdade, que duro parecia querer me penetrar mesmo por cima do vestido. Ele me virou de frente, de maneira brusca, me empurrando novamente de encontro à parede. Nossos lábios se tocaram em um beijo feroz, lambido, babado, mordido… Arrancou meus seios do decote, abocanhando-os com sofreguidão, arrancando de mim gemidos de prazer, enquanto enfiava uma das pernas pelo meio das minhas. Rocei minha buceta na sua coxa, enquanto ele mamava meus seios.

Ele tateou as minhas pernas, subindo pelas minhas coxas, até chegar ao meu sexo. Subiu meu vestido, tocou minha calcinha e falou:

– Como tu vem fazer as pazes comigo de calcinha? Quem faz as pazes de calcinha?

E, de surpresa, de supetão, de uma só vez, puxou a minha calcinha, rasgando-a, me assustando, me fazendo dar um grito e amolecer as pernas de prazer. Colocou dois dedos dentro de mim, de forma brusca e violenta, me dando ainda mais tesão. Eu gemia e delirava, encostada na parede com as pernas abertas. Com a outra mão ora enfiava os dedos na minha boca, para depois passar a minha saliva no meu rosto, ora apertava e beliscava meus seios com força. Tentei tocar nele, mas ele não deixou.

– Não tá brigada comigo, sua chata? Então nem vem fazer carinho…

Agora eu já mexia os quadris, enquanto ele enfiava os dedos com força. Me pegou pelos cabelos, puxando meu rosto para trás, enquanto me xingava e me dizia que no dia que não tivéssemos mais nada, ele iria ser apenas meu amante, iria apenas me fuder. E eu estava simplesmente adorando aquilo! Eu não conseguia falar nada, pois quando não estava com os dedos dele na minha boca, estava gemendo de tesão.

Ele abaixou as calças e me empurrou pro chão, me colocando de joelhos na sua frente. Com a mão atrás da minha cabeça empurrou a minha boca em direção ao seu pau, naquele gesto que as mulheres odeiam, mas que naquele momento eu adorei. Abri a boca e envolvi aquele pau gostoso e cabeçudo, lambendo, chupando, babando, sugando. Me segurando pelos cabelos, ele comandava o ritmo. Eu sabia que ele estava maluco de tesão, pela maneira que o seu pau pulsava na minha boca, e para não gozar, ele de vez em quando tirava e batia com ele no meu rosto. Eu, de olhos fechados e a boca aberta, me deliciava.

Quando eu menos esperava, ele me puxou pelos cabelos, me colocando em pé na sua frente. Beijou minha boca com ardor e violência, e foi me empurrando até o sofá. Parei em frente ao sofá e ele, transtornado, mandou:

– De quatro, sua puta.

Sustentei o olhar, só de birra (ou pra ele usar a força mesmo! rsrsrs). Ele me empurrou no sofá, e com as mãos fortes me fez ficar de quatro, com a bunda arrebitada em sua direção. Abriu as nádegas com a mão e fez algo que eu detesto, mas que mesmo assim me fez derreter de tesão: cuspiu na minha bunda. Ele viu que eu ia reclamar e empurrou meu rosto de encontro ao encosto do sofá, me silenciando, enquanto colocou a cabeça do pau na entrada da minha bunda. Foi enfiando sem dó, me abrindo, me rasgando, me alargando, e eu tomada de tesão que estava, gemia abafada de dor e prazer. Quando entrou tudo, começou a estocar, sem carinho, uma coisa tesuda e animal, sem pudor, sem piedade. Eu simplesmente não agüentei. Joguei a bunda para trás, de encontro ainda mais ao corpo dele, e gozei. Gozei com ele enterrado dentro de mim, me comendo com força, com tesão, com saudade…

Logo em seguida ele tirou o pau da minha bunda e esporrou em mim, nas minhas costas, nas minhas nádegas. Deixei meu corpo cair no sofá, dolorida e extasiada, enquanto ele sentava no chão ao meu lado.

Ficamos um pouco em silêncio, eu tentando voltar ao normal, e ele acariciando as minhas costas. Até que ele pegou o cigarro na mesa de centro, acendeu e lá pelas tantas falou:

– Senti a tua falta. Fala, pode falar. Vamos nos acertar…

Ele já dera o show dele, né? Agora eu daria o meu.

– E de onde você tirou que eu vim aqui pra fazer as pazes?

Ele me olhou, sem entender. Levantei com dificuldade, a bunda dolorida, e baixei o vestido, sujando-o todo de porra, azar.

– Eu vim aqui pra dizer que não quero mais nada com você.

Dei alguns passos com dificuldade, diante de um incrédulo Ricardo que, sem ação e com a boca aberta, não se movia.

– Ah, e tem mais uma coisa! – bradei, voltando-me na direção dele, caminhando ao seu encontro. Parei bem na sua frente, em posição de superioridade e ameaça, e falei:

– Isso aqui foi um estupro! – e antes que ele pudesse sequer pensar alguma coisa, empurrei-o para trás, de costas no chão, sentei no seu peito e concluí:

– E agora é a minha vez!

Escorreguei para a frente e sentei em seu rosto, colocando a minha buceta melada na sua boca deliciosa.

Existe maneira mais gostosa de fazer as pazes?

Limpando o gozo de outro

9 nov

O Ricardo de vez em quando tem cada idéia! Já fazia um tempo que ele me veio com essa: queria sair comigo para alguma balada e que eu escolhesse um cara e me insinuasse pra ele. E que, com a conquista consumada, que fosse com ele (o Ricardo) até o banheiro e fizesse um boquete. Ele então gozaria na minha boca, e depois ficaria me vendo, escondido num canto, voltar pra balada e beijar o cara. Segundo ele, seria uma penitência pro carinha que fica de olho na mulher dos outros. Como se ele não ficasse. Sacanagem, né?

Eu disse pra ele que não faria isso, não assim, de maneira programada e pra sacanear alguém. Mas fomos fantasiando e aperfeiçoando a idéia. E conversando com um, com outro, reencontrei um ex namorado, aquele que uma vez, a pedido meu, transou com outro cara na minha frente (claro que depois eu me misturei com eles! rsrsrs).

Saímos uma noite para colocar o papo em dia, e em poucos minutos parecia que não tínhamos passado um dia sequer sem nos ver. Relembramos as loucuras que havíamos feito juntos, contamos o que fizemos depois, e nossa química continuava lá, intacta. Me contou que tinha se casado, e que a fantasia dele e da esposa era ela ser a vadia e ele o corninho. Ela transava com outros caras apenas na frente dele, e que depois ele a limpava, a agradava e ainda levava o outro para casa. Mas que agora eles estavam separados, e era muito difícil encontrar alguém cabeça aberta para realizar as fantasias, por mais simples que fossem.

Concordei, e já me insinuando para ele, disse não entender como as mulheres são assim. Imagina, poder transar com quem quiser, e o marido ainda fica te agradando depois? Ele riu, dizendo que eu continuava a mesma. Na saída nos beijamos, um beijo quente, gostoso, pegado, como nos velhos tempos.

No dia seguinte fui pra casa do Ricardo, depois do trabalho, e contei que tinha encontrado com ele, e que tinha ficado com tesão. Comecei a relembrar das coisas que tínhamos feito, que tínhamos conversado, e em voz alta ia contando pra ele, que ouvia tudo me fazendo carinho. Deitada no sofá, com a cabeça no colo dele, falava de cada sensação, cada estocada, cada chupada, enquanto sua mão já entrava pelo meu decote. Senti seu pau endurecendo, mas não dei bola. Suas mãos iam de um seio para o outro, me apertando, me acariciando, e enquanto contava a ele como meu ex gostava de chupar minha buceta, eu a sentia pulsar sozinha, sem toque, ficando cada vez mais melada. Sem agüentar mais me virei, mordendo o pau do Ricardo sobre as calças. Enquanto ele abria o botão e o zíper, mandou eu tirar as roupas, mas eu tive uma outra idéia.

Me ajoelhei entre suas pernas e tateei a mesa de centro atrás de mim, à procura da minha bolsa. Trouxe-a para o sofá e ao mesmo tempo em que enfiei o pau dele na minha boca, enfiei a mão na bolsa para pegar o meu celular. Pausa dramática. Bolsa de mulher é aquilo que vocês sabem, né? Quem disse que eu achava? O Ricardo olhava sem entender nada, mas não se atreveu a perguntar.

Enfim achei. Apertei os botões, enquanto punhetava o Ricardo com a outra mão.

– Oi! É a Nathalia! Tudo bem? – falei.

O Ricardo me olhava incrédulo.

– Que bom… Pode falar agora? Sabe o que é? Ontem fiquei pensando em você. Nas coisas que conversamos… No que você me contou.

Estiquei a língua e lambi a cabeça do pau do Ricardo, que agora começava a entender com quem eu estava falando.

– Então… Eu fiquei pensando… Imaginando… E fiquei curiosa. Quando ela dava pra outro… Você limpava com a língua?

Enfiei o pau na boca, até o fundo, deixando bem babado. Depois tirei e voltei a falar.

– Uhmm… Com a língua! Que delícia. É que eu tô aqui com o meu namorado… É, sim, não, ele não se importa…

Continuei falando sem parar de masturbar o Ricardo.

– E eu tô falando com você e batendo punheta, dando umas chupadas… E, bom, tu sabe, né? Vou acabar me sujando!

Olhei bem nos olhos do Ricardo. Ele parecia não acreditar no que escutava. Se fosse possível, eu poderia dizer que seu pau ficou ainda mais duro.

– Verdade! Escuta só.

Passei a chupar o pau do Ricardo fazendo bastante barulho, com o celular bem pertinho. Tirei a boca.

– Ouviu?

Fiquei em pé e, com o celular na orelha, arranquei as minhas roupas, enquanto o Ricardo arrancava as dele.

– É, eu tinha pensado em sujar só a minha boca. Mas meu namorado é um tarado! Vai querer me sujar mais.

O Ricardo me puxou pra cima dele, já me posicionando para me encaixar no seu pau. Coloquei a cabeça entre meus grandes lábios, e fiquei deslizando-o na entradinha da minha buceta.

– É… Um tarado! Agora tá roçando o pauzão na minha buceta. Doido pra enfiar.

O Ricardo arfava embaixo de mim. Sem esperar mais, colocou as mãos nos meus quadris e me puxou pra baixo, entrando de uma só vez, arrancando um gritinho de mim.

– Aiii! Que delícia. Entrou tudo… De uma só vez… Agora vou ficar toda suja!

Louco de tesão, ele passou a estocar rápido e com força. Eu, conhecendo-o bem, sabia que logo gozaria. Olhei bem nos olhos dele, vendo-o se contorcer sob mim, e falei:

– Ele vai gozar. Vai encher a minha buceta de porra. Isso… Não, eu não vou gozar. Vou sair daqui e me encontrar contigo. Pra você limpar a porra dele. Lambendo a minha buceta. E então eu vou gozar.

Quando terminei de falar isso o Ricardo gemeu alto, me puxou pra baixo, entrando ainda mais, e gozou. Eu joguei o celular de lado e o beijei.

Depois fui para frente, fazendo-o sair de dentro de mim, sentindo a porra escorrendo. Fiquei em pé, e procurando as minhas roupas, disse que precisava ir logo. Ele ficou me olhando, sem saber o que fazer. Sem saber se me impedia ou se me deixava ir, ele ficou assistindo eu me vestir. Até que, de repente, ele me puxa de volta, e arranca o que eu já tinha colocado de roupa. Me jogou no sofá e, entre as minhas pernas, colocou a boca na minha buceta, toda melada com a sua própria porra.

Enfiou dois dedos, depois três, quatro, enquanto chupava meu clitóris. Eu abri as pernas o máximo que pude, facilitando para ele enfiar mais um dedo e a mão inteira. Mas não consegui esperar os nós dos dedos passarem, e com a sua língua chicoteando meu grelo, sua boca com meu mel e a sua porra misturada a me chupar, eu gozei puxando-o pela cabeça, pelos cabelos, pelas orelhas, por qualquer coisa que o fizesse entrar ainda mais em mim.

Enquanto me recompunha, ele trouxe seu rosto até o meu e passou aquela mistura deliciosa na minha boca. Estiquei a língua e lambi sua boca, meu gozo e o seu gozo juntos. E depois perguntei, curiosa, qual a razão de não ter me deixado ir ao encontro do meu ex, para que ele me chupasse até gozar. Ele respondeu:

– Baby, enquanto tu te vestia, peguei teu celular aqui no sofá. E ele tava desligado. Tu não falou com ninguém. Ninguém ia te chupar.

Peguei meu celular e olhei a tela. Desligado. Enquanto eu fingia que falava com meu ex, escutava o apito da bateria acabando. Parece que acabara de vez. Mostrei pro Ricardo, tentando-o religar, sem sucesso.

– Eu estava falando com ele mesmo. E iria até algum lugar pra ele me chupar, sim. – Levei os dedos à minha buceta, e sentindo-os ainda melados, continuei. – Agora não tem mais muito pra ele chupar. Tu vai me chupar mais, ou dou esse resto pra ele?

Ele me chupou mais. E eu chupei ele mais. E teve ainda a minha boca e o meu cuzinho para ser limpo. E só no dia seguinte eu contei pra ele que não tinha falado com ninguém no telefone. Ele deu risada, e disse que quer que eu fale na próxima vez, de verdade.

Veremos!